DE LETRA Nº 84 (SEGUNDA-FEIRA, 21-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, se viva fosse, minha querida e saudosa mãe Delphina completaria 98 anos. Portanto, faltam apenas dois anos para que sua família comemore o seu centenário. Centenário, aliás, que o meu querido e glorioso América vai comemorar dentro de quatro anos. 30 de abril de 2012, para ser mais preciso. Assim, é preciso que, para que a festança seja mais bonita, o Coelho volte à divisão principal do futebol mineiro e à elite do futebol brasileiro. O objetivo começa no próximo dia 18 de fevereiro (gente, está chegando), quando o América estréia no Módulo II do Campeonato Mineiro, enfrentando o Ideal, em Ipatinga. Depois, tem que conquistar a Taça Minas Gerais, para poder voltar à Série C do Campeonato Brasileiro. Passo a passo, com a rapidez do coelho...
E BONS ventos continuam soprando para os lados do América. Por exemplo, li na apreciada coluna do bom companheiro Chico Maia de hoje, no “Super Notícia”, o jornal mais lido do País, que o deputado estadual Alencar da Silveira Júnior, vice-presidente do clube, informou que está pronto e será entregue no próximo dia 25 aos governos estadual e federal o projeto de reforma do nosso belo e confortável Independência. Coisa de primeiro mundo, com estacionamento, que ficará debaixo do gramado, igual ao do estádio de Yokohama, palco da final da Copa do Mundo de 2002. A capacidade do Gigante do Horto vai passar para 30 mil pagantes (hoje, de acordo com a Polícia Militar, é de 18 mil). Quanta esnobação...
ENQUANTO isso, o treinador Alemão segue ajeitando a equipe que vai disputar o Módulo II, esperando por mais três reforços, no mínimo (estão falando em um goleiro, um lateral-direito e um atacante), já que cinco já chegaram. Como se pode notar, será um novo América, completamente diferente do que deu tantos vexames no ano passado, “matando” de raiva o hoje sofrido torcedor americano. Mas, sem reforços (?) vindos de um certo clube azulado de Belo horizonte, como, aliás, vem batendo firme o companheiro Mário Filho (“Américo Coelho”), em sua apreciada coluna do jornal “Super Notícia”. De azul o Verde quer mais é distância...
PS – Nem só de América vivem os americanos do meu Gutierrez. Gostam, também (e muito), da boa música, o que rola todas as tardes de sábado, no Bar do Dalmi, Rua Ludgero Dolabela (o cantor Traul está querendo passar para o Bar do Toninho, na Rua Américo Macedo, onde a turma é bem melhor tratada). Anteontem, nada foi diferente, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Teve “show” do Nortinho, do Braúna, do Átila, do Roberto, do Wagner e de outros. Só faltou o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que continua em Florianópolis/SC.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
DE LETRA Nº 83
DE LETRA Nº 83 (SEXTA-FEIRA, 18-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estava muito bom para ser verdade! Depois de boa presença na primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior (derrotou o Brasiliense e o São Bento/SP e empatou com o Rio Preto/SP), o meu querido e glorioso América deu adeus à competição, ao cometer três erros infantis e fatais contra o também meu Santos, uma equipe forte e que sabe aproveitar as falhas dos adversários. Agora, apenas e tão-somente a Raposinha/saltitante defendendo o futebol mineiro (até quando?), vez que o Vespasiano do ex-cracão americano Eder Aleixo e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas foram eliminados ainda na fase classificatória. Portanto, mineiro melhor do que o Coelho na competição, somente a Raposinha. Fazer o quê? Ano que vem tem mais...
FORAM três falhas incríveis do nosso setor defensivo: um gol contra (se aquela cabeçada tivesse sido de um atacante americano, no gol adversário, teria sido um “golaço”) e dois lances em que deixaram o atacante santista livre para marcar. Depois de marcar os três gols (ou ganhar de graça, sei lá), o Peixe foi dominado pelo Coelho, no segundo tempo. O América mandou duas bolas nas traves santistas e, a meu sentir, duas penalidades máximas claras não foram marcadas contra o Santos. Para quem o Zé Migué torceu? Claro que foi para o América, minha paixão maior. O Santos é a segunda. Portanto, doeu muito a eliminação. Fazer o quê? Ano que vem tem mais...
