segunda-feira, 9 de junho de 2008

DE LETRA Nº 122

DE LETRA Nº 122 (SEGUNDA-FEIRA, 09-06-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a estréia do meu querido e glorioso América na difícil e complicada Série C do Campeonato Brasileiro. Falta menos de um mês. Para ser mais escorreito, somente 27 dias, vez que a nossa estréia será na tarde do próximo dia 6, pegando logo de “cara” o Serra, campeão capixaba, no Espírito Santo. Dureza pura! Mas, como o Coelho é igual as águas do rio, que alcançam o objetivo, contornando os obstáculos do caminho, acredito no sucesso e na Série B do próximo ano. A dinâmica diretoria já está trabalhando para montar um elenco forte, contratando um “pacotão” de jogadores. Agora, é só o treinador Alemão montar a nova equipe. O América não pode perder esta oportunidade...
FORA de campo, o América continua se fortalecendo. Lendo ontem a coluna “3º Tempo” do jornalista Bruno César, no jornal “Edição do Brasil”, do grande americano Arthur Luiz Ferreira, tomei conhecimento de que as obras de fundação do “Planeta América” (Avenida dos Andradas) estão em fase adiantada, devendo começar, em breve, a efetivação dos pilares, segunda etapa do trabalho. Vem aí a reforma do nosso belo e confortável Independência, com uma arena multiuso, estacionamento amplo, etecétera. O Centro de Treinamentos Lanna Drumond será reformulado, com a construção de um hotel e mais quatro gramados com arquibancada, para as categorias de base. E serão edificados um estacionamento e um shopping na Rua Mantena, Bairro Ouro Preto (sede social). Quanta esnobação! O América será o Barcelona do futebol mineiro. Parabéns, presidente Baltazar e companhia!
NO MUNDO todo os goleiros fazem defesa em dois tempos. Tudo normal. Só não foi normal a do goleiro Tiago, do Vasco da Gama, ontem, no Mineirão. Falta em dois toques e o gol salvador da Raposinha/saltitante. O “soprador de apito” foi o pernambucano Wilson Souza Mendonça, que a torcida da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não suporta, ao argumento de que ele gosta de prejudicar os dois clubes mineiros. Pois é! Nada como um dia após o outro. E agora, José? O Wilson é o maior árbitro do mundo? Pimenta nos olhos dos outros não passa de “refresco”...
PS – Enquanto isso, a nossa quase filarmônica do Gutierrez continua brilhando nas noites de sexta-feira e nas tardes de sábado, no bar do agitado e triste galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da afinada e barulhenta timba. Neste final de semana, contamos com a presença da linda Helen, filha do Jésus e irmã do Luquinha Brito, que veio de Campinas/SP para passar uns dias em Beagá, deixando na interlândia paulista sua outra linda irmã, a Giovana. Mais uma vez, contamos com os talentosos músicos Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez” e exímio pandeirista nas horas vagas), Farjallo e Átila. Algumas ausências sentidas, como Cadinho Faria (o “mago do violão”), Roberto (e sua inseparável Dirce) e Délio das Graças Gandra. Como diretor/presidente da banda, cortei o ponto deles...
ATÉ a próxima.

