DE LETRA N 611 (QUARTA-FEIRA, 14-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores do meu Blog internacional, ficando o meu glorioso América para as colunas de segunda e quarta. Pelas várias mensagens, percebe-se nitidamente que o torcedor americano não está nada satisfeito com o Coelho (quem está?). O americano e leitor assíduo d coluna Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, por exemplo, está soltando “fogo pelas narinas”. Pena ser sua mensagem (os termos pesados, melhor dizendo) impublicável. Vou tentar resumi-la, cortando o que deve ser cortado. Isso, no parágrafo seguinte.
COMO ele já vinha reclamando, acha que “falta comprometimento ao grupo”, que “diz jogar pelo Givanildo e o América”, mas que não “passa de uma turma de aproveitadores”, que “deveriam ter o mínimo de vergonha na cara e pedir o boné e ir jogar onde gostariam”. Ele acha que para o América a maioria não serve, não por falta de talento, mas, “por falta de hombridade”. Ele entende que os jogadores estão colocando a culpa do próprio fracasso na camisa que vestem, mas são uns “hipócritas” que “estão ganhando seu dinheirinho e rindo da gente”. O leitor afirma que foi vergonhoso o que aconteceu no último sábado na Arena do Jacaré (empate com o Avaí, após vitória parcial de dois a zero). E “não pediram desculpas à humilhada torcida americana”. É isso aí, Alexandre!
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 610 (SEGUNDA-FEIRA, 12-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu Coelho está igual aquele boneco desengonçado, que “apanha por cima e por baixo”! A regularidade dele está sendo incrível no Brasileirão: um dia sofre “apagão” no início de um jogo, no outro no final. Contra o Internacional/RS, levou três gols nos 12 primeiros minutos, tentou reagir, marcando dois gols, mas sofreu mais um. Anteontem, fez dois a zero e cedeu o empate ao Avaí/SC, aos 32 e 36 minutos do segundo tempo. De se registrar que fato idêntico ocorreu contra o Botafogo/RJ, quando fez dois gols e tomou quatro. Até quando?
A apatia do time está passando para o torcedor americano, que nem está vibrando mais com os nossos gols, prevendo que os adversários podem marcar também (o Coelho só não sofreu gol em três das 23 partidas que disputou até agora, contra Fluminense, Figueirense e Bahia). Se “apertar”, nossa defesa “confessa”! Nossos laterais (ou alas, sei lá) abrem “avenidas” em seus setores (atacam o tempo todo e não marcam), enquanto os três zagueiros falham muito, por cima e por baixo. Assim, “nem jerico de chuteiras aguenta”. E vamos que vamos, “levantando defuntos”. A próxima pode ser a Raposinha/saltitante, que não está ganhando de ninguém e já se encontra na décima quarta colocação. Fazer o quê? Triste sina a do meu Coelho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu Coelho está igual aquele boneco desengonçado, que “apanha por cima e por baixo”! A regularidade dele está sendo incrível no Brasileirão: um dia sofre “apagão” no início de um jogo, no outro no final. Contra o Internacional/RS, levou três gols nos 12 primeiros minutos, tentou reagir, marcando dois gols, mas sofreu mais um. Anteontem, fez dois a zero e cedeu o empate ao Avaí/SC, aos 32 e 36 minutos do segundo tempo. De se registrar que fato idêntico ocorreu contra o Botafogo/RJ, quando fez dois gols e tomou quatro. Até quando?
A apatia do time está passando para o torcedor americano, que nem está vibrando mais com os nossos gols, prevendo que os adversários podem marcar também (o Coelho só não sofreu gol em três das 23 partidas que disputou até agora, contra Fluminense, Figueirense e Bahia). Se “apertar”, nossa defesa “confessa”! Nossos laterais (ou alas, sei lá) abrem “avenidas” em seus setores (atacam o tempo todo e não marcam), enquanto os três zagueiros falham muito, por cima e por baixo. Assim, “nem jerico de chuteiras aguenta”. E vamos que vamos, “levantando defuntos”. A próxima pode ser a Raposinha/saltitante, que não está ganhando de ninguém e já se encontra na décima quarta colocação. Fazer o quê? Triste sina a do meu Coelho...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 609 (SEXTA-FEIRA, 09-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sucesso do feriado, com o “Trio Parada Mole”, digo, CoelhoRapoGalo, cantando, “encosta sua cabecinha no meu ombro e chora/ e conta sua mágoa toda para mim”. O Coelho perdeu do Internacional/RS, a Raposinha do Fluminense e o Galinho do São Paulo. Três Estados fizeram festa para cima dos mineiros. Que coisa! A que ponto chegou o futebol mineiro! Enquanto a Raposinha/saltitante caiu para a décima segunda colocação, o Galinho/sem/esporas e o Coelho permanecem na Zona de Rebaixamento. Que vexame...
