DE LETRA Nº 239 (SEGUNDA-FEIRA, 04-05-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ontem, não entendi nadinha! Gritinhos frenéticos, confusões e brigas, veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, até entre respeitáveis profissionais liberais de nível superior, como médicos e advogados. Por pouco não saíram tapas e pontapés, tudo evitado, pela pronta intervenção da turma do “deixa disso” (eu, Jésus, Carlinhos, Alex, Betinho e outros). O restaurante “Sub Zero”, que frequento, estava lotado, praticamente todo azul. Cânticos e palavras de baixo calão foram ouvidos a todo instante, como se o logradouro fosse um estádio de futebol. Fiquei estarrecido! Isso, em um bairro tido como de classe A, como o meu Gutierrez! Lamentável...
CHEGUEI a imaginar que se tratava de uma decisão de Copa do Mundo, entre Brasil e Argentina, eternos rivais e “mui amigos”. Nada disso! Era a decisão do “Campeonato Rural”, denominação dada ao nosso Estadual pelo presidente estrelado do sobrenome emprestado. Se tivesse sido do Campeonato Mineiro, nossa, que “zorra” seria! A turma azul teria que comemorar, mesmo, já que, no Brasileirão e na Libertadores, não vai sobrar nada a ser comemorado. Será um vexame atrás do outro. Uma competição tão fraca e inexpressiva e o meu querido e glorioso América ficou apenas na modesta quinta colocação, com somente dois motivos de comemoração: a melhor defesa da competição e o fato de não ter perdido para o campeão rural...
PÁGINA virada, o negócio, agora (do meu Coelho, bem entendido), é o Campeonato Brasileiro da Série C, que começa no próximo dia 24 (epa!), com o Mecão recebendo o Gama/DF (no Mineirão ou no nosso belo e confortável Independência, sei lá). Gente, faltam apenas 20 dias! Cadê o time forte e competitivo pedido pelo treinador Givanildo Oliveira e prometido pela diretoria americana? Nada de reforços. Apenas uma ligeira “varredura” no elenco, com uns e outros “enganadores” recebendo o “bilhete azul”. Serão 20 dias de angustiosa espera. O americano está acostumado. Ano após ano e nada muda no quartel de Abrantes, digo, do Coelho ...
PS – A baderna estrelada impediu que a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, tocasse na tarde de ontem, no “Sub Zero”. Que pena! Mas, em compensação, foi um “show” só, na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado. Doravante, até dezembro, por causa do Brasileirão, que começa no próximo sábado, um dia musical será prejudicado a cada final de semana (sábado ou domingo, dependendo da tabela da competição). De qualquer maneira, no nosso logradouro tem espaço para a boa música e o velho ludopédio. Uma bela combinação! Tudo, é claro, acompanhado do velho “guaraná”. Afinal, ninguém é de “ferro”...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 4 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 238 (SEXTA-FEIRA, 01-05-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! E ainda tem gente que diz não ser o brasileiro trabalhador! Ora, trabalha! E muito! É um tal de feriado prolongado que não acaba nunca! Há poucos dias, teve o da Sexta-Feira da Paixão. No dia 21 de abril, o de Tiradentes. E, hoje, o do trabalho. Afinal, ninguém é de ferro! Nem o pobre trabalhador brasileiro. Três feriados prolongados seguidos. Para este modesto cronista, nada disso interessa, vez que, como qualquer aposentado, vivo em permanente feriado. É um feriado só! Fazer o quê? Afinal, “ralando”, passei longos 40 anos aproveitando os feriados prolongados. O tempo passou e, agora, quero mais que o mundo acabe no velho “guaraná”, para tomá-lo encostado num barranco...
ESTÁ perto o centenário do meu querido e glorioso América! Faltam apenas três anos. Ontem, o clube completou 97 anos, sonhando com a volta aos tempos de glórias do passado. Já retornou à divisão principal do futebol mineiro e a meta, agora, é subir para o Campeonato Brasileiro da Série B, para chegar, breve, à Série A. Em 2012, o Coelho tem que estar na elite do futebol nacional. Estaria sonhando? Não! É o lugar que o América ocupou em passado não tão distante assim e merece voltar a ocupar. Dá-lhe, Coelho!
MAS, continua muito devagar. Devagar, quase parando. Não contratou ninguém e a “limpeza geral” está sendo operada muito lentamente. Até agora, apenas quatro jogadores receberam o “bilhete azul”: o lateral-direito Bruno Heleno, o meia Chico Marcelo e os atacantes Taílson e Maranhão. “Boa viagem” a todos eles. E que nunca regressem. Esse Taílson, então, não passou de “brincadeirinha” de algum empresário esperto. Chegaram até a falar que o distinto jogou no Internacional/RS e a diretoria americana “caiu de patinho”. Ora, o atleta de nome semelhante, o verdadeiro, continua brilhando no clube gaúcho. Agora estão falando no atacante Marcelo Régis (26 anos), que já atuou no Figueirense/SC, Joinvile/SC e no Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido). Vamos correr, Coelho! Faltam somente 23 dias para a nossa estréia na Série C do Brasileirão...
