DE LETRA Nº 374 (SEGUNDA-FEIRA, 15-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva. Falta apenas uma coluna para a de número sete mil. Depois de amanhã chego lá, se assim Deus o permitir. Ontem, faltou muita coisa para que o meu querido e glorioso América saísse do Mineirão com um resultado melhor. Uma pena! A sorte do Coelho é que os quatro últimos colocados estão perdendo pontos seguidos. É o que o mantém na faixa dos oito classificados que devem disputar a fase decisiva do Campeonato Mineiro, com apenas três vitórias em nove jogos (o chamado “mata-mata”), já fora do perigo do rebaixamento (vai embora trem). Ainda está dentro do “G8”, a despeito de tudo, faltado somente dois jogos da fase classificatória (Democrata Pantera no Mineirão e Uberaba Zebu “Fujão” no Uberabão). Falta pouco...
O QUE não faltou ontem foi o América jogar melhor e não voltar a perder oportunidades incríveis, mormente com Fábio Júnior e Joãozinho, um problema crônico e duradouro. Faltou também uma melhor colocação do goleiro Gleguer naquele gol do “meio da rua”. Que falha! E atenção na saída de bola nos outros dois gols celestes. Errar passe perto da grande área é fatal, como foi ontem...
FALTOU, finalmente, um “soprador de apito” imparcial. Tem razão o dirigente americano Marcus Salum, ao reclamar dos “dois pesos e duas medidas”, marcações diferentes em lances semelhantes. Na área do Coelho o árbitro deu pênalti; na da Raposinha/saltitante, não. Que coisa horrorosa! Problema crônico e inacabável no futebol mineiro, em que peso da camisa vale muito. E como! O negócio nas Montanhas continua sendo as cores azul, preto e branco. O verde que “se dane”. Isso explica o Coelho estar com onze pontos a menos do que a Raposinha e quatro a menos do que o Galinho/sem/esporas. Até quando isso vai perdurar? Até, quem sabe, quando o Sargento Garcia prender o Zorro...
PS – Para mandar abraços especiais às aniversariantes de ontem, a minha querida Rita Maria e a talentosa jornalista Renata Monteiro, filha de meu ex-companheiro Márcio Renato no extinto jornal “Diário da Tarde”, que veio de Arraial Dajuda (Sul da Bahia) para comemorar com a filha. E para dizer que a nossa quase filarmônica do Gutierrez continua desaparecida do bairro, vez que sábado voltou a tocar no Buritis, por determinação de seu comandante Jésus Wagner Marques Brito. De um lado, a intransigência do Toninho Afonso, do outro o “estopim curto” do americano/santista Jésus Brito, com cada um “puxando a sardinha para o seu lado”. Azar dos admiradores da boa música, que, assim, seguem sem poder apreciar o talento dos nossos músicos. Quem quiser que os siga. “Perseguindo-os”, quem sabe...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 15 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 373 (SEXTA-FEIRA, 12-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva. Faltam apenas duas colunas para a de número sete mil. Estou chegando lá. Que façanha! Na próxima quarta-feira. Palmas para o Zé Migué que ele merece! Por coincidência, duas poderão ser as estreias no meu querido e glorioso América, depois de amanhã, no clássico contra a Raposinha/saltitante, no Gigante da Pampulha: os zagueiros Fabrício e Gabriel. O segundo jogava no Hapoel Tel-Aviv de Israel e o primeiro no Brasiliense/DF. Para mim, dois ilustres desconhecidos. Mas o treinador Mauro Fernandes deve conhecê-los bem. Ainda bem, já que a Raposinha vai ser um “osso duro de roer”, vez que está de olho na primeira colocação da fase classificatória do Campeonato Mineiro, para ter vantagem na fase “mata-mata”. Duas colunas e duas estreias. Dois para cá, dois para lá, como na música popular. Só falta o Coelho vencer de dois no domingo. Bela coincidência...
FALAR em dois, como estão os dois da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo? A Raposinha/saltitante suou para empatar ontem com o fraco Deportivo Itália na Venezuela, mas lidera a fase classificatória do Estadual (terra de cego quem tem olho é rei), ao passo que o Galinho/sem/esporas, na quinta colocação (quintos do inferno), segue mandando e desmandando no futebol mineiro (o azulão faz o mesmo). Fugiu de Teófilo Otoni na última semana (medo do calorão?) e conseguiu adiar o jogo no Tribunal de Justiça Desportiva. Tudo isso deve ser de medo. Afinal o adversário é América, ainda que o de camisa vermelha. Medo ou respeito? Olha o dois aí de novo! América ao quadrado! Dois para cá, dois para lá, coisa que o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, entende bem. E como...
