DE LETRA Nº 778 (QUARTA-FEIRA, 17-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Esse meu glorioso América não tem jeito mesmo! É um time de “jogar fora”! Quando a “barra” aperta para o seu lado aqui em Belô, ele se manda para o interior brasileiro e traz mais três preciosos pontos, nem que seja na base da sorte, como ocorreu na noite de ontem, na paulista Guaratinguetá. Mesmo não jogando bem (foi uma autêntica “pelada”), venceu o Lobo Guará. O azar que perseguia o meu Coelho, em algumas partidas, passou para o lado dos concorrentes. É aquela estória: “pau que dá em Chico dá em Francisco”! Sai para lá, “urucubaca”! Para bem longe, se possível...
O azar nasceu para todos, mas, a sorte, para quem merece! Já estava “elogiando” a minha quinta geração, com mais uma vitória sendo entregue de presente para um adversário. Preparava-me para desligar o meu aparelho (de televisão, bem entendido), aos 47 minutos do “terceiro tempo” , quando o atacante Ewerthon ganhou uma bola perdida e a rolou para o Fábio Júnior livre na pequena área. Com “matador” é rede. Não deu outra! O americano, dessa vez, dormiu em paz. Que assim seja até o final da competição. Série C em 2013, nem pensar! Dizem os “matemáticos de plantão” que faltam somente dois pontos para a confirmação na Série B, vez que Série A virou um sonho (ou pesadelo, sei lá)...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
DE LETRA
DE LETRA Nº 777 (SEGUNDA-FEIRA, 15-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ninguém respeita mais o meu Coelho, nem no Gigante do Horto, nosso “alçapão” que virou “sala de visitas”. Foram seis derrotas no logradouro. Um absurdo: 18 pontos jogados pela janela! Mais os 40 pontos que conquistou até agora, 58, o que colocaria o clube, com tranquilidade, no G4. Agora é tarde para “chorar o leite derramado”. Série A em 2013 virou um sonho impossível. O jeito é ajuntar os cascos, fazer uma limpeza geral, mandando para as “cucuias” a “velharia” (quem gosta de velho é asilo), organizando novo elenco e prestigiando, obviamente, os atletas feitos em casa. O também meu Fluminense/RJ está liderando o Brasileirão de 2012 aproveitando alguns jovens que foram vice do Brasileiro Sub 20 do ano passado, do qual o meu Coelho foi campeão. Será que a nossa garotada é pior do que a do coirmão carioca? Quanta falta de visão do velho ludopédio!
DA derrota de anteontem, falar o quê? Outra humilhação. O Goiás virou o placar sem a menor cerimônia, dominando amplamente o jogo. Tirou a “calça do Coelho e ainda bateu nele”! E a “velharia” só olhando, indagando “cadê as minhas pernas”? Não mais existem: a idade pesa. Contra o tempo ninguém pode. Somente a diretoria americana não sabe disso...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ninguém respeita mais o meu Coelho, nem no Gigante do Horto, nosso “alçapão” que virou “sala de visitas”. Foram seis derrotas no logradouro. Um absurdo: 18 pontos jogados pela janela! Mais os 40 pontos que conquistou até agora, 58, o que colocaria o clube, com tranquilidade, no G4. Agora é tarde para “chorar o leite derramado”. Série A em 2013 virou um sonho impossível. O jeito é ajuntar os cascos, fazer uma limpeza geral, mandando para as “cucuias” a “velharia” (quem gosta de velho é asilo), organizando novo elenco e prestigiando, obviamente, os atletas feitos em casa. O também meu Fluminense/RJ está liderando o Brasileirão de 2012 aproveitando alguns jovens que foram vice do Brasileiro Sub 20 do ano passado, do qual o meu Coelho foi campeão. Será que a nossa garotada é pior do que a do coirmão carioca? Quanta falta de visão do velho ludopédio!
