segunda-feira, 2 de agosto de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 436 (SEGUNDA-FEIRA, 02-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Uma máxima do velho ludopédio foi desmoralizada ontem, em Sete Lagoas, a de que torcida ganha jogo, com a qual nunca concordei. Ora, quem ganha (empata ou perde) são os jogadores. Ninguém mais, embora os “sopradores de apito”, também. É o tal “apito amigo”! Se a tal máxima valesse, o Galinho/sem/esporas teria vencido a Raposinha/saltitante, o que não aconteceu, dando o azul. Na Arena do Jacaré, somente torcedores atleticanos, em jogo de uma torcida só. De que adiantou a “pressão” dos galistas? Nada, absolutamente nada! Ora, torcida ganha jogo! Que mentira mais deslavada! Se assim fosse, o meu querido e glorioso América jamais teria vencido um clássico mineiro após o advento do Mineirão (setembro de 1965), por ter sempre menos torcida nos estádios, o que não ocorria antes de tal data. Mamãe, a torcida americana encolheu...
NAQUELA época, o “clássico das multidões” era entre Coelho e Galo, com o Independência dividido ao meio pelas duas torcidas. Sou uma das testemunhas. A Raposa, sem torcida, era a quinta força, atrás da dupla CoelhoGalo, do Leão e da Tartaruga (Siderúrgica, de Sabará). Hoje, inventaram um tal “super clássico”, entre a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, que jogou ontem para um irrisório público de pouco mais de 12 mil pagantes, público menor do que o dos jogos do Coelho e do Leão, por exemplo. Quá-quá-quá...
E O meu Coelho, hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Perdeu a viagem a Arapiraca/AL, sendo derrotado de “virada” pelo fraco ASA e voltou na sexta colocação do Campeonato Brasileiro da Série B, ficando a dois pontos do G4. A defesa menos vazada da competição (sofreu apenas sete gols em 11 jogos) não pode tomar dois gols como os dois na interlândia alagoana. Levantar bola na área americana tem sido um tormento, com o goleiro saindo mal de sua meta e os zagueiros correndo da bola. Se o ASA tivesse levantado outras três bolas na área do Coelho, sei lá...
DEPOIS da inesperada derrota nas Alagoas, agora, é vencer o carioca Duque de Caxias, na noite da próxima sexta-feira, na Arena do Jacaré, para continuar nas proximidades do G4. Como ainda não tem boa estrutura para “encarar” a Série A do Brasileirão, o melhor para o América seria ficar fora do G4 e longe do grupo dos quatro clubes que vão ser rebaixados para a Terceirona. Uma posição intermediária seria o ideal. Subir agora seria um desastre, vez que iria correr o risco voltar novamente para a Série B justamente no ano de seu centenário, em 2012, o que americano algum gostaria que acontecesse. Com os pés no chão (ou patinhas, sei lá), o meu Coelho iria subindo degrau por degrau, sem pressa. Afinal, quem tem pressa “come cru”...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 435 (SEXTA-FEIRA, 30-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Amanhã é dia de cortar a asa do ASA e “mandar fumo” na equipe alagoana, pois Arapiraca é considerada a “capital brasileira do fumo”. A terra natal de meu amigo e procurador de Justiça aposentado Juracy Caldas Fernandes (a “patativa do Nordeste” era uma “fera” no Tribunal do Júri) vai “tremer” com a presença do meu querido e glorioso América, que quer confirmar sua condição de um dos clubes do G4 do Campeonato Brasileiro da Série B. A Série A vem aí! Depois, na volta, o Coelho recebe o carioca Duque de Caxias, no próximo dia 6, na contestável Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Naturalmente, mais três pontos. Amanhã de tarde (16h10) e dia 6 de noite (21 horas). Será um sábado interrompido para quem gosta de acompanhar o jogo em sua residência, como é o meu caso, que sou obrigado a sair mais cedo do bar do agitado galista Toninho Afonso. Mas, pelo América, vale qualquer sacrifício. Até um sábado “partido”...
