DE LETRA Nº 323 (SEGUNDA-FEIRA, 16-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Desde criança ouvia estórias de que nordestino era cabra macho e de palavra. Para ele, a palavra valia mais do que qualquer assinatura. Tinha aquela estória do fio de bigode. De repente, nada mais do que de repente, fico estarrecido com a atitude do treinador Givanildo de Oliveira, que comandou o meu querido e glorioso América nos nossos dois títulos brasileiros (1997 na Serie B e 2009 na Série C). Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. No último dia 5 o distinto acertou novo contrato com o Coelho, viajou de férias (merecidas, por sinal) e ficou de retornar no próximo dia 5, para o início da pré-temporada, com as atenções voltadas para o Campeonato Mineiro e o Campeonato Brasileiro da Série B de 2010.
MAS, porém, todavia, na “calada da noite”, o Giva acertou contrato com o Sport/PE, que também vai disputar a Série B de 2010, deixando o Coelho “falando sozinho”. Ora, Série B por Série B, melhor teria sido o cidadão ficar no meu América, com um trabalho já começado e a ser aprimorado. Pobre Coelho, o último a saber e o primeiro a apanhar! Foi “apunhalado pelas costas”. Covardia, Giva! Por quê ele não avisou antes de viajar? Daria mais tempo para a nossa dinâmica diretoria “correr atrás” de um novo treinador. Agora, vai ser na base da correria, já que o dia 5 de dezembro está chegando. Dá nisso, acreditar em palavra no velho ludopédio. O Coelho deveria ter ficado com “um pé na frente e outro atrás”. Agora é tarde, Inês é morta! Vamos à luta, América...
ENQUANTO isso, o feliz torcedor americano viveu mais um fim de semana feliz. Tem sido uma alegria atrás da outra, proporcionada pela “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. A noite de sábado foi hilariante. Mudando de canal (“pay-per-view”) a todo instante, acompanhei o “martírio” dos amigos atleticanos e cruzeirenses. Os primeiros ainda vibravam com o gol de empate, quando o Coritiba/PR marcou o segundo gol, levando o Galinho/sem/esporas para os “quintos dos infernos” (quinta colocação). Os segundos vibravam com a vitória, quando o Grêmio/RS empatou o jogo, em pleno Mineirão, à undécima hora, levando a Raposinha/saltitante para a sexta colocação. Sábado, a Raposinha “encara” o Galinho dos Ricos (o paranaense, bem entendido), ao passo que domingo, o Galinho “encara” o Internacional/RS, no Mineirão. Duas “paradas indigestas”. Mais alegria pela frente. De americanos, é claro...
PS – E a banda, Toninho? A quase filarmônica do Gutierrez sumiu, o gato comeu? Pelo segundo sábado seguido, os músicos “deram o bolo”, só aparecendo no bar do Toninho os músicos Jésus Wagner Marques Brito (americano/santista da timba afinada e barulhenta), Délio das Graças Gandra (americano/banguense do violão e voz) e Átila (atleticano do pandeiro). Como fazer banda com apenas três? Vira trio. Assim, tudo ficou para o próximo final de semana...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 322 (SEXTA-FEIRA, 13-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, 13, sexta-feira! Dizem que é a data do azar. Não acredito em bruxas, mas que elas existem, dizem que sim. E daí? Vida que segue! A “urucubaca” do meu querido e glorioso América aconteceu na véspera, com a saída do treinador Givanildo de Oliveira. Que coisa, nada como um dia atrás do outro. Nada pior do que um homem não cumprir a palavra. Mais grave é não cumprir um contrato, que ele acertou com o clube, entrou de férias no último dia 5 e ficou de voltar no próximo dia 5, para começar a pré-temporada. Pois é! Nada como um dia após o outro. De repente, nada mais do que de repente, o Giva assina contrato com o já rebaixado Sport/PE, “apunhalando” o Coelho pelas costas. Como “marido traído”, o Coelho foi o último a saber. Que coisa, o Givanildo teria que ser mesmo da Segundona. Pior, vai enfrentar o América e encarar a ira dos americanos em Beagá. Esse dia virá. Quem viver, verá. Que pena!
AGORA, é esperar pelo novo treinador, a ser escolhido pela nossa dinâmica diretoria. Que não me venham com aqueles nomes “manjados”, que tanto prejudicaram o América em passado não tão distante assim. O tempo urge! Falta menos de um mês para começar a pré-temporada. Um treinador competente já! A vida segue. Para o América e para o Giva. Que ele seja feliz no novo clube, ao lado da família e dos amigos, podendo “curtir” até uma praia de quando em vez. No Recife ele tem casa, ao passo que em Beagá morava num quarto de hotel. E viva a diferença! Só que ele foi embora e deu uma “banana” para o Coelho (“cara”, coelho come cenoura). Ele só se esqueceu de um detalhe importante: deveria ter deixado um recado na porta...
