sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

DE LETRA-Nº 91

DE LETRA Nº 91 (SEXTA-FEIRA, 22-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora. Agora, sim, é definitivo, o meu querido e glorioso América estréia, finalmente, no Módulo II do Campeonato Mineiro. Faltam apenas três dias. Na noite da próxima segunda-feira (20h30), o Ipatingão vai tremer. O Ideal, nossa primeira vítima, que se cuide, vez que o Coelhão está de olho na divisão maior do futebol mineiro do próximo ano. Com uma nova equipe montada, tem tudo para conquistar o título da competição. É o que todos nós, americanos, desejamos.
O QUE aconteceu no ano passado, ficou para trás, no meio do caminho. Aquele “timeco” que nos fez passar por tantas humilhações, nunca mais. Agora temos um goleirão (o experiente Flávio, campeão brasileiro de 2001 com o Galinho dos ricos, o paranaense, bem entendido), dois bons laterais, dois bons zagueiros e bons armadores e volantes. O armador Wellington, campeão brasileiro com o também meu Santos em 2002 joga muito (idem, idem, com a mesma data, o zagueirão Preto). O Tiago Silva, aquele talentoso meia-esquerda que brilhou no ano passado (foi um dos que se salvou do “incêndio”), retornou ao América. Joga de cabeça erguida e faz cada lançamento, deixando os atacantes na “cara” dos goleiros rivais. E o Coelho continua contando com a velocidade do experiente atacante Euler, o que, a despeito da idade, é o que mais corre na equipe, servindo de exemplo para os mais jovens. Tudo a conferir a partir da próxima segunda-feira. Saravá...
ENQUANTO não chega o grande momento, os americanos do meu Gutierrez seguem se deliciando com a nossa já famosa e ótima quase filarmônica. Ontem, no Canjão (Rua Alvarenga Peixoto, entre Avenidas Olegário Maciel e Álvares Cabral, Bairro de Lourdes), brilhou o “trio parada mole”, formado pelo meu dileto e grande amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (timba afinada e barulhenta), Antônio Orfeu Braúna (bandolim de ouro) e Nortinho (voz e violão). O amigo e sempre ídolo Alemão (violão e voz) deu uma “canja”. Em 1973, com o Mineirão lotado, o Coelho vencia o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas (dois a zero), quando o goleirão Neneca foi expulso. Como na época não havia a tal “regra três”, o Alemão foi para o gol e o rival só conseguiu um golzinho “chorado” (o de honra) no final da partida. Ele pegou até “pensamento”. Grande Alemão...
NA noite de hoje tem o nosso “ensaio geral” e, na tarde/noite de amanhã, a apresentação de gala do nosso brilhante e aplaudido grupo musical, tudo no Bar do Toninho (Rua Américo Macedo, Gutierrez). Espera-se a presença de todos os nossos talentosos músicos, como Délio Gandra, Farjallo, Roberto, Traul (a voz), Átila, Joaquim Gonçalves Fonseca (“rei das damas” do Gutierrez) e Cadinho Faria (o “mago do violão”). Imperdível...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

