quarta-feira, 5 de setembro de 2007

DE LETRA Nº 46

DE LETRA Nº 46 (SEXTA-FEIRA, 07-09-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Independência ou morte, sugere a data de hoje, que se encaixa como luvas na triste situação do meu querido e glorioso América, que tem duas “paradas” indigestas no Triângulo Mineiro, pela Taça Minas Gerais. Domingo pega o Uberaba e no meio da outra semana o Uberlândia, no Uberabão e no Parque do Sabiá. Depois da inesperada derrota para o Ituiutaba, em pleno Independência, na última rodada, agora, é vencer ou vencer, se quiser sobreviver na competição. A que ponto chegou o Coelho, em disputa paralela com o Triângulo. Seria das Bermudas? De qualquer maneira, o jeito é cruzar os dedos e esperar por dias melhores. Que dureza...
PIOR é que, faltando apenas sete rodadas para o final da fase classificatória, o América está anunciando mais cinco reforços (?): o zagueiro Riso, os volantes Everton e Maxsuel, o meia Thiago e o atacante Jean Macapá, que disputaram a Série C do Campeonato Brasileiro pelo Democrata/GV. Alguém os conhece? O que eles ganharam na eliminado Pantera? Nadinha, não é mesmo, caro e atento leitor de meu modesto Blog? Fazer o quê, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito? E amanhã, a nossa quase filarmônica do Gutierrez vai dar o seu costumeiro belo espetáculo? Acho que vai ficar difícil, por causa do feriadão prolongado, com tanta gente viajando. Quem sabe, no próximo sábado? Isso, se a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não atrapalhar. Aí, o Bar do Dalmi vai balançar...
O AMIGO galista Kadin Faria, o mago do violão (para variar, está “paparicando” o mano cruzeirense Domingos Afonso na acolhedora Conceição do Mato Dentro, no feriadão), enviou-me mensagem, para dizer que constatou, com tristeza e júbilo, por um lado e outro, que a “filha nada harmônica”, da qual sou diretor-presidente, “faleceu com a saída de dois tradicionais músicos, a dupla Nortinho/Braúna”. Porém é com júbilo que constatou, que “está se plantando o embrião de uma nova banda da qual eu gostaria de ser o padrinho e você nosso presidente e auscultante mor. Portanto, proponho um nome que a desobriga de qualquer cobrança ou responsabilidade musical futura. Depois de muita pesquisa, encontrei o nome: a Barafunda Musical Clube. Já começa com bar e se funda na música e no espírito de agremiação. Com Farjalo, Denise, Roberto, Átila, Camilo, Lira, Jésus, Rocha e os outros filiados de costume a banda reinicia com cara nova, sem dono, nome novo e sem os vícios e dependências da anterior. Que tal? Vamos lançar a pedra fundamental da nova banda no bar, de preferência na festa de algum chato de galocha. Estou nessa. Abraços barafundos”. E encerra o inspirado Kadin: “No fundo de um bar sem nome/ sentado à mesa de canto/ o poeta bebe e consome/ cerveja, risos e prantos”.
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

