quarta-feira, 19 de abril de 2023

Miguel de Letra 

A despedida

Olá, caros leitores! O Zé Migué já não pode mais escrever aqui suas impressões sobre o desempenho do Coelhão, e eu, Verônica, ouso ocupar este espaço agora. Não para substituí-lo, pois não poderia. Não ousaria... Mas para agradecer a todos os leitores que o acompanharam nas 7.800 colunas que escreveu ao longo dos anos. Segundo ele mesmo informou em seu último post, de 17 de setembro de 2019, foram 6.625 no extinto Diário da Tarde e 1.175 neste "modesto Blog internacional". 

Agradecemos o carinho de todos que, presencialmente ou à distância, nos apoiam neste momento. A morte é um dia difícil de ser vivido, mas Miguel o viveu em paz. Assistiu ao jogo no sábado e, no domingo, partiu. 

Amanhã, dia 20, receberemos novamente os amigos para uma missa em sua memória na Paróquia Santíssima Trindade, na Praça Leonardo Gutierrez, às 18h30. 

Até, Miguel! E obrigada!

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Miguel de Letra


DE LETRA N 1.176 (TERÇA-FEIRA, 17-09-19)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois de um fraco início do Brasileirão da Série B, quando chegou a ser apontado  pelos apressadinhos de plantão como um dos prováveis quatro rebaixados para a Terceirona (quem tem pressa come cru), o meu glorioso e querido América mudou de treinador e de postura, encaixou dez jogos invictos e já deixou nove clubes atrás dele. O meu Coelho não está longe dos quatro que devem subir para a Série A (mais ou menos) e nem dos quatro que devem descer. Nossa situação agora está cômoda. É só continuar vencendo ou empatado de quando em vez. Terceirona, nunca mais! Para falar a verdade, nem Segundona...
VERDADE, americano quer saber é no caso da frustrada e inoportuna aquisição do armador Michel Bastos, um quase ancião de 36 anos de idade, que chegou aqui em maio último e foi embora agora no início de setembro, jogando apenas uma vez (eu disse jogando?). Que belo custo/benefício! Qual foi o infeliz dirigente (ou empresários, sei lá) que indicou o jogador com prazo de validade vencido, como gosta de dizer o radialista Emanuel Carneiro, da rádio Itatiaia? Em três meses o distinto deve ter recebido uma grana caprichada. Só quero saber quem vai responder por tanto prejuízo. O Zé Migué aqui do pedaço não quer nem saber: ele só quer saber quem amolou o Machado de Assis. Eta Capitu. Cadê Bentinho?
PS – Mesmo com toda a preguiça do mundo, esta é minha coluna de número 7.800 (6.625 no extinto jornal Diário da Tarde e 1.175 no meu modesto Blog internacional. Haja fôlego...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 22 de julho de 2019


DE LETRA N 1.175 (SEGUNDA-FEIRA, 22-07-19)

MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais!

Sei que não foi uma apresentação de encher de orgulho o preocupado torcedor americano. Mas que, melhorou muito, isso lá melhorou. Pelo menos ficou a impressão de que tinha um time de verdade em campo. De verde e preto, o que é mais importante. Todo mundo em sua posição, boas trocas de passes, boas coberturas, bons ataques, mas faltou, a meu cuidar, boas conclusões. Ninguém chuta! Será que estão com medo de machucar o goleiro adversário? Só se for...

O único chute foi o do exuberante volante Zé Ricardo (maior jogador de todos os tempos de Bom Jesus do Amparo, Zona Metalúrgica Mineira), que o goleiro Rafael Santos não conseguiu segurar firme, dando rebote que o armador Juninho soube aproveitar para abrir o placar. Mas, mesmo jogando melhor do que o rival (Vila Nova), no Serra Dourado, o meu glorioso e querido América permitiu o empate em falha grotesca do zagueiro Ricardo Silva.

Em condições normais, conseguir um empate no belo estádio da Serra Dourada é um grande resultado. Mas, no atual momento do meu Coelho, somente a vitória interessa, em qualquer estádio...