DE LETRA - 90

DE LETRA Nº 90 (SEGUNDA-FEIRA, 18-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A desorganização do futebol mineiro é um negócio muito sério. Tudo é feito, quando é feito, em cima da hora. O meu querido e glorioso América iria estrear no Módulo II do Campeonato Mineiro na noite de hoje, enfrentando o Ideal, em Ipatinga. Mas os estádios dos participantes ainda não tinham sido aprovados pela Federação Mineira de Futebol. Assim, mais uma semana de espera. Enquanto isso, o Coelho segue sua rotina de treinos e amistosos. Nada se pode falar da nova equipe montada pelo clube, vez que os dois amistosos foram realizados com portões fechados, um absurdo intolerável. Treinos secretos, pois sim! Ora, o torcedor tem o direito de conhecer o seu time. Será que o treinador Alemão queria esconder do torcedor a fraqueza de nosso setor defensivo? Ora, nossa defesa levou nada mais nada menos do que cinco gols de dois fracos adversários (dois do União Luziense e três do Itaúna), marcando o ataque americano sete gols. O América vai enfrentar os dois times na competição. Então, parece que muita coisa tem que melhorar. Se é que o Coelho está pensando seriamente em ser campeão e retornar à divisão principal do futebol mineiro...
ENQUANTO isso, A Raposinha/saltitante sofre para vencer modestos times do Campeonato Mineiro, o fraco e endividado Galinho/sem/esporas leva uma “rasteira” do Saci em pleno Mineirão e o Tigre segue dando mostras de que tem tudo para voltar a ser um São Caetano da vida. Atrás do Ipatinga (três pontos) no Estadual apenas o Uberaba, com um ponto apenas a menos (o famoso Zebu Fujão da década de 80, quando, de medo, não quis enfrentar o meu Coelho, na final da Taça Minas Gerais)...
TROCANDO de assunto: impedida de dar mais um espetáculo no Bar do Dalmi, por causa do desinteressante joguinho da Raposinha, a nossa quase filarmônica do Gutierrez trocou de domicílio. Agora, tudo será no Bar do agitado atleticano Toninho, na Rua Américo Macedo. Na tarde/noite de anteontem, sob o comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua barulhenta e afinada timba, brilharam os talentosos músicos Nortinho (violão e voz), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio das Graças Gandra (cavaquinho, banjo, violão e voz), Átila (pandeiro), Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas” do Gutierrez com seu surdo pandeiro), Traul (a voz) e Farjallo (percussão). Ausentes apenas Roberto (pandeiro) e o galista Cadinho Faria (o “mago do violão), que estréia, com sua mulher Lina e sua filha Lira, na noite da próxima sexta-feira, no bar do amigo Paulo, na Praça Leonardo Gutierrez, Imperdível...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

DE LETRA- Nº 89

DE LETRA Nº 89 (SEXTA-FEIRA, 15-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Eta futebol desorganizado! Hoje, faltariam apenas três dias para a estréia do meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato Mineiro (será no próximo dia 25, em Ipatinga, contra o Ideal). Agora faltam dez. Que loucura! Samba do crioulo doido? Até parece. A contagem regressiva do torcedor americano foi para as “cucuias”. Que coisa! Tudo por causa da precariedade de alguns de nossos estádios, que ainda não tinham sido aprovados. Eta Brasil! Tudo em cima da hora. Quanta moleza! Se alguém pedir que essa gente da Federação Mineira de Futebol tome conta de duas tartarugas, garanto que uma foge...
A DESCULPA da falta de dinheiro não vale mais. Depois da parceria com a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte e com o BMG, chegou a Fiat. Assim, o meu América terá condição de montar fortes elencos e manter suas revelações. Como o de agora, com quase uma equipe completa sendo contratada (goleiro, laterais, zagueiros, volantes e armadores). Ainda falta um atacante, do tipo que empurra o esférico para dentro da meta dos adversários. Agora, vai. O torcedor americano está cheio de entusiasmo, sonhando com a volta à divisão principal do futebol mineiro. É o nosso primeiro objetivo. O segundo, mais para a frente, será o retorno progressivo à divisão de elite do futebol brasileiro, começando pela Série C (tem de ganhar a Taça Minas Gerais de 2008), passando pela Série B e chegando à Série A. Somente assim tudo chegará em seu devido lugar. Sonho meu, sonho meu...
PS – Meu querido amigo Josino Pereira Brito, promotor de Justiça aposentado, completou, na última terça-feira, dia 12, 96 anos de idade. Que beleza! Ele é avô do garoto brilhante Luquinha (americano dos bons) e genitor de meu grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, que comanda a nossa quase filarmônica do Gutierrez, com a sua barulhenta e afinada timba, na apresentação de gala, na tarde/noite de amanhã, no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela), ao lado de tantos músicos talentosos, como Cadinho Faria (o “mago do violão), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), Délio das Graças Gandra (voz, violão, cavaquinho, banjo, “causos”, fofocas e mentiras), Átila, Roberto, Farjallo (percussão) e outros. Na noite de ontem, o “trio parada mole”, formado por Braúna, Nortinho e Jésus, deu “show” no Bar Canjão (Rua Alvarenga Peixoto, entre Avenidas Olegário Maciel e Álvares Cabral, Bairro de Lourdes). Mas, na noite de hoje, foi cancelado o “ensaio geral”, por falta de “quorum”. Também, ninguém é de ferro...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