DE LETRA Nº 45

DE LETRA Nº 45 (SEGUNDA-FEIRA, 03-09-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Foi um sábado totalmente perdido! Como diretor-presidente da quase filarmônica do meu Gutierrez, combinei com o líder do grupo, o grande e dileto amigo Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta, o cancelamento da apresentação da banda, para que os americanos do Gutierrez (maioria absoluta) pudessem comparecer ao nosso belo e confortável Independência. Antes não tivesse ido. Que decepção! Mais uma...
UM América cada vez pior, sem inspiração e desestruturado em campo, sendo presa fácil para a modesta equipe do Ituiutaba, que se aproveitou de jogar com um a mais no segundo tempo (o volante Dudu foi expulso) e venceu pelo placar menor. Dessa vez, ninguém se salvou, nem mesmo o bom goleiro Daniel, que “aceitou” um chute nem tão forte assim de longe. Uma defesa desorientada, um ataque inoperante e um meio-de-campo que nada fez, não marcou e nem saiu para o jogo. O goleiro do time interiorano trabalhou muito pouco (ou quase nada, sei lá). Jogada ensaiada, o que é isso? E o Coelho está treinando desde abril último! Treinando o quê? Não se pode culpar o treinador Nedo Xavier, que não é mágico e, sim, o elenco do América, que tem jogador que não jogaria em meu time de esquina na década de 60...
O AMÉRICA não jogou bem. Mas, foi terrivelmente prejudicado pela péssima atuação do árbitro Luiz Carlos Silva, que deixou de marcar várias faltas perto da grande área do Ituiutaba, marcou todas perto de nossa grande área (até as que não foram) e, o que foi pior, expulsou o nosso volante Dudu por causa de um “carrinho”, não tendo feito o mesmo em lances idênticos do rival. Dois pesos e duas medidas! O meu clube tem que entrar com uma reclamação na Comissão de Arbitragem da Federação Mineira de Futebol. Chega de ser prejudicado pela arbitragem mineira...
MEU sábado foi salvo pela alegria de rever, no Gigante do Horto, o amigo João Érico, meu colega no Colégio Marconi, no final da década de 50. Quanto tempo, hein, “Jerico”? Bons tempos em que íamos ao Independência (Alameda, também), vibrar com Jardel, Toledo, Wilson Santos, Sebastião Leônidas, Robson, Gunga, Zuca, Miguel, Geraldo, Dodô e tantos outros talentos da época. Hoje, o americano é forçado a “engolir” Ernani, Carlão, Clodoaldo, Zé Maria, Donizete Amorim e outros. E viva a diferença! Vida difícil, a do torcedor americano...
NAQUELA época, o meu América foi campeão de 1957 e vice no ano seguinte, com uma equipe que jogava e fazia o torcedor vibrar, com estádios lotados. No chamado “clássico das multidões”, as torcidas do Coelho e do Galinho/sem/esporas dividiam o Independência pela metade, absolutamente igual. Eram as duas maiores torcidas das Minas Gerais. A torcida da Raposinha/saltitante sequer existia, não passando de autênticos “gatos pingados”. Hoje, infelizmente, tudo mudou...
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

DE LETRA - Nº 44

DE LETRA Nº 44 (SEXTA-FEIRA, 31-08-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O amigo galista Tião Pobreza indagou, no Bar do também galista Toninho (Rua Américo Macedo, Bairro Gutierrez), qual a diferença entre filarmônica e sinfônica. Expliquei e o amigo não entendeu nadinha, confundindo a primeira com filantropia. Filarmônica, segundo Aurélio Buarque de Holanda Ferreira (Novo Aurélio, o dicionário da língua portuguesa), significa “amigo da harmonia ou da música”, “diz-se especialmente de certas sociedades musicais” (pág. 902), ao passo que orquestra sinfônica significa “grande conjunto instrumental e de músicos, destinado à interpretação de repertório sinfônico e demais obras destinadas a concertos” (pág. 1.458). Já filantropia significa “amor à humanidade, humanitarismo, caridade” (pág. 902). Aprendeu, Tião? Deixa de ser “burrinho teimoso”...
FALAR na nossa quase filarmônica do meu Gutierrez, por causa do jogo do nosso querido e glorioso América, na tarde de amanhã (16h30), no nosso belo e confortável Independência, a apresentação de amanhã, se tiver, será reduzida, para que os americanos (maioria absoluta) possam acompanhar o Coelho, como o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o líder do grupo, com sua afinada e barulhenta timba. O Zé Migué, diretor-presidente da banda, também vai ao Gigante do Horto. Com o América onde ele estiver...
QUEM diria, o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas transformou o Corinthians em “timinho”, que levou uma sonora “mão cheia”, na noite de anteontem, no Mineirão (cinco a dois). Na semana passada, quase “caiu de quatro”, no Pacaembu, diante da Raposinha/infernal (três a zero). Que Timão é esse? Quem está feliz é o amigo galista Kadin Faria, o “mago do violão”, que também quer trocar o nome de nossa banda, para “A Barafunda Musical Clube”. O Traul (a voz) também quer, mas, para “Gutsom”. Mas, isso é assunto para a próxima coluna.
POR outro lado, a Raposinha/infernal “tropeçou” no fraco Paraná Clube, em Curitiba/PR (dois a dois), ficando um pouquinho mais distante do São Paulo, que derrotou o Palmeiras (placar menor), em pleno Parque Antártica. Que porcaria! Na noite de anteontem, o Bar do Dalmi estava lotado. Todo de azul. Uma gritaria histérica dos amigos azulados, mormente por parte do Vavá e do Vladimir. De repente, termina o jogo. Olhei para os quatro cantos do logradouro. Não vi sequer uma alma “penada” azul. Todos saíram com o “rabicó” escondido. Agora é a vez do Porco paulista, que é verde, domingo, no Gigante da Pampulha. Cuidado com o Animal, amigos! O Verdão está na “cola” do Azulão, ferido pela derrota de anteontem...
PS – Coisas que só acontecem com o meu América! Mais uma! Contratou um gigante de apenas 1,60 m: o Luciano Gigante. Trata-se daquele meia-atacante que, quando no Barueri/SP, bagunçou o Coelho, no Gigante do Horto, pela Série C do Campeonato Brasileiro...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