O DIA 18 de fevereiro está chegando. Falta apenas um mês, para ser mais preciso. Estréia do meu América no Módulo II do Campeonato Mineiro, contra o Ideal, em Ipatinga. O novo treinador Alemão já está trabalhando. Os quatro primeiros reforços já chegaram: os ex-santistas Preto (zagueiro) e Welington (volante), o zagueiro Eduardo Teles e o meia Diego Gaúcho. O diretor Cleber Américo continua trabalhando para que novos reforços sejam adquiridos. Teria que ser assim mesmo, para que o América retorne à divisão maior do futebol mineiro, de onde ele jamais poderia sair, pela sua tradição quase centenária. É muito “chato” ver o América de fora do Estadual, “batendo palmas” para modestos clubes da interlândia, como Democrata/SL, Rio Branco, Ipatinga, Uberaba, Guarani, Social, Ituiutaba, Democrata/GV e Tupi. Que dureza, como diria o ex-companheiro Son Salvador! Que papelão, hein, Coelho?
PS – Na noite de hoje, por ser sexta-feira, tem o nosso “ensaio geral”. E, na tarde de amanhã, por ser sábado, tem nova bela apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Tudo no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito. Vamos lá, talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Átila, Roberto, Traul, Denise Fonseca, Camilo, Alex, Délio Gandra e outros...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estava muito bom para ser verdade! Depois de boa presença na primeira fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior (derrotou o Brasiliense e o São Bento/SP e empatou com o Rio Preto/SP), o meu querido e glorioso América deu adeus à competição, ao cometer três erros infantis e fatais contra o também meu Santos, uma equipe forte e que sabe aproveitar as falhas dos adversários. Agora, apenas e tão-somente a Raposinha/saltitante defendendo o futebol mineiro (até quando?), vez que o Vespasiano do ex-cracão americano Eder Aleixo e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas foram eliminados ainda na fase classificatória. Portanto, mineiro melhor do que o Coelho na competição, somente a Raposinha. Fazer o quê? Ano que vem tem mais...
FORAM três falhas incríveis do nosso setor defensivo: um gol contra (se aquela cabeçada tivesse sido de um atacante americano, no gol adversário, teria sido um “golaço”) e dois lances em que deixaram o atacante santista livre para marcar. Depois de marcar os três gols (ou ganhar de graça, sei lá), o Peixe foi dominado pelo Coelho, no segundo tempo. O América mandou duas bolas nas traves santistas e, a meu sentir, duas penalidades máximas claras não foram marcadas contra o Santos. Para quem o Zé Migué torceu? Claro que foi para o América, minha paixão maior. O Santos é a segunda. Portanto, doeu muito a eliminação. Fazer o quê? Ano que vem tem mais...
O DIA 18 de fevereiro está chegando. Falta apenas um mês, para ser mais preciso. Estréia do meu América no Módulo II do Campeonato Mineiro, contra o Ideal, em Ipatinga. O novo treinador Alemão já está trabalhando. Os quatro primeiros reforços já chegaram: os ex-santistas Preto (zagueiro) e Welington (volante), o zagueiro Eduardo Teles e o meia Diego Gaúcho. O diretor Cleber Américo continua trabalhando para que novos reforços sejam adquiridos. Teria que ser assim mesmo, para que o América retorne à divisão maior do futebol mineiro, de onde ele jamais poderia sair, pela sua tradição quase centenária. É muito “chato” ver o América de fora do Estadual, “batendo palmas” para modestos clubes da interlândia, como Democrata/SL, Rio Branco, Ipatinga, Uberaba, Guarani, Social, Ituiutaba, Democrata/GV e Tupi. Que dureza, como diria o ex-companheiro Son Salvador! Que papelão, hein, Coelho?
PS – Na noite de hoje, por ser sexta-feira, tem o nosso “ensaio geral”. E, na tarde de amanhã, por ser sábado, tem nova bela apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Tudo no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito. Vamos lá, talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Átila, Roberto, Traul, Denise Fonseca, Camilo, Alex, Délio Gandra e outros...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
DE LETRA Nº 82
DE LETRA Nº 82 (SEGUNDA-FEIRA, 14-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Bons ventos estão voltando a soprar para os lados de meu querido e glorioso América neste início de ano. Do jeito que estava é que não podia ficar, de maneira alguma. O elenco profissional está sendo reforçado aos poucos e a nossa garotada segue firme na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Agora, somente a dupla CoelhoRapo na competição, representando o futebol mineiro, vez que o Vespasiano e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas ficaram no meio do caminho. No meio do caminho havia uma pedra, uma para cada um. Chutou, caiu...
