DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 18-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Já não será mais no aniversário da Bety (talentosa jornalista do Estado de Minas), dia 12 de agosto e, sim, uma semana depois, a estréia do meu querido e glorioso América na Taça Minas Gerais. Até o adversário mudou: no lugar do Uberlândia, no Parque do Sabiá, no Triângulo Mineiro, o Democrata/SL, em nosso belo e confortável Independência. Para matar a saudade do hoje triste e sofrido torcedor americano, que não vê o nosso Coelho desde o já distante 8 de abril, quando o América empatou (dois a dois), por coincidência, com o próprio Jacaré, pelo Campeonato Mineiro, de péssima lembrança para todos nós, americanos. Uma vergonhosa “lanterna” e o rebaixamento para o Módulo II. Fazer o quê, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito? E a banda, hein?
ENQUANTO a Taça Minas Gerais não chega, a nossa quase filarmônica continua brilhando no meu Gutierrez, como no último sábado, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela, 46), sob o comando do advogado Délio das Graças Gandra, que deu um “show” de violão, cavaquinho, banjo e voz. De “quebra”, declamou um poema que encheu de lágrimas os olhos dos presentes. Brilharam, também, Jésus Brito (com sua timba mágica e barulhenta), Átila, Roberto, Roberval Rocha e Traul (com seu vozeirão). Foi um sábado e tanto, que somente terminou quando começou o desinteressante joguinho do time reserva do Grêmio/RS com a Raposinha-saltitante. Tem gente que gosta de qualquer coisa...
VEJA bem, caro e atento leitor, a revolta do advogado e inspirado poeta Mauro Pereira Cândido por causa de minha saída do Diário da Tarde: “Eu lia o DT Justiça/ todo dia sem embargo/ sei o quanto aprendia/ com o Miguel Santiago. Da Justiça o dia a dia/ e a reportagem perfeita/ que no escritório rendia/ uma defesa escorreita. Doutor Miguel é um craque/ na cobertura do Júri/ nosso Honoré de Balzac/ que a dor da vida depure. Precisa voltar urgente/ pro meu Diário da Tarde/ fora todo semovente/ não preparado pro embate. Também sou Associado/ quando compro o meu jornal/ o que peço ao Doutor Britaldo/ é o justo e ideal. Um Honoré de Balzac/ na cobertura do Júri/ doutor Miguel nosso craque/ a nossa alma depure”.
SÓ me resta agradecer os exagerados elogios do Mauro Pereira Cândido, lembrando que a minha aposentadoria chegou no momento certo, depois de ficar no Diário da Tarde de 1973 a junho do ano passado, longos 33 anos, fazendo a cobertura do Poder Judiciário e escrevendo a modesta coluna americana, o que faço agora apenas em meu Blog, que está tendo uma penetração incrível. Não imaginava que fosse assim, quando a minha Verônica Lima (jornalista da Anatel) e o amigo galista Kadin Faria (o mago do violão) insistiram na criação do Blog. Não dá trabalho algum, passar minutos diante do computador segunda e sexta. Para mim, uma boa diversão...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 18 de junho de 2007
sexta-feira, 15 de junho de 2007
DE LETRA Nº 22
DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 15-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Parece que o meu querido e glorioso América está montando uma espécie de filial do Ituiutaba. Primeiro, foram adquiridos o lateral-esquerdo Alemão e o volante Carlão. Agora, o armador Zé Maria, experiente, com seus 30 anos de idade. Os três foram dirigidos pelo treinador Nedo Xavier no clube do Triângulo Mineiro. Já que fracassaram as parcerias com a Raposinha-saltitante e o Grêmio/RS, quem sabe daria certo uma com um clube da interlândia mineira? Não custa nada esperar. E torcer. Sarava! Falar no Grêmio, o lateral-direito Luís Felipe retornou ao Centro de Treinamentos Lanna Drumond.
O MEU América está correndo contra o tempo. Dia 19 de agosto não está tão longe assim. Data da estréia do Coelho na Taça Minas Gerais, no nosso belo e confortável Independência, contra o Democrata/SL. A competição tem apenas seis clubes (os outros quatro são Ituiutaba, Tupi/Juiz de Fora, Uberaba e Uberlândia). Turno e returno. Os quatro primeiros disputam a semifinal e o campeão pode escolher entre a Copa do Brasil e a Série C do Campeonato Brasileiro do próximo ano. Claro que a segunda opção deve ser a escolhida pelo América (se for campeão, bem entendido).
ENTRE uma música e outra, nas nossas rodas musicais de todos os sábados, o inspirado Kadin Faria rabiscou este poema em minha homenagem: “Que vida é essa/ de aposentado/ trabalho só o meu sossego/ eu ganho pra ficar parado/ e este agora é o meu emprego. Eu passo a vida assim sentado/ à mesa de um botequim/ tomando um “guaraná” (gelado)/ cerveja é o que bebo sim”. Pois é, amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin, para eu chegar a tal privilégio, tive que “ralar” muito. Foram 39 anos de Tribunal de Justiça e 33 de Diário da Tarde. É mole ou queria mais? Agora, companheiro, quero mais é botina larga, sombra e água fresca, digo, cerveja gelada. Falar no velho “guaraná”, qualquer dia conto a sua origem. Uma ótima estória passada no já distante 1979, quando comecei a escrever a modesta coluna no Diário da Tarde...
