DE LETRA N 194 (SEXTA-FEIRA, 16-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Acompanhava, com o Jésus Brito, um jogo da Copa São Paulo de Futebol Júnior, quando, de repente, os cruzeirenses que frequentam o restaurante “Sub Zero” pediram para trocar o canal, vez que queriam ver novela. Quanto atraso de vida! Quanta “frescura”! Coisa de mulher. Queriam saber quem iria matar quem, se Flora ou Donatela, Patrícia Pilar ou Cláudia Raia. Brincadeira! Ainda bem que a novela “Favorita” termina hoje. Mas, infelizmente, outra começa logo em seguida. De novela em novela os cruzeirenses seguem sonhando...
SONHO de americano é mais consistente. Coisa de homem. Sonha com o título da “Copinha”, em que o meu querido e glorioso América está bem na fita. Depois de ser campeão do Grupo V, com uma goleada histórica de oito a um, pulverizou seu xará paulista por seis a zero e pega o também meu Fluminense/RJ, na tarde de amanhã. Jogo difícil! Bem difícil. Até agora, em quatro jogos, o Coelho venceu três e perdeu um, marcando 16 gols (média impressionante de quatro por partida) e sofrendo três (0,7). Com cinco gols, Danilo é o artilheiro da equipe, seguido de Tiago, Gláucio (três, cada), Rodrigo, Patrick, Washington, Otávio e Ronald (um, cada). Boa campanha. Dos 88 clubes que começaram a competição, o meu América é um dos 16 que continuam na disputa. Clubes tradicionais como Flamengo/RJ, Vasco da Gama/RJ, Palmeiras/SP, Grêmio/RS e o Galinho já ficaram no meio do caminho. Após a rodada do final de semana, só vão restar oito. Tomara que o Coelho seja um deles. Dedos cruzados e saravá...
RECEBI mais duas mensagens. A do Sérgio: “Miguelito, adorei saber que tinha um blog com suas colunas. Era assinante do “Diário da Tarde”, o único aqui em Diamantina, só por causa de suas colunas. Tente propagar mais seu blog, pois tem muito torcedor que não sabe”. E a do Lucas: “Miguel, fiquei bastante feliz ao ver parte do meu comentário no seu post. Quanto à propaganda do blog, ela já está sendo feita na comunidade do América no Orkut. Foi pela comunidade que descobri essa maravilha. Parabéns mais uma vez”. Obrigado, amigos, não mereço tanto...
PS – Enquanto não chega a estréia do Coelho no Campeonato Mineiro (dia 25 contra o Galinho), sigo “curtindo” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Depois do “show” improvisado da última segunda-feira, a dose foi repetida ontem, com Jésus, Nortinho, Orfeu Braúna, Farjallo e Délio Gandra. Mais apresentações na noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo. Talentosos e incansáveis músicos! Quem agradece é o pessoal que frequenta o restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali (esquina de Avenidas André Cavalcante e Francisco Sá). E o Zé Migué, só olhando...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 193 (QUARTA-FEIRA, 14-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, está passando dos limites: deu “show” anteontem e vai repetir a dose amanhã (noite), sexta-feira (idem), sábado (tarde) e domingo (idem). Haja talento e disposição! De repente, nada mais do que de repente, o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, canta, na sequência, as lindas canções “Sentinela” e “Travessia”, do fantástico e inspirado amigo Milton Nascimento, o “Bituca”, o que me fez voltar no tempo...
MAIS precisamente 1967, quando eu cursava o segundo ano da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Na minha sala havia um “gênio” da música popular brasileira. Estou falando do grande americano Fernando Rocha Brant. Pois bem! Ele é o autor das letras de “Sentinela” e “Travessia” e da maioria das lindas músicas do Milton. Da primeira, modéstia de lado, tenho participação, ainda que pequena. No intervalo das aulas (quando menino, chamava de “recreio”), eu, Fernando e dois colegas tomávamos o “velho guaraná”, na cantina da escola, quando ele, com a partitura do lado, pegou caneta e papel. Momento mágico da música popular brasileira...
E FOI rascunhando a “Sentinela” (“... morte dela sentinela eu sou...”). Cantarolava e pedia a nossa opinião. Na maior “cara de pau”, dei meus palpites (garanto que não foram infelizes). De repente, estava pronta a letra, que o Milton defendeu no festival da “TV Record”. Um sucesso! Acho que ficou em segundo lugar. Mas, em compensação, foi, daí para frente, uma das mais cantadas em “shows”, no rádio e na televisão. Talento puro...