DEPOIS de vencer o Brasiliense (placar menor, gol de Wesley) e empatar com o Rio Preto/SP (dois a dois, gols de Wesley e André), o América venceu, ontem, o São Bento/SP, em jogo dramático, por três a dois, gols de Wesley, André e Jataí. Até os 43 minutos do segundo tempo o Coelho estava dando adeus à competição (um a um), já que o empate classificava o clube de Sorocaba. Mas, em menos de dois minutos, fez três a um e levou um já no “terceiro tempo”. Agora, é a vez de enfrentar o também meu Santos, um “mata-mata” difícil e complicado, vez que o Peixe, para este modesto cronista, é o melhor time que acompanhei pela “telinha”. Vi todos os grandes do futebol brasileiro, menos o meu América, que vou ver agora. A crônica paulista não está nem aí para o desprotegido Coelho. Fazer o quê?
NOVA brilhante apresentação da nossa quase filarmônica, na tarde do último sábado, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela, 46, Bairro Gutierrez), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. Brilharam os músicos Traul (a voz), Denise Fonseca, Antônio Orfeu Braúna (cada vez melhor no seu inseparável bandolim), Alex, Camilo e Marquinhos. Por causa das férias de janeiro e de problemas físicos, faltaram alguns, mormente o cruzeirense Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação) e o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que continua em Florianópolis/SC, “curtindo” o filho e o velho “0800”. Sexta-feira e sábado tem mais...
PS – Recebi carinhosa mensagem do talentoso cronista americano Mário Filho, o “Américo Coelho” do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País. Assim: “Miguel, grande referência, ilibado, mago da crônica e que expressa o real sentido do jeito elite de ser e de viver”. E conta que o jornal “Lance” fez homenagem ao torcedor americano, publicando uma coluna sua. E arremata: “América, você foi e será sempre grande”. É isso aí, amigo e companheiro Marinho, o nosso querido e glorioso América é muito maior do que todos nós, seus torcedores, por mais importantes que sejam. Obrigado pelos imerecidos elogios.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Bons ventos estão voltando a soprar para os lados de meu querido e glorioso América neste início de ano. Do jeito que estava é que não podia ficar, de maneira alguma. O elenco profissional está sendo reforçado aos poucos e a nossa garotada segue firme na Copa São Paulo de Futebol Júnior. Agora, somente a dupla CoelhoRapo na competição, representando o futebol mineiro, vez que o Vespasiano e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas ficaram no meio do caminho. No meio do caminho havia uma pedra, uma para cada um. Chutou, caiu...
DEPOIS de vencer o Brasiliense (placar menor, gol de Wesley) e empatar com o Rio Preto/SP (dois a dois, gols de Wesley e André), o América venceu, ontem, o São Bento/SP, em jogo dramático, por três a dois, gols de Wesley, André e Jataí. Até os 43 minutos do segundo tempo o Coelho estava dando adeus à competição (um a um), já que o empate classificava o clube de Sorocaba. Mas, em menos de dois minutos, fez três a um e levou um já no “terceiro tempo”. Agora, é a vez de enfrentar o também meu Santos, um “mata-mata” difícil e complicado, vez que o Peixe, para este modesto cronista, é o melhor time que acompanhei pela “telinha”. Vi todos os grandes do futebol brasileiro, menos o meu América, que vou ver agora. A crônica paulista não está nem aí para o desprotegido Coelho. Fazer o quê?
NOVA brilhante apresentação da nossa quase filarmônica, na tarde do último sábado, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela, 46, Bairro Gutierrez), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. Brilharam os músicos Traul (a voz), Denise Fonseca, Antônio Orfeu Braúna (cada vez melhor no seu inseparável bandolim), Alex, Camilo e Marquinhos. Por causa das férias de janeiro e de problemas físicos, faltaram alguns, mormente o cruzeirense Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação) e o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que continua em Florianópolis/SC, “curtindo” o filho e o velho “0800”. Sexta-feira e sábado tem mais...
PS – Recebi carinhosa mensagem do talentoso cronista americano Mário Filho, o “Américo Coelho” do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País. Assim: “Miguel, grande referência, ilibado, mago da crônica e que expressa o real sentido do jeito elite de ser e de viver”. E conta que o jornal “Lance” fez homenagem ao torcedor americano, publicando uma coluna sua. E arremata: “América, você foi e será sempre grande”. É isso aí, amigo e companheiro Marinho, o nosso querido e glorioso América é muito maior do que todos nós, seus torcedores, por mais importantes que sejam. Obrigado pelos imerecidos elogios.
