DE LETRA Nº 449 (QUARTA-FEIRA, 01-09-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (na próxima coluna falo do jogo de ontem no Recife/PE) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (voltou em grande estilo após longa ausência) para as colunas de segunda e sexta. Nas duas últimas quartas, falei do meu início no Jornalismo, nos extintos jornais “Diário de Minas” (1966) e “Jornal de Minas” (1971), dos jornalistas Maurílio Brandão (genitor de meu saudoso amigo e companheiro Marco Antônio Brandão) e Afonso Araújo Paulino (ex-presidente do Galinho).
POIS bem! Foram duas tentativas e duas desistências. Mas, em 1973, mesmo sem querer, querendo, comecei uma carreira de verdade, no também extinto jornal “Diário da Tarde”. Zé Migué, quem diria, especialista em fechar jornais! Três! Só faltei trabalhar no agora igualmente extinto “Jornal do Brasil”, que deixou o papel de lado e passou apenas para a internet. Que pena! Quantos jornalistas desempregados, jogando talento fora...
NO “DT”, foram longos 34 anos, até junho de 2006. Bons tempos, grandes amigos! Grandes coberturas na área jurídica e duas colunas diárias, a “DT Justiça” e a “De Letra”, falando de minha paixão maior, o meu América. A matéria maior e mais penosa foi, sem dúvida, a do julgamento do milionário empresário paulista Doca Street, acusado da morte da “Pantera de Minas”, Ângela Diniz, no final da década de 70, em Cabo Frio/RJ.
FIQUEI na cidade fluminense uma semana, hospedado no “Hotel Malibu” e trabalhando o dia todo. Eu e os companheiros João Gabriel (“Estado de Minas”), Sidney Lopes (fotógrafo) e Vargas Vilaça (“Rádio Guarani”). Só ao telefone, passando as longas matérias diárias, eram três horas. Não havia tempo sequer para respirar. Só fui conhecer as lindas praias da cidade depois do júri, após a missão cumprida. Cumprida e comprida! Um dia de praia. Um belo sábado! No domingo, o carro do jornal nos deixou no aeroporto do Rio de Janeiro e voltamos para Beagá, eu, João Gabriel, Sidney Lopes e Vargas Vilaça, pois na segunda-feira a nossa rotina recomeçava. Vida dura a de jornalista. Trabalhar, trabalhar e trabalhar. E receber um insignificante salário, pouco maior do que o mínimo. Sorte minha é que eu tinha dois outros empregos, a advocacia e o Tribunal de Justiça. Caso contrário, “morreria de fome” ou passaria necessidade. Mas, não me arrependo de nada. Se tivesse que fazer tudo de novo, faria...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 448 (SEGUNDA-FEIRA, 30-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A gangorra do Campeonato Brasileiro da Série B continua. Toda competição difícil é assim mesmo. Depois de dormir na sexta-feira na vice-liderança, o meu querido e glorioso América caiu para a terceira colocação no dia seguinte, sendo ultrapassado pelo Bahia, que está parecendo “mineiro come quieto”, subindo, subindo. Nada como um dia após do outro! O Coelho está dividindo o segundo lugar com o clube da Boa Terra e o Coritiba, com 30 pontos ganhos, apenas quatro a menos do que ainda líder Figueirense/SC. Como faltam apenas duas rodadas para o encerramento do primeiro turno, é só caprichar para virar na frente. Na noite de amanhã, não pode bobear no Recife/PE, quando “encara” o Sport, que, dificilmente, deixa de vencer em seu estádio...
A VITÓRIA da última sexta-feira sobre o paulista São Caetano (dois a zero, com um gol do zagueiro Gabriel e um “golaço” do armador Luciano) foi muito importante, pois o América vinha de derrota para o Bahia (ou para o “soprador de apito”, sei lá) e deu um salto na tabela (era o sétimo colocado). De “quebra”, voltou a ter a melhor defesa da competição (como a Ponte Preta/SP, só sofreu 15 gols em 17 jogos). Realmente, até agora, uma bela participação. Que o nosso Coelho continue assim, para a alegria de todos nós, americanos. Se o campeonato terminasse hoje, o Mecão já estaria classificado para o Brasileirão do próximo ano. O problema é que faltam ainda 21 rodadas. É muita coisa...