PS – Vou abrir uma escolinha de cobrança de pênalti. Assim, quem sabe jogador atleticano aprende a não perder títulos em Beagá. Até Brasileirão! Remember década de 70 (São Paulo campeão no Mineirão, em que o zagueiro Márcio Paulada jogou o esférico na arquibancada)...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 2 de julho de 2019

DE LETRA

DE LETRA N 1.172 (SEGUNDA-FEIRA, 01-07-19)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu Gutierrez ficou mais triste na manhã de hoje, quando a noticia da prematura morte do amigo Jésus Wagner Marques Brito correu os quatro cantos do melhor e mais charmoso bairro de Beagá, de rua em rua, de quarteirão em quarteirão e  de esquina em esquina. Não ficou ninguém sem tomar conhecimento da notícia. Silêncio total. A timba do Jésus, que outrora eu chamava de “barulhenta”, ficou silenciosa para sempre. E a cadeira que ele ocupava diariamente no Bar do Toninho (Rua Américo Macedo) ficou vazia para sempre. Agora, ninguém mais vai falar de sua timba bem afinada ou do seu grande amor pelo nosso Coelho e pela nossa Baleia...
AGORA, sim, chegou ao final a trajetória da nossa “quase filarmônica do Gutierrez” (a turma da “rola cansada”, como diria o amigo Toninho Afonso), já que, sem o amigo Jésus e sua mágica timba, a banda ficou sem condição de continuar, mormente com as sentidas mortes anteriores de freqüentadores como Domingos Santiago (meu saudoso irmão), Sérgio Brito Lucena (ambos médicos) e o ex-delegado e amigo Antônio Orfeu Braúna (o cavaquinho de ouro, digo, bandolim). Pois é, agora é cinza, tudo acabado e nunca mais...
PS – Mesmo sendo hoje um dia de luto para mim e para meus amigos do Gutierrez, sobrou tempo para enaltecer a inteligência do meu glorioso e querido América. Veja bem, caro leitor, qual é o time da atualidade que não vence ninguém nas Minas Gerais? Então, nada mais correto do que chamar a tal Raposinha/saltitante para um jogo-treino. Não deu outra: o meu Coelho sapecou uma sonora “tamancada” na inocente e outrora esperta Raposa: dois a um. Detalhe: o duelo foi no CT dos coirmãos..
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

DE LETRA


DE LETRA N 1.172 (SEGUNDA-FEIRA, 27-05-19)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! América, clube amador, era o Suburbano, um dos times “bambas” da década de 60 de minha saudosa juventude. Ora, amador é amador, profissional é profissional. Antes de me perder no emaranhado de meu pensamento, lamento dizer que tem gente desavisada tentando tratar o meu querido e glorioso Coelho como um time qualquer do nosso glorioso futebol amador...
NO ano passado, o atacante Rafael Moura, autêntico artilheiro que não faz gol e que era o nosso cobrador oficial de pênaltis, entregou o esférico ao seu companheiro Luan, que                                                                “atrasou” a bola para o goleiro do também meu Fluminense, “chutando” a nossa classificação para os quintos dos infernos. Amigo leitor, foi ou não  um negócio típico de futebol amador? Esse lance grotesco é que precipitou o rebaixamento do Mecão. Agora, o jeito é correr atrás do lucro. Do prejuízo, não, pois já estamos atrás do prejuízo...
E, anteontem, hein, caro leitor, teve desavisado que tratou o Mecão como se ele fosse time amador. Ora, o Jori era o reserva imediato do Fernando, tendo jogado bem nas vezes em que atuou. Aí, surgiu um novo ”Professor Pardal” no meu amado clube, escalando o seu “protegido” goleiro Thiago, que trouxe do Mengão. Seu “frango” começou a desenhar a nossa nova e vergonhosa derrota no Brasileirão da Série B. Brasil de Pelotas/RS, tenha paciência! Faça-me o favor, amigo Geraldo Godoy, americano e prefeito de Periquito, conterrâneo do goleirão Jori, o injustiçado...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 20 de maio de 2019