PS – Falar em Cadinho, ele é um dos que abandonou a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, a cada sábado, toca em um lugar diferente. Está parecendo “ave sem ninho”. Amanhã, por exemplo, segundo o Jésus Wagner Marques Brito, o líder da banda (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), toca em um bar do Buritis, em tom de despedida. O pessoal nem “esquentou o lugar” e já está de olho em outro restaurante, que pode ser o do Barroca Tênis Clube, o que seria um retorno (a volta do boêmio?). Depois, outro local, depois outro. Vida que segue. De galho em galho, até encontrar um ninho. Que ave é essa? Só não pode ser “agourenta”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva. Faltam apenas duas colunas para a de número sete mil. Estou chegando lá. Que façanha! Na próxima quarta-feira. Palmas para o Zé Migué que ele merece! Por coincidência, duas poderão ser as estreias no meu querido e glorioso América, depois de amanhã, no clássico contra a Raposinha/saltitante, no Gigante da Pampulha: os zagueiros Fabrício e Gabriel. O segundo jogava no Hapoel Tel-Aviv de Israel e o primeiro no Brasiliense/DF. Para mim, dois ilustres desconhecidos. Mas o treinador Mauro Fernandes deve conhecê-los bem. Ainda bem, já que a Raposinha vai ser um “osso duro de roer”, vez que está de olho na primeira colocação da fase classificatória do Campeonato Mineiro, para ter vantagem na fase “mata-mata”. Duas colunas e duas estreias. Dois para cá, dois para lá, como na música popular. Só falta o Coelho vencer de dois no domingo. Bela coincidência...
FALAR em dois, como estão os dois da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo? A Raposinha/saltitante suou para empatar ontem com o fraco Deportivo Itália na Venezuela, mas lidera a fase classificatória do Estadual (terra de cego quem tem olho é rei), ao passo que o Galinho/sem/esporas, na quinta colocação (quintos do inferno), segue mandando e desmandando no futebol mineiro (o azulão faz o mesmo). Fugiu de Teófilo Otoni na última semana (medo do calorão?) e conseguiu adiar o jogo no Tribunal de Justiça Desportiva. Tudo isso deve ser de medo. Afinal o adversário é América, ainda que o de camisa vermelha. Medo ou respeito? Olha o dois aí de novo! América ao quadrado! Dois para cá, dois para lá, coisa que o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, entende bem. E como...
PS – Falar em Cadinho, ele é um dos que abandonou a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, a cada sábado, toca em um lugar diferente. Está parecendo “ave sem ninho”. Amanhã, por exemplo, segundo o Jésus Wagner Marques Brito, o líder da banda (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), toca em um bar do Buritis, em tom de despedida. O pessoal nem “esquentou o lugar” e já está de olho em outro restaurante, que pode ser o do Barroca Tênis Clube, o que seria um retorno (a volta do boêmio?). Depois, outro local, depois outro. Vida que segue. De galho em galho, até encontrar um ninho. Que ave é essa? Só não pode ser “agourenta”...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 10 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 372 (QUARTA-FEIRA, 10-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva. Está chegando a hora, um momento importante em minha vida. Afinal, faltam apenas três (sexta, segunda e quarta-feira) para a minha histórica coluna de número sete mil (6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 372, com a de hoje, no meu modesto Blog internacional). Ufa, que fôlego! Haja assunto! Isso é o que mais tenho. E um pouco de inspiração, é claro. Não terá bolo e velas (favor não confundir com “velhas”), vez que de velho basta o Zé Migué aqui do pedaço. Se fosse outro jornalista qualquer, vaidoso e se achando “dono do mundo com rei na barriga”, seria uma “festança” danada. Mas, prefiro ficar com a minha humildade de um bom mineiro...