COMO a diretoria americana ainda não desistiu do Givanildo (o “rolo” só será encerrado, para bem ou mal, em dezembro), o jeito é esperar. Enquanto isso, o americano segue “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. “Secando”, sim, querida cunhada galista Valéria! O Galinho/sem/esporas é o quarto colocado, ao passo que a Raposinha/saltitante é a quinta. Dois pontos apenas os separam. Campeonato Mineiro dentro do Brasileirão? Tem um Campeonato Paulista, também, vez que o Palmeiras é o líder com o mesmo número de pontos do vice São Paulo. No meio de paulistas e mineiros tem o “intrometido” carioca, o Urubu, que é o terceiro. Tudo embolado! Amanhã (19h30), a Raposinha recebe o Grêmio e o Galinho “encara” o Coritiba no Paraná...
PS – Hoje, 13, sexta-feira. Em compensação, amanhã, 14, sábado. Que bom! Hora e vez de “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do Toninho. Será que tem mesmo? Na última semana ninguém apareceu. Músicos “gazeteiros”, pois sim! Com a palavra o comandante da banda, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. A conferir...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, 13, sexta-feira! Dizem que é a data do azar. Não acredito em bruxas, mas que elas existem, dizem que sim. E daí? Vida que segue! A “urucubaca” do meu querido e glorioso América aconteceu na véspera, com a saída do treinador Givanildo de Oliveira. Que coisa, nada como um dia atrás do outro. Nada pior do que um homem não cumprir a palavra. Mais grave é não cumprir um contrato, que ele acertou com o clube, entrou de férias no último dia 5 e ficou de voltar no próximo dia 5, para começar a pré-temporada. Pois é! Nada como um dia após o outro. De repente, nada mais do que de repente, o Giva assina contrato com o já rebaixado Sport/PE, “apunhalando” o Coelho pelas costas. Como “marido traído”, o Coelho foi o último a saber. Que coisa, o Givanildo teria que ser mesmo da Segundona. Pior, vai enfrentar o América e encarar a ira dos americanos em Beagá. Esse dia virá. Quem viver, verá. Que pena!
AGORA, é esperar pelo novo treinador, a ser escolhido pela nossa dinâmica diretoria. Que não me venham com aqueles nomes “manjados”, que tanto prejudicaram o América em passado não tão distante assim. O tempo urge! Falta menos de um mês para começar a pré-temporada. Um treinador competente já! A vida segue. Para o América e para o Giva. Que ele seja feliz no novo clube, ao lado da família e dos amigos, podendo “curtir” até uma praia de quando em vez. No Recife ele tem casa, ao passo que em Beagá morava num quarto de hotel. E viva a diferença! Só que ele foi embora e deu uma “banana” para o Coelho (“cara”, coelho come cenoura). Ele só se esqueceu de um detalhe importante: deveria ter deixado um recado na porta...
COMO a diretoria americana ainda não desistiu do Givanildo (o “rolo” só será encerrado, para bem ou mal, em dezembro), o jeito é esperar. Enquanto isso, o americano segue “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. “Secando”, sim, querida cunhada galista Valéria! O Galinho/sem/esporas é o quarto colocado, ao passo que a Raposinha/saltitante é a quinta. Dois pontos apenas os separam. Campeonato Mineiro dentro do Brasileirão? Tem um Campeonato Paulista, também, vez que o Palmeiras é o líder com o mesmo número de pontos do vice São Paulo. No meio de paulistas e mineiros tem o “intrometido” carioca, o Urubu, que é o terceiro. Tudo embolado! Amanhã (19h30), a Raposinha recebe o Grêmio e o Galinho “encara” o Coritiba no Paraná...
PS – Hoje, 13, sexta-feira. Em compensação, amanhã, 14, sábado. Que bom! Hora e vez de “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do Toninho. Será que tem mesmo? Na última semana ninguém apareceu. Músicos “gazeteiros”, pois sim! Com a palavra o comandante da banda, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. A conferir...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 321 (QUARTA-FEIRA, 11-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, ficando o meu querido e glorioso América (bicampeão brasileiro de 1997 e 2009) e a nossa sumida e desfalcada quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! Em meados da década de 70 fui em Uberaba com o Clube Recreativo Forense para um jogo de confraternização com os advogados de lá. Eu era o diretor de relações públicas do clube, sócio e jogador de “peladas” nos finais de semana. Bons tempos, que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Quinzinho...