DE LETRA


DE LETRA N 1.170 (SEGUNDA-FEIRA, 20-05-19)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Até quando, Cantilina, abusará de nossa paciência? Caro e atento leitor, calma, vez que tal frase pertence a uma catilinária famosa de tampos idos e vividos, em que sequer existia o velho ludopédio para nos aborrecer e nos matar de raiva. É só trocar Cantilina por Coelho. Escrevi esta modesta coluna pela derradeira vez em 03 de dezembro do ano passado, prometendo não voltar mais a redigi-la tão cedo após aquela “palhaçada” do Maracanã, quando bastaria ao Luan converter aquele fatídico pênalti, classificando o meu glorioso e querido América e rebaixando o também meu Fluminense. Foi um negócio surreal: nosso cobrador oficial naquela ocasião era o Rafael Moura (nunca o vi perder um penal), que, na maior “cara de pau”, entregou o esférico ao amigo Luan, que “atrasou” a bola ao goleiro e a isolou no rebote. Era só o Rafael estufar as redes do Fluzão e eu não estaria aqui a falar de Segundona...
ENTRETANTO, aqui estou eu para falar de nova “palhaçada”, agora, no nosso belo e confortável Gigante do Horto, em mais uma “proeza” de um clube que vive dando a impressão de que não tem uma diretoria atenta. Foi mais um desrespeito ao glorioso passado do Coelho. Em pouco mais de dois minutos, o Sport do Recife virou o placar para dois a um, na maior facilidade, com o Mecão jogando três preciosos pontos fora, o que foi do agrado do clube pernambucano, que agradeceu, pegou os três pontos e o avião para a feliz viagem de volta ao lindo Recife, terra de mulheres bonitas e de muros baixos. Gente, cuidado com a Terceirona! Outra vez, americano não agüentaria. Nem eu e o presidente Marcus Salum...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

DE LETRA


MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso e querido América não foi rebaixado ontem, mas quando perdeu para o Paraná, em pleno Estádio Independência, num dos maiores vexames da nossa gloriosa existência. O Paraná venceu apenas quatro jogos dos 38 que disputou, dois deles, contra o Coelho. Seu ataque, de riso como o do Mecão, marcou somente 18 gols. Cá para nós, quem perde duas vezes para o “lanterna” geral do campeonato, tem mais é que ser rebaixado sem direito a choro ou velas. Para se ter uma ligeira idéia da mediocridade do Coelho na Série A de 2018, basta conferir sua campanha que beira o ridículo: dez vitórias, dez empates e 18 derrotas, marcando 30 gols e sofrendo 47, com saldo negativo de 17. Com 40 pontos ganhos, o Coelho ficou na antepenúltima colocação. Pior do que ele, somente o Vitória (37) e o Paraná (23). Para tanto, gastou três treinadores: Enderson, Adilson e Givanildo. Sou mais os “três patetas” ou os “três porquinhos”...
O PIOR é saber que o Coelho poderia ter vencido ontem no Maracanã, se o sofrível atacante Luan não tivesse perdido o pênalti e o gol na “cara” do goleiro do Fluzão. Tais gols perdidos ainda no primeiro tempo ocorreram quando o placar estava zerado. Dois a zero naquele momento, classificação garantida para a temporada do ano que vem. O mais vergonhoso é que o Mecão deu uma de timinho amador, vez que ficou a impressão de que ninguém sabia quem era o nosso cobrador oficial de pênalti. É o atacante Rafael Moura, que, dizem, entregou o esférico para o Luan “fazer o nome” na última partida do ano. Se o jogador tivesse marcado os dois gols que perdeu, sairia consagrado e valorizado de campo. Mas, cadê a competência? Terrível! No ano que vem tem mais Brasileirão. Da Segundona, bem entendido...    Até a próxima