MEU GRANDE amigo Fernando Brant leva uma vida diferente. Filho do meu saudoso amigo, o ilustrado desembargador Moacyr Pimenta Brant, formou-se em Direito (1970) e, talvez, jamais entrou no Fórum Lafayette ou em qualquer outro tribunal. Não quis ser advogado, magistrado ou promotor. Escreveu, por pouco tempo, na extinta revista “Manchete”. Mas, sua vocação era mesmo a música. A meu sentir, um dos maiores letristas da nossa música popular. Bastaria ter escrito a letra de “Travessia”. Entretanto, escreveu outras e outras. Virou até cantor. Modesto, diga-se de passagem. Seu argumento é interessante: “se todos cantam as minhas canções, por que não posso cantar?” Pode, sim, Fernando, já que você é o “pai” delas...
GOSTAVA de jogar futebol. Na faculdade, era o nosso ponta-direita. Muito rápido. Mas, sua paixão, como a minha, é o nosso querido e glorioso América Futebol Clube. Sempre o encontro no nosso belo e confortável Independência. Nossa única diferença é que na sua numerosa família todos são americanos e na minha (éramos 12 irmãos) um é cruzeirense (Domingos) e dois eram atleticanos (os saudosos João Batista e José Teófilo).
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, está passando dos limites: deu “show” anteontem e vai repetir a dose amanhã (noite), sexta-feira (idem), sábado (tarde) e domingo (idem). Haja talento e disposição! De repente, nada mais do que de repente, o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, canta, na sequência, as lindas canções “Sentinela” e “Travessia”, do fantástico e inspirado amigo Milton Nascimento, o “Bituca”, o que me fez voltar no tempo...
MAIS precisamente 1967, quando eu cursava o segundo ano da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Na minha sala havia um “gênio” da música popular brasileira. Estou falando do grande americano Fernando Rocha Brant. Pois bem! Ele é o autor das letras de “Sentinela” e “Travessia” e da maioria das lindas músicas do Milton. Da primeira, modéstia de lado, tenho participação, ainda que pequena. No intervalo das aulas (quando menino, chamava de “recreio”), eu, Fernando e dois colegas tomávamos o “velho guaraná”, na cantina da escola, quando ele, com a partitura do lado, pegou caneta e papel. Momento mágico da música popular brasileira...
E FOI rascunhando a “Sentinela” (“... morte dela sentinela eu sou...”). Cantarolava e pedia a nossa opinião. Na maior “cara de pau”, dei meus palpites (garanto que não foram infelizes). De repente, estava pronta a letra, que o Milton defendeu no festival da “TV Record”. Um sucesso! Acho que ficou em segundo lugar. Mas, em compensação, foi, daí para frente, uma das mais cantadas em “shows”, no rádio e na televisão. Talento puro...
MEU GRANDE amigo Fernando Brant leva uma vida diferente. Filho do meu saudoso amigo, o ilustrado desembargador Moacyr Pimenta Brant, formou-se em Direito (1970) e, talvez, jamais entrou no Fórum Lafayette ou em qualquer outro tribunal. Não quis ser advogado, magistrado ou promotor. Escreveu, por pouco tempo, na extinta revista “Manchete”. Mas, sua vocação era mesmo a música. A meu sentir, um dos maiores letristas da nossa música popular. Bastaria ter escrito a letra de “Travessia”. Entretanto, escreveu outras e outras. Virou até cantor. Modesto, diga-se de passagem. Seu argumento é interessante: “se todos cantam as minhas canções, por que não posso cantar?” Pode, sim, Fernando, já que você é o “pai” delas...
GOSTAVA de jogar futebol. Na faculdade, era o nosso ponta-direita. Muito rápido. Mas, sua paixão, como a minha, é o nosso querido e glorioso América Futebol Clube. Sempre o encontro no nosso belo e confortável Independência. Nossa única diferença é que na sua numerosa família todos são americanos e na minha (éramos 12 irmãos) um é cruzeirense (Domingos) e dois eram atleticanos (os saudosos João Batista e José Teófilo).
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 192 (SEGUNDA-FEIRA, 12-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um exagero! Não precisava de tanto! Cinco gols “quebrariam o galho” do Coelho, que, em caso de necessidade de saldo de gols, como aconteceu, classificação certa para a próxima fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Mas, para se garantir, vez que o Avaí/SC jogaria no jogo de fundo, o América “sapecou” logo uma sonora goleada de oito a um no Ypiranga/PE, com gols de Danilo, Gláucio (dois, cada), Tiago, Patrick, Thiago e Washington (um, cada). Eta meninada boa de bola (e de gols, também). Agora, pega, depois de amanhã, seu “xará” de São José do Rio Preto/SP. Quem vencer segue na competição, quem perder volta para casa mais cedo. Uma coisa é certa: tem América na próxima fase...