HOJE é quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (domingo tem clássico no Mineirão com a Raposinha/saltitante) e a nossa “moribunda” quase filarmônica do Gutierrez (está procurando outro lugar para tocar) para as colunas de segunda e sexta. Não tenho o dom dos “causos”, especialidade de meu grande amigo americano/banguense (tem a camisa dos dois clubes) Délio das Graças Gandra, o jovem que veio de Itamarandiba para brilhar na cidade grande, como bom advogado que é. Ele “mata” a turma de rir. Vale a pena ouvir os seus “causos”, que guardo e sei de cor e salteado. O moço dos cabelos brancos é muito gozado...
COISA interessante: trabalhei longos 34 anos no “Diário da Tarde”, inicialmente na Rua Goiás e, depois, na Avenida Getúlio Vargas, Bairro dos Funcionários. Aposentado desde junho de 2006, dificilmente sonho com o jornal. Será que eu não gostava do que fazia? Gostava sim (e muito). Raras vezes sonhei que estava trabalhando, entrando na redação do jornal, ligando o computador e conversando com os companheiros. No meio do sonho é que a “ficha caia” e o sonho se encerrava. Sonho ou pesadelo? Vontade de voltar a trabalhar? Nem “morta”! Já trabalhei muito na minha vida. Tudo tem o seu momento certo, para começar, trabalhar e terminar. Agora, o meu negócio é acordar tarde, passar os olhos no jornal, escutar rádio e ver televisão. E tomar o velho “guaraná”, é claro, pois ninguém é de “ferro”. Nem mesmo o Zé Migué, que também é filho de Deus. Mas, sempre bebendo com “moderação”. Todos os dias? Um dia sim, o outro também, de segunda a segunda, de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Mamãe, que sede danada. Está na hora de “tomar uma”! Toninho, abra uma bem gelada...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva. Está chegando a hora, um momento importante em minha vida. Afinal, faltam apenas três (sexta, segunda e quarta-feira) para a minha histórica coluna de número sete mil (6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 372, com a de hoje, no meu modesto Blog internacional). Ufa, que fôlego! Haja assunto! Isso é o que mais tenho. E um pouco de inspiração, é claro. Não terá bolo e velas (favor não confundir com “velhas”), vez que de velho basta o Zé Migué aqui do pedaço. Se fosse outro jornalista qualquer, vaidoso e se achando “dono do mundo com rei na barriga”, seria uma “festança” danada. Mas, prefiro ficar com a minha humildade de um bom mineiro...
HOJE é quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (domingo tem clássico no Mineirão com a Raposinha/saltitante) e a nossa “moribunda” quase filarmônica do Gutierrez (está procurando outro lugar para tocar) para as colunas de segunda e sexta. Não tenho o dom dos “causos”, especialidade de meu grande amigo americano/banguense (tem a camisa dos dois clubes) Délio das Graças Gandra, o jovem que veio de Itamarandiba para brilhar na cidade grande, como bom advogado que é. Ele “mata” a turma de rir. Vale a pena ouvir os seus “causos”, que guardo e sei de cor e salteado. O moço dos cabelos brancos é muito gozado...
COISA interessante: trabalhei longos 34 anos no “Diário da Tarde”, inicialmente na Rua Goiás e, depois, na Avenida Getúlio Vargas, Bairro dos Funcionários. Aposentado desde junho de 2006, dificilmente sonho com o jornal. Será que eu não gostava do que fazia? Gostava sim (e muito). Raras vezes sonhei que estava trabalhando, entrando na redação do jornal, ligando o computador e conversando com os companheiros. No meio do sonho é que a “ficha caia” e o sonho se encerrava. Sonho ou pesadelo? Vontade de voltar a trabalhar? Nem “morta”! Já trabalhei muito na minha vida. Tudo tem o seu momento certo, para começar, trabalhar e terminar. Agora, o meu negócio é acordar tarde, passar os olhos no jornal, escutar rádio e ver televisão. E tomar o velho “guaraná”, é claro, pois ninguém é de “ferro”. Nem mesmo o Zé Migué, que também é filho de Deus. Mas, sempre bebendo com “moderação”. Todos os dias? Um dia sim, o outro também, de segunda a segunda, de 1º de janeiro a 31 de dezembro. Mamãe, que sede danada. Está na hora de “tomar uma”! Toninho, abra uma bem gelada...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 8 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 371 (SEGUNDA-FEIRA, 08-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a minha coluna de número sete mil. Faltam apenas quatro, o que deve acontecer, se Deus assim o permitir, na quarta-feira da próxima semana. É muita coisa. Com a de hoje são 371 só no meu modesto Blog internacional, fora as 6.625 que escrevi no tempo que trabalhei no extinto jornal “Diário da Tarde”. E tem gente que lê. Lê e aprecia. Tem gosto para tudo...