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.168 (QUARTA-FEIRA, 14-11-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Nunca achei que treinadores de futebol tivessem tanta importância como as que recebem da mídia esportiva. Treinador, para mim, só serve para treinar, escalar e substituir. O resto é da competência dos atletas que suam as camisas dentro das quatro linhas. Agora, atrapalhar é com eles, treinadores. Os exemplos mais recentes ocorreram com o meu glorioso e querido América, que está sendo jogado do precipício da Segundona, mais uma vez, por culpa dividida da diretoria e dos treinadores. Minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa. Quero ver quem vai assumir a culpa, quando o Coelho estiver, definitivamente, com o pescoço decepado e sem a sua cenoura. Pobre torcedor americano...
PRIMEIRO foi o (des)treinador Enderson Moreira, que iludiu a família americana, dizendo que iria até o fim da temporada de 2018, mas, no meio do caminho deu uma “banana” para o Coelho, mesmo sabendo que o “bichano” só aprecia cenoura. E, de quebra, recheou sua conta bancária. Pois é, dinheiro não faz mal a ninguém. E, depois, veio outro (des)treinador, o Adilson Batista, também conhecido como Professor Pardal, que deixou de legado uma campanha que beira o ridículo. Veja bem, caros e atentos leitores de meu modesto Blog internacional, a bela campanha da era Adilson: em 19 jogos, o torcedor americano saiu de campo xingando alguém de “burro” em 15 ocasiões (sete derrotas e oito empates), só saindo feliz em quatro vitórias. O ataque (só se for de riso) só marcou 12 gols e sofreu 17. Agora, tudo vai estourar no colo do competente treinador Givanildo Oliveira. Será que ele vai operar novos “milagres” em apenas cinco rodadas finais do Brasileirão? A conferir, a partir de amanhã. ATÉ a próxima.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.167 (SEGUNDA-FERIA, 05-11-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A regra é clara, como diria o ex-árbitro Arnaldo Cezar Coelho. Clara para os clubes protegidos. Menos para o meu desprotegido, glorioso e querido América. Para ele, tudo é naquela base. A meu sentir, o árbitro Héber Roberto Lopes (SC) somente não marcou o escandaloso pênalti do Dedé no Matheusinho por ter marcado o anterior. Já imaginou, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, dois pênaltis para o Coelho no mesmo jogo contra a protegida Raposinha/saltitante? Cadê a coragem? Marcar um já é difícil, imaginem dois. Nunca vi e jamais verei coisa semelhante. Bizarra mesmo! Isso, desde agosto de 1955, quando minha família se mudou para Beagá e virei torcedor do mais querido das Minas Gerais. Em Leopoldina era torcedor do Fluminense/RJ e do rubro-negro local Ribeiro Junqueira, melhor time da Zona da Mata, na ocasião pentacampeão da região...
Arbitragem de lado, confesso que cheguei a imaginar que não entendia nadinha do velho ludopédio, quando anunciaram a escalação do Coelho, em mais uma invenção do “Professor Pardal”. Ora, bem mais do que uma simples bizarria de fazer inveja ao amalucado pintor espanhol Salvador Dali. Acredite quem quiser, o treinador Adilson Batista escalou dois laterais direitos (Norberto e Aderlan) e dois esquerdos (Carlinhos e Giovanni). Uma confusão geral! Autêntico samba do crioulo doido. Uma torre de babel dos tempos modernos. Ninguém entendeu nada. Nem a Raposinha, que nem teve a competência de aplicar uma sonora goleada ainda no primeiro tempo. O Coelho só virou time de verdade quando fez três mudanças no segundo tempo, entrando Robinho, Rafael Moura e Matheusinho. Esse último, então, quase “matou” o ala esquerdo azul Egídio de tanto fintá-lo...    Até a próxima.

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.166 (SEGUNDA-FEIRA, 29-10-18)
MIGUEL SANTIAGO
Olá, caros leitores semanais! O sapo não lava os pés/ não lava por que não quer/ ele mora na lagoa, não lava os pés por que não quer. Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Ou acaba a água, como dizia o inesquecível companheiro Fernando Sasso (tá no filó). Pois é, a enorme “gordura” que tinha o meu glorioso e querido América chegou a seu limite. Doravante, tudo pode acontecer nas derradeiras sete rodadas. Dizem que sete é conta de mentiroso. O absurdo é que o Coelho está há oito jogos seguidos sem ver a cor de uma vitória! Do ilusório nono lugar ao décimo sexto. Se não fosse pelo saldo de gols estaria hoje dividindo a antepenúltima posição da zona de rebaixamento...
DIZEM os entendidos matemáticos de plantão que o meu Coelho, com 34 pontos ganhos, tem 38 por cento de chances de rebaixamento. Com mais chances de cair do que ele, apenas Paraná (17 pontos e 99 por cento de  chances de cair), Vitória (33 pontos e 58 por cento de chances de cair), Sport (33 pontos e 48 por cento de chances de cair) e Chapecoense (34 pontos e 40 por cento de chances de cair). Que sufoco! Qual é mesmo o santo milagroso de plantão?
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