PS – Tem um “timinho” em Beagá que conseguiu a incrível proeza de levar oito gols em apenas dois jogos, em tempo recorde de três dias (cinco no domingo e três na quarta-feira). E não marcou um golzinho sequer! Olha o livro dos recordes aí, gente! Fraco atrás e na frente. Cadê o “Diego Armando Tardeli” do Galinho? O fato será devidamente comemorado pelos americanos da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, no restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali, na tarde/noite de hoje (feriado), tarde/noite de amanhã e tarde de domingo. E a turma vai cantar: “... vou festejar/ vou festejar/ o seu penar...”. Como nossa banda é democrática, tem lugar, também, para cruzeirenses e atleticanos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! E ainda tem gente que diz não ser o brasileiro trabalhador! Ora, trabalha! E muito! É um tal de feriado prolongado que não acaba nunca! Há poucos dias, teve o da Sexta-Feira da Paixão. No dia 21 de abril, o de Tiradentes. E, hoje, o do trabalho. Afinal, ninguém é de ferro! Nem o pobre trabalhador brasileiro. Três feriados prolongados seguidos. Para este modesto cronista, nada disso interessa, vez que, como qualquer aposentado, vivo em permanente feriado. É um feriado só! Fazer o quê? Afinal, “ralando”, passei longos 40 anos aproveitando os feriados prolongados. O tempo passou e, agora, quero mais que o mundo acabe no velho “guaraná”, para tomá-lo encostado num barranco...
ESTÁ perto o centenário do meu querido e glorioso América! Faltam apenas três anos. Ontem, o clube completou 97 anos, sonhando com a volta aos tempos de glórias do passado. Já retornou à divisão principal do futebol mineiro e a meta, agora, é subir para o Campeonato Brasileiro da Série B, para chegar, breve, à Série A. Em 2012, o Coelho tem que estar na elite do futebol nacional. Estaria sonhando? Não! É o lugar que o América ocupou em passado não tão distante assim e merece voltar a ocupar. Dá-lhe, Coelho!
MAS, continua muito devagar. Devagar, quase parando. Não contratou ninguém e a “limpeza geral” está sendo operada muito lentamente. Até agora, apenas quatro jogadores receberam o “bilhete azul”: o lateral-direito Bruno Heleno, o meia Chico Marcelo e os atacantes Taílson e Maranhão. “Boa viagem” a todos eles. E que nunca regressem. Esse Taílson, então, não passou de “brincadeirinha” de algum empresário esperto. Chegaram até a falar que o distinto jogou no Internacional/RS e a diretoria americana “caiu de patinho”. Ora, o atleta de nome semelhante, o verdadeiro, continua brilhando no clube gaúcho. Agora estão falando no atacante Marcelo Régis (26 anos), que já atuou no Figueirense/SC, Joinvile/SC e no Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido). Vamos correr, Coelho! Faltam somente 23 dias para a nossa estréia na Série C do Brasileirão...
PS – Tem um “timinho” em Beagá que conseguiu a incrível proeza de levar oito gols em apenas dois jogos, em tempo recorde de três dias (cinco no domingo e três na quarta-feira). E não marcou um golzinho sequer! Olha o livro dos recordes aí, gente! Fraco atrás e na frente. Cadê o “Diego Armando Tardeli” do Galinho? O fato será devidamente comemorado pelos americanos da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, no restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali, na tarde/noite de hoje (feriado), tarde/noite de amanhã e tarde de domingo. E a turma vai cantar: “... vou festejar/ vou festejar/ o seu penar...”. Como nossa banda é democrática, tem lugar, também, para cruzeirenses e atleticanos...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 237 (QUARTA-FEIRA, 29-04-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje é quarta-feira, dia de amenidades, ficando as colunas de segunda e sexta (modestas, como as demais) reservadas para o meu querido e glorioso América e a nossa cada vez melhor quase filarmônica do Gutierrez. Pois bem, depois de levar mais uma “mordida do Leão” (gente, o “bicho” está faminto e o prazo de entrega do Imposto de Renda termina amanhã), lembro que, em coluna anterior, falei, com enorme saudade, da acolhedora Visconde do Rio Branco/Zona da Mata (outrora, capital brasileira da cana de açúcar), onde passei oito anos (de 1945 a 1953) de minha saudosa infância, que os anos não trazem mais. Ah, quanta saudade...
