sexta-feira, 18 de abril de 2008

DE LETRA Nº 107

DE LETRA Nº 107 (SEXTA-FEIRA, 18-04-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Com substancial ajuda do Araxá, que perdeu ótima oportunidade de se isolar na liderança absoluta do Módulo II do Campeonato Mineiro, o meu querido e glorioso América saiu de Belo Horizonte e retornou da interlândia (Uberlândia e Patos de Minas) líder (em número de vitórias). Na tarde de amanhã, acredito, com o nosso belo e confortável Independência lotado, tem tudo para se isolar na liderança da competição, vez que vai receber justamente o Araxá. Será o “troco” (na bola, bem entendido) daquela “palhaçada” que fizeram com a gente no Estádio Fausto Alvim. O que foi “aquilo”, grande amigo e companheiro Eduardo Ávila? Essa é a sua Araxá civilizada? Você, que esteve no estádio, nada viu? O jeito é procurar o oculista...
TORCIDA é a do meu América, prezado amigo Eduardo Ávila. Americano tem o “jeito elite de ser e de viver”, como afirma o grande americano Mário Filho, o “Américo Coelho”, da apreciada coluna americana do jornal “Super Notícia”, que leio diariamente. Como atleticano, você não deve saber disso. Então, dê um pulinho ao nosso Gigante do Horto na tarde de amanhã, para constatar tal realidade. Vá conhecer uma torcida civilizada, que sabe receber bem os visitantes. Quanto aos americanos, espera-se aquele incentivo total durante toda a importante partida, empurrando o Coelho para cima do Ganso. Hora e vez de “afogar” o ganso e se isolar na liderança da competição. Depois, apenas mais sete jogos, quatro em casa (Caldense, Poços de Caldas, Valério e Ideal/Ipatinga) e três fora (Itaúna, União Luziense/Santa Luzia e Passense/Passos). Notou, atento leitor de meu modesto Blog internacional, como seria importante uma vitória amanhã?
TÃO importante que, como diretor-presidente, cancelei a apresentação de amanhã da nossa quase filarmônica do Gutierrez, para que os americanos do grupo (maioria absoluta) pudessem comparecer ao Independência. Sob o comando firme do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba, a banda tocou ontem, vai tocar na noite de hoje e na tarde de domingo, no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo). Já estão “intimados” os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (violão e voz), Délio das Graças Gandra (o eclético), Farjallo, Roberto, Átila, Joaquim Gonçalves Fonseca (percussão), Traul (a voz), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Bizo e outros. Imperdível, simplesmente...
PS – E a Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Que “timaço”! Tomou quatro do Ituiutaba e cinco do tal Potosí. Que defesa é essa? Uma verdadeira “peneira”. Quá-quá-quá! Só rindo...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

