DE LETRA Nº 270 (QUARTA-FEIRA, 15-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, como de costume, amenidades, ficando para as modestas colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, provavelmente, não deve dar seus costumeiros “shows” no final de semana, vez que seu líder e amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito viaja na sexta-feira para Campinas/SP (vai visitar suas duas irmãs que lá residem, passando, antes, em Jacutinga/MG, onde mora outra irmã), com o advogado e amigo Tarcísio Lopes Cançado, que vai deixar “órfão” em Beagá o amigo Tião “Pobreza”, também conhecido como Tião “Balalaica”...
HOJE também é dia de atleticano colocar a camisa do Estudiantes de La Plata para “secar” a Raposinha/saltitante e sair pelas ruas de Belô batendo no peito e dizendo ser “argentino desde menino”. Não é o caso do torcedor americano, por não ser a equipe azulada nossa rival, já que não passa de velha “freguesa”. Nosso rival maior é, sempre foi e será o Galinho/sem/esporas, o que é histórico, desde que o América foi fundado, em 1912 (o inimigo foi fundado quatro anos antes). Portanto, felicidades aos amigos atleticanos na noite de hoje. Dá-lhe, Estudiantes...
ISSO é coisa que não entendo (essa rivalidade tola). E o que não entendo, é “minhoca lá” (melhor calar), como diria o saudoso amigo Sérgio Brito Lucena, grande americano. Outra coisa que não entendo é a tal divisão de torcida, quando joga a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, no Mineirão. Cinquenta por cento para cada torcida ou, como queriam, 90 por cento para o mandante e dez por cento para o adversário, com receio de confusão no primeiro caso e de “massacre” da minoria no segundo...
DURMA-SE com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem a noite! Divisão de torcida em se tratando de clássicos de meu América existiu até o advento do Mineirão, em 1965. De lá para cá, infelizmente, nossa torcida virou minoria, já que a maioria prefere ficar em casa de “pijama” branco de bolinhas verdes. Mesmo assim, ela nunca foi “massacrada” pelos rivais, pelo contrário, respeitada, já que faz um barulho bem maior, calando, muitas vezes, a torcida adversária. Para nós, americanos civilizados, pouco importa esse negócio de 90, 50 ou dez por cento. Americano vai a campo com qualidade (poucos, porém unidos e organizados), deixando a quantidade para as outras torcidas...
ORA, americano não quebra ônibus (vai de carro próprio, cada um no seu), não briga e nem “apronta” nos estádios ou fora deles, não dando o menor trabalho à gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais. Esse privilégio é todo da torcida da duplinha RapoGalo. Então, para ela (as inimigas), pouco importa essa estória de divisão das torcidas, vez que a baderna é a mesma. Que torcida é essa? São uns baderneiros, isso sim...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 269 (SEGUNDA-FEIRA, 13-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mais dia, menos dia, claro que iria acontecer a primeira derrota do meu querido e glorioso América. Não existe, nunca existiu e jamais vai existir time imbatível no futebol mundial, a não ser, a Seleção Brasileira das décadas de 50 e 60, jogando com o genial Pelé e o fenômeno Garrincha juntos (de amarelo, a dupla nunca perdeu). Então, foi normal a derrota de sábado em Guaratinguetá/SP (dois a zero), plenamente justificável pelos problemas vividos pelo treinador Givanildo Oliveira, já que o Coelho jogou sem quatro importantes titulares (o goleirão Flávio, o zagueirão Micão, o volante/xerife Dudu e o armador Luciano) e perdeu o lateral-esquerdo improvisado Rodrigo logo no início do jogo, com dores na coxa.
TEM mais: o atacante Bruno Mineiro teve um gol anulado e o atacante Elcimar perdeu uma oportunidade incrível. E o Coelho “dormiu”, no início do segundo tempo, levando dois gols relâmpagos (aos 3 e 7 minutos). A meu sentir, a derrota aconteceu no momento certo, quando o América podia perder, pela “gordura acumulada” na competição. Pior se tivesse sido no “mata-mata” decisivo da segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C. De qualquer maneira, o América segue líder do Grupo C, com 13 pontos ganhos, quatro a mais do que o vice Guará (nove, com um jogo a menos) e cinco a mais do que o Ituiutaba, faltando-nos apenas dois jogos (Mixto/MT no próximo dia 19 no Independência e Gama dia 2 de agosto em Brasília).