DE LETRA


LETRA N 1.165 (SEGUNDA-FEIRA, 22-10-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Jogando relativamente bem em um só tempo de jogo (geralmente no segundo tempo), o meu glorioso e querido América corre o sério risco de ser rebaixado e ficar de fora da festa maior do futebol brasileiro na temporada do ano que vem. Confesso que não entendi muito bem a afirmativa do treinador Adilson Batista, no sentido de que o Coelho não vai ser rebaixado, como se o velho ludopédio fosse uma ciência exata. Ora, futebol é um negócio totalmente imprevisível, de resultados absurdos. É um esporte diferente de todos os demais. É como bumbum de criança e barriga de mulher. Não dá para adivinhar nada...
FALTANDO apenas oito rodadas para o término do Brasileirão, nosso treinador precisa prestar muita atenção no que está fazendo, escalando seus “protegidos” e substituindo pior ainda. Alguém entendeu as substituições que ele fez anteontem contra o Grêmio? De repente, com a vitória nas mãos (ou nos pés, sei lá), o “Professor Pardal” resolveu operar duas substituições que apenas ele entendeu. Leandro Donizete faça-me o favor! No “banco” ele é bem menos danoso ao Mecão. Ele só faltou tirar um dos melhores da equipe, o volante talentoso Zé Ricardo, o garoto bom de bola de Bom Jesus do Amparo/MG, terra de meus amigos Tatá Nogueira (conceituado advogado trabalhista) e Régio Teixeira Bicalho (empresário de veículos). Ainda está em tempo. Basta escalar corretamente e mandar o time “agredir” os adversários...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.164 (SEGUNDA-FEIRA, 01-10-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É como dizia outrora o culto filósofo grego Zoroastro Zaratustra: americano tem que ser que nem mulher, dividindo os sentimentos. Se tudo do americano é na base do sofrimento, no mundo feminino tudo também tem que ser na base do sofrimento, mormente em se tratando de parto. Aí, filósofo e poeta “deitam e rolam”. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, como tem sofrido o americano até aqui no Brasileirão de 2018. Nada será diferente nas 11 rodadas finais, quando americano deve sofrer mais do que mãe de porco espinho no momento do parto. Dizem que três vitórias e três empates (ou 12 pontos, sei lá) garantem o meu glorioso e querido América na Série A do próximo ano, o que seria ótimo e inédito em se tratando de América...
TUDO por falta de dois ou três atacantes que não têm medo de “machucar” as redes adversárias, fazendo-as sofrer. Veja bem amigo leitor e tire suas próprias conclusões: em 27 jogos, o Coelho venceu oito, perdeu 11 e empatou 11, marcando 25 gols e sofrendo 30, com saldo negativo de cinco. Com 32 pontos ganhos, está na décima terceira posição, longe dos seis primeiros e bem perto da famigerada Zona de Rebaixamento. Se o verbo é sofrer...
PS – Na minha terra tem um artilheiro que não faz gols. Grande novidade! No Coelho também tem. Tem o Rafael que não  faz mal a ninguém, mormente aos goleiros adversários. Meu reino por um cavalo bradou um acuado rei no desespero! Meu reino por um artilheiro brada o torcedor americano. Ai, como é bom o grito de um gol...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.163 (SEXTA-FEIRA, 28-09-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLA, caros leitores semanais! Depois de quase um mês afastado (preguiça ou ausência de quem passe a coluna para o meu Blog internacional), aqui estou novamente, cada vez mais cheio de entusiasmo, pelas boas autuações do meu glorioso e querido América no Brasileirão, dando mostras de que pode superar sua melhor campanha na história da competição (sétimo lugar em 1973), Hoje, o Coelho é o 13, mas, no “bicho”, é o 10. Treze é Galo. Tem alguma coisa errada aí... Pois bem! Ultimamente, o glorioso América enfrentou os quatro primeiros colocados do Brasileirão de 2018, calando suas enormes torcidas. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional se estou mentindo ou inventando: o Coelho venceu o terceiro colocado Internacional/RS e empatou com o líder São Paulo, o vice Palmeiras e o quarto Flamengo. Se “deitou e rolou” para cima do Saci, do personagem bíblico, do Porco e do Urubu, por quê não pode fazer o mesmo na noite de amanhã, na nossa bela e confortável Arena Independência, quando recebe os Três Mosqueteiros? É questão de acreditar. E tem mais: o Coringão está bem mais preocupado com a final da Copa do Brasil, com a Raposinha/saltitante. Ultimamente, paulista não está sequer podendo ver camisa azul pela frente que se “borra” todo. Se o Coelho souber tirar proveito da situação, sei lá, pode estar chegando bem mais perto ainda de uma competição internacional. Adilson Batista, preste atenção! Cala a boca Batista, digo, Timão...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