DE LETRA Nº 122

DE LETRA Nº 122 (SEGUNDA-FEIRA, 09-06-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a estréia do meu querido e glorioso América na difícil e complicada Série C do Campeonato Brasileiro. Falta menos de um mês. Para ser mais escorreito, somente 27 dias, vez que a nossa estréia será na tarde do próximo dia 6, pegando logo de “cara” o Serra, campeão capixaba, no Espírito Santo. Dureza pura! Mas, como o Coelho é igual as águas do rio, que alcançam o objetivo, contornando os obstáculos do caminho, acredito no sucesso e na Série B do próximo ano. A dinâmica diretoria já está trabalhando para montar um elenco forte, contratando um “pacotão” de jogadores. Agora, é só o treinador Alemão montar a nova equipe. O América não pode perder esta oportunidade...
FORA de campo, o América continua se fortalecendo. Lendo ontem a coluna “3º Tempo” do jornalista Bruno César, no jornal “Edição do Brasil”, do grande americano Arthur Luiz Ferreira, tomei conhecimento de que as obras de fundação do “Planeta América” (Avenida dos Andradas) estão em fase adiantada, devendo começar, em breve, a efetivação dos pilares, segunda etapa do trabalho. Vem aí a reforma do nosso belo e confortável Independência, com uma arena multiuso, estacionamento amplo, etecétera. O Centro de Treinamentos Lanna Drumond será reformulado, com a construção de um hotel e mais quatro gramados com arquibancada, para as categorias de base. E serão edificados um estacionamento e um shopping na Rua Mantena, Bairro Ouro Preto (sede social). Quanta esnobação! O América será o Barcelona do futebol mineiro. Parabéns, presidente Baltazar e companhia!
NO MUNDO todo os goleiros fazem defesa em dois tempos. Tudo normal. Só não foi normal a do goleiro Tiago, do Vasco da Gama, ontem, no Mineirão. Falta em dois toques e o gol salvador da Raposinha/saltitante. O “soprador de apito” foi o pernambucano Wilson Souza Mendonça, que a torcida da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo não suporta, ao argumento de que ele gosta de prejudicar os dois clubes mineiros. Pois é! Nada como um dia após o outro. E agora, José? O Wilson é o maior árbitro do mundo? Pimenta nos olhos dos outros não passa de “refresco”...
PS – Enquanto isso, a nossa quase filarmônica do Gutierrez continua brilhando nas noites de sexta-feira e nas tardes de sábado, no bar do agitado e triste galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da afinada e barulhenta timba. Neste final de semana, contamos com a presença da linda Helen, filha do Jésus e irmã do Luquinha Brito, que veio de Campinas/SP para passar uns dias em Beagá, deixando na interlândia paulista sua outra linda irmã, a Giovana. Mais uma vez, contamos com os talentosos músicos Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez” e exímio pandeirista nas horas vagas), Farjallo e Átila. Algumas ausências sentidas, como Cadinho Faria (o “mago do violão”), Roberto (e sua inseparável Dirce) e Délio das Graças Gandra. Como diretor/presidente da banda, cortei o ponto deles...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

DE LETRA Nº 121

DE LETRA Nº 121 (SEXTA-FEIRA, 06-06-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “A carrocinha pegou, três cachorros de uma vez (bis)”. Não é nada disso que gostaria de escrever, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Isso é cantiga de roda que a então meninada das décadas de 40 e 50 cantava nas acolhedoras Visconde do Rio Branco e Leopoldina (Zona da Mata), onde passei a melhor parte de minha saudosa infância. “De grão em grão, a galinha enche o papo”. Também não é nada disso. Estou “viajando”. Isso é dito popular, da mesma época. Gostaria de dizer que, de “pacotão em pacotão” o meu querido e glorioso América segue vivendo. Nunca vi um clube gostar tanto de “pacotão” assim. Eta Coelho...
SAI ano e entra ano e nada muda no quartel de Abrantes, digo, Coelho! Um “pacotão” por ano! Um atrás do outro! E a nossa “prata da casa” fica só olhando, aguardando sua vez, que nunca chega! Agora, em 2008, um exagero, com dois “pacotões” seguidos. Um para o Módulo II do Campeonato Mineiro (campeão e tal) e outro para a Série C do Campeonato Brasileiro, que começa em julho próximo. No primeiro, eu, que acompanho as “mumunhas” do velho ludopédio de perto, só conhecia três: o goleirão Flávio, o zagueirão Preto e o meia Wellington (jogaram no Atlético/PR e Santos). Agora, só conheço dois: o goleirão Alencar (ex-São Bento/SP) e o zagueirão Micão (ex-Vila Nova/Nova Lima). Meros e “ilustres” desconhecidos os demais: o goleiro Fernando (ex-Adap/PR), o lateral-direito Santos (ex-Sendas/RJ), o volante Viola (ex-São Gonçalo/RN), os armadores Manu (ex-Democrata/GV), Leandro (ex-Comercial/SP) e Baianinho (ex-Figueirense/SC) e o atacante Leandro Brasília (ex-Itaúna/MG). Cá para nós, é muito ex para meu gosto! Tomara que todos eles joguem bem, para a felicidade geral da imensa família americana...
PS – Ufa, mais um final de semana! Enquanto seu lobo, digo, Coelho, não vem (estréia no dia 6 de julho contra o Serra, no Espírito Santo), sigo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que volta a “bombar” na noite de hoje (“ensaio geral”) e na tarde/noite de amanhã, no bar do agitado e bravo galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sempre sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, que está feliz, vez que a sua linda filha Helen veio de Campinas/SP, para passar uns dias com ele e seu filho Luquinha. Só faltou sua outra filha, a também linda Giovana, que ficou na interlândia paulista. Então, vamos lá, talentosos músicos Nortinho (violão e voz), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Délio das Graças Gandra (o homem dos sete instrumentos), Joaquim Gonçalves Fonseca (o do “surdo pandeiro” e “rei das damas do Gutierrez”), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Traul (a voz), Farjallo, Átila (percussionistas) e outros! E o Zé Migué, diretor/presidente da banda, só olhando...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