QUE coisa! O Galinho/sem/esporas quase fez a Raposinha/saltitante “cair de quatro” no Mineirão e a levou para bem perto da “zona de rebaixamento”. Está ao lado do Botafogo/RJ e do também meu Fluminense/RJ, com 10 pontos ganhos, ao passo que o Náutico/PE tem oito e o “lanterna” Avaí/SC sete. Coitado do ex-tenista Gustavo “Guga” Kuerten, seu time virou “io-io” (sobe e desce)! Como não joga na rodada do meio da semana (recebe uns estudantes da Argentina depois de amanhã pela Libertadores da América), uma vitória do Fogão, do Fluzão ou do Náutico levaria a rival para a “zona”. Seria um vexame sem tamanho, para acabar com a petulância de certos amigos cruzeirenses, que já estão falando novamente em “Projeto Tóquio”. Só rindo...
POR favor, não me venham os amigos cruzeirenses com a “lorota” de time reserva. Pura “estória para boi dormir”, já que, com sua equipe reserva, o Internacional/RS estava na liderança do Brasileirão, que perdeu ontem, justamente quando os titulares retornaram. A Raposinha deu foi sorte por não ter “caído de quatro”, ou, até mesmo, levado uma sonora “mão cheia”. O Galinho bobeou, vez que jogou com um jogador a mais durante os 90 minutos (o indisciplinado Zé Carlos foi expulso aos 7 segundos de jogo)...
PS – Que pena, o espaço está acabando, não sobrando tempo para falar da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo amigo americano/santista Jésus Brito, que, na sexta-feira, viaja para Campinas/SP, com o advogado Tarcísio Lopes Cançado, deixando para trás a música e o Tião “Pobreza”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mais dia, menos dia, claro que iria acontecer a primeira derrota do meu querido e glorioso América. Não existe, nunca existiu e jamais vai existir time imbatível no futebol mundial, a não ser, a Seleção Brasileira das décadas de 50 e 60, jogando com o genial Pelé e o fenômeno Garrincha juntos (de amarelo, a dupla nunca perdeu). Então, foi normal a derrota de sábado em Guaratinguetá/SP (dois a zero), plenamente justificável pelos problemas vividos pelo treinador Givanildo Oliveira, já que o Coelho jogou sem quatro importantes titulares (o goleirão Flávio, o zagueirão Micão, o volante/xerife Dudu e o armador Luciano) e perdeu o lateral-esquerdo improvisado Rodrigo logo no início do jogo, com dores na coxa.
TEM mais: o atacante Bruno Mineiro teve um gol anulado e o atacante Elcimar perdeu uma oportunidade incrível. E o Coelho “dormiu”, no início do segundo tempo, levando dois gols relâmpagos (aos 3 e 7 minutos). A meu sentir, a derrota aconteceu no momento certo, quando o América podia perder, pela “gordura acumulada” na competição. Pior se tivesse sido no “mata-mata” decisivo da segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série C. De qualquer maneira, o América segue líder do Grupo C, com 13 pontos ganhos, quatro a mais do que o vice Guará (nove, com um jogo a menos) e cinco a mais do que o Ituiutaba, faltando-nos apenas dois jogos (Mixto/MT no próximo dia 19 no Independência e Gama dia 2 de agosto em Brasília).
QUE coisa! O Galinho/sem/esporas quase fez a Raposinha/saltitante “cair de quatro” no Mineirão e a levou para bem perto da “zona de rebaixamento”. Está ao lado do Botafogo/RJ e do também meu Fluminense/RJ, com 10 pontos ganhos, ao passo que o Náutico/PE tem oito e o “lanterna” Avaí/SC sete. Coitado do ex-tenista Gustavo “Guga” Kuerten, seu time virou “io-io” (sobe e desce)! Como não joga na rodada do meio da semana (recebe uns estudantes da Argentina depois de amanhã pela Libertadores da América), uma vitória do Fogão, do Fluzão ou do Náutico levaria a rival para a “zona”. Seria um vexame sem tamanho, para acabar com a petulância de certos amigos cruzeirenses, que já estão falando novamente em “Projeto Tóquio”. Só rindo...
POR favor, não me venham os amigos cruzeirenses com a “lorota” de time reserva. Pura “estória para boi dormir”, já que, com sua equipe reserva, o Internacional/RS estava na liderança do Brasileirão, que perdeu ontem, justamente quando os titulares retornaram. A Raposinha deu foi sorte por não ter “caído de quatro”, ou, até mesmo, levado uma sonora “mão cheia”. O Galinho bobeou, vez que jogou com um jogador a mais durante os 90 minutos (o indisciplinado Zé Carlos foi expulso aos 7 segundos de jogo)...