De Letra nº 106

DE LETRA Nº 106 (SEGUNDA-FEIRA, 14-04-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Cheguei na tarde de hoje, depois de passar, com a Rita e a Verônica Lima, o final de semana, na progressista Itajubá/MG, com a Débora e o Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz de Direito da Primeira Vara Cível da comarca. Lindas cachoeiras vi de longe (a turma se esbaldou). De perto, apreciei apenas o velho “guaraná”, para não perder o costume (ou manter a coerência, sei lá). “Mamãe”, como diria o sumido amigo cruzeirense Vavá (alô, Ipatinga, cidade de uma equipe que está caminhando para ser o São Caetano/SP das Minas Gerais)...
SOMENTE tomei conhecimento da inesperada derrota do meu querido e glorioso América, em Uberlândia, na noite de ontem, pela internet. Tem nada não, o Coelhão ainda é líder do Módulo II do Campeonato Mineiro. Depois de amanhã tem nova “parada indigesta”, contra a União Recreativa dos Trabalhadores (URT), em Patos de Minas. Vamos lá Coelho! Como o futebol mineiro está desprestigiado no Sul de Minas! Os joguinhos desinteressantes da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo só acompanhei pelo tal “pay-per-view” (por ser americano somente no velho ludopédio, não sei se é assim que escreve, mas a tradução é “pagar para ver”). Que “sufoco” passaram a Raposinha/saltitante (empatou em quatro gols, no Mineirão, com o Ituiutaba, após estar vencendo por quatro a um) e o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas (venceu o Tupi/Juiz de Fora, no mesmo logradouro, por três a dois). Fico imaginando o que a duplinha vai arranjar no Campeonato Brasileiro. Naturalmente, um vexame atrás do outro, para deleite de todos nós, americanos...
NO Sul de Minas, ninguém “dá bola” para os três grandes de Belo Horizonte (o trio CoelhoRapoGalo). Depois a turma da famigerada duplinha RapoGalo fala que tem uma enorme (?) torcida nas Minas Gerais. Ledo engano. Apenas em Belo Horizonte e cidades vizinhas. Em Itajubá, percebi tal fenômeno, que já era de meu conhecimento. No sábado, “carreata” pela vitória do também meu Fluminense sobre o Vasco da Gama e, no domingo, idem, idem, com a mesma data, pelas vitórias do Botafogo sobre o Flamengo e do São Paulo sobre o Palmeiras. Todos uniformizados e com enormes bandeiras, gritando os nomes de seus clubes do coração. Pois é...
PS – Por ter viajado na última sexta-feira e retornado ontem, claro que não participei da nossa quase filarmônica do Gutierrez, no final de semana, no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo). Os detalhes vou ficar sabendo somente quando conversar com o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o competente líder da banda. Quem perdeu foi o Zé Migué. Mas, no próximo final de semana, estarei firme que nem prego em areia...
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

DE LETRA Nº 105

OLÁ, caros leitores semanais! Tirando a liderança isolada do Módulo II do Campeonato Mineiro, o resto continua de amargar. Simplesmente inconcebível que o meu querido e glorioso América sofra “sufoco” em seu belo e confortável Independência, como na noite de ontem. O Coelho tinha que se impor em casa, não permitindo que modestas equipes da interlândia tomem as rédeas das partidas. Estão perdendo o respeito e partindo com tudo para cima. Cadê a nossa tradição, que não tem entrado em campo?
SE NÃO fosse a segurança do goleirão Flávio, que já evitou vários gols dos adversários, sei lá, a “vaca teria ido para o brejo” na noite de ontem. Fez uma defesa no finalzinho da partida, que nem te conto, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional! Pior é que levou o terceiro cartão amarelo e desfalca o Coelho no difícil jogo do próximo domingo, em Uberlândia. É simplesmente a metade da nossa equipe. A outra metade, é o ainda lépido atacante Euller, com sua enorme experiência, que fez muita falta ontem. De resto, uma defesa atabalhoada e um meio-de-campo nada combativo e criador, deixando o atacante Douglas, o artilheiro do Coelho na competição, isolado na frente. Depois o Jésus Brito quer que ele resolva sozinho. Ora, amigo, Pelé foi único. Douglas é Douglas...
AGORA, duas “paradas bem indigestas” pela frente: Uberlândia (na manhã do próximo domingo, no Parque do Sabiá) e União Recreativa dos Trabalhadores (na noite da próxima quarta-feira, em Patos de Minas). Sorte do meu América é que ele já acumulou alguma “gordurinha”, vez que está com três pontos a mais do que o vice Araxá, que, no segundo turno, vai conhecer o nosso Gigante do Horto, onde o América empatou apenas uma partida (URT, uma enorme “zebrinha”), ganhando as demais. Além do mais, venceu dois jogos na interlândia mineira. Mas, para vencer (e convencer), tem que jogar bem mais do que vem apresentando. Está de “lascar”...
INFELIZMENTE, não poderei estar presente nas belas apresentações da nossa quase filarmônica do Gutierrez, na noite de hoje e na tarde/noite de amanhã, no Bar do galista Toninho (Rua Américo Macedo). É que estarei em Itajubá/MG, com a Rita e a Verônica, passando uns dias com a Débora e o Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz de Direito da Primeira Vara Cível da comarca. De quando em vez é bom trocar a cidade grande pela tranqüilidade da interlândia. Mas, como diretor-presidente da banda, confio no comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. E nos talentosos músicos Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Átila, Farjallo, Roberto, Délio Gandra, Cadinho (o “mago do violão”), Traul (a voz) e outros.
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

