segunda-feira, 2 de junho de 2014

De Letra

DE LETRA N 838 (SEGUNDA-FEIRA, 02-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “O ser humano não pode deixar de cometer erros; é com os erros que os homens de bom senso aprendem a sabedoria para o futuro”. Claro que não é uma máxima do Zé Migué, que não passa de um “Putarco” da vida. Mas, do notável filósofo Plutarco. Quanta sabedoria! Início de coluna filosófico, para explicar os “frangos” dos goleiros Mateus (do Coelhão), Giovanni (do Galinho) e Fábio (da Raposinha), em espaço de tempo bem curto. Como nada tenho com a vida dos adversários (sou Mecão e pronto), digo ao goleirão Mateus que os erros fazem parte da vida de qualquer ser humano, que comete erros, sim, mas, somente com eles os homens de bom senso aprendem a sabedoria do futuro. E que futuro você tem! Levante a cabeça e feche as pernas que dias melhores virão...
SÓ quero saber qual América é o de verdade: o que derrotou o líder Ceará e o terceiro colocado Joinville (ambos tomaram de três) ou o que foi goleado por Atlético/GO e Náutico, que estavam na zona de rebaixamento. Que coisa! O americano Alexandre Chiquiloff disse que sua mulher, que “nada sabe do velho ludopédio”, falou para ele que todo ano é igual: ele se empolga no início e depois é aquele sufoco. O leitor espera que o susto das duas derradeiras rodadas coloque o Coelho nos trilhos de novo. E amanhã tem a Lusinha paulista. A conferir...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

De Letra

DE LETRA N 837 (SEXTA-FEIRA, 30-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não estou entendendo mais nada! Uma derrota normal sendo transformada em “cavalo de Troia”. Ora, quanta besteira. Será que alguém menos avisado, é claro, estava achando que o meu glorioso e querido América era invencível? Ora, no futebol mundial, não existe, nunca existiu e jamais existirá uma equipe imbatível, nem mesmo o poderoso Santos de Pelé, Coutinho, Pepe, Zito e companhia. Nem a Raposinha de Tostão e Dirceu Lopes, o Galinho de Toninho Cerezo e Reinaldo Lima, o América/MG de Jair Bala e Juca Show, o Palmeiras de Ademir da Guia e o Botafogo de Didi e Garrincha. Ganhar a maioria de seus jogos é uma coisa. Outra, completamente diferente, é vencer todas. Só se conhece uma equipe que foi imbatível: a Seleção Brasileira, jogando com Pelé e Garrincha ao mesmo tempo. Também, grande vantagem! O adversário colocava três marcando o Pelé e três marcando o Mané, sobrando apenas cinco jogadores para a marcação dos outros oito brasileiros (o goleiro não se conta)...
BOM, o Galinho intermediário (o goiano, bem entendido) é para ser esquecido. Vida que segue! Agora é “encarar” o Náutico, amanhã, em Muriaé. Bola para frente. Mais três pontos e o trem nos trilhos novamente. Depois, a Portuguesa, no Canindé. E pausa para a Copa do Mundo. Hexa? Depende da genialidade do Neymar. E de seis companheiros, também. Pena não ter um jogador sequer do meu Coelho. Obina, o injustiçado...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

De Letra


DE LETRA N 836 (QUARTA-FEIRA, 28-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Como falar de amenidades depois da noite de ontem? Que pesadelo! Foi um “balde de águia fria” no torcedor americano, como o Alexandre Chiquiloff, mineiro radicado em Curitiba/PR, vibrando com as cinco vitórias e os dois empates nas sete rodadas iniciais do Brasileirão da Série B. “Tá bonito demais”, exclamou o prezado leitor de meu modesto Blog internacional. Mas, de repente, nada mais do que de repente, o Coelho tem o Galinho intermediário pelo caminho, o goiano, no belo Serra Dourada. Que coisa horrorosa...
JOGO dos sete erros! O rival só aproveitou três e tratou logo de marcar os gols necessários para uma vitória tranquila. E falhou justamente quem vinha tendo atuações quase perfeitas, ou seja, o goleirão Mateus e os dois zagueiros. Mateus saiu “catando borboletas” no primeiro gol e os zagueiros falharam feio nos dois outros. Faltou a velha humildade de dar chutão para o lado que o nariz apontava. Yes, pronto e vamos andando, como diria o sumido amigo Heleninho Leitão! Que coisa feia é essa? Feio foi permitir os gols que levou. Ah, Coelho, dessa vez foi imperdoável. Como entender apenas um chute em gol no primeiro tempo e uma ligeira melhora no segundo? Muito pouco para quem fala em Série A...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