INTERESSANTE, a Arena do Jacaré só não presta quando se perde, o que não é o caso do meu Coelho e, sim, da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, que já está ameaçando abandonar a linda Sete Lagoas, procurando outras plagas, como Ipatinga e Uberlândia. Acostumada a “carregar” o Mineirão nas costas, a duplinha está totalmente perdida, como galinha procurando ninho. A cada “bordoada”, uma reclamação. Uma “choradeira” só! Assim, a Raposinha/saltitante já é a sexta colocada, com vários clubes no seu encalço (uns oito, no mínimo) e o Galinho/sem/esporas é a 19ª, na “zona de rebaixamento”, com o “lanterna” nas costas, pedindo passagem. Dois Atléticos “brigando” pela última colocação! Que coisa, hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Seria mal do nome? Tem um outro Atlético (o paranaense) lutando para ser rebaixado. Seria risível a queda de três Atléticos...
PS – Como a Rita Maria está viajando (está com a Verônica Lima em Itajubá/MG e Campinas/SP, visitando o filho galista Guilherme Lima e a irmã Clara Luiza), sobrou para o amigo cruzeirense Daniel Magalhães Coelho, que vai passar para o meu Blog a coluna de hoje. De quando em vez cruzeirense serve para alguma coisa. Obrigado, amigo!
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 434 (QUARTA-FEIRA, 28-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Falar nisso, meu Coelho vai bem, obrigado, ainda no G4 do Campeonato Brasileiro (está na quarta colocação, para ser mais preciso), de olho no Brasileirão do próximo ano, o que não está tão difícil assim, pelo nível dos principais concorrentes. Na tarde do próximo sábado, “encara” o ASA, na calorenta Arapiraca/AL, terra do amigo procurador de Justiça aposentado Juracy Caldas Fernandes e do fumo. Então, fumo neles, Coelho...
E A nossa quase filarmônica do Gutierrez, que coisa, hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Foi sumindo, sumindo e sumiu, para tristeza de todos nós. Como a banda tinha prestígio! Revendo os meus “alfarrábios”, colocando minha residência em ordem, deparei-me com o extinto “Diário da Tarde” do dia 13 de maio de 2006, um mês antes de minha merecida aposentadoria. Na coluna “De Letra”, um tal de Zé Migué (escrevia muito o jovem barbudo) escreveu: “Por ser hoje sábado, como diria o inspirado compositor Vinícius de Moraes, no período da tarde, o meu Gutierrez será movimentado pela quase filarmônica “Braúna e seus blues caps”, Jésus Brito, Nortinho, Orfeu Braúna, Domingos Afonso, Marcelo, Joaquim Fonseca, Roberto, Ildeu, Cadinho e outros extraordinários músicos (todos amadores, bem entendido), estarão a postos. Haja “guaraná”! Segura essa, Dalmi! Você também, Chiquinho!”.
BONS e inesquecíveis tempos! Que não voltam mais. Na época a minha turma frequentava o bar do Dalmi. Pois é, da turma citada, todos sumiram, só restando eu e o Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta. Fazer o quê? Pois é, a filarmônica virou um triste retrato na parede...
PS – Esta coluna foi menor do que as normais, em virtude da viagem da Rita Maria e da Verônica Lima para Itajubá/MG e Campinas/SP, na manhã de hoje. Azar de meu amigo cruzeirense Daniel Coelho, que terá o trabalho de passar para meu Blog a coluna de sexta-feira. “Ossos do ofício”, meu caro amigo...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 433 (SEGUNDA-FEIRA, 26-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Está sendo uma oscilação só, a situação do meu querido e glorioso América no Campeonato Brasileiro da Série B! Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, que, de segundo colocado, caiu para a oitava (“oitava na peneira, oitava peneirando...”) e, na última sexta-feira, subiu para a quarta, vencendo o cearense Icasa, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, estando, agora e novamente, no G4. Isso, em apenas dez rodadas. Como são 38 rodadas, muita emoção vai rolar ainda na competição. Haja coração! E vamos lá, Coelho...