NÃO poderia encerrar esta modesta coluna sem falar na nossa quase filarmônica que encanta o meu Gutierrez nas tardes de sábado. Portanto, amanhã tem nova apresentação de gala, com os talentosos músicos Kadin Faria (o “mago do violão”), o exímio percussionista Jésus Wagner Marques Brito, Délio das Graças Gandra (violão, cavaquim, banjo, voz e conversa fiada), Roberto (com a sua Dirce, naturalmente), Átila, Roberval Rocha (o “rei dos óculos” do Gutierrez) e outros. O Gustavo Costa Barros (violão e voz) prometeu comparecer, já que anda meio sumido. A turma está esperando por nova “canja” do simpático casal Ademir e Adriana Bliss, que nos encantou, na semana passada. Tudo, a conferir amanhã, no Bar do Dalmi, na Rua Ludgero Dolabela, Gutierrez. Olha a banda aí de novo, Toninho! Depois das merecidas férias, trabalho. Caso contrário, o diretor-presidente Zé Migué não paga ninguém...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 15-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Parece que o meu querido e glorioso América está montando uma espécie de filial do Ituiutaba. Primeiro, foram adquiridos o lateral-esquerdo Alemão e o volante Carlão. Agora, o armador Zé Maria, experiente, com seus 30 anos de idade. Os três foram dirigidos pelo treinador Nedo Xavier no clube do Triângulo Mineiro. Já que fracassaram as parcerias com a Raposinha-saltitante e o Grêmio/RS, quem sabe daria certo uma com um clube da interlândia mineira? Não custa nada esperar. E torcer. Sarava! Falar no Grêmio, o lateral-direito Luís Felipe retornou ao Centro de Treinamentos Lanna Drumond.
O MEU América está correndo contra o tempo. Dia 19 de agosto não está tão longe assim. Data da estréia do Coelho na Taça Minas Gerais, no nosso belo e confortável Independência, contra o Democrata/SL. A competição tem apenas seis clubes (os outros quatro são Ituiutaba, Tupi/Juiz de Fora, Uberaba e Uberlândia). Turno e returno. Os quatro primeiros disputam a semifinal e o campeão pode escolher entre a Copa do Brasil e a Série C do Campeonato Brasileiro do próximo ano. Claro que a segunda opção deve ser a escolhida pelo América (se for campeão, bem entendido).
ENTRE uma música e outra, nas nossas rodas musicais de todos os sábados, o inspirado Kadin Faria rabiscou este poema em minha homenagem: “Que vida é essa/ de aposentado/ trabalho só o meu sossego/ eu ganho pra ficar parado/ e este agora é o meu emprego. Eu passo a vida assim sentado/ à mesa de um botequim/ tomando um “guaraná” (gelado)/ cerveja é o que bebo sim”. Pois é, amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin, para eu chegar a tal privilégio, tive que “ralar” muito. Foram 39 anos de Tribunal de Justiça e 33 de Diário da Tarde. É mole ou queria mais? Agora, companheiro, quero mais é botina larga, sombra e água fresca, digo, cerveja gelada. Falar no velho “guaraná”, qualquer dia conto a sua origem. Uma ótima estória passada no já distante 1979, quando comecei a escrever a modesta coluna no Diário da Tarde...
NÃO poderia encerrar esta modesta coluna sem falar na nossa quase filarmônica que encanta o meu Gutierrez nas tardes de sábado. Portanto, amanhã tem nova apresentação de gala, com os talentosos músicos Kadin Faria (o “mago do violão”), o exímio percussionista Jésus Wagner Marques Brito, Délio das Graças Gandra (violão, cavaquim, banjo, voz e conversa fiada), Roberto (com a sua Dirce, naturalmente), Átila, Roberval Rocha (o “rei dos óculos” do Gutierrez) e outros. O Gustavo Costa Barros (violão e voz) prometeu comparecer, já que anda meio sumido. A turma está esperando por nova “canja” do simpático casal Ademir e Adriana Bliss, que nos encantou, na semana passada. Tudo, a conferir amanhã, no Bar do Dalmi, na Rua Ludgero Dolabela, Gutierrez. Olha a banda aí de novo, Toninho! Depois das merecidas férias, trabalho. Caso contrário, o diretor-presidente Zé Migué não paga ninguém...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 11 de junho de 2007
DE LETRA -Nº 21
DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 11-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Lendo, ontem, a coluna do velho companheiro Eudóxio Cici Santos, no jornal Edição do Brasil, do companheiro e americano Artur Ferreira, entendi o motivo do amigo, advogado e americano/banguense Délio das Graças Gandra ter dado o “bolo” na quase filarmônica do Gutierrez e neste modesto cronista, no último final de semana. Ele (com a sua Elizabeth Gallo, naturalmente) estava em uma feijoada, em um hotel de Beagá. Falou que é “0800” é com ele mesmo! Ele não tocou na nossa banda no sábado e nem foi comigo a Conceição do Mato Dentro, como prometeu. Pior é que o convite foi dele. Que coisa feia, Délio! Na minha acolhedora Abre Campo, promessa é dívida. Na Jacutinga do amigo americano/santista Jesus Wagner Marques Brito, também. Na sua Itamarandiba, não é? Da próxima vez, deixe um “recado na porta”...