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo segue dando alegrias ao torcedor americano. Que continue assim. A Raposinha/saltitante segue na modesta sexta colocação, com 12 pontos a menos do que o líder Fluminense, ao passou que o pobre e sofrido Galinho/sem/esporas permanece na zona de rebaixamento, com apenas um pontinho a mais do que o “lanterna” Goiás. Estou achando que o Coelho vai escolher um companheiro mineiro no próximo ano (Raposinha na Série A ou Galinho na B)...
PS – Estive no Restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), na tarde de sábado, para novo “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que contou com os talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Átila (percussão), Bizo e Alemão, uma turma da “pesada”. Na noite de sexta e na tarde de sábado tem mais, muito mais. Estarei lá, se não houver jogo do meu América, minha prioridade, é claro...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A gangorra do Campeonato Brasileiro da Série B continua. Toda competição difícil é assim mesmo. Depois de dormir na sexta-feira na vice-liderança, o meu querido e glorioso América caiu para a terceira colocação no dia seguinte, sendo ultrapassado pelo Bahia, que está parecendo “mineiro come quieto”, subindo, subindo. Nada como um dia após do outro! O Coelho está dividindo o segundo lugar com o clube da Boa Terra e o Coritiba, com 30 pontos ganhos, apenas quatro a menos do que ainda líder Figueirense/SC. Como faltam apenas duas rodadas para o encerramento do primeiro turno, é só caprichar para virar na frente. Na noite de amanhã, não pode bobear no Recife/PE, quando “encara” o Sport, que, dificilmente, deixa de vencer em seu estádio...
A VITÓRIA da última sexta-feira sobre o paulista São Caetano (dois a zero, com um gol do zagueiro Gabriel e um “golaço” do armador Luciano) foi muito importante, pois o América vinha de derrota para o Bahia (ou para o “soprador de apito”, sei lá) e deu um salto na tabela (era o sétimo colocado). De “quebra”, voltou a ter a melhor defesa da competição (como a Ponte Preta/SP, só sofreu 15 gols em 17 jogos). Realmente, até agora, uma bela participação. Que o nosso Coelho continue assim, para a alegria de todos nós, americanos. Se o campeonato terminasse hoje, o Mecão já estaria classificado para o Brasileirão do próximo ano. O problema é que faltam ainda 21 rodadas. É muita coisa...
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo segue dando alegrias ao torcedor americano. Que continue assim. A Raposinha/saltitante segue na modesta sexta colocação, com 12 pontos a menos do que o líder Fluminense, ao passou que o pobre e sofrido Galinho/sem/esporas permanece na zona de rebaixamento, com apenas um pontinho a mais do que o “lanterna” Goiás. Estou achando que o Coelho vai escolher um companheiro mineiro no próximo ano (Raposinha na Série A ou Galinho na B)...
PS – Estive no Restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), na tarde de sábado, para novo “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, que contou com os talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Átila (percussão), Bizo e Alemão, uma turma da “pesada”. Na noite de sexta e na tarde de sábado tem mais, muito mais. Estarei lá, se não houver jogo do meu América, minha prioridade, é claro...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 447 (SEXTA-FEIRA, 27-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu querido e glorioso América até que poderia ter voltado de Salvador/BA com uma importante vitória. Mas, as oportunidades perdidas no primeiro tempo começaram a atrapalhar os planos do Coelho. Daí em diante, já no intervalo, começou o autêntico “jogo dos sete erros”, que qualquer criancinha consegue acertar. O primeiro foi do treinador Mauro Fernandes, ao não substituir no mínimo dois atletas “amarelados” no meio de campo. Aí surgiu o segundo erro, com a “idiota” expulsão do armador Neto Maranhão aos 17 minutos. Na cobrança da falta, o terceiro erro, com o goleirão Flávio “aceitando” um chute de longe. Sem dúvida, um “frango”...
LOGO depois, o quarto erro, com a inaceitável expulsão do volante Dudu, que, dificilmente, deixa de levar cartão em uma partida. Um “brucutu” que só sabe “bater”. Jogar bola, mesmo, que é bom! Depois, veio o quinto erro, do “soprador de apito”, que validou o segundo gol dos baianos, feito com a mão. “Mano de Dios”? Olha a “escola” do argentino Maradona formando alunos “malandrinhos”! O sexto erro foi do assistente, que, consultado pelo “homem de preto”, nem “se lixou”. E, o sétimo, de nossos atacantes, que não souberam empurrar o esférico para dentro da “casinha”, mormente o armador Luciano e o atacante Fábio Júnior. Sete erros que explicam a derrota. Um festival de erros, que não poderiam ter acontecido...