TEM gosto até para a contagem regressiva de um jogo importante, no próximo domingo, no Gigante da Pampulha, contra a Raposinha/saltitante, nossa rival número dois, já que o número um é o Galinho/sem/esporas, nosso maior rival, o outrora chamado “clássico das multidões”, que vem desde o já distante 1912, quando o meu querido e glorioso América foi fundado. Até 1915, eram meros jogos amistosos. Aí veio o Campeonato Mineiro, com o Galinho sendo o seu primeiro campeão. Depois, de 1916 a 1925, só deu o Coelhão, o único decacampeão do futebol brasileiro. Perdeu até a graça. Mas, depois, título, mesmo, que é bom, somente de quando em vez. Um na década de 40, um na de 50, um na de 70, um na de 90 e um no início da atual década. Muito pouco para um clube da grandeza do meu América...
O AMÉRICA está apenas a uma vitória, nos três derradeiros jogos da fase classificatória. Tem que escolher uma entre a Raposinha, a Pantera de Governador Valadares (no Mineirão) e o Zebu “Fujão” (no Uberabão). Oito clubes disputam a fase decisiva, no esquema “mata-mata”. E o Mecão está na sétima colocação, um pontinho apenas menos do que o Galinho e o Zebu. Competição equilibrada, ao contrário dos anos anteriores. Todo mundo vence e perde. Um “perde ganha” dos “diabos”! Haja vista que a Raposinha, maior favorita ao título, levou de três, ontem, do Galinho Carijó, na “carioca” Juiz de Fora. Eta galinho indigesto...
PS – Meu final de semana foi feito somente com o velho ludopédio. Como o meu Coelho não jogou (derrotou o Ituiutaba na quinta-feira, em jogo antecipado), fiquei “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. A Raposinha perdeu do Tupi e o Galinho quase “tropeçou” no Democrata. Música não teve, vez que fiquei longe da nossa dividida quase filarmônica do Gutierrez, com o Nortinho, Orfeu Braúna e outros se despedindo na sexta-feira do bar do Geraldin (Rua Rio Negro) e o Jésus Wagner Marques Brito e outros foram tocar em um bar do Buritis. Esqueceram de mim! Isso não se faz. Logo eu, o criador da banda. Estão destruindo pouco a pouco o que criei com tanto amor e carinho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a minha coluna de número sete mil. Faltam apenas quatro, o que deve acontecer, se Deus assim o permitir, na quarta-feira da próxima semana. É muita coisa. Com a de hoje são 371 só no meu modesto Blog internacional, fora as 6.625 que escrevi no tempo que trabalhei no extinto jornal “Diário da Tarde”. E tem gente que lê. Lê e aprecia. Tem gosto para tudo...
TEM gosto até para a contagem regressiva de um jogo importante, no próximo domingo, no Gigante da Pampulha, contra a Raposinha/saltitante, nossa rival número dois, já que o número um é o Galinho/sem/esporas, nosso maior rival, o outrora chamado “clássico das multidões”, que vem desde o já distante 1912, quando o meu querido e glorioso América foi fundado. Até 1915, eram meros jogos amistosos. Aí veio o Campeonato Mineiro, com o Galinho sendo o seu primeiro campeão. Depois, de 1916 a 1925, só deu o Coelhão, o único decacampeão do futebol brasileiro. Perdeu até a graça. Mas, depois, título, mesmo, que é bom, somente de quando em vez. Um na década de 40, um na de 50, um na de 70, um na de 90 e um no início da atual década. Muito pouco para um clube da grandeza do meu América...
O AMÉRICA está apenas a uma vitória, nos três derradeiros jogos da fase classificatória. Tem que escolher uma entre a Raposinha, a Pantera de Governador Valadares (no Mineirão) e o Zebu “Fujão” (no Uberabão). Oito clubes disputam a fase decisiva, no esquema “mata-mata”. E o Mecão está na sétima colocação, um pontinho apenas menos do que o Galinho e o Zebu. Competição equilibrada, ao contrário dos anos anteriores. Todo mundo vence e perde. Um “perde ganha” dos “diabos”! Haja vista que a Raposinha, maior favorita ao título, levou de três, ontem, do Galinho Carijó, na “carioca” Juiz de Fora. Eta galinho indigesto...