DE LETRA - Nº 88

DE LETRA Nº 88 (SEGUNDA-FEIRA, 11-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Com a torcida da talentosa jornalista Elisabeth Colares (do “Estado de Minas”), minha leitora assídua (uma das), estou chegando à coluna centenária, no Blog. Faltam apenas12. E chegando perto, também, da de número sete mil (são 88 no meu modesto Blog internacional e 6.625 no extinto “Diário da Tarde”). Contagem regressiva: faltam somente 287. Pena ter sido forçado a não escrever as duas últimas colunas (segunda e sexta), por causa da viagem da “carnavalesca” Rita Maria, que aproveitou a folga do carnaval e viajou para Campinas/SP e Itajubá/MG. Explico: é a Rita que passa a coluna, do disquete para meu Blog, já que computador, para mim, não passa de máquina de escrever. Se não aprendi até agora, claro que não vou aprender. Questão de interesse...
NO carnaval, como anualmente, acompanhei o desfile das Escolas de Samba pela “telinha”. Menos, por ter dado uma enorme cochilada, a minha Mangueira. Assim, não vi a Mangueira entrando (na passarela, bem entendido). Mas, “curti” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, durante 12 dias seguidos, deu “show” no Bar do Dalmi (Rua Ludgero Dolabela, Bairro Gutierrez), do Toninho (Rua Américo Macedo, mesmo bairro) e do Carlos (Canjão, da Rua Alvarenga Peixoto, Bairro de Lourdes). Quanto fôlego, mormente dos amigos Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da barulhenta e afinada timba), Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação) e Antônio Orfeu Braúna (cada vez melhor no cavaquinho, digo, bandolim). Faltaram alguns “foliões”, que estavam viajando. Mas, o melhor deles, o “mago do violão” Cadinho Faria, retornou a tempo de dar seu costumeiro “show”, na tarde/noite do último sábado. Que beleza! Valeu, minha gente...
“DESLIGADO”, nem vi que o tempo passou rápido. Afinal, faltam apenas e tão-somente sete dias para a estréia do meu querido e glorioso América, no Módulo II do Campeonato Mineiro (dia 18, em Ipatinga, contra o Ideal), com uma equipe bem diferente da que deu tantos vexames na temporada passada, já que adquiriu vários reforços, nada mais nada menos do que nove: o goleirão Flávio, os zagueiros Robão, Preto e Eduardo Teles, o lateral-direito Tiago Souza, o lateral-esquerdo Jean Batista, o volante Wellington, o meia Júnior Negão e o atacante Douglas (não é o nosso “complicado” e, sim, o que veio do Tupinambás, de Juiz de Fora). De “quebra”, três campeões brasileiros: Flávio (em 2001 com o Galinho dos ricos, o paranaense, bem entendido), Preto e Wellington (com o também meu Santos, em 2002). Agora, treinador Alemão, é só colocar essa turma jogando, para que o Coelho retorne à divisão principal do futebol mineiro. O Campeonato Brasileiro fica para depois. Sem pressa. Degrau por degrau. Saravá!
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