ATÉ a próxima.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
DE LETRA- Nº 81
DE LETRA Nº 81 (SEXTA-FEIRA, 11-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Tudo como dantes no quartel do Coelho! Que tremenda bobeira! Na tarde de anteontem, o América pode ter jogado fora sua classificação para a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, ao ceder o empate no final da partida, depois de estar vencendo o Rio Preto/SP por dois a zero (gols de Wesley e André). Agora, no próximo domingo, tem de vencer, de qualquer maneira e placar, o São Bento/SP, com quem está dividindo a liderança do Grupo L, em Porto Feliz. Quanta desatenção! Tomara que ainda dê tempo. Esse negócio de sair prematuramente da importante competição é muito chato. Tem que repetir a dose, como em 1996, quando conquistou, com raro brilho, o título...
PENA ter este modesto cronista americano deixado o talentoso companheiro Mário Filho, o “Américo Coelho” do Super Notícia, o jornal mais lido do País, defendendo sozinho na crônica esportiva o nosso querido e glorioso América. Gostaria de estar do seu lado, mas, infelizmente, o Diário da Tarde virou um triste retrato na parede. O jovem está defendendo, com unhas e dentes, que o Futebol do América seja tratado, de novo, como antigamente. Na coluna de ontem (“A voz da arquibancada”), ele afirmou que o nosso América era o único clube a disputar todos os Campeonatos Mineiros, vez que, em 1925, o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas abandonou a competição, ao ser impiedosamente goleado pelo Coelhão (quatro a zero), na primeira rodada. Que vexame histórico. Foi o ano de nosso nono título seguido. Na ano seguinte, veio o histórico e inédito decacampeonato. Quanta esnobação. Coisas que só acontecem com o América...
O TEMPO está passando e, com ele, chegando a estréia do América no Módulo II do Campeonato Mineiro (dia 18 de fevereiro próximo, no Ipatingão, contra o Ideal). Reforços prometidos, mas, até agora, apenas o zagueiro Preto, bicampeão brasileiro com o também meu Santos. Estão falando em goleiro, um novo zagueiro, um lateral, um armador e um atacante. Então, que cheguem logo, para que o treinador Alemão arme a equipe que vai lutar pelo nosso retorno à divisão maior do futebol mineiro. Vamos lá, Coelho...
ENQUANTO isso, os americanos do meu Gutierrez seguem se deliciando com a nossa quase filarmônica, sob a firme direção do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Na noite de hoje tem o “ensaio geral” e na tarde/noite de amanhã, tudo no Bar do Dalmi, a apresentação de gala, com Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio Gandra (violão, banjo, cavaquinho e causos), Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), Átila, Roberto, Farjalo (percussão) e outros.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Tudo como dantes no quartel do Coelho! Que tremenda bobeira! Na tarde de anteontem, o América pode ter jogado fora sua classificação para a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior, ao ceder o empate no final da partida, depois de estar vencendo o Rio Preto/SP por dois a zero (gols de Wesley e André). Agora, no próximo domingo, tem de vencer, de qualquer maneira e placar, o São Bento/SP, com quem está dividindo a liderança do Grupo L, em Porto Feliz. Quanta desatenção! Tomara que ainda dê tempo. Esse negócio de sair prematuramente da importante competição é muito chato. Tem que repetir a dose, como em 1996, quando conquistou, com raro brilho, o título...
PENA ter este modesto cronista americano deixado o talentoso companheiro Mário Filho, o “Américo Coelho” do Super Notícia, o jornal mais lido do País, defendendo sozinho na crônica esportiva o nosso querido e glorioso América. Gostaria de estar do seu lado, mas, infelizmente, o Diário da Tarde virou um triste retrato na parede. O jovem está defendendo, com unhas e dentes, que o Futebol do América seja tratado, de novo, como antigamente. Na coluna de ontem (“A voz da arquibancada”), ele afirmou que o nosso América era o único clube a disputar todos os Campeonatos Mineiros, vez que, em 1925, o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas abandonou a competição, ao ser impiedosamente goleado pelo Coelhão (quatro a zero), na primeira rodada. Que vexame histórico. Foi o ano de nosso nono título seguido. Na ano seguinte, veio o histórico e inédito decacampeonato. Quanta esnobação. Coisas que só acontecem com o América...
O TEMPO está passando e, com ele, chegando a estréia do América no Módulo II do Campeonato Mineiro (dia 18 de fevereiro próximo, no Ipatingão, contra o Ideal). Reforços prometidos, mas, até agora, apenas o zagueiro Preto, bicampeão brasileiro com o também meu Santos. Estão falando em goleiro, um novo zagueiro, um lateral, um armador e um atacante. Então, que cheguem logo, para que o treinador Alemão arme a equipe que vai lutar pelo nosso retorno à divisão maior do futebol mineiro. Vamos lá, Coelho...