JOGANDO em casa, não foi difícil a vitória americana (dois a zero, gols de Tiago Silvy e Helton Luiz), a despeito do primeiro tempo que ninguém gostou. Foi de “lascar”! Icasa, agora, só fora de casa, na interlândia cearense, no segundo turno. Até lá, tudo já deve estar resolvido, com o meu América no G4 ou confirmado entre os clubes que vão disputar a Série B do próximo ano. Rebaixamento, nem ver. A campanha até que está de regular para boa, já que, em dez jogos, até agora, o Mecão venceu cinco, empatou três e perdeu dois marcando 14 gols e sofrendo apenas cinco, tendo a melhor defesa da competição. Agora, que venha o ASA, na quente Arapiraca/AL, na tarde do próximo sábado...
NA Copa do Mundo da África, a desculpa foi da tal Jabulani, a bola oficial da competição (desculpa de quem não sabe jogar futebol, bem entendido). Agora, a desculpa dos tupiniquins mineiros (leia-se a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo) é a Arena do Jacaré, estádio em que os rivais caseiros estão dando um vexame atrás do outro, mesmo sem o incômodo das vuvuzelas (que barulhão chato!). Em sexto lugar, a Raposinha/saltitante já está oito pontos atrás do líder Corinthians/SP, ao passo que o Galinho/sem/esporas, ainda na zona de rebaixamento, está na vice-lanterna, com três pontos somente a mais do que o lanterninha, que, por sinal, tem o mesmo nome (Atlético de Goiás). Seria mal do nome? Domingo a duplinha se enfrenta, com um deles jogando o outro para o buraco. Somente o perdedor vai reclamar do estádio, vez que o vencedor vai fingir que não jogou na Arena do Jacaré. Faz sentido?
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 432 (SEXTA-FEIRA, 23-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como redigi esta modesta coluna na manhã de hoje, por volta das 10 horas, claro que não sabia o resultado do jogo do meu querido e glorioso América (21 horas), contra o cearense Icasa. A esperança é por uma boa e reabilitadora vitória, para voltar a ficar perto do Grupo dos 4 (ou nele, sei lá). O problema é alguém ler a coluna depois das 23 horas e pensar “uai, o Zé Migué não falou nadinha do jogo”. Claro que não poderia, por não ser adivinho. Afinal, não sou o tal polvo, que fez o seu nome na Copa do Mundo da África, acertando o resultado de todos os jogos importantes e decisivos (o vencedor, bem entendido)...
QUE polvo danado! Desmoralizou boa parte da mídia esportiva brasileira, que não acertou quase nada. Era cada palpite (infeliz, é claro) que nem te conto, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Como todo truque tem a sua “manha”, acho até que foi algum brasileiro que inventou tal polvo. Só pode! Virou vedete mundial. Na Espanha, então, campeã mundial pela vez primeira, virou ídolo e foi até homenageado. Que gente sem ter o que fazer!
DEVERIAM trazer o polvo para Beagá, para ver se ele adivinha as vitórias da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, que tem dado um vexame a cada rodada do Campeonato Brasileiro. Mulher de malandro, que apanha num dia e no outro quer mais? Ora, a Raposinha/saltitante já é a sétima colocada e o Galinho/sem/esporas é o penúltimo, na perigosa zona de rebaixamento, com apenas dois pontos a mais do que o “lanterna”, que, por coincidência, também chama-se Atlético. Deve ser mal do nome. Dois galos na rabeira da competição. O paranaense está “namorando” a zona de rebaixamento. Se essa gente bobear, o charuto cai da boca e três Atléticos podem despencar para a Série B. Seria, no mínimo, interessante...