TOMARA que os erros não continuem logo mais, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, contra o paulista São Caetano. É vencer, ultrapassar o rival e voltar ao G4, saindo do sétimo lugar (olha o sete aí de novo!). O Coelho está parecendo gangorra, pois já foi segundo e terceiro na competição. Não pode cair para a oitava colocação, para ninguém cantar “oitava na peneira, oitava peneirando”...
PS – Por causa do jogo de hoje (o América é a minha prioridade), não poderei estar no Restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para novo “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Somente na tarde/noite de amanhã é que vou bater palmas para os talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Cadinho Faria (o “mago do violão”) e outros...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu querido e glorioso América até que poderia ter voltado de Salvador/BA com uma importante vitória. Mas, as oportunidades perdidas no primeiro tempo começaram a atrapalhar os planos do Coelho. Daí em diante, já no intervalo, começou o autêntico “jogo dos sete erros”, que qualquer criancinha consegue acertar. O primeiro foi do treinador Mauro Fernandes, ao não substituir no mínimo dois atletas “amarelados” no meio de campo. Aí surgiu o segundo erro, com a “idiota” expulsão do armador Neto Maranhão aos 17 minutos. Na cobrança da falta, o terceiro erro, com o goleirão Flávio “aceitando” um chute de longe. Sem dúvida, um “frango”...
LOGO depois, o quarto erro, com a inaceitável expulsão do volante Dudu, que, dificilmente, deixa de levar cartão em uma partida. Um “brucutu” que só sabe “bater”. Jogar bola, mesmo, que é bom! Depois, veio o quinto erro, do “soprador de apito”, que validou o segundo gol dos baianos, feito com a mão. “Mano de Dios”? Olha a “escola” do argentino Maradona formando alunos “malandrinhos”! O sexto erro foi do assistente, que, consultado pelo “homem de preto”, nem “se lixou”. E, o sétimo, de nossos atacantes, que não souberam empurrar o esférico para dentro da “casinha”, mormente o armador Luciano e o atacante Fábio Júnior. Sete erros que explicam a derrota. Um festival de erros, que não poderiam ter acontecido...
TOMARA que os erros não continuem logo mais, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, contra o paulista São Caetano. É vencer, ultrapassar o rival e voltar ao G4, saindo do sétimo lugar (olha o sete aí de novo!). O Coelho está parecendo gangorra, pois já foi segundo e terceiro na competição. Não pode cair para a oitava colocação, para ninguém cantar “oitava na peneira, oitava peneirando”...
PS – Por causa do jogo de hoje (o América é a minha prioridade), não poderei estar no Restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para novo “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez. Somente na tarde/noite de amanhã é que vou bater palmas para os talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Cadinho Faria (o “mago do violão”) e outros...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 446 (QUARTA-FEIRA, 25-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, como dizia o radialista Hamilton de Castro, ficando o meu querido e glorioso América (foi “operado” ontem em Salvador/BA) e a nossa rejuvenescida quase filarmônica do Gutierrez (está voltando aos poucos) para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! Na última quarta falei de meu início no Jornalismo, em 1966, no extinto jornal “Diário de Minas”. Não deu certo, parei, sem começar e fui estudar Direito, formando-me em 1970.
NO ANO seguinte, por ser redator da revista “Jurisprudência Mineira”, do Tribunal de Justiça, fui convidado pelo saudoso amigo e advogado Narciso Azevedo Barbosa a redigir uma coluna jurídica no também extinto “Jornal de Minas”, dando-lhe o nome de “JM Forense”. Um sucesso total. Diariamente, uma jurisprudência que variava de cível a criminal. Não tinha o menor trabalho, já que o Narciso passava no Tribunal todo final de tarde e pegava a coluna. Durou apenas dois anos. Bons tempos...
FUI à Redação apenas duas vezes. Uma para conhecer o logradouro e os companheiros e outra para reclamar a falta de pagamento do salário. Foram dois anos sem receber um salário sequer e ter a carteira de trabalho assinada. Como quem trabalha de graça é relógio (mesmo assim, tem que dar corda), “chutei o balde” e caí fora, ficando somente com o Tribunal de Justiça.