ENQUANTO isso, os americanos do meu Gutierrez seguem se deliciando com a nossa quase filarmônica, sob a firme direção do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Na noite de hoje tem o “ensaio geral” e na tarde/noite de amanhã, tudo no Bar do Dalmi, a apresentação de gala, com Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio Gandra (violão, banjo, cavaquinho e causos), Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), Átila, Roberto, Farjalo (percussão) e outros.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
DE LETRA Nº 80
DE LETRA Nº 80 (SEGUNDA-FEIRA, 07-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois de chegar no fundo do abismo, fora de qualquer competição importante (estadual ou nacional), só devendo disputar na atual temporada o Módulo II do Campeonato Mineiro e a Taça Minas Gerais (vexame histórico e inédito para um clube quase centenário), qualquer notícia boa enche de esperança a torcida americana (dias melhores virão). Como, por exemplo, a de ontem, na boa estréia da garotada na Copa São Paulo de Futebol Júnior, vencendo o Brasiliense (placar menor, gol de Wesley) e assumindo de “cara” a liderança de seu Grupo, vez que os outros dois concorrentes empataram. Agora é só administrar, em mais dois jogos. Vamos lá, garotada boa de bola...
O MEU Coelho foi o único dos mineiros a pegar um adversário bom (o tradicional Brasiliense de empresário/político forte em Brasília), já que a Raposinha/saltitante pegou o fraco Mirassol/SP e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas enfrentou o igualmente fraco Maranhão/MA. A tabela da competição paulista é sempre assim, “arrebentando” o Coelho e privilegiando a “fuleira”, “fajuta” e protegida duplinha RapoGalo. Odiosa discriminação! Como se pode notar, não é apenas nas Minas Gerais que tal fenômeno acontece. Na “paulicéia desvairada”, também. Fazer o quê? Bola para frente, Coelho...
ENQUANTO isso, o meu querido e glorioso América está começando sua preparação para o Módulo II do Campeonato Mineiro. Um pouco tarde, vez que estréia no próximo dia 18 de fevereiro, quando enfrenta o Ideal, no Ipatingão. Deve montar uma nova equipe, vez que a diretoria está prometendo no mínimo oito reforços, para todos os setores do time que deu tanto vexame no ano passado (no gol, na defesa, no meio-de-campo e no ataque). Tomara que sejam bons reforços, que cheguem e assumam a posição. Nada daqueles reforços (?) anteriores, que vinham para cá ganhar dinheiro fácil e tomar o lugar da garotada feita em nossas categorias de base. A conferir...
ENQUANTO o Módulo II não chega, minha turma (maioria absoluta americana, é claro) continua “curtindo” as belas tardes de sábado no meu Gutierrez, com as primorosas apresentações da nossa quase filarmônica, que, anteontem, começou orquestra e terminou em duo. Na primeira parte, “show” dos músicos Délio das Graças Gandra (o americano/banguense bom de voz, violão, cavaquinho, banjo e de “causos”), Antônio Orfeu Braúna (bom de bandolim), Farjalo (percussionista exímio), Átila (idem, idem, com a mesma data) e o líder do grupo, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Duas ausências sentidas: do Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação, no “estaleiro”, vez que torceu o pé) e do galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que está em Florianópolis/SC, “curtindo” seu filho que mora na linda cidade do tenista (ou ex, sei lá), Gustavo Kuerten, o nosso festejado Guga. E, na segunda parte, após paralisação forçada pelo Délio, “show” do duo formado pelo Jésus Brito e pelo Mário (voz e violão). No próximo sábado, a quase filarmônica deve estar completa novamente. É o que todos nós esperamos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois de chegar no fundo do abismo, fora de qualquer competição importante (estadual ou nacional), só devendo disputar na atual temporada o Módulo II do Campeonato Mineiro e a Taça Minas Gerais (vexame histórico e inédito para um clube quase centenário), qualquer notícia boa enche de esperança a torcida americana (dias melhores virão). Como, por exemplo, a de ontem, na boa estréia da garotada na Copa São Paulo de Futebol Júnior, vencendo o Brasiliense (placar menor, gol de Wesley) e assumindo de “cara” a liderança de seu Grupo, vez que os outros dois concorrentes empataram. Agora é só administrar, em mais dois jogos. Vamos lá, garotada boa de bola...
