segunda-feira, 14 de maio de 2012

De Letra

DE LETRA Nº 715 (SEGUNDA-FEIRA, 14-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! Indiscutível o título conquistado pelo Galinho/sem/esporas, de maneira invicta. Na verdade, disputou apenas três jogos com o Coelho (venceu dois e empatou um) e um com a Raposinha/saltitante (empatou), já que as equipes da interlândia não passam de razoáveis. O Coelho de ontem não foi nem a sombra do que eliminou a Raposinha na semifinal (venceu as duas). O Mecão foi frouxo e errou muito, com alguns jogadores “amarelando”, mormente os mais jovens. Foi um time que sequer chegou a incomodar o goleiro adversário. O meio de campo não marcou e nem produziu nada, o ataque não pegou na bola e, quem sofreu, foi o setor defensivo, “entregue às baratas”... A ÚNICA coisa que americano pode reclamar é o pênalti escandaloso que o “soprador de apito” gaúcho não marcou para o Mecão, logo no início da partida, que ainda estava zerada (o atleta americano foi puxado visivelmente pela camisa quando entrava na área). Todo mundo viu o pênalti, menos quem tinha a obrigação de ver. Fazer o quê? O jeito é passar a pensar na Série B, que começa sexta-feira que vem. E dá-lhe, Coelho... ATÉ a próxima.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

De Letra

DE LETRA Nº 714 (SEXTA-FEIRA, 11-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! Longos 11 anos são passados. Que belo domingo! Mineirão lotado, na decisão do Campeonato Mineiro de 2001. Era mais um “clássico das multidões”. O meu Coelho havia vencido o Galinho por quatro a um. Fora o “baile”! O saldo de gols decidiria a competição. O maior rival abriu três a zero e correu atrás do gol do título. A decisão estava caminhando para a “loteria dos pênaltis”, o que americano algum gostaria que acontecesse. Nossa preocupação era enorme, até que o então jovem Alessandro saiu do “banco” para entrar para a história do futebol mineiro. Nem bem entrou e decidiu o clássico, com um “petardo” do bico da entrada da área, do lado esquerdo do nosso ataque. Foi um delírio total do lado verde do estádio. Silêncio sepulcral do lado dos inimigos. Coelho, campeão estadual pela 15ª vez... É isso que o torcedor americano espera depois de amanhã, no nosso belo e confortável Independência. Mas, sem as fortes emoções de 2001. Uma vitória simples. Quem sabe, nos pés do mesmo Alessandro, que, agora, não sairá do “banco”, pois já estará no gramado desde o início da partida. Na grama verde dos nossos sonhos... ATÉ a próxima.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

De Letra

DE LETRA Nº 713 (QUARTA-FEIRA, 09-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta (de domingo não passa). Justificando: o americano Alexandre Chiquiloff, de Curitiba/PR, explicando sua “meteórica” passagem por Beagá, disse que a exclusividade foi o nosso Coelho. Não esteve nem com seu genitor em Esmeraldas. Só esteve na inauguração do nosso belo e moderno Estádio Independência, onde se encontrou com os amigos de longa data, companheiros de arquibancada e familiares de “bom gosto”. E brincou: “se inveja matasse, o Ladino Kalil já tinha virado do avesso umas 19 vezes”. E acha que o nosso Coelho vai para a final com os pés no chão, pois a equipe “é boa, mas tem defeitos pontuais”. Pois é, prezado leitor e amigo, se o “homem de preto” de fora não interferir, como no último domingo... ATÉ a próxima.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