ENTREI no segundo tempo (era um reserva de luxo) e dei o passe para o gol de empate do Sócrates Queiroz, hoje, delegado aposentado e advogado criminalista. Depois do jogo, fomos para um clube social. Muito “guaraná” e conversa fiada. Como o empate era do time visitante, o Forense ficou com o troféu. Em homenagem ao gol marcado, o Sócrates foi o escolhido para recebê-lo. Por ser muito querido, foi ovacionado por todos. De repente, a festa quase foi estragada, por um ato impensado e totalmente fora de propósito de um colega. Que vergonha passamos...
FOI quando o saudoso advogado Eurípedes Miranda, também conhecido como “Uberabinha”, por ser de Uberlândia, falou: “esse é o representante da Abissínia”. Racismo puro, já que o Sócrates é negro. Todos nós ficamos sem graça. Por sorte, o episódio não teve consequências mais sérias. Ficou nisso. A confraternização era mais importante. Muitos discursos, conversa “fiada” e, é claro, muito “guaraná”. Foi um final de semana em que Uberaba parou para homenagear o Clube Forense...
VIAJAMOS para Uberaba no sábado. Deveria ser um evento jurídico, vez que no hotel estavam vários desembargadores. Naquela noite, o pessoal foi para uma boate da moda na cidade. Alguns saíram dos limites, retornando para o hotel de madrugada. Que mulherada bonita! Uberaba, capital brasileira do zebu, cidade de “muros baixos” e de mulheres bonitas. No café da manhã, fomos abordados pelo saudoso desembargador Régulo da Cunha Peixoto, que indagou onde nós tínhamos passado a noite. O Geraldo Plínio Rocha (juiz de Direito aposentado, hoje, advogado), que é muito gozador, respondeu que foi em uma boate. Sem perder tempo, o Régulo retrucou: “que boate coisa nenhuma! Vocês estavam na zona boêmia!”. Alguns desembargadores mais sisudos, ficaram corados de vergonha. Mas as risadas foram inevitáveis. Parecia até que o Plínio havia contado uma de suas piadas ou imitado vários instrumentos musicais, apenas com a boca, o nariz e as mãos (trombone de vara, etecétera). O jovem era um artista. Não é sem motivo que seu apelido era “Sabiá”. Era a nossa maior diversão. Perto dele não havia tristeza. Era, também, um grande zagueiro. Mas, tem um defeito (e sério): é atleticano...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, ficando o meu querido e glorioso América (bicampeão brasileiro de 1997 e 2009) e a nossa sumida e desfalcada quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! Em meados da década de 70 fui em Uberaba com o Clube Recreativo Forense para um jogo de confraternização com os advogados de lá. Eu era o diretor de relações públicas do clube, sócio e jogador de “peladas” nos finais de semana. Bons tempos, que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Quinzinho...
ENTREI no segundo tempo (era um reserva de luxo) e dei o passe para o gol de empate do Sócrates Queiroz, hoje, delegado aposentado e advogado criminalista. Depois do jogo, fomos para um clube social. Muito “guaraná” e conversa fiada. Como o empate era do time visitante, o Forense ficou com o troféu. Em homenagem ao gol marcado, o Sócrates foi o escolhido para recebê-lo. Por ser muito querido, foi ovacionado por todos. De repente, a festa quase foi estragada, por um ato impensado e totalmente fora de propósito de um colega. Que vergonha passamos...
FOI quando o saudoso advogado Eurípedes Miranda, também conhecido como “Uberabinha”, por ser de Uberlândia, falou: “esse é o representante da Abissínia”. Racismo puro, já que o Sócrates é negro. Todos nós ficamos sem graça. Por sorte, o episódio não teve consequências mais sérias. Ficou nisso. A confraternização era mais importante. Muitos discursos, conversa “fiada” e, é claro, muito “guaraná”. Foi um final de semana em que Uberaba parou para homenagear o Clube Forense...