COMO nada tenho com os dois inimigos domésticos, digo que a derrota que mais machucou foi a do meu glorioso América. Foi mais um “apagão” em início de jogo. Foi a conta de ligar o meu aparelho (de televisão, bem entendido) e abrir o velho “guaraná”. Aos 12 minutos, o Coelho já perdia por três a zero. Quando “acordou”, já era tarde demais: marcou dois gols e levou mais um, o mesmo placar do primeiro turno. Foi um “atropelamento”! Alguém anotou a placa da carreta? Assim, de apagão em apagão o Coelho vai sentindo cada vez mais o fundo do buraco. Esse filme (triste por sinal) o torcedor americano já viu. Uma enfadonha reprise. Até quando, Coelho? Sai dessa vida...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sucesso do feriado, com o “Trio Parada Mole”, digo, CoelhoRapoGalo, cantando, “encosta sua cabecinha no meu ombro e chora/ e conta sua mágoa toda para mim”. O Coelho perdeu do Internacional/RS, a Raposinha do Fluminense e o Galinho do São Paulo. Três Estados fizeram festa para cima dos mineiros. Que coisa! A que ponto chegou o futebol mineiro! Enquanto a Raposinha/saltitante caiu para a décima segunda colocação, o Galinho/sem/esporas e o Coelho permanecem na Zona de Rebaixamento. Que vexame...
COMO nada tenho com os dois inimigos domésticos, digo que a derrota que mais machucou foi a do meu glorioso América. Foi mais um “apagão” em início de jogo. Foi a conta de ligar o meu aparelho (de televisão, bem entendido) e abrir o velho “guaraná”. Aos 12 minutos, o Coelho já perdia por três a zero. Quando “acordou”, já era tarde demais: marcou dois gols e levou mais um, o mesmo placar do primeiro turno. Foi um “atropelamento”! Alguém anotou a placa da carreta? Assim, de apagão em apagão o Coelho vai sentindo cada vez mais o fundo do buraco. Esse filme (triste por sinal) o torcedor americano já viu. Uma enfadonha reprise. Até quando, Coelho? Sai dessa vida...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 608 (QUARTA-FEIRA, 07-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “casos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso América para as colunas de segunda e sexta (que coisa, hein, o Coelho “afundou” o bacalhau na lagoa! Hoje tem Colorado na “beira do rio”). O radialista José Luiz Gontijo disse que “infelizmente o seu glorioso América chegou ao seu máximo com Givanildo. A partir daí não há mais o que fazer. Apenas a imprensa vai continuar acreditando por questões comerciais”. Ledo engano! Claro que o “péssimo dos péssimos” postou tal mensagem antes do jogo contra o Vasco da Gama. Agora é que o Coelho entrou no Brasileirão.
FIQUEI conhecendo anteontem no restaurante “Bareto” no meu Gutierrez a advogada e americana Lívia Oliveira Sapori Gonçalves, que não perde jogos do nosso Coelhão, sempre na companhia de seu tio Zezé e de seu genitor Renato César Oliveira Gonçalves, também americanos. Que bela família, unida no mesmo amor...
PS – Para mandar um abraço a outro grande americano, meu querido irmão Márcio Augusto, o aniversariante do dia. Ele e a sua Valéria são leitores assíduos de meu modesto Blog. Fiquei sabendo que o casal está no Nordeste em um festival. Que vida mais ou menos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “casos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso América para as colunas de segunda e sexta (que coisa, hein, o Coelho “afundou” o bacalhau na lagoa! Hoje tem Colorado na “beira do rio”). O radialista José Luiz Gontijo disse que “infelizmente o seu glorioso América chegou ao seu máximo com Givanildo. A partir daí não há mais o que fazer. Apenas a imprensa vai continuar acreditando por questões comerciais”. Ledo engano! Claro que o “péssimo dos péssimos” postou tal mensagem antes do jogo contra o Vasco da Gama. Agora é que o Coelho entrou no Brasileirão.