DE LETRA- Nº 43

DE LETRA – Nº 43 (SEGUNDA-FEIRA, 27-08-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Meu final de semana foi estragado pelo Coringão, que deu um vexame dos diabos, em plena “paulicéia desvairada”, ao ser goleado pela Raposinha/saltitante, que segue na “cola” do São Paulo (seis pontos atrás mas com uma partida a menos). Por outro lado, o Fogão, mesmo sem Dodô, manteve a “escrita”, derrotando o Galinho/sem/esporas, de virada, em pleno Mineirão, que, agora, está em décimo lugar, com 28 pontos, a cinco da zona de rebaixamento.
POR outro lado, agora falando de futebol sério, o meu querido e glorioso América trouxe um bom empate da “carioca” Juiz de Fora (tinha mais gente na praia do que no estádio). Um absurdo, jogar na parte da manhã, com um calor de quase 40 graus! Não posso falar nada a respeito, vez que a televisão não mostrou o jogo (só os gols) e perdi o hábito de ligar o meu aparelho (de rádio, bem entendido), pelo prestígio (?) que os “papagaios” dão ao meu América (a televisão e os jornais, idem, idem, com a mesma data). Só fiquei sabendo, por um amigo que esteve em Juiz de Fora, que, a despeito do calor, o Coelho dominou o jogo, mas voltou a perder as costumeiras oportunidades. Tomou um gol aos 27 minutos do segundo tempo (mais uma penalidade máxima) e empatou 12 minutos após, com ele, sempre ele, o intrépido atacante/artilheiro Daniel Morais, artilheiro da Taça Minas Gerais, com quatro gols em dois jogos. Sábado tem mais: o Ituiutaba, no nosso belo e confortável Independência. É vencer ou vencer...
TEM gente pretendendo trocar o nome da nossa quase filarmônica do Gutierrez, para “Gutsom” (leia-se Traul, a voz). Mas, pelo menos em meu modesto Blog, o nome original, criado pelo Zé Migué, vai permanecer. Falar na banda, ela voltou a nos encantar, na tarde do último sábado, sob a batuta segura do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. A “canja” foi do amigo galista Camilo (violão e voz), que deu um “show”, acompanhado de Jésus, Farjalo, Roberto (a sua inseparável Dirce estava ao lado) e Átila, todos, percussionistas talentosos. Sábado tem mais. Das 14 às 16 horas, por causa do jogo do nosso América, bem entendido, que sempre terá a preferência...
PS – A talentosa jornalista do “Estado de Minas”, Bety Colares, acredita e vai fazer campanha para que o Zé Migué chegue à coluna de número dez mil. A de hoje é de número 6.668 (6.625 no DT e 43 no Blog). E brinca: “Miguel, quem sabe, se até lá, o Coelhinho serelepe já voltou à Série A do Campeonato Brasileiro? Vou torcer”. Bety, sua dupla previsão um dia vai virar realidade...
E O querido sobrinho americano Felipe Amore Santiago também enviou mensagem, dizendo ter gostado da estréia do nosso América na Taça Minas Gerais (quatro a dois no Democrata Jacaré) e achando que o Coelho vai ser campeão da competição. Saravá e vamos em frente...
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