VIAJAMOS para Uberaba no sábado. Deveria ser um evento jurídico, vez que no hotel estavam vários desembargadores. Naquela noite, o pessoal foi para uma boate da moda na cidade. Alguns saíram dos limites, retornando para o hotel de madrugada. Que mulherada bonita! Uberaba, capital brasileira do zebu, cidade de “muros baixos” e de mulheres bonitas. No café da manhã, fomos abordados pelo saudoso desembargador Régulo da Cunha Peixoto, que indagou onde nós tínhamos passado a noite. O Geraldo Plínio Rocha (juiz de Direito aposentado, hoje, advogado), que é muito gozador, respondeu que foi em uma boate. Sem perder tempo, o Régulo retrucou: “que boate coisa nenhuma! Vocês estavam na zona boêmia!”. Alguns desembargadores mais sisudos, ficaram corados de vergonha. Mas as risadas foram inevitáveis. Parecia até que o Plínio havia contado uma de suas piadas ou imitado vários instrumentos musicais, apenas com a boca, o nariz e as mãos (trombone de vara, etecétera). O jovem era um artista. Não é sem motivo que seu apelido era “Sabiá”. Era a nossa maior diversão. Perto dele não havia tristeza. Era, também, um grande zagueiro. Mas, tem um defeito (e sério): é atleticano...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 320 (SEGUNDA-FEIRA, 09-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Com o meu querido e glorioso América de férias antecipadas, merecidas, por sinal, ao torcedor americano só resta acompanhar as categorias de base no Campeonato Mineiro e a fase decisiva do Campeonato Brasileiro, “secando” a duplinha, naturalmente. A garotada do Coelho jogou no final de semana, com o júnior voltando a perder, dessa vez, para o Galinho (placar menor), caindo para a terceira colocação, atrás da Raposinha e do Funorte, de Montes Claros. Faltando poucos jogos para o encerramento do hexagonal decisivo, parece que a coisa está ficando um pouco difícil, com a meninada complicando o que estava fácil. O América, agora, está a três pontos da líder Raposinha. Nosso juvenil segue mais ou menos no hexagonal e o infantil nem tanto. Vamos esperar e aguardar a Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro próximo. Será a busca do nosso bi, já que o Coelho foi campeão em 1996, vencendo a Raposinha na grande final. Nada melhor do que pegar a “freguesa” maior. É mais fácil do que “tomar bala das mãos de menino”...
E, no Brasileirão, é como disse o amigo Otávio di Toledo, ex-companheiro no extinto jornal “Diário da Tarde”, em sua coluna de hoje, na “Bancada democrática” do jornal “Aqui”: uma alegria atrás da outra. A de ontem, foi a “tamancada” que o Galinho/sem/esporas levou do Urubu (que bela “bicada”), em pleno Mineirão, lotado, pelo placar olímpico de três a um, com direito a gol olímpico do sérvio Petkovic, cobrando escanteio. Como naquele personagem do humorístico Chico Anísio (“eu ia tão bem!”), o Galinho, que já foi líder da competição, caiu para a quarta colocação, a três pontos do líder São Paulo, dois do Palmeiras e um do Flamengo, tendo, na “cola”, Raposinha e Internacional. Sábado, “encara” o desesperado Coritiba, “fugindo do inferno” (leia-se da zona de rebaixamento), no Couto Pereira...
POR outro lado, a Raposinha/saltitante caiu para a quinta colocação, com o Internacional na “cola”. Deu foi sorte no Recife, vencendo, de “virada”, o “lanterninha” Sport, depois de estar perdendo por dois a zero. O futebol pernambucano atravessa péssima fase, com seus dois clubes na “rabeira” do Brasileirão. O outro é o Náutico, que não melhora nem com o armador Irênio e o atacante/artilheiro Bruno Mineiro, ainda pertencentes ao meu América, que subiram um clube (o meu América) para a Série B e podem rebaixar outro (Náutico) para a mesma Série. Coisas do velho ludopédio...
PS – O “chato” do final de semana foi a ausência da nossa quase filarmônica do Gutierrez, vez que só compareceram ao bar do agitado galista Toninho Afonso o atleticano Átila (pandeirista) e o americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (timba afinada e barulhenta). Os demais (“gazeteiros”), como Nortinho, Braúna, Cadinho, Délio Gandra, estão tocando no bar do Geraldinho da Cida, nas noites de sexta-feira. Fazer o quê? Cadê a banda, Toninho?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Com o meu querido e glorioso América de férias antecipadas, merecidas, por sinal, ao torcedor americano só resta acompanhar as categorias de base no Campeonato Mineiro e a fase decisiva do Campeonato Brasileiro, “secando” a duplinha, naturalmente. A garotada do Coelho jogou no final de semana, com o júnior voltando a perder, dessa vez, para o Galinho (placar menor), caindo para a terceira colocação, atrás da Raposinha e do Funorte, de Montes Claros. Faltando poucos jogos para o encerramento do hexagonal decisivo, parece que a coisa está ficando um pouco difícil, com a meninada complicando o que estava fácil. O América, agora, está a três pontos da líder Raposinha. Nosso juvenil segue mais ou menos no hexagonal e o infantil nem tanto. Vamos esperar e aguardar a Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro próximo. Será a busca do nosso bi, já que o Coelho foi campeão em 1996, vencendo a Raposinha na grande final. Nada melhor do que pegar a “freguesa” maior. É mais fácil do que “tomar bala das mãos de menino”...
