segunda-feira, 17 de março de 2008

DE LETRA- Nº 98

DE LETRA Nº 98 (SEGUNDA-FEIRA, 17-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente, uma vitória convincente, a de ontem, já que golear o União Luziense/Santa Luzia, no nosso belo e confortável Independência (cinco a zero), não foi vantagem alguma. Simplesmente, obrigação! Golear a tradicional e veterana Caldense, no belo Estádio Ronaldo Junqueira (três a zero), sim, é tarefa para poucos. Várias vezes já presenciei o meu querido e glorioso América passando aperto no logradouro. Aliás, Poços de Caldas, dessa vez, fez muito bem ao Coelho, vez que, no meio da semana, havia empatado em dois gols com o Poços de Caldas, depois de estar vencendo por dois a zero. Bobeira imperdoável! O América trouxe quatro importantes pontos na bagagem. Não perdeu a viagem...
ONTEM, o que acontecia com freqüência com o meu América, aconteceu em seu favor. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional (faltam somente duas para a centenária coluna, viu, Bety Colares): um gol logo aos 45 segundos de jogo (Euller), outro aos 45 minutos (Tiago Silva) e outro aos 17 minutos do segundo tempo (golaço do Luciano). Bom demais! Agora, em seis jogos, são quatro vitórias, um empate e uma inesperada derrota, com o Coelho marcando 12 gols (média de dois por partida) e sofrendo cinco (média de 0,8). Uma justa liderança da fase classificatória do Módulo II do Campeonato Mineiro, com 13 pontos ganhos, ainda que na companhia de Itaúna e Araxá, justamente nossos dois próximos adversários, no Gigante do Horto e na interlândia. Assim, o negócio é lotar o Independência na noite de depois de amanhã. A torcida americana precisa fazer a sua parte. Estarei lá...
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo continua dando seus costumeiros vexames contra modestas equipes da nossa interlândia no Campeonato Mineiro. A Raposinha/saltitante perdeu do Rio Branco (em pleno Mineirão, gol do ex-americano Bruno Mineiro, artilheiro da competição) e o fraco, pobre, conturbado e endividado Galinho/sem/esporas perdeu do Ipatinga, tudo pelo placar menor. Como será no Brasileirão? Logicamente, um vexame atrás do outro. Bom demais...
PS – Bom demais, também, foi “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado, no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), completamente lotado, com vários casais dançando com os rostos colados, como antigamente. Brilharam, como sempre, os talentosos músicos Jésus Wagner Marques Brito (o grande e dileto amigo americano/santista da timba afinada e barulhenta), Nortinho (violão, voz e animação), Antônio Orfeu Braúna, Traul (a voz), Roberto, Átila, Farjallo, Milton e outros. Uma banda cada vez melhor. Faltaram apenas o Délio Gandra e o Cadinho Faria, o “mago do violão”...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 14 de março de 2008

