DE LETRA N 554 (QUARTA-FEIRA, 04-05-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta (o torcedor americano exige um time forte já). Na minha época de “Diário da Tarde”, não tinha tal privilégio, de escrever o que quisesse, quando quisesse, vez que era América o tempo todo, de segunda a sábado, pois domingo o jornal não circulava, pois ninguém é de “ferro”. Tem dia para tudo: para trabalhar e tomar o velho “guaraná”...
O LEITOR de meu modesto Blog, que andava meio preguiçoso, parece ter despertado. Como vulcão! Agora tem sido uma mensagem atrás da outra. As seis últimas, na véspera do clássico contra o Galinho, com todos acreditando no Coelho. Infelizmente, não deu! Assim: o Escritor (“eu acredito, até porque eles não assustam ninguém”), o sobrinho Zé Neto (“vamos para cima do Galinho. Presente de aniversário para o América e de grego para o Guilherme”), o Alexandre Chiquiloff (“o estilo de nosso treinador não permite muita ousadia. É eficiente, mas três de vantagem, só mesmo se houver inspiração em nossa fé e amor ao América. A esperança é verde”), o Charles do Portal (“Grande Miguel! Americano de dar inveja no Obama”), o Raphael (“não é impossível, nada é impossível para o Coelho. Acredita América”) e o Sérgio (“Miguelito, parabéns pelos 99 anos do Mecão. Rumo ao centenário”).
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 553 (SEGUNDA-FEIRA, 02-05-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Jogo dos erros, elaborado pelo treinador Mauro Fernandes. Uma sucessão de erros que não poderia ter dado em outra coisa. A começar pela equivocada escalação de Luis Ricardo e Eliandro (cadê o jovem Caleb?) e culminar com a inexplicável substituição, a entrada do atacante Daniel Lovinho (parece galinha, que só sabe ciscar) no lugar do lateral-esquerdo Rodrigo, que até jogava razoavelmente bem no primeiro tempo. E o armador Luciano no “banco”, quem entendeu? Agora, “crucificar” o Mauro Fernandes, é covardia. Basta olhar o elenco do América, que deixa muito a desejar. Pois é, o Lovinho entrou na lateral, mas virou atacante, ficando um buraco enorme do nosso lado esquerdo. O Galinho, que de bobo não tem nada, tirou proveito e marcou seus dois gols.
DEPOIS de uma boa primeira fase (sete vitórias, dois empates e duas derrotas), o meu glorioso e querido América perdeu logo os dois jogos da semifinal. E logo para o Galinho/sem/esporas! Assim, restou um amargo terceiro lugar, dando razão ao leitor Octávio, que não queria ser campeão ou vice, para que a diretoria achasse que estava tudo bom e não trouxesse bons reforços. Agora, é bater palmas para mais uma desinteressante “grande final” da famigerada, “fajuta”, “fuleira” e protegida duplinha RapoGalo. Isto já está virando rotina. Que coisa mais chata! Fazer o quê? Acorda, Coelho, pois o Brasileirão começa no próximo dia 22. Um time já...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Jogo dos erros, elaborado pelo treinador Mauro Fernandes. Uma sucessão de erros que não poderia ter dado em outra coisa. A começar pela equivocada escalação de Luis Ricardo e Eliandro (cadê o jovem Caleb?) e culminar com a inexplicável substituição, a entrada do atacante Daniel Lovinho (parece galinha, que só sabe ciscar) no lugar do lateral-esquerdo Rodrigo, que até jogava razoavelmente bem no primeiro tempo. E o armador Luciano no “banco”, quem entendeu? Agora, “crucificar” o Mauro Fernandes, é covardia. Basta olhar o elenco do América, que deixa muito a desejar. Pois é, o Lovinho entrou na lateral, mas virou atacante, ficando um buraco enorme do nosso lado esquerdo. O Galinho, que de bobo não tem nada, tirou proveito e marcou seus dois gols.
DEPOIS de uma boa primeira fase (sete vitórias, dois empates e duas derrotas), o meu glorioso e querido América perdeu logo os dois jogos da semifinal. E logo para o Galinho/sem/esporas! Assim, restou um amargo terceiro lugar, dando razão ao leitor Octávio, que não queria ser campeão ou vice, para que a diretoria achasse que estava tudo bom e não trouxesse bons reforços. Agora, é bater palmas para mais uma desinteressante “grande final” da famigerada, “fajuta”, “fuleira” e protegida duplinha RapoGalo. Isto já está virando rotina. Que coisa mais chata! Fazer o quê? Acorda, Coelho, pois o Brasileirão começa no próximo dia 22. Um time já...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 552 (SEXTA-FEIRA, 29-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Meu enteado e atleticano Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá, é o aniversariante de hoje. Parabéns, meu jovem! O presente será dado amanhã pelo Coelho (de grego, naturalmente), que vai tentar o quase impossível, vencendo o Galinho por uma diferença de três gols. Ora, o meu América só venceu uma partida no Estadual com tal diferença, o Ipatinga, por quatro a um (grande vantagem, chutar cachorro morto rebaixado). Mas, como impossível é o que demora um pouco mais, quem sabe...
