quarta-feira, 2 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 851 (QUARTA-FEIRA, 02-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Quinzinho, no “Mais Barato”, o melhor bar do meu Gutierrez em todos os tempos. Acabou a “mamata”, em que os considerados grandes do futebol mundial (Brasil, Alemanha, Itália e outros) nem tomavam conhecimento dos chamados pequenos (Costa Rica, Nigéria, Japão e outros). Era uma goleada atrás da outra. Mas, com a globalização do futebol, virou tudo japonês, ou seja, tudo igual...
É só pegar a escalação dos antigos pequenos e conferir onde atuam os seus principais jogadores. Naturalmente, no futebol europeu, em Barcelona, Paris e Madri da vida. Então, não pensem os menos avisados que será tranquilo o jogo de depois de amanhã contra a Colômbia. A meu sentir, bem mais complicado do que o contra o Chile. Será mais um teste para cardíaco. Acho bom Neymar e companhia ficarem com os olhos bem abertos. Passando pela Colômbia, ficaria menos complicado, enfrentando somente adversários fortes, na semifinal e final. A conferir...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

DE LETRA N 850 (SEGUNDA-FEIRA, 30-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Brasil só pegou peixe miúdo na Copa do Mundo. Croácia, México, Camarões e Chile, historicamente, nunca “meteram medo” em ninguém. Mesmo assim, só venceu dois deles no tempo normal (Croácia e Camarões) e empatou com os outros dois (México e Chile). Só sufoco! Pobre coração do torcedor brasileiro. No Mineirão, no último sábado um morreu e outros chegaram no limite do sofrimento. Agora vem a Colômbia, que muitos estão temendo. Pô, Colômbia? Antigamente era para mais de oito. É só perguntar, caro leitor, ao Evaristo de Macedo, ex-jogador e treinador, qual era a caixa de tal rival. Teve um jogo no final da década de 50, acho que, coincidentemente, contra a própria Colômbia, que o ex-atacante marcou cinco gols (o jogo terminou nove a zero). Esses times, agora, nos metem medo...
BOM era nos nossos áureos tempos. Por exemplo, na Copa do Mundo de 1958, na Suécia (nosso primeiro título). Caro e atento leitor, sabe qual foi o grupo do Brasil? Nada mais nada menos do que as fortes Inglaterra, Rússia e Áustria. E o Brasil (de Pelé e companhia) venceu (e bem) os dois últimos (dois a zero e três a zero) e empatou com o primeiro (zerado, por culpa do goleirão inglês, que “fechou o gol”). Bons tempos...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 27 de junho de 2014


DE LETRA N 849 (SEXTA-FEIRA, 27-06-14)

MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! Faltam poucos dias para o retorno do meu glorioso e querido América aos gramados brasileiros. Pouco mais de duas semanas. Tempo idêntico para o encerramento da Copa do Mundo. Quem vai vencer? Hexa brasileiro ou tetra alemão? O problema é que a minha quase infalível “bola de cristal” está de férias. Mas, se o Brasil melhorar um pouco fica com o “caneco” na maior facilidade. Que negócio é esse de ter medo de Chile? Nos bons tempos (três vezes no Mundial, passando pela Copa América) só dava Brasil. E tudo com resultados superiores a três gols. É só Neymar inspirado e ajudado pelos seus companheiros. É sair para o abraço e ficar sabendo qual o próximo adversário...

O atacante uruguaio Luiz Soares levou uma rigorosa suspensão de nove jogos, ficando de fora do restante da atual Copa do Mundo e, provavelmente, da próxima. Fora a pesada multa. Mesmo levando-se em conta a gravidade de sua falta disciplinar, entendo ter sido exagerada a punição. Ora, morder um semelhante, ainda que rival, é uma falta intolerável. Coisa canibalesca. E foi sua terceira vez! Até onde o “gringo” pretende chegar? Com ele não teve sequer “morde e assopra”. Mordeu e pronto! Quem criou a “cobra” que tome conta dela. Mas, que nove jogos de suspensão foi um intolerável exagero, foi. Isso não existe! Somente na cabeça dos “velhinhos” da Fifa...

ATÉ a próxima.