DE LETRA Nº 98

DE LETRA Nº 97 (SEXTA-FEIRA, 14-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Vulcão despertou e o meu Coelho se danou todo! Que coisa! Mais dois pontos jogados fora pelo meu querido e glorioso América, na noite de ontem, em Poços de Caldas, que, após estar vencendo por dois a zero, cedeu o empate e ainda perdeu uma penalidade máxima (o que aconteceu, intrépido artilheiro Douglas?). Quando saía com o amigo Joaquim Gonçalves Fonseca (“rei das damas do Gutierrez” e pandeirista nas horas vagas) do Bar do Toninho (Rua Américo Macedo), onde acompanhamos o primeiro tempo, o amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito demonstrou certa preocupação e receio de o América “entregar o jogo” no segundo tempo, talvez lembrando-se daquela partida recente, em Divinópolis, quando, após estar vencendo o Guarani por três a um, permitiu a virada.
AFIRMEI que não haveria perigo, por ser nossa defesa experiente (Flávio, Tiago, Preto, Fabrício Soares e Jean Batista). Ledo engano! Cheguei em casa e liguei meu aparelho (de rádio, bem entendido). Somente raras informações, vez que os companheiros “papagaios” choravam a derrota da preferida Raposinha/saltitante (placar menor em pleno Mineirão para o Rio Branco, gol do ex-americano Bruno). De repente veio o empate (dois gols de cabeça) e o Douglas perdeu um pênalti. Mais dois pontos perdidos (agora, já são cinco) e uma amarga terceira colocação (dez pontos, contra 13 do Araxá e 11 do Uberlândia). No mesmo Estádio Ronaldo Junqueira, o América enfrenta, na tarde de depois de amanhã, a Caldense, bem mais difícil, recebendo, no próximo dia 19, o Itaúna, em seu belo e confortável Independência. Tem que melhorar o ataque (só marcou nove gols em cinco partidas, com média inferior a dois gols por jogo) e a defesa, que já levou cinco gols, com média de um gol por partida. Vamos lá, Coelho, melhorando aos poucos, caso queira o título do Módulo II do Campeonato Mineiro e retornar à divisão maior das Minas Gerais...
VIDA que segue! Na noite de hoje e na tarde/noite de amanhã, no Bar do agitado amigo galista Toninho, tem o “ensaio geral” e a costumeira bela apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, com os talentosos músicos Jésus Brito, Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Délio das Graças Gandra, Roberto (e sua inseparável Dirce, uma espécie de “Romeu e Julieta”), Átila, Farjallo, Traul, Cadinho Faria (o “mago do violão”) e tantos outros. E com direito a uma homenagem especial à aniversariante de hoje, a querida Rita Maria, a quem cumprimento aqui de meu modesto Blog internacional (pessoalmente, já a abracei). Tudo, imperdível...
PS – Amiga Bety Colares, faltam apenas três para a centésima coluna (no Blog, bem entendido). Viu, estou chegando lá...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 10 de março de 2008

DE LETRA Nº 96

DE LETRA Nº 96 (SEGUNDA-FEIRA, 10-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O grande americano Fernando Marcos Bartolomei, conceituado odontólogo mineiro que mora em Teresópolis/RJ e tem consultório em Copacabana, ligou, na noite de ontem, para saber notícias do nosso querido e glorioso América, já que se encontrava viajando, gozando suas merecidas férias. Como ele é leitor assíduo de meu modesto Blog internacional, informo que, antes do jogo da tarde do último sábado, pelo Módulo II do Campeonato Mineiro, o nosso Coelho havia vencido o Ideal (em Ipatinga, placar menor) e o Passense (mesmo placar, no Independência) e perdido do Valério (em Itabira, três a zero).
E, anteontem, pulverizou, no Independência, o União Luziense (de Santa Luzia), por cinco a zero, com três gols do intrépido atacante Douglas e dois do ainda lépido atacante Euller, subindo para a segunda colocação (os dois primeiros sobem para a divisão maior do futebol mineiro do próximo ano), com um ponto apenas menos do que o líder Araxá. O Mecão melhorou muito em relação às partidas anteriores, em que não jogou bem (pelo contrário). Parece que o entrosamento está surgindo aos poucos, com os novos contratados mostrando melhor futebol (o goleiro Flávio, os zagueiros Preto e Eduardo Teles e o lateral-esquerdo Jean Batista) e a “prata da casa” sendo prestigiada pelo treinador Alemão (George, Hugo, China e Maranhão). Aos poucos o Coelho está chegando, com o torcedor sonhando com o título. Saravá!
AGORA, de olho na liderança, o nosso América, caro amigo Fernando Bartolomei, joga duas vezes seguidas na linda Poços de Caldas, contra o novato time do Poços de Caldas (na próxima quinta-feira, 20h30) e contra a veterana Caldense (no domingo, 16 horas). Vencendo as duas partidas (tomara), retorna do Sul de Minas na liderança e pronto para encher o Gigante do Horto, na noite do próximo dia 19, quando recebe a novata equipe do Itaúna. Tudo, a conferir...
O QUE tem sido bom, também, amigo Fernando, é a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que você precisa conhecer, que, na noite de sexta-feira e na tarde de sábado, tem “bombado” no Bar do agitado atleticano Toninho (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (o jovem que ama a sua Jacutinga, terra de muros baixos e mulheres bonitas) e contando com os talentosos músicos Nortinho (voz e violão), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio das Graças Gandra (violão, voz, banjo e violão), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Farjallo, Átila, Roberto (percussão), Traul (a voz) e outros. Vale a pena conferir...
PS – Ontem fui forçado a ver uma das piores “peladas” dos últimos tempos, o horroroso joguinho da fuleira, fajuta, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. É isso que chamam de “maior clássico do futebol brasileiro”? Deu “calo” nos olhos...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 7 de março de 2008