UMA coisa é vencer por uma diferença de três gols sem obrigação de vencer, outra, diametralmente oposta, é conseguir tal diferença por obrigação. Ter de marcar três gols e n/ao poder levar um sequer. Defesa forte e ataque mais forte ainda. É como ficar com um olho no gato e outro no queijo. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come! De qualquer maneira, o Coelho tem que acreditar. Ninguém morre de véspera (só o peru, no Natal). Portanto, é como gosta de dizer o radialista Bruno, da “Rádio Itatiaia”: acredita, América! O homem só morre uma vez, ao passo que os covardes morrem várias vezes, como diria o escritor William Shakespeare...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Meu enteado e atleticano Guilherme Lima Nogueira da Silva, ilibado Juiz da Primeira Vara Cível da Comarca de Itajubá, é o aniversariante de hoje. Parabéns, meu jovem! O presente será dado amanhã pelo Coelho (de grego, naturalmente), que vai tentar o quase impossível, vencendo o Galinho por uma diferença de três gols. Ora, o meu América só venceu uma partida no Estadual com tal diferença, o Ipatinga, por quatro a um (grande vantagem, chutar cachorro morto rebaixado). Mas, como impossível é o que demora um pouco mais, quem sabe...
UMA coisa é vencer por uma diferença de três gols sem obrigação de vencer, outra, diametralmente oposta, é conseguir tal diferença por obrigação. Ter de marcar três gols e n/ao poder levar um sequer. Defesa forte e ataque mais forte ainda. É como ficar com um olho no gato e outro no queijo. Se ficar o bicho pega, se correr o bicho come! De qualquer maneira, o Coelho tem que acreditar. Ninguém morre de véspera (só o peru, no Natal). Portanto, é como gosta de dizer o radialista Bruno, da “Rádio Itatiaia”: acredita, América! O homem só morre uma vez, ao passo que os covardes morrem várias vezes, como diria o escritor William Shakespeare...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 551 (QUARTA-FEIRA, 27-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta (que chato: o Coelho recebeu um ovo de Páscoa do Galinho). Novas mensagens em meu Blog internacional. O Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, disse que, quando morava em Beagá, lia sempre minha coluna no extinto “Diário da Tarde”. Ele, o Leandro e outros americanos acompanham de Curitiba os jogos do nosso Coelhão. Valeu, minha gente...
OUTRO que acompanha de longe o nosso América é o Armando Vaz, meu leitor desde os tempos do DT. Ele está trabalhando na Arena do Verdão de Cuiabá (Mato Grosso), novo estádio para o Mundial de 2014. O Fernando disse que só é pessimista em relação à arbitragem, já que acredita no nosso América. O meu sobrinho Felipe acredita no Coelho na final do Estadual (acredita, Lipe!). O Octávio não quer o título (acha que o terceiro lugar está bom), pois receia que a diretoria americana deixe tudo do jeito que está (jovem de pés no chão...). O Rafael Sette Câmara também acredita no título. Já o Ronaldo de Melo Silveira critica o campo de Nova Lima. Mesma opinião tem o “Escritor”. Realmente, o logradouro é de péssima qualidade. Nem gramado tem. Acorda, Nova Lima...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta (que chato: o Coelho recebeu um ovo de Páscoa do Galinho). Novas mensagens em meu Blog internacional. O Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, disse que, quando morava em Beagá, lia sempre minha coluna no extinto “Diário da Tarde”. Ele, o Leandro e outros americanos acompanham de Curitiba os jogos do nosso Coelhão. Valeu, minha gente...