FIQUEI conhecendo anteontem no restaurante “Bareto” no meu Gutierrez a advogada e americana Lívia Oliveira Sapori Gonçalves, que não perde jogos do nosso Coelhão, sempre na companhia de seu tio Zezé e de seu genitor Renato César Oliveira Gonçalves, também americanos. Que bela família, unida no mesmo amor...
PS – Para mandar um abraço a outro grande americano, meu querido irmão Márcio Augusto, o aniversariante do dia. Ele e a sua Valéria são leitores assíduos de meu modesto Blog. Fiquei sabendo que o casal está no Nordeste em um festival. Que vida mais ou menos...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 607 (SEGUNDA-FEIRA, 05-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quem entende do velho ludopédio? Nem o mais fanático dos americanos poderia imaginar o que ocorreu ontem na Arena do Jacaré, na vizinha Sete Lagoas, com o meu Coelho “afogando” o bacalhau, em uma das lagoas da cidade, fazendo-o “cair de quatro”. Ora, o placar de quatro a um foi um exagero. Tirando os três a zero no também meu Fluminense, no mesmo estádio, o meu glorioso América passou em “branco” e fez um ou dois gols por partida. Eta “cariocada”! Que bela freguesia! O Coelho tem que disputar o Estadual do Rio de Janeiro. É mais fácil ser campeão. E tem praias e mulheres lindas, etecétera e tal...
SE vencesse ontem, o Vascão seria o líder do Brasileirão (eu falei seria) e o Coelho ficaria na marca do pênalti, praticamente rebaixado (eu disse ficaria). Foi um gol atrás do outro, o que assustou todos os americanos. Um susto delicioso. Só acreditei quando o jogo terminou. De se registrar que o Coelho mandou uma bola na trave e o “soprador de apito” deixou de marcar um claro pênalti no armador Ulisses (foi derrubado na área). Só aí, seis, um a mais do que “mão cheia”. A mídia carioca passou o resto do dia tentando explicar o “desastre” (hoje tem mais “choradeira”). Um português chegou até a indagar se alguém havia anotado a placa do caminhão. Que “atropelamento”! Ah se todo jogo fosse assim! O bom caminho voltou...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quem entende do velho ludopédio? Nem o mais fanático dos americanos poderia imaginar o que ocorreu ontem na Arena do Jacaré, na vizinha Sete Lagoas, com o meu Coelho “afogando” o bacalhau, em uma das lagoas da cidade, fazendo-o “cair de quatro”. Ora, o placar de quatro a um foi um exagero. Tirando os três a zero no também meu Fluminense, no mesmo estádio, o meu glorioso América passou em “branco” e fez um ou dois gols por partida. Eta “cariocada”! Que bela freguesia! O Coelho tem que disputar o Estadual do Rio de Janeiro. É mais fácil ser campeão. E tem praias e mulheres lindas, etecétera e tal...
SE vencesse ontem, o Vascão seria o líder do Brasileirão (eu falei seria) e o Coelho ficaria na marca do pênalti, praticamente rebaixado (eu disse ficaria). Foi um gol atrás do outro, o que assustou todos os americanos. Um susto delicioso. Só acreditei quando o jogo terminou. De se registrar que o Coelho mandou uma bola na trave e o “soprador de apito” deixou de marcar um claro pênalti no armador Ulisses (foi derrubado na área). Só aí, seis, um a mais do que “mão cheia”. A mídia carioca passou o resto do dia tentando explicar o “desastre” (hoje tem mais “choradeira”). Um português chegou até a indagar se alguém havia anotado a placa do caminhão. Que “atropelamento”! Ah se todo jogo fosse assim! O bom caminho voltou...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
DE LETRA
DE LETRA N 606 (SEXTA-FEIRA, 02-09-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu Coelho continua sem pontaria. Mais uma vez, sua esperada terceira vitória no Brasileirão “bateu na trave”. Mas, como diria o músico Samuel Rosa, “bola na trave não altera o placar”. O meu glorioso América jogou melhor, sem tomar conhecimento da arena do Bahia, mas, gol mesmo que é bom nadinha (foi o sexto empate zerado na competição e em sete jogos só marcou um gol em cada). Seu ataque (22 gols) só não é pior do que os de Grêmio (20), Bahia (21) e Atlético/PR (20). Autêntico “ataque de riso”, uma “linha do Equador”...