PS – Que pena, o espaço está acabando, não sobrando tempo para falar da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo amigo americano/santista Jésus Brito, que, na sexta-feira, viaja para Campinas/SP, com o advogado Tarcísio Lopes Cançado, deixando para trás a música e o Tião “Pobreza”...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 10 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 268 (SEXTA-FEIRA, 10-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como é muito difícil ficar fora da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, a meu sentir, o meu querido e glorioso América está a somente dois jogos da Série B de 2010. Mas, seria difícil, também, passar pelo primeiro “mata-mata”, já que pegaria um forte clube do Sul do Brasil. Mas, antes, é preciso jogar três vezes na fase classificatória, a começar na tarde de amanhã, na interlândia paulista (depois recebe o Mixto/MT e sai para enfrentar o Gama/DF). Amanhã, um jogo de seis pontos, já que o América lidera o Grupo C com 13 pontos, sete a mais do que o Guaratinguetá/SP, que tem um jogo a menos. Na sequência, Ituiutaba, Gama (cinco pontos, cada) e Mixto (quatro). Está nas mãos, digo, patinhas do Coelho. É só saber administrar, sem titubear, não dando uma de vaca holandesa, aquela que enche um balde de leite e depois o chuta, derramando tudo, para desespero do fazendeiro. Coelho, o torcedor americano não quer ficar desesperado, arrancando os cabelos. Dá um jeito!
O QUE é um grande goleiro! Alguns times medianos têm sido salvos por bons goleiros. Para não ir muito longe, fico nos exemplos dos Palestras Itálias (o mineiro e o paulista). Cada um tem um “santo” no gol: São Fábio na Raposinha e São Marcos no Porco. As duas equipes “italianas” estão sempre sendo “sufocadas” pelos adversários, mas os goleiros garantem tudo. Como na noite de anteontem, em que Fábio garantiu o empate zerado em La Plata/Argentina, calando o Estádio Ciudad de La Plata. Na próxima semana, no Mineirão, o “filme” será repetido, vez que, a meu modesto cuidar, o Estudiantes é mais time. Gente, o Verón não joga mal duas vezes seguidas...
UMA boa notícia: o site do grande americano Lucas está “bombando” na internet (http: / / sites, google.com/site/pavilhaoamericano). Segundo informou, mais de 45 pessoas já clicaram na parte em que ele fala sobre a minha modesta coluna. E pede que me visitem. Obrigado, meu jovem! A propaganda é a alma do negócio. Quanto mais gente ler, melhor, mormente americanos. Esse negócio de jogar palavras ao vento não está com nada...
PS – Mesmo sendo o “diretor/presidente”, até o momento em que redigia esta modesta coluna (manhã de hoje), ainda não sabia qual seria a programação da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Seu comandante, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, estudava a programação, na noite de ontem, nada me comunicando. De qualquer maneira, pode ter uma apresentação na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), que está no Rio de Janeiro para o “show” de seu ídolo Roberto Carlos. E na tarde/noite de amanhã, no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Gutierrez). O problema (para mim e os demais americanos, bem entendido) é que amanhã tem jogo do América (15 horas). E o radinho, nada? Pois é...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como é muito difícil ficar fora da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, a meu sentir, o meu querido e glorioso América está a somente dois jogos da Série B de 2010. Mas, seria difícil, também, passar pelo primeiro “mata-mata”, já que pegaria um forte clube do Sul do Brasil. Mas, antes, é preciso jogar três vezes na fase classificatória, a começar na tarde de amanhã, na interlândia paulista (depois recebe o Mixto/MT e sai para enfrentar o Gama/DF). Amanhã, um jogo de seis pontos, já que o América lidera o Grupo C com 13 pontos, sete a mais do que o Guaratinguetá/SP, que tem um jogo a menos. Na sequência, Ituiutaba, Gama (cinco pontos, cada) e Mixto (quatro). Está nas mãos, digo, patinhas do Coelho. É só saber administrar, sem titubear, não dando uma de vaca holandesa, aquela que enche um balde de leite e depois o chuta, derramando tudo, para desespero do fazendeiro. Coelho, o torcedor americano não quer ficar desesperado, arrancando os cabelos. Dá um jeito!
O QUE é um grande goleiro! Alguns times medianos têm sido salvos por bons goleiros. Para não ir muito longe, fico nos exemplos dos Palestras Itálias (o mineiro e o paulista). Cada um tem um “santo” no gol: São Fábio na Raposinha e São Marcos no Porco. As duas equipes “italianas” estão sempre sendo “sufocadas” pelos adversários, mas os goleiros garantem tudo. Como na noite de anteontem, em que Fábio garantiu o empate zerado em La Plata/Argentina, calando o Estádio Ciudad de La Plata. Na próxima semana, no Mineirão, o “filme” será repetido, vez que, a meu modesto cuidar, o Estudiantes é mais time. Gente, o Verón não joga mal duas vezes seguidas...
UMA boa notícia: o site do grande americano Lucas está “bombando” na internet (http: / / sites, google.com/site/pavilhaoamericano). Segundo informou, mais de 45 pessoas já clicaram na parte em que ele fala sobre a minha modesta coluna. E pede que me visitem. Obrigado, meu jovem! A propaganda é a alma do negócio. Quanto mais gente ler, melhor, mormente americanos. Esse negócio de jogar palavras ao vento não está com nada...