DE LETRA-Nº42

DE LETRA Nº 42 (SEXTA-FEIRA, 24-08-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A Raposinha/saltitante esnobou tanto, escalando “mistão” no Serra Dourada, que deu com os burros n’água! Mais uma eliminação! Na primeira fase. Que beleza! Deu lógica! Afinal, a camisa do Goiás é verde, cor que sempre faz tremer a barropretada. Essa gente azulada imagina tratar-se do meu querido e glorioso América, seu “carrasco” maior. Agora, é pensar só no Brasileirão, pois tem mais, muito mais, como, por exemplo, o Corinthians, na “paulicéia desvairada”, na tarde-noite de amanhã. Vamos continuar “secando”, gente! É a função de todo americano...
E O público da noite de anteontem, no Mineirão, hein, amigos Vladimir, Vavá e companhia? Pouco mais de 11 mil torcedores (simpatizantes, melhor dizendo, vez que torcida tem a dupla CoelhoGalo), em uma competição internacional (Copa Sul-Americana). China Azul, pois sim! Guardando as devidas proporções, o meu América levou muito mais gente em sua estréia na Taça Minas Gerais (três mil pessoas), no último sábado, em seu belo e confortável Independência. Afinal, a Raposinha é campeã estadual, brasileira, da Libertadores da América e vice-mundial, enquanto o Coelho passa 20 anos sem títulos, está no Módulo II do Campeonato Mineiro e fora das Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. Nessa situação (triste, por sinal), garanto que a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não teria um torcedor sequer para “contar história”. E ainda falam em “massa”...
O JORNAL “Aqui – com o melhor do DT” continua brincando com o meu América! Não fala nadinha do meu importante clube, para desespero de meu amigo americano Joaquim Gonçalves Fonseca, o “rei das damas” do meu Gutierrez e exímio pandeirista nas horas vagas. No último domingo, não deu sequer o resultado da estréia do Coelho na Taça Minas Gerais. Um absurdo! Tem nada, não, dias melhores virão. O assunto fica para domingo, quando o América enfrenta, na “carioca” Juiz de Fora, o Tupi. Nova vitória? A pausa é para “curtir”, na tarde de amanhã, no Bar do Dalmi, a nossa quase filarmônica, sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Como diretor-presidente da banda, o Zé Migué estará firme no logradouro...
PS – Foi muito bom e gratificante ler a coluna de ontem do jovem e talentoso cronista americano Américo Coelho, no jornal “Super Notícia” (O jeito elite de ser e de viver), tecendo rasgados e imerecidos elogios ao velho e aposentado jornalista Zé Migué, que considera sua “referência americana”. Gostei muito de conhecer o companheiro, no último sábado, no Gigante do Horto. Um americano dos bons, que conhece tudo do nosso Coelhão. Como todos nós, um apaixonado pelo clube. Valeu, Américo! Agora, a vez de defender o nosso glorioso América é toda sua.
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

DE LETRA Nº 41

DE LETRA – Nº 41
MIGUEL SANTIAGO (SEGUNDA-FEIRA, 20-08-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Voltei ao nosso belo e confortável Independência, na tarde do último sábado, depois de “longo e tenebroso inverno”. Confesso que gostei do que vi. Claro que ainda não é o ideal, pela tradição do meu querido e glorioso América, que, antigamente, montava bons elencos. Mas, em relação àquele “timeco” que deu tantos vexames no primeiro semestre, a diferença foi da água para o vinho. Foi uma vitória convincente e importante, na nossa estréia na Taça Minas Gerais, que pode ser o caminho do renascimento do clube, hoje, tristemente, no Módulo II do Campeonato Mineiro e fora de qualquer Série do Campeonato Brasileiro, o que jamais aconteceu nos quase 100 anos de glórias do América. Fazer o quê, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito? E a nossa quase filarmônica do Gutierrez, hein? Dá um jeito, companheiro...
UMA vitória de quatro a dois, de virada, jogando contra um Democrata/SL muito bem treinado e que deu muito trabalho. Não fosse uma sensacional defesa do goleirão Daniel, quando o América vencia por apenas dois a um, sei lá! De boa altura, é corajoso, sai bem nas bolas altas e tem boa reposição de bola. Além dele, gostei muito do lateral-esquerdo Alemão, que tem um bom apoio. E, naturalmente, do atacante/artilheiro Daniel Moraes, que, observado por empresários portugueses, marcou três gols (o terceiro foi um “golaço”), mostrando aquele “Danigol” que era quando começou a carreira no América. Voltou aos bons tempos, após ter desaprendido quase tudo em sua curta passagem pela Raposinha/saltitante. Breve, ele vai brilhar em outras paragens. Fazer o quê, se isso é uma triste sina do meu América?
PARECE que o meu América não jogou sábado. Explico: ao “filar” os jornais, na manhã de ontem, na Banca Pedra Azul, de meu amigo galista João Nascimento, no meu Gutierrez, não vi uma nota sequer da partida, no jornal “Aqui – com o melhor do DT”. Nem mesmo o resultado do jogo. Que saudade senti do extinto Diário da Tarde, o jornal campeoníssimo de vendas nas bancas da Grande BH. Fazer o quê?
MAS, em compensação, no estádio, para minha alegria, encontrei-me com o talentoso ex-companheiro Otávio di Toledo (homem forte do SBT/Alterosa e colunista do nosso América no jornal Aqui) e conheci o jovem e brilhante Américo Coelho, colunista do América no jornal Super Notícia, que se confessou meu admirador e se espelhar em meu estilo. Até minhas palavras famosas ele sabe de cor (velho ludopédio, velho “guaraná”, etc). Claro que fiquei muito orgulhoso. Quem não ficaria?
PS – Beth Colares (talentosa jornalista do Estado de Minas), esta é a coluna de número 6.666 (6.625 no extinto Diário da Tarde e 41 no meu modesto Blog). Breve vou atingir à espantosa e inigualável marca de sete mil, com fôlego para chegar à coluna de número dez mil. Quem viver, verá...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