De Letra

DE LETRA N 835 (SEGUNDA-FEIRA, 26-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Em mensagem, o americano Alexandre Chiquiloff informou que os americanos de Curitiba/PR se reuniram em sua casa para celebrar mais um capítulo bonito de nossa história, a vitória sobre o “Coelho Catarina” (Joinville), muito importante, um marco de um novo tempo nas arquibancadas (três a um no Joinville, liderança invicta e absoluta com três pontos a mais do que o segundo colocado, 20 mil pagantes e dez mil de fora do Mineirão sem ingresso). Público maior do que o da maioria da Série A. E uma bela atuação. Para o querido sobrinho Felipe Amore Santiago, foi uma grande noite para o nosso Coelho. Para ele, eu e o Coelho “precisaram passar por um momento mais delicado para voltar mais forte do que nunca”. Valeu, amigos!
MAS, três dias após, o Coelho, ao que pareceu, fez tudo ao contrário, fazendo uma fraca atuação, das piores dos últimos tempos. Jogou muito recuado, o time foi muito alterado pelo treinador e, por pouco, o fraco Santa Cruz não “faturou” os três pontos. O Mecão só reagiu após levar o gol solteiro dos pernambucanos, marcando o gol de empate e mais um ponto no embornal. É aquela estória: “de grão em grão a galinha enche o papo”, como diria o velho deitado, digo, ditado. Amanhã, o jogo será bem mais complicado: o Galinho intermediário (de Goiânia), no Serra Dourado (os outros dois galinhos são o rico paranaense e o pobre mineiro)...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

De Letra

DE LETRA N 834 ( SEXTA-FEIRA, 23-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como troquei as amenidades de quarta para sexta, por causa da noite inesquecível da última terça-feira (20 mil americanos no Mineirão e dez mil impossibilitados de entrar no estádio, além da bela vitória e da liderança), vamos lá: o americano Alexandre Chiquiloff, mineiro radicado em Curitiba/PR, disse estar feliz com a minha volta ao Blog. Obrigado! Ele está de bronca com o Uram FC, digo, América/MG, já que achava ser nebuloso o nosso futuro sob o comando do empresário carioca, isso por que nas araucárias  o Paraná Clube fez a mesma parceria e ela durou somente um ano, pois o time caiu para a Segundona do Paranaense e quase caiu na Série B. Mas, depois de alguns jogos razoáveis, o leitor acha que o nosso Coelhão não vai passar “tanto perrengue” e ele volta a ter esperança, mas de olho no Uram. Afinal, “pé de Coelho é nosso”!
JÁ o americano Marinho Monteiro lembra o saudoso Figueiredo, americano de Ubá/MG, quando o encontrava em um hotel na orla capixaba. Ele berrava nos corredores do hotel por volta das 6 horas da manhã “acorda mineirada, o Coelho é o maior”. Afirma que, naquela época, era rir à toa, como diria o inesquecível Carlos César Pinguim (repórter azulado da Rádio Itatiaia), com o Coelho sendo campeão estadual de 1993, praticamente invicto (só não foi por causa de um maroto pênalti em Itabira, a favor da pedra no sapato chamado Valério)...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

De Letra

DE LETRA N 833 (QUARTA-FEIRA, 21-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, seria dia de amenidades e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Mas, diante da já inesquecível noite de ontem, sou obrigado a mudar meu esquema. Entre amenidades e o Coelho, sou mais o verde mais lindo do futebol brasileiro. Sempre que diziam que o meu clube não tinha torcida, respondia com um lacônico “futebol é motivação”. Ora, sem motivação ninguém vai a campo. Somente os fanáticos de plantão. O atento leitor presenciou o fenômeno: 20 mil pagantes dentro do Mineirão e outros 20 mil obrigados a voltar para casa, na impossibilidade de entrar no estádio. Quem poderia prever um público de 40 mil pessoas no estádio, se o nosso público em Beagá tem sido de mil e poucas “almas penadas”?
ORA, motivação o americano tinha de sobra para ir ao Mineirão: um Coelho líder, invicto e absoluto, melhor ataque e melhor defesa, que poderia colocar três pontos a mais do que o segundo lugar, o próprio adversário Joinville, como, aliás, colocou. E colocou uma margem de pontos boa em relação ao quinto colocado. Um G4 folgado, ainda na sexta rodada.
PS - Tomara que a amarga lição tenha sido aprendida. Acreditem na torcida americana (ela existe, sim) e na força do Coelho. Da próxima vez, coloquem mais ingressos à venda e abram mais portões...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

De Letra

DE LETRA N 832 (SEGUNDA-FEIRA, 19-05-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Há exato um ano fui internado no Hospital Luxemburgo, com sérios problemas de saúde, com direito até a UTI (pneumonia e anemia). Estive do outro lado da vida, mas o Criador entendeu que ainda estava cedo. Ainda continuo longe do maldito cigarro e do velho “guaraná”. E perto do meu glorioso e querido América, líder, invicto e absoluto, quem diria? Esse Brasileirão da Série B, ao que parece, tem cara de Coelho. Que belo início de competição: quatro vitórias e um empate, onze gols marcados e apenas dois sofridos. Melhor ataque e melhor defesa. E, de quebra, o melhor saldo. O que americano quer mais?
TEM mais é que encher o Mineirão na noite de amanhã, contra o Joinvile, em jogo que vale a liderança (os dois estão com 13 pontos ganhos). Então, não tem conversa: é espancar logo o adversário, sem dó ou piedade. O Coelho tem que mostrar para todo o país que quem manda no seu terreiro é ele. O resto tem que apanhar calado. Aliás, rival calado já está errado...
PS – O americano Marinho Monteiro lamenta a morte prematura do publicitário americano AFO, que está presente na arquibancada americana do Céu, “mais cheia do que aqui embaixo”. O leitor espera que o nosso Coelho busque o título, para homenagear os americanos que já se foram e renovar a nossa “guerreira torcida”. E encerra sua mensagem, mandando um “abraço verde”, que agradeço e retribuo.

ATÉ a próxima.