E, no Brasileirão, é como disse o amigo Otávio di Toledo, ex-companheiro no extinto jornal “Diário da Tarde”, em sua coluna de hoje, na “Bancada democrática” do jornal “Aqui”: uma alegria atrás da outra. A de ontem, foi a “tamancada” que o Galinho/sem/esporas levou do Urubu (que bela “bicada”), em pleno Mineirão, lotado, pelo placar olímpico de três a um, com direito a gol olímpico do sérvio Petkovic, cobrando escanteio. Como naquele personagem do humorístico Chico Anísio (“eu ia tão bem!”), o Galinho, que já foi líder da competição, caiu para a quarta colocação, a três pontos do líder São Paulo, dois do Palmeiras e um do Flamengo, tendo, na “cola”, Raposinha e Internacional. Sábado, “encara” o desesperado Coritiba, “fugindo do inferno” (leia-se da zona de rebaixamento), no Couto Pereira...
POR outro lado, a Raposinha/saltitante caiu para a quinta colocação, com o Internacional na “cola”. Deu foi sorte no Recife, vencendo, de “virada”, o “lanterninha” Sport, depois de estar perdendo por dois a zero. O futebol pernambucano atravessa péssima fase, com seus dois clubes na “rabeira” do Brasileirão. O outro é o Náutico, que não melhora nem com o armador Irênio e o atacante/artilheiro Bruno Mineiro, ainda pertencentes ao meu América, que subiram um clube (o meu América) para a Série B e podem rebaixar outro (Náutico) para a mesma Série. Coisas do velho ludopédio...
PS – O “chato” do final de semana foi a ausência da nossa quase filarmônica do Gutierrez, vez que só compareceram ao bar do agitado galista Toninho Afonso o atleticano Átila (pandeirista) e o americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (timba afinada e barulhenta). Os demais (“gazeteiros”), como Nortinho, Braúna, Cadinho, Délio Gandra, estão tocando no bar do Geraldinho da Cida, nas noites de sexta-feira. Fazer o quê? Cadê a banda, Toninho?
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 319 (SEXTA-FEIRA, 06-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Forçado pelas circunstâncias, o meu querido e glorioso América trabalha amanhã e entra de férias antecipadas. Em compensação, retorna mais cedo ao batente, no dia 9 de dezembro, quando começa sua pré-temporada, para a árdua, difícil e complicada temporada do próximo ano, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. De janeiro a dezembro, com interrupção na metade do ano, por causa da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. É o Brasil na busca do inédito hexacampeonato mundial (foi campeão em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), tentando ficar mais perto do Coelho, decacampeão mineiro (de 1916 a 1925).
SEM dúvida, merecidas férias antecipadas, após a missão cumprida em 2009, com o título da Série C e o retorno à Série B do Brasileirão. Futebol, agora, para nós americanos, somente em 2010. Até lá, a dinâmica diretoria terá tempo de sobra para renovar o contrato de nossos principais atletas e contratar outros, montando um forte elenco. Por enquanto, chegou apenas o armador Luciano Ratinho, que já brilhou no Corinthians/SP. De saída, uma boa contratação. Vamos esperar pelas demais. Sem os profissionais, o jeito é acompanhar o América do futuro, no Estadual das categorias de base, com o infantil fracassando, o juvenil mais ou menos e o júnior dividindo a liderança do hexagonal final com a Raposinha. Vamos lá, garotada!
ENQUANTO isso, o torcedor americano segue “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, a despeito da pressão em contrário da querida cunhada Valéria, atleticana, que deseja a ajuda espiritual dos americanos. Essa, não! O Galinho/sem/esporas segue na terceira colocação, a três pontos do líder São Paulo. No domingo, recebe o Flamengo, seu maior rival nacional. Olha o Urubu aí, minha gente! E a Raposinha/saltitante, na sexta colocação com o Grêmio/RS na “cola”, “encara” o Sport no Recife/PE, amanhã. De “cadeira”, americano vai acompanhar tudo. “Secando”, naturalmente...