FOI EM VRB que acompanhei o início da carreira do grande goleiro Genivaldo (veio do Fluminense/RJ para o Nacional), que, posteriormente, foi tricampeão mineiro pela Raposinha/saltitante (1959/1961). Na cidade, aprendi a ler e a escrever, no grupo escolar (hoje, escola estadual), com as queridas professoras Cininha (jardim da infância), Maria Lucas e Silá (primeiro e segundo anos do antigo curso primário). Foi, no campinho do educandário, que comecei a praticar o velho ludopédio, na hora do recreio (só os bem comportados jogavam), com dois assistentes ilustres (ficavam atrás do portão de ferro), meu saudoso genitor José de Assis Santiago (juiz de Direito da comarca) e o também saudoso Grover Cleveland Jacob (promotor de Justiça). Meu pai torcia para mim e o Grover para seu filho Fabiano. Quis o destino que os dois se aposentassem, depois, no cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Bons tempos...
AOS domingos, Missa na Matriz de VRB (grande Ataulfo Alves!), celebrada pelo Padre Raul, que era muito interessante e rigoroso. Em voz alta, o vigário anunciava as contribuições dos paroquianos. Fulano tanto, cicrano tanto. No final da lista, com voz mais alta ainda, dizia, irônico e com indisfarçável ira: “Seu Calixto, cinco réis. Pão duro!”. Dava uma vontade de rir! Mas, como toda criança, ficava esperando, com ansiedade, o padre dizer “Ide, Missa est” (podem ir embora, a Missa terminou). Era só chegar em casa, tirar a “roupa de ver Deus”, colocar o calção e jogar nossas tradicionais “peladas” dominicais. Em campo de terra e com bola de meia. Ainda tenho mais o que falar de Visconde do Rio Branco. Em colunas posteriores, bem entendido...
PS – Para mandar um abraço especial para o aniversariante de hoje, meu querido enteado Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado juiz de Direito da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá. O jovem está com a “cabeça quente”, pela “traulitada” que o seu Galinho levou no último domingo (“mão cheia” da Raposinha), mas, pelo menos, não ouviu os “gritinhos histéricos” de cruzeirenses, já que, na cidade e em todo Sul de Minas, a prioridade do pessoal é o futebol paulista. A região parou para acompanhar, pela “telinha”, o jogo Santos e Corinthians, decisão paulista.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje é quarta-feira, dia de amenidades, ficando as colunas de segunda e sexta (modestas, como as demais) reservadas para o meu querido e glorioso América e a nossa cada vez melhor quase filarmônica do Gutierrez. Pois bem, depois de levar mais uma “mordida do Leão” (gente, o “bicho” está faminto e o prazo de entrega do Imposto de Renda termina amanhã), lembro que, em coluna anterior, falei, com enorme saudade, da acolhedora Visconde do Rio Branco/Zona da Mata (outrora, capital brasileira da cana de açúcar), onde passei oito anos (de 1945 a 1953) de minha saudosa infância, que os anos não trazem mais. Ah, quanta saudade...
FOI EM VRB que acompanhei o início da carreira do grande goleiro Genivaldo (veio do Fluminense/RJ para o Nacional), que, posteriormente, foi tricampeão mineiro pela Raposinha/saltitante (1959/1961). Na cidade, aprendi a ler e a escrever, no grupo escolar (hoje, escola estadual), com as queridas professoras Cininha (jardim da infância), Maria Lucas e Silá (primeiro e segundo anos do antigo curso primário). Foi, no campinho do educandário, que comecei a praticar o velho ludopédio, na hora do recreio (só os bem comportados jogavam), com dois assistentes ilustres (ficavam atrás do portão de ferro), meu saudoso genitor José de Assis Santiago (juiz de Direito da comarca) e o também saudoso Grover Cleveland Jacob (promotor de Justiça). Meu pai torcia para mim e o Grover para seu filho Fabiano. Quis o destino que os dois se aposentassem, depois, no cargo de desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Bons tempos...
AOS domingos, Missa na Matriz de VRB (grande Ataulfo Alves!), celebrada pelo Padre Raul, que era muito interessante e rigoroso. Em voz alta, o vigário anunciava as contribuições dos paroquianos. Fulano tanto, cicrano tanto. No final da lista, com voz mais alta ainda, dizia, irônico e com indisfarçável ira: “Seu Calixto, cinco réis. Pão duro!”. Dava uma vontade de rir! Mas, como toda criança, ficava esperando, com ansiedade, o padre dizer “Ide, Missa est” (podem ir embora, a Missa terminou). Era só chegar em casa, tirar a “roupa de ver Deus”, colocar o calção e jogar nossas tradicionais “peladas” dominicais. Em campo de terra e com bola de meia. Ainda tenho mais o que falar de Visconde do Rio Branco. Em colunas posteriores, bem entendido...