IMPRESSIONANTE, a “doença” da mídia esportiva mineira pegou na do eixo Rio/São Paulo! As três emissoras de televisão que estão transmitindo a Copinha (Rede Vida, Espn Brasil e Sport TV) não exibiram um jogo sequer do meu querido, glorioso e desprotegido América, que já atuou três vezes. Somente os da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, até mesmo os do Democrata Jacaré exibiram. Nem parece que o meu Coelho já foi campeão da competição. Foi, sim, em 1996. Foi até bom o esquecimento, pois, assim, o Coelho, como bom mineiro, veio “comendo quieto pelas beiradas”. E chegou lá...
A MÍDIA mineira, ah, a mídia mineira! Nas “manchetes” do resumo do dia, após a rodada de ontem, a “Rádio Itatiaia” omitiu a eliminação do Galinho/sem/esporas, enfatizou a classificação da Raposinha/saltitante e teve a ousadia de dizer que o Coelho “operou um milagre” na Copinha. Milagre, como, se o América é o atual campeão mineiro júnior e precisava apenas de uma boa vitória? Pouco importa se o Ypiranga é fraco, vez que a maioria dos 82 participantes que começaram a competição também é fraca. A Raposinha, por exemplo, enfrentou Baré/RR, Desportivo Brasil/SP e Rio Bananal/ES. Alguém conhece tais “timecos”? E o Galinho pegou Sergipe/SE, Rio Branco/SP e Juventus/SP, não tão fortes assim. E o meu Coelho “encarou”, além do fraco Ypiranga, Nacional/SP (duas vezes campeão da Copinha) e Avaí/SC (da elite do futebol brasileiro). Só...
PS – Foi ao som da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito que os americanos esperaram e comemoram a classificação do Coelho na “paulicéia desvairada”, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo. Só faltou o Nortinho, vez que presentes estiveram talentosos músicos como Cadinho Faria (o “mago do violão”), Orfeu Braúna, Délio Gandra, Odilon Teixeira, Alemão e outros. A turma “endoidou” o restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali. Valeu, gente!
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um exagero! Não precisava de tanto! Cinco gols “quebrariam o galho” do Coelho, que, em caso de necessidade de saldo de gols, como aconteceu, classificação certa para a próxima fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Mas, para se garantir, vez que o Avaí/SC jogaria no jogo de fundo, o América “sapecou” logo uma sonora goleada de oito a um no Ypiranga/PE, com gols de Danilo, Gláucio (dois, cada), Tiago, Patrick, Thiago e Washington (um, cada). Eta meninada boa de bola (e de gols, também). Agora, pega, depois de amanhã, seu “xará” de São José do Rio Preto/SP. Quem vencer segue na competição, quem perder volta para casa mais cedo. Uma coisa é certa: tem América na próxima fase...
IMPRESSIONANTE, a “doença” da mídia esportiva mineira pegou na do eixo Rio/São Paulo! As três emissoras de televisão que estão transmitindo a Copinha (Rede Vida, Espn Brasil e Sport TV) não exibiram um jogo sequer do meu querido, glorioso e desprotegido América, que já atuou três vezes. Somente os da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, até mesmo os do Democrata Jacaré exibiram. Nem parece que o meu Coelho já foi campeão da competição. Foi, sim, em 1996. Foi até bom o esquecimento, pois, assim, o Coelho, como bom mineiro, veio “comendo quieto pelas beiradas”. E chegou lá...
A MÍDIA mineira, ah, a mídia mineira! Nas “manchetes” do resumo do dia, após a rodada de ontem, a “Rádio Itatiaia” omitiu a eliminação do Galinho/sem/esporas, enfatizou a classificação da Raposinha/saltitante e teve a ousadia de dizer que o Coelho “operou um milagre” na Copinha. Milagre, como, se o América é o atual campeão mineiro júnior e precisava apenas de uma boa vitória? Pouco importa se o Ypiranga é fraco, vez que a maioria dos 82 participantes que começaram a competição também é fraca. A Raposinha, por exemplo, enfrentou Baré/RR, Desportivo Brasil/SP e Rio Bananal/ES. Alguém conhece tais “timecos”? E o Galinho pegou Sergipe/SE, Rio Branco/SP e Juventus/SP, não tão fortes assim. E o meu Coelho “encarou”, além do fraco Ypiranga, Nacional/SP (duas vezes campeão da Copinha) e Avaí/SC (da elite do futebol brasileiro). Só...