DE LETRA Nº 95

DE LETRA Nº 95 (SEXTA-FEIRA, 07-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pelo que li na manhã de hoje no “Super Notícia”, o jornal mais lido do País e que substituiu o extinto “Diário da Tarde” no coração dos mineiros, vai começar o festival de improvisações no meu querido e glorioso América. Bastou a primeira derrota (aquela vexatória goleada sofrida no Estádio Israel Pinheiro, em Itabira). Parece que o volante Wellington será deslocado para a lateral direita, na posição do “brigão” Tiago, que se estranhou com um torcedor americano no final da partida. Assim, Luciano ganharia uma vaga no meio-de-campo. É esperar para conferir tudo na tarde de amanhã, no nosso belo e confortável Independência, contra o União Luziense, do agora treinador Antônio William Gomes (foi um árbitro respeitável). E de seu auxiliar Paloma, ex-atacante do Coelho. É vencer ou ganhar, como afirma, hoje, em sua apreciada coluna (“A voz da arquibancada – o jeito elite de ser e de viver”), o grande americano Mário Filho (“Américo Coelho”). E tem que vencer, mesmo, para não entrar em desespero já na quarta rodada do Módulo II do Campeonato Mineiro. Até agora, duas magras vitórias (Ideal de Ipatinga e Passense, placar menor) e uma derrota (três a zero para o Valério). É vencer amanhã e esperar duas “pedreiras” seguidas fora de casa (contra o Poços de Caldas e a Caldense, nos próximos dias 13 e 16, no Ronaldão).
SE O meu América não me dá alegria, a minha Verônica Lima proporciona. Quem não gostaria de ter uma filha como ela? Faltando apenas os títulos (e ela os tem em boa quantidade e qualidade), a jornalista da Anatel é a primeira colocada no concurso da Câmara dos Deputados. Inteligência é “mal” de família, para alegria da “mãe coruja” Rita Maria. O Guilherme Lima, irmão da Vê, passou em segundo lugar no concurso de Juiz de Direito, sendo, hoje, juiz da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá. Dois brilhantes jovens...
PS – E quem traz alegria para o Gutierrez é a nossa quase filarmônica, que na noite de hoje faz o seu “ensaio geral” e na tarde/noite de amanhã faz a sua costumeira bela apresentação. Tudo, no Bar do agitado e falante atleticano Toninho (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (o da timba afinada e barulhenta) e com a participação dos talentosos músicos Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), Antônio Orfeu Braúna (cada vez melhor no cavaquinho, digo, bandolim), Délio das Graças Gandra (voz, violão, banjo, cavaquinho, “causos” e mentiras), Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez”, com seu surdo pandeiro), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Roberto (e sua inseparável Dirce), Átila, Farjallo e outros. Simplesmente imperdível...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 3 de março de 2008