DA derrota de anteontem, falar o quê? Outra humilhação. O Goiás virou o placar sem a menor cerimônia, dominando amplamente o jogo. Tirou a “calça do Coelho e ainda bateu nele”! E a “velharia” só olhando, indagando “cadê as minhas pernas”? Não mais existem: a idade pesa. Contra o tempo ninguém pode. Somente a diretoria americana não sabe disso...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
DE LETRA
DE LETRA Nº 776 (QUARTA-FEIRA, 10-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos seguidores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. O amigo Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, acompanhou mais um “tropeço” do nosso Coelho, no Eco Estádio, ao lado do Parque Barigui. Eu, por residir em Beagá, acompanhei pela “telinha”. Pura perda de tempo, a nossa! Perdemos uma tarde de sábado (jogo às 14 horas não é mole). Fazer o quê, se lá não tem iluminação artificial? Se o jogo se atrasar, termina no dia seguinte...
SOBRE o afastamento momentâneo de um dos presidentes do clube Marcos Salum (são nove), o Chiquiloff (mineiro de Bambuí) diz que “cantei essa bola antes da inauguração do Gigante do Horto”, prevendo tal ato, dando uma de “mãe Dinah” e, hoje, “dou risadas dos que acreditam em Papai Noel”. Para o leitor, “estava na cara que isso iria acontecer”. Lembrou que alguns atos do Salum o preocupam demais, achando que tem “gato nessa tuba”. Acha que o também presidente Francisco Santiago (meu irmão) tem o “irrestrito apoio da torcida”, já que ele é “americano como poucos” e todos os americanos estarão emitindo muitas boas energias para ele, vez que a “energia do Salum tem Kalil (presidente do Galinho) demais para meu combalido cérebro” (os dois são primos).
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos seguidores de meu modesto Blog internacional, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. O amigo Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR, acompanhou mais um “tropeço” do nosso Coelho, no Eco Estádio, ao lado do Parque Barigui. Eu, por residir em Beagá, acompanhei pela “telinha”. Pura perda de tempo, a nossa! Perdemos uma tarde de sábado (jogo às 14 horas não é mole). Fazer o quê, se lá não tem iluminação artificial? Se o jogo se atrasar, termina no dia seguinte...
SOBRE o afastamento momentâneo de um dos presidentes do clube Marcos Salum (são nove), o Chiquiloff (mineiro de Bambuí) diz que “cantei essa bola antes da inauguração do Gigante do Horto”, prevendo tal ato, dando uma de “mãe Dinah” e, hoje, “dou risadas dos que acreditam em Papai Noel”. Para o leitor, “estava na cara que isso iria acontecer”. Lembrou que alguns atos do Salum o preocupam demais, achando que tem “gato nessa tuba”. Acha que o também presidente Francisco Santiago (meu irmão) tem o “irrestrito apoio da torcida”, já que ele é “americano como poucos” e todos os americanos estarão emitindo muitas boas energias para ele, vez que a “energia do Salum tem Kalil (presidente do Galinho) demais para meu combalido cérebro” (os dois são primos).
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
DE LETRA
DE LETRA Nº 775 (SEGUNDA-FEIRA, 08-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso e querido América segue em seu “calvário”, naquele “sobe e desce” dos diabos. Parece elevador de edifício grande! Quando joga mal, perde. Quando joga bem, como no sábado, idem, idem, com a mesma data. E está sempre descendo na tabela Já é o décimo colocado. Quem diria? Já foi líder e permaneceu no G4 durante bom tempo, no início da competição. Bons tempos! E a inconstância continua! Foi uma derrota sentida. Jogou para vencer e sofreu o “castigo” no final do famigerado “terceiro tempo”. Coisas que só acontecem com o meu Coelho...
EM Curitiba, o ataque funcionou em “grande estilo”. Marcou quatro gols fora de casa (Alessandro e Fábio, dois cada). Mas, a defesa, que coisa horrorosa. Pareceu tabuleiro de pirulito: cheia de buracos. Toda bola que foi entrou. Depois, colocam a culpa no goleirão Neneca. O coitado não é mágico. É um goleiro normal, longe de ser chamado de “São Neneca”. Com três substituições forçadas (entraram Rodrigo Heffner, Dirceu e Bryan), faltou entrosamento. Quem tirou proveito da situação foi o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), que não tinha nada com isso. Virou o placar três vezes e levou a vitória (cinco a quatro). Que placar doido! Para quem não torcia para ninguém, foi um “jogão”. Mas, para nós, americanos, foi uma “tragédia”, quase grega. Um presente de grego...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso e querido América segue em seu “calvário”, naquele “sobe e desce” dos diabos. Parece elevador de edifício grande! Quando joga mal, perde. Quando joga bem, como no sábado, idem, idem, com a mesma data. E está sempre descendo na tabela Já é o décimo colocado. Quem diria? Já foi líder e permaneceu no G4 durante bom tempo, no início da competição. Bons tempos! E a inconstância continua! Foi uma derrota sentida. Jogou para vencer e sofreu o “castigo” no final do famigerado “terceiro tempo”. Coisas que só acontecem com o meu Coelho...
