DE LETRA N 180 (SEGUNDA-FEIRA, 15-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Impressionante! Quando o meu querido e glorioso América estava naquela situação calamitosa, situação e oposição brigavam pelo poder. Os presidentes lutavam pela reeleição. Ao contrário do que pensa meu irmão cruzeirense Domingos Afonso (volta hoje da acolhedora Conceição do Mato Dentro para preparar a sua já tradicional leitoa de final de ano), a turma achava que dava para se administrar pobreza. Pois bem. A eleição presidencial do América será depois de amanhã.
AGORA, o América está em boa situação, graças ao árduo trabalho desenvolvido pelo dinâmico presidente Antônio Manuel Baltazar e pela sua igualmente dinâmica diretoria. Clube saneado e com bons projetos em andamento, como o “Planeta América” e a remodelação e modernização do nosso belo e confortável Independência, do Centro de Treinamento Lanna Drumond (profissional e júnior) e do Centro de Treinamento de Santa Luzia (juvenil e infantil). Mesmo assim, ninguém se aventurou a “descascar o abacaxi” individualmente. Todos “correram da raia”, com cada um apresentando seus motivos, o que deve ser respeitado.
O ÚLTIMO a desistir da missão foi meu irmão Francisco de Assis Santiago, alegando motivos familiares e profissionais (é promotor de Justiça do II Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte). Faltando poucas horas para o encerramento do prazo de inscrição de chapas, surgiu a idéia, na noite de ontem, na reunião dos “notáveis” do clube: um conselho de administração vai dirigir o América no próximo triênio, sob o comando do grande Afonso Celso Raso. Do conselho fazem parte ainda, entre outros, os igualmente grandes americanos como Francisco de Assis Santiago, Alencar da Silveira Júnior e Marcos Salum. Com eles, a responsabilidade da seqüência do belo trabalho desenvolvido pelo Antônio Baltazar. Depois da eleição e da posse, hora e vez de organizar a casa, montando um forte elenco para a próxima temporada, já que o Coelho terá pela frente o Campeonato Mineiro (começa na última semana de janeiro), a Série C do Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Como diziam os antigos, o “tempo urge”...
PS – Para variar, foi um sucesso a apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o comando firme do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo. O sábado foi “quente”, com a invasão repentina e inesperada de um alegre e animado grupo de jovens, todos fantasiados de Papai Noel. Até o Délio das Graças Gandra, que estava meio desanimado, ficou animado e colocou a garotada “mandando ver”, sambando no pé. Foi sensacional...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 179 (SEXTA-FEIRA, 12-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Belo Horizonte, cidade que me adotou ainda criança, em outubro de 1955, está completando hoje 111 anos, 15 a mais do que o meu querido e glorioso América. Se Beagá cresceu vertiginosamente, o Coelho nem tanto, já que vive de altos e baixos, conquistando títulos de quando em vez, como 15 estaduais, a Copa Sul Minas, a Série B do Campeonato Brasileiro, a Copa São Paulo de Futebol Júnior e a Taça Beagá Júnior. Muito pouco em se tratando de um clube da grandeza do América. Melhorou muito, agora, com a administração do dinâmico presidente Antônio Manuel Baltazar, que, infelizmente, está relutando em aceitar sua reeleição. Quem dará seqüência ao seu belo trabalho? Afinal, breve o clube terá o seu “Planeta América” (na Avenida dos Andradas), um novo, moderno e remodelado Independência e dois reformados centros de treinamentos. E, no próximo ano, três importantes competições (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil).
ATÉ a manhã de hoje, por volta das 11 horas, quando comecei a redigir esta modesta coluna, último dia para a inscrição de candidatos, não havia ninguém disposto a “pegar o abacaxi” (ser presidente de clube de futebol profissional não é nada fácil). Isso, com tudo em dia no clube. Se fosse antes do período Baltazar daria para se entender. Mas, agora, com o crescimento do Coelho, fica complicado. Mas, de qualquer maneira, no momento certo, tudo voltará ao normal. O candidato de consenso que todos queriam, meu irmão Francisco de Assis Santiago, ilibado e combativo promotor de Justiça do II Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte, “jogou a toalha”, desistindo, alegando “pressão” de sua família, que, cá para nós, é bem mais importante do que um clube de futebol, ainda que seja o nosso América. O jeito é esperar...