DE LETRA Nº 104

DE LETRA Nº 104 (SEGUNDA-FEIRA, 07-04-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu querido e glorioso América segue seu caminho na direção da divisão maior do futebol mineiro. Ontem, no encerramento do primeiro turno do Módulo II do Campeonato Mineiro, retomou a liderança, com 23 pontos, um a mais do que o então líder Araxá. E com uma boa campanha: em 11 jogos, sete vitórias, dois empates e duas derrotas, marcando 21 gols (média de 1,9 por partida) e sofrendo dez (0,9). Com sete gols, o atacante Douglas é o nosso artilheiro, seguido de Thiago Silva (seis), Euller (quatro), Luciano (dois), Maranhão e Júnior Negão (um, cada). A estréia no returno será na noite da próxima quinta-feira, no nosso belo e confortável Independência, contra o Formiga, a quem o Coelho venceu, ontem, na interlândia mineira. Vamos, lá, América, paulatinamente e sem pressa voltando aos bons tempos...
ACOMPANHAR jogos do América é uma missão difícil. Como de hábito, mormente quando a famigerada, “fuleira” e “fajuta” duplinha RapoGalo joga no mesmo horário, não perdi meu precioso tempo, não ligando o meu aparelho (de rádio, bem entendido). Meu irmão José Marcos e os sobrinhos José Neto e Felipe acompanharam por uma emissora de rádio de Formiga, via internet, informando-me (ao Jésus Brito, também, que tomava o velho “guaraná” com o Zé Migué, no Bar do Toninho) o andamento da partida. De repente, o Zé Marcos ligou: “dois a zero, gols relâmpagos de Thiago Silva e Maranhão”. Uma bela e importante vitória. Até empatar no acanhado estádio do adversário já é tarefa difícil. Imagine vencer. E venceu sem quatro importantes titulares. Com o Coelho é assim, quanto mais difícil, melhor, vez que ele é como a água do rio, que alcança o objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. E, dá-lhe Mecão...
POIS é, mais uma enfadonha “grande decisão” do Campeonato Mineiro. A duplinha de sempre, vez que, acreditar em Ituiutaba e Tupi (Tupi or not tupi, eis a questão), é o mesmo que acreditar em Saci Pererê. Tem nada, não, vez que o Brasileirão vem aí, com os costumeiros vexames (de inveja, o Ipatinga vai ficar no mesmo barco). Melhor é continuar “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, para variar, deu aquele “show”, no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba, ao lado de talentosos músicos, como Antônio Orfeu Braúna, Nortinho, Traul, Roberto, Átila, Wagner e Farjalo. Fantástico!
PS – Para mandar um especial e carinhoso abraço para a querida irmã Maria Lúcia, pelo aniversário de ontem, comemorado com guaraná (sem aspas, mesmo).
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