OUTRO que acompanha de longe o nosso América é o Armando Vaz, meu leitor desde os tempos do DT. Ele está trabalhando na Arena do Verdão de Cuiabá (Mato Grosso), novo estádio para o Mundial de 2014. O Fernando disse que só é pessimista em relação à arbitragem, já que acredita no nosso América. O meu sobrinho Felipe acredita no Coelho na final do Estadual (acredita, Lipe!). O Octávio não quer o título (acha que o terceiro lugar está bom), pois receia que a diretoria americana deixe tudo do jeito que está (jovem de pés no chão...). O Rafael Sette Câmara também acredita no título. Já o Ronaldo de Melo Silveira critica o campo de Nova Lima. Mesma opinião tem o “Escritor”. Realmente, o logradouro é de péssima qualidade. Nem gramado tem. Acorda, Nova Lima...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 550 (SEGUNDA-FEIRA, 25-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Uma lição para os árbitros mineiros a atuação de ontem do trio paulista de árbitros, que não influenciou no resultado da partida, já que o Galinho jogou um pouco melhor e o meu Coelho voltou a cometer os mesmos erros de sempre. A bola alta na nossa área tem sido um problema! Ontem, dois gols assim do rival. O goleiro Flávio não sai da meta e os zagueiros ficam só olhando. Assim, tudo antes como no quartel de Abrantes. Está desenhada mais uma “grande final” entre os protegidos de sempre da duplinha RapoGalo. Fazer o quê? Faltou competência aos dois Américas, o de Beagá e o de Teófilo Otoni. O Coelho e o Dragão vão ficar no meio do caminho. Alguém duvida? Eu não...
A MEU sentir, somente três erros cometeu a arbitragem. “Morde a assopra”? Com menos de dois minutos de jogo, o assistente inventou impedimento de um atacante americano (um zagueiro atleticano dava-lhe condição). O árbitro não marcou um pênalti claro (um zagueiro galista cortou a bola com o braço). E o primeiro gol do rival foi em impedimento claro. Erros comuns na arbitragem mundial, que, repito, não influenciaram no resultado do clássico. Fazer o quê? O jeito é “arrumar a casa” para o Brasileirão, já que, vencer o Galinho por três gols de diferença, é muito difícil, quase impossível. Mas, “jogo é jogado, lambari é pescado”, como diria meu saudoso irmão cruzeirense Domingos Afonso. Quem sabe?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Uma lição para os árbitros mineiros a atuação de ontem do trio paulista de árbitros, que não influenciou no resultado da partida, já que o Galinho jogou um pouco melhor e o meu Coelho voltou a cometer os mesmos erros de sempre. A bola alta na nossa área tem sido um problema! Ontem, dois gols assim do rival. O goleiro Flávio não sai da meta e os zagueiros ficam só olhando. Assim, tudo antes como no quartel de Abrantes. Está desenhada mais uma “grande final” entre os protegidos de sempre da duplinha RapoGalo. Fazer o quê? Faltou competência aos dois Américas, o de Beagá e o de Teófilo Otoni. O Coelho e o Dragão vão ficar no meio do caminho. Alguém duvida? Eu não...
A MEU sentir, somente três erros cometeu a arbitragem. “Morde a assopra”? Com menos de dois minutos de jogo, o assistente inventou impedimento de um atacante americano (um zagueiro atleticano dava-lhe condição). O árbitro não marcou um pênalti claro (um zagueiro galista cortou a bola com o braço). E o primeiro gol do rival foi em impedimento claro. Erros comuns na arbitragem mundial, que, repito, não influenciaram no resultado do clássico. Fazer o quê? O jeito é “arrumar a casa” para o Brasileirão, já que, vencer o Galinho por três gols de diferença, é muito difícil, quase impossível. Mas, “jogo é jogado, lambari é pescado”, como diria meu saudoso irmão cruzeirense Domingos Afonso. Quem sabe?
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 549 (SEXTA-FEIRA, 22-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Credenciado pela boa campanha na fase classificatória do Estadual (sete vitórias, dois empates e duas derrotas, marcando 25 gols, sofrendo 17 e tendo o Fábio Júnior artilheiro da competição com 13 gols), o meu glorioso e querido América começa, na tarde de domingo, na Arena do Jacaré, na lacustre Sete Lagoas, sua participação na fase semifinal, enfrentando o Galinho/sem/esporas, nosso maior e mais tradicional rival. É o famoso “clássico das multidões”.
NA fase classificatória, deu América (dois a um de virada, gols de Fábio Júnior). E agora, como será depois de amanhã? Mas, em relação aos outros dois clubes do G4, o Coelho está em desvantagem, pois perdeu do nosso xará de Teófilo Otoni e da Raposinha/saltitante, por três a um e três a dois. Inexplicável foi apenas a derrota para o Dragão, sendo normal a derrota no clássico, já que não há favoritismo de quem quer que seja. Clássico é clássico, tudo pode acontecer, já diziam os mais antigos. Ou vice-versa, como dizem os mais gozadores. Que venha o Galinho. E quem sobrar para a grande final. Podem vir quentes que o Coelho está fervendo...