AINDA sem jogos oficiais do meu querido e glorioso América (o próximo será no dia 12 de agosto, na estréia na Taça Minas Gerais), a torcida americana continua “secando” a fuleira, fajuta e protegida duplinha RapoGalo. O pobre e endividado Galinho-sem-esporas deu uma sorte terrível em achar um golzinho suado contra o São Paulo, no Morumbi, no final da partida, pulando para a oitava colocação do Campeonato Brasileiro. Um gol meio sem querer do atacante Paulo Henrique, deslocando o goleiro Rogério Ceni, que, ao que parece, só sabe cobrar pênalti e falta. Já a Raposinha-saltitante continua na zona de rebaixamento, ao voltar a dar vexame no Mineirão, sendo derrotada pelo Juventude/RS. Agora, em cinco jogos, uma vitória, um empate e três derrotas, marcando dez gols e sofrendo 13, com saldo negativo de três. Que “timaço” é esse, amigos cruzeirenses Vladimir, Lúcio, Lira e Vavá, do meu Gutierrez? Domingo tem Grêmio/RS, em Porto Alegre. Minha gente estrelada, acho bom ter cuidado com a Segundona...
AO QUE tudo indica, o Formiga vai ocupar a vaga deixada pelo meu América no Campeonato Mineiro do próximo ano, já que está liderando o Módulo II. Formiga que brilhou nas Minas Gerais na década de 60, com um belo time (Cristóvão, Adnan, Sudaco, Hale, Gilson e outros), só não tendo sido campeão estadual por causa de uma “garfada” que levou no jogo decisivo com a sempre protegida Raposinha. O “soprador de apito” conseguiu evitar a vitória da equipe da interlândia. Sou testemunha, pois estava no Mineirão. Dá-lhe, Formiga!
PARA encerrar, um poema do inspirado amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin Faria (o “mago do violão”): “O velho ludopédio/ há muito deixou de ser/ a arte e o privilégio/ de ver meu time vencer/ não há mais centromédio/ se é que chegou a haver/ é um mal sem remédio/ ninguém joga por prazer/ futebol virou um tédio/ e a grana rola pra valer/ não por meu intermédio/ pois torcedor deixei de ser”. Que coisa, Kadin! Você está “jogando a toalha” muito cedo! Se você fosse americano, hein?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 11-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Lendo, ontem, a coluna do velho companheiro Eudóxio Cici Santos, no jornal Edição do Brasil, do companheiro e americano Artur Ferreira, entendi o motivo do amigo, advogado e americano/banguense Délio das Graças Gandra ter dado o “bolo” na quase filarmônica do Gutierrez e neste modesto cronista, no último final de semana. Ele (com a sua Elizabeth Gallo, naturalmente) estava em uma feijoada, em um hotel de Beagá. Falou que é “0800” é com ele mesmo! Ele não tocou na nossa banda no sábado e nem foi comigo a Conceição do Mato Dentro, como prometeu. Pior é que o convite foi dele. Que coisa feia, Délio! Na minha acolhedora Abre Campo, promessa é dívida. Na Jacutinga do amigo americano/santista Jesus Wagner Marques Brito, também. Na sua Itamarandiba, não é? Da próxima vez, deixe um “recado na porta”...
AINDA sem jogos oficiais do meu querido e glorioso América (o próximo será no dia 12 de agosto, na estréia na Taça Minas Gerais), a torcida americana continua “secando” a fuleira, fajuta e protegida duplinha RapoGalo. O pobre e endividado Galinho-sem-esporas deu uma sorte terrível em achar um golzinho suado contra o São Paulo, no Morumbi, no final da partida, pulando para a oitava colocação do Campeonato Brasileiro. Um gol meio sem querer do atacante Paulo Henrique, deslocando o goleiro Rogério Ceni, que, ao que parece, só sabe cobrar pênalti e falta. Já a Raposinha-saltitante continua na zona de rebaixamento, ao voltar a dar vexame no Mineirão, sendo derrotada pelo Juventude/RS. Agora, em cinco jogos, uma vitória, um empate e três derrotas, marcando dez gols e sofrendo 13, com saldo negativo de três. Que “timaço” é esse, amigos cruzeirenses Vladimir, Lúcio, Lira e Vavá, do meu Gutierrez? Domingo tem Grêmio/RS, em Porto Alegre. Minha gente estrelada, acho bom ter cuidado com a Segundona...
AO QUE tudo indica, o Formiga vai ocupar a vaga deixada pelo meu América no Campeonato Mineiro do próximo ano, já que está liderando o Módulo II. Formiga que brilhou nas Minas Gerais na década de 60, com um belo time (Cristóvão, Adnan, Sudaco, Hale, Gilson e outros), só não tendo sido campeão estadual por causa de uma “garfada” que levou no jogo decisivo com a sempre protegida Raposinha. O “soprador de apito” conseguiu evitar a vitória da equipe da interlândia. Sou testemunha, pois estava no Mineirão. Dá-lhe, Formiga!