DE LETRA Nº 103

DE LETRA Nº 103 (SEXTA-FEIRA, 04-04-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O torcedor americano espera que o treinador Alemão tenha notado, na noite de ontem, que o cobrador oficial de penalidade máxima no meu querido e glorioso América é o ainda lépido atacante Euller. Espera, também, que o meia Thiago Silva e o atacante/artilheiro Douglas tenham apreendido como se cobra um pênalti. Que categoria, que tranqüilidade! Machuca o coração americano saber que, por causa de dois pênaltis perdidos pelo Douglas e pelo Thiago Silva (nos empates com o Poços de Caldas e a União Recreativa dos Trabalhadores), custaram menos quatro pontos ao Coelho, que poderia estar, hoje, com 24 pontos ganhos, na liderança do Módulo II do Campeonato Mineiro e com três a mais do que o ainda líder Araxá (21). Tem nada não. O Ganso ainda vai conhecer o nosso belo e confortável Independência, no segundo turno da competição...
MAIS uma vez, a meu modesto sentir, o América não jogou bem, a despeito da vitória de dois a zero contra o Uberlândia. A impressão é a de que o time não está treinando (ou treinando pouco e erradamente, sei lá), já que não há segurança no setor defensivo e o meio-de-campo não está marcando bem e nem municiando bem o ataque, já que o esférico chega muito pouco na frente e sem boa qualidade. Assim, sofrem o goleirão Flávio e os atacantes Euller e Douglas. Até agora, está valendo apenas a regular e boa campanha, de seis vitórias, dois empates e duas derrotas, faltando somente o jogo em Formiga, na tarde do próximo domingo, no encerramento do primeiro turno. Vencendo, o América ficaria na boa, já que, no segundo turno, joga seis vezes no Gigante do Horto (Ideal/Ipatinga, Valério, Poços de Caldas, Caldense, Araxá e Formiga) e cinco na interlândia (Passense/Passos, União Luziense/Santa Luzia, Itaúna, URT e Uberlândia). Vamos lá, Coelho!
PS – Enquanto não chega a rodada do próximo domingo, o jeito será “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde de amanhã (apresentação da gala), no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (seu filho Luquinha, que está ficando “fera” no violão, breve será componente da banda). Vamos lá, talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna, Nortinho, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Traul (a voz), Roberto, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas” do Gutierrez e exímio pandeirista nas horas vagas), Átila, Farjallo e outros. Turma da “pesada”. Imperdível, simplesmente...
PS 2 – Ontem, no Independência, revi o ex-colega do Colégio Marconi (décadas de 50 e 60), o americano Ronaldo Rajão, primo de minha querida cunhada Consuelo Rajão Santiago. Quanto tempo!
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 31 de março de 2008

DE LETRA Nº 102

DE LETRA Nº 102 (SEGUNDA-FEIRA, 31-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A equipe mudou, o treinador mudou, mas nada mudou no quartel de Abrantes, digo, Coelho. No Campeonato Mineiro do ano passado, após estar vencendo o Guarani, em Divinópolis, por três a um, o meu querido e glorioso América permitiu a vergonhosa virada (quatro a três). E, na tarde do último sábado, no nosso belo e confortável Independência, após estar vencendo a União Recreativa dos Trabalhadores (URT), de Patos de Minas, por três a um, o América permitiu o triste empate (três a três). E o meia Thiago Silva ainda perdeu uma penalidade máxima. É muita falta de atenção. Era só controlar o jogo, tocando a bola com inteligência. Nada mais. E o treinador, como fica nessa estória? Fazendo apenas papel de fantoche na beira do campo? Logo o Alemão, que foi um belo jogador do velho ludopédio, que chegou até a disputar uma Copa do Mundo! Ora, outra coisa, quem deveria ter cobrado o pênalti era o ainda lépido e experiente atacante Euller (nosso melhor cobrador), ou, até mesmo, o atacante/artilheiro Douglas, já que o presidente, que, dizem, ter que cobrar, por ser uma penalidade importante, claro que não poderia. Aliás, dois pênaltis perdidos na competição já custaram ao América quatro pontos perdidos (o outro foi do Douglas, contra o Poços de Caldas)...
A SITUAÇÃO do América, apesar de tudo, continua confortável no Módulo II do Campeonato Mineiro, vez que está na segunda colocação, com 17 pontos ganhos, três apenas atrás do ainda líder Araxá, que vai conhecer o Gigante do Horto, no segundo turno, sabendo-se que dois clubes sobem para a divisão maior das Minas Gerais no próximo ano. Agora, é esquecer a “bobeira” e partir com tudo para cima do Uberlândia, na próxima quinta-feira, no Independência, para fechar, com “chave de ouro”, o primeiro turno, no próximo dia 6, contra o Formiga, na interlândia mineira. Dá-lhe Coelho!
ENQUANTO isso, a nossa quase filarmônica continua “bombando” no meu Gutierrez, nas noites de sexta-feira e nas tardes de sábado, no Bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo). O logradouro está ficando pequeno para tanta gente que gosta da boa música, sob o firme comando do nosso líder, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. No final de semana, estiveram por lá os talentosos músicos Nortinho (violão, voz e animação), Antônio Orfeu Braúna (o do bandolim, que continua com suas inteligentes e oportunas crônicas no jornal “O Tempo”), Átila (percussão), Wagner (órgão), Traul (a voz), Cadinho Faria (o “mago do violão”) e outros. Só faltou o americano/banguense Délio das Graças Gandra (violão, voz, banjo, cavaquinho e “causos” engraçados)...
PS - E o Ipatinga, heim? Quase rebaixado. Quá-quá-quá...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 28 de março de 2008

