DE LETRA N 533 (QUARTA-FEIRA, 16-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Entretanto, ficar sem falar no Coelho é tarefa muito difícil, por ser assunto constante do feliz torcedor americano. Não quero saber de outra vida. Só sei que é bom demais ficar na frente dos dois rivais caseiros, sem nada na frente. Os dois coirmãos, como diziam os mais antigos. Sabe lá o que é, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional (estou completando hoje a coluna de número 7.158, 6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde” e 533 no Blog) o que significa ser líder, invicto e absoluto do Campeonato Mineiro? Não é pouca coisa não! Esse é o América que os americanos tanto querem. Eu, também, já que não sou bobo...
ESSE negócio de torcedor da duplinha RapoGalo ter pena do meu América não está com nada. Tem que ter ódio, como está acontecendo agora. Essa gente está “secando” o Coelho (ou tentando “secar”, sei lá). Quem diria? Tem que ser assim. Afinal, Minas Gerais sempre teve três clubes fortes, o trio CoelhoRapoGalo. Já havia passado da hora ter apenas dois (os preferidos e protegidos de sempre). Com o meu Mecão na frente, tudo voltou ao seu devido lugar. “Tudo está em seu lugar, graças a Deus...”, como diria o cantor/compositor paulista Benito de Paula...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 532 (SEGUNDA-FEIRA, 14-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Foi um jogão o de anteontem, em Divinópolis. Como antigamente. Quem vê o placar (quatro a dois), não imagina como foi difícil dobrar o Bugre mineiro, que saiu na frente marcando dois gols no início da partida, mesmo com o Coelho jogando bem. O meu querido e glorioso América não se “lixou”. Veio para o segundo tempo para decidir e reassumir a liderança invicta. Seria uma vitória importante, como acabou sendo...
AÍ, entrou um tal de Netinho, que “acabou com o jogo”. Como joga! Se jogar aquilo tudo, mesmo ainda em fase de adaptação ao clube, é um talento, o que já provou no Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido). O artilheiro do Estadual Fábio “Gol” Júnior marcou três (já tem dez em seis jogos, média impressionante) e o zagueiro artilheiro Gabriel o outro. Pronto, yes e vamos andando! Liderança, ainda que dividida com a Raposinha/saltitante, que tem um jogo a mais. Agora, que venha o nosso “xará” de Teófilo Otoni. Que coisa mais chata, vencer um América, ainda que seja vermelho (deve ser paraguaio)...
PS – Já a cumprimentei pessoalmente. Agora, pelo meu modesto Blog internacional. Parabéns, Rita Maria, companheira de longos anos, pelo aniversário de hoje. Quem levou a “facada” foi o Zé Migué. Ela é igual criança: não passa a data sem presente...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Foi um jogão o de anteontem, em Divinópolis. Como antigamente. Quem vê o placar (quatro a dois), não imagina como foi difícil dobrar o Bugre mineiro, que saiu na frente marcando dois gols no início da partida, mesmo com o Coelho jogando bem. O meu querido e glorioso América não se “lixou”. Veio para o segundo tempo para decidir e reassumir a liderança invicta. Seria uma vitória importante, como acabou sendo...
AÍ, entrou um tal de Netinho, que “acabou com o jogo”. Como joga! Se jogar aquilo tudo, mesmo ainda em fase de adaptação ao clube, é um talento, o que já provou no Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido). O artilheiro do Estadual Fábio “Gol” Júnior marcou três (já tem dez em seis jogos, média impressionante) e o zagueiro artilheiro Gabriel o outro. Pronto, yes e vamos andando! Liderança, ainda que dividida com a Raposinha/saltitante, que tem um jogo a mais. Agora, que venha o nosso “xará” de Teófilo Otoni. Que coisa mais chata, vencer um América, ainda que seja vermelho (deve ser paraguaio)...
PS – Já a cumprimentei pessoalmente. Agora, pelo meu modesto Blog internacional. Parabéns, Rita Maria, companheira de longos anos, pelo aniversário de hoje. Quem levou a “facada” foi o Zé Migué. Ela é igual criança: não passa a data sem presente...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 11 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 531 (SEXTA-FEIRA, 11-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A última experiência vivida pelo meu querido e glorioso América, em Divinópolis, foi amarga. Ardeu mais do que pimenta! Uma tarde para ser esquecida. Mas, difícil é esquecer. Doeu demais! O Coelho estava mais feliz do que pinto no lixo, ganhando de três a um e dando um “passeio de bola” no Bugre. Até aí, tudo beleza. Mas, de repente, nada mais do que de repente, aos 35 minutos do segundo tempo, só com a torcida americana no estádio (a do Guarani já havia ido embora), entrou um tal de Jajá, que, “já-já”, mudou a história do jogo. Pegou na bola três vezes e virou o placar para quatro a três. Custei a acreditar no que estava vendo. Surgiu um novo Pelé? Nada disso! Cadê o Jajá? Sumiu...
POIS é, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, é justamente o mesmo cenário, o da tarde de amanhã: o líder invicto e absoluto América enfrentando o sexto Guarani. Só que dessa vez não vai ser um jogo igual ao anterior. Aquilo já pertence ao passado. É o meu Coelho buscando sua quinta vitória consecutiva no Estadual. E, a meu sentir, tem tudo para isso. Afinal tem um grande goleiro (Flávio será substituído amanhã pelo França, pois sua mãe faleceu em Maceió/AL), uma segura defesa, dois bons alas, um bom meio de campo e o artilheiro da competição (Fábio Júnior, sete gols em cinco jogos). Portanto, o Coelho tem tudo para trazer a vitória de Divinópolis. É o que nós, americanos, desejamos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A última experiência vivida pelo meu querido e glorioso América, em Divinópolis, foi amarga. Ardeu mais do que pimenta! Uma tarde para ser esquecida. Mas, difícil é esquecer. Doeu demais! O Coelho estava mais feliz do que pinto no lixo, ganhando de três a um e dando um “passeio de bola” no Bugre. Até aí, tudo beleza. Mas, de repente, nada mais do que de repente, aos 35 minutos do segundo tempo, só com a torcida americana no estádio (a do Guarani já havia ido embora), entrou um tal de Jajá, que, “já-já”, mudou a história do jogo. Pegou na bola três vezes e virou o placar para quatro a três. Custei a acreditar no que estava vendo. Surgiu um novo Pelé? Nada disso! Cadê o Jajá? Sumiu...
POIS é, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, é justamente o mesmo cenário, o da tarde de amanhã: o líder invicto e absoluto América enfrentando o sexto Guarani. Só que dessa vez não vai ser um jogo igual ao anterior. Aquilo já pertence ao passado. É o meu Coelho buscando sua quinta vitória consecutiva no Estadual. E, a meu sentir, tem tudo para isso. Afinal tem um grande goleiro (Flávio será substituído amanhã pelo França, pois sua mãe faleceu em Maceió/AL), uma segura defesa, dois bons alas, um bom meio de campo e o artilheiro da competição (Fábio Júnior, sete gols em cinco jogos). Portanto, o Coelho tem tudo para trazer a vitória de Divinópolis. É o que nós, americanos, desejamos...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 9 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 530 (QUARTA-FEIRA, 09-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (como foi bom passar o Carnaval na liderança invicta e absoluta do Campeonato Mineiro!). Aliás, acompanhando o “reinado de Momo” pelo meu aparelho (de televisão, bem entendido), fiquei abismado com a permissibilidade. Vale tudo! Hoje está valendo homem beijar homem e mulher beijar mulher, contrariando o Tim Maia (“me dê motivo...”)...
ANTIGAMENTE, prevalecia a moral, nem que fosse a ditada pela TFP (Tradição Família e Propriedade). Lembro-me bem dos anos 60. Ao apagar as luzes do cinema, os casais começavam os beijos. Era um tal de mão para cá, mão para lá. Mas, havia o “lanterninha”, que acabava com o “barato” do pessoal mais avançado. Os jovens de hoje não sabem o que é isso. Era um senhor de terno com uma lanterna na mão, prestando atenção em tudo. De repente, ele direcionava a lanterna no casal, que, envergonhado, passava a se comportar. Que vergonha!
COISA obsoleta! Hoje não tem mais cinema (só salas) e tem motel, não sendo mais dar espetáculo em público. Antigamente tinha até Delegacia de Costumes. Por qualquer deslize o “engraçadinho” era detido. O delegado dizia: “recolha-se aos costumes”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (como foi bom passar o Carnaval na liderança invicta e absoluta do Campeonato Mineiro!). Aliás, acompanhando o “reinado de Momo” pelo meu aparelho (de televisão, bem entendido), fiquei abismado com a permissibilidade. Vale tudo! Hoje está valendo homem beijar homem e mulher beijar mulher, contrariando o Tim Maia (“me dê motivo...”)...
ANTIGAMENTE, prevalecia a moral, nem que fosse a ditada pela TFP (Tradição Família e Propriedade). Lembro-me bem dos anos 60. Ao apagar as luzes do cinema, os casais começavam os beijos. Era um tal de mão para cá, mão para lá. Mas, havia o “lanterninha”, que acabava com o “barato” do pessoal mais avançado. Os jovens de hoje não sabem o que é isso. Era um senhor de terno com uma lanterna na mão, prestando atenção em tudo. De repente, ele direcionava a lanterna no casal, que, envergonhado, passava a se comportar. Que vergonha!
COISA obsoleta! Hoje não tem mais cinema (só salas) e tem motel, não sendo mais dar espetáculo em público. Antigamente tinha até Delegacia de Costumes. Por qualquer deslize o “engraçadinho” era detido. O delegado dizia: “recolha-se aos costumes”...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 7 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 529 (SEGUNDA-FEIRA, 07-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Escrevi esta modesta coluna ainda meio sonolento. Afinal, ninguém é de ferro! Nem eu! Tudo por causa da falta de melhor organização do desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Como sou mangueirense, paguei caro. Acompanho todas as escolas, mormente a Estação Primeira de Mangueira, paixão antiga. Não sei o motivo, talvez o verde do uniforme, verde e rosa, verde do meu querido e glorioso América. Maravilhosa...
O DESFILE da Mangueira estava marcado para as 2 horas da madrugada, mas, pelo atraso das outras Escolas, só começou às 5 horas. Resumindo, começou tarde (ou cedo, sei lá) e terminou mais tarde ainda, por volta das 6 horas. Só fui para a cama após ver a Mangueira entrar e sair (do Sambódromo, bem entendido). Valeu a pena. Agora, é esperar um pouco mais para acompanhar a volta do líder invicto e absoluto América ao Campeonato Mineiro, na tarde de sábado, em Divinópolis, contra o Guarani. Mais um jogo Coelho e Bugre, como antigamente. Interessante como o verde está em minha vida, já que, no Rio de Janeiro sou Fluminense, que é verde, vermelho e branco. Só em São Paulo não sou verde, pois o Santos é preto e branco. Como verde é a cor da esperança, o americano espera algo melhor no Estadual de 2011. O título, quem sabe. Verde que te quero verde...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Escrevi esta modesta coluna ainda meio sonolento. Afinal, ninguém é de ferro! Nem eu! Tudo por causa da falta de melhor organização do desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. Como sou mangueirense, paguei caro. Acompanho todas as escolas, mormente a Estação Primeira de Mangueira, paixão antiga. Não sei o motivo, talvez o verde do uniforme, verde e rosa, verde do meu querido e glorioso América. Maravilhosa...
O DESFILE da Mangueira estava marcado para as 2 horas da madrugada, mas, pelo atraso das outras Escolas, só começou às 5 horas. Resumindo, começou tarde (ou cedo, sei lá) e terminou mais tarde ainda, por volta das 6 horas. Só fui para a cama após ver a Mangueira entrar e sair (do Sambódromo, bem entendido). Valeu a pena. Agora, é esperar um pouco mais para acompanhar a volta do líder invicto e absoluto América ao Campeonato Mineiro, na tarde de sábado, em Divinópolis, contra o Guarani. Mais um jogo Coelho e Bugre, como antigamente. Interessante como o verde está em minha vida, já que, no Rio de Janeiro sou Fluminense, que é verde, vermelho e branco. Só em São Paulo não sou verde, pois o Santos é preto e branco. Como verde é a cor da esperança, o americano espera algo melhor no Estadual de 2011. O título, quem sabe. Verde que te quero verde...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 4 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 528 (SEXTA-FEIRA, 04-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Que “estrago” fez o meu poderoso Coelhão na vida do Galinho/sem/esporas! Depois da “tamancada” do último domingo, os atleticanos estavam desesperados. Essa gente queria uma vitória de qualquer maneira, pouco importando o adversário. Qualquer um serviria, até o mesmo o “forte e destemido” IAPE do Maranhão (Instituto dos Amigos do Pereirinha). Essa, não! Um clube que está mais para IAPI. Afinal, tudo é instituto. Até o Instituto São Rafael! Ufa, que alívio! Lavaram a alma! Oito a um. Um a mais do que sete, conta de mentiroso. Galo forte vingador! Quem não pode com o Coelho tem mais é que se contentar em golear o pobre coitado do IAPE...