O MEU Coelho foi o único dos mineiros a pegar um adversário bom (o tradicional Brasiliense de empresário/político forte em Brasília), já que a Raposinha/saltitante pegou o fraco Mirassol/SP e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas enfrentou o igualmente fraco Maranhão/MA. A tabela da competição paulista é sempre assim, “arrebentando” o Coelho e privilegiando a “fuleira”, “fajuta” e protegida duplinha RapoGalo. Odiosa discriminação! Como se pode notar, não é apenas nas Minas Gerais que tal fenômeno acontece. Na “paulicéia desvairada”, também. Fazer o quê? Bola para frente, Coelho...
ENQUANTO isso, o meu querido e glorioso América está começando sua preparação para o Módulo II do Campeonato Mineiro. Um pouco tarde, vez que estréia no próximo dia 18 de fevereiro, quando enfrenta o Ideal, no Ipatingão. Deve montar uma nova equipe, vez que a diretoria está prometendo no mínimo oito reforços, para todos os setores do time que deu tanto vexame no ano passado (no gol, na defesa, no meio-de-campo e no ataque). Tomara que sejam bons reforços, que cheguem e assumam a posição. Nada daqueles reforços (?) anteriores, que vinham para cá ganhar dinheiro fácil e tomar o lugar da garotada feita em nossas categorias de base. A conferir...
ENQUANTO o Módulo II não chega, minha turma (maioria absoluta americana, é claro) continua “curtindo” as belas tardes de sábado no meu Gutierrez, com as primorosas apresentações da nossa quase filarmônica, que, anteontem, começou orquestra e terminou em duo. Na primeira parte, “show” dos músicos Délio das Graças Gandra (o americano/banguense bom de voz, violão, cavaquinho, banjo e de “causos”), Antônio Orfeu Braúna (bom de bandolim), Farjalo (percussionista exímio), Átila (idem, idem, com a mesma data) e o líder do grupo, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba. Duas ausências sentidas: do Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação, no “estaleiro”, vez que torceu o pé) e do galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que está em Florianópolis/SC, “curtindo” seu filho que mora na linda cidade do tenista (ou ex, sei lá), Gustavo Kuerten, o nosso festejado Guga. E, na segunda parte, após paralisação forçada pelo Délio, “show” do duo formado pelo Jésus Brito e pelo Mário (voz e violão). No próximo sábado, a quase filarmônica deve estar completa novamente. É o que todos nós esperamos...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
DE LETRA - Nº 79
DE LETRA Nº 79 (SEXTA-FEIRA, 04-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Início de mais um ano, com todos
começando tudo novamente. É a velha rotina de todos os anos.
Para o meu querido e glorioso América, é, literalmente, começar
tudo de novo, do zero. E começou ontem, com a apresentação do
novo treinador (Alemão, mineiro de Lavras e amigo do Maradona,
que disputou a Copa do Mundo de 1990). Será que vai dar certo?
Para este modesto cronista, quem ganha jogos e conquista títulos
são os jogadores. Treinador só serve para, apenas e tão-somente,
treinar a equipe, escalá-la e fazer as substituições necessárias. Se
o treinador não atrapalhar, já estará bom demais. Sem um bom
elenco, nada de bom acontece. Resta, então, saber que elenco a
diretoria americana vai oferecer ao Alemão. Tomara que seja bom...
ESTÃO falando em, no mínimo, sete reforços. Correto, se tal
acontecer, vez que o atual elenco do América é dos mais fracos.
Praticamente o mesmo que deu tantos vexames no ano passado e
“matou” o torcedor americano de raiva e de vergonha. Alguns já
foram embora, outros podem seguir o mesmo caminho, para que
outros cheguem e honrem nossa quase centenária camisa gloriosa.
Pior é que o tempo conspira contra o América, vez que sua estréia
no Módulo II do Campeonato Mineiro será no próximo dia 18 de
fevereiro, no Ipatingão, contra o Ideal. Então, que cheguem logo
os falados reforços. Mas, que sejam reforços, mesmo, não aquela
“manjada” turma de aposentados, com data de validade vencida,
que só chega para ganhar dinheiro fácil e tomar o lugar da garotada
feita nas nossas categorias de base. Sem dinheiro, tem que haver
criatividade...
COISA ridícula essa “briguinha idiota” da “fuleira”, “fajuta”,
famigerada e protegida duplinha RapoGalo, por causa da bandeira
do Galinho entregue na premiação da São Silvestre de 2007, aos
quenianos Robert Cherriyot e Alice Timbilili. É o tal negócio: quem
não tem competência tem mais é que inventar moda (dizem que foi
jogada de marketing do meu amigo Ziza Valadares) e perder tempo
com “blá-blá-blá”...