PS – Para mandar um abraço especial para o aniversariante de hoje, meu querido enteado Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado juiz de Direito da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá. O jovem está com a “cabeça quente”, pela “traulitada” que o seu Galinho levou no último domingo (“mão cheia” da Raposinha), mas, pelo menos, não ouviu os “gritinhos histéricos” de cruzeirenses, já que, na cidade e em todo Sul de Minas, a prioridade do pessoal é o futebol paulista. A região parou para acompanhar, pela “telinha”, o jogo Santos e Corinthians, decisão paulista.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 236 (SEGUNDA-FEIRA, 27-04-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! De repente, nada mais do que de repente, um Campeonato Rural se transforma em Mineiro! Já não estou entendendo mais nadinha! Um dirigente do sobrenome emprestado (José Oliveira Costa), sempre afirma, antes do início, ser uma competição “rural”, que nada acrescenta a seu clube. Mas, sua opinião foi contrariada, desde o final do jogo de ontem (eu disse jogo?), com as barulhentas comemorações, que invadiram a madrugada. No Gutierrez, ninguém conseguiu dormir. Quanta contradição! Mudança de rural para mineiro! Se é título, vamos comemorar! Vai entender...
GENTE que se ilude com facilidade! Nos últimos anos, Minas Gerais só tem um clube de futebol (a Raposa), de quando em vez dois (a duplinha RapoGalo) e, esporadicamente, três (o trio CoelhoRapoGalo). Eta futebolzinho pobre! Aí, a Raposinha/saltitante imagina ter time forte e sai por aí dando vexames, como o de “cair de quatro” na Argentina, diante do fraco Estudiantes (se tivesse sido o Boca Juniors ou o River Plate, ainda passava). A Libertadores segue e o Brasileirão vem aí. Mais vexames...
EM UMA competição tão fraca, conseguiram transformar o pobre Galinho/sem/esporas em “Instituto São Rafael”, um “galo cego”, que levou “mão cheia”, ontem, no Mineirão. Pior é que o meu querido e glorioso América não conseguiu nadinha nesse Estadual, ficando no meio do caminho, sendo eliminado, nas quartas-de-final, pelo modesto Rio Branco. Restou apenas um consolo para o judiado torcedor americano, o de não perder para o campeão estadual de 2009, vez que, na fase classificatória, a Raposinha conseguiu a proeza de empatar (zerado) com o meu Coelhão...
COELHO, cadê o time para o Campeonato Brasileiro da Série C? Faltando somente 27 dias para a nossa estréia (Gama, dia 24 de maio, no Mineirão) e nada de reforços ou de “faxina” no clube. Com o atual elenco, a tendência seria a queda para a Série D. Depois não coloquem a culpa no treinador. Afinal, ele não joga. Quem avisa...
PS – Queda é palavra fora do dicionário da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que só tem alta, que, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, segue brilhando nos finais de semana, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, no restaurante “Sub Zero”, do amigo cruzeirense Roncali. No logradouro, meus amigos “ruralistas azulados” fizeram a festa ontem. Um barulhão dos diabos, que interrompeu, durante o joguinho desinteressante, nossa boa música, que volta no próximo final de semana. Mais um feriadão prolongado! Se o dia é do trabalhador, vamos trabalhar, talentosos músicos da filarmônica! Afinal, é para isso que vocês são regiamente pagos. Nada de moleza! O trabalho enobrece o homem...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! De repente, nada mais do que de repente, um Campeonato Rural se transforma em Mineiro! Já não estou entendendo mais nadinha! Um dirigente do sobrenome emprestado (José Oliveira Costa), sempre afirma, antes do início, ser uma competição “rural”, que nada acrescenta a seu clube. Mas, sua opinião foi contrariada, desde o final do jogo de ontem (eu disse jogo?), com as barulhentas comemorações, que invadiram a madrugada. No Gutierrez, ninguém conseguiu dormir. Quanta contradição! Mudança de rural para mineiro! Se é título, vamos comemorar! Vai entender...
GENTE que se ilude com facilidade! Nos últimos anos, Minas Gerais só tem um clube de futebol (a Raposa), de quando em vez dois (a duplinha RapoGalo) e, esporadicamente, três (o trio CoelhoRapoGalo). Eta futebolzinho pobre! Aí, a Raposinha/saltitante imagina ter time forte e sai por aí dando vexames, como o de “cair de quatro” na Argentina, diante do fraco Estudiantes (se tivesse sido o Boca Juniors ou o River Plate, ainda passava). A Libertadores segue e o Brasileirão vem aí. Mais vexames...