PS – Na semana passada, por estar na acolhedora Conceição do Mato Dentro, com o amigo Délio das Graças Gandra, o irmão Domingos Afonso Santiago e a cunhada Consuelo Rajão Santiago, estive ausente. Agora, estarei firme que nem “prego em angu”, em mais um “show” da nossa brilhante quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo. Hora e vez de “matar” a saudade dos talentosos músicos Cadinho Faria, o “mago do violão”, Délio Gandra, Antônio Orfeu Braúna, Odilon Teixeira, Jânio, Jaime, Farjallo, Roberto (e sua inseparável Dirce), Átila, Traul (a voz), Wagner, Adriano Soares, Bizo, Rosalvo Júnior, Davidson, Gustavo Barros, Nortinho e outros. Simplesmente imperdível!
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Belo Horizonte, cidade que me adotou ainda criança, em outubro de 1955, está completando hoje 111 anos, 15 a mais do que o meu querido e glorioso América. Se Beagá cresceu vertiginosamente, o Coelho nem tanto, já que vive de altos e baixos, conquistando títulos de quando em vez, como 15 estaduais, a Copa Sul Minas, a Série B do Campeonato Brasileiro, a Copa São Paulo de Futebol Júnior e a Taça Beagá Júnior. Muito pouco em se tratando de um clube da grandeza do América. Melhorou muito, agora, com a administração do dinâmico presidente Antônio Manuel Baltazar, que, infelizmente, está relutando em aceitar sua reeleição. Quem dará seqüência ao seu belo trabalho? Afinal, breve o clube terá o seu “Planeta América” (na Avenida dos Andradas), um novo, moderno e remodelado Independência e dois reformados centros de treinamentos. E, no próximo ano, três importantes competições (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil).
ATÉ a manhã de hoje, por volta das 11 horas, quando comecei a redigir esta modesta coluna, último dia para a inscrição de candidatos, não havia ninguém disposto a “pegar o abacaxi” (ser presidente de clube de futebol profissional não é nada fácil). Isso, com tudo em dia no clube. Se fosse antes do período Baltazar daria para se entender. Mas, agora, com o crescimento do Coelho, fica complicado. Mas, de qualquer maneira, no momento certo, tudo voltará ao normal. O candidato de consenso que todos queriam, meu irmão Francisco de Assis Santiago, ilibado e combativo promotor de Justiça do II Tribunal do Júri da Comarca de Belo Horizonte, “jogou a toalha”, desistindo, alegando “pressão” de sua família, que, cá para nós, é bem mais importante do que um clube de futebol, ainda que seja o nosso América. O jeito é esperar...
PS – Na semana passada, por estar na acolhedora Conceição do Mato Dentro, com o amigo Délio das Graças Gandra, o irmão Domingos Afonso Santiago e a cunhada Consuelo Rajão Santiago, estive ausente. Agora, estarei firme que nem “prego em angu”, em mais um “show” da nossa brilhante quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo. Hora e vez de “matar” a saudade dos talentosos músicos Cadinho Faria, o “mago do violão”, Délio Gandra, Antônio Orfeu Braúna, Odilon Teixeira, Jânio, Jaime, Farjallo, Roberto (e sua inseparável Dirce), Átila, Traul (a voz), Wagner, Adriano Soares, Bizo, Rosalvo Júnior, Davidson, Gustavo Barros, Nortinho e outros. Simplesmente imperdível!
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 178 (QUARTA-FEIRA, 10-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira é dia de amenidades. Nada do meu querido e glorioso América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, assuntos obrigatórios das colunas de segunda e sexta. O amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, deve ser, seguramente, um dos maiores e assíduos leitores de meu modesto Blog internacional, cuja criação incentivou, juntamente com a talentosa jornalista Verônica Lima, da Anatel. Deu no que deu. Já recebi mensagens de vários países...
COM os votos de feliz Natal e próspero ano novo, o Cadinho enviou mensagem, com as “pérolas” do global Galvão Bueno. Selecionei algumas. Assim: “nesta tarde de Fla-Flu, Flamengo e Fluminense estarão entrando em campo...”. O porteiro disse ao amigo que pensou que o Fla-Flu era entre Santos e São Paulo. “O time catarinense tem que vencer, para lutar pela Sul-Americana, já que o jogo será em Figueirense”. Pensei que fosse em Florianópolis. “É, Brasil e Argentina é sempre Brasil e Argentina”. Não seria Brasil e França?