NO início de 1973, a colega Marly Corrêa Neto, que assumiu a coluna, pediu-me que procurasse o jornalista Fábio Proença Doyle, no jornal “Diário da Tarde”, onde era o editor geral. Não perdi tempo. Fui e, após uma rápida conversa, comecei com seriedade no Jornalismo, fazendo matérias forenses e, de quebra, uma coluna jurídica, que eu mesmo criei. Pouco depois veio a coluna “De Letra”. Foram quase 34 anos de muito sucesso. Mas, isso é assunto para a coluna de quarta-feira que vem, pois o espaço está acabando. Bons e ótimos tempos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, como dizia o radialista Hamilton de Castro, ficando o meu querido e glorioso América (foi “operado” ontem em Salvador/BA) e a nossa rejuvenescida quase filarmônica do Gutierrez (está voltando aos poucos) para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! Na última quarta falei de meu início no Jornalismo, em 1966, no extinto jornal “Diário de Minas”. Não deu certo, parei, sem começar e fui estudar Direito, formando-me em 1970.
NO ANO seguinte, por ser redator da revista “Jurisprudência Mineira”, do Tribunal de Justiça, fui convidado pelo saudoso amigo e advogado Narciso Azevedo Barbosa a redigir uma coluna jurídica no também extinto “Jornal de Minas”, dando-lhe o nome de “JM Forense”. Um sucesso total. Diariamente, uma jurisprudência que variava de cível a criminal. Não tinha o menor trabalho, já que o Narciso passava no Tribunal todo final de tarde e pegava a coluna. Durou apenas dois anos. Bons tempos...
FUI à Redação apenas duas vezes. Uma para conhecer o logradouro e os companheiros e outra para reclamar a falta de pagamento do salário. Foram dois anos sem receber um salário sequer e ter a carteira de trabalho assinada. Como quem trabalha de graça é relógio (mesmo assim, tem que dar corda), “chutei o balde” e caí fora, ficando somente com o Tribunal de Justiça.
NO início de 1973, a colega Marly Corrêa Neto, que assumiu a coluna, pediu-me que procurasse o jornalista Fábio Proença Doyle, no jornal “Diário da Tarde”, onde era o editor geral. Não perdi tempo. Fui e, após uma rápida conversa, comecei com seriedade no Jornalismo, fazendo matérias forenses e, de quebra, uma coluna jurídica, que eu mesmo criei. Pouco depois veio a coluna “De Letra”. Foram quase 34 anos de muito sucesso. Mas, isso é assunto para a coluna de quarta-feira que vem, pois o espaço está acabando. Bons e ótimos tempos...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 445 (SEGUNDA-FEIRA, 23-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Há muito tempo (põe tempo nisso), não via uma apresentação tão primorosa do meu querido e glorioso América, como a do último sábado. Finalmente, o Coelho estreou no Campeonato Brasileiro da Série B! Antes, havia feito cada partida de “lascar”, de “dar calo na vista”. O Coelho deu um “show” no Lobinho Guará, para quem, o placar de três a um “ficou de bom tamanho”. Pelo que o América jogou, poderia ter sido de mais. O detalhe é que o Guaratinguetá havia ganho todos as partidas que jogou em casa, até “trombar” com o melhor time mineiro da atualidade...
CUSTEI a acreditar que era mesmo o América que estava vendo na “telinha”. Um time que jogou para a frente, sem medo de ser feliz, sem aquela “retranca” costumeira, até mesmo quando marcou o seu terceiro gol, não deixando o Guará jogar. Até os “velhinhos” jogaram bem, como Irênio e Fábio Júnior. Conclusão linda: um salto para o G4. Agora é o terceiro colocado e ainda com a melhor defesa da competição (só sofreu 12 gols em 15 jogos. Que beleza! Que venha o Bahia, na noite de amanhã, na Boa Terra...
QUEM não “toma jeito” é a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, que proporcionou alegria para o feliz americano. Foi um final de semana e tanto. Sábado o Coelho “barbarizou” no domingo a duplinha voltou a dar vexames. De tarde o Galinho/sem/esporas perdeu para o também meu Santos na Vila Belmiro e de noite a Raposinha/saltitante perdeu em casa para o Vitória/BA. Autênticas “mulheres de malandro”, que apanham de dia e de noite querem mais. Uma caiu para o oitavo lugar e o outro segue na Zona de Rebaixamento. Só rindo! Quá-quá-quá...