DE LETRA Nº 120

DE LETRA Nº 120 (SEGUNDA-FEIRA, 02-06-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Na manhã de hoje, conversei, na Banca do João “Pedra Azul” (esquina de avenidas Francisco Sá e André Cavalcante), no meu Gutierrez, com o talentoso e culto homem do rádio e da televisão Luiz Chaves, também um grande americano. De repente, o também americano Joaquim Gonçalves Fonseca, o “rei das damas do Gutierrez”, falou com o Luiz que ele deveria ser dirigente do nosso querido e glorioso América. A resposta veio seca e rápida: “somente quando o clube mudar sua filosofia, prestigiando a “prata da casa” como fazia antigamente e parando de trazer jogadores ultrapassados que nada acrescentam”. A opinião é, também, deste modesto cronista e do Joaquim. E, creio, da maioria esmagadora da torcida americana. Menos, ao que parece, dos nossos dirigentes...
TANTO é que, sai ano e entra ano, o meu América adquire um “montão” de jogadores, que chegam no clube, não acrescentam nada (com raras e honrosas exceções), tomam o lugar dos jovens, ganham dinheiro e se mandam no final da temporada. No Módulo II do Campeonato Mineiro nada foi diferente (ainda bem que aconteceu o título e o retorno à divisão maior do futebol mineiro). Agora, para a Série C do Campeonato Brasileiro, estão falando até em “pacotão” de jogadores, que deve ser anunciado depois de amanhã. Desde que sejam atletas não tão velhos assim e que venham acrescentar, tudo bem, nada a reclamar. Ainda bem que o treinador Alemão tem prestigiado a nossa “prata da casa”, lançando a garotada sem medo de ser feliz. Lamentável é que o América pode estar perdendo o goleirão Flávio, um dos “esteios” da conquista do Módulo II. Então, que o meu glorioso clube trate logo de trazer um novo goleiro do mesmo gabarito. Até agora, apenas a contratação do zagueirão Micão e a reforma dos contratos do zagueiro Preto e do lateral-esquerdo Jean Batista. O atacante/artilheiro Douglas também pode estar de “malas prontas”. De se registrar que a Série C do Brasileirão começa, para o América, no próximo dia 6 de julho, contra o campeão estadual Serra, no Espírito Santo. Tempo de sobra para organizar tudo o América tem. Então, vamos lá, Coelho...
PS – Enquanto isso, a Raposinha/saltitante continua dando sorte no Brasileirão. Uma falsa liderança invicta (ao lado do Mengão, com dez pontos ganhos), vez que seu goleiro Fábio evitou derrotas certas nos quatro jogos disputados até agora. Até quando? Melhor deixar para lá e dizer que a nossa quase filarmônica do Gutierrez voltou a “barbarizar” na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), mais uma vez sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta e da acolhedora Jacutinga, terra de “muros baixos e mulheres bonitas”. Brilharam o talento dos músicos Nortinho, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Antônio Orfeu Braúna, Traul (a voz), Átila, Délio Gandra e outros. Valeu, mais um final de semana sensacional...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