“O BRASIL está meio mal no jogo, mas jogando para fazer gol”. Não seria cesta? “Se o Brasil acertar todos os ataques e ficar bem na defesa, ganha o jogo”. Óbvio, Galvão! “O juiz vai dar três minutos mais de jogo. Vamos aos 49”. Fugiu da escola, da matemática e trocou árbitro por juiz. “Se a bola não entrar, não é gol”. Descobriu a pólvora! “O jogo só acaba quando termina”. Plagiando Chacrinha! “Não dá para fazer dois gols ao mesmo tempo”. Quem sabe, três?
VALEU, Cadinho! Somente quem nunca trabalhou em rádio e televisão não sabe como é difícil e complicado falar rápido e de improviso. Não seria diferente com o Galvão Bueno. Ele também é humano e está sujeito a erros (ou equívocos, sei lá) como todos nós. Sei disso por ter tido a amarga experiência de ter trabalhado dois anos no início da década de 80 na “Rádio Guarani” (cobertura forense, sob a chefia do saudoso companheiro Vitor Curi) e TV Alterosa (programa “Bola na área”, apresentado pelo saudoso amigo e americano Fernando Sasso). Quando era gravado, tudo bem. Mas, quando era ao vivo, transpirava, gaguejava e tremia. Fui obrigado a abandonar tudo e ficar apenas no extinto “Diário da Tarde”, onde trabalhei durante longo anos, de 1973 a junho de 2006 (cobertura forense e colunas “DT Justiça” e “De Letra”). Bons tempos! Tempos que não voltam mais, como diria o saudoso amigo Quinzinho (correto oficial de Justiça), no extinto bar “Mais barato”, do meu Gutierrez, o melhor bar que já existiu no bairro. Pérolas do Galvão. Pérola de bar...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira é dia de amenidades. Nada do meu querido e glorioso América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, assuntos obrigatórios das colunas de segunda e sexta. O amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, deve ser, seguramente, um dos maiores e assíduos leitores de meu modesto Blog internacional, cuja criação incentivou, juntamente com a talentosa jornalista Verônica Lima, da Anatel. Deu no que deu. Já recebi mensagens de vários países...
COM os votos de feliz Natal e próspero ano novo, o Cadinho enviou mensagem, com as “pérolas” do global Galvão Bueno. Selecionei algumas. Assim: “nesta tarde de Fla-Flu, Flamengo e Fluminense estarão entrando em campo...”. O porteiro disse ao amigo que pensou que o Fla-Flu era entre Santos e São Paulo. “O time catarinense tem que vencer, para lutar pela Sul-Americana, já que o jogo será em Figueirense”. Pensei que fosse em Florianópolis. “É, Brasil e Argentina é sempre Brasil e Argentina”. Não seria Brasil e França?
“O BRASIL está meio mal no jogo, mas jogando para fazer gol”. Não seria cesta? “Se o Brasil acertar todos os ataques e ficar bem na defesa, ganha o jogo”. Óbvio, Galvão! “O juiz vai dar três minutos mais de jogo. Vamos aos 49”. Fugiu da escola, da matemática e trocou árbitro por juiz. “Se a bola não entrar, não é gol”. Descobriu a pólvora! “O jogo só acaba quando termina”. Plagiando Chacrinha! “Não dá para fazer dois gols ao mesmo tempo”. Quem sabe, três?
VALEU, Cadinho! Somente quem nunca trabalhou em rádio e televisão não sabe como é difícil e complicado falar rápido e de improviso. Não seria diferente com o Galvão Bueno. Ele também é humano e está sujeito a erros (ou equívocos, sei lá) como todos nós. Sei disso por ter tido a amarga experiência de ter trabalhado dois anos no início da década de 80 na “Rádio Guarani” (cobertura forense, sob a chefia do saudoso companheiro Vitor Curi) e TV Alterosa (programa “Bola na área”, apresentado pelo saudoso amigo e americano Fernando Sasso). Quando era gravado, tudo bem. Mas, quando era ao vivo, transpirava, gaguejava e tremia. Fui obrigado a abandonar tudo e ficar apenas no extinto “Diário da Tarde”, onde trabalhei durante longo anos, de 1973 a junho de 2006 (cobertura forense e colunas “DT Justiça” e “De Letra”). Bons tempos! Tempos que não voltam mais, como diria o saudoso amigo Quinzinho (correto oficial de Justiça), no extinto bar “Mais barato”, do meu Gutierrez, o melhor bar que já existiu no bairro. Pérolas do Galvão. Pérola de bar...