PS – Meu final de semana foi feito somente com o velho ludopédio. Como o meu Coelho não jogou (derrotou o Ituiutaba na quinta-feira, em jogo antecipado), fiquei “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. A Raposinha perdeu do Tupi e o Galinho quase “tropeçou” no Democrata. Música não teve, vez que fiquei longe da nossa dividida quase filarmônica do Gutierrez, com o Nortinho, Orfeu Braúna e outros se despedindo na sexta-feira do bar do Geraldin (Rua Rio Negro) e o Jésus Wagner Marques Brito e outros foram tocar em um bar do Buritis. Esqueceram de mim! Isso não se faz. Logo eu, o criador da banda. Estão destruindo pouco a pouco o que criei com tanto amor e carinho...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 5 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 370 (SEXTA-FEIRA, 05-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a minha histórica coluna de número sete mil. Faltam apenas cinco. E quinta é a colocação que o meu querido e glorioso América alcançou na noite de ontem, ao vencer sua “asa negra” Ituiutaba, no Mineirão, totalmente vazio, com pouco mais de 400 corajosos torcedores. Para ser mais preciso, 465 “almas penadas”, que enfrentaram chuva e o horário “pornográfico” das 19h30. O Coelho derrotou o Boa e ficou na “boa”, esperando pelo clássico contra a Raposinha/saltitante. Vem aí o “incômodo tabu”. Depois, pega o Democrata/GV (no Mineirão) e o Zebu Fujão (no Uberabão), ficando bem perto da fase decisiva do Campeonato Mineiro. Falta muito pouco. Serão três jogos difíceis e complicados. Vamos lá, Coelho!
MAS tem que jogar futebol como manda o velho “figurino”. Não aquilo que apresentou ontem, que podem chamar de tudo, menos de futebol. Quem só viu o resultado (vitória olímpica de três a um, gols de Fábio Júnior, Rodrigo e Leandro Ferreira), não pode imaginar como o América jogou mal, mormente no primeiro tempo, quando marcou um gol aos 45 minutos e cedeu o empate parcial um minuto após, em falha inacreditável do goleiro Gleguer. Até tu, meu jovem? No segundo tempo melhorou um pouco, com as entradas dos “velhinhos” Euller e Joãozinho, que se juntaram aos outros veteranos, Gleguer, Preto, Dudu, Irênio e Fábio Júnior. Sete ao todo. Conta de mentiroso? Pois é, quem pensa que AFC significa América Futebol Clube, comete um ligeiro engano, vez que significa “Asilo Futebol Clube”. Gente que só tem conseguido aguentar um tempo, principalmente no segundo, poupando-se no primeiro, para não perder o fôlego muito cedo. Gente, o velho ludopédio é para jovem. Lugar de velho é no asilo! E então, cadê a juventude americana? Assim, fica difícil...
PS – Com o Coelho de folga no final de semana, “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo contra o Galinho “carioca” (em Juiz de Fora) e a Pantera (no Mineirão), os americanos da minha turma terá mais tempo para “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). Isso, se o Toninho permitir, vez que em seu estabelecimento comercial a prioridade absoluta é de seu Galinho, para desespero do amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o líder da nossa banda. Se o “show” começasse mais cedo, daria para tocar até pouco antes de joguinho desinteressante (17 horas). A conferir. O jeito é esperar por um belo sábado...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva para a minha histórica coluna de número sete mil. Faltam apenas cinco. E quinta é a colocação que o meu querido e glorioso América alcançou na noite de ontem, ao vencer sua “asa negra” Ituiutaba, no Mineirão, totalmente vazio, com pouco mais de 400 corajosos torcedores. Para ser mais preciso, 465 “almas penadas”, que enfrentaram chuva e o horário “pornográfico” das 19h30. O Coelho derrotou o Boa e ficou na “boa”, esperando pelo clássico contra a Raposinha/saltitante. Vem aí o “incômodo tabu”. Depois, pega o Democrata/GV (no Mineirão) e o Zebu Fujão (no Uberabão), ficando bem perto da fase decisiva do Campeonato Mineiro. Falta muito pouco. Serão três jogos difíceis e complicados. Vamos lá, Coelho!