DE LETRA -nº 40

DE LETRA – Nº 40
MIGUEL SANTIAGO (SEXTA-FEIRA, 17-08-07)
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente (ufa!), o torcedor americano vai poder matar a saudade do nosso querido e glorioso América, que não joga, oficialmente, desde abril último. Quatro meses apenas treinando e realizando raros amistosos. Alguns reforços foram adquiridos. Na tarde de amanhã, tudo será conferido, em nosso belo e confortável Independência. O Coelho vai estrear na Taça Minas Gerais contra um Jacaré ferido, que, na estréia, foi derrotado em seu estádio, pelo Tupi/Juiz de Fora. Claro que vai dar tudo pela reabilitação. Que se cuide o Mecão! Nada como uma boa estréia, mormente em uma competição de tão curta duração (apenas dez jogos para cada clube).
DE MINHA parte, não conheço os reforços adquiridos. Nem por informações, vez que a crônica esportiva abandonou o América à própria sorte, nada (ou quase nada) falando a seu respeito. Quem estiver achando que estou exagerando, basta conferir, por exemplo, o “Aqui com o melhor do DT” de hoje. O caderno de esportes do jornal fala dos protegidos Galinho/sem/esporas, da Raposinha/saltitante, do Edmundo “Animal”, do jogo Flamengo e Fluminense, da Copa do Mundo de 2014, do ParaPan, da Copa Centenário (futebol amador), publicou as colunas do atleticano Reinaldo, do americano Otávio di Toledo (meu ex-companheiro) e do cruzeirense Serginho, a do Son Salvador (também ex-companheiro), as piadas do mesmo e do Afo e o resumo do Brasileirão (Séries A, B e C) e da Copa Sul-Americana.
COMO perguntar não ofende, indago: e o meu desprotegido América? Ora, desde quando a mídia mineira se preocupa com o Coelho? Sempre foi assim. Está falando quem passou longos 33 anos na redação de um importante jornal, que, infelizmente, foi “morto” prematuramente, depois de uma longa existência de 77 anos. Que absurdo! Fazer o quê, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito? Pois é, companheiro de todos os dias (mandei cortar seu ponto ontem, no Bar do Dalmi), amanhã não tem a nossa quase filarmônica do Gutierrez. A tarde é do nosso América, bem mais importante...
QUEM dá preferência a uma competição, deixando a outra de lado, acaba se dando mal nas duas. Será possível que um jogador de futebol não agüenta dois jogos por semana? Que preparo físico é esse? Na época do inigualável Pelé (década de 60), o também meu Santos jogava de quatro a cinco jogos por semana na maior facilidade. Parecia volta ao mundo. Ninguém reclamava! Também pudera, o “bicho” era garantido. Veja o exemplo da Raposinha, caro e atento leitor de meu modesto Blog, que se deu mal, ao escalar ontem um “mistão” no Serra Dourada e, praticamente, deu adeus à Copa Sul-Americana (dois a zero para o Goiás, gols do ex-americano Paulo Baier), somente por ter que enfrentar o também meu Fluminense/RJ, domingo, no Mineirão, pelo Brasileirão.
ATÉ a próxima.