de letra


DE LETRA N 1.162 (SEGUNDA-FEIRA, 03-09-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Experientes, pois sim! De que vale experiência isolada da inteligência? Se o caro e assíduo leitor de meu modesto Blog internacional prestou atenção no que abordei na semana passada, vai se lembrar do comentário do treinador Adilson Batista ao justificar a escalação de alguns “velhinhos” em detrimento dos jovens criados em nossas categorias de base, falando em experiência. Falou, falou e não justificou, vez que o torcedor permanece preferindo os nossos jovens, como Christian, Zé Ricardo, Messias e outros criados em nossas vitoriosas categorias de base. Sou, a exemplo de um ex-presidente dos Estados Unidos, partidário de um Mecão feito de americanos para americanos. O resto é “conversa fiada para boi dormir”. “Cala a boca Batista”, como diria o humorista Jô Soares...
VIU, prezado e arguto leitor, o que ocorreu anteontem? De que valeu a experiência do atacante Rafael Moura, que deu uma escandalosa cotovelada no rosto de um adversário, visível para quem estava no estádio baiano ou diante de um aparelho (de televisão, bem entendido)? Isso, aos 15 minutos do primeiro tempo, obrigando o Coelho a suportar uma desvairada “pressão” durante praticamente o jogo todo. Depois, foi na base do dito “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”, ou, como dizia o saudoso jornalista Fernando Sasso, “acabava a água”. Triste conclusão: o Mecão está a apenas três pontos da “zona” (de rebaixamento, é claro). Velho é que entende de “zona”. Futebol é para a juventude...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 27 de agosto de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.161 (SEGUNDA-FEIRA, 27-08-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É preciso que alguém diga aos cronistas cariocas que o meu glorioso e querido América não é nenhum Madureira da vida (idem, idem São Cristovão, Olaria, Bonsucesso etecétera). Meu clube foi fundado no final de abril de 1912 e é decacampeão estadual, feito atingido apenas pelo ABC, de Natal/RN. E, além disso, revelou, para o futebol mundial, exuberantes atletas como Tostão, Gilberto Silva, Palhinha, Euler, Ronaldo Luiz, Fred, Eder Aleixo etecétera, todos com passagens pela Seleção Brasileira. Tostão e Gilberto foram campeões mundiais em 1970 e 2002...
ENTÃO, não estou entendendo as lamentações da crônica esportiva carioca por ter o Flamengo empatado com o Coelho (dois a dois), ontem, no nosso belo e confortável estádio Independência. O Urubu estava com tanto medo que até mudou de idéia e trouxe seu time titular. Quem jogou com um time misto foi o Mecão, que atuou desfalcado do lateral direito Norberto, do zagueirão Messias, do atacante Luan e do armador Rui. De se registrar, ainda, que o Mecão não contou, também, com os volantes talentosos Christian e Zé Ricardo. O triste foi ver a equipe começando o clássico nacional de ontem com 11 jogadores da famigerada “legião estrangeira”. Cadê a garotada criada em casa, Adilson Batista?
A verdade é que o Coelho fez o que poucos acreditavam: encarar, de igual para igual, sem medo, o poderoso Urubu, mesmo saindo atrás do placar por duas vezes. Marcamos dois gols de cabeça e tomamos também dois gols de cabeça, em bobeadas terríveis...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 24 de agosto de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.160 (SEXTA-FEIRA, 24-08-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Há muito tempo não se via uma equipe de futebol jogar tão bem, como o meu glorioso e querido América na noite da última quarta-feira, quando “calou” a metade do estádio e obrigou a outra metade a ir embora mais cedo. Todo mundo vaiando o quase imbatível Sport em seus domínios. Nunca, jamais alguém poderia supor que tal fenômeno do velho ludopédio pudesse acontecer uma dia. Nem o fantástico timaço do Santos de um fenômeno chamado Pelé conseguia tal façanha na década de 60. Lá no Recife, de mulheres bonitas e muros baixos, o “buraco é mais embaixo”. Em Pernambuco tem disso não! Se bobear o Leão come, não perdendo nem tempo de jogar no mar. Leão por leão o Coelho está acostumado a devorar, o das Minas Gerais e o de Pernambuco...