DE LETRA Nº 94

DE LETRA Nº 94 (SEGUNDA-FEIRA, 03-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sei que a derrota faz parte do velho ludopédio, assim como o empate e a vitória. Entretanto, ser goleado por três a zero pela garotada do Valério, faça-me o favor. É simplesmente intolerável! Mais um vexame do meu querido e glorioso América. Na noite da última quinta-feira, no nosso belo e confortável Independência (vai ficar bem melhor e moderno com as reformas), disse a vários americanos com quem conversei após o jogo contra o Passense (vitória magra pelo placar menor) que não havia gostado nadinha do nosso novo time (novo com os mesmos defeitos dos antigos), antevendo o fiasco da manhã chuvosa de ontem, no Estádio Israel Pinheiro, onde o Coelho dificilmente vence. Em Itabira, sempre tem pedra no meio do caminho...
O BOM companheiro Maurílio Costa, em seu comentário na transmissão da “Rádio Itatiaia”, disse que o América mostrou-se algo desinteressado e sem vontade, a ponto de cometer apenas seis faltas, contra 25 do Valério. E entrou em campo “dormindo” (será que foi pelo horário matinal da partida?), a ponto de levar um gol relâmpago, logo aos dois minutos. E o segundo aos 16 minutos. O terceiro (19 minutos do segundo tempo) foi mera questão de tempo, para “fechar o caixão”, pelas facilidades ofertadas ao adversário, que é time de garotos nada bobos. Assim, a importante vitória da estréia no Ipatingão ficou anulada. Elas por elas. Como estamos ainda na terceira rodada, há tempo suficiente de reação. Desde que o América mostre um futebol razoável. A começar no próximo sábado (16 horas), no Gigante do Horto, contra o União Luziense. Que time é esse? Jogo para goleada e fazer artilheiro. Mas, do jeito que o Coelho está jogando, sei lá...
ENQUANTO o meu América segue dando seus vexames, a nossa quase filarmônica do Gutierrez continua com as suas belas apresentações, nas noites de sexta-feira (“ensaio geral”) e nas tardes de sábado, no Bar do agitado amigo galista Toninho (Rua Américo Macedo). No final de semana não foi diferente, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (que gracinha os nossos Coelho e Peixe, hein?) e o talento musical de Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Farjalo, Roberto (e sua inseparável Dirce), Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez” e pandeirista nas horas vagas), Átila, Marcelo “Tremendão” e Paulo César. Dessa vez só faltou o amigo americano/banguense Délio das Graças Gandra (voz, violão, cavaquinho, banjo, “causos” e mentiras). O Traul (a voz) também “deu o cano” no grupo...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

DE LETRA- Nº 93

DE LETRA Nº 93 (SEXTA-FEIRA, 29-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O crucial problema do meu querido e glorioso América continua. Nada muda. As oportunidades perdidas a cada jogo preocupam. E muito. O gol que o lépido atacante Euler perdeu (até tu, caro amigo?), na pequena área, com o goleiro rival completamente batido, serviu como exemplo maior da falta de pontaria e de tranqüilidade da equipe. Um gol salvador do intrépido atacante Douglas (jogada linda do Euler) e só. Mais uma vez, como na estréia no Ipatingão, valeu a vitória (e os três pontos e a liderança isolada do Módulo II do Campeonato Mineiro). Mas, pelo que vi na noite de ontem, falta muito, ainda, para o Coelho pensar em título. Não vi evolução alguma no time do treinador Alemão. Laterais (ou alas, sei lá) que não apoiaram e meio-de-campo que não marcou e nem fez a bola chegar aos atacantes, que ficaram isolados na frente. Vamos esperar que, na manhã de domingo, em Itabira, a coisa melhore um pouco. Caso contrário, o torcedor “joga a toalha”...
NADA (ou quase nada) deu certo para o meu América. Para este modesto cronista algumas complicações (sanadas) antes da partida. Também pudera, com o agitado galista Toninho na nossa companhia (foi ao jogo com o Zé Migué, com o Jésus Brito, com o Luquinha Brito e com o Zé Américo Campos, o do chapelão mexicano, que aposentou de tão velho), não há cabeça que funcione bem. Na saída do meu Gutierrez, “perdi” minhas chaves. Foi um custo encontrá-las. É que elas estavam em um bolso diverso do que tenho o hábito de guardá-las. Eta sufoco! Depois, quando dei cinco reais (ingresso de ancião é pela metade) ao Jésus, não percebi que havia dado todo o meu parco dinheiro. Procurei no chão, no caminho que havia percorrido. Muito depois é que encontrei tudo com o Jésus. Outro sufoco solucionado. Era o prenúncio de que iria acompanhar um jogo de “dar calo na vista”. Assim, não dá...
TEM nada não! Hoje tudo será bem diferente. A começar no período noturno, com o “ensaio geral” da nossa famosa e respeitada quase filarmônica do Gutierrez. E continua na tarde de amanhã, com a apresentação de gala. Tudo no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do nosso líder Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta. Tem muito mais: Antônio Orfeu Braúna (bandolim cada vez melhor), Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), Délio das Graça Gandra (voz, violão, banjo, cavaquinho, “causos” e mentiras), os percussionistas exímios Átila, Roberto e Joaquim Gonçalves Fonseca (rei das damas do Gutierrez e seu surdo pandeiro), Traul (a voz) e o galista Cadinho Faria (o “mago do violão”) e outros que gostam de uma “canja”. Imperdível.
ATÉ a próxima.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