EM UMA competição tão fraca, conseguiram transformar o pobre Galinho/sem/esporas em “Instituto São Rafael”, um “galo cego”, que levou “mão cheia”, ontem, no Mineirão. Pior é que o meu querido e glorioso América não conseguiu nadinha nesse Estadual, ficando no meio do caminho, sendo eliminado, nas quartas-de-final, pelo modesto Rio Branco. Restou apenas um consolo para o judiado torcedor americano, o de não perder para o campeão estadual de 2009, vez que, na fase classificatória, a Raposinha conseguiu a proeza de empatar (zerado) com o meu Coelhão...
COELHO, cadê o time para o Campeonato Brasileiro da Série C? Faltando somente 27 dias para a nossa estréia (Gama, dia 24 de maio, no Mineirão) e nada de reforços ou de “faxina” no clube. Com o atual elenco, a tendência seria a queda para a Série D. Depois não coloquem a culpa no treinador. Afinal, ele não joga. Quem avisa...
PS – Queda é palavra fora do dicionário da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que só tem alta, que, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, segue brilhando nos finais de semana, na noite de sexta-feira, tarde/noite de sábado e tarde de domingo, no restaurante “Sub Zero”, do amigo cruzeirense Roncali. No logradouro, meus amigos “ruralistas azulados” fizeram a festa ontem. Um barulhão dos diabos, que interrompeu, durante o joguinho desinteressante, nossa boa música, que volta no próximo final de semana. Mais um feriadão prolongado! Se o dia é do trabalhador, vamos trabalhar, talentosos músicos da filarmônica! Afinal, é para isso que vocês são regiamente pagos. Nada de moleza! O trabalho enobrece o homem...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
MIGUEL DE LETRA -24/04/2009-N 235
Olá , caros leitores semanais! Estive ausente de BH ( Passei o feriadão prolongado na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro ) , retornei e percebi que nada mudou no quartel de Abrantes, digo, Coelho, que está muito devagar, quase parando, correndo o risco de ser atropelado por uma tartaruga.Brincadeira à parte,foi, por ironia do destino, que o meu coelho foi "atropelado" pela Tartaruga ( Siderurgica , de Sabará) , na decisão do Campeonato Mineiro de 1964( Três a Um ) , na saudosa Alameda. Que pesadelo...
Afinal, falta apenas um mês (exatos 30 dias ) para a estréia do meu querido e glorioso América na Série C do Campeonato Brasileiro (recebe o Gama/DF,no Mineirão).Até agora pelo que sei, ninguém foi contratado e somente três jogadores foram mandados embora do clube: o lateral-direito Bruno Heleno, o atacante Tailson e o meia-atacante Chico Marcelo, que" enganaram " e ajudaram o Coelho a passar por novo vexame, de ser eliminado nas quartas-de-final do Estadual pelo Rio Branco, de Andradas( empate zerado no Mineirão e derrota de três a zero em Poços de Caldas). Bruno Heleno não defendeu e nem atacou, Tailson não marcou um golzinho sequer e Chico Marcelo marcou somente dois.Aproveitamento zero. Quem os indicou? Naturalmente algum empresario esperto, que edita um dvd com os" melhores momentos" dos jogadores e a diretoria do Clube "cai no conto do vigario "... Dizem que , após o jogo-treino da manhã de hoje,contra o Araxá (está disputando o Módulo II do Estadual ), no Centro de treinamento Lana Drumond (quatro a zero para o Coelho ), devem ocorrer novas dispensas, já estando em poder da diretoria americana a lista de reforços pedidos pelo treinador Givanildo de oliveira. Será que está vindo pela aí nova "velharia"? PS- Depois de uma semana ausente ( estava viajando), terei a alegria de "Curtir" novamente a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo( antes e depois do joguinho desinteressante da "fuleira", "FAJUTA" , "famigerada" e protegida duplinha RapoGalo), no restaurante "Sub Zero", do amigo cruzeirense Roncali(esquina de André Cavalcantee Francisco Sá), Sem "desentendimentos " musicais entre Jésus Brito e o amigo galista Cadinho Faria, o "mago do violão" (cada um na sua, é bem melhor), mas, com a presença de músicos talentosos como os dois, Nortinho, Orfeu Braúna ( está no caminho certo para ser um novo Hudson Brasil, o "mago do bandolim"0, Átila, Farjallo, Alemão, Roberto ( e sua inseparável Dirce), Délio Gandra, Roberval Rocha e outros.Gente, paz e harmonia! "Brigas", nunca mais.... Até a próxima.