ATÉ a próxima.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 177 (TERÇA-FEIRA, 09-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter chegado de viagem na tarde de ontem totalmente “arrebentado” (eta feriadão!), deixei para hoje a modesta coluna que sairia normalmente na segunda-feira. Estive na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro (comemorou 306 anos ontem), com o amigo Délio das Graças Gandra, o irmão Domingos Afonso Santiago e a cunhada Consuelo Rajão Santiago. Foi uma farra só! Três dias. A melhor foi na residência do Domingos e da Consuelo, no domingo, com muita música, o velho “guaraná” e aquele tira-gosto. Quatro talentosos artistas: Paulinho “Grilo” (violão), seu irmão Renatinho (sax), Aiberê (percussão) e Délio Gandra (violão, voz. “causos” e mentiras). Que “show”! Só faltou o Cadinho Faria, o “mago do violão”, que deu um “show” em Beagá.
E O desrespeito para com o meu querido e glorioso América continua. Grande novidade! O jornal “Super Notícia” de hoje (é o que passei a ler após ser extinto o “Diário da Tarde”) não deu uma linha sequer do Coelho, a não ser a coluna do grande americano Mário Filho (“Américo Coelho”). O clube quase centenário tem eleição marcada para o próximo dia 17, para a eleição dos membros da diretoria executiva para o triênio 2009/2011. Quem será o novo presidente para substituir o dinâmico português Antônio Manuel dos Santos Baltazar? Eis a questão. Tomara que seja um que dê continuidade ao belo trabalho que vem sendo feito e monte um elenco forte para a temporada de 2009, que terá Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Alguns jogadores já “tomaram rumo”. Outros virão. Tomara que sejam bons de verdade...
ACABOU o Brasileirão. São Paulo campeão e Grêmio/RS vice. A Raposinha/saltitante, que achou ter time (ah se não fosse o goleiro Fábio!), ficou em terceiro lugar, o Galinho/sem/esporas em décimo segundo e o Tigre/de/bengala na “lanterna” e rebaixado. Tudo quase normal...
PS – Por ter viajado, perdi o “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo. Fiquei sabendo dos detalhes via celular. Até o cruzeirense Nortinho voltou (voz, violão, animação e esculhambação). Acompanhei apenas a apresentação da tarde de ontem, com os talentosos músicos Jésus Brito, Délio Gandra, Cadinho Faria, Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Jânio e Jaime (violão, voz e percussão). No próximo final de semana espero estar presente ao costumeiro “show” da banda que virou “coqueluche” no meu Gutierrez, já que o velho ludopédio, agora, somente no próximo ano.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter chegado de viagem na tarde de ontem totalmente “arrebentado” (eta feriadão!), deixei para hoje a modesta coluna que sairia normalmente na segunda-feira. Estive na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro (comemorou 306 anos ontem), com o amigo Délio das Graças Gandra, o irmão Domingos Afonso Santiago e a cunhada Consuelo Rajão Santiago. Foi uma farra só! Três dias. A melhor foi na residência do Domingos e da Consuelo, no domingo, com muita música, o velho “guaraná” e aquele tira-gosto. Quatro talentosos artistas: Paulinho “Grilo” (violão), seu irmão Renatinho (sax), Aiberê (percussão) e Délio Gandra (violão, voz. “causos” e mentiras). Que “show”! Só faltou o Cadinho Faria, o “mago do violão”, que deu um “show” em Beagá.
E O desrespeito para com o meu querido e glorioso América continua. Grande novidade! O jornal “Super Notícia” de hoje (é o que passei a ler após ser extinto o “Diário da Tarde”) não deu uma linha sequer do Coelho, a não ser a coluna do grande americano Mário Filho (“Américo Coelho”). O clube quase centenário tem eleição marcada para o próximo dia 17, para a eleição dos membros da diretoria executiva para o triênio 2009/2011. Quem será o novo presidente para substituir o dinâmico português Antônio Manuel dos Santos Baltazar? Eis a questão. Tomara que seja um que dê continuidade ao belo trabalho que vem sendo feito e monte um elenco forte para a temporada de 2009, que terá Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Alguns jogadores já “tomaram rumo”. Outros virão. Tomara que sejam bons de verdade...