PS – Recebi mais oito mensagens de leitores de meu modesto Blog internacional, que vou divulgar em breve. De “o escritor”, Ronaldo, Rafael Sette Câmara, Felipe Santiago, Octavio, Alexandre, Armando Vaz e Fernando. Todos americanos, naturalmente...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Credenciado pela boa campanha na fase classificatória do Estadual (sete vitórias, dois empates e duas derrotas, marcando 25 gols, sofrendo 17 e tendo o Fábio Júnior artilheiro da competição com 13 gols), o meu glorioso e querido América começa, na tarde de domingo, na Arena do Jacaré, na lacustre Sete Lagoas, sua participação na fase semifinal, enfrentando o Galinho/sem/esporas, nosso maior e mais tradicional rival. É o famoso “clássico das multidões”.
NA fase classificatória, deu América (dois a um de virada, gols de Fábio Júnior). E agora, como será depois de amanhã? Mas, em relação aos outros dois clubes do G4, o Coelho está em desvantagem, pois perdeu do nosso xará de Teófilo Otoni e da Raposinha/saltitante, por três a um e três a dois. Inexplicável foi apenas a derrota para o Dragão, sendo normal a derrota no clássico, já que não há favoritismo de quem quer que seja. Clássico é clássico, tudo pode acontecer, já diziam os mais antigos. Ou vice-versa, como dizem os mais gozadores. Que venha o Galinho. E quem sobrar para a grande final. Podem vir quentes que o Coelho está fervendo...
PS – Recebi mais oito mensagens de leitores de meu modesto Blog internacional, que vou divulgar em breve. De “o escritor”, Ronaldo, Rafael Sette Câmara, Felipe Santiago, Octavio, Alexandre, Armando Vaz e Fernando. Todos americanos, naturalmente...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 548 (QUARTA-FEIRA, 20-04-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América pra as colunas de segunda e sexta. Atenção, brasileiros desatentos: faltam somente nove dias para entregar a declaração do Imposto de Renda. Olha, o Leão continua mordendo para valer. Não é o do Bonfim, que já está domado, mas, sim, o do IR. Não tem saída: “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”, como diz o velho deitado, digo, ditado...
SEM presa, entreguei o meu ontem. Quem tem pressa para pagar dívida? Sou um brasileiro como outro qualquer, que deixa tudo para a última hora. Ainda bem que o meu contador, Arivaldo Rezende Filho, é muito competente e ligeiro. Tinha que ser. Afinal, é americano como seu saudoso genitor, que fazia a minha declaração. O Arivaldo só tem medo da arbitragem e do América “afinar”. Fique tranquilo, amigo! A arbitragem será neutra (de outro Estado, bem entendido) e o Coelho vai encarar o Galinho, como na fase classificatória (dois a um para o Mecão, com árbitro mineiro e tudo). Com “juiz de fora” (não confundir com a cidade da Zona da Mata mineira) é melhor. Vence o melhor, sem qualquer interferência externa. Bem melhor se for o nosso glorioso América. Assim, faltariam apenas mais três jogos para novo título estadual. Falta pouco, minha gente! E dá-lhe, Coelho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América pra as colunas de segunda e sexta. Atenção, brasileiros desatentos: faltam somente nove dias para entregar a declaração do Imposto de Renda. Olha, o Leão continua mordendo para valer. Não é o do Bonfim, que já está domado, mas, sim, o do IR. Não tem saída: “se ficar o bicho pega, se correr o bicho come”, como diz o velho deitado, digo, ditado...
SEM presa, entreguei o meu ontem. Quem tem pressa para pagar dívida? Sou um brasileiro como outro qualquer, que deixa tudo para a última hora. Ainda bem que o meu contador, Arivaldo Rezende Filho, é muito competente e ligeiro. Tinha que ser. Afinal, é americano como seu saudoso genitor, que fazia a minha declaração. O Arivaldo só tem medo da arbitragem e do América “afinar”. Fique tranquilo, amigo! A arbitragem será neutra (de outro Estado, bem entendido) e o Coelho vai encarar o Galinho, como na fase classificatória (dois a um para o Mecão, com árbitro mineiro e tudo). Com “juiz de fora” (não confundir com a cidade da Zona da Mata mineira) é melhor. Vence o melhor, sem qualquer interferência externa. Bem melhor se for o nosso glorioso América. Assim, faltariam apenas mais três jogos para novo título estadual. Falta pouco, minha gente! E dá-lhe, Coelho...
ATÉ a próxima.
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