PS – Amanhã, mais uma vez, somente para variar, não teremos a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Que pena! Os talentosos músicos sumiram de vez. Era uma vez uma bela banda! De qualquer maneira, não haveria, mesmo, música de bom gosto no bairro mais charmoso de Beagá, vez que o líder do grupo, o amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, está fazendo turismo, com seu filho Luquinha, em Jacutinga/MG e em Campinas/SP, devendo retornar na segunda-feira, com o “gás todo”. Quem sabe, na volta ele volta com a banda? Essa vida dá tantas voltas/ o ditado diz assim/ quem sabe numa dessa volta/ você (a banda) volte para mim (nós)...
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 431 (QUARTA-FEIRA, 21-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “casos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Falar no Coelho, na noite de depois de amanhã (21 horas) tem o cearense Icasa em casa (verde e branco em Sete Lagoas é o Bela Vista, que já jogou até na Europa na década de 50). Depois de deixar de ganhar cinco pontos (três em casa e dois fora), não dá para pensar sequer em empate. Coelho, é vencer e vencer, para sair da oitava colocação do Campeonato Brasileiro da Série B. Não machuque mais o coração do americano...
O CARO e atento leitor de meu modesto Blog internacional deve ter ficado sem nada entender, imaginando que “pirei de vez”, já que a coluna de anteontem só teve dois parágrafos (15 linhas), a menor das 7.055 que escrevi até então (6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 430 no Blog). Ainda não “pirei”. A culpa foi de meu computador, que “deu pau” naquele momento. Como nada entendo do aparelho (computador, bem entendido), encerrei prematuramente a coluna, imprimi uma cópia e a Rita Maria passou a mesma para o Blog. Que “dureza”, como diria o ex-companheiro Son Salvador...
SEMPRE foi assim, computador, para mim, não passa e nunca passou de mera máquina de escrever. Só sei redigir (e mal) e pronto. Na época do jornal, dava um enorme trabalho para os jovens do apoio, que consertavam tudo, com a maior paciência e competência. Em minha residência, tal missão era da Verônica e do Guilherme Lima, que não moram mais em Beagá. Hoje, Verônica mora em Brasília (é jornalista da Rádio Câmara da Câmara dos Deputados) e Guilherme em Itajubá (é juiz de Direito da 1ª Vara Cível da comarca), Fiquei órfão em informática. Agora, já estou velho para aprender. Velho, não, apenas “usado”. É como dizem na minha acolhedora Abre Campo (Zona da Mata): “burro velho não aprende a marchar”. Tempo para aprender até que tive, mas faltou interesse. Agora é tarde, Inês é morta...
BEM, explicado o problema ocorrido, o jeito é torcer para que não aconteça mais. Ah que saudade de minha inseparável máquina de escrever, uma de tecla verde. Era só redigir a coluna e entregá-la ao editor de Esportes do DT. Nada mais. Depois, era só “refrescar a cuca” com o velho “guaraná” do dia a dia. Bons tempos, em que eu era feliz e não sabia. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Quinzinho no meu Gutierrez...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 430 (SEGUNDA-FEIRA, 19-07-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ufa, descobri o motivo da derrota do meu querido e glorioso América no último sábado, na Arena do Jacaré: meu amigo Jésus Brito e meu irmão José Marcos resolveram levar o agitado galista Toninho Afonso (de camisa do verdão e tudo) em Sete Lagoas. Eta atleticano “pé frio”! Deu no que deu: o meu Coelho deixou três pontos importantes no meio do caminho, caindo para a oitava colocação do Campeonato Brasileiro da Série B...
É UMA máxima do velho ludopédio: é proibido (ou deveria ser, sei lá) perder pontos em casa. Em casa, vírgula, em termos, pois a casa do Coelho é em Belo Horizonte. Mas, cadê os dois estádios de Beagá, se o nosso Independência e o Mineirão encontram-se em fase de reforma para a Copa do Mundo de 2014? Azar do América que não tem nada com isso e vai “pagar o pato”, jogando todas as restantes partidas fora de casa, que é “campo neutro”. Sorte dos adversários, que não vão sentir a “pressão” da torcida americana. Nem o trio de árbitros, que vai “deitar e rolar”...