PS – Em um especial exibido anteontem por uma emissora de televisão, o imortal Vinícius de Moraes, nosso “poeta maior”, afirmou não entender quem não aceitava ter ele deixado a poesia de livro para fazer poemas musicais. Deve ser por tal motivo que o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, acha ser Carlos Drumonnd de Andrade nosso “poeta maior”. Ledo engano do exímio músico, que, na tarde de amanhã, vai brindar o meu Gutierrez com outra bela apresentação da nossa quase filarmônica, ao lado do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, Délio Gandra, Farjalo, Roberto, Átila, Denise Fonseca, Maestro Dinho e outros. Estou nessa! Imperdível...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Início de mais um ano, com todos
começando tudo novamente. É a velha rotina de todos os anos.
Para o meu querido e glorioso América, é, literalmente, começar
tudo de novo, do zero. E começou ontem, com a apresentação do
novo treinador (Alemão, mineiro de Lavras e amigo do Maradona,
que disputou a Copa do Mundo de 1990). Será que vai dar certo?
Para este modesto cronista, quem ganha jogos e conquista títulos
são os jogadores. Treinador só serve para, apenas e tão-somente,
treinar a equipe, escalá-la e fazer as substituições necessárias. Se
o treinador não atrapalhar, já estará bom demais. Sem um bom
elenco, nada de bom acontece. Resta, então, saber que elenco a
diretoria americana vai oferecer ao Alemão. Tomara que seja bom...
ESTÃO falando em, no mínimo, sete reforços. Correto, se tal
acontecer, vez que o atual elenco do América é dos mais fracos.
Praticamente o mesmo que deu tantos vexames no ano passado e
“matou” o torcedor americano de raiva e de vergonha. Alguns já
foram embora, outros podem seguir o mesmo caminho, para que
outros cheguem e honrem nossa quase centenária camisa gloriosa.
Pior é que o tempo conspira contra o América, vez que sua estréia
no Módulo II do Campeonato Mineiro será no próximo dia 18 de
fevereiro, no Ipatingão, contra o Ideal. Então, que cheguem logo
os falados reforços. Mas, que sejam reforços, mesmo, não aquela
“manjada” turma de aposentados, com data de validade vencida,
que só chega para ganhar dinheiro fácil e tomar o lugar da garotada
feita nas nossas categorias de base. Sem dinheiro, tem que haver
criatividade...
COISA ridícula essa “briguinha idiota” da “fuleira”, “fajuta”,
famigerada e protegida duplinha RapoGalo, por causa da bandeira
do Galinho entregue na premiação da São Silvestre de 2007, aos
quenianos Robert Cherriyot e Alice Timbilili. É o tal negócio: quem
não tem competência tem mais é que inventar moda (dizem que foi
jogada de marketing do meu amigo Ziza Valadares) e perder tempo
com “blá-blá-blá”...
PS – Em um especial exibido anteontem por uma emissora de televisão, o imortal Vinícius de Moraes, nosso “poeta maior”, afirmou não entender quem não aceitava ter ele deixado a poesia de livro para fazer poemas musicais. Deve ser por tal motivo que o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, acha ser Carlos Drumonnd de Andrade nosso “poeta maior”. Ledo engano do exímio músico, que, na tarde de amanhã, vai brindar o meu Gutierrez com outra bela apresentação da nossa quase filarmônica, ao lado do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, Délio Gandra, Farjalo, Roberto, Átila, Denise Fonseca, Maestro Dinho e outros. Estou nessa! Imperdível...
ATÉ a próxima.
domingo, 30 de dezembro de 2007
DE LETRA -Nª 78
DE LETRA Nº 78 (SEGUNDA-FEIRA, 31-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A paz voltou. É o tal espírito natalino.
Mesmo com muita gente viajando na feriadão prolongado, a nossa
quase filarmônica do Gutierrez deu a sua costumeira bela
apresentação, anteontem, no Bar do Dalmi, a derradeira do ano que
está terminando hoje. Seis músicos de muito talento: Antônio Orfeu
Braúna (bandolim), Nortinho (voz, violão e animação), Traul (a voz),
Denise Fonseca (cantora), Délio das Graças Gandra (voz, violão e
cavaquinho), Alex (voz) e Farjalo (percussão). Faltou o líder da
banda, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner
Marques Brito, que estava fazendo turismo em Campinas/SP e
Jacutinga/MG, terra de muros baixos e mulheres bonitas. Faltou,
também, o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que estava
“paparicando” o mano cruzeirense Domingos Afonso, na acolhedora
Conceição do Mato Dentro. Interessante: quanto menos gente na
banda, mais qualidade. A “galera” gostou. Aplaudiu o tempo todo.