PS – Na noite da última sexta-feira estive no restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). Foi um “show” dos talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Jésus Brito (timba afinada e barulhenta) e Cadinho (o “mago do violão”). Sábado estive ausente por causa do jogo do meu América, que é prioridade para mim. Será sempre assim: primeiro a obrigação, depois a devoção...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Há muito tempo (põe tempo nisso), não via uma apresentação tão primorosa do meu querido e glorioso América, como a do último sábado. Finalmente, o Coelho estreou no Campeonato Brasileiro da Série B! Antes, havia feito cada partida de “lascar”, de “dar calo na vista”. O Coelho deu um “show” no Lobinho Guará, para quem, o placar de três a um “ficou de bom tamanho”. Pelo que o América jogou, poderia ter sido de mais. O detalhe é que o Guaratinguetá havia ganho todos as partidas que jogou em casa, até “trombar” com o melhor time mineiro da atualidade...
CUSTEI a acreditar que era mesmo o América que estava vendo na “telinha”. Um time que jogou para a frente, sem medo de ser feliz, sem aquela “retranca” costumeira, até mesmo quando marcou o seu terceiro gol, não deixando o Guará jogar. Até os “velhinhos” jogaram bem, como Irênio e Fábio Júnior. Conclusão linda: um salto para o G4. Agora é o terceiro colocado e ainda com a melhor defesa da competição (só sofreu 12 gols em 15 jogos. Que beleza! Que venha o Bahia, na noite de amanhã, na Boa Terra...
QUEM não “toma jeito” é a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, que proporcionou alegria para o feliz americano. Foi um final de semana e tanto. Sábado o Coelho “barbarizou” no domingo a duplinha voltou a dar vexames. De tarde o Galinho/sem/esporas perdeu para o também meu Santos na Vila Belmiro e de noite a Raposinha/saltitante perdeu em casa para o Vitória/BA. Autênticas “mulheres de malandro”, que apanham de dia e de noite querem mais. Uma caiu para o oitavo lugar e o outro segue na Zona de Rebaixamento. Só rindo! Quá-quá-quá...
PS – Na noite da última sexta-feira estive no restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). Foi um “show” dos talentosos músicos Odilon Teixeira (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Jésus Brito (timba afinada e barulhenta) e Cadinho (o “mago do violão”). Sábado estive ausente por causa do jogo do meu América, que é prioridade para mim. Será sempre assim: primeiro a obrigação, depois a devoção...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 444 (SEXTA-FEIRA, 20-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Somente quem não conhece o futebol paulista (não é o meu caso, pois conheço muito) não pode imaginar as dificuldades e as complicações que o meu querido e glorioso América vai “encarar” na tarde de amanhã, na interlândia paulista. Não tem dessa, qualquer clube do interior enfrenta de igual para igual os quatro considerados grandes do Estado (Santos, Corinthians, Palmeiras e São Paulo). Portanto, o Guaratinguetá, em seu acanhado estádio, será, sem dúvida, um “osso duro de roer”. Que se cuide o Coelho! Tem que jogar com inteligência, marcar bem e aproveitar as oportunidades criadas...
ALÉM do mais, assim como o Coelho, o Guará está de olho no G4 (quem não está?). Com uma vitória amanhã, o clube paulista (22 pontos ganhos) ultrapassava o meu América (24), tomando-lhe a sexta colocação, ao passo que uma vitória do clube mineiro o coloca muito perto dos quatro primeiros. Sem dúvida, um jogo de muitos pontos e, não, apenas de seis. Todo cuidado será pouco! O América tem que vencer, para chegar com moral alto na Boa Terra, onde “encara” o Bahia (23 pontos), um dos favoritos no Campeonato Brasileiro da Série B. Na competição, tem “moleza” não! Até rimou! Seria uma solução?
QUANDO disse, no primeiro parágrafo desta modesta coluna, que conheço bem o futebol paulista, o caro e atento leitor pode acreditar. Sou “piolho” do que há de melhor no futebol brasileiro desde o longínquo 1955, quando minha família veio para Beagá, de Leopoldina (outubro daquele ano, para ser mais preciso). Naquela ocasião, só ouvia a “Rádio Bandeirante”, lia o jornal “A Gazeta Esportiva” e colecionava a revista “Gazeta Esportiva Ilustrada”. Mas, não deixava de acompanhar, também, minha paixão maior, o meu América, pelos jornais e rádios de Beagá (a televisão veio um pouco depois). Sabia tudo (e mais alguma coisa) do futebol paulista, que acompanho, hoje, sem aquele entusiasmo quase juvenil. Hoje, só me interesso pelo Santos. O resto que “se dane”! O meu Coelho é mais importante. Portanto, que venham os paulistas...