O COELHO “voou” em campo! Guardando-se as devidas proporções, ousaria afirmar que deu para se lembrar daquele estupendo time do América de 1973, sétimo colocado do Brasileirão. Duas equipes que começavam com dois goleiraços (Neneca e João Ricardo) e contavam com bons jogadores nas demais posições. O problema é que o time de 1973 tinha um “quarteto mágico” formado por Pedro Omar, Juca Show, Spencer e Edson Ratinho, um meio-de-campo inigualável, superado somente pelo trio santista daquele tempo, formado por Zito, Mengálvio e Pelé...
PS – Se o Mecão continuar jogando bem até o final da Série A, pode ocorrer uma posição melhor e uma competição internacional pela vez primeira (Libertadores ou Sul-americana). Por enquanto, somente nove clubes estão na nossa frente. Quem diria? Se a canoa não virar...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.159 (SEGUNDA-FEIRA, 20-08-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Eu fico com a pureza da resposta das crianças e digo que a vida é bonita, é bonita e é bonita”. É o tal negócio. O negócio é como dizia o saudoso cantor e compositor Gonzaguinha, “viver e não ter a vergonha de ser feliz”. Mas, tem caso que é preferível ficar com a voz da experiência. Isso ficou evidente no final do jogo da noite de ontem na nossa bela e confortável Arena Independência no quadro “Seu nome, seu bairro”, do radialista filho do Gaia (favor não confundir com o Gaia, zagueirão do Coelho nas décadas de 40 e 50), quando foi ouvida a dona Juju, hoje, a mais conhecida torcedora americana, que até os cabelos já andou pitando de verde. É fanática mesmo...
FOI só o repórter colocar o microfone da Rádio Itatiaia na direção de sua boca para ela dizer uma verdade que pouca gente no clube deve saber: o atacante Rafael Moura não serve para o Coelho. Está “enganando” desde que veio para o nosso clube. O gol que o distinto perdeu ontem seria o de nossa sétima vitória no Brasileirão. Na “cara” do goleiro Júlio César do Fluminense, chutou para fora o que teria sido uma importante vitória. Era só tocar no canto, tirando do goleiro e sair para o abraço. Difícil? Nem para uma criança. Aí, eu é que iria ficar com a pureza da resposta das crianças e iria dizer que vida de americano é bonita, é bonita e é bonita. Como sete é conta de mentiroso, a sétima vitória ficou para depois...
PS – O ala Carlinhos também perdeu um gol incrível: na pequena área, isolou o esférico para a arquibancada. Que feio...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.158 (SEGUNDA-FEIRA, 13-08-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estão dando ao sofrido torcedor americano o direito de duvidar da inteligência (futebolística, bem entendido) do treinador Adilson Batista. Ora, errar é humano, mas, permanecer no erro, é uma tremenda burrice! Futebol, pelo que sei, é um esporte inventado para se fazer gols. Quanto mais, melhor! Tanto que, na sua origem, eram cinco os atacantes. Hoje, time que tem dois no ataque é uma equipe agressiva. Retranca é covardia...
POIS bem! Onde, em que anuário, alfarrábio ou almanaque consta que um time de futebol pode atuar com um goleiro, três laterais (ou alas, sei lá), três zagueiros e quatro volantes. Cadê os atacantes? Esse time, infelizmente, tem sido o meu glorioso e querido América, que foi dos treinadores Enderson e Ricardo e hoje é do Adilson. O Coelho viajou para Salvador/BA sem seu único atacante razoável (Rafael Moura) e sem seus melhores volantes (Christian e Zé Ricardo). Com a inaceitável escalação, um aviso foi dado, a despeito dos idiotas “treinos secretos”: o Coelho foi para a Bahia perder de pouco ou jogar por uma bola. Então, de que valeu viajar com uma equipe defensiva por excelência? Se atacando na Boa Terra seu time maior, imagine, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, o que significa jogar em escandalosa “retranca”. Ora, baiano pode ser preguiçoso, burro, nunca. Três zagueiros. Credo! A invenção não serviu sequer para evitar o gol solteiro do Bahia, após o infeliz rebote do goleirão João Ricardo. Resumindo: está tudo errado...
PS – Não conheço Christian, Zé Ricardo e Rafael Moura. E nem tenho procuração para defendê-los. Portanto...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 30 de julho de 2018