PS – Mesmo sendo o “diretor/presidente”, até o momento em que redigia esta modesta coluna (manhã de hoje), ainda não sabia qual seria a programação da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Seu comandante, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, estudava a programação, na noite de ontem, nada me comunicando. De qualquer maneira, pode ter uma apresentação na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), que está no Rio de Janeiro para o “show” de seu ídolo Roberto Carlos. E na tarde/noite de amanhã, no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Gutierrez). O problema (para mim e os demais americanos, bem entendido) é que amanhã tem jogo do América (15 horas). E o radinho, nada? Pois é...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 267 (QUARTA-FEIRA, 08-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como de hábito, quarta-feira é dia de amenidades, casos e causos, ficando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Confesso que, de quando em vez, sinto vergonha de ser brasileiro. Como ontem, quando tomei conhecimento de que uma emissora de televisão nacional exibiu, direto e em cores, o funeral do cantor americano Michael Jackson. O que nós, brasileiros, temos com isso? Coisa de terceiro mundo, de país tupiniquim! É querer dar muito valor a “gringo”. Depois, quando alguém fala que brasileiro é “macaco” e que o Brasil é “país de terceiro mundo”, tem brasileiro que não gosta. Faz “biquinho”, fecha a “cara” e xinga. Eta povinho que gosta de imitar tudo que vem lá de fora...
DE raiva, por não gostar de “palhaçada”, desliguei o meu aparelho (de televisão, bem entendido) e fui ler o livro “Balorizonte”, do amigo Augusto José Vieira Neto, o culto e engraçado “Bala Doce”, que veio de Montes Claros, no início da década de 60, para brilhar na capital dos mineiros. Boêmio incorrigível, formou-se em Direito na Universidade Federal de Minas Gerais em 1968 (eu, dois anos depois), advogou e foi juiz de Direito. Depois da merecida e precoce aposentadoria, deu aula de Direito Penal na mesma faculdade, voltou à advocacia e disparou a escrever livros, ótimos, por sinal.
NO livro, o “Bala”, um homenzarrão de quase dois metros de altura (alto e forte), fala de seu tempo de jogador de basquete no meu América (jogou com Zé Ernesto, Tonhão, Amed, Ponte Nova, Paulinho e outros), na saudosa Alameda, em 1965. Interessante é que, na mesma época, eu jogava futebol de salão no mesmo clube e não nos conhecíamos. Fui conhecê-lo no ano seguinte, quando entrei para a faculdade. Se ele jogou com talentos do basquete mineiro, joguei com talentos do futsal, como o goleiro Hervê (irmão do saudoso treinador Telê Santana), Hugo, Careca, Rômulo, Minhoca (o ex-presidente do Galinho, Afonso Paulino) e outros, sob o comando do treinador Julião. Bons tempos! Antes, eu havia jogado no Minas Tênis Clube e, posteriormente, no Barroca Tênis Clube, onde encerrei a curta carreira.
O “Bala” não mudou nada. Continua irreverente, gozador e tomando o velho “guaraná”. É meu vizinho no Gutierrez. Temos muito em comum. Mas, que eu saiba, temos apenas uma divergência: sou americano e ele atleticano. Como ninguém é perfeito, o amigo tinha que ter um defeito. Naquela época, quase todo jovem que vinha da interlândia mineira para a capital era galista. Menos eu, que, por não ser componente de manada (“Maria vai com as outras”, nem ver), já era americano, mesmo antes de chegar em Beagá (morava em Leopoldina, na Zona da Mata). Questão meramente de bom gosto. Ser americano não é para qualquer um. É um privilégio. Portanto, sou um privilegiado. E estamos conversados...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como de hábito, quarta-feira é dia de amenidades, casos e causos, ficando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Confesso que, de quando em vez, sinto vergonha de ser brasileiro. Como ontem, quando tomei conhecimento de que uma emissora de televisão nacional exibiu, direto e em cores, o funeral do cantor americano Michael Jackson. O que nós, brasileiros, temos com isso? Coisa de terceiro mundo, de país tupiniquim! É querer dar muito valor a “gringo”. Depois, quando alguém fala que brasileiro é “macaco” e que o Brasil é “país de terceiro mundo”, tem brasileiro que não gosta. Faz “biquinho”, fecha a “cara” e xinga. Eta povinho que gosta de imitar tudo que vem lá de fora...
DE raiva, por não gostar de “palhaçada”, desliguei o meu aparelho (de televisão, bem entendido) e fui ler o livro “Balorizonte”, do amigo Augusto José Vieira Neto, o culto e engraçado “Bala Doce”, que veio de Montes Claros, no início da década de 60, para brilhar na capital dos mineiros. Boêmio incorrigível, formou-se em Direito na Universidade Federal de Minas Gerais em 1968 (eu, dois anos depois), advogou e foi juiz de Direito. Depois da merecida e precoce aposentadoria, deu aula de Direito Penal na mesma faculdade, voltou à advocacia e disparou a escrever livros, ótimos, por sinal.