DE LETRA Nº 119

DE LETRA Nº 119 (SEXTA-FEIRA, 30-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Módulo II do Campeonato Mineiro é tão insignificante que o meu querido e glorioso América recebeu as faixas de campeão, na noite de ontem, em nosso belo e confortável Independência, enfrentando o “cascudão” da Raposinha/saltitante. Deve ter sido um jogo de dar “calos nos olhos” (nem perdi meu precioso tempo, indo ao estádio ou ouvindo pelo radinho). O Coelho também jogou com uma equipe praticamente reserva, vez que não jogaram nada mais nada menos do que seis titulares: o goleiro Flávio, o lateral-direito Thiago Souza, o zagueiro Eduardo Teles, o armador Thiago Silva e os atacantes Euller e Douglas. A meu sentir, o América não foi feliz na escolha do adversário (deveria ter chamado um clube grande do eixo Rio/São Paulo). Conclusão: um joguinho e uma festa para pouco mais de dois mil torcedores. Fazer o quê?
NA MODESTA coluna anterior, errei, ao dar a relação dos nossos artilheiros no Módulo II. Na verdade, foi assim: Douglas (nove gols), Thiago Silva (oito), Euller (sete), Luciano (quatro), Júnior Negão, Maranhão, Fabrício Soares, Douglas Caê e Eduardo Teles (um, cada). Foram 12 vitórias, cinco empates e três derrotas, marcando 33 gols (média de 1,6 por jogo) e sofrendo 14 (0,7), com saldo de 19. E agora, Coelho? A festa acabou e vem aí a difícil e complicada Série C do Campeonato Brasileiro. Reforços já, Baltazar! Até agora só chegou o zagueiro Micão e renovaram os contratos do zagueiro Preto e do lateral-esquerdo Jean Baptista. Muito pouco para quem sonha com a Série B. Julho está chegando. No nosso caminho, Serra/ES, Cabofriense/RJ e Paulista/SP. Uma árdua missão...
ENQUANTO a Série C não chega, continuo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. Na tarde/noite de amanhã, por causa do aniversário de um sobrinho, estarei ausente, mas, na noite de hoje, no “ensaio geral”, estarei firme no bar do agitado, nervoso e bravo galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), aplaudindo talentosos músicos como Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Átila, Farjallo, Délio das Graças Gandra, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Traul (a voz), Wagner, Joaquim Gonçalves Fonseca (o “rei das damas do Gutierrez” e pandeirista nas horas vagas) e outros. Hoje tem espetáculo? Tem sim senhor! E o palhaço quem é? Leitor amigo, favor não confundir a nossa banda com circo. Ela é bem melhor...
PS – Do espaço verde de meu modesto Blog internacional, mando um especial abraço ao aniversariante de amanhã (oba, tem, com certeza, o velho “guaraná”!), meu querido sobrinho Alexandre Quintino Santiago, ilibado Juiz de Direito da 16ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte e grande americano, como, aliás, a maioria esmagadora das famílias Quintino e Santiago.
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

DE LETRA Nº 118

DE LETRA Nº 118 (SEGUNDA-FEIRA, 26-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Festa bonita fez o meu querido e glorioso América, na tarde de ontem, em nosso belo e confortável Independência, com mais de quatro mil americanos no estádio. Comemoração muito mais pela volta à divisão principal do futebol mineiro do que propriamente da conquista do Módulo II estadual, de boa campanha. Veja bem, leitor amigo: 12 vitórias, cinco empates e três derrotas, marcando 33 gols (média de 1,6 por partida) e sofrendo 14 (0,7), com saldo de 19. Com nove gols, o atacante Douglas foi o artilheiro da equipe, seguido do ainda lépido Euller (oito), Thiago Silva (sete), Luciano (quatro), Júnior Negão, Maranhão, Fabrício Soares, Douglas Caê e Eduardo Teles (um, cada). Valeu, Coelho! O “recreio” acabou! Agora é armar uma forte equipe para a difícil e complicada Série C do Campeonato Brasileiro. Reforços já, dinâmico presidente Antônio Baltazar! Parabéns a você e a seus abnegados dirigentes.
O AMIGO Antônio Orfeu Braúna, advogado, inspirado jornalista e delegado aposentado, pediu-me uma crônica a respeito de uma “escurinha” humilde e pequena (mais ou menos um metro e meio de altura), que sambou ao ritmo de nossa quase filarmônica, como se passista de escola de samba fosse. Não dei conta, por falta de inspiração e competência. Sem perder tempo, o inspirado amigo Cadinho Faria, o “mago do violão”, leitor assíduo de meu modesto Blog internacional, escreveu esta beleza: “Miguel, eu estava lá e vi. Aquele corpo miúdo rebolando, como que querendo botar para fora sua miséria e desilusão. Feito uma pobre chacrete de bar, freneticamente sintonizada no ritmo da banda, dando as costas para os olhares preconceituosos e debochados. O circo da vida só é entendido e apreciado pelos que nunca perderam a criança que resiste na gente, com sua pureza e inocência. Aquela que não distingue as pessoas pela cor ou condição social. Os que não têm esse olhar da infância, estão condenados ao inferno da hipocrisia social. Eu estava lá e vi uma mulher voltar a ser criança, pura e inocente como há muito tempo não é mais”. Valeu, Cadinho! Quanta sensibilidade! Gostou, Braúna? Eu gostei muito...
PS – Comemorei o título antecipado e a volta do meu América à elite do futebol mineiro, na tarde/noite de sábado (na noite de sexta-feira não teve o “ensaio geral”, pela ausência do Nortinho), no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), ao ritmo alucinante da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem conduzida pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (o nosso também Santos, que vexame, hein, “cair de quatro” diante da inofensiva Raposinha/saltitante?), com sua afinada e barulhenta timba. E, a despeito de alguns desfalques (Cadinho Faria, o “mago do violão”, Roberto, Traul, Farjallo e outros), “show” dos talentosos músicos Nortinho, Antônio Orfeu Braúna, Délio das Graças Gandra, Átila e Joaquim Gonçalves Fonseca, o “rei das damas do Gutierrez”. No próximo final de semana tem mais. Ótimo...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