DE LETRA - Nº 92

DE LETRA Nº 92 (TERÇA-FEIRA, 26-02-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não teve jeito. Foi de propósito. Fui obrigado a deixar de escrever a modesta coluna de ontem (escrevo somente na segunda e na sexta-feira), por causa da estréia do meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato Mineiro. A vitória da noite de ontem no Ipatingão foi de fundamental importância (três pontos fora de casa), com um gol de cabeça do intrépido atacante Douglas. Entretanto, foi preocupante as oportunidades perdidas, um velho problema do Coelho. Vamos treinar a pontaria, minha gente! E um modesto time da interlândia “carimbando” o nosso travessão duas vezes e obrigando o goleirão Flávio a fazer boas e difíceis defesas. O que é um goleiro de nível...
FICARIA totalmente sem sentido escrever a coluna ontem, por causa do jogo. Assim, toda vez que o América jogar na segunda ou na sexta-feira, a coluna vai ficar para o dia seguinte (terça-feira e sábado). Ouvi o jogo de ontem por uma emissora de rádio de Ipatinga (televisão, nem em sonho, somente nos Estados Unidos, costa a costa, pois no País, a maioria esmagadora é americana). O locutor (o comentarista, também) contou que o América dominou amplamente a partida, mas concluiu muito mal as boas e rápidas jogadas criadas. Vamos ver se, na noite de depois de amanhã, no nosso belo e confortável Independência, a pontaria melhora. Estarei firme para conferir. Espera-se a presença de um bom número de torcedores nessa árdua caminhada do América de volta à divisão principal do futebol mineiro (no Ipatingão, muitos americanos presentes). E vamos chegar lá, vez que o Coelho, como já disse antes, é como as águas do rio, que alcançam o objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. Vamos lá, Coelho! Ao sucesso!
ENQUANTO isso, a nossa apreciada quase filarmônica do Gutierrez continua “bombando” e encantando quem gosta de música. No final de semana, no Bar do agitado amigo galista Toninho (Rua Américo Macedo), duas belas apresentações, na noite de sexta-feira e na tarde/noite de domingo, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (o da timba afinada e barulhenta) e contando com os talentosos músicos Nortinho (violão e voz), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio das Graças Gandra (violão, voz, banjo e cavaquinho) e os percussionistas Roberto (com a sua inseparável Dirce), Átila e Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez” com o seu surdo pandeiro). Infelizmente, mais uma vez, a ausência sentida do amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”...
PS – Amiga e ex-companheira Bety Colares, talentosa jornalista do “Estado de Minas”, estou chegando lá. Faltam apenas oito (no modesto Blog internacional, bem entendido) para a coluna centenária. Pode continuar torcendo...
ATÉ a próxima.