PARA encerrar, um poema do inspirado amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin Faria (o “mago do violão”): “O velho ludopédio/ há muito deixou de ser/ a arte e o privilégio/ de ver meu time vencer/ não há mais centromédio/ se é que chegou a haver/ é um mal sem remédio/ ninguém joga por prazer/ futebol virou um tédio/ e a grana rola pra valer/ não por meu intermédio/ pois torcedor deixei de ser”. Que coisa, Kadin! Você está “jogando a toalha” muito cedo! Se você fosse americano, hein?
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 8 de junho de 2007
DE LETRA - Nº 20
DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 08-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! A tarde de ontem foi especial no meu Gutierrez. Um feriado bem aproveitado. Uma bela apresentação da nossa quase filarmônica, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela). Os freqüentadores ficaram entusiasmados com a cantora Adriana Bliss, que canta, encanta e toca violão muito bem. Também pudera, ela é consagrada profissional, com CD e DVD lançados. De seu lado, o maridão Ademir, com sua percussão eletrônica. Que “canja”! Da nossa banda, o brilho de sempre do americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (com sua mágica timba), o americano/banguense Délio Gandra (violão, cavaquinho e voz) e os pandeiristas atleticanos Roberto (a sua Dirce do lado) e Átila, que não é o rei dos Unos.
SÓ faltou o Kadin Faria, o “mago do violão”. Fico a imaginar o amigo galista acompanhando a Adriana Bliss. Seria coisa para Palácio das Artes. Um dia terei essa alegria. O inspirado poeta Kadin estava na histórica cidade de Conceição do Mato Dentro, com o mano querido Domingos Afonso. É para lá que devo ir amanhã, com o amigo Délio Gandra, o mano querido José Marcos e, talvez, o amigo Jésus Brito. Realmente, é uma banda de exportação. No próximo sábado, a quase filarmônica volta ao “ninho” antigo (o meu Gutierrez, bem entendido).
COMO diria o amigo e atleticano Toninho, do bar da Rua Américo Macedo, Gutierrez, indago: e o meu querido e glorioso América, hein? Só volta a jogar, oficialmente, no dia 12 de agosto próximo, pela Taça Minas Gerais. O tempo está passando e nadinha de reforços importantes. Com o atual elenco, novos vexames no caminho do Coelho. Nunca, por falta de aviso. Sai ano e entra ano e nada muda no quartel de Abrantes, digo, América. E a nossa torcida vai ficando cada vez menor, já que, no velho ludopédio, como em qualquer outro esporte, sem motivação, não dá. Acorda, Coelho! Quanto mais cedo, melhor...
FOI sepultado, com o bandeira do pobre, endividado e protegido Galinho-sem-esporas, meu grande amigo Alcebíades Magalhães Dias, o legendário e folclórico árbitro “Cidinho Bola Nossa”, que, a despeito de mais de 90 anos, ainda era jurado do I Tribunal do Júri de Belo Horizonte. Ao contrário de muita gente (mormente da crônica esportiva), nunca foi hipócrita, escondendo sua paixão clubística. Por acaso, alguém que lida com o futebol, nunca foi criança e jamais torceu para um clube? Se assim fosse, essa gente deveria optar pelo vôlei ou qualquer outro esporte. Cidinho contou-me cada “causo” de que foi protagonista, que nem te conto, caro e atento leitor de meu Blog! O da “bola nossa” ele negava, veementemente (dois jogadores, um atleticano e um cruzeirense, brigando pelo lateral e ele teria dito ao galista que a bola era “nossa”). Ele confirmava que, certo dia, foi obrigado a sair de um estádio da interlândia vestido de padre, para não ser linchado pela torcida, revoltada com a sua atuação. Por coincidência, o jogo era de seu Galinho. Esse Cidinho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 08-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! A tarde de ontem foi especial no meu Gutierrez. Um feriado bem aproveitado. Uma bela apresentação da nossa quase filarmônica, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela). Os freqüentadores ficaram entusiasmados com a cantora Adriana Bliss, que canta, encanta e toca violão muito bem. Também pudera, ela é consagrada profissional, com CD e DVD lançados. De seu lado, o maridão Ademir, com sua percussão eletrônica. Que “canja”! Da nossa banda, o brilho de sempre do americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (com sua mágica timba), o americano/banguense Délio Gandra (violão, cavaquinho e voz) e os pandeiristas atleticanos Roberto (a sua Dirce do lado) e Átila, que não é o rei dos Unos.
SÓ faltou o Kadin Faria, o “mago do violão”. Fico a imaginar o amigo galista acompanhando a Adriana Bliss. Seria coisa para Palácio das Artes. Um dia terei essa alegria. O inspirado poeta Kadin estava na histórica cidade de Conceição do Mato Dentro, com o mano querido Domingos Afonso. É para lá que devo ir amanhã, com o amigo Délio Gandra, o mano querido José Marcos e, talvez, o amigo Jésus Brito. Realmente, é uma banda de exportação. No próximo sábado, a quase filarmônica volta ao “ninho” antigo (o meu Gutierrez, bem entendido).