PS – Para cumprimentar o garoto Luquinha Brito (filho do Jésus Brito), que completou, anteontem, 13 anos de idade. Que beleza! E para dizer que, na tarde de amanhã, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), tem nova apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Tomara que com a exuberante participação do americano Zé Lino (violão, vozeirão e seu belo repertório), que já esteve na banda dois sábados seguidos. Volte sempre, amigo! Você sempre será bem recebido pela minha turma...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Forçado pelas circunstâncias, o meu querido e glorioso América trabalha amanhã e entra de férias antecipadas. Em compensação, retorna mais cedo ao batente, no dia 9 de dezembro, quando começa sua pré-temporada, para a árdua, difícil e complicada temporada do próximo ano, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. De janeiro a dezembro, com interrupção na metade do ano, por causa da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. É o Brasil na busca do inédito hexacampeonato mundial (foi campeão em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002), tentando ficar mais perto do Coelho, decacampeão mineiro (de 1916 a 1925).
SEM dúvida, merecidas férias antecipadas, após a missão cumprida em 2009, com o título da Série C e o retorno à Série B do Brasileirão. Futebol, agora, para nós americanos, somente em 2010. Até lá, a dinâmica diretoria terá tempo de sobra para renovar o contrato de nossos principais atletas e contratar outros, montando um forte elenco. Por enquanto, chegou apenas o armador Luciano Ratinho, que já brilhou no Corinthians/SP. De saída, uma boa contratação. Vamos esperar pelas demais. Sem os profissionais, o jeito é acompanhar o América do futuro, no Estadual das categorias de base, com o infantil fracassando, o juvenil mais ou menos e o júnior dividindo a liderança do hexagonal final com a Raposinha. Vamos lá, garotada!
ENQUANTO isso, o torcedor americano segue “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, a despeito da pressão em contrário da querida cunhada Valéria, atleticana, que deseja a ajuda espiritual dos americanos. Essa, não! O Galinho/sem/esporas segue na terceira colocação, a três pontos do líder São Paulo. No domingo, recebe o Flamengo, seu maior rival nacional. Olha o Urubu aí, minha gente! E a Raposinha/saltitante, na sexta colocação com o Grêmio/RS na “cola”, “encara” o Sport no Recife/PE, amanhã. De “cadeira”, americano vai acompanhar tudo. “Secando”, naturalmente...
PS – Para cumprimentar o garoto Luquinha Brito (filho do Jésus Brito), que completou, anteontem, 13 anos de idade. Que beleza! E para dizer que, na tarde de amanhã, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), tem nova apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Tomara que com a exuberante participação do americano Zé Lino (violão, vozeirão e seu belo repertório), que já esteve na banda dois sábados seguidos. Volte sempre, amigo! Você sempre será bem recebido pela minha turma...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 318 (QUARTA-FEIRA, 04-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como toda quarta-feira, hoje o dia é reservado às amenidades, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Já que é assim, vamos “jogar conversa fora”. Pois bem. Mais uma vez, sou obrigado a dizer que brasileiro não pode ficar furioso, possesso da vida quando os argentinos nos chamam de “macaquitos”. Imitar, mormente coisas vindas da América, é com brasileiro mesmo. E quê bicho é chegado às imitações? Claro que é o macaco! Imita quase tudo que o homem faz. Só falta falar. Basta dar um pulinho ao Jardim Zoológico para conferir. Até as “besteiras” do homem ele imita. Coisa mais feia...
ORA, brasileiro tem antipatia de argentino. A recíproca é verdadeira. No velho ludopédio, então, a “coisa fica preta”. O “pau quebra” dentro e fora das quatro linhas. Esses “hermanos”! Por isso não entendo essa badalação toda em torno do “gringo” Sorín, que recebeu título de cidadão honorário de Belo Horizonte e tem jogo de despedida logo mais no Mineirão. Só faltaram colocar tapete vermelho para o ex-jogador cruzeirense, que não jogou quase nada pela Raposinha/saltitante e não ganhou nadinha. Parece brincadeira, um argentino ídolo de uma torcida brasileira...
QUANTOS “gringos” jogaram ou jogam no futebol brasileiro? Inúmeros, não é mesmo, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Nunca vi nenhum deles sendo homenageado de maneira semelhante. A Raposinha, mesmo, já teve jogadores de outros países, como o também argentino Roberto Perfumo, que cumpriu seu contrato com o clube, foi embora e pronto. Nada de homenagens. Pelo menos não consta de minha memória, que não é tão fraca assim...