NO livro, o “Bala”, um homenzarrão de quase dois metros de altura (alto e forte), fala de seu tempo de jogador de basquete no meu América (jogou com Zé Ernesto, Tonhão, Amed, Ponte Nova, Paulinho e outros), na saudosa Alameda, em 1965. Interessante é que, na mesma época, eu jogava futebol de salão no mesmo clube e não nos conhecíamos. Fui conhecê-lo no ano seguinte, quando entrei para a faculdade. Se ele jogou com talentos do basquete mineiro, joguei com talentos do futsal, como o goleiro Hervê (irmão do saudoso treinador Telê Santana), Hugo, Careca, Rômulo, Minhoca (o ex-presidente do Galinho, Afonso Paulino) e outros, sob o comando do treinador Julião. Bons tempos! Antes, eu havia jogado no Minas Tênis Clube e, posteriormente, no Barroca Tênis Clube, onde encerrei a curta carreira.
O “Bala” não mudou nada. Continua irreverente, gozador e tomando o velho “guaraná”. É meu vizinho no Gutierrez. Temos muito em comum. Mas, que eu saiba, temos apenas uma divergência: sou americano e ele atleticano. Como ninguém é perfeito, o amigo tinha que ter um defeito. Naquela época, quase todo jovem que vinha da interlândia mineira para a capital era galista. Menos eu, que, por não ser componente de manada (“Maria vai com as outras”, nem ver), já era americano, mesmo antes de chegar em Beagá (morava em Leopoldina, na Zona da Mata). Questão meramente de bom gosto. Ser americano não é para qualquer um. É um privilégio. Portanto, sou um privilegiado. E estamos conversados...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 266 (SEGUNDA-FEIRA, 06-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana irretocável (para o torcedor americano, bem entendido)! Dos clubes mineiros que disputam o Brasileirão, apenas o meu querido e glorioso América venceu. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: na Série A, a Raposinha/saltitante foi derrotada pelo Goiás (placar menor, no Serra Dourada) e o Galinho/sem/esporas empatou com o “lanterna” Botafogo/RJ (um a um, no Mineirão). A primeira está em 13º lugar (dois pontos da zona de rebaixamento) e o segundo perdeu a liderança e caiu para a 2ª colocação. Os rivais se enfrentam no próximo domingo. Um vai “engolir” o outro. Ou, então, “morrem na praia”, abraçadinhos...
NA Série B, o Tigre/de/bengala empatou com o ABC (um a um, em Natal/RN). E, na Série D, o Tupi/Juiz de Fora empatou com o Bangu/RJ (em Moça Bonita), o Uberlândia com o Mirassol/SP (no Parque do Sabiá) e o Zebu Fujão com o Ituano/SP (em Itu, terra das coisas grandes e exageradas). Grande e exagerada é a campanha do meu Coelho no início da Série C do Campeonato Brasileiro: em cinco jogos, venceu quatro e empatou um, marcando sete gols e sofrendo somente um. Com dois gols, cada, o atacante Euller, o armador Irênio e o zagueiro Wellington Paulo são os nossos artilheiros, seguidos do lateral-direito Evanilson (um).
O COELHÃO lidera disparado o Grupo C, com 13 pontos ganhos, sete a mais do que o vice Guaratinguetá/SP (seis, com um jogo a menos), estando o Boa com cinco, o Gama/DF (idem) e o Mixto/MT com quatro. No próximo sábado, o América enfrenta o Guaratinguetá, na interlândia paulista. Depois, o Gama no Distrito Federal e o Mixto em Beagá. De se registrar que os dois primeiros colocados passam à fase seguinte da competição. Obviamente, o Mecão e mais um. Como se pode notar, a Série B não está tão longe assim. É só caprichar, Coelho! Há quanto tempo o América não começava tão bem uma competição...
PS – Tirando o brilho do meu América, não pude acompanhar no final de semana o costumeiro brilho da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, o homem mais calmo (?) que conheço. Por qualquer motivo, o jovem faz um barulhão danado! Nadinha na noite de sexta-feira (os talentosos músicos sumiram e não deixaram um bilhete explicativo) e na tarde de ontem (por causa do jogo do Coelho, prioridade dos americanos do grupo). Somente na tarde/noite de sábado, no restaurante do Barroca Tênis Clube. Na minha ausência, já que a banda demorou a começar sua apresentação e meu limite de horário estourou (16 horas). O estômago começou a roncar e fui embora. Afinal, também almoço, como qualquer um. Nem que seja fora do horário...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana irretocável (para o torcedor americano, bem entendido)! Dos clubes mineiros que disputam o Brasileirão, apenas o meu querido e glorioso América venceu. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: na Série A, a Raposinha/saltitante foi derrotada pelo Goiás (placar menor, no Serra Dourada) e o Galinho/sem/esporas empatou com o “lanterna” Botafogo/RJ (um a um, no Mineirão). A primeira está em 13º lugar (dois pontos da zona de rebaixamento) e o segundo perdeu a liderança e caiu para a 2ª colocação. Os rivais se enfrentam no próximo domingo. Um vai “engolir” o outro. Ou, então, “morrem na praia”, abraçadinhos...