COMO diria o amigo e atleticano Toninho, do bar da Rua Américo Macedo, Gutierrez, indago: e o meu querido e glorioso América, hein? Só volta a jogar, oficialmente, no dia 12 de agosto próximo, pela Taça Minas Gerais. O tempo está passando e nadinha de reforços importantes. Com o atual elenco, novos vexames no caminho do Coelho. Nunca, por falta de aviso. Sai ano e entra ano e nada muda no quartel de Abrantes, digo, América. E a nossa torcida vai ficando cada vez menor, já que, no velho ludopédio, como em qualquer outro esporte, sem motivação, não dá. Acorda, Coelho! Quanto mais cedo, melhor...
FOI sepultado, com o bandeira do pobre, endividado e protegido Galinho-sem-esporas, meu grande amigo Alcebíades Magalhães Dias, o legendário e folclórico árbitro “Cidinho Bola Nossa”, que, a despeito de mais de 90 anos, ainda era jurado do I Tribunal do Júri de Belo Horizonte. Ao contrário de muita gente (mormente da crônica esportiva), nunca foi hipócrita, escondendo sua paixão clubística. Por acaso, alguém que lida com o futebol, nunca foi criança e jamais torceu para um clube? Se assim fosse, essa gente deveria optar pelo vôlei ou qualquer outro esporte. Cidinho contou-me cada “causo” de que foi protagonista, que nem te conto, caro e atento leitor de meu Blog! O da “bola nossa” ele negava, veementemente (dois jogadores, um atleticano e um cruzeirense, brigando pelo lateral e ele teria dito ao galista que a bola era “nossa”). Ele confirmava que, certo dia, foi obrigado a sair de um estádio da interlândia vestido de padre, para não ser linchado pela torcida, revoltada com a sua atuação. Por coincidência, o jogo era de seu Galinho. Esse Cidinho...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 4 de junho de 2007
DE LETRA -Nº 19
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 04-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Que beleza! Após as merecidas férias, a quase filarmônica do meu Gutierrez voltou a encantar, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela), com uma bela apresentação de talentosos músicos, mormente de Cadin Faria (o mago do violão), Jésus Wagner Marques Brito (o do timba mágica), Ildeu (o do tambor), Roberto, Átila (exímios pandeiristas) e Bizzo (o do sopro). Alguns faltaram e tiveram o “ponto” cortado pelo diretor-presidente da banda, um tal de Zé Migué, o mesmo acontecendo com o Délio Gandra, que esteve no logradouro e não quis dar o seu show costumeiro de voz, violão e percussão. Fazer o quê, amigo Jésus Brito? Melhor deixar para lá (próximo final de semana, bem entendido). Sem joguinho desinteressante da fuleira, fajuta e protegida duplinha RapoGalo, não é?
FALAR na duplinha fuleira e fajuta, no final de semana, enquanto o endividado Galinho-sem-esporas suou a camisa para empatar com o Galinho dos Ricos (o paranaense, é claro), em pleno Mineirão (um a um), a Raposinha-saltitante deu uma sorte terrível na vitória sobre o Porco, no Parque Antártica (três a um), vez que levou quatro bolas na trave. Portanto, o placar moral foi de cinco a três para a equipe paulista, digo, italiana, pois executaram o Hino da Itália antes do jogo, já que o time mineiro também é italiano. Atônico, por nunca ter visto algo semelhante antes, confesso que cheguei a imaginar que era jogo de Copa do Mundo, vez que tocaram, também, o Hino do Brasil. Afinal, qual dos dois era brasileiro? Nenhum, pois os dois nasceram Palestra Itália...
VEJA, caro e atento leitor, como são as coisas! A minha Verônica Lima é, desde o início do ano, jornalista da Anatel, após brilhante aprovação em concurso nacional. Quem, pouco depois, tornou-se o “chefe” dela? Nada mais nada menos do que o conceituado advogado Antônio Domingos Teixeira Bedran, meu colega de turma em 1970 pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Bons tempos, hein, amigo e atleticano Bedran? Que mundo pequeno!
CERTA ocasião, na década de 60 (éramos estudantes de Direito), o Bedran, mestre em datilografia, foi ao programa do Chacrinha (Abelardo Barbosa), no Rio de Janeiro (extinta TV Tupi), para um concurso de o mais rápido datilógrafo do Brasil. Acontece que os candidatos foram obrigados a um treinamento antes de o programa ser levado ao ar. Por inocência, o Bedran “voou” na máquina, dando impressionantes 700 toques por minuto. Conclusão: como ele iria ganhar, fácil, o prêmio (acho que era um veículo), foi retirado da sala e convidado para comparecer em um próximo programa. O amigo está esperando até hoje ser novamente chamado pelo Chacrinha. Só se o Bedran for disputar o prêmio no Céu. Isso, garanto, ele não quer tão cedo. Melhor ficar por aqui datilografando (hoje, digitando, bem entendido)...
ATÉ a próxima.