EM Curitiba, o ataque funcionou em “grande estilo”. Marcou quatro gols fora de casa (Alessandro e Fábio, dois cada). Mas, a defesa, que coisa horrorosa. Pareceu tabuleiro de pirulito: cheia de buracos. Toda bola que foi entrou. Depois, colocam a culpa no goleirão Neneca. O coitado não é mágico. É um goleiro normal, longe de ser chamado de “São Neneca”. Com três substituições forçadas (entraram Rodrigo Heffner, Dirceu e Bryan), faltou entrosamento. Quem tirou proveito da situação foi o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), que não tinha nada com isso. Virou o placar três vezes e levou a vitória (cinco a quatro). Que placar doido! Para quem não torcia para ninguém, foi um “jogão”. Mas, para nós, americanos, foi uma “tragédia”, quase grega. Um presente de grego...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
DE LETRA
DE LETRA Nº 774 (SEXTA-FEIRA, 05-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mesmo com uma campanha que não é do agrado de seu exigente torcedor (onze derrotas e quatro empates em 27 jogos), o meu glorioso e querido América ainda se encontra na nona colocação, longe do G4 e da ZR. Posição intermediária. Não “fede e nem cheira”! Como se pode perceber, com facilidade, tem equipe pior do que o Coelho. Poderia estar em situação melhor, mormente após o início avassalador (quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas).
A SITUAÇÃO pode piorar amanhã, vez que enfrenta o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), no Eco Estádio, ao lado do Parque Barigui, em Curitiba. Um torcedor americano estará no estádio, com certeza: o amigo Alexandre Chiquiloff, mineiro de Bambuí, que mora em Curitiba e sempre representa a todos nós nos jogos do Mecão no Sul do País. Americano é assim, não desiste nunca, a despeito do horário “pornográfico” das 14 horas. Medo do rival de ver repetido o vexame dos “hermanos” no jogo Brasil e Argentina no meio da semana. “Apagão” por apagão, aquele de Resistência foi ímpar...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mesmo com uma campanha que não é do agrado de seu exigente torcedor (onze derrotas e quatro empates em 27 jogos), o meu glorioso e querido América ainda se encontra na nona colocação, longe do G4 e da ZR. Posição intermediária. Não “fede e nem cheira”! Como se pode perceber, com facilidade, tem equipe pior do que o Coelho. Poderia estar em situação melhor, mormente após o início avassalador (quatro vitórias nas quatro primeiras rodadas).
A SITUAÇÃO pode piorar amanhã, vez que enfrenta o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), no Eco Estádio, ao lado do Parque Barigui, em Curitiba. Um torcedor americano estará no estádio, com certeza: o amigo Alexandre Chiquiloff, mineiro de Bambuí, que mora em Curitiba e sempre representa a todos nós nos jogos do Mecão no Sul do País. Americano é assim, não desiste nunca, a despeito do horário “pornográfico” das 14 horas. Medo do rival de ver repetido o vexame dos “hermanos” no jogo Brasil e Argentina no meio da semana. “Apagão” por apagão, aquele de Resistência foi ímpar...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
De Letra
DE LETRA Nº 773 (QUARTA-FEIRA, 03-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente o meu Coelho não jogou na terça-feira! Assim, abriu-me a possibilidade de voltar ao normal, vez que quarta-feira (hoje) é dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos prezados leitores de meu modesto Blog internacional. O americano mais crítico do nosso glorioso e querido América é o Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR (sábado, ele deve acompanhar Galinho paranaense e Coelho, em Curitiba). O leitor disse que, este ano, já passou da etapa de ficar “p da vida”. Ele considera o nosso elenco razoável, mas “temos ali um problema recorrente do ano passado: jogadores sem nenhuma empatia com a nossa camisa”, que jogam “sem nenhuma empolgação e deixaram nossa torcida ferida, com sete resultados horríveis em sequência dentro de casa”. E “ainda saem de campo se estapeando”. Para o Alexandre, parece que “um quer ver a caveira do outro”. E encerra a mensagem: “Aí tem e não ficaremos sabendo da metade. Mesmo assim, espero que a sorte volte para o nosso lado e que o Estádio Independência seja a nossa redenção. Temos a faca e o queijo nas mãos. E que não falte vergonha na cara”.