E quantos jogadores de outros Estados e de cidades da nossa interlândia brilharam no futebol mineiro e não foram homenageados? A maioria, após a aposentadoria, dependurou as chuteiras e escolheu Beagá para morar e criar a família. Do meu querido e glorioso América posso citar alguns, como Jair Bala, Ari, Juca Show, Toledo e Eder Aleixo. No Galinho, Dario Maravilha, Marcial e Reinaldo Lima. E, na própria Raposinha, Zé Carlos, Evaldo, Dirceu Pantera, Nelinho, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira. Para nenhum deles e nem para os outros não citados, ninguém estendeu tapetes vermelhos e nem deu título de cidadão honorário da cidade. Jogo de despedida, então, nadinha. Não é, mesmo, ilustre vereador e radialista Alberto Rodrigues? Por quê apenas o “gringo” Sorín mereceu tanta “badalação”? Logo um argentino? Não dava para ser, por exemplo, um uruguaio, um chileno? Daria na mesma, vez que seria contra do mesmo modo. O Brasil é para brasileiro! Por quê Belo Horizonte teria que ser para “gringo”? Que eles sejam homenageados em seus países. “Macaquitos”, pois sim...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como toda quarta-feira, hoje o dia é reservado às amenidades, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Já que é assim, vamos “jogar conversa fora”. Pois bem. Mais uma vez, sou obrigado a dizer que brasileiro não pode ficar furioso, possesso da vida quando os argentinos nos chamam de “macaquitos”. Imitar, mormente coisas vindas da América, é com brasileiro mesmo. E quê bicho é chegado às imitações? Claro que é o macaco! Imita quase tudo que o homem faz. Só falta falar. Basta dar um pulinho ao Jardim Zoológico para conferir. Até as “besteiras” do homem ele imita. Coisa mais feia...
ORA, brasileiro tem antipatia de argentino. A recíproca é verdadeira. No velho ludopédio, então, a “coisa fica preta”. O “pau quebra” dentro e fora das quatro linhas. Esses “hermanos”! Por isso não entendo essa badalação toda em torno do “gringo” Sorín, que recebeu título de cidadão honorário de Belo Horizonte e tem jogo de despedida logo mais no Mineirão. Só faltaram colocar tapete vermelho para o ex-jogador cruzeirense, que não jogou quase nada pela Raposinha/saltitante e não ganhou nadinha. Parece brincadeira, um argentino ídolo de uma torcida brasileira...
QUANTOS “gringos” jogaram ou jogam no futebol brasileiro? Inúmeros, não é mesmo, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Nunca vi nenhum deles sendo homenageado de maneira semelhante. A Raposinha, mesmo, já teve jogadores de outros países, como o também argentino Roberto Perfumo, que cumpriu seu contrato com o clube, foi embora e pronto. Nada de homenagens. Pelo menos não consta de minha memória, que não é tão fraca assim...
E quantos jogadores de outros Estados e de cidades da nossa interlândia brilharam no futebol mineiro e não foram homenageados? A maioria, após a aposentadoria, dependurou as chuteiras e escolheu Beagá para morar e criar a família. Do meu querido e glorioso América posso citar alguns, como Jair Bala, Ari, Juca Show, Toledo e Eder Aleixo. No Galinho, Dario Maravilha, Marcial e Reinaldo Lima. E, na própria Raposinha, Zé Carlos, Evaldo, Dirceu Pantera, Nelinho, Dirceu Lopes e Hilton Oliveira. Para nenhum deles e nem para os outros não citados, ninguém estendeu tapetes vermelhos e nem deu título de cidadão honorário da cidade. Jogo de despedida, então, nadinha. Não é, mesmo, ilustre vereador e radialista Alberto Rodrigues? Por quê apenas o “gringo” Sorín mereceu tanta “badalação”? Logo um argentino? Não dava para ser, por exemplo, um uruguaio, um chileno? Daria na mesma, vez que seria contra do mesmo modo. O Brasil é para brasileiro! Por quê Belo Horizonte teria que ser para “gringo”? Que eles sejam homenageados em seus países. “Macaquitos”, pois sim...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 317 (SEGUNDA-FEIRA, 02-11-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana muito bom, a despeito da ausência do meu querido e glorioso América, que entra de férias (merecidas, por sinal) no próximo dia 9, para retornar em dezembro para os preparativos para a difícil temporada de 2010, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. Com um novo e forte elenco, como promessa da nossa dinâmica diretoria, que deve investir nada mais nada menos do que dez milhões de reais. É muito dinheiro! Dizem que a folha de pagamentos do Coelho é de apenas 200 mil reais. E viva a diferença! Meus caros sete presidentes do clube, promessa, em minha acolhedora Abre Campo, é dívida...