NA Série B, o Tigre/de/bengala empatou com o ABC (um a um, em Natal/RN). E, na Série D, o Tupi/Juiz de Fora empatou com o Bangu/RJ (em Moça Bonita), o Uberlândia com o Mirassol/SP (no Parque do Sabiá) e o Zebu Fujão com o Ituano/SP (em Itu, terra das coisas grandes e exageradas). Grande e exagerada é a campanha do meu Coelho no início da Série C do Campeonato Brasileiro: em cinco jogos, venceu quatro e empatou um, marcando sete gols e sofrendo somente um. Com dois gols, cada, o atacante Euller, o armador Irênio e o zagueiro Wellington Paulo são os nossos artilheiros, seguidos do lateral-direito Evanilson (um).
O COELHÃO lidera disparado o Grupo C, com 13 pontos ganhos, sete a mais do que o vice Guaratinguetá/SP (seis, com um jogo a menos), estando o Boa com cinco, o Gama/DF (idem) e o Mixto/MT com quatro. No próximo sábado, o América enfrenta o Guaratinguetá, na interlândia paulista. Depois, o Gama no Distrito Federal e o Mixto em Beagá. De se registrar que os dois primeiros colocados passam à fase seguinte da competição. Obviamente, o Mecão e mais um. Como se pode notar, a Série B não está tão longe assim. É só caprichar, Coelho! Há quanto tempo o América não começava tão bem uma competição...
PS – Tirando o brilho do meu América, não pude acompanhar no final de semana o costumeiro brilho da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, o homem mais calmo (?) que conheço. Por qualquer motivo, o jovem faz um barulhão danado! Nadinha na noite de sexta-feira (os talentosos músicos sumiram e não deixaram um bilhete explicativo) e na tarde de ontem (por causa do jogo do Coelho, prioridade dos americanos do grupo). Somente na tarde/noite de sábado, no restaurante do Barroca Tênis Clube. Na minha ausência, já que a banda demorou a começar sua apresentação e meu limite de horário estourou (16 horas). O estômago começou a roncar e fui embora. Afinal, também almoço, como qualquer um. Nem que seja fora do horário...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 265 (SEXTA-FEIRA, 03-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Já não se faz mais gaúcho macho como antigamente (somente em Pelotas/RS)! Quem diria que um dia paulistas e mineiros iriam fazer carnaval em plena Porto Alegre, um dia após o outro? Pois é, fizeram! Anteontem, o Internacional perdeu o título da Copa do Brasil, no Beira-Rio. E, ontem, a Raposinha/saltitante tirou o Grêmio da final da Copa Libertadores da América, no Olímpico. Tudo, dois a dois. Na quarta, os gremistas vibraram e os colorados choraram. No dia seguinte (nada como um dia após o outro), os colorados vibraram e os gremistas choraram. Quanto desperdício de fogos! Dá nisso, fazer carnaval com a desgraça alheia. Quem não pode vibrar com o sucesso próprio, tem mais é que festejar o insucesso dos inimigos. Como aqui nas Minas Gerais, em que cruzeirense vibra mais com as derrotas do Galinho/se/esporas do que com suas vitórias (a recíproca é verdadeira). O Estudiantes da Argentina vem aí. Quem avisa...
DEPOIS de amanhã, em nosso belo e confortável Independência (eta reforma que está demorando!), o meu querido e glorioso América (dez pontos ganhos) pode dar um gigantesco passo na direção da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, podendo ficar com sete pontos a mais do que o segundo colocado do Grupo C, o Guaratinguetá/SP (seis). Mas, todo cuidado será pouco, vez que o nosso adversário, o Ituiutaba (cinco), tem sido, nos últimos anos, uma “pedrinha” no caminho do Coelho. Essa é muito boa! O Boa tomou o lugar do Tigre/de/bengala...
JÁ no Brasileirão, o ainda líder Galinho (17 pontos, junto com o Internacional) recebe sua “asa negra” Botafogo/RJ, ao passo que a nona Raposinha (dez, junto com Santos, São Paulo, Santo André e Fluminense/RJ) “encara” o Goiás, no Serra Dourada. Pois é, americano pode fazer carnaval com o sucesso do Coelho e o insucesso da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Dedos cruzados! A conferir...