Afinal, falta apenas um mês (exatos 30 dias ) para a estréia do meu querido e glorioso América na Série C do Campeonato Brasileiro (recebe o Gama/DF,no Mineirão).Até agora pelo que sei, ninguém foi contratado e somente três jogadores foram mandados embora do clube: o lateral-direito Bruno Heleno, o atacante Tailson e o meia-atacante Chico Marcelo, que" enganaram " e ajudaram o Coelho a passar por novo vexame, de ser eliminado nas quartas-de-final do Estadual pelo Rio Branco, de Andradas( empate zerado no Mineirão e derrota de três a zero em Poços de Caldas). Bruno Heleno não defendeu e nem atacou, Tailson não marcou um golzinho sequer e Chico Marcelo marcou somente dois.Aproveitamento zero. Quem os indicou? Naturalmente algum empresario esperto, que edita um dvd com os" melhores momentos" dos jogadores e a diretoria do Clube "cai no conto do vigario "... Dizem que , após o jogo-treino da manhã de hoje,contra o Araxá (está disputando o Módulo II do Estadual ), no Centro de treinamento Lana Drumond (quatro a zero para o Coelho ), devem ocorrer novas dispensas, já estando em poder da diretoria americana a lista de reforços pedidos pelo treinador Givanildo de oliveira. Será que está vindo pela aí nova "velharia"? PS- Depois de uma semana ausente ( estava viajando), terei a alegria de "Curtir" novamente a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, tarde/noite de amanhã e tarde de domingo( antes e depois do joguinho desinteressante da "fuleira", "FAJUTA" , "famigerada" e protegida duplinha RapoGalo), no restaurante "Sub Zero", do amigo cruzeirense Roncali(esquina de André Cavalcantee Francisco Sá), Sem "desentendimentos " musicais entre Jésus Brito e o amigo galista Cadinho Faria, o "mago do violão" (cada um na sua, é bem melhor), mas, com a presença de músicos talentosos como os dois, Nortinho, Orfeu Braúna ( está no caminho certo para ser um novo Hudson Brasil, o "mago do bandolim"0, Átila, Farjallo, Alemão, Roberto ( e sua inseparável Dirce), Délio Gandra, Roberval Rocha e outros.Gente, paz e harmonia! "Brigas", nunca mais.... Até a próxima.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 234 (QUARTA-FEIRA, 22-04-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como em toda quarta-feira, o dia é de amenidades, ficando meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Caro e atento leitor, teria que viver novamente 65 anos para que pudesse ter o privilégio de um feriadão prolongado tão bom! Bom, não, extraordinário! Cheguei a imaginar que estava sonhando. Beliscava o braço e sentia que estava acordado e o que estava diante dos meus sentimentos era a cristalina realidade...
TUDO, só poderia ter acontecido na acolhedora, hospitaleira e histórica Conceição do Mato Dentro, para onde viajei com o mano cruzeirense Domingos Afonso Santiago, na última sexta-feira. Cheguei na tarde de hoje, por volta das 16 horas, com as “pilhas recarregadas”, para novas batalhas em Beagá, ao lado dos amigos de sempre, no restaurante “Sub Zero”, do amigo Roncali. Que saudade! E a saudade mata a gente, morena...
DURANTE o dia, aquela “resenha” no restaurante “Solar da Lili”. No final da tarde, almoço caprichado, preparado com carinho e competência pela Tetê. Mas, o melhor estava reservado para o período da noite, no aconchegante restaurante da Rosinha, mormente no sábado, domingo e segunda-feira. Uma música da melhor qualidade, para Palácio das Artes lotado. Três gênios da música e algumas ótimas “canjas”. Fui um dos privilegiados. Acompanhei tudo, não paguei ingresso e muito menos “couvert artístico”.
COM O seu bandolim mágico, que só falta falar (esnobou, também, no violão), o professor Hudson Brasil, do trio “Brasil com S”. Do lado, o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão” dos dedos ágeis. E, para completar, o fenomenal Gabriel Guedes, neto do compositor Godofredo Guedes (alô, Montes Claros!) e filho do conhecido e consagrado músico Beto Guedes. O que o Gabriel (muitos o chamam de “Xexéu”) faz com o bandolim é inacreditável. Não satisfeito, pegou o teclado, o violino e o pandeiro, ficando difícil, para nós, leigos em música (só tenho bons ouvidos e sensibilidade para ouvir), distinguir qual instrumento é a “praia” dele...