SE já não bastasse a fraqueza do nosso ataque, o “soprador de apito” também colaborou para o empate zerado, ao inventar uma falta inexistente perto da grande área quando o Kempes chegava na “cara” do goleiro baiano. Assim fica difícil! Fazer o quê? O jeito é continuar buscando outras vitórias, já contra o Vascão, vice-líder do Brasileirão, na tarde de depois de amanhã, na Arena do Jacaré. Não há mais tempo a perder. Afinal, faltam apenas 18 rodadas, o que é suficiente para o Coelho deixar a “lanterna” e a Zona de Rebaixamento. É como gosta de dizer o radialista Bruno Azevedo: “Acredita América”...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu Coelho continua sem pontaria. Mais uma vez, sua esperada terceira vitória no Brasileirão “bateu na trave”. Mas, como diria o músico Samuel Rosa, “bola na trave não altera o placar”. O meu glorioso América jogou melhor, sem tomar conhecimento da arena do Bahia, mas, gol mesmo que é bom nadinha (foi o sexto empate zerado na competição e em sete jogos só marcou um gol em cada). Seu ataque (22 gols) só não é pior do que os de Grêmio (20), Bahia (21) e Atlético/PR (20). Autêntico “ataque de riso”, uma “linha do Equador”...
SE já não bastasse a fraqueza do nosso ataque, o “soprador de apito” também colaborou para o empate zerado, ao inventar uma falta inexistente perto da grande área quando o Kempes chegava na “cara” do goleiro baiano. Assim fica difícil! Fazer o quê? O jeito é continuar buscando outras vitórias, já contra o Vascão, vice-líder do Brasileirão, na tarde de depois de amanhã, na Arena do Jacaré. Não há mais tempo a perder. Afinal, faltam apenas 18 rodadas, o que é suficiente para o Coelho deixar a “lanterna” e a Zona de Rebaixamento. É como gosta de dizer o radialista Bruno Azevedo: “Acredita América”...
ATÉ a próxima.
DE LETRA
DE LETRA N 605 (QUARTA-FEIRA, 31-08-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores, ficando o meu combalido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (olha a Segundona aí de novo, gente!). O americano Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR e é leitor assíduo de meu modesto Blog internacional, resumiu, de maneira lapidar, o triste momento do torcedor americano: “Miguel, joguei a toalha”. Obrigado, “legião estrangeira”...
E ENTRA de sola na polêmica do radialista José Luiz Gontijo, por ter lembrado imediatamente quantos jogadores criados no América foram parar na Seleção Brasileira: Eder Aleixo, Palhinha, Gilberto Silva, Fred e, recentemente, Danilo (provável titular no Mundial de 2014) e Nakata (jogador do Japão). Ele acha que tem mais gente. Tem, sim, Alexandre, o Tostão, tricampeão mundial de 1970. Para o assíduo leitor, o nosso clube contribui muito para o crescimento do futebol brasileiro e é “injustiçado na divisão do pão regida pela CBF (leia-se Rede Globo)”. E encerra: “Desculpe aí Gontijo, mas é um desabafo”.
DEPOIS dos nomes citados pelo Alexandre, quantos outros talentos surgiram no Coelho? Como perguntar não ofende, falar nisso, por onde andam os armadores Caleb e China, que brilharam (com seus companheiros) na Copa São Paulo de Futebol Júnior?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores, ficando o meu combalido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (olha a Segundona aí de novo, gente!). O americano Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR e é leitor assíduo de meu modesto Blog internacional, resumiu, de maneira lapidar, o triste momento do torcedor americano: “Miguel, joguei a toalha”. Obrigado, “legião estrangeira”...
E ENTRA de sola na polêmica do radialista José Luiz Gontijo, por ter lembrado imediatamente quantos jogadores criados no América foram parar na Seleção Brasileira: Eder Aleixo, Palhinha, Gilberto Silva, Fred e, recentemente, Danilo (provável titular no Mundial de 2014) e Nakata (jogador do Japão). Ele acha que tem mais gente. Tem, sim, Alexandre, o Tostão, tricampeão mundial de 1970. Para o assíduo leitor, o nosso clube contribui muito para o crescimento do futebol brasileiro e é “injustiçado na divisão do pão regida pela CBF (leia-se Rede Globo)”. E encerra: “Desculpe aí Gontijo, mas é um desabafo”.
DEPOIS dos nomes citados pelo Alexandre, quantos outros talentos surgiram no Coelho? Como perguntar não ofende, falar nisso, por onde andam os armadores Caleb e China, que brilharam (com seus companheiros) na Copa São Paulo de Futebol Júnior?
ATÉ a próxima.
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