ACABOU o Brasileirão. São Paulo campeão e Grêmio/RS vice. A Raposinha/saltitante, que achou ter time (ah se não fosse o goleiro Fábio!), ficou em terceiro lugar, o Galinho/sem/esporas em décimo segundo e o Tigre/de/bengala na “lanterna” e rebaixado. Tudo quase normal...
PS – Por ter viajado, perdi o “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo. Fiquei sabendo dos detalhes via celular. Até o cruzeirense Nortinho voltou (voz, violão, animação e esculhambação). Acompanhei apenas a apresentação da tarde de ontem, com os talentosos músicos Jésus Brito, Délio Gandra, Cadinho Faria, Antônio Orfeu Braúna (bandolim), Jânio e Jaime (violão, voz e percussão). No próximo final de semana espero estar presente ao costumeiro “show” da banda que virou “coqueluche” no meu Gutierrez, já que o velho ludopédio, agora, somente no próximo ano.
ATÉ a próxima.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 176 (QUINTA-FEIRA, 04-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter que viajar amanhã com o amigo Délio das Graças Gandra para a acolhedora Conceição do Mato Dentro (aposentado também aproveita feriado prolongado), onde vou voltar a “curtir” bons momentos com o mano Domingos Afonso e amigos, fui obrigado a antecipar para hoje a coluna que normalmente sairia na sexta (segunda-feira e, excepcionalmente, na quarta, também). Será um final de semana de quatro dias (segunda é feriado) “curtindo” a boa música, a bela culinária, os “causos” e as mentiras do Délio. Segunda-feira conto tudo em detalhes, se chegar a tempo e com disposição. Caso contrário, fica para o dia seguinte. O bar da Lili nos espera. Outros, também...
O TORCEDOR americano vai fazer, no próximo domingo, um sacrifício danado, o de torcer para a Raposinha/saltitante se classificar para a Taça Libertadores da América, abrindo vaga, assim, para o meu querido e glorioso América na Copa do Brasil do próximo ano. E a rival azul terá uma tarefa bem fácil, a de derrotar a já rebaixada Portuguesa de Desportos, no Mineirão. Consolo para os dois clubes mineiros, já que o título do Brasileirão será decidido pelo paulista São Paulo e pelo gaúcho Grêmio.
TERCEIRA, quarta ou quinta colocação para a Raposinha, ao passo que o Galinho/sem/esporas deve permanecer mesmo na décima segunda, pois vai “encarar” o Grêmio no Olímpico, ainda sonhando com o titulo. Por outro lado, o Tigre/de/bengala, mesmo derrotando o também meu Fluminense no Maracanã, será o “lanterninha” da competição. Segundona nacional, segundona mineira. Que vexame, hein, falante presidente Itair Machado? Castigo merecido para quem tentou menosprezar o meu América, um clube quase centenário (30 de abril de 2012 tem festança), ao passo que o dele está longe de chegar aos 20 anos. Se é que vai chegar...
PS – Por causa da inesperada viagem (esse Délio Gandra inventa cada uma!), não poderei “curtir”, na noite de amanhã, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. De quando em vez é bom mudar de ares. Vou sentir uma enorme falta dos talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim cearense), Roberto (e sua inseparável Dirce), Adriano, Farjallo, Átila, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Jânio, Jaime, Odilon Teixeira, Traul (a voz), Wagner, Bizo, Rosalvo Júnior, Davidson, Gustavo Barros, Nortinho e outros. Só não vou sentir saudade daquela “loira gelada”, que tem, também (e como), em Conceição do Mato Dentro. A Lili capricha mais do que a Renilda e o Tiago “Mancini”. Pois é, companheiros, caprichem, também, para que o Jesinho não volte a reclamar...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter que viajar amanhã com o amigo Délio das Graças Gandra para a acolhedora Conceição do Mato Dentro (aposentado também aproveita feriado prolongado), onde vou voltar a “curtir” bons momentos com o mano Domingos Afonso e amigos, fui obrigado a antecipar para hoje a coluna que normalmente sairia na sexta (segunda-feira e, excepcionalmente, na quarta, também). Será um final de semana de quatro dias (segunda é feriado) “curtindo” a boa música, a bela culinária, os “causos” e as mentiras do Délio. Segunda-feira conto tudo em detalhes, se chegar a tempo e com disposição. Caso contrário, fica para o dia seguinte. O bar da Lili nos espera. Outros, também...