ENTUSIASMADO, cheguei a lhe perguntar que instrumento ele não tocava (naturalmente, boi no pasto e galinha no terreiro). Se já não fosse o bastante o “show” do Hudson, do Cadinho e do Gabriel, ocorreram algumas “canjas” interessantes, como do Said (canta com uma sensibilidade incrível), de um cantor paulista (sua interpretação de “Saudosa Maloca”, do Adoniran Barbosa, foi sensacional, praticamente declamando os lindos versos), da Lina (mulher do Cadinho, com sua voz suave) e da Denise Miranda, cantora internacional, que mora na Suíça, é natural de Curvelo e adotou Conceição do Mato Dentro como sua terra querida, estando sempre lá, quando de suas merecidas férias europeias. Valeu! Obrigado, meu Deus, por momentos tão encantadores...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como em toda quarta-feira, o dia é de amenidades, ficando meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Caro e atento leitor, teria que viver novamente 65 anos para que pudesse ter o privilégio de um feriadão prolongado tão bom! Bom, não, extraordinário! Cheguei a imaginar que estava sonhando. Beliscava o braço e sentia que estava acordado e o que estava diante dos meus sentimentos era a cristalina realidade...
TUDO, só poderia ter acontecido na acolhedora, hospitaleira e histórica Conceição do Mato Dentro, para onde viajei com o mano cruzeirense Domingos Afonso Santiago, na última sexta-feira. Cheguei na tarde de hoje, por volta das 16 horas, com as “pilhas recarregadas”, para novas batalhas em Beagá, ao lado dos amigos de sempre, no restaurante “Sub Zero”, do amigo Roncali. Que saudade! E a saudade mata a gente, morena...
DURANTE o dia, aquela “resenha” no restaurante “Solar da Lili”. No final da tarde, almoço caprichado, preparado com carinho e competência pela Tetê. Mas, o melhor estava reservado para o período da noite, no aconchegante restaurante da Rosinha, mormente no sábado, domingo e segunda-feira. Uma música da melhor qualidade, para Palácio das Artes lotado. Três gênios da música e algumas ótimas “canjas”. Fui um dos privilegiados. Acompanhei tudo, não paguei ingresso e muito menos “couvert artístico”.
COM O seu bandolim mágico, que só falta falar (esnobou, também, no violão), o professor Hudson Brasil, do trio “Brasil com S”. Do lado, o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão” dos dedos ágeis. E, para completar, o fenomenal Gabriel Guedes, neto do compositor Godofredo Guedes (alô, Montes Claros!) e filho do conhecido e consagrado músico Beto Guedes. O que o Gabriel (muitos o chamam de “Xexéu”) faz com o bandolim é inacreditável. Não satisfeito, pegou o teclado, o violino e o pandeiro, ficando difícil, para nós, leigos em música (só tenho bons ouvidos e sensibilidade para ouvir), distinguir qual instrumento é a “praia” dele...
ENTUSIASMADO, cheguei a lhe perguntar que instrumento ele não tocava (naturalmente, boi no pasto e galinha no terreiro). Se já não fosse o bastante o “show” do Hudson, do Cadinho e do Gabriel, ocorreram algumas “canjas” interessantes, como do Said (canta com uma sensibilidade incrível), de um cantor paulista (sua interpretação de “Saudosa Maloca”, do Adoniran Barbosa, foi sensacional, praticamente declamando os lindos versos), da Lina (mulher do Cadinho, com sua voz suave) e da Denise Miranda, cantora internacional, que mora na Suíça, é natural de Curvelo e adotou Conceição do Mato Dentro como sua terra querida, estando sempre lá, quando de suas merecidas férias europeias. Valeu! Obrigado, meu Deus, por momentos tão encantadores...
ATÉ a próxima.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
DE LETRA
DE LETRA N 233 (SEXTA-FEIRA, 17-04-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pelas ruas do meu Gutierrez, além do autor desta modesta coluna, transitam alguns jornalistas conhecidos, como Luiz Chaves, Hélio Ferreira César, Ney Soares Filho, Roberto Melo, Marton Vitor, José Luiz Gontijo, José Pereira (fotógrafo) e Fagundes Murta. Deles, os três primeiros são americanos (o Zé Migué, também). Quatro, ao todo. O resto não tem bom gosto. Fazer o quê, se ninguém é perfeito? De quando em vez, converso com eles. O papo gira basicamente em torno da mídia, esportiva, principalmente. Haja assunto! Vida que segue...