DE LETRA Nº 101

DE LETRA Nº 101 (SEXTA-FEIRA, 28-03-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Outrora, um bom jogo da divisão maior do futebol mineiro. Bons tempos! Atualmente, uma mera partida do Módulo II do Campeonato Mineiro. A que ponto chegaram o meu querido e glorioso América e a União Recreativa dos Trabalhadores, a tradicional URT, da progressista Patos de Minas, que jogam, na tarde de amanhã (16 horas), no nosso belo e confortável Independência. Vamos lá, Coelho! Mais uma vitória de fundamental importância, já que um matemático de plantão afirmou que, vencendo todas as partidas em casa, mantendo os cem por cento de aproveitamento, o América garante uma das duas vagas para o Campeonato Mineiro do próximo ano. Além da URT, o Coelho enfrenta, ainda, no Gigante do Horto, Uberlândia, Ideal/Ipatinga, Valério, Poços de Caldas, Caldense, Araxá e Formiga. Já enfrentou (e venceu), Passense/Passos, União Luziense/Santa Luzia e Itaúna. Portanto, toda a atenção será pouca. É vencer, vencer, vencer, como no hino de um determinado clube de Belo Horizonte...
PRESTANDO homenagem (?) ao pobre, fraco, protegido e endividado Galinho/sem/esporas, em sua apreciada coluna de hoje, no jornal “Super Notícia”, o talentoso cronista americano Mário Filho (o “Américo Coelho”, da coluna “A voz da arquibancada – o jeito elite de ser e de viver”), demonstrando uma memória privilegiada, citou alguns dos responsáveis por vários títulos estaduais dos nossos eternos rivais, os ex-árbitros Alcebíades Magalhães Dias (o meu saudoso amigo “Cidinho Bola Nossa”), Joaquim Gonçalves (o “Quim-quim Carijó”), Geraldo Fernandes e João Félix Júnior. Claro que o Marinho se esqueceu de tantos outros que ajudaram o Galinho e prejudicaram o nosso Coelhão, que, mesmo assim, ainda conseguiu conquistar 15 títulos estaduais (dez deles seguidos), contra tudo e contra todos. O apelido do Joaquim Gonçalves, “Quim-quim Carijó”, diz tudo. O do Alcebíades Magalhães Dias, “Cidinho Bola Nossa”, surgiu quando ele apitava um jogo do seu Galinho e mandou que um atleta atleticano cobrasse um lateral, dizendo que a “bola é nossa”...
PS – Deixando a arbitragem mineira de lado, informo que, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde/noite de amanhã (apresentação da gala), tem, no Bar do galista Toninho, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o seguro comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (timba), contando com os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (violão e voz), Traul (a voz), Átila, Roberto, Farjallo (percussão), Délio das Graças Gandra (violão, cavaquinho, banjo e voz), Cadinho Faria (o “mago do violão”) e outros. Imperdível, simplesmente! Vale a pena conferir. Aprecie sem moderação...
ATÉ a próxima.