DE LETRA
OLÁ, caros leitores semanais! Que beleza! Após as merecidas férias, a quase filarmônica do meu Gutierrez voltou a encantar, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela), com uma bela apresentação de talentosos músicos, mormente de Cadin Faria (o mago do violão), Jésus Wagner Marques Brito (o do timba mágica), Ildeu (o do tambor), Roberto, Átila (exímios pandeiristas) e Bizzo (o do sopro). Alguns faltaram e tiveram o “ponto” cortado pelo diretor-presidente da banda, um tal de Zé Migué, o mesmo acontecendo com o Délio Gandra, que esteve no logradouro e não quis dar o seu show costumeiro de voz, violão e percussão. Fazer o quê, amigo Jésus Brito? Melhor deixar para lá (próximo final de semana, bem entendido). Sem joguinho desinteressante da fuleira, fajuta e protegida duplinha RapoGalo, não é?
FALAR na duplinha fuleira e fajuta, no final de semana, enquanto o endividado Galinho-sem-esporas suou a camisa para empatar com o Galinho dos Ricos (o paranaense, é claro), em pleno Mineirão (um a um), a Raposinha-saltitante deu uma sorte terrível na vitória sobre o Porco, no Parque Antártica (três a um), vez que levou quatro bolas na trave. Portanto, o placar moral foi de cinco a três para a equipe paulista, digo, italiana, pois executaram o Hino da Itália antes do jogo, já que o time mineiro também é italiano. Atônico, por nunca ter visto algo semelhante antes, confesso que cheguei a imaginar que era jogo de Copa do Mundo, vez que tocaram, também, o Hino do Brasil. Afinal, qual dos dois era brasileiro? Nenhum, pois os dois nasceram Palestra Itália...
VEJA, caro e atento leitor, como são as coisas! A minha Verônica Lima é, desde o início do ano, jornalista da Anatel, após brilhante aprovação em concurso nacional. Quem, pouco depois, tornou-se o “chefe” dela? Nada mais nada menos do que o conceituado advogado Antônio Domingos Teixeira Bedran, meu colega de turma em 1970 pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Bons tempos, hein, amigo e atleticano Bedran? Que mundo pequeno!
CERTA ocasião, na década de 60 (éramos estudantes de Direito), o Bedran, mestre em datilografia, foi ao programa do Chacrinha (Abelardo Barbosa), no Rio de Janeiro (extinta TV Tupi), para um concurso de o mais rápido datilógrafo do Brasil. Acontece que os candidatos foram obrigados a um treinamento antes de o programa ser levado ao ar. Por inocência, o Bedran “voou” na máquina, dando impressionantes 700 toques por minuto. Conclusão: como ele iria ganhar, fácil, o prêmio (acho que era um veículo), foi retirado da sala e convidado para comparecer em um próximo programa. O amigo está esperando até hoje ser novamente chamado pelo Chacrinha. Só se o Bedran for disputar o prêmio no Céu. Isso, garanto, ele não quer tão cedo. Melhor ficar por aqui datilografando (hoje, digitando, bem entendido)...
ATÉ a próxima.
DE LETRA
sexta-feira, 1 de junho de 2007
DE LETRA - Nº 18
DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 01-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! A sorte está lançada! E que tremenda sorte a do meu querido e glorioso América, ser obrigado a disputar a importante (?) Taça Minas Gerais, a partir de agosto próximo. Uma competição de apenas e tão-somente seis clubes: o América, o Democrata/SL, o Ituiutaba, o Tupi, o Uberada e o Uberlândia. Tem Coelho, Jacaré, Galo (o carioca, bem entendido), Zebu e Periquito. Que bicho será o Ituiutaba? Não sei. Só perguntando o amigo Zé Carlos. Seria Papão? Ora, “papão” todos os cinco concorrentes serão, caso o meu Coelho não monte um elenco forte. Até agora, o clube só adquiriu o lateral-esquerdo Alemão e o volante Carlão. Tudo aumentativo mas ainda não é solução. Por sorte, ainda faltam dois meses. Reforços já! Depois, não coloquem a culpa no treinador Nedo Xavier. Vamos lá, Coelho! Sem medo de ser feliz, naturalmente...
AGORA, amenidades! A Bety (brilhante jornalista Elizabeth Colares, do Estado de Minas) continua uma tremenda gozadora. A respeito de minhas 6.625 colunas (no Diário da Tarde, é claro) e do milésimo gol do Romário, “matutando” sobre recordes, ela achou o dela: “1.085 cortes de cabelo na vida, entre aparar pontas, cortar franja, desfiar, etecétera”. E brinca: “Miguel, também tenho os meus valores”.
AGORA, falando sério, a Bety fala: “Rapaz, fiz sucesso na sua coluna da última segunda-feira. Tu escreves para caramba, cara! Realmente não tenho dúvidas de que tenha escrito as mais de seis mil colunas no DT. Vai ter assunto assim lá no Gutierrez. Torço para que suas mensagens sejam ampliadas para os demais dias da semana. Só segunda e sexta já está sendo pouco”. Obrigado, grande amiga (da minha Rita, também) e ex-companheira, pelos imerecidos elogios e o “rapaz”. Afinal, só tenho 63...