PS – Na noite de hoje, vou rever a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na “casa nova”, o restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). A banda andava meio sumida e está voltando a “todo vapor”, com músicos talentosos, como Odilon Teixeira (violão e voz)), Átila (percussão), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta). Tem até o “polêmico” Traul (a voz), que gosta de cantar músicas antigas. Se ninguém o acompanhar, xinga, “chuta o balde” e vai embora resmungando. Esse Traul! A banda toca, também, na tarde/noite de amanhã. Mas, estarei fora, vez que jogo do América tem a minha preferência...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Somente quem não conhece o futebol paulista (não é o meu caso, pois conheço muito) não pode imaginar as dificuldades e as complicações que o meu querido e glorioso América vai “encarar” na tarde de amanhã, na interlândia paulista. Não tem dessa, qualquer clube do interior enfrenta de igual para igual os quatro considerados grandes do Estado (Santos, Corinthians, Palmeiras e São Paulo). Portanto, o Guaratinguetá, em seu acanhado estádio, será, sem dúvida, um “osso duro de roer”. Que se cuide o Coelho! Tem que jogar com inteligência, marcar bem e aproveitar as oportunidades criadas...
ALÉM do mais, assim como o Coelho, o Guará está de olho no G4 (quem não está?). Com uma vitória amanhã, o clube paulista (22 pontos ganhos) ultrapassava o meu América (24), tomando-lhe a sexta colocação, ao passo que uma vitória do clube mineiro o coloca muito perto dos quatro primeiros. Sem dúvida, um jogo de muitos pontos e, não, apenas de seis. Todo cuidado será pouco! O América tem que vencer, para chegar com moral alto na Boa Terra, onde “encara” o Bahia (23 pontos), um dos favoritos no Campeonato Brasileiro da Série B. Na competição, tem “moleza” não! Até rimou! Seria uma solução?
QUANDO disse, no primeiro parágrafo desta modesta coluna, que conheço bem o futebol paulista, o caro e atento leitor pode acreditar. Sou “piolho” do que há de melhor no futebol brasileiro desde o longínquo 1955, quando minha família veio para Beagá, de Leopoldina (outubro daquele ano, para ser mais preciso). Naquela ocasião, só ouvia a “Rádio Bandeirante”, lia o jornal “A Gazeta Esportiva” e colecionava a revista “Gazeta Esportiva Ilustrada”. Mas, não deixava de acompanhar, também, minha paixão maior, o meu América, pelos jornais e rádios de Beagá (a televisão veio um pouco depois). Sabia tudo (e mais alguma coisa) do futebol paulista, que acompanho, hoje, sem aquele entusiasmo quase juvenil. Hoje, só me interesso pelo Santos. O resto que “se dane”! O meu Coelho é mais importante. Portanto, que venham os paulistas...
PS – Na noite de hoje, vou rever a nossa quase filarmônica do Gutierrez, na “casa nova”, o restaurante da Eliete (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). A banda andava meio sumida e está voltando a “todo vapor”, com músicos talentosos, como Odilon Teixeira (violão e voz)), Átila (percussão), Cadinho Faria (o “mago do violão”), Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta). Tem até o “polêmico” Traul (a voz), que gosta de cantar músicas antigas. Se ninguém o acompanhar, xinga, “chuta o balde” e vai embora resmungando. Esse Traul! A banda toca, também, na tarde/noite de amanhã. Mas, estarei fora, vez que jogo do América tem a minha preferência...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 443 (QUARTA-FEIRA, 18-08-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, como de hábito, o dia é de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (sábado tem o Guaratinguetá na interlândia paulista, pelo Brasileirão) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (sexta e sábado tem mais “show” no bar da Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para as colunas de segunda e sexta. A banda voltou! Finalmente! Futebol com música é uma boa combinação...