DE LETRA Nº 117

DE LETRA Nº 117 (SEXTA-FEIRA, 23-05-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Tranqüilidade total. Com o título do Módulo II do Campeonato Mineiro assegurado com uma rodada de antecipação, o meu querido e glorioso América encerra sua participação na competição na tarde de depois de amanhã, em nosso belo e confortável Independência, recebendo o Ideal/Ipatinga e fazendo muita festa. O título não é o mais importante a ser comemorado e, sim, o retorno à divisão principal do futebol mineiro. No próximo ano, sim, teremos um campeonato estadual de verdade, vez que, competição caseira sem a presença do glorioso e quase centenário América, não vale nadinha. Fica, como a de 2008, totalmente insípida e descolorida. Ora, quem gosta de mulher fria e de cerveja quente?
DEPOIS da festança (faixa de campeão, volta olímpica, etecétera), a nossa dinâmica diretoria deve começar a montar uma nova e forte equipe, bem melhor do que a atual, vez que a Série C do Campeonato Brasileiro é bem mais difícil e complicada do que o Módulo II. Estão falando em nada mais nada menos do que oito reforços. O primeiro já chegou: o forte e alto zagueiro Micão (mais de um metro e noventa), que já brilhou no Vila Nova/Nova Lima e no Guarani/Divinópolis. Importante reforço, pois o que o América vem levando de gols em bolas altas é uma gracinha. E estão falando, ainda, em um contrato maior para o treinador Alemão. Finalmente estão tratando o América com seriedade. Até dinheiro tem no clube, com bons patrocinadores. O “Planeta América” está chegando. O novo Independência, também. Tudo isso “mata” a concorrência de inveja...
QUE “papelão” fizeram o Flamengo e o também meu Santos na Libertadores, sendo eliminados, no Maracanã e na Vila Belmiro, pelo América do México. Será que o Urubu e o Peixe imaginaram que se tratava do tradicional América mineiro? Só se for! Ora, o Flamengo poderia perder até por uma diferença de dois gols (levou três) e o Santos teria que vencer por três gols de diferença (por dois a decisão iria para a “loteria” dos pênaltis), mas só marcou um golzinho chorado. Agora restou apenas o também meu Fluminense representando o futebol brasileiro na competição. O Boca vem aí! Vamos vingar a Raposinha/saltitante, Fluzão? Tóquio é logo ali...
PS – Oba, mais um final de semana! E, com ele, uma das referências do meu Gutierrez, a nossa quase filarmônica, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, com sua afinada e barulhenta timba. Na noite de hoje tem o “ensaio geral” e, na tarde/noite de amanhã, a “apresentação de gala”, tudo no bar do agitado e preocupado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). Tem Nortinho (voz e violão), Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Délio das Graças Gandra (violão, voz, cavaquinho e banjo), Traul (a voz), Joaquim Gonçalves Fonseca (o rei das damas do Gutierrez), Átila, Farjallo (percussionistas) e outros. Mais uma vez, o ausente será o pandeirista Roberto, ainda se recuperando em casa das sérias lesões. Brincar com cachorro bravo dá nisso...
ATÉ a próxima.