quarta-feira, 16 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 638 (QUARTA-FEIRA, 16-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar as mensagens dos prezados leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. O que atrapalha as minhas amenidades é que, logo mais, na Arena do Jacaré, na lacustre Sete Lagoas, tem o “dia do fico” (fica ou não na Série A). O Fogão vem aí, de olho no G4 e trazendo na bagagem duas derrotas seguidas, ao contrário do Coelho, que vem de duas importantes vitórias seguidas (Timão e Fluzão). Ou o Mecão segue sonhando com a Série A ou o Botafogo dá adeus ao sonho do título nacional. Tudo a conferir logo mais...
DIA desses, o leitor e americano Alexandre Chiquiloff, mineiro radicado em Curitiba/PR, mostrando o seu ceticismo, disse que o nosso Coelho, o “reabilitador”, está correndo o risco de inaugurar o Estádio Independência contra o Salgueiro/PE. Mas, mesmo assim, é “gratificante”, pois a “cada ciclo, nossas esperanças se renovam”. Para ele, este é o sentido de ser americano, “acreditar no futuro sempre, nunca deixar de olhar pra frente”. Ele entende que o clube vai comemorar o centenário em 2012 e o torcedor merece comemorar com um mínimo de dignidade a data histórica. Dedos cruzados, Alexandre! Está difícil, mas não impossível...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 637 (SEGUNDA-FEIRA, 14-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Seria lamentável se o meu glorioso América fosse rebaixado (está na “marca do pênalti”). Mas, o time demorou muito a mostrar que não é melhor nem pior do que qualquer dos 19 clubes do Brasileirão. É simplesmente igual e melhor do que alguns. Melhor do que o Coelho, a meu sentir, apenas o também meu Santos, que, mesmo assim, está fora da disputa do título. O resto é tudo “japonês”, tudo igual. Vai entender do velho ludopédio! O América venceu (e bem) o Fluminense (duas vezes), o Corinthians e o Vasco, que estão disputando o título. Em compensação, “tropeçou” em clubes menores, como Avaí, Ceará, Figueirense, Coritiba, Atlético/PR e Atlético de Goiás. Quem entende de futebol? Quem quiser responder que responda...
DEPOIS calar 40 mil corintianos no Parque do Sabiá, a “paulista” Uberlândia, o Coelho voltou a fazer o mesmo, silenciando 40 mil tricolores no Engenhão. Timão e Fluzão, pois sim, sou mais o meu Coelhão. Foi mais ou menos assim: mais posse de bola e mais finalizações. Réplica moderna de Davi e Golias. Nem sempre “tamanho é documento”. Com o Coelho é assim: “escreveu não leu o pau comeu”. Mas, infelizmente, tem sido aquele personagem lendário, aquele que “toma dos ricos e dá para os pobres”. Robin Hood? Se estiver errado o nome, culpa do meu inglês, que é péssimo. Afinal, sou brasileiro e só sei falar Português...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 636 (SEXTA-FEIRA, 11-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por culpa do próprio Coelho, que, como a música do Chico Buarque de Holanda, “ficou muito tempo na janela vendo a banda passar”, nas derradeiras seis rodadas do Brasileirão será uma decisão atrás da outra. Ufa, quanto sofrimento! A primeira já passou, com a retumbante vitória contra o Corinthians, no Parque do Sabiá, em Uberlândia (lá, quem “canta” é o Coelho). Mas, ainda, faltam outras cinco decisões (Fluminense, Botafogo, São Paulo, Atlético/PR e Atlético/GO). É mole ou querem mais? Impossível? Que nada, impossível é o que demora um pouco mais. Além do mais, “homem que é homem não toma mel, come logo as abelhas”. E o Coelho é como a água do rio, que alcança os seus objetivos por saber contornar os obstáculos do caminho...
DOIS “tabus” amanhã: um par ser mantido e outro para ser quebrado. O meu glorioso América jamais perdeu para o também meu Fluzão (três vitórias e quatro empates). Em compensação, nunca ganhou no Engenhão. Tomara que mantenha um e quebre o outro. A torcida americana iria apreciar muito e continuar a sonhar. No turno deu Coelhão (três a zero na Arena do Jacaré). E no returno, como será? Sumiram com a minha “bola de cristal”...
PS – A coluna de segunda saiu na quarta e a de quarta na quinta. É que a Rita Maria estava viajando e eu não entendo nadinha de internet. Com o seu retorno, tudo voltou ao normal. Computador, para mim, não passa de máquina de escrever...
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 635 (QUARTA-FEIRA, 09-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos prezados leitores do meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Que coisa danada de boa! O leitor Alexandre Chiquiloff, mineiro radicado em Curitiba/PR, disse que sempre se reúne com outros dois americanos na cidade (ele, Leandro e Fernando Remo), para aquele “guaraná”. O assunto principal? Claro, o nosso Coelho e seu futuro. O papo sempre se oscila bastante entre o pessimismo e o otimismo.