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente o meu Coelho não jogou na terça-feira! Assim, abriu-me a possibilidade de voltar ao normal, vez que quarta-feira (hoje) é dia de amenidades, casos, “causos”, jogar conversa fora e divulgar mensagens dos prezados leitores de meu modesto Blog internacional. O americano mais crítico do nosso glorioso e querido América é o Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba/PR (sábado, ele deve acompanhar Galinho paranaense e Coelho, em Curitiba). O leitor disse que, este ano, já passou da etapa de ficar “p da vida”. Ele considera o nosso elenco razoável, mas “temos ali um problema recorrente do ano passado: jogadores sem nenhuma empatia com a nossa camisa”, que jogam “sem nenhuma empolgação e deixaram nossa torcida ferida, com sete resultados horríveis em sequência dentro de casa”. E “ainda saem de campo se estapeando”. Para o Alexandre, parece que “um quer ver a caveira do outro”. E encerra a mensagem: “Aí tem e não ficaremos sabendo da metade. Mesmo assim, espero que a sorte volte para o nosso lado e que o Estádio Independência seja a nossa redenção. Temos a faca e o queijo nas mãos. E que não falte vergonha na cara”.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
DE LETRA
DE LETRA Nº 772 (SEGUNDA-FEIRA, 01-10-12)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estou escrevendo tarde assim, não, por ser curiango (isso sou, vez que vou dormir de madrugada), mas, por ter acordado muito tarde (depois do meio-dia). Afinal, sou um aposentado sem hora (favor não confundir com “senhora”). Eu estava meio relaxado, por não ter visto “filme de terror” no final de semana. Que beleza, o meu glorioso e querido América não jogou sábado e muito menos no domingo! Bom que sobrou tempo para “secar” a “fuleira”, “fajuta” e famigerada duplinha RapoGalo, que, a cada rodada do Brasileirão, cai um pouquinho, igual cabelo de careca. Caindo, caindo, caiu...
MAS, o meu Coelho, mesmo não jogando, caiu uma posição: de oitavo para nono lugar. Quem diria, o Mecão, que foi líder da Série B e ficou no G4 durante bom tempo no início da competição, já é o nono? Sinal de alerta fígado. E tem que procurar a reabilitação em Curitiba no sábado que vem, encarando o Galinho dos Ricos (o paranaense, bem entendido), no horário pornográfico das 14 horas, com um só torcedor seu na arquibancada, meu amigo Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba. Alex torça por nós! E seja o que Deus quiser. Dá-lhe, Coelho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estou escrevendo tarde assim, não, por ser curiango (isso sou, vez que vou dormir de madrugada), mas, por ter acordado muito tarde (depois do meio-dia). Afinal, sou um aposentado sem hora (favor não confundir com “senhora”). Eu estava meio relaxado, por não ter visto “filme de terror” no final de semana. Que beleza, o meu glorioso e querido América não jogou sábado e muito menos no domingo! Bom que sobrou tempo para “secar” a “fuleira”, “fajuta” e famigerada duplinha RapoGalo, que, a cada rodada do Brasileirão, cai um pouquinho, igual cabelo de careca. Caindo, caindo, caiu...
MAS, o meu Coelho, mesmo não jogando, caiu uma posição: de oitavo para nono lugar. Quem diria, o Mecão, que foi líder da Série B e ficou no G4 durante bom tempo no início da competição, já é o nono? Sinal de alerta fígado. E tem que procurar a reabilitação em Curitiba no sábado que vem, encarando o Galinho dos Ricos (o paranaense, bem entendido), no horário pornográfico das 14 horas, com um só torcedor seu na arquibancada, meu amigo Alexandre Chiquiloff, que mora em Curitiba. Alex torça por nós! E seja o que Deus quiser. Dá-lhe, Coelho...
ATÉ a próxima.
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