 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

De Letra

DE LETRA N 848 (QUARTA-FEIRA, 25-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Coelho, internacional, quem diria, vendeu os direitos econômicos do goleiro Mateus para o futebol europeu. O atleta tinha tanto crédito (foi responsável por várias vitórias e títulos do Mecão desde as categorias de base), que nem os seus recentes “homéricos frangos” tiveram o condão de evitar sua transferência internacional. Para ele, o torcedor americano deseja todo o sucesso possível. Vamos acompanhar tudo pela telinha, vez que o futebol português é exibido por uma emissora de televisão brasileira. Agora, é esperar pelo próximo ídolo americano da camisa um...
TROCANDO de assunto. Do América para a Seleção Brasileira. Dois galistas estão na Seleção (o goleiro Vitor e o atacante Jô) e outros sete já jogaram na fuleira duplinha RapoGalo. Um deles, até no Coelho (Fred). Portanto, nove ao todo. Então, se o treinador Luiz Felipe Scolari fosse inteligente, o que ele faria? Simplesmente escalaria os nove mais o fenomenal Neymar. Aí, o caro e atento leitor iria dizer que não existe time de futebol com dez jogadores. Certo! Estaria faltando um! Ora, muito simples a solução do problema: era só convocar o americano Obina. Obina nos chilenos no próximo sábado, para balançar o Mineirão. Pois é, os brasileiros vão ter que engolir o atacante Hulk mais uma vez. Dá-lhe, bola! Fazer o quê? Dá-lhe, Brasil!

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

De Letra

DE LETRA N 847 (SEGUNDA-FEIRA, 23-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Metade do Mundial já passou. Agora é esperar pela outra metade (a principal e decisiva), para que tudo no país volte ao normal, com o Brasileirão até dezembro próximo. Por enquanto, o meu glorioso e querido América (é o que me interessa mais de perto) está na quarta colocação, no G4. O que me assusta é que no início da Série B o Coelho liderava de maneira invicta a competição, mas, de repente, levou três “tamancadas”, quase pondo tudo a perder. Essa queda vertiginosa ninguém conseguiu explicar até hoje, se é que tem uma explicação plausível. Afinal, ninguém se esquece de como se pratica o velho ludopédio. É como andar de bicicleta: ninguém esquece. Ou como foi a primeira vez. Não dá para esquecer...
DE repente, olho em minhas anotações, uma velha mania, notando que esta é a coluna de número 847. No meu modesto Blog internacional, bem entendido, vez que, contando com as 6.625 que escrevi no extinto jornal Diário da Tarde (quanta saudade!), totalizam 7.472. Haja assunto! Depois os invejosos dizem que o Coelhão não gera assunto. E como...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 846 (SEXTA-FEIRA, 20-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Nunca vi, mesmo não sendo “quadrado”, um selecionado ter dia livre, fora da concentração, após um inexplicável empate zerado com o México, que jogou em uma “retranca” danada e contou com defesas incríveis de seu goleiro. Teve jogador que passou a noite em um hotel com a namorada, pagando diária de quatro mil reais. Uma “bagatela”! E ninguém falou nada. Nem “manifestação” teve. O que os demais jogadores fizeram na folga ninguém ficou sabendo. Deixa para lá! Afinal, nada tenho com a vida alheia. O problema é do treinador Luiz Felipe Scolari. Sua cabeça é que está em jogo. Seu destino profissional, melhor dizendo...
CONTINUAM falando do pênalti no Fred contra a Croácia (para mim, foi claro). Os argentinos, então, estão “deitando e rolando”, gozando os brasileiros. O americano Marinho Monteiro pergunta aos “hermanos” como foi o gol de “mano de Dios” do Maradona, no Mundial de 1986. Para o leitor, só pode ser comparado com o inigualável Pelé quem for tri mundial e marcar mais de mil gols na carreira. E na Copa de 1978, indaga. “Meu Deus do Céu!”, exclamou o Marinho, concluindo que “aquilo foi uma ofensa a qualquer princípio ético”. Até hoje, Marinho, os “gringos” não explicaram a goleada de seis a zero no Peru, “comprando” o goleiro rival, tirando o Brasil da final. Se é que tem explicação...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

De Letra

DE LETRA N 845 (QUARTA-FEIRA, 18-06-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Não estou alarmado, como muitos brasileiros, por causa do empate zerado de ontem com o México. No velho ludopédio tem tempo para tudo, vencer, perder e empatar. Até que o Brