DE LETRA 116 (SEGUNDA-FEIRA, 19-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Desde a década de 70, pela segunda vez, o torcedor americano não teve o direito de soltar o grito de “campeão” dentro de um estádio. Em 1971, após vencer, na noite de sábado, o Uberlândia, no Mineirão (com “show” e belos gols de “bicicleta” do fantástico Jair Bala), o meu querido e glorioso América teve que esperar, no dia seguinte, a vitória do fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas contra a Raposinha/saltitante, para ficar com o título estadual (invicto). E agora, para confirmar o título antecipado do Módulo II do Campeonato Mineiro, teve que esperar, na tarde de ontem, o “tropeço” da Caldense, em Itaúna. Tudo bem, valeu a conquista e o retorno à divisão principal do futebol mineiro. Agora, é encerrar a participação na competição, fazendo um “amistoso de luxo” contra o Ideal/Ipatinga, em nosso belo e confortável Independência. E começar a se preparar para a Série C do Campeonato Brasileiro, que começa no início de julho próximo, com uma equipe totalmente remodelada. O alvo do Coelho doravante passa a ser a Série B do próximo ano. Não podemos perder essa oportunidade de ouro que chegou bem antes do que muitos incrédulos imaginavam. Valeu dinâmico presidente Antônio Baltazar! Valeu igualmente dinâmicos dirigentes!
AO CONFERIR a classificação do Módulo II após a rodada de ontem, dá até um friozinho na espinha, vez que, se o América (38 pontos) perdesse seis pontos no TJD pela falada escalação de um jogador com três cartões amarelos, poderia perder o título para o Uberlândia (33). Ainda bem que tudo não passou de um “terrorismo barato” armado por alguém fora do meu clube. Está tudo certo como dois e dois são quatro! Agora é só comemorar e esperar pela Série C do Brasileirão. O Mecão vai enfrentar, na primeira das quatro fases, no Grupo 11, Cabofriense/RJ, Paulista de Jundiaí/SP e Serra/ES. Os dois primeiros passam para a segunda fase. Dureza! A torcida espera um elenco forte, presidente Baltazar. A chance está aí. Não podemos bobear...
PS – Enquanto o torcedor americano segue “secando” os rivais caseiros (o Tigre perdeu as duas primeiras no Brasileirão, o Galinho empatou as duas e a Raposina “suou” para marcar um golzinho solteiro no “cascudão” do Botafogo/RJ), a nossa quase filarmônica do Gutierrez continua “bombando” no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito. Sábado apareceu cada “lube-lube” de lascar, como diria o flamenguista Zé Carlos (da CEF da Rua Tupinambás), como um “cruzeirense” cantando e rebolando e uma “escurinha” pequena (pouco mais de um metro e meio) sambando o tempo todo, como se fosse uma sambista de escola de samba. Depois de muito rebolar, humildemente agradeceu a compreensão da banda e saiu toda feliz para pegar o metrô e ir para a sua residência. Foi bonito! O Orfeu Braúna (o do bandolim) se emocionou e pediu que eu escrevesse uma crônica a respeito. Não deu, amigo: faltou-me inspiração...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
DE LETRA Nº 115
DE LETRA Nº 115 (SEXTA-FEIRA, 16-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contra tudo e contra todos, enfrentando “terrorismo” da Federação Mineira de Futebol (o que é isso, amigo e presidente Paulo Sérgio Miranda Schettini?) e de parte da mídia esportiva, o meu querido e glorioso América garantiu, em menos tempo do que muita gente imaginava, com uma rodada de antecipação, seu retorno à divisão principal do futebol mineiro. Agora, só falta o título, que pode vir na tarde de depois de amanhã (se a Caldense “tropeçar” em Itaúna) ou na tarde do próximo dia 25, quando o Coelho recebe, na derradeira rodada, o Ideal/Ipatinga, em seu belo e confortável Independência. Grande vantagem? Ora, título é título, qualquer que seja. O Mecão só enfrentou equipes da interlândia? Por acaso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não enfrentou também apenas times da interlândia no Campeonato Mineiro? Se o meu Coelhão não pode comemorar seu título, a Raposinha/saltitante também não pode comemorar o dela. Pior é o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas que não vai conquistar nadinha no ano de seu centenário, a não ser título protestado. Ou será que essa gente galista imagina que o clube pode conquistar o título do Brasileirão de 2008? Oba, Papai Noel existe! Em assim sendo, cadê o presente? Em dezembro vocês vão ver...
A SEMANA foi ótima para a imensa família americana. Na terça-feira, uma goleada (cinco a zero) no Tribunal de Justiça Desportiva (queriam tirar seis pontos do América, ao argumento de que escalou um atleta irregularmente). E, no dia seguinte, festa no Gigante do Horto, com a vitória (placar menor contra o Valério) que nos levou de volta à elite do futebol mineiro. No ano que vem vocês vão ver o América. Cuidado, duplinha RapoGalo! Foi bonito e emocionante ver a torcida fazendo festa na arquibancada e os atletas, que sequer americanos são, no gramado. Valeu, dinâmico presidente Antônio Baltazar e seus leais e igualmente competentes companheiros de diretoria! Agora, é montar um elenco mais forte ainda, para conquistar a Série C do Campeonato Brasileiro. Brevemente, o América estará de volta à Série A. Saravá!
PS – Agora é só comemorar, “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde/noite de amanhã (“apresentação de gala”), no Bar do agitado e triste galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito com a sua afinada e barulhenta timba (alô, Jacutinga, terra de muros baixos e mulheres bonitas!) e contando com talentosos músicos como Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (violão e voz), Délio das Graças Gandra (violão, bandolim, banjo e voz), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Farjallo, Átila, Bizzo, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas” do Gutierrez), Traul (a voz), Wagner e outros. Ainda não contaremos com o Roberto, que permanece no “estaleiro”, todo “quebrado”, sendo tratado (e bem) pela sua inseparável Dirce. Volte rápido, Roberto...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contra tudo e contra todos, enfrentando “terrorismo” da Federação Mineira de Futebol (o que é isso, amigo e presidente Paulo Sérgio Miranda Schettini?) e de parte da mídia esportiva, o meu querido e glorioso América garantiu, em menos tempo do que muita gente imaginava, com uma rodada de antecipação, seu retorno à divisão principal do futebol mineiro. Agora, só falta o título, que pode vir na tarde de depois de amanhã (se a Caldense “tropeçar” em Itaúna) ou na tarde do próximo dia 25, quando o Coelho recebe, na derradeira rodada, o Ideal/Ipatinga, em seu belo e confortável Independência. Grande vantagem? Ora, título é título, qualquer que seja. O Mecão só enfrentou equipes da interlândia? Por acaso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não enfrentou também apenas times da interlândia no Campeonato Mineiro? Se o meu Coelhão não pode comemorar seu título, a Raposinha/saltitante também não pode comemorar o dela. Pior é o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas que não vai conquistar nadinha no ano de seu centenário, a não ser título protestado. Ou será que essa gente galista imagina que o clube pode conquistar o título do Brasileirão de 2008? Oba, Papai Noel existe! Em assim sendo, cadê o presente? Em dezembro vocês vão ver...
A SEMANA foi ótima para a imensa família americana. Na terça-feira, uma goleada (cinco a zero) no Tribunal de Justiça Desportiva (queriam tirar seis pontos do América, ao argumento de que escalou um atleta irregularmente). E, no dia seguinte, festa no Gigante do Horto, com a vitória (placar menor contra o Valério) que nos levou de volta à elite do futebol mineiro. No ano que vem vocês vão ver o América. Cuidado, duplinha RapoGalo! Foi bonito e emocionante ver a torcida fazendo festa na arquibancada e os atletas, que sequer americanos são, no gramado. Valeu, dinâmico presidente Antônio Baltazar e seus leais e igualmente competentes companheiros de diretoria! Agora, é montar um elenco mais forte ainda, para conquistar a Série C do Campeonato Brasileiro. Brevemente, o América estará de volta à Série A. Saravá!
PS – Agora é só comemorar, “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde/noite de amanhã (“apresentação de gala”), no Bar do agitado e triste galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito com a sua afinada e barulhenta timba (alô, Jacutinga, terra de muros baixos e mulheres bonitas!) e contando com talentosos músicos como Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (violão e voz), Délio das Graças Gandra (violão, bandolim, banjo e voz), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Farjallo, Átila, Bizzo, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas” do Gutierrez), Traul (a voz), Wagner e outros. Ainda não contaremos com o Roberto, que permanece no “estaleiro”, todo “quebrado”, sendo tratado (e bem) pela sua inseparável Dirce. Volte rápido, Roberto...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
DE LETRA Nº 114
DE LETRA Nº 114 (SEGUNDA-FEIRA, 12-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Nem a fria manhã de ontem, o pênalti perdido pelo Euller e as incontáveis oportunidades perdidas evitaram a goleada do meu querido e glorioso América (quatro a dois no União Luziense), em Santa Luzia. Dois gols do artilheiro Douglas, um do ainda lépido atacante Euller e outro do zagueiro Eduardo Teles. Tranqüilo na liderança do Módulo II do Campeonato Mineiro, o Mecão está com tudo nas mãos para ficar com o título e retornar à divisão de elite do futebol mineiro, já que seus derradeiros jogos (Valério na noite de quarta-feira e Ideal/Ipatinga na tarde do dia 25) serão no nosso belo e confortável Independência. Só não fica com o título se não quiser. O time cresceu e jogou bem ontem, como testemunharam meu irmão José Marcos, meus sobrinhos José Neto e Felipe e os amigos Jésus Brito, Joaquim Fonseca e José Américo, que estão com o América onde ele estiver. Corajosos, os jovens...
NOSSA situação (hoje, 38 pontos) está tão tranqüila que, mesmo perdendo os falados nove pontos amanhã no Tribunal de Justiça Desportiva (seis pela improvável escalação do zagueiro Fabrício Soares com três cartões amarelos e três pela desistência do Passense), continuaria na liderança da competição, já que a União Recreativa dos Trabalhadores perderia 12 pontos (seis por escalar jogador irregularmente e seis por causa da Passense), a Caldense, o Araxá, o Itaúna e o Uberlândia três (por causa da Passense). Então, a classificação ficaria assim: América (29 pontos), Uberlândia (27), Itaúna (27), Caldense (26) e Araxá (26), ao passo que a URT poderia ficar com apenas 14. De se registrar que o Ideal (está hoje com 25 pontos) recebe, hoje, a Caldense. Portanto, ainda sem preocupação. Tudo a ser conferido amanhã, no “tapetão”. O América tem afirmado que sua defesa está guardada “a sete chaves”. Espero que ela seja encontrada a tempo...
PS – Enquanto isso, a nossa quase filarmônica continua agitando o final de semana do meu Gutierrez, sempre sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na noite de sexta-feira foi no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo) e na tarde/noite de sábado em minha residência, na comemoração de meus 64 anos de idade. Que festa incrível! Além de meus familiares (o magistrado Guilherme veio de Itajubá e a jornalista Verônica de Brasília) e amigos, estiveram presentes os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna, Nortinho, Délio das Graças Gandra, Farjallo, Átila, Bizzo e outros. Cantamos até o hino do América. Deram o “bolo” Rocha (deveria estar no “0800” do sítio de sua filha em Lagoa Santa), Roberto (ainda no “estaleiro”) e Cadinho Faria (o “mago do violão”), que estava dando um “show” em um clube campestre no mesmo horário. O bolo de verdade foi, mais uma vez, presente do advogado Almir Garcia. No ano que vem tem mais “chope e dança” (cuidado com a pronúncia, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional).
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Nem a fria manhã de ontem, o pênalti perdido pelo Euller e as incontáveis oportunidades perdidas evitaram a goleada do meu querido e glorioso América (quatro a dois no União Luziense), em Santa Luzia. Dois gols do artilheiro Douglas, um do ainda lépido atacante Euller e outro do zagueiro Eduardo Teles. Tranqüilo na liderança do Módulo II do Campeonato Mineiro, o Mecão está com tudo nas mãos para ficar com o título e retornar à divisão de elite do futebol mineiro, já que seus derradeiros jogos (Valério na noite de quarta-feira e Ideal/Ipatinga na tarde do dia 25) serão no nosso belo e confortável Independência. Só não fica com o título se não quiser. O time cresceu e jogou bem ontem, como testemunharam meu irmão José Marcos, meus sobrinhos José Neto e Felipe e os amigos Jésus Brito, Joaquim Fonseca e José Américo, que estão com o América onde ele estiver. Corajosos, os jovens...
NOSSA situação (hoje, 38 pontos) está tão tranqüila que, mesmo perdendo os falados nove pontos amanhã no Tribunal de Justiça Desportiva (seis pela improvável escalação do zagueiro Fabrício Soares com três cartões amarelos e três pela desistência do Passense), continuaria na liderança da competição, já que a União Recreativa dos Trabalhadores perderia 12 pontos (seis por escalar jogador irregularmente e seis por causa da Passense), a Caldense, o Araxá, o Itaúna e o Uberlândia três (por causa da Passense). Então, a classificação ficaria assim: América (29 pontos), Uberlândia (27), Itaúna (27), Caldense (26) e Araxá (26), ao passo que a URT poderia ficar com apenas 14. De se registrar que o Ideal (está hoje com 25 pontos) recebe, hoje, a Caldense. Portanto, ainda sem preocupação. Tudo a ser conferido amanhã, no “tapetão”. O América tem afirmado que sua defesa está guardada “a sete chaves”. Espero que ela seja encontrada a tempo...
PS – Enquanto isso, a nossa quase filarmônica continua agitando o final de semana do meu Gutierrez, sempre sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na noite de sexta-feira foi no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo) e na tarde/noite de sábado em minha residência, na comemoração de meus 64 anos de idade. Que festa incrível! Além de meus familiares (o magistrado Guilherme veio de Itajubá e a jornalista Verônica de Brasília) e amigos, estiveram presentes os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna, Nortinho, Délio das Graças Gandra, Farjallo, Átila, Bizzo e outros. Cantamos até o hino do América. Deram o “bolo” Rocha (deveria estar no “0800” do sítio de sua filha em Lagoa Santa), Roberto (ainda no “estaleiro”) e Cadinho Faria (o “mago do violão”), que estava dando um “show” em um clube campestre no mesmo horário. O bolo de verdade foi, mais uma vez, presente do advogado Almir Garcia. No ano que vem tem mais “chope e dança” (cuidado com a pronúncia, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional).
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 9 de maio de 2008
DE LETRA Nº 113
DE LETRA Nº 113 (SEXTA-FEIRA, 09-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Campeonato Brasileiro começa amanhã, infelizmente, sem o meu querido e glorioso América, que começa, em julho próximo, a árdua disputa da Série C, com o também mineiro Ituiutaba e o “carioca” Tupi/Juiz de Fora. Para acompanhar, somente nos estádios e no meu velho aparelho (de rádio, bem entendido). Mesmo assim, como faço anualmente, assinei o tal “pay-per-view”, apenas para torcer pelos também meus Santos e Fluminense e para “secar” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Sem dúvida, será um vexame atrás do outro, vez que a duplinha só ganha o “Campeonato Rural”, como gosta de dizer o falante dirigente estrelado do sobrenome emprestado José de Oliveira Costa (Perrela, pelo que sei, é sobrenome do conhecido advogado e amigo Marcos Perrela). Já imaginou, caro e atento leitor de meu modesto Blog Internacional, se o Zé Migué desprezasse o Santiago e passasse a se chamar Miguel Ângelo Arantes do Nascimento? Seria simplesmente ridículo...
MAS, por enquanto, a única preocupação do torcedor americano é com a fase decisiva do Módulo II do Campeonato Mineiro, faltando somente três rodadas. Na liderança da competição, o meu América pega, ainda, o União Luziense (na manhã de domingo, na vizinha Santa Luzia), o Valério (na noite do dia 14, no nosso belo e confortável Independência) e o Ideal/Ipatinga (na tarde do dia 25, no mesmo logradouro). Não tem conversa: mais nove pontos e o título da competição, sem a preocupação dos possíveis nove pontos que o nosso clube pode perder no “tapetão” (leia-se Tribunal de Justiça Desportiva), na noite da próxima terça-feira, pela desistência do Passense e a falada (ainda não provada) escalação irregular do zagueiro Fabrício Soares, com três cartões amarelos, na partida contra a União Recreativa dos Trabalhadores. Prefiro não acreditar (vou dar uma de São Tomé). Mas, se realmente for verdade, seria coisa de time amador, o que, acredito, não é o caso do meu glorioso América, bandeira do futebol brasileiro...
PS – Nem da nossa organizada quase filarmônica do Gutierrez, que, sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba, volta a encantar o bairro, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde de amanhã (apresentação de gala), no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), contando com talentosos músicos como Nortinho (violão e voz), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Traul (a voz), Délio das Graças Gandra (banjo, cavaquinho, violão e voz), Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez”), Átila e Farjallo, três exímios percussionistas. Ausência sentida será a do Roberto (pandeiro), que continua se recuperando em casa, todo “quebrado”, sob a vigilância de sua inseparável Dirce. Dá nisso, atleticano Roberto, brincar com cachorro grande! Que “cachorrada”, hein? Prefiro brincar com o meu Léo, um cãozinho poodle inofensivo...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Campeonato Brasileiro começa amanhã, infelizmente, sem o meu querido e glorioso América, que começa, em julho próximo, a árdua disputa da Série C, com o também mineiro Ituiutaba e o “carioca” Tupi/Juiz de Fora. Para acompanhar, somente nos estádios e no meu velho aparelho (de rádio, bem entendido). Mesmo assim, como faço anualmente, assinei o tal “pay-per-view”, apenas para torcer pelos também meus Santos e Fluminense e para “secar” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Sem dúvida, será um vexame atrás do outro, vez que a duplinha só ganha o “Campeonato Rural”, como gosta de dizer o falante dirigente estrelado do sobrenome emprestado José de Oliveira Costa (Perrela, pelo que sei, é sobrenome do conhecido advogado e amigo Marcos Perrela). Já imaginou, caro e atento leitor de meu modesto Blog Internacional, se o Zé Migué desprezasse o Santiago e passasse a se chamar Miguel Ângelo Arantes do Nascimento? Seria simplesmente ridículo...
MAS, por enquanto, a única preocupação do torcedor americano é com a fase decisiva do Módulo II do Campeonato Mineiro, faltando somente três rodadas. Na liderança da competição, o meu América pega, ainda, o União Luziense (na manhã de domingo, na vizinha Santa Luzia), o Valério (na noite do dia 14, no nosso belo e confortável Independência) e o Ideal/Ipatinga (na tarde do dia 25, no mesmo logradouro). Não tem conversa: mais nove pontos e o título da competição, sem a preocupação dos possíveis nove pontos que o nosso clube pode perder no “tapetão” (leia-se Tribunal de Justiça Desportiva), na noite da próxima terça-feira, pela desistência do Passense e a falada (ainda não provada) escalação irregular do zagueiro Fabrício Soares, com três cartões amarelos, na partida contra a União Recreativa dos Trabalhadores. Prefiro não acreditar (vou dar uma de São Tomé). Mas, se realmente for verdade, seria coisa de time amador, o que, acredito, não é o caso do meu glorioso América, bandeira do futebol brasileiro...
PS – Nem da nossa organizada quase filarmônica do Gutierrez, que, sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba, volta a encantar o bairro, na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde de amanhã (apresentação de gala), no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), contando com talentosos músicos como Nortinho (violão e voz), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Traul (a voz), Délio das Graças Gandra (banjo, cavaquinho, violão e voz), Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez”), Átila e Farjallo, três exímios percussionistas. Ausência sentida será a do Roberto (pandeiro), que continua se recuperando em casa, todo “quebrado”, sob a vigilância de sua inseparável Dirce. Dá nisso, atleticano Roberto, brincar com cachorro grande! Que “cachorrada”, hein? Prefiro brincar com o meu Léo, um cãozinho poodle inofensivo...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
DE LETRA Nº 112
DE LETRA Nº 112 (SEGUNDA-FEIRA, 05-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Faltam apenas três rodadas para o encerramento do Módulo II do Campeonato Mineiro. Ao meu querido e glorioso América restam três jogos, todos em Belo Horizonte: União Luziense/Santa Luzia (na tarde de sábado, no Mineirão), Valério (no dia 14, no Independência) e Ideal/Ipatinga (no dia 25, no Gigante do Horto). Na liderança isolada, o Coelho está em uma situação tranqüila, mesmo devendo perder os três pontos da vitória sobre a Passense (desistiu do campeonato) e podendo perder outros seis (ufa, nove ao todo!) pela possível escalação irregular do zagueiro Fabrício Soares, com três cartões amarelos. Se tal acontecer, por amadorismo puro, diga-se de passagem, serei obrigado a dar razão ao amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, para quem, “todo torcedor quer que seu time tire um coelho da cartola”, mas “é melhor tirar do Coelho cartolas”. Sim, em sendo verdade (o Tribunal de Justiça Desportiva ainda vai decidir o caso), o “cartola” que teria cometido tal imperdoável erro deveria ser mandado para o Iraque...
O QUE não pode acontecer nesta reta final da competição são os valiosos pontos perdidos em casa, como ocorreu nos melancólicos empates contra a União Recreativa dos Trabalhadores e o Poços de Caldas. De lascar! Quatro pontos perdidos em casa, para duas modestas equipes da interlândia! Como tem perdido oportunidades criadas o meu Coelho! Anteontem, no segundo tempo (no primeiro o América não “entrou em campo”), foi uma atrás da outra, fazendo “cartaz” do goleiro adversário...
SÓ “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, na noite da última sexta-feira, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, agitou o bar do galista agitado Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). No sábado, por causa do jogo do meu América, como diretor/presidente da banda, dei folga para os talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Átila, Traul, Farjallo e outros. Mas, no próximo final de semana tem mais, em dose dupla (na noite de sexta-feira e na tarde de sábado)...
PS – Que “pisada de bola” deu o jornal “Super Notícia”, que leio diariamente, em sua edição de hoje! Se já não bastasse a ausência da coluna do grande americano Mário Filho (“Américo Coelho”), não deu uma linha sequer do meu desprotegido América. Seis páginas do joguinho desinteressante da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo (quanto exagero!), a coluna do amigo Chico Maia e os títulos estaduais do Coritiba, do Flamengo e do Palmeiras. Quem diria, o Coxa, o Urubu e o Porco tendo mais prestígio do que o nosso Coelho, em um jornal mineiro! Que porcaria de coxa fedorenta! Enquanto isso, os jornais de Curitiba, do Rio de Janeiro e de São Paulo nada falaram (ou quase nada) da decisão mineira. Ora, quem quiser ler a respeito de Coritiba, Flamengo e Palmeiras que compre jornais de suas cidades. É aquela velha estória contada pelos antigos: quem se abaixa muito acaba mostrando o “bumbum”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Faltam apenas três rodadas para o encerramento do Módulo II do Campeonato Mineiro. Ao meu querido e glorioso América restam três jogos, todos em Belo Horizonte: União Luziense/Santa Luzia (na tarde de sábado, no Mineirão), Valério (no dia 14, no Independência) e Ideal/Ipatinga (no dia 25, no Gigante do Horto). Na liderança isolada, o Coelho está em uma situação tranqüila, mesmo devendo perder os três pontos da vitória sobre a Passense (desistiu do campeonato) e podendo perder outros seis (ufa, nove ao todo!) pela possível escalação irregular do zagueiro Fabrício Soares, com três cartões amarelos. Se tal acontecer, por amadorismo puro, diga-se de passagem, serei obrigado a dar razão ao amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, para quem, “todo torcedor quer que seu time tire um coelho da cartola”, mas “é melhor tirar do Coelho cartolas”. Sim, em sendo verdade (o Tribunal de Justiça Desportiva ainda vai decidir o caso), o “cartola” que teria cometido tal imperdoável erro deveria ser mandado para o Iraque...
O QUE não pode acontecer nesta reta final da competição são os valiosos pontos perdidos em casa, como ocorreu nos melancólicos empates contra a União Recreativa dos Trabalhadores e o Poços de Caldas. De lascar! Quatro pontos perdidos em casa, para duas modestas equipes da interlândia! Como tem perdido oportunidades criadas o meu Coelho! Anteontem, no segundo tempo (no primeiro o América não “entrou em campo”), foi uma atrás da outra, fazendo “cartaz” do goleiro adversário...
SÓ “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, na noite da última sexta-feira, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, agitou o bar do galista agitado Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). No sábado, por causa do jogo do meu América, como diretor/presidente da banda, dei folga para os talentosos músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Átila, Traul, Farjallo e outros. Mas, no próximo final de semana tem mais, em dose dupla (na noite de sexta-feira e na tarde de sábado)...
PS – Que “pisada de bola” deu o jornal “Super Notícia”, que leio diariamente, em sua edição de hoje! Se já não bastasse a ausência da coluna do grande americano Mário Filho (“Américo Coelho”), não deu uma linha sequer do meu desprotegido América. Seis páginas do joguinho desinteressante da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo (quanto exagero!), a coluna do amigo Chico Maia e os títulos estaduais do Coritiba, do Flamengo e do Palmeiras. Quem diria, o Coxa, o Urubu e o Porco tendo mais prestígio do que o nosso Coelho, em um jornal mineiro! Que porcaria de coxa fedorenta! Enquanto isso, os jornais de Curitiba, do Rio de Janeiro e de São Paulo nada falaram (ou quase nada) da decisão mineira. Ora, quem quiser ler a respeito de Coritiba, Flamengo e Palmeiras que compre jornais de suas cidades. É aquela velha estória contada pelos antigos: quem se abaixa muito acaba mostrando o “bumbum”...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
DE LETRA - Nº 111
DE LETRA Nº 111 (SEXTA-FEIRA, 02-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora! Falta muito pouco, muito pouco mesmo, como dizia o saudoso narrador esportivo Geraldo José de Almeida (“olha lá, olha lá...”). Dias separam o meu querido e glorioso América do retorno à divisão principal do futebol mineiro. Faltam apenas cinco rodadas para o término do Módulo II do Campeonato Mineiro (ou quatro, sei lá, dependendo da desistência do Passense, de Passos). Nossos derradeiros jogos são: Poços de Caldas (na tarde de amanhã, no Independência), União Luziense (na manhã do dia 11, em Santa Luzia), Valério (na noite do dia 14, no Gigante do Horto), Passense (na tarde do dia 18, em Passos) e Ideal/Ipatinga (na tarde do dia 25, no Independência). Três jogos em casa e dois fora. O Coelho só não volta se não quiser. O “sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ele mora na lagoa, não lava o pé porque não quer”. Coelho, vamos lavar o pé? Comer cenoura, bem entendido. A “faca e o queijo” estão à sua disposição...
E O meu América já está com seis pontos a mais do que o segundo colocado e sete a mais do que o terceiro. Nossos últimos adversários são mais fáceis do que os deles. Portanto, nem os falados seis pontos que o Coelho poderia perder no Tribunal de Justiça Desportivo (possível escalação do zagueiro Fabrício Soares com três cartões amarelos) preocupam mais. Se for verdade o “amadorismo total”, o América iria dividir a liderança da competição com o Araxá (sobem os dois primeiros). E, cá para nós, deixar de vencer Poços de Caldas, União Luziense, Valério, Passense e Ideal seria uma vergonha absurda e intolerável. Vencê-los é a nossa obrigação. Jogando como na noite da última quarta-feira, quando derrotou a Caldense (dois a zero, no Independência), vence, com facilidade, os cinco derradeiros jogos. Portanto, a meu modesto sentir, o Coelhão está voltando, para tristeza e pavor da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Ora, nunca vi campeonato estadual sem o América, sua maior tradição...
ENQUANTO não chega o momento da comemoração, sigo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, na noite de hoje, faz o seu tradicional “ensaio geral”, no Bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na tarde de amanhã, por causa do jogo do América (prioridade absoluta da maioria americana da banda), não teremos a “apresentação de gala”, que fica para o próximo sábado. Hoje, espero contar com os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (voz e violão), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Délio das Graças Gandra (músico polivalente dos sete instrumentos), Roberto da Dirce, Átila, Farjallo, Joaquim Gonçalves Fonseca (o quarteto da percussão), Traul (a voz) e outros (se ninguém der o “bolo”, bem entendido). Como diretor/presidente da banda, vou colocar “cartão de ponto”. Aí, quero ver quem vai “gazetear”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ai, ai, ai, ai, está chegando a hora! Falta muito pouco, muito pouco mesmo, como dizia o saudoso narrador esportivo Geraldo José de Almeida (“olha lá, olha lá...”). Dias separam o meu querido e glorioso América do retorno à divisão principal do futebol mineiro. Faltam apenas cinco rodadas para o término do Módulo II do Campeonato Mineiro (ou quatro, sei lá, dependendo da desistência do Passense, de Passos). Nossos derradeiros jogos são: Poços de Caldas (na tarde de amanhã, no Independência), União Luziense (na manhã do dia 11, em Santa Luzia), Valério (na noite do dia 14, no Gigante do Horto), Passense (na tarde do dia 18, em Passos) e Ideal/Ipatinga (na tarde do dia 25, no Independência). Três jogos em casa e dois fora. O Coelho só não volta se não quiser. O “sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ele mora na lagoa, não lava o pé porque não quer”. Coelho, vamos lavar o pé? Comer cenoura, bem entendido. A “faca e o queijo” estão à sua disposição...
E O meu América já está com seis pontos a mais do que o segundo colocado e sete a mais do que o terceiro. Nossos últimos adversários são mais fáceis do que os deles. Portanto, nem os falados seis pontos que o Coelho poderia perder no Tribunal de Justiça Desportivo (possível escalação do zagueiro Fabrício Soares com três cartões amarelos) preocupam mais. Se for verdade o “amadorismo total”, o América iria dividir a liderança da competição com o Araxá (sobem os dois primeiros). E, cá para nós, deixar de vencer Poços de Caldas, União Luziense, Valério, Passense e Ideal seria uma vergonha absurda e intolerável. Vencê-los é a nossa obrigação. Jogando como na noite da última quarta-feira, quando derrotou a Caldense (dois a zero, no Independência), vence, com facilidade, os cinco derradeiros jogos. Portanto, a meu modesto sentir, o Coelhão está voltando, para tristeza e pavor da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Ora, nunca vi campeonato estadual sem o América, sua maior tradição...
ENQUANTO não chega o momento da comemoração, sigo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, na noite de hoje, faz o seu tradicional “ensaio geral”, no Bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob o firme comando do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na tarde de amanhã, por causa do jogo do América (prioridade absoluta da maioria americana da banda), não teremos a “apresentação de gala”, que fica para o próximo sábado. Hoje, espero contar com os talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Nortinho (voz e violão), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Délio das Graças Gandra (músico polivalente dos sete instrumentos), Roberto da Dirce, Átila, Farjallo, Joaquim Gonçalves Fonseca (o quarteto da percussão), Traul (a voz) e outros (se ninguém der o “bolo”, bem entendido). Como diretor/presidente da banda, vou colocar “cartão de ponto”. Aí, quero ver quem vai “gazetear”...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 28 de abril de 2008
DE LETRA - Nº 110
DE LETRA Nº 110 (SEGUNDA-FEIRA, 28-04-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Assim já é demais! Até no Módulo II do Campeonato Mineiro, em que é o único clube grande, a arbitragem mineira, para não perder o costume, prejudica o meu querido, glorioso e desprotegido América. Foi anulado um gol legítimo do Coelho, na manhã calorenta de ontem, em Itaúna. Ora, em bola vinda da linha de fundo não há que se falar em impedimento (somente em gol do América, bem entendido). Assim, com o empate zerado, nos tiraram dois preciosos pontos, mas a nossa liderança foi aumentada (agora são quatro pontos a mais do que o segundo colocado Araxá, que perdeu em Santa Luzia). O problema será o julgamento da noite de amanhã, no Tribunal de Justiça Desportiva, que pode nos tirar seis importantes pontos, por causa da possível escalação do zagueiro Fabrício Soares, na partida contra o Araxá (vencemos por três a zero). Se verdade for, amadorismo puro. Prefiro acreditar na versão do meu América, de que não houve qualquer irregularidade. Assunto para ser conferido amanhã.
O MEU América colaborou bastante para o empate, vez que voltou a perder ótimas oportunidades, como uma do atacante Douglas Caê, após falha do goleiro do Itaúna. Teve até bola na trave. Muitos americanos foram testemunhas, no Estádio Zé Flávio, como meu irmão José Marcos, meu sobrinho Zé Neto e os amigos Jésus Brito e Joaquim Gonçalves Fonseca. Agora, minha gente americana, é esperar pelo TJD amanhã (dedos cruzados) e nos dois jogos seguidos em nosso belo e confortável Independência (Caldense na noite de depois de amanhã e Poços de Caldas na tarde do próximo sábado). Não tem conversa: mais seis pontos no “balaio”. E nem poderia ser diferente. Na seqüência, mais dois jogos em casa (Valério e Ideal/Ipatinga) e dois fora (União Luziense e Passense). Dizem que o jogo de Santa Luzia pode ser transferido para Belo Horizonte. Seria bem melhor. Mais três importantes pontos. A divisão maior do futebol mineiro está chegando...
QUEM chegou para ficar foi a nossa quase filarmônica do meu Gutierrez, que voltou a encantar o Bar do agitado e desiludido galista Toninho Afonso (que “mão cheia”, hein, amigo?), na quinta-feira, na sexta-feira e no último sábado, sob o firme comando do grande e dileto amigo Jésus Wagner Marques Brito e presença dos talentosos músicos Cadinho Faria, o “mago do violão” (“arrebentou” na tarde de sábado), Nortinho (sentida ausência no sábado), Antônio Orfeu Braúna, Wagner, Átila, Joaquim Gonçalves Fonseca e Traul (a voz). Ausências sentidas do Roberto (está no “estaleiro”, todo “quebrado”) e Délio das Graças Gandra (está amando loucamente)...
PS – Para mandar um especial abraço ao aniversariante de amanhã, meu querido enteado Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz de Direito da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá. Se o jovem não tivesse sido tão apressado para nascer, teria nascido no aniversário do meu América (30 de abril) e não seria atleticano. América, na semana de seus 96 anos, chegando bem perto do título do Módulo II. Sem dúvida, um belo presente...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Assim já é demais! Até no Módulo II do Campeonato Mineiro, em que é o único clube grande, a arbitragem mineira, para não perder o costume, prejudica o meu querido, glorioso e desprotegido América. Foi anulado um gol legítimo do Coelho, na manhã calorenta de ontem, em Itaúna. Ora, em bola vinda da linha de fundo não há que se falar em impedimento (somente em gol do América, bem entendido). Assim, com o empate zerado, nos tiraram dois preciosos pontos, mas a nossa liderança foi aumentada (agora são quatro pontos a mais do que o segundo colocado Araxá, que perdeu em Santa Luzia). O problema será o julgamento da noite de amanhã, no Tribunal de Justiça Desportiva, que pode nos tirar seis importantes pontos, por causa da possível escalação do zagueiro Fabrício Soares, na partida contra o Araxá (vencemos por três a zero). Se verdade for, amadorismo puro. Prefiro acreditar na versão do meu América, de que não houve qualquer irregularidade. Assunto para ser conferido amanhã.
O MEU América colaborou bastante para o empate, vez que voltou a perder ótimas oportunidades, como uma do atacante Douglas Caê, após falha do goleiro do Itaúna. Teve até bola na trave. Muitos americanos foram testemunhas, no Estádio Zé Flávio, como meu irmão José Marcos, meu sobrinho Zé Neto e os amigos Jésus Brito e Joaquim Gonçalves Fonseca. Agora, minha gente americana, é esperar pelo TJD amanhã (dedos cruzados) e nos dois jogos seguidos em nosso belo e confortável Independência (Caldense na noite de depois de amanhã e Poços de Caldas na tarde do próximo sábado). Não tem conversa: mais seis pontos no “balaio”. E nem poderia ser diferente. Na seqüência, mais dois jogos em casa (Valério e Ideal/Ipatinga) e dois fora (União Luziense e Passense). Dizem que o jogo de Santa Luzia pode ser transferido para Belo Horizonte. Seria bem melhor. Mais três importantes pontos. A divisão maior do futebol mineiro está chegando...
QUEM chegou para ficar foi a nossa quase filarmônica do meu Gutierrez, que voltou a encantar o Bar do agitado e desiludido galista Toninho Afonso (que “mão cheia”, hein, amigo?), na quinta-feira, na sexta-feira e no último sábado, sob o firme comando do grande e dileto amigo Jésus Wagner Marques Brito e presença dos talentosos músicos Cadinho Faria, o “mago do violão” (“arrebentou” na tarde de sábado), Nortinho (sentida ausência no sábado), Antônio Orfeu Braúna, Wagner, Átila, Joaquim Gonçalves Fonseca e Traul (a voz). Ausências sentidas do Roberto (está no “estaleiro”, todo “quebrado”) e Délio das Graças Gandra (está amando loucamente)...
PS – Para mandar um especial abraço ao aniversariante de amanhã, meu querido enteado Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz de Direito da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá. Se o jovem não tivesse sido tão apressado para nascer, teria nascido no aniversário do meu América (30 de abril) e não seria atleticano. América, na semana de seus 96 anos, chegando bem perto do título do Módulo II. Sem dúvida, um belo presente...
ATÉ a próxima.
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