SOU formado em Direito (1970 na UFMG) e virei jornalista, uma espécie de “rábula”, já que sequer passei na porta de uma Faculdade de Jornalismo na vida. E, então, como se deu essa “mágica”, pode indagar o caro e atento leitor. Coisas da vida, meio sem querer querendo, como diria o Jô Soares. A primeira incursão aconteceu em meados de 1966, no extinto “Diário de Minas”, jornal do qual era arquivista o diretor de banco Osvaldo, meu companheiro no Barroca Tênis Clube, recém fundado no meu Gutierrez. De tanto falar no velho ludopédio (acho que conheço um pouco da matéria), o amigo convidou-me a trabalhar no jornal, na editoria de Esportes. No “peito e na raça” e com a “cara e coragem”, aceitei o convite...
FOI a primeira vez que entrei em uma Redação. O editor de Esportes era o José Jonusan, irmão do advogado Celso. O Zé era um policial severo, muito exigente. Não conhecia ninguém, além do Osvaldo, apenas o Renato Reis, que, como eu, era advogado. A primeira tarefa, veja bem como é o destino, foi a cobertura da vitória daquele “timaço” da Raposinha sobre o também meu Fluminense (dois a um) no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Fazer o quê? O jeito foi “encher a bola” da barropretada, que fez uma bela partida. Foi o nascimento daquele “timão” estrelado, como Dirceu Lopes, Tostão e companhia, campeão da Taça Brasil daquele ano...
FIZ outras matérias, poucas, é verdade, até me desentender com o editor, que, de futebol, entendia muito pouco. Briga feia! Também, o cidadão, acostumado a mandar (afinal, era policial), quis mandar em minha opinião. Como não admiti, falei “boa noite” com todos e saí pela mesma porta que entrei. Nunca mais retornei. Preferi continuar meus estudos na faculdade, formando-me pouco depois. Foi melhor! O resto de minha vida jornalística, conto depois (extintos jornais “Jornal de Minas” e “Diário da Tarde”), já que estou sentindo que esta coluna está terminando. Assunto para a coluna da quarta-feira que vem...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, como de hábito, o dia é de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (sábado tem o Guaratinguetá na interlândia paulista, pelo Brasileirão) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (sexta e sábado tem mais “show” no bar da Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para as colunas de segunda e sexta. A banda voltou! Finalmente! Futebol com música é uma boa combinação...
SOU formado em Direito (1970 na UFMG) e virei jornalista, uma espécie de “rábula”, já que sequer passei na porta de uma Faculdade de Jornalismo na vida. E, então, como se deu essa “mágica”, pode indagar o caro e atento leitor. Coisas da vida, meio sem querer querendo, como diria o Jô Soares. A primeira incursão aconteceu em meados de 1966, no extinto “Diário de Minas”, jornal do qual era arquivista o diretor de banco Osvaldo, meu companheiro no Barroca Tênis Clube, recém fundado no meu Gutierrez. De tanto falar no velho ludopédio (acho que conheço um pouco da matéria), o amigo convidou-me a trabalhar no jornal, na editoria de Esportes. No “peito e na raça” e com a “cara e coragem”, aceitei o convite...
FOI a primeira vez que entrei em uma Redação. O editor de Esportes era o José Jonusan, irmão do advogado Celso. O Zé era um policial severo, muito exigente. Não conhecia ninguém, além do Osvaldo, apenas o Renato Reis, que, como eu, era advogado. A primeira tarefa, veja bem como é o destino, foi a cobertura da vitória daquele “timaço” da Raposinha sobre o também meu Fluminense (dois a um) no Estádio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Fazer o quê? O jeito foi “encher a bola” da barropretada, que fez uma bela partida. Foi o nascimento daquele “timão” estrelado, como Dirceu Lopes, Tostão e companhia, campeão da Taça Brasil daquele ano...
FIZ outras matérias, poucas, é verdade, até me desentender com o editor, que, de futebol, entendia muito pouco. Briga feia! Também, o cidadão, acostumado a mandar (afinal, era policial), quis mandar em minha opinião. Como não admiti, falei “boa noite” com todos e saí pela mesma porta que entrei. Nunca mais retornei. Preferi continuar meus estudos na faculdade, formando-me pouco depois. Foi melhor! O resto de minha vida jornalística, conto depois (extintos jornais “Jornal de Minas” e “Diário da Tarde”), já que estou sentindo que esta coluna está terminando. Assunto para a coluna da quarta-feira que vem...
ATÉ a próxima.
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