segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

De Letra

DE LETRA N 807 (SEGUNDA-FEIRA, 17-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Está mais do que provado: treinador não ganha jogos e nem conquista títulos. Isso é função privativa dos atletas, que recebem polpudos salários justamente para tais finalidades. Sempre entendi que são funções de um treinador dar treinamentos, escalar sua equipe e fazer as substituições necessárias. Ele não marca e nem salva gols. Então, estou com o ex-companheiro do extinto jornal “Diário da Tarde”, Otávio di Toledo, para quem houve algo a mais com o nosso ex-técnico Silas, para que ele fosse dispensado. Uma inexplicável dispensa...
PARA quem foi derrotado pelos reservas da Raposinha/saltitante e pelo Minas/Sete Lagoas e empatou com outros dois clubes da interlândia mineira, claro que a sua situação está quase drástica, mormente se o americano lembrar que o nosso próximo adversário é o Galinho/sem/esporas. Clássico dos desesperados, já que o Mecão em oitavo lugar tem um pontinho apenas a mais do que o grande rival, em nono.
ONTEM foi muito engraçado! Voltando a jogar mal e a preocupar seu sofrido torcedor, o Coelho convidou o adversário para vencer a partida. Não deu outra. Depois que o nosso ex-ídolo Fábio Júnior perdeu um “gol feito” (seu lado americano falou mais alto), o também ex-americano Micão pensou diferente e marcou o gol da vitória de seu time. Fazer o quê? Melhor é deixar para lá...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

DE LETRA N 806 (SEXTA-FEIRA, 14-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Ufa, finalmente uma vitória no nosso Gigante do Horto, estádio que o meu glorioso e querido América vinha, desde o ano passado, empatando quase todas e perdendo de quando em vez. Vencer, mesmo, que é bom, nada! Anteontem, esteve mal no primeiro tempo, melhorando um pouco no segundo, com algumas peças sobressaindo, com o goleiro Mateus, o atacante Obina, o lateral esquerdo Gilson, o armador Betinho e o atacante Henrique. Uma vitória magra pelo placar menor, mas muito importante, pois tirou o meu Coelho da incômoda zona de rebaixamento.
MESMO com pouco tempo (assumiu ontem), o novo treinador Moacir Júnior deve melhorar bastante o astral do Mecão, que, depois de amanhã, enfrenta o Minas, em Sete Lagoas. Será um dia “chato” para o torcedor americano, ter que enfrentar o Fábio Júnior, um dos nossos maiores ídolos. Chato também para o atacante, que, na certa, vai tentar marcar um golzinho em seu ex-companheiro de clube Mateus. Para mim, uma vitória de um a zero será o suficiente...
ATÉ a próxima.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

De Letra

DE LETRA N 805 (QUARTA-FEIRA, 12-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora (meus casos e os causos do advogado Délio Gandra), ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como falar de amenidades se a coisa está “preta” no meu Coelho? Atenção leitor, a Ademg informa: sai Silas e entra Moacir Júnior. É sempre assim: como o clube não pode mandar o time todo embora, manda apenas um, o pobre coitado do treinador, o menos culpado de todas as “desgraças” ocorridas. Tal mudança vai dar certo? Só o tempo dirá. Entretanto, posso antecipar: uma coisa é ser treinador do Tombense, outra, diametralmente oposta, é ser treinador do América. É aquela estória, a camisa pesa...
FALTAM três horas e poucos minutos para o início do jogo de logo mais em nosso belo e confortável Independência, contra a sempre imprevisível URT. Jogo de seis pontos, vez que o adversário está na frente do Coelho na classificação da primeira fase do Estadual. Já estou “concentrado”. Se der, falo do jogo nesta modesta coluna após a partida. Caso contrário, o comentário fica para sexta-feira.

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

De Letra

DE LETRA N 804 (SEGUNDA-FEIRA, 10-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Os times da interlândia mineira não tomam conhecimento dos protegidos da duplinha RapoGalo (vide a “traulitada” que o Tombense e o Tupi deram no Galinho/sem/esporas e o aperto que a Raposinha/saltitante está passando diante dos chamados menores). Colocando times reservas ou mistos, então! Com o meu glorioso e querido América tem nada disso. A duplinha coloca times praticamente reservas e “deita e rola”, fazendo “gato e sapato” do meu Coelho...
ONTEM, senti vergonha! A Raposinha escalou um time qualquer (o goleiro Fábio mais dez) e colocou o medroso Coelho na “retranca”, morrendo de medo, com apenas o Obina na frente, “brigando contra os moinhos”. E, se não fosse o goleirão Mateus, sei lá, poderia ter sido uma sonora goleada. E, para completar, o Coelho tomou dois gols idênticos, “manjados”, de acordo com a filosofia de jogo implantada nos azulados pelo treinador Vanderlei Luxemburgo: falta cobrada da lateral do campo, mormente do lado esquerdo, com o goleiro saindo mal do gol e os zagueiros “dormindo” na área. Estáticos. Quanta inocência e falta de atenção!
PS – O Mecão já está na zona (de rebaixamento, bem entendido). E sem treinador (o Silas foi embora). Sem time também! Alguma novidade, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional?