Agora, somente no próximo ano, se assim Deus o permitir. E vai...
SOMENTE a criatividade da jornalista Verônica Lima (da Anatel)
poderia bolar um presente tão diferente no Natal: um livro em
branco, com o título “Miguel De Letra, 33 anos de coluna e 33 anos
de América”, dando a sugestão para que eu escreva um livro. Ora,
não tenho capacidade para tanto. De se corrigir, apenas, os dados
do título: de coluna alcancei longos 29 anos (de 1979 a junho do
ano passado) e, de América, 52 (desde outubro de 1955). Durante
33 anos fiquei no extinto “Diário da Tarde” (de 1973 a 2006). Agora,
restou somente o meu modesto Blog internacional. Vida que
segue...
VIDA que segue, ano terminando e se aproximando a estréia de
meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato
Mineiro (dia 18 de fevereiro, contra o Ideal, no Ipatingão). Na
seqüência, recebe o Passense, de Passos, em seu belo e
confortável Independência. Gente, falta muito pouco tempo (um
mês e meio mais ou menos)! Como nos anos anteriores, a diretoria
vai contratar o novo treinador serodiamente, à undécima hora. E o
elenco, hein? Será o mesmo que deu tanto vexame em 2006? Ora,
não dá mais para suportar tanto sofrimento, com o clube fora de
qualquer Série do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e do
Campeonato Mineiro. É muito pouco para a grandeza de um clube
quase centenário, disputar apenas e tão-somente o Módulo II do
Estadual e a Taça Minas Gerais. Portanto, acorda diretoria...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A paz voltou. É o tal espírito natalino.
Mesmo com muita gente viajando na feriadão prolongado, a nossa
quase filarmônica do Gutierrez deu a sua costumeira bela
apresentação, anteontem, no Bar do Dalmi, a derradeira do ano que
está terminando hoje. Seis músicos de muito talento: Antônio Orfeu
Braúna (bandolim), Nortinho (voz, violão e animação), Traul (a voz),
Denise Fonseca (cantora), Délio das Graças Gandra (voz, violão e
cavaquinho), Alex (voz) e Farjalo (percussão). Faltou o líder da
banda, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner
Marques Brito, que estava fazendo turismo em Campinas/SP e
Jacutinga/MG, terra de muros baixos e mulheres bonitas. Faltou,
também, o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que estava
“paparicando” o mano cruzeirense Domingos Afonso, na acolhedora
Conceição do Mato Dentro. Interessante: quanto menos gente na
banda, mais qualidade. A “galera” gostou. Aplaudiu o tempo todo.
Agora, somente no próximo ano, se assim Deus o permitir. E vai...
SOMENTE a criatividade da jornalista Verônica Lima (da Anatel)
poderia bolar um presente tão diferente no Natal: um livro em
branco, com o título “Miguel De Letra, 33 anos de coluna e 33 anos
de América”, dando a sugestão para que eu escreva um livro. Ora,
não tenho capacidade para tanto. De se corrigir, apenas, os dados
do título: de coluna alcancei longos 29 anos (de 1979 a junho do
ano passado) e, de América, 52 (desde outubro de 1955). Durante
33 anos fiquei no extinto “Diário da Tarde” (de 1973 a 2006). Agora,
restou somente o meu modesto Blog internacional. Vida que
segue...
VIDA que segue, ano terminando e se aproximando a estréia de
meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato
Mineiro (dia 18 de fevereiro, contra o Ideal, no Ipatingão). Na
seqüência, recebe o Passense, de Passos, em seu belo e
confortável Independência. Gente, falta muito pouco tempo (um
mês e meio mais ou menos)! Como nos anos anteriores, a diretoria
vai contratar o novo treinador serodiamente, à undécima hora. E o
elenco, hein? Será o mesmo que deu tanto vexame em 2006? Ora,
não dá mais para suportar tanto sofrimento, com o clube fora de
qualquer Série do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e do
Campeonato Mineiro. É muito pouco para a grandeza de um clube
quase centenário, disputar apenas e tão-somente o Módulo II do
Estadual e a Taça Minas Gerais. Portanto, acorda diretoria...
ATÉ a próxima.
Assinar:
Postagens (Atom)