DE LETRA - Nº 87

DE LETRA Nº 87 (SEXTA-FEIRA, 01-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O tempo passa. E rápido. Já estamos no mês da estréia do meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato Mineiro. Faltam apenas 17 dias, pouco mais de duas semanas. No dia 18 próximo, o Coelho enfrenta o Ideal, em Ipatinga, devendo colocar em campo uma nova equipe, já que quase um time foi adquirido. Já perdi a conta. Parece que o clube contratou nada mais nada menos do que sete jogadores. Hoje chegou mais um. Trata-se do atacante Márcio Barros, o “Marcinho”, de 26 anos de idade, que já defendeu o poderoso São Paulo. Só falta um goleiro experiente. O bom é que o América não contratou jogadores velhos, com o prazo de validade vencido, como gosta de dizer o respeitado radialista Emanuel Carneiro. Como conheço apenas os ex-santistas Preto e Wellington, tomara que todos sejam bons de bola e que estejam inteiros. Nos últimos tempos, nunca um treinador foi tão bem tratado pelo clube. Felizardo o Alemão, que, assim, poderá armar uma equipe forte para buscar o título da competição. O torcedor americano merece. Então, vamos lá...
MINHA modesta opinião não é solteira. Ela é compartilhada pela maioria da torcida americana. Por coincidência, hoje, após redigir o parágrafo anterior, dei uma pausa para ler a coluna do americano Mário Filho, o “Américo Coelho” do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País, que veio substituir, no coração dos mineiros, o extinto “Diário da Tarde”, que, durante longos 77 anos, foi o campeão disparado de venda em bancas de jornais. No jornal, passei longos 33 anos. Uma vida. Pois bem, o Mário Filho escreve tudo aquilo que penso. Vale a pena conferir sua apreciada e lida coluna.
SÃO os bons ventos que continuam soprando para os lados do América, trazendo de volta a esperança ao coração do americano, esperança que, aliás, é verde. Sinto isso em cada torcedor com quem converso diariamente na rua e nos bares da vida. O meu querido sobrinho Felipe Amore Santiago enviou-me mensagem para o meu modesto internacional Blog, dizendo que, dessa vez, o Coelho emplaca. Tomara! O mesmo entusiasmo demonstram, também, os grandes americanos e amigos Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez”) e José Américo Campos, o do chapelão mexicano. Agora, é esperar para ver em campo o novo América...
PS – De volta ao Bar do Dalmi, a nossa quase filarmônica do Gutierrez realiza o “ensaio geral” (na noite de hoje) e nova bela apresentação (na tarde de amanhã), sob a firme batuta do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Vamos lá, Orfeu Braúna, Nortinho, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Délio Gandra, Roberto, Átila e outros talentosos músicos...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

DE LETRA-Nº 86

DE LETRA Nº 86 (SEGUNDA-FEIRA, 28-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Está chegando a hora! Faltam apenas 21 dias (três semanas) para a estréia do meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato Mineiro (dia 18 próximo, contra o Ideal, em Ipatinga). O Coelho vai enfrentar apenas modestas equipes da nossa interlândia. Se não conquistar o título, pode fechar as portas. É sua obrigação, pela enorme tradição do clube mais simpático do futebol mineiro. Portanto, vamos lá, Coelho!
O DINHEIRO está chegando (bons patrocinadores), gente do ramo comandando o futebol (o diretor Cleber Américo e o treinador Alemão) e reforços na área. Até agora, já foram adquiridos sete reforços: o lateral-direito Tiago Souza, o lateral-esquerdo Jean Batista, os zagueiros Preto e Eduardo Teles, o volante Welington e os meias Diego Gaúcho e Júnior Negão. Faltam, ainda, um goleiro experiente e um atacante. Uma nova equipe. É só entrosar a turma e “pronto, yes e vamos andando”, como diria o sumido grande amigo galista Heleninho Leitão...
UM OUTRO sumido grande amigo atleticano, o Aquiles Rezende, enviou-me mensagem, de sua acolhedora Perdões/MG, onde é secretário municipal, para dizer que, quando falo da nossa quase filarmônica do Gutierrez, suas “lombrigas ficam agitadas na vontade de ver”, o que ele espera fazer, brevemente. Contou que se encontrou com o nosso amigo comum Paulo Sérgio, “lavrense da Grande Perdões”, relembrando os bons tempos vividos no Gutierrez, bairro em que eles moraram na década de 90. E, aproveitando o ensejo, mandou um abraço ao “jacutinguense americano/santista Jésus Brito”, que não é irmão e nem parente do nosso saudoso amigo, o médico ginecologista Sérgio Brito Lucena. Os três (Aquiles, Paulo Sérgio e Sergio Lucena) freqüentaram (com a turma do Zé Migué), o bar do simpático casal Nô e Cleuza, na Rua Oscar Trompowiski. Bons tempos, que não voltam mais...
NAQUELA época, só faltava a nossa quase filarmônica. A animação ficava por conta do saudoso amigo Dawson Laviola, mestre na percussão, o precursor da música na turma. Seu belo exemplo está sendo seguido pela nossa banda, sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. Na tarde/noite de anteontem, nossa turma “bagunçou” o Bar do agitado e falante galista Toninho, com Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação) , Orfeu Braúna (bandolim cada vez melhor), Traul (a voz), Farjalo (percussão), Joaquim Gonçalves Fonseca, o “rei das damas do Gutierrez” e outros. Só faltou o Cadinho Faria, o “mago do violão”, que, preguiçoso, acompanhou tudo do lado. Na noite de sexta-feira (ensaio geral) e na tarde de sábado, a turma volta a agitar o Bar do Dalmi.
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