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014



DE LETRA N 803 (SEXTA-FEIRA, 07-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Soprador de apito” de sorte o Emerson de Almeida Ferreira, que apitou o jogo do Galinho/sem/esporas com o Tombense, de Tombos, no estádio do meu glorioso e querido América (leia-se Independência), na noite de anteontem! Por pouco, o distinto teria transformado a vitória do time interiorano em vitória galista. Por sorte dele, o goleirão Flávio defendeu o “fajuto” pênalti inventado pelo “homem de preto”. Ora, a falta foi visivelmente fora da grande área. Um lance nítido! Todo mundo viu (no estádio e na “telinha”). Menos, quem tinha a obrigação maior de ter visto: o árbitro. Só se ele tinha a intenção de honrar o “fuleiro” e inexistente “caiu no Horto tá morto”. Quanta besteira...
O MEU Coelho “tropeçou” em sua estreia no Gigante de Horto (empate com o Tupi). Agora, em sua estreia no Mineirão, depois de amanhã, vai tentar fazer prevalecer o velho tabu com a Raposinha/saltitante. Falou que é azul, é com o Coelho mesmo!
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014



DE LETRA N 802 (QUARTA-FEIRA, 05-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades (alô grande amigo Maurinho, do “Bareto” do meu Gutierrez), ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. E, vamos que vamos, vez que, no próximo domingo, tem Raposinha/saltitante pela frente. Raposa é o prato predileto do Coelho...
A MEU sentir, a mídia esportiva paulistana deveria assumir a sua “mea culpa”, por ter ajudado a torcida corintiana a alcançar o auge da estupidez, invadindo e tentando agredir os atletas que, um dia, foram seus ídolos. A mídia da “pauliceia desvairada” deu imensa ênfase ao tal “bando de loucos”, na decisão do mundial de clubes. Os tais “idiotas” acreditaram que eram loucos e, deu no que deu. Esqueceram de “cortar as asas” dos “loucos”. Cresceram demais. Agora, que convivam com tanta ignorância...
TOMARA que ninguém chame americano de “louco”. Um bando de loucos é uma adjetivação que não cabe no torcedor americano, uma torcida formada por pessoas civilizadas. Uma torcida que sabe que futebol é um esporte saudável que une os povos. Ora, o velho ludopédio é um esporte que tem um vencedor, um perdedor ou um empate. Não poderia ser a estupidez de uma torcida que determinasse o resultado de uma partida de futebol...
ATÉ a próxima.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

De Letra

DE LETRA N 801 (SEGUNDA-FEIRA, 03-02-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A cada momento, uma desculpa esfarrapada! Bola, gramado, calor e início de temporada. Ora, a bola é igual para todos os atletas. O gramado, idem. Início de temporada também vale para todos os clubes. O calor, para não fugir à regra, também prejudica os 22 atletas em campo. Então, o melhor seria que todas as equipes jogassem futebol e deixassem as desculpas no vestiário. Ou na concentração, que fica mais longe dos estádios...
NÃO há desculpa para o fraco futebol jogado até agora nas duas rodadas iniciais do campeonato mineiro de 2014 pelos três grandes das Minas Gerais. O meu glorioso e querido Coelhão empatou com o líder Tupi e o Tombense. A Raposinha/saltitante venceu “ garfado” a URT e empatou com a Caldense. E o Galinho/sem/esporas venceu ajudado pela arbitragem o Nacional de Muriaé e empatou com o Minas de Sete Lagoas. Resumindo: mesmo só enfrentando times pequenos da interlândia mineira, os três considerados grandes de Beagá continuam devendo. E como...
PIOR é que cada grande enfrenta apenas dois grandes no estadual. O meu Coelho enfrenta o primeiro, a Raposinha, no próximo final de semana. Será que o time do treinador Silas vai, finalmente, entrar em campo para valer? Ou vai continuar nos enganando, com um empate aqui, outro acolá? Tudo igual no ano passado? Ora, o torcedor americano não aguenta mais...

ATÉ a próxima.