PS – Tudo, é claro, com o acompanhamento do velho “guaraná” e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Ensaio geral na noite de hoje (até a noite de ontem, ainda não sabia o local, podendo ser no novo restaurante do Geraldin da Cida, Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado) e provável apresentação na tarde de amanhã no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Bairro Gutierrez). De qualquer maneira, uma coisa é certa: não vai faltar música e, muito menos, o velho “guaraná”! Vamos comemorar, minha gente! “Vamos ao jogo pois trabalho é roubo”, como na velha brincadeira que os amigos do Clube Recreativo Forense faziam na década de 70...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Já não se faz mais gaúcho macho como antigamente (somente em Pelotas/RS)! Quem diria que um dia paulistas e mineiros iriam fazer carnaval em plena Porto Alegre, um dia após o outro? Pois é, fizeram! Anteontem, o Internacional perdeu o título da Copa do Brasil, no Beira-Rio. E, ontem, a Raposinha/saltitante tirou o Grêmio da final da Copa Libertadores da América, no Olímpico. Tudo, dois a dois. Na quarta, os gremistas vibraram e os colorados choraram. No dia seguinte (nada como um dia após o outro), os colorados vibraram e os gremistas choraram. Quanto desperdício de fogos! Dá nisso, fazer carnaval com a desgraça alheia. Quem não pode vibrar com o sucesso próprio, tem mais é que festejar o insucesso dos inimigos. Como aqui nas Minas Gerais, em que cruzeirense vibra mais com as derrotas do Galinho/se/esporas do que com suas vitórias (a recíproca é verdadeira). O Estudiantes da Argentina vem aí. Quem avisa...
DEPOIS de amanhã, em nosso belo e confortável Independência (eta reforma que está demorando!), o meu querido e glorioso América (dez pontos ganhos) pode dar um gigantesco passo na direção da próxima fase do Campeonato Brasileiro da Série C, podendo ficar com sete pontos a mais do que o segundo colocado do Grupo C, o Guaratinguetá/SP (seis). Mas, todo cuidado será pouco, vez que o nosso adversário, o Ituiutaba (cinco), tem sido, nos últimos anos, uma “pedrinha” no caminho do Coelho. Essa é muito boa! O Boa tomou o lugar do Tigre/de/bengala...
JÁ no Brasileirão, o ainda líder Galinho (17 pontos, junto com o Internacional) recebe sua “asa negra” Botafogo/RJ, ao passo que a nona Raposinha (dez, junto com Santos, São Paulo, Santo André e Fluminense/RJ) “encara” o Goiás, no Serra Dourada. Pois é, americano pode fazer carnaval com o sucesso do Coelho e o insucesso da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Dedos cruzados! A conferir...
PS – Tudo, é claro, com o acompanhamento do velho “guaraná” e da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Ensaio geral na noite de hoje (até a noite de ontem, ainda não sabia o local, podendo ser no novo restaurante do Geraldin da Cida, Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado) e provável apresentação na tarde de amanhã no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Bairro Gutierrez). De qualquer maneira, uma coisa é certa: não vai faltar música e, muito menos, o velho “guaraná”! Vamos comemorar, minha gente! “Vamos ao jogo pois trabalho é roubo”, como na velha brincadeira que os amigos do Clube Recreativo Forense faziam na década de 70...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 264 (QUARTA-FEIRA, 01-07-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, como de costume, falo de amenidades, deixando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Recebi algumas reclamações de pessoas de Leopoldina, dizendo que só falo de Visconde do Rio Branco. Ciúme puro! Não é verdade! Sempre falei de minhas quatro queridas cidades, Abre Campo (onde nasci), Visconde do Rio Branco, Leopoldina (onde passei a infância) e São Domingos do Prata (terra da maioria de meus familiares).
AS três primeiras da Zona da Mata e a última da Zona Metalúrgica. Todas, encantadoras e acolhedoras. Pena não poder estar sempre nas quatro cidades, para lembrar da infância e rever os amigos. A preguiça não permite. Hoje, minha “cidade” é o Bairro Gutierrez. Viajo, de quando em vez, para a também acolhedora Conceição do Mato Dentro, com o mano cruzeirense Domingos Afonso. Para se ter uma ligeira idéia, desde minha merecida aposentadoria (junho de 2006), sem contar com Conceição do Mato Dentro, apenas estive em Itapecerica, Itajubá (comarcas do juiz de Direito Guilherme Lima Nogueira da Silva), Jacutinga e Campinas/SP. Muito pouco! Falar em Jacutinga, “terra de muros baixos e mulheres bonitas”, nem o amigo Jésus Wagner Marques Brito, que lá residiu, deve saber o que significa Jacutinga.