DE LETRA- Nº 85

DE LETRA Nº 85 (SEXTA-FEIRA, 25-01-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Menos de um mês separa o meu querido e glorioso América do início do Módulo II do Campeonato Mineiro. Nossa estréia será no dia 18 próximo, em Ipatinga, contra o Ideal. Seis reforços já foram adquiridos (dois laterais, dois zagueiros e dois meias). Dois deles, o zagueiro Preto e o meia Wellington, conheço bem, vez que foram campeões brasileiros pelo também meu Santos, em 2002, com o treinador Vanderlei Luxemburro, digo, burgo. Bons patrocinadores estão entrando com o “cacau”. Cá para nós, com dinheiro fica mais fácil. E como! Sem dinheiro, com salários atrasados, o Coelho já levava a sua vidinha. Agora...
PRIMEIRO foi o banco BMG (quem diria, atleticano patrocinando o América!), depois a Prefeitura de Belo Horizonte. Agora chegou a vez da Kickball, que será a responsável pelo fornecimento do material esportivo do clube. E tem uma novidade que vai deixar feliz o torcedor americano, mormente o amigo Joaquim Gonçalves Fonseca: a volta da camisa verde e branca, nossas cores de origem, como nosso terceiro uniforme. Que beleza! O Joaca, campeão de damas do meu Gutierrez, falava nisso todo dia, por não suportar o preto em nosso uniforme. Desde que me entendo por americano (final de 1955) que a nossa camisa é verde e branca. A preta e verde ficou por ter sido eleita, pela revista “Placar”, a mais bonita do País. Já passou da hora de mudar, voltando aos bons tempos. Nunca é tarde para resgatar o passado...
SÃO os bons ventos que continuam soprando para os lados do meu América. Diretor de futebol do ramo, treinador que dizem competente e dinheiro para investir no elenco. Justamente no modesto Módulo II. Por quê o clube não agiu assim quando estava no Campeonato Mineiro e no Campeonato Brasileiro? O que não faz o pavor de nova queda, que seria para a Terceirona estadual! O caminho para a volta por cima é algo longo. A única saída seria essa, começar tudo de novo, do zero, para que o América possa voltar a ser respeitado no País todo. Então, vamos “encarar”, de início, o Módulo II, depois a Taça Minas Gerais e ver o que vai dar...
PS – Enquanto espera pela bola rolando, os americanos do meu Gutierrez continuam “curtindo” a nossa quase filarmônica. Na noite de quarta-feira, brilhou o improvisado quarteto, formado pelos americanos Jésus Wagner Marques Brito (o dileto e grande amigo americano/santista) e Roberval Rocha, pelo atleticano Orfeu Braúna e pelo cruzeirense Nortinho. Na noite de hoje tem o “ensaio geral”, no Bar do Dalmi e, na tarde de amanhã, a apresentação de gala no Bar do galista Toninho, com a volta do amigo Cadinho Faria, o “mago do violão”, que leu a modesta coluna em meu internacional Blog, em Florianópolis/SC. Que coisa...
ATÉ a próxima.