O TORCEDOR americano vai fazer, no próximo domingo, um sacrifício danado, o de torcer para a Raposinha/saltitante se classificar para a Taça Libertadores da América, abrindo vaga, assim, para o meu querido e glorioso América na Copa do Brasil do próximo ano. E a rival azul terá uma tarefa bem fácil, a de derrotar a já rebaixada Portuguesa de Desportos, no Mineirão. Consolo para os dois clubes mineiros, já que o título do Brasileirão será decidido pelo paulista São Paulo e pelo gaúcho Grêmio.
TERCEIRA, quarta ou quinta colocação para a Raposinha, ao passo que o Galinho/sem/esporas deve permanecer mesmo na décima segunda, pois vai “encarar” o Grêmio no Olímpico, ainda sonhando com o titulo. Por outro lado, o Tigre/de/bengala, mesmo derrotando o também meu Fluminense no Maracanã, será o “lanterninha” da competição. Segundona nacional, segundona mineira. Que vexame, hein, falante presidente Itair Machado? Castigo merecido para quem tentou menosprezar o meu América, um clube quase centenário (30 de abril de 2012 tem festança), ao passo que o dele está longe de chegar aos 20 anos. Se é que vai chegar...
PS – Por causa da inesperada viagem (esse Délio Gandra inventa cada uma!), não poderei “curtir”, na noite de amanhã, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. De quando em vez é bom mudar de ares. Vou sentir uma enorme falta dos talentosos músicos Antônio Orfeu Braúna (bandolim cearense), Roberto (e sua inseparável Dirce), Adriano, Farjallo, Átila, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Jânio, Jaime, Odilon Teixeira, Traul (a voz), Wagner, Bizo, Rosalvo Júnior, Davidson, Gustavo Barros, Nortinho e outros. Só não vou sentir saudade daquela “loira gelada”, que tem, também (e como), em Conceição do Mato Dentro. A Lili capricha mais do que a Renilda e o Tiago “Mancini”. Pois é, companheiros, caprichem, também, para que o Jesinho não volte a reclamar...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 175 (QUARTA-FEIRA, 03-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contei, na coluna anterior, ter ficado assustado, ao receber um cartão de Natal, depois de muitos anos. Para quem ficou no ar, sem nada entender, explico: quando eu era jornalista, de 1973 a junho de 2006, no extinto “Diário da Tarde”, recebia, todo final de ano, incontáveis cartões e cestas de Natal, garrafas de uísque, de cachaça, presentes e variadas lembranças. Dava para montar uma lojinha. Pois bem. Depois de minha merecida aposentadoria, tudo isso virou passado. Não recebi mais nadinha! Nem um único cartãozinho! Que coisa! Decepção? Não! Afinal, conheço bem a condição humana. O homem movido pelo interesse, que pouco se importa com seu semelhante. Importante, para ele, é o que a pessoa representa e, não, o que ela é...
É UM puxa-saquismo sem fim, dando razão ao hilariante Juca Chaves (“puxa, puxa, puxa para chuchu...”). Só que eu estava preparado para a aposentadoria, para o ostracismo, sabendo que iriam sobrar apenas os verdadeiros amigos, pois o jornalista “morreu” e não ficou sequer sua fama. Isso acontece com todos os que foram alguma coisa na vida, independente da profissão exercida. Lembro-me bem de meu saudoso pai, José de Assis Santiago, que, quando era desembargador, recebia incontáveis cartões de Natal. Tantos, que pedia para minhas irmãs Heloisa e Lúcia prepararem os agradecimentos, com ele só assinando os cartões.
POIS bem! Depois de sua aposentadoria (em outubro de 1976), cadê os cartões? Naturalmente, o “gato comeu”. Sobrou, pelo que fiquei sabendo, somente o do então juiz René Coulaud Costa Cruz, hoje, desembargador aposentado. Que personalidade! Meu pai, para o René, era o seu estimado amigo e colega de turma de seu também saudoso genitor. Vi, inúmeras vezes, advogados atravessando a Avenida Afonso Pena, quando percebiam a aproximação de um desembargador aposentado, só para não cumprimentá-lo, dizendo “lá vem aquele chato”. Tenho uma personalidade diferente: quando vejo um aposentado do outro lado da rua, atravesso-a para cumprimentá-lo. Importante, para mim, é o homem, o amigo, não o que ele representa ou representava na sociedade. Graças a Deu, nunca fui “puxa-saco”. Aliás, isso jamais existiu em meu dicionário. Sou amigo ou não sou...