PS – Foi ao som da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito que os americanos esperaram e comemoram a classificação do Coelho na “paulicéia desvairada”, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo. Só faltou o Nortinho, vez que presentes estiveram talentosos músicos como Cadinho Faria (o “mago do violão”), Orfeu Braúna, Délio Gandra, Odilon Teixeira, Alemão e outros. A turma “endoidou” o restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali. Valeu, gente!
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 191 (SEXTA-FEIRA, 09-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Tungaram” o meu querido e glorioso América, como diria o advogado, amigo e companheiro Maurílio Costa, comentarista da “Rádio Itatiaia”! Um pênalti no final da partida que somente o “soprador de apito” viu tirou a nossa liderança do Grupo V da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Nacional, que venceu o jogo pelo placar menor, é um clube paulista, o árbitro foi paulista e a competição é paulista. Portanto, para quem sabe ler, pingo é letra. Quem não viu o lance pela “telinha” pode estar pensando ser “choro” de perdedor. Não é, não, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, é a pura realidade. Agora, ao América (três pontos) restou a obrigação de vencer o Ypiranga/PE (um) no próximo domingo e torcer por um empate entre Nacional (quatro) e Avaí/SC (três). Caso contrário, eliminação precoce...
RECEBI mais três mensagens de leitores e americanos: “Parabéns, Miguel, pela coluna. Estava com muita saudade dos seus comentários. Faz como voltar ao tempo. Abraços e sorte para o nosso Coelhão neste ano” (do Ronne Franks), “Seu Blog já está nos meus favoritos. Saudades das suas colunas. Valeu mesmo” (do Cristiano Moreira) e “Nunca tive oportunidade de ler suas colunas, mas seu Blog já está nos meus favoritos e eu vou entrar todos os dias. Parabéns” (do Lucas). Obrigado, gente. Isso é que me incentiva a continuar escrevendo, pelo menos até a coluna de número sete mil, um recorde. Não está tão longe assim, vez que já são 6.816 (6.625 no extinto “Diário da Tarde” e 191 no Blog). Portanto, faltam apenas 184...
FALTAM somente 16 dias para a estréia do Coelho no Campeonato Mineiro (dia 25 contra o Galinho/sem/esporas). O início da volta por cima, depois de um ano fora da competição! Dessa vez houve planejamento. Finalmente! Elenco renovado (montaram um time Sub-40) e pré-temporada em Capitólio/MG, na região de Furnas, terra do amigo galista Jorge da Mata. Dedos cruzados e saravá...
PS – Oba, mais um final de semana! Com ele, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista (eu também sou) Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Os dedos do advogado Antônio Orfeu Braúna (bandolim) já estão “coçando”. Os talentosos músicos já se encontram de plantão para as apresentações da noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo, no restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali (esquina de avenidas André Cavalcante e Francisco Sá). Imperdível. Um “show”! Vamos lá, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Nortinho (violão e voz), Délio das Graças Gandra (o homem do terno branco dos sete instrumentos), Odilon Teixeira, Átila, Farjallo, Rosalvo Júnior e outros! A “galera” está com saudade da banda. Afinal, uma semana sem música é muita coisa...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Tungaram” o meu querido e glorioso América, como diria o advogado, amigo e companheiro Maurílio Costa, comentarista da “Rádio Itatiaia”! Um pênalti no final da partida que somente o “soprador de apito” viu tirou a nossa liderança do Grupo V da Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Nacional, que venceu o jogo pelo placar menor, é um clube paulista, o árbitro foi paulista e a competição é paulista. Portanto, para quem sabe ler, pingo é letra. Quem não viu o lance pela “telinha” pode estar pensando ser “choro” de perdedor. Não é, não, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, é a pura realidade. Agora, ao América (três pontos) restou a obrigação de vencer o Ypiranga/PE (um) no próximo domingo e torcer por um empate entre Nacional (quatro) e Avaí/SC (três). Caso contrário, eliminação precoce...
RECEBI mais três mensagens de leitores e americanos: “Parabéns, Miguel, pela coluna. Estava com muita saudade dos seus comentários. Faz como voltar ao tempo. Abraços e sorte para o nosso Coelhão neste ano” (do Ronne Franks), “Seu Blog já está nos meus favoritos. Saudades das suas colunas. Valeu mesmo” (do Cristiano Moreira) e “Nunca tive oportunidade de ler suas colunas, mas seu Blog já está nos meus favoritos e eu vou entrar todos os dias. Parabéns” (do Lucas). Obrigado, gente. Isso é que me incentiva a continuar escrevendo, pelo menos até a coluna de número sete mil, um recorde. Não está tão longe assim, vez que já são 6.816 (6.625 no extinto “Diário da Tarde” e 191 no Blog). Portanto, faltam apenas 184...