MAS tem que jogar futebol como manda o velho “figurino”. Não aquilo que apresentou ontem, que podem chamar de tudo, menos de futebol. Quem só viu o resultado (vitória olímpica de três a um, gols de Fábio Júnior, Rodrigo e Leandro Ferreira), não pode imaginar como o América jogou mal, mormente no primeiro tempo, quando marcou um gol aos 45 minutos e cedeu o empate parcial um minuto após, em falha inacreditável do goleiro Gleguer. Até tu, meu jovem? No segundo tempo melhorou um pouco, com as entradas dos “velhinhos” Euller e Joãozinho, que se juntaram aos outros veteranos, Gleguer, Preto, Dudu, Irênio e Fábio Júnior. Sete ao todo. Conta de mentiroso? Pois é, quem pensa que AFC significa América Futebol Clube, comete um ligeiro engano, vez que significa “Asilo Futebol Clube”. Gente que só tem conseguido aguentar um tempo, principalmente no segundo, poupando-se no primeiro, para não perder o fôlego muito cedo. Gente, o velho ludopédio é para jovem. Lugar de velho é no asilo! E então, cadê a juventude americana? Assim, fica difícil...
PS – Com o Coelho de folga no final de semana, “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo contra o Galinho “carioca” (em Juiz de Fora) e a Pantera (no Mineirão), os americanos da minha turma terá mais tempo para “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). Isso, se o Toninho permitir, vez que em seu estabelecimento comercial a prioridade absoluta é de seu Galinho, para desespero do amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o líder da nossa banda. Se o “show” começasse mais cedo, daria para tocar até pouco antes de joguinho desinteressante (17 horas). A conferir. O jeito é esperar por um belo sábado...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 3 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 369 (QUARTA-FEIRA, 03-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (quase parando) para as colunas normais de segunda e sexta. Imaginava que ninguém tivesse mais medo de cachorro do que eu. Ledo engano! Ouvindo o radialista Eduardo Costa, em seu apreciado programa da “Rádio Itatiaia”, na tarde de anteontem, o amigo confessou que tem “pavor” de qualquer tipo de cachorro, até mesmo dos menores (pequinês, etecétera). O Dudu ganhou de mim, disparado! Vai ser medroso assim nas “profundas do inferno”...
TIVE a alegria de ter trabalhado com o Eduardo no extinto “Diário da Tarde”. O jornal perdeu um grande profissional, mas o rádio ganhou um talentoso radialista. Ele é bom mesmo. Dos melhores que conheço. Domina o microfone com uma facilidade de dar inveja. Melhor do que ele, somente a minha querida filha (na verdade, enteada) Verônica, que deve tomar posse nos próximos dias na “Rádio Câmara” (Câmara dos Deputados), depois de brilhante aprovação em concorrido concurso público. Parabéns! Essa menina vai longe. Nem preciso dizer que gostaria de ter uma filha como ela. Já tenho...
VOLTANDO ao “melhor amigo do homem”, vou contar a minha vida de cão, ou, melhor dizendo, o cão na minha vida. Meu saudoso genitor sempre teve cachorro em casa. Dois deles marcaram a minha família: White e Bolão. O primeiro, um pequeno fox muito bonito, em Leopoldina (Zona da Mata), que ficou lá quando a família veio para Belo Horizonte, em outubro de 1955. Todas as manhãs ele atravessava a cidade e ficava deitado na porta de nossa ex-casa, triste, até o dia que morreu atropelado. Antes tivesse vindo com a gente para Beagá. O segundo, um cão preto enorme, que morreu de velho. White e Bolão, quanta saudade...