PS – O caro leitor de meu modesto Blog internacional deve estar estranhando a ausência no espaço do meu querido e glorioso América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que são assuntos obrigatórios das colunas de segunda e sexta. Agora, na de quarta-feira (quando der para escrever), apenas amenidades e “causos”.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contei, na coluna anterior, ter ficado assustado, ao receber um cartão de Natal, depois de muitos anos. Para quem ficou no ar, sem nada entender, explico: quando eu era jornalista, de 1973 a junho de 2006, no extinto “Diário da Tarde”, recebia, todo final de ano, incontáveis cartões e cestas de Natal, garrafas de uísque, de cachaça, presentes e variadas lembranças. Dava para montar uma lojinha. Pois bem. Depois de minha merecida aposentadoria, tudo isso virou passado. Não recebi mais nadinha! Nem um único cartãozinho! Que coisa! Decepção? Não! Afinal, conheço bem a condição humana. O homem movido pelo interesse, que pouco se importa com seu semelhante. Importante, para ele, é o que a pessoa representa e, não, o que ela é...
É UM puxa-saquismo sem fim, dando razão ao hilariante Juca Chaves (“puxa, puxa, puxa para chuchu...”). Só que eu estava preparado para a aposentadoria, para o ostracismo, sabendo que iriam sobrar apenas os verdadeiros amigos, pois o jornalista “morreu” e não ficou sequer sua fama. Isso acontece com todos os que foram alguma coisa na vida, independente da profissão exercida. Lembro-me bem de meu saudoso pai, José de Assis Santiago, que, quando era desembargador, recebia incontáveis cartões de Natal. Tantos, que pedia para minhas irmãs Heloisa e Lúcia prepararem os agradecimentos, com ele só assinando os cartões.
POIS bem! Depois de sua aposentadoria (em outubro de 1976), cadê os cartões? Naturalmente, o “gato comeu”. Sobrou, pelo que fiquei sabendo, somente o do então juiz René Coulaud Costa Cruz, hoje, desembargador aposentado. Que personalidade! Meu pai, para o René, era o seu estimado amigo e colega de turma de seu também saudoso genitor. Vi, inúmeras vezes, advogados atravessando a Avenida Afonso Pena, quando percebiam a aproximação de um desembargador aposentado, só para não cumprimentá-lo, dizendo “lá vem aquele chato”. Tenho uma personalidade diferente: quando vejo um aposentado do outro lado da rua, atravesso-a para cumprimentá-lo. Importante, para mim, é o homem, o amigo, não o que ele representa ou representava na sociedade. Graças a Deu, nunca fui “puxa-saco”. Aliás, isso jamais existiu em meu dicionário. Sou amigo ou não sou...
PS – O caro leitor de meu modesto Blog internacional deve estar estranhando a ausência no espaço do meu querido e glorioso América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que são assuntos obrigatórios das colunas de segunda e sexta. Agora, na de quarta-feira (quando der para escrever), apenas amenidades e “causos”.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
DE LETRA
DE LETRA N 174 (SEGUNDA-FEIRA, 01-12-08)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sem pressa, talentosa jornalista Bety Colares, do jornal “Estado de Minas”, estou me aproximando da coluna de número sete mil, por ser como a água do rio, que alcança seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. Faltam apenas 201. Escrevi 6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 174 no meu modesto Blog internacional. Ufa, que fôlego! Falar no “DT”, fiquei assustado quando recebi, na semana passada, um cartão de Natal (nem sabia o que era isso mais) do ex-companheiro Carlos Lúcio Gontijo, talentoso jornalista, escritor e presidente da Associação Mineira de Jornalista, a quem agradeço.