DE LETRA

DE LETRA N 1.157 (SEGUNDA-FEIRA, 30-07-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mas é verdade, é sim senhor, quem me contou foi um pescador, como diria o gênio da música e do humorismo brasileiros, o mineiro de Ituiutaba Moacir Franco, sobrinho do meu saudoso amigo Adelício Franco, companheiro de noitadas históricas no “Casão”. Ah, quantos “guaranás” rolaram em nossas mesas na década de 80! Mesas que nós dividíamos com grandes amigos americanos como o saudoso Sávio Capanema Ferreira de Melo, seu primo Túlio Costa Ferreira de Melo, Daniel Freire Brito e Fábio Silva. Bons tempos. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Joaquim Gonçalves, exemplar serventuário da Justiça.
É verdade, sim, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Quem poderia imaginar que o meu glorioso e querido América poderia sair ileso das duas derradeiras rodadas do Brasileirão, enfrentando dois ex-campeões do mundo? Ninguém, não é mesmo? Nem o mais fanático dos americanos, grupo do qual faço parte. Pois é, o Coelho derrotou o Internacional/RS no Gigante do Horto e o também meu Santos na Vila Belmiro. Duas partidas diferentes e duas vitórias importantes. O Inter foi facilmente dominado, mas o Peixe deu um trabalho danado. Placar menor, com gol do armador Rui de pênalti. De resto, um “sufoco” dos praianos. Jogar na Vila não é fácil para ninguém. O “mago” Adilson Batista armou uma bela “retranca”. Duas bolas nas nossas traves e defesas incríveis do goleirão João Ricardo. Até de cabeça ele salvou gol. Na próxima rodada o Mecão pode pular para a nona colocação. E estava na zona

quarta-feira, 25 de julho de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1.156 (QUARTA-FEIRA, 25-07-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Habemus treinador! Desempregado há três anos, o durão Adilson Batista chegou para tentar recolocar o meu glorioso e querido América no bom caminho. Vitorioso em outros clubes importantes do futebol brasileiro, o filho do também treinador Nelsinho Batista está prometendo muito trabalho. Sem moleza. O negócio no Coelho será árduo. Tipo dureza mesmo. O homão chegou disposto ao nosso centro de treinamentos. Ele é da teoria da inesquecível musa Leila Diniz, para quem o homem deve ser durão (se não chegar agora não precisa chegar, pois vou embora ler a coluna do Zé Migué)...
O interessante é que o Adilson Batista está pegando o Coelho em sua terceira fase de 2018 (a primeira foi com o Enderson Moreira e a segunda com o Ricardo Drubscky). E nós ainda estamos no mês de número sete (xi, conta de mentiroso). Enderson, Ricardo e Adilson. Três mágicos para tirar “coelho da cartola”. Se o Mecão vencer o Internacional/RS amanhã (pode sim, por que não?) qual dos três treinadores seria coroado como “salvador da pátria”? O Enderson armou o time (bem ou mal é bem verdade), o Ricardo dirigiu a equipe nos dois derradeiros jogos e o Ricardo por enquanto está somente olhando como se coruja fosse. E o torcedor não quer nem saber. Ele quer é ver bola na rede e as bandeiras verdes e brancas tremulando no Gigante do Horto. Dá-lhe Mecão, que já foi de Enderson e de Ricardo e agora é de Adilson. Meu e da nossa torcida também, por que não?
PS – Vamos lá, Adilson Batista!  O Coelho tem que voltar a ser durão...