FALTAM somente 16 dias para a estréia do Coelho no Campeonato Mineiro (dia 25 contra o Galinho/sem/esporas). O início da volta por cima, depois de um ano fora da competição! Dessa vez houve planejamento. Finalmente! Elenco renovado (montaram um time Sub-40) e pré-temporada em Capitólio/MG, na região de Furnas, terra do amigo galista Jorge da Mata. Dedos cruzados e saravá...
PS – Oba, mais um final de semana! Com ele, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista (eu também sou) Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Os dedos do advogado Antônio Orfeu Braúna (bandolim) já estão “coçando”. Os talentosos músicos já se encontram de plantão para as apresentações da noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo, no restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali (esquina de avenidas André Cavalcante e Francisco Sá). Imperdível. Um “show”! Vamos lá, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Nortinho (violão e voz), Délio das Graças Gandra (o homem do terno branco dos sete instrumentos), Odilon Teixeira, Átila, Farjallo, Rosalvo Júnior e outros! A “galera” está com saudade da banda. Afinal, uma semana sem música é muita coisa...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 190 (QUARTA-FEIRA, 07-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira é dia de amenidades. Hora de colocar o passado ao lado do presente. Sempre sou perguntado para quem torceria se o América acabasse. Em primeiro lugar, o meu clube não vai acabar (só nós, pobres mortais) e, em segundo, detesto, com a mesma intensidade, a “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Entretanto, sou obrigado a registrar que o Galinho/sem/esporas sempre foi o maior rival do Coelhão. Desde o já distante 1912, quando meu clube foi fundado. A Raposinha/saltitante só passou a incomodar em meados de 1965, quando foi inaugurado o Mineirão. Antes, era a quarta força do futebol mineiro (o Leão era a terceira). Verdade histórica...
ANTES do Mineirão, só conhecia um cruzeirense: o mano Domingos Afonso. Depois, quando a Raposinha montou uma forte e vitoriosa equipe (o ex-americano Tostão, Dirceu Lopes e companhia), a torcida azul cresceu (diria simpatizantes), com muitos trocando de clube. Gente “vira-folhas”, isso sim! Conheço vários. Quem é da minha geração sabe, perfeitamente, que o “clássico das multidões”, até 1965, era disputado pela dupla CoelhoGalo. O Independência ficava dividido entre as duas torcidas. Os azulados eram verdadeiros “gatos pingados”. O Coelho bobeou e a Raposa nos presenteou com uma “kombi” azul, que pintamos de verde...
O MAIS interessante é que minha aversão ao inimigo maior começou bem antes de eu virar americano (sou Coelho desde 1955, quando cheguei em Beagá, vindo da acolhedora Leopoldina). Era criança e passava férias na casa de meu saudoso avô Beto, na acolhedora São Domingos do Prata, terra natal da maioria esmagadora de minha família. No terreiro, vi um galo saliente fazendo “gracinha” com as galinhas. Não pensei duas vezes. Peguei um bambu e o acertei bem na crista. O coitado morreu! Meu avô, quando tomou conhecimento do fato, deu-me uma surra. Foi a primeira vez que apanhei por causa de um galo. Na também acolhedora Leopoldina, “aprontei”. Na minha casa, um galo índio agredia os galos mais fracos que não sabiam brigar. Entrei no galinheiro e segurei o “brigão”, para que ele apanhasse dos outros. Como se pode notar, “gosto” de galo desde criança...
BEM, a saudosa infância ficou para trás. Quando cheguei em Beagá (outubro de 1955), só ouvia falar no “clássico das multidões”, que parava a cidade uma semana antes e uma depois. Só se falava nisso. Como não gostava de galo, passei a detestar um tal Galo com G maiúsculo. Bons tempos em que atleticano odiava o meu querido e glorioso América, ao contrário de hoje, em que é tido como “coitadinho”. Todo mundo tem pena do Coelho. Ora, quem tem pena é galo! Naquela época, todos tinham pena era da Raposinha. Tempos mudados...