E, para não perder o costume, tive três em minha residência. Dos dois primeiros não me lembro mais os nomes. Um morreu “esmagado” (uma amiga caiu sobre ele) e o outro “expulsei” de campo, digo, casa, ao sentir que ele iria crescer e ficar bravo. E o terceiro, que está com a gente até hoje, o Léo, um lindo e inteligente poodle, alegria da Rita, do Guilherme e da Verônica e, também do Zé Migué, quem diria, um homem que tem medo de cachorro. Mas o Léo é pequeno e manso, não fazendo mal a ninguém, somente aos vizinhos, quando dispara a latir. Só avança e morde quando alguém o contraria. Cão folgado, que vive dentro de casa e só vai ao terreiro passear e fazer suas necessidades. Dorme até no quarto, ao lado da cama da Rita. Vai tirá-lo de lá. Não sai nem se a “vaca tossir”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (quase parando) para as colunas normais de segunda e sexta. Imaginava que ninguém tivesse mais medo de cachorro do que eu. Ledo engano! Ouvindo o radialista Eduardo Costa, em seu apreciado programa da “Rádio Itatiaia”, na tarde de anteontem, o amigo confessou que tem “pavor” de qualquer tipo de cachorro, até mesmo dos menores (pequinês, etecétera). O Dudu ganhou de mim, disparado! Vai ser medroso assim nas “profundas do inferno”...
TIVE a alegria de ter trabalhado com o Eduardo no extinto “Diário da Tarde”. O jornal perdeu um grande profissional, mas o rádio ganhou um talentoso radialista. Ele é bom mesmo. Dos melhores que conheço. Domina o microfone com uma facilidade de dar inveja. Melhor do que ele, somente a minha querida filha (na verdade, enteada) Verônica, que deve tomar posse nos próximos dias na “Rádio Câmara” (Câmara dos Deputados), depois de brilhante aprovação em concorrido concurso público. Parabéns! Essa menina vai longe. Nem preciso dizer que gostaria de ter uma filha como ela. Já tenho...
VOLTANDO ao “melhor amigo do homem”, vou contar a minha vida de cão, ou, melhor dizendo, o cão na minha vida. Meu saudoso genitor sempre teve cachorro em casa. Dois deles marcaram a minha família: White e Bolão. O primeiro, um pequeno fox muito bonito, em Leopoldina (Zona da Mata), que ficou lá quando a família veio para Belo Horizonte, em outubro de 1955. Todas as manhãs ele atravessava a cidade e ficava deitado na porta de nossa ex-casa, triste, até o dia que morreu atropelado. Antes tivesse vindo com a gente para Beagá. O segundo, um cão preto enorme, que morreu de velho. White e Bolão, quanta saudade...
E, para não perder o costume, tive três em minha residência. Dos dois primeiros não me lembro mais os nomes. Um morreu “esmagado” (uma amiga caiu sobre ele) e o outro “expulsei” de campo, digo, casa, ao sentir que ele iria crescer e ficar bravo. E o terceiro, que está com a gente até hoje, o Léo, um lindo e inteligente poodle, alegria da Rita, do Guilherme e da Verônica e, também do Zé Migué, quem diria, um homem que tem medo de cachorro. Mas o Léo é pequeno e manso, não fazendo mal a ninguém, somente aos vizinhos, quando dispara a latir. Só avança e morde quando alguém o contraria. Cão folgado, que vive dentro de casa e só vai ao terreiro passear e fazer suas necessidades. Dorme até no quarto, ao lado da cama da Rita. Vai tirá-lo de lá. Não sai nem se a “vaca tossir”...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 1 de março de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 368 (SEGUNDA-FEIRA, 01-03-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pelo primeiro tempo do jogo da noite de ontem no Mineirão cheguei a imaginar que veria novamente aquele “filme de terror”. E dá-lhe oportunidades desperdiçadas! Veio o segundo tempo e tudo mudou, com a meninada correndo e o trio de “velhinhos” marcando gols. Fábio Júnior (dois), Euller e Joãozinho. E ainda teve a boa estreia do goleirão Gleguer, muito seguro. O horário é que não ajudou (19h30, em noite chuvosa). Aliás, a televisão, que paga caro para transmitir o Estadual, tem “caprichado” com o meu querido e glorioso América, que já jogou nos horários “pornográficos” das 11 horas da manhã e das 21h50. Interessante é que o desprotegido Coelho joga nas calorentas Teófilo Otoni e Ituiutaba às 11 horas e os protegidos Galinho/sem/esporas e Raposinha/saltitante às 17 horas e 19h30. Fazer o quê, se estamos nas Minas Gerais, onde o Coelho é o último a falar e o primeiro a apanhar? Odiosa discriminação...