JACUTINGA, meu amigo e ilustre jurista, significa “peru do mato”. Não sei o motivo. Toda cidade vem de algo: Abre Campo (campo aberto), Visconde do Rio Branco (uma pessoa histórica), Leopoldina (Princesa Leopoldina), São Domingos do Prata (um santo da igreja católica) e Conceição do Mato Dentro (idem). Belo Horizonte, pelo seu horizonte belo. Isso, quando foi fundada, vez que, hoje, teria outro nome, já que seu horizonte já não é mais belo, como antigamente. Na despedida de meus colegas da Escola Estadual Ribeiro Junqueira, em Leopoldina (outubro de 1955), a professora Cirene Valentim falou que eu estava indo para uma cidade de “belo horizonte”. Fiquei maravilhado, sonhando com a cidade grande e como seria, já que só conhecia a capital dos mineiros por fotos de jornal (ainda não conhecia televisão). Bons tempos...
PS – Tempos mudados! Seria a volta dos bons tempos? Tomara! Tem sido assim: “América vence e se mantém líder do grupo”, “América lidera sem tomar gol”. Manchetes de jornal que o torcedor americano gostaria de ver sempre. Realmente, o meu América está “bonito na fita” no Campeonato Brasileiro da Série C, liderando, com folga, o Grupo C, sem levar um golzinho sequer. Em quatro jogos, três vitórias (dois a zero no Gama/DF e no Guaratinguetá/SP e um a zero no Mixto/MT) e um empate zerado (Ituiutaba/MG). Está bom demais! E é verdade. Há quanto tempo o Coelho não começava tão bem uma competição? Não me recordo. Que prossiga assim, é o desejo de todos nós, americanos. A Série B está chegando...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, como de costume, falo de amenidades, deixando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Recebi algumas reclamações de pessoas de Leopoldina, dizendo que só falo de Visconde do Rio Branco. Ciúme puro! Não é verdade! Sempre falei de minhas quatro queridas cidades, Abre Campo (onde nasci), Visconde do Rio Branco, Leopoldina (onde passei a infância) e São Domingos do Prata (terra da maioria de meus familiares).
AS três primeiras da Zona da Mata e a última da Zona Metalúrgica. Todas, encantadoras e acolhedoras. Pena não poder estar sempre nas quatro cidades, para lembrar da infância e rever os amigos. A preguiça não permite. Hoje, minha “cidade” é o Bairro Gutierrez. Viajo, de quando em vez, para a também acolhedora Conceição do Mato Dentro, com o mano cruzeirense Domingos Afonso. Para se ter uma ligeira idéia, desde minha merecida aposentadoria (junho de 2006), sem contar com Conceição do Mato Dentro, apenas estive em Itapecerica, Itajubá (comarcas do juiz de Direito Guilherme Lima Nogueira da Silva), Jacutinga e Campinas/SP. Muito pouco! Falar em Jacutinga, “terra de muros baixos e mulheres bonitas”, nem o amigo Jésus Wagner Marques Brito, que lá residiu, deve saber o que significa Jacutinga.
JACUTINGA, meu amigo e ilustre jurista, significa “peru do mato”. Não sei o motivo. Toda cidade vem de algo: Abre Campo (campo aberto), Visconde do Rio Branco (uma pessoa histórica), Leopoldina (Princesa Leopoldina), São Domingos do Prata (um santo da igreja católica) e Conceição do Mato Dentro (idem). Belo Horizonte, pelo seu horizonte belo. Isso, quando foi fundada, vez que, hoje, teria outro nome, já que seu horizonte já não é mais belo, como antigamente. Na despedida de meus colegas da Escola Estadual Ribeiro Junqueira, em Leopoldina (outubro de 1955), a professora Cirene Valentim falou que eu estava indo para uma cidade de “belo horizonte”. Fiquei maravilhado, sonhando com a cidade grande e como seria, já que só conhecia a capital dos mineiros por fotos de jornal (ainda não conhecia televisão). Bons tempos...
PS – Tempos mudados! Seria a volta dos bons tempos? Tomara! Tem sido assim: “América vence e se mantém líder do grupo”, “América lidera sem tomar gol”. Manchetes de jornal que o torcedor americano gostaria de ver sempre. Realmente, o meu América está “bonito na fita” no Campeonato Brasileiro da Série C, liderando, com folga, o Grupo C, sem levar um golzinho sequer. Em quatro jogos, três vitórias (dois a zero no Gama/DF e no Guaratinguetá/SP e um a zero no Mixto/MT) e um empate zerado (Ituiutaba/MG). Está bom demais! E é verdade. Há quanto tempo o Coelho não começava tão bem uma competição? Não me recordo. Que prossiga assim, é o desejo de todos nós, americanos. A Série B está chegando...
ATÉ a próxima.
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