E OS cruzeirenses falavam no título do Brasileirão! Quanta arrogância e “cara de pau”! Com esse “timinho”, que já perdeu 13 vezes na competição e foi derrotado pelos reservas do Internacional/RS? Nem vice a Raposinha/saltitante pode ser mais. Será no máximo terceiro, podendo ser quarto ou quinto. Nem pênalti essa gente sabe cobrar (até tu, Fernandinho?). E ainda falam em colocar o meu querido e glorioso América na Copa do Brasil do próximo ano, restando somente uma rodada. A conferir! É só derrotar a já rebaixada Portuguesa de Desportos, no Mineirão. Enquanto isso, o Galinho/sem/esporas permanece na décima segunda colocação, com o consolo da Sul/Americana de 2009, ao passo que o Tigre/de/bengala já garantiu o rebaixamento e a “lanterna” da competição. Viu, falante presidente Itair Machado, como é bom falar da vida alheia? Terceira força do futebol mineiro, pois sim. Cresça e apareça...
PS – Como o meu querido e glorioso América só volta a jogar no próximo ano (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e, provavelmente, Copa do Brasil, com um elenco forte prometido pela dinâmica diretoria e pelo próximo presidente a ser eleito em meados de dezembro), continuo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Foi mais um “show”, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, com Odilon Teixeira, Jaime, Jânio, Délio Gandra, Orfeu Braúna, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Átila, Farjallo, Bizo, Vaguinho e outros. Lamentável, apenas, a ausência do Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), que trabalha sábado sim, sábado não. No final de semana ele estará de volta, para alegria de todos nós. Outros “gazeteiros”, também, como Gustavo Barros, Adriano Vitor, Davidson, Roberto (e sua inseparável Dirce), Traul (a voz) e Rosalvo Júnior. Gente, cadê o compromisso da boa música? O “gato comeu”? E o “leão” no Mineirão e “gatinho” fora? Dessa vez, você acertou em cheio, presidente José de Oliveira Costa, o do sobrenome emprestado...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sem pressa, talentosa jornalista Bety Colares, do jornal “Estado de Minas”, estou me aproximando da coluna de número sete mil, por ser como a água do rio, que alcança seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. Faltam apenas 201. Escrevi 6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 174 no meu modesto Blog internacional. Ufa, que fôlego! Falar no “DT”, fiquei assustado quando recebi, na semana passada, um cartão de Natal (nem sabia o que era isso mais) do ex-companheiro Carlos Lúcio Gontijo, talentoso jornalista, escritor e presidente da Associação Mineira de Jornalista, a quem agradeço.
E OS cruzeirenses falavam no título do Brasileirão! Quanta arrogância e “cara de pau”! Com esse “timinho”, que já perdeu 13 vezes na competição e foi derrotado pelos reservas do Internacional/RS? Nem vice a Raposinha/saltitante pode ser mais. Será no máximo terceiro, podendo ser quarto ou quinto. Nem pênalti essa gente sabe cobrar (até tu, Fernandinho?). E ainda falam em colocar o meu querido e glorioso América na Copa do Brasil do próximo ano, restando somente uma rodada. A conferir! É só derrotar a já rebaixada Portuguesa de Desportos, no Mineirão. Enquanto isso, o Galinho/sem/esporas permanece na décima segunda colocação, com o consolo da Sul/Americana de 2009, ao passo que o Tigre/de/bengala já garantiu o rebaixamento e a “lanterna” da competição. Viu, falante presidente Itair Machado, como é bom falar da vida alheia? Terceira força do futebol mineiro, pois sim. Cresça e apareça...
PS – Como o meu querido e glorioso América só volta a jogar no próximo ano (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e, provavelmente, Copa do Brasil, com um elenco forte prometido pela dinâmica diretoria e pelo próximo presidente a ser eleito em meados de dezembro), continuo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Foi mais um “show”, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, com Odilon Teixeira, Jaime, Jânio, Délio Gandra, Orfeu Braúna, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Átila, Farjallo, Bizo, Vaguinho e outros. Lamentável, apenas, a ausência do Nortinho (voz, violão, animação e esculhambação), que trabalha sábado sim, sábado não. No final de semana ele estará de volta, para alegria de todos nós. Outros “gazeteiros”, também, como Gustavo Barros, Adriano Vitor, Davidson, Roberto (e sua inseparável Dirce), Traul (a voz) e Rosalvo Júnior. Gente, cadê o compromisso da boa música? O “gato comeu”? E o “leão” no Mineirão e “gatinho” fora? Dessa vez, você acertou em cheio, presidente José de Oliveira Costa, o do sobrenome emprestado...
ATÉ a próxima.
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