UMA unanimidade: a “fragilidade do conjunto e a falta de comprometimento”. Os três também exaltaram o grupo, todos acreditando que o Coelho tem um bom elenco e condição de melhorar. Depois de alguns “guaranás”, a turma canta o Hino do América (“Mantendo nosso espírito esportivo...”) e fecha o bar. Naturalmente, para espanto dos fregueses, todos torcedores do Atlético/PR, do Coritiba e do Paraná Clube. Que maravilha! De Beagá, fico imaginando a “farra” que os três americanos fizeram após a bela e retumbante vitória contra o tal Timão dos paulistas. Tem corintiano chorando até agora. Quá, quá, quá...
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 634 (SEGUNDA-FEIRA, 07-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso América deu uma bela resposta a quem duvidava de sua atitude de levar o jogo de ontem para Uberlândia, insinuando que o clube já havia “jogado a toalha” no Brasileirão, aceitando passivamente o rebaixamento (penitencio-me, por ter sido um deles). A mídia esportiva paulista, também, falando besteira a semana toda, só falando no tal Timão, desconhecendo totalmente o Coelhão (parabéns, presidente e irmão Chico Preto, pelo belo desabafo).
ORA, “não é por aí”! O “buraco é mais em baixo”! O Coelho só queria o dinheiro dos paulistas e faturar os três pontos. E deu tudo certo: a vitória e muito dinheiro nos cofres do clube mineiro (quase um milhão de reais). Paulistas otários, que viajaram quilômetros para ver o Timão levar um “baile” e dar dinheiro ao Coelho. Foi bonito: o Parque do Sabiá lotado (quase 40 mil pagantes) e o Coelho desfilando um belo futebol no gramado. Sei que ainda está muito difícil sair da Zona de Rebaixamento (agora, com a companhia da Raposinha/saltitante), mas foi um belo domingo (“domingo no parque” do inspirado Gilberto Gil). Pois é, dois mineiros lutando contra a “degola”, com a Raposinha substituindo o Galinho/sem/esporas. Onde foi parar o futebol mineiro...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 633 (SEXTA-FEIRA, 04-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Vivendo e aprendendo! Beirando os setenta e acompanhando o velho ludopédio desde o início da década de 50, nunca havia visto isso antes. Seria quase a mesma coisa do que um pai entregasse a filha em domicílio a um estuprador. A diretoria americana inovou, entregando quase em domicílio o Coelho, para ser “devorado” pelo Timão. Tirou o jogo de domingo da Arena do Jacaré (Sete Lagoas é “logo ali” para o americano e bem longe para o corintiano), levando-o para o Parque do Sabiá (ao contrário, Uberlândia é perto para o corintiano e longe para o americano). E inovou mais ainda, vendendo ingresso na Pauliceia desvairada, para facilitar a vida do corintiano. Vai entender...
SERÁ muito engraçado: jogando em “casa”, o América terá uma torcida infinitamente menor do que a do Corinthians. Quem acompanhar o jogo pela “telinha” não vai entender nadinha e vai indagar: “uai, o Triângulo Mineiro deixou de ser em Minas Gerais? Passou a pertencer a São Paulo? Conseguiram a sonhada separação?”. O Timão vai se sentir em casa e o Coelho vai se sentir fora de casa. Para a diretoria americana, o nosso glorioso América já deve estar rebaixado. Então, o negócio é faturar, fazendo caixa para o resto do ano. Contra o Fluminense o jogo será na “carioca” Juiz de Fora e contra o São Paulo na “paulista” Uberlândia (ou em Uberaba, sei lá). Samba do crioulo doido! Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que a noite foi maravilhosa...
ATÉ a próxima.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

DE LETRA

DE LETRA N 632 (QUARTA-FEIRA, 02-11-11)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de, como gosta de dizer o amigo Maurinho (leia-se Bareto), amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e publicar mensagens dos prezados leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso América para as colunas de segunda e sexta, ainda que o time, atualmente, não está fazendo por merecer uma linha sequer, pela pífia campanha no Brasileirão. Coelho, o que vai e volta, não saindo do lugar. Coelho que já visitou as três primeiras letras do nosso alfabeto (Séries A, B e C), sem definir da qual gosta mais...
MENSAGEM: o Alexandre Chiquiloff, mineiro que mora em Curitiba/PR, disse que esteve domingo no Alto da Glória (estádio do Curitiba), torcendo pelo nosso Coelho. Irônico, afirma ser uma pena que no alto da glória foi somente dessa vez, já que, depois, “vamos para o purgatório”. Em 2012, “sem medo de ser feliz”, estará em Joinvile/SC, Criciúma/SC e Vila Capanema (estádio do Paraná Clube), para abraçar o nosso Coelho, em seu centenário. O leitor quer combinar um “guaraná”, quando vier a Beagá. Estou esperando...
PS – Esse é, infelizmente, o sentimento do torcedor americano, que já não acredita em mais nada e parece já ter “jogado a toalha”. Todos já preparando o espírito para nova Série B. B de sei lá o que...
ATÉ a próxima.