COM a importante vitória de ontem (a Caldense “caiu de quatro”), o América, embora não tenha saído do lugar (continua na oitava colocação), melhorou sua situação, estando, agora, com quatro pontos a mais do que o nono, já que se classificam oito clubes para a fase decisiva do Estadual. E a um ponto apenas do Galinho sexto, faltando quatro jogos, um deles contra o “lanterna” geral da competição, o Ituiutaba, no Mineirão. Nova goleada? Jogando como no segundo tempo de ontem, acredito. É só aproveitar as oportunidades que estão sendo criadas em profusão. Engrenou, agora vai! Vamos lá, Coelho! Vamos enfrentar, ainda, a Raposinha e a Pantera no Mineirão e o Zebu no Uberabão, jogos mais difíceis. Mas, com jeito vai. Se não um dia a “casa cai”...
PS – O meu final de semana foi feito apenas de futebol, já que a nossa quase filarmônica do Gutierrez foi impedida de dar seus costumeiros “shows” no bar do agitado galista Toninho Afonso, que não permitiu, por causa do prematuro falecimento de um freguês, em lamentável acidente ocorrido em uma estrada do interior paulista. Sem local, os talentosos músicos Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Odilon Teixeira (violão e voz), Wagner (órgão) e Traul (a voz) foram para o restaurante “Zé do Espeto”, onde fizeram um acústico, no calçadão da Rua Marquês de Valença. Espera-se que, no próximo sábado, sem mortes inesperadas de fregueses e jogos desinteressantes da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, a nossa quase filarmônica, chamada de “Filomena” pelo Toninho Afonso, possa voltar a encantar o meu Gutierrez. Saravá!
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pelo primeiro tempo do jogo da noite de ontem no Mineirão cheguei a imaginar que veria novamente aquele “filme de terror”. E dá-lhe oportunidades desperdiçadas! Veio o segundo tempo e tudo mudou, com a meninada correndo e o trio de “velhinhos” marcando gols. Fábio Júnior (dois), Euller e Joãozinho. E ainda teve a boa estreia do goleirão Gleguer, muito seguro. O horário é que não ajudou (19h30, em noite chuvosa). Aliás, a televisão, que paga caro para transmitir o Estadual, tem “caprichado” com o meu querido e glorioso América, que já jogou nos horários “pornográficos” das 11 horas da manhã e das 21h50. Interessante é que o desprotegido Coelho joga nas calorentas Teófilo Otoni e Ituiutaba às 11 horas e os protegidos Galinho/sem/esporas e Raposinha/saltitante às 17 horas e 19h30. Fazer o quê, se estamos nas Minas Gerais, onde o Coelho é o último a falar e o primeiro a apanhar? Odiosa discriminação...
COM a importante vitória de ontem (a Caldense “caiu de quatro”), o América, embora não tenha saído do lugar (continua na oitava colocação), melhorou sua situação, estando, agora, com quatro pontos a mais do que o nono, já que se classificam oito clubes para a fase decisiva do Estadual. E a um ponto apenas do Galinho sexto, faltando quatro jogos, um deles contra o “lanterna” geral da competição, o Ituiutaba, no Mineirão. Nova goleada? Jogando como no segundo tempo de ontem, acredito. É só aproveitar as oportunidades que estão sendo criadas em profusão. Engrenou, agora vai! Vamos lá, Coelho! Vamos enfrentar, ainda, a Raposinha e a Pantera no Mineirão e o Zebu no Uberabão, jogos mais difíceis. Mas, com jeito vai. Se não um dia a “casa cai”...
PS – O meu final de semana foi feito apenas de futebol, já que a nossa quase filarmônica do Gutierrez foi impedida de dar seus costumeiros “shows” no bar do agitado galista Toninho Afonso, que não permitiu, por causa do prematuro falecimento de um freguês, em lamentável acidente ocorrido em uma estrada do interior paulista. Sem local, os talentosos músicos Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Odilon Teixeira (violão e voz), Wagner (órgão) e Traul (a voz) foram para o restaurante “Zé do Espeto”, onde fizeram um acústico, no calçadão da Rua Marquês de Valença. Espera-se que, no próximo sábado, sem mortes inesperadas de fregueses e jogos desinteressantes da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, a nossa quase filarmônica, chamada de “Filomena” pelo Toninho Afonso, possa voltar a encantar o meu Gutierrez. Saravá!
ATÉ a próxima.
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