De Letra

DE LETRA Nº 712 (SEGUNDA-FEIRA, 07-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! No próximo clássico, o meu Coelho deveria solicitar que um dirigente galista apitasse. Quem sabe o distinto ficaria envergonhado dos nos prejudicar? Não tem jeito, mesmo! Com árbitro caseiro ou de fora, os erros são os de sempre. Como ontem, com um árbitro alagoano errando (contra o desprotegido América, bem entendido). Por pouco a partida virou “jogo dos sete erros”! A começar pelo pênalti escandaloso não assinalado contra o protegido Galinho/sem/esporas (o zagueiro atleticano “jogou vôlei”, cortando o esférico com o braço dentro de sua área). DEPOIS, o distinto cavaleiro inventou uma falta (falta, se houve, foi do atacante galista), que originou no gol do rival. Mas, para salvar sua arbitragem, marcou bem o escanteio (a bola resvalou na perna esquerda do galista), originando o gol americano. Ainda bem! Caso contrário, teria sido mais uma derrota injusta do meu querido, glorioso e desprotegido América. Nem por isso pode-se dizer que o Mecão jogou bem. Não jogou! Pelo contrário, o Coelho não reeditou suas boas atuações na semifinal, quando venceu a velha “freguesa” Raposinha/saltitante duas vezes. No próximo domingo, o Coelho tem que voltar a jogar bem. Caso contrário, “entrega” o título ao maior rival, o que seria uma pena. E, quem tem pena, é o “marido” da galinha (o galo, bem entendido)... ATÉ a próxima.

De Letra

sexta-feira, 4 de maio de 2012

De letra

DE LETRA Nº 711 (SEXTA-FEIRA, 04-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! Enganado quem acha que torcida ganha jogo. Se assim fosse, o Brasil não perderia o Mundial de 1950, com mais de 200 mil brasileiros lotando o Maracanã. Jogou pelo empate e levou a triste virada. No último domingo, com a Arena do Jacaré lotada (18 mil pessoas, a maioria cruzeirense), a Raposinha/saltitante foi eliminada na semifinal do Estadual pelo Coelhão. Ontem, outro exemplo: com o nosso belo e confortável Gigante do Horto lotado (público idêntico), o Galinho/sem/esporas foi eliminado da Copa do Brasil pelo Goiás. Não tem jeito: sem time ninguém ganha nada... DOMINGO, com o nosso Estádio lotado, no início da grande final do Estadual, pelo que jogou ontem, o Galinho não será de meter medo. Sou mais o meu Coelho. É só jogar o que vem jogando desde a fase final do Brasileirão do ano passado, quando derrotou os favoritos Corinthians, Vasco, Fluminense e Botafogo, mas, infelizmente, mesmo assim, foi rebaixado. Assim como a da Raposinha, a defesa atleticana é bem fraquinha. Se apertar, confessa. É só não ter medo de ser feliz. Vamos lá, Coelho! Centenário sem título não tem graça. O torcedor americano merece esse presente... ATÉ a próxima.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

De Letra

DE LETRA Nº 710 (QUARTA-FEIRA, 02-05-12) MIGUEL SANTIAGO OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos leitores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu querido, glorioso e centenário América para s colunas de segunda e sexta. Descobri o motivo da bela vitória do Coelho sobre a velha “freguesa” Raposinha/saltitante no domingo passado: a rival se poupou para enfrentar o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), na noite de hoje. Outra “porretada”? Também, com esse timinho, que os azulados imaginam ser o melhor... FALAR em Paraná, o americano Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, disse, em mensagem enviada na semana passada, dizendo que esbravejou, xingou, mas, “não consigo ficar sem uma lasquinha do centenário do meu Coelho”. Ele mora longe, mas “estava com muita vontade de participar de algum evento do centenário”. Foi ao jogo da inauguração do Gigante do Horto na última quarta-feira, pois estava passeando em Beagá, revendo parentes e amigos. Ficou de passar no restaurante “Bareto” para tomar o velho “guaraná” comigo, mas “deu o bolo”. A amiga Leia viu o Alexandre pela “telinha”, “babando” com a beleza do estádio. Realmente, um espetáculo de dar inveja na torcida da duplinha RapoGalo. América, um clube para poucos... ATÉ a próxima.