segunda-feira, 18 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 547 (SEGUNDA-FEIRA, 18-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Fim de linha da fase classificatória do Estadual, com semifinal definida, com o meu Coelho enfrentando o Galo e a Raposa pegando o nosso xará de Teófilo Otoni. Resta saber quem vai encarar a barropretada na grande final, o Coelhão ou o Galinho, já que, ao levar sete gols ontem, o América/TO provou que já chegou muito longe na competição. Claro que futebol não tem lógica, mas, acreditar em zebra nessa altura do campeonato, seria demais. Portanto, novo clássico na final, com o meu glorioso e querido América na “parada”. Saravá e tomara...
E O jogo de ontem em Nova Lima? Eu disse jogo? Como jogar em um campo tão ruim. Impossível, para uma equipe técnica, que joga com a bola no chão! Um absurdo. E chamam aquilo de estádio. Que profissionalismo é esse? Como entender um clube tão tradicional como o Vila Nova, já centenário, sem um bom estádio? Ora, o Leão disputa Campeonato Mineiro desde 1915 e ninguém toma providência. Nem a FMF. Azar de seus adversários, já que o Vila está acostumado com o péssimo campo, digno de um time amador. Nem gramado tem direito. Chamar aquilo de grama, só quem não sabe o que é grama. Quase um pasto. Isso explica o fraco jogo de ontem. De positivo, apenas mais um gol do artilheiro Fábio “Gol” Júnior. De resto, deu “calo nas vistas”. Eta futebol mineiro! Agora, é esperar o Galinho, em dois jogos, com a vantagem do coirmão. Dá-lhe, Coelho!
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 546 (SEXTA-FEIRA, 15-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O torcedor do glorioso e querido América não está acostumado com facilidades. Geralmente, deixa tudo para a undécima hora, precisando desse ou daquele resultado. Agora, ao contrário, garantiu sua participação na semifinal do Estadual na penúltima rodada. Portanto, vai fazer, com o tradicional Vila Nova, um amistoso de luxo, na histórica Nova Lima. É o velho clássico Coelho e Leão, disputado desde 1912, claro, com vantagem do Mecão. O segundo clássico de Minas Gerais. O primeiro? Galo e Leão, desde 1908...
HORA e vez de o treinador Mauro Fernandes fazer mais observações, para saber com quem pode contar na fase final do Estadual e no Brasileirão, que começa em maio, podendo experimentar armadores e atacantes. Que esnobação! Quem poderia imaginar o meu América em tal situação? Nem o mais fanático do americano. Portanto, domingo, um dia para se ligar o aparelho (de televisão, bem entendido) e acompanhar o jogo sem estresse, na companhia de uma loura, o velho “guaraná”, é claro. Mas, na próxima semana, recomeça tudo para valer, com dois clássicos nos aguardando. Com quem será? Tanto faz, já que Galo e Raposa são fortes, não se podendo esquecer do bom time do nosso xará de Teófilo Otoni. Dá-lhe, Coelho...
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 545 (QUARTA-FEIRA, 13-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta (Coelho, futuro campeão mineiro). Pois bem! No início da década de 60, o Colégio Marconi era o “celeiro” dos times amadores do Gutierrez e adjacências. Dois exemplos: eu e o hoje engenheiro Dirceu Fernandes, irmão do saudoso advogado, desembargador e professor Milton Fernandes (foi meu professor de Processo Civil na UFMG), do goleirão Vicente e do saudoso delegado Pedro Fernandes.
EU e Dirceu não jogávamos no Cruzmaltino da Barroca. Ainda bem! Seu treinador (acho que se chamava Antônio) era um “besourão”, gostava muito de garotos, bonitos e de corpos bem “sarados”. A polícia estava atrás do “tarado”. Certa tarde, um aluno do Marconi informou ao professor Silas Agostinho Ferreira (de Geografia) onde ele frequentava. E o mestre, que era policial civil, foi para as proximidades do Cine Amazonas (virou Igreja evangélica) com alguns alunos. Não deu outra: o “tarado” foi preso e algemado, para alívio dos garotos e de seus genitores. No dia seguinte, o jornal “Diário da Tarde” se esgotou nas bancas da região. Quem jogava no Cruzmaltino negou (de vergonha, é claro). Melhor falar que jogava no Bangu ou no Asas. Se a “caixa dágua” do bairro Barroca falasse...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 544 (SEGUNDA-FEIRA, 11-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A primeira missão foi cumprida pelo meu glorioso e querido América, a de chegar às semifinais. Agora só falta a segunda e principal, a de conquistar mais um título estadual. Por enquanto, no “mata-mata”, a Raposinha (primeira) enfrenta o América/TO (quarto) e o Galinho (segundo) pega o Coelho (terceiro). Mas isso pode mudar na última rodada da fase classificatória, quando o Zebu recebe a Raposa, o Galo o América/TO e o Leão o Coelho. Muita emoção está reservada...
COMO de ontem, na Arena do Jacaré, quando o meu Coelho venceu a Pantera por quatro a três, de virada. Mas, é inadmissível levar três gols de um time da interlândia, mormente em casa. Logo as 14 minutos de jogo, deu vontade de desligar o meu aparelho (de televisão, bem entendido). Dois a zero contra, cheguei e pensar no pior, em uma “catástrofe”. Com muita determinação, o Mecão empatou e virou, com gols de Leandro Ferreira (dois), Fábio Júnior e Irênio. Que alívio! Nem o terceiro gol do adversário incomodou, em outra desatenção do nosso setor defensivo , o que, aliás, já havia acontecido nos dois primeiros. Nos três, deixaram o goleirão Flávio sozinho, “órfão de pai e mãe”. Todo mundo sabe que o América é ofensivo. Mas, precisa atacar e saber defender. Na afobação, não dá. Para que tanta pressa em atacar, se os gols devem sair naturalmente?
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 543 (SEXTA-FEIRA, 08-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Momento decisivo, de confirmação da vaga no G4. Mais um Democrata na vida do meu glorioso e querido América, na tarde de domingo, na Arena do Jacaré, na lacustre Sete Lagoas. É a Pantera, que divide a “lanterna” do Estadual com o Tigre/de/bengala. O primeiro foi o Jacaré de Sete Lagoas, com quem o Coelho decidiu o Campeonato Mineiro de 1957, naquela saudosa “melhor de três”. Quatro a um, zero a zero e dois a dois, no velho Independência, que ainda não era nosso (era do extinto Sete de Setembro). Após o primeiro jogo da decisão, a torcida americana apelidou o adversário de “Demoquatro”. Bons tempos...
E A Pantera, como será chamada após o jogo de amanhã? Seja qual nome for, o importante será mais uma vitória, para transformar a partida da última rodada da fase classificatória em mero jogo amistoso. Deixar para decidir a vaga em Nova Lima, contra o sempre perigoso Leão, seria uma temeridade. Para que sofrer, se tudo pode ser resolvido amanhã? Coelho, resolva logo o seu problema. Faça como a formiguinha de desenho animado, aquela que “resolve logo os seus problemas”...
PS – Somente quem nunca leu a obra do jurista italiano Lombroso não sabe o que vou dizer. Ao ver a foto do assassino das crianças no Rio de Janeiro, afirmei que se tratava de um “lombrosiano”. Está na cara! E o distinto estava na rua e, não, em um manicômio...
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 542 (QUARTA-FEIRA, 06-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Atualmente, não se pode fazer mais nada (ou quase nada, sei lá). “Proibido fumar neste recinto”. “Se beber, não dirija” (ainda bem que não dirijo). “Não pise na grama”. Antigamente, a liberdade era maior (ou libertinagem, sei lá). Aí, veio o Roberto Carlos e cantou: “É proibido fumar, diz o aviso que li...”. E a lei veio e começou a proibir tudo. A multa é pesada para quem fuma em locais fechados. O jeitinho brasileiro inventou o tal “fumódromo”, nas calçadas. Idem para quem dirige veículo depois de tomar “umas e outras”. Antigamente fumava-se em qualquer local (bares, cinemas, coletivos etecétera). Menos nas Igrejas...
AGORA, estão querendo colocar esparadrapo na boca do torcedor (futebol para mudo?). Um atleta do Vôlei Futuro foi chamado de “bicha” pela torcida cruzeirense. Que mal há nisso? Se ele é ou não, pouco importa. Mas vai dar uma punição rigorosa. Bom era antigamente no Mineirão, com a torcida atleticana chamando a cruzeirense de “refrigerada” e o goleiro Raul de “bicha”. Era bonito e ninguém era punido. Fazia parte do esporte. Hoje, haveria punição. Que besteira! Breve, o cidadão será proibido sair de casa. Aliás, já é, por medo dos assaltantes. Grades nas janelas, com o desprotegido cidadão preso em casa e os meliantes soltos nas ruas...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 541 (SEGUNDA-FEIRA, 04-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Na antepenúltima rodada da fase classificatória do Campeonato Mineiro, muito pouca coisa mudou, a não ser que os dois Américas mudaram as posições, com o meu glorioso e querido pulando para a terceira colocação (19 pontos) e o nosso xará de Teófilo Otoni caindo para a quarta (18). A Raposinha segue líder (25) e o Galinho vice (20). Hoje, os cruzamentos seriam Coelhão e Galinho, Raposinha e América/TO.
MAS, ainda faltam duas rodadas, podendo mudar os cruzamentos. O meu América pega ainda a Pantera (divide a lanterna com o Tigre) na Arena do Jacaré e o quinto Leão em Nova Lima, sonhando com o G4. Briga boa pela última vaga, entre Galinho, Coelho, América/TO e Leãozinho, já que a Raposinha é a única garantida. Como se pode notar, fortes emoções nas duas derradeiras rodadas da competição, com muita água passando sob a ponte...
DAÍ, a importância da vitória americana no último sábado (placar menor contra o Tupi na “carioca” Juiz de Fora, gol do armador Camilo). Reabilitadora, já que o Coelho vinha de duas derrotas seguidas (América/TO e Raposa, levando seis gols nos dois jogos). Deu para respirar e sonhar com algo melhor. Quem sabe, o título? É o que espera todo torcedor americano. Tomara!
ATÉ a próxima.