PS – Na coluna de sexta-feira volto a falar do meu América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Na de segunda, também. Quarta é dia de amenidades...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira é dia de amenidades. Hora de colocar o passado ao lado do presente. Sempre sou perguntado para quem torceria se o América acabasse. Em primeiro lugar, o meu clube não vai acabar (só nós, pobres mortais) e, em segundo, detesto, com a mesma intensidade, a “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Entretanto, sou obrigado a registrar que o Galinho/sem/esporas sempre foi o maior rival do Coelhão. Desde o já distante 1912, quando meu clube foi fundado. A Raposinha/saltitante só passou a incomodar em meados de 1965, quando foi inaugurado o Mineirão. Antes, era a quarta força do futebol mineiro (o Leão era a terceira). Verdade histórica...
ANTES do Mineirão, só conhecia um cruzeirense: o mano Domingos Afonso. Depois, quando a Raposinha montou uma forte e vitoriosa equipe (o ex-americano Tostão, Dirceu Lopes e companhia), a torcida azul cresceu (diria simpatizantes), com muitos trocando de clube. Gente “vira-folhas”, isso sim! Conheço vários. Quem é da minha geração sabe, perfeitamente, que o “clássico das multidões”, até 1965, era disputado pela dupla CoelhoGalo. O Independência ficava dividido entre as duas torcidas. Os azulados eram verdadeiros “gatos pingados”. O Coelho bobeou e a Raposa nos presenteou com uma “kombi” azul, que pintamos de verde...
O MAIS interessante é que minha aversão ao inimigo maior começou bem antes de eu virar americano (sou Coelho desde 1955, quando cheguei em Beagá, vindo da acolhedora Leopoldina). Era criança e passava férias na casa de meu saudoso avô Beto, na acolhedora São Domingos do Prata, terra natal da maioria esmagadora de minha família. No terreiro, vi um galo saliente fazendo “gracinha” com as galinhas. Não pensei duas vezes. Peguei um bambu e o acertei bem na crista. O coitado morreu! Meu avô, quando tomou conhecimento do fato, deu-me uma surra. Foi a primeira vez que apanhei por causa de um galo. Na também acolhedora Leopoldina, “aprontei”. Na minha casa, um galo índio agredia os galos mais fracos que não sabiam brigar. Entrei no galinheiro e segurei o “brigão”, para que ele apanhasse dos outros. Como se pode notar, “gosto” de galo desde criança...
BEM, a saudosa infância ficou para trás. Quando cheguei em Beagá (outubro de 1955), só ouvia falar no “clássico das multidões”, que parava a cidade uma semana antes e uma depois. Só se falava nisso. Como não gostava de galo, passei a detestar um tal Galo com G maiúsculo. Bons tempos em que atleticano odiava o meu querido e glorioso América, ao contrário de hoje, em que é tido como “coitadinho”. Todo mundo tem pena do Coelho. Ora, quem tem pena é galo! Naquela época, todos tinham pena era da Raposinha. Tempos mudados...
PS – Na coluna de sexta-feira volto a falar do meu América e da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Na de segunda, também. Quarta é dia de amenidades...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 189 (SEGUNDA-FEIRA, 05-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A garotada do meu querido e glorioso América brilhou, na tarde de ontem, na estréia da Copa São Paulo de Futebol Júnior, derrotando o Avaí/SC, o mais difícil adversário do Grupo V, por dois a um (gols de Danilo e Rodrigo). Caminho aberto para passar para a próxima fase da importante competição. O atual campeão mineiro (quase invicto, pois só perdeu uma partida), dirigido pelo treinador Alexandre Grasseli, enfrenta, agora, o Nacional/SP (quarta-feira, dia 7) e o Ypiranga (domingo, dia 11). A Raposinha/saltitante também venceu na estréia, mas o tal Rio Bananal/ES (alguém conhece?). O Jacaré perdeu do São Carlos/SP e o Galinho/sem/esporas estréia hoje contra o Juventus/SP.
O COELHO velho (leia-se equipe profissional) começou, na manhã de hoje, os preparativos para enfrentar a árdua temporada de 2009 (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil). O clube apresentou os sete primeiros reforços. Deles, conheço cinco (o lateral-direito Evanilson, o zagueiro Wellington Paulo, o meia Luiz Carlos Capixaba e os atacantes Bruno Mineiro e Taílson). De se registrar que Evanilson, Wellington e Bruno estão de volta, já que, a exemplo do atacante Euller, começaram nas categorias de base do América. Claro que voltam envelhecidos. Fazer o quê? Coisas que só acontecem com o América? Apenas mais uma...