OBA, finalmente, “habemus treinador”! O pernambucano Givanildo de Oliveira nem bem chegou e já “arregaçou” as mangas. Trabalho é com ele mesmo! O hoje sofrido torcedor americano deposita todas as fichas nele, esperando outro belo trabalho, como o de 1997, quando levou o nosso querido e glorioso América ao título brasileiro da Série B. Vai tentar repetir a dose (o que é bom se repete), levando o Coelho ao título da Série C, que começa no próximo dia 24 de maio. Faltando pouco mais de um mês, a diretoria tem tempo de sobra para montar um bom e forte elenco, trazendo reforços de verdade (nada de “velharia”) e mandando embora uns e outros que nada fizeram e acrescentaram. Fizeram, sim: ganharam dinheiro, “enganaram” e tomaram o lugar da garotada preparada nas nossas categorias de base, as melhores do País, diga-se de passagem. Coelho, ao sucesso!
PS – Sucesso continua fazendo a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que brilhou, na noite de terça-feira, na comemoração do aniversário de seu comandante, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Quem diria, o Jesinho “sexy” (sexagenário, bem entendido). Na noite festiva, brilharam os talentosos músicos Nortinho (violão e voz), Délio Gandra (idem), Orfeu Braúna (bandolim), Roberval Rocha, Rogerinho e Alemão (percussão). Hoje, amanhã e domingo tem mais. Infelizmente, na minha ausência.
PS2 – Na minha ausência, por ter viajado, na manhã de hoje, com o mano cruzeirense Domingos Afonso Santiago, para a acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, onde devo permanecer, querendo Deus, até a próxima terça-feira. Assim, por motivo justificável, não publicarei, em meu modesto Blog internacional, a coluna que sairia normalmente na segunda. Tem nada não! Na quarta-feira estarei de volta ao trânsito caótico de nossa Beagá. Eta cidade barulhenta! Na interlândia, tem disso não! É aquela paz, aquela tranquilidade. Sem barulho e sem trânsito agitado. Ninguém tem pressa. O velho “guaraná” desce até mais “redondo”. Voltarei com as “baterias” recarregadas, para abraçar os amigos do restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali. Quarta estarei de volta ao meu cantinho verde e branco.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pelas ruas do meu Gutierrez, além do autor desta modesta coluna, transitam alguns jornalistas conhecidos, como Luiz Chaves, Hélio Ferreira César, Ney Soares Filho, Roberto Melo, Marton Vitor, José Luiz Gontijo, José Pereira (fotógrafo) e Fagundes Murta. Deles, os três primeiros são americanos (o Zé Migué, também). Quatro, ao todo. O resto não tem bom gosto. Fazer o quê, se ninguém é perfeito? De quando em vez, converso com eles. O papo gira basicamente em torno da mídia, esportiva, principalmente. Haja assunto! Vida que segue...
OBA, finalmente, “habemus treinador”! O pernambucano Givanildo de Oliveira nem bem chegou e já “arregaçou” as mangas. Trabalho é com ele mesmo! O hoje sofrido torcedor americano deposita todas as fichas nele, esperando outro belo trabalho, como o de 1997, quando levou o nosso querido e glorioso América ao título brasileiro da Série B. Vai tentar repetir a dose (o que é bom se repete), levando o Coelho ao título da Série C, que começa no próximo dia 24 de maio. Faltando pouco mais de um mês, a diretoria tem tempo de sobra para montar um bom e forte elenco, trazendo reforços de verdade (nada de “velharia”) e mandando embora uns e outros que nada fizeram e acrescentaram. Fizeram, sim: ganharam dinheiro, “enganaram” e tomaram o lugar da garotada preparada nas nossas categorias de base, as melhores do País, diga-se de passagem. Coelho, ao sucesso!
PS – Sucesso continua fazendo a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que brilhou, na noite de terça-feira, na comemoração do aniversário de seu comandante, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Quem diria, o Jesinho “sexy” (sexagenário, bem entendido). Na noite festiva, brilharam os talentosos músicos Nortinho (violão e voz), Délio Gandra (idem), Orfeu Braúna (bandolim), Roberval Rocha, Rogerinho e Alemão (percussão). Hoje, amanhã e domingo tem mais. Infelizmente, na minha ausência.
PS2 – Na minha ausência, por ter viajado, na manhã de hoje, com o mano cruzeirense Domingos Afonso Santiago, para a acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, onde devo permanecer, querendo Deus, até a próxima terça-feira. Assim, por motivo justificável, não publicarei, em meu modesto Blog internacional, a coluna que sairia normalmente na segunda. Tem nada não! Na quarta-feira estarei de volta ao trânsito caótico de nossa Beagá. Eta cidade barulhenta! Na interlândia, tem disso não! É aquela paz, aquela tranquilidade. Sem barulho e sem trânsito agitado. Ninguém tem pressa. O velho “guaraná” desce até mais “redondo”. Voltarei com as “baterias” recarregadas, para abraçar os amigos do restaurante “Sub Zero” do amigo Roncali. Quarta estarei de volta ao meu cantinho verde e branco.
ATÉ a próxima.
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