A ALEGRIA começou no sábado (bela música) e terminou ontem (bela virada do Fluzão). A Raposinha/saltitante conseguiu a proeza de ser derrotada pelo também meu Fluminense (três a dois), então “lanterna” do Campeonato Brasileiro, em pleno Mineirão, com dois gols do ex-americano Fred, que voltou em grande estilo ao estádio. Pois é, a barropretada provou do próprio “veneno”, criando cobra para ser picada. Foi uma “picadura” e tanto! Encheram o estádio (50 mil pessoas) para fazer a festa do Fluzão. Não faltou sequer “pó-de-arroz”...
AGORA, a Raposinha caiu para a sexta colocação, com sete pontos a menos do que o ainda líder Palmeiras (eta Porco teimoso), tendo vários clubes na “cola”. No sábado, “encara” outro “lanterna”, o Sport/PE. Outro que será “reabilitado”, com certeza. Enquanto isso, para desespero dos cruzeirenses, o Galinho/sem/esporas segue na sua luta estóica para chegar ao título brasileiro. Seria o terceiro (foi campeão da Série A e da Série B). O meu América tem dois (Séries B e C). Heróica a vitória galista ontem (três a dois) em pleno Serra Dourada, estádio de triste lembrança dos atleticanos (Mengão, José Roberto “Rato”, etecétera). Foi no início da década de oitenta. Parece que o “trauma” foi superado. Agora, o Galinho é o terceiro colocado, a somente dois pontos dos líderes Palmeiras e São Paulo, com o Flamengo na “cola”. Domingo, recebe o próprio Mengão, com Mineirão lotado, jogo que vai valer a terceira colocação. Olha o Urubu aí de novo, gente!
PS – Meu sábado também foi bom, com mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Bela apresentação dele, do galista Cadinho Faria (o “mago do violão”) e do americano Zé Lino (violão e voz, digo, vozeirão). Uma banda que virou trio, não deixando ninguém sentir saudade de nossos músicos “gazeteiros” (Nortinho, Orfeu Braúna e outros). Teve até “canja” do americano/banguense Délio Gandra (violão e voz). Sábado tem mais! Com certeza...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana muito bom, a despeito da ausência do meu querido e glorioso América, que entra de férias (merecidas, por sinal) no próximo dia 9, para retornar em dezembro para os preparativos para a difícil temporada de 2010, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. Com um novo e forte elenco, como promessa da nossa dinâmica diretoria, que deve investir nada mais nada menos do que dez milhões de reais. É muito dinheiro! Dizem que a folha de pagamentos do Coelho é de apenas 200 mil reais. E viva a diferença! Meus caros sete presidentes do clube, promessa, em minha acolhedora Abre Campo, é dívida...
A ALEGRIA começou no sábado (bela música) e terminou ontem (bela virada do Fluzão). A Raposinha/saltitante conseguiu a proeza de ser derrotada pelo também meu Fluminense (três a dois), então “lanterna” do Campeonato Brasileiro, em pleno Mineirão, com dois gols do ex-americano Fred, que voltou em grande estilo ao estádio. Pois é, a barropretada provou do próprio “veneno”, criando cobra para ser picada. Foi uma “picadura” e tanto! Encheram o estádio (50 mil pessoas) para fazer a festa do Fluzão. Não faltou sequer “pó-de-arroz”...
AGORA, a Raposinha caiu para a sexta colocação, com sete pontos a menos do que o ainda líder Palmeiras (eta Porco teimoso), tendo vários clubes na “cola”. No sábado, “encara” outro “lanterna”, o Sport/PE. Outro que será “reabilitado”, com certeza. Enquanto isso, para desespero dos cruzeirenses, o Galinho/sem/esporas segue na sua luta estóica para chegar ao título brasileiro. Seria o terceiro (foi campeão da Série A e da Série B). O meu América tem dois (Séries B e C). Heróica a vitória galista ontem (três a dois) em pleno Serra Dourada, estádio de triste lembrança dos atleticanos (Mengão, José Roberto “Rato”, etecétera). Foi no início da década de oitenta. Parece que o “trauma” foi superado. Agora, o Galinho é o terceiro colocado, a somente dois pontos dos líderes Palmeiras e São Paulo, com o Flamengo na “cola”. Domingo, recebe o próprio Mengão, com Mineirão lotado, jogo que vai valer a terceira colocação. Olha o Urubu aí de novo, gente!
PS – Meu sábado também foi bom, com mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sob a firme batuta do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Bela apresentação dele, do galista Cadinho Faria (o “mago do violão”) e do americano Zé Lino (violão e voz, digo, vozeirão). Uma banda que virou trio, não deixando ninguém sentir saudade de nossos músicos “gazeteiros” (Nortinho, Orfeu Braúna e outros). Teve até “canja” do americano/banguense Délio Gandra (violão e voz). Sábado tem mais! Com certeza...
ATÉ a próxima.
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