SE NÃO fosse a nota da nossa estréia na Copa São Paulo Júnior, o América passaria em branco hoje na mídia esportiva mineira. Do profissional, nada. Mas, em compensação, apenas como exemplo, o jornal “Super Notícia”, que leio diariamente, falou da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, do Bugre de Divinópolis, do Democrata/GV, do Vasco da Gama/RJ, de Adriano “Imperador”, de Kaká, do Manchester United, tendo, ainda, as colunas do Mário Brito e do Chico Maia. Tudo isso, segundo a mídia mineira, é mais importante do que o meu desprotegido América. Fazer o quê? Pois é...
PS – A nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, voltou a abrilhantar o nosso final de semana com uma música da melhor qualidade. Muito músico talentoso “pintou” no pedaço, como Antônio Orfeu Braúna, Odilon Teixeira, Alemão, Roberval Rocha, Délio das Graças Gandra, Denise e Átila. Mas, entretanto, quem “roubou a cena” foram os brilhantes músicos Paulinho Sete Cordas (noite de sexta-feira), Nortinho (tarde/noite de sábado) e Cadinho Faria, o “mago do violão” (tarde de domingo). Que “show”! Para ninguém colocar defeito. Um americano (Paulinho), um cruzeirense (Nortinho) e um atleticano (Cadinho). Banda democrática, em harmonia convivência dos “inimigos”. Nos estádios, também deveria ser assim. Mas...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A garotada do meu querido e glorioso América brilhou, na tarde de ontem, na estréia da Copa São Paulo de Futebol Júnior, derrotando o Avaí/SC, o mais difícil adversário do Grupo V, por dois a um (gols de Danilo e Rodrigo). Caminho aberto para passar para a próxima fase da importante competição. O atual campeão mineiro (quase invicto, pois só perdeu uma partida), dirigido pelo treinador Alexandre Grasseli, enfrenta, agora, o Nacional/SP (quarta-feira, dia 7) e o Ypiranga (domingo, dia 11). A Raposinha/saltitante também venceu na estréia, mas o tal Rio Bananal/ES (alguém conhece?). O Jacaré perdeu do São Carlos/SP e o Galinho/sem/esporas estréia hoje contra o Juventus/SP.
O COELHO velho (leia-se equipe profissional) começou, na manhã de hoje, os preparativos para enfrentar a árdua temporada de 2009 (Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil). O clube apresentou os sete primeiros reforços. Deles, conheço cinco (o lateral-direito Evanilson, o zagueiro Wellington Paulo, o meia Luiz Carlos Capixaba e os atacantes Bruno Mineiro e Taílson). De se registrar que Evanilson, Wellington e Bruno estão de volta, já que, a exemplo do atacante Euller, começaram nas categorias de base do América. Claro que voltam envelhecidos. Fazer o quê? Coisas que só acontecem com o América? Apenas mais uma...
SE NÃO fosse a nota da nossa estréia na Copa São Paulo Júnior, o América passaria em branco hoje na mídia esportiva mineira. Do profissional, nada. Mas, em compensação, apenas como exemplo, o jornal “Super Notícia”, que leio diariamente, falou da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, do Bugre de Divinópolis, do Democrata/GV, do Vasco da Gama/RJ, de Adriano “Imperador”, de Kaká, do Manchester United, tendo, ainda, as colunas do Mário Brito e do Chico Maia. Tudo isso, segundo a mídia mineira, é mais importante do que o meu desprotegido América. Fazer o quê? Pois é...
PS – A nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, voltou a abrilhantar o nosso final de semana com uma música da melhor qualidade. Muito músico talentoso “pintou” no pedaço, como Antônio Orfeu Braúna, Odilon Teixeira, Alemão, Roberval Rocha, Délio das Graças Gandra, Denise e Átila. Mas, entretanto, quem “roubou a cena” foram os brilhantes músicos Paulinho Sete Cordas (noite de sexta-feira), Nortinho (tarde/noite de sábado) e Cadinho Faria, o “mago do violão” (tarde de domingo). Que “show”! Para ninguém colocar defeito. Um americano (Paulinho), um cruzeirense (Nortinho) e um atleticano (Cadinho). Banda democrática, em harmonia convivência dos “inimigos”. Nos estádios, também deveria ser assim. Mas...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 188 (SEXTA-FEIRA, 02-01-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Esta é a primeira coluna do novo ano. Um ano que tem bons motivos para que o meu querido e glorioso América comece a trilhar novamente o bom caminho, nas três importantes competições da temporada que vai disputar, Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Todas, importantes, mas a mais, a meu modesto sentir, é a segunda, uma trajetória árdua, difícil e complicada que pode levar o Mecão ao Campeonato Brasileiro da Série B de 2010. Sem pressa, o Coelho vai chegar lá, por ser como a água do rio, que chega ao seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho...