A algazarra que meus amigos galistas fizeram no bar do Toninho Afonso, no meu Gutierrez, foi incrível. Até parecia final de Copa do Mundo. Com o aparelho no ouvido (televisão não exibe qualquer joguinho), o amigo transmitia tudo. A cada gol, um delírio. Deu pena ver. Pois é, o Coelho estava engasgado na garganta dos galistas. Não sei que mal é perder do meu querido e glorioso América. Normal, pois é um clássico, sem qualquer favoritismo, normal como golear o IAPE de oito, quase duas “mãos cheias”...
PS – Coelho, não judie mais com o Galinho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Que “estrago” fez o meu poderoso Coelhão na vida do Galinho/sem/esporas! Depois da “tamancada” do último domingo, os atleticanos estavam desesperados. Essa gente queria uma vitória de qualquer maneira, pouco importando o adversário. Qualquer um serviria, até o mesmo o “forte e destemido” IAPE do Maranhão (Instituto dos Amigos do Pereirinha). Essa, não! Um clube que está mais para IAPI. Afinal, tudo é instituto. Até o Instituto São Rafael! Ufa, que alívio! Lavaram a alma! Oito a um. Um a mais do que sete, conta de mentiroso. Galo forte vingador! Quem não pode com o Coelho tem mais é que se contentar em golear o pobre coitado do IAPE...
A algazarra que meus amigos galistas fizeram no bar do Toninho Afonso, no meu Gutierrez, foi incrível. Até parecia final de Copa do Mundo. Com o aparelho no ouvido (televisão não exibe qualquer joguinho), o amigo transmitia tudo. A cada gol, um delírio. Deu pena ver. Pois é, o Coelho estava engasgado na garganta dos galistas. Não sei que mal é perder do meu querido e glorioso América. Normal, pois é um clássico, sem qualquer favoritismo, normal como golear o IAPE de oito, quase duas “mãos cheias”...
PS – Coelho, não judie mais com o Galinho...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 2 de março de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 527 (QUARTA-FEIRA, 02-03-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia normalmente de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como teve o tradicional “clássico das multidões” no último domingo, sou obrigado a mudar os meus planos, já que o assunto ainda não se esgotou. Dessa vez, quem teve motivo para reclamar foi o torcedor americano, por ironia, do clube vencedor. Normalmente, quem reclama é o perdedor, o tal “choro de perdedor”. Errou a arbitragem, tem reclamação. Ora, “pau que bate em Chico, bate em Francisco”...
É MUITO interessante: o atleticano está em silêncio profundo até hoje. “Boca fechada não entra mosquito”. Foi mais um erro a favor do tal Galinho/sem/esporar. Isso é histórico nas Minas Gerais. Os galináceos já se acostumaram com os benefícios da arbitragem. Quantos pênaltis inexistentes marcados contra os adversários, quantos deixados de ser marcados contra o coirmão, quantos impedimentos marcados erroneamente. O pênalti de domingo foi inventado. Ora, o goleirão Flávio foi na bola e levou uma “trombada” do adversário. Que pênalti foi esse? E o gol anulado do Fábio Júnior, que brincadeira! Ele teve que marcar três para valer dois. Samba do “crioulo doido”? Mesmo assim, o Coelho venceu a partida, contra tudo e contra todos. Esse América...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia normalmente de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como teve o tradicional “clássico das multidões” no último domingo, sou obrigado a mudar os meus planos, já que o assunto ainda não se esgotou. Dessa vez, quem teve motivo para reclamar foi o torcedor americano, por ironia, do clube vencedor. Normalmente, quem reclama é o perdedor, o tal “choro de perdedor”. Errou a arbitragem, tem reclamação. Ora, “pau que bate em Chico, bate em Francisco”...
É MUITO interessante: o atleticano está em silêncio profundo até hoje. “Boca fechada não entra mosquito”. Foi mais um erro a favor do tal Galinho/sem/esporar. Isso é histórico nas Minas Gerais. Os galináceos já se acostumaram com os benefícios da arbitragem. Quantos pênaltis inexistentes marcados contra os adversários, quantos deixados de ser marcados contra o coirmão, quantos impedimentos marcados erroneamente. O pênalti de domingo foi inventado. Ora, o goleirão Flávio foi na bola e levou uma “trombada” do adversário. Que pênalti foi esse? E o gol anulado do Fábio Júnior, que brincadeira! Ele teve que marcar três para valer dois. Samba do “crioulo doido”? Mesmo assim, o Coelho venceu a partida, contra tudo e contra todos. Esse América...
ATÉ a próxima.
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