E O amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin Faria, o “mago” do violão, emenda, dizendo que meu recorde de colunas jamais será batido, “não só pela quantidade como pela qualidade, já que você é um cara que arruma mais as idéias do que os cabelos. Isso, sem falar no tempo que você andou pelas ruas com catarata nos olhos, sem trombar num único poste. Sem falar nos milhares de cigarros que já fumou e de “guaranás” que já bebeu”. E encerra o inspirado amigo: “Iniciamos aqui hoje a campanha “Miguel no Guinness” e seja o que Deus quiser”.
PS – Por falar em Kadin Faria, na noite de hoje e na tarde de amanhã, no bar do Dalmi, no meu Gutierrez, tem o esperado retorno da quase filarmônica do meu Gutierrez, depois das merecidas férias dadas pelo Zé Migué, diretor-presidente da banda. Vamos lá, talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Jésus Brito, Farjalo, Roberto, Átila e outros! Espero que ninguém imite jogador de futebol no retorno das férias, dizendo ter perdido o avião ou o veículo ter estragado. Responsabilidade é responsabilidade! Então, vamos à luta...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 01-06-07)
OLÁ, caros leitores semanais! A sorte está lançada! E que tremenda sorte a do meu querido e glorioso América, ser obrigado a disputar a importante (?) Taça Minas Gerais, a partir de agosto próximo. Uma competição de apenas e tão-somente seis clubes: o América, o Democrata/SL, o Ituiutaba, o Tupi, o Uberada e o Uberlândia. Tem Coelho, Jacaré, Galo (o carioca, bem entendido), Zebu e Periquito. Que bicho será o Ituiutaba? Não sei. Só perguntando o amigo Zé Carlos. Seria Papão? Ora, “papão” todos os cinco concorrentes serão, caso o meu Coelho não monte um elenco forte. Até agora, o clube só adquiriu o lateral-esquerdo Alemão e o volante Carlão. Tudo aumentativo mas ainda não é solução. Por sorte, ainda faltam dois meses. Reforços já! Depois, não coloquem a culpa no treinador Nedo Xavier. Vamos lá, Coelho! Sem medo de ser feliz, naturalmente...
AGORA, amenidades! A Bety (brilhante jornalista Elizabeth Colares, do Estado de Minas) continua uma tremenda gozadora. A respeito de minhas 6.625 colunas (no Diário da Tarde, é claro) e do milésimo gol do Romário, “matutando” sobre recordes, ela achou o dela: “1.085 cortes de cabelo na vida, entre aparar pontas, cortar franja, desfiar, etecétera”. E brinca: “Miguel, também tenho os meus valores”.
AGORA, falando sério, a Bety fala: “Rapaz, fiz sucesso na sua coluna da última segunda-feira. Tu escreves para caramba, cara! Realmente não tenho dúvidas de que tenha escrito as mais de seis mil colunas no DT. Vai ter assunto assim lá no Gutierrez. Torço para que suas mensagens sejam ampliadas para os demais dias da semana. Só segunda e sexta já está sendo pouco”. Obrigado, grande amiga (da minha Rita, também) e ex-companheira, pelos imerecidos elogios e o “rapaz”. Afinal, só tenho 63...
E O amigo galista (ou ex, sei lá) Kadin Faria, o “mago” do violão, emenda, dizendo que meu recorde de colunas jamais será batido, “não só pela quantidade como pela qualidade, já que você é um cara que arruma mais as idéias do que os cabelos. Isso, sem falar no tempo que você andou pelas ruas com catarata nos olhos, sem trombar num único poste. Sem falar nos milhares de cigarros que já fumou e de “guaranás” que já bebeu”. E encerra o inspirado amigo: “Iniciamos aqui hoje a campanha “Miguel no Guinness” e seja o que Deus quiser”.
PS – Por falar em Kadin Faria, na noite de hoje e na tarde de amanhã, no bar do Dalmi, no meu Gutierrez, tem o esperado retorno da quase filarmônica do meu Gutierrez, depois das merecidas férias dadas pelo Zé Migué, diretor-presidente da banda. Vamos lá, talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Jésus Brito, Farjalo, Roberto, Átila e outros! Espero que ninguém imite jogador de futebol no retorno das férias, dizendo ter perdido o avião ou o veículo ter estragado. Responsabilidade é responsabilidade! Então, vamos à luta...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 28 de maio de 2007
DE LETRA -Nº 17
DE LETRA
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 28-05-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Mais um vexame azulado em pleno Mineirão. Na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro, somente um pontinho a mais do que os “lanternas” Juventude e Internacional (ambos gaúchos), a Raposinha-saltitante “caiu de quatro”, com um jogador a mais e de “virada”, diante do líder Paraná Clube, estando já, ainda na terceira rodada, na zona de rebaixamento. É só soprar! Pior é que na próxima rodada tem o Porco, na “paulicéia desvairada”. Queria ver a “cara” do ex-companheiro Neuber Soares, que deixou o Diário da Tarde junto com o Zé Migué, em junho do ano passado. Ver o amigo, agora, somente na Tevê Record (12 horas), onde brilha ao lado do folclórico Dadá Maravilha. Um cruzeirense e um atleticano. Cadê o americano?
POR outro lado, o Galinho-sem-esporas (12º colocado) só não levou uma goleada do Timão, em São Paulo, por causa de seu ótimo goleiro Diego, que fez defesas “milagrosas”. É, não estou com “essa bola toda” para gozar os dois inimigos domésticos, vez que o meu querido e glorioso América encontra-se em situação bem pior, no Módulo II do Campeonato Mineiro e esperando pela Taça Minas Gerais (em agosto ou setembro, sei lá). Novo treinador já tem (o ex-galista Nedo Xavier). Sem medo de ser feliz, amigo! A equipe está treinando e pode realizar o primeiro amistoso no dia 28 de junho, contra o Leão. A conferir...
MUITO gozadora a ex-companheira Elizabeth Colares, do Estado de Minas. Na mensagem que me remeteu, afirmou que estou igual ao Romário, que, para chegar ao milésimo, contou gols desde a escolinha e as categorias de base. Segundo a Beth, para ter escrito 6.625 colunas no DT devo ter contado desde o “maternalzinho”. Qual é, amiga? Tenho tudo anotado (número da coluna e data de publicação). No início, no já distante 1979, era obrigado a entregar as relações mensais para uma colega, que providenciava o pagamento (uma “fortuna” que, de vergonha, nem te conto). E segui anotando, até 26 de junho do ano passado, quando me aposentei. Questão de multiplicação. Assim: 25 colunas mensais, 11 meses por ano (um de férias), no total de 27 anos...
A BETH afirmou que o meu modesto Blog continua fazendo sucesso e que não contei qual o desentendimento ocorrido na quase filarmônica do meu Gutierrez. Obrigado pelos imerecidos elogios, amiga! Foi assim, sem citar nomes: dois músicos deixaram a banda mais cedo por problemas pessoais e um outro, não gostando, verberou, com certa veemência, indagando onde estava a “solidariedade” dos amigos. Como sou amigo dos três envolvidos, não posso tomar partido de quem quer que seja. Estou é esperando a volta da banda, que já está sendo reestruturada. E, finalmente, a Beth recebeu mensagem da minha Verônica Lima (jornalista da Anatel), dizendo que minha coluna é mesmo um sucesso e que vão continuar divulgando a minha volta, mantendo meu entusiasmo, pela minha “genialidade”. Quem sou eu?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 28-05-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Mais um vexame azulado em pleno Mineirão. Na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro, somente um pontinho a mais do que os “lanternas” Juventude e Internacional (ambos gaúchos), a Raposinha-saltitante “caiu de quatro”, com um jogador a mais e de “virada”, diante do líder Paraná Clube, estando já, ainda na terceira rodada, na zona de rebaixamento. É só soprar! Pior é que na próxima rodada tem o Porco, na “paulicéia desvairada”. Queria ver a “cara” do ex-companheiro Neuber Soares, que deixou o Diário da Tarde junto com o Zé Migué, em junho do ano passado. Ver o amigo, agora, somente na Tevê Record (12 horas), onde brilha ao lado do folclórico Dadá Maravilha. Um cruzeirense e um atleticano. Cadê o americano?
POR outro lado, o Galinho-sem-esporas (12º colocado) só não levou uma goleada do Timão, em São Paulo, por causa de seu ótimo goleiro Diego, que fez defesas “milagrosas”. É, não estou com “essa bola toda” para gozar os dois inimigos domésticos, vez que o meu querido e glorioso América encontra-se em situação bem pior, no Módulo II do Campeonato Mineiro e esperando pela Taça Minas Gerais (em agosto ou setembro, sei lá). Novo treinador já tem (o ex-galista Nedo Xavier). Sem medo de ser feliz, amigo! A equipe está treinando e pode realizar o primeiro amistoso no dia 28 de junho, contra o Leão. A conferir...
MUITO gozadora a ex-companheira Elizabeth Colares, do Estado de Minas. Na mensagem que me remeteu, afirmou que estou igual ao Romário, que, para chegar ao milésimo, contou gols desde a escolinha e as categorias de base. Segundo a Beth, para ter escrito 6.625 colunas no DT devo ter contado desde o “maternalzinho”. Qual é, amiga? Tenho tudo anotado (número da coluna e data de publicação). No início, no já distante 1979, era obrigado a entregar as relações mensais para uma colega, que providenciava o pagamento (uma “fortuna” que, de vergonha, nem te conto). E segui anotando, até 26 de junho do ano passado, quando me aposentei. Questão de multiplicação. Assim: 25 colunas mensais, 11 meses por ano (um de férias), no total de 27 anos...
A BETH afirmou que o meu modesto Blog continua fazendo sucesso e que não contei qual o desentendimento ocorrido na quase filarmônica do meu Gutierrez. Obrigado pelos imerecidos elogios, amiga! Foi assim, sem citar nomes: dois músicos deixaram a banda mais cedo por problemas pessoais e um outro, não gostando, verberou, com certa veemência, indagando onde estava a “solidariedade” dos amigos. Como sou amigo dos três envolvidos, não posso tomar partido de quem quer que seja. Estou é esperando a volta da banda, que já está sendo reestruturada. E, finalmente, a Beth recebeu mensagem da minha Verônica Lima (jornalista da Anatel), dizendo que minha coluna é mesmo um sucesso e que vão continuar divulgando a minha volta, mantendo meu entusiasmo, pela minha “genialidade”. Quem sou eu?
ATÉ a próxima.
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