A NOVA diretoria americana está procurando os reforços necessários para que o elenco seja forte. Nada mais nada menos do que 14 jogadores já “ganharam trecho”. O dobro de sete, conta de mentiroso. Três eram titulares (o lateral-esquerdo Jean Batista, o zagueiro Eduardo Teles e o atacante Amilton) e outros jogavam de quando em vez (Fernando, Santos, Robson Júnior, Carlão, Viola, Evandro, Leandro Brasília e Rogério). Saíram, também, Fernando, Daniel e André Malacrida. Que bela limpeza! Com tal elenco, o que o América pretendia no ano passado? Somente ser campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e vice da Taça Minas Gerais, o que, cá para nós, é muito pouco em se tratando do clube mais tradicional das Minas Gerais...
ENQUANTO os “marmanjos” não entram em campo, a atenção do torcedor americano está voltada para a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Domingo tem o Avaí/SC do ex-tenista Gustavo Kuerten, quarta-feira o Nacional/SP e domingo o Ypiranga/PE. O América, que já conquistou a importante competição nacional (1996), chega na “paulicéia desvairada” com moral elevado, já que é o atual campeão estadual da categoria. Vamos lá, Coelho!
PS – No Natal, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, deu um “show” no restaurante “Sub Zero” do nosso amigo Roncali, com os talentosos músicos Nortinho, Odilon Teixeira, Antônio Orfeu Braúna e Alemão. Muitas ausências. Como se pode notar, muita gente viajou no final de ano, como Cadinho Faria (o “mago do violão”) e Délio das Graças Gandra (o homem dos sete instrumentos), que estavam na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, com os manos Domingos Afonso e José Marcos. Eta gente que gosta de um 0800! Se preciso eles até enfrentam estrada. Depois falam que tal privilégio é somente do amigo americano Roberval Rocha...
PS2 – Um abraço aos aniversariantes de hoje (ambos americanos), meu sobrinho José de Assis Santiago Neto e meu amigo Túlio Costa Ferreira de Melo.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Esta é a primeira coluna do novo ano. Um ano que tem bons motivos para que o meu querido e glorioso América comece a trilhar novamente o bom caminho, nas três importantes competições da temporada que vai disputar, Campeonato Mineiro, Série C do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Todas, importantes, mas a mais, a meu modesto sentir, é a segunda, uma trajetória árdua, difícil e complicada que pode levar o Mecão ao Campeonato Brasileiro da Série B de 2010. Sem pressa, o Coelho vai chegar lá, por ser como a água do rio, que chega ao seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho...
A NOVA diretoria americana está procurando os reforços necessários para que o elenco seja forte. Nada mais nada menos do que 14 jogadores já “ganharam trecho”. O dobro de sete, conta de mentiroso. Três eram titulares (o lateral-esquerdo Jean Batista, o zagueiro Eduardo Teles e o atacante Amilton) e outros jogavam de quando em vez (Fernando, Santos, Robson Júnior, Carlão, Viola, Evandro, Leandro Brasília e Rogério). Saíram, também, Fernando, Daniel e André Malacrida. Que bela limpeza! Com tal elenco, o que o América pretendia no ano passado? Somente ser campeão do Módulo II do Campeonato Mineiro e vice da Taça Minas Gerais, o que, cá para nós, é muito pouco em se tratando do clube mais tradicional das Minas Gerais...
ENQUANTO os “marmanjos” não entram em campo, a atenção do torcedor americano está voltada para a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Domingo tem o Avaí/SC do ex-tenista Gustavo Kuerten, quarta-feira o Nacional/SP e domingo o Ypiranga/PE. O América, que já conquistou a importante competição nacional (1996), chega na “paulicéia desvairada” com moral elevado, já que é o atual campeão estadual da categoria. Vamos lá, Coelho!
PS – No Natal, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, deu um “show” no restaurante “Sub Zero” do nosso amigo Roncali, com os talentosos músicos Nortinho, Odilon Teixeira, Antônio Orfeu Braúna e Alemão. Muitas ausências. Como se pode notar, muita gente viajou no final de ano, como Cadinho Faria (o “mago do violão”) e Délio das Graças Gandra (o homem dos sete instrumentos), que estavam na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, com os manos Domingos Afonso e José Marcos. Eta gente que gosta de um 0800! Se preciso eles até enfrentam estrada. Depois falam que tal privilégio é somente do amigo americano Roberval Rocha...
PS2 – Um abraço aos aniversariantes de hoje (ambos americanos), meu sobrinho José de Assis Santiago Neto e meu amigo Túlio Costa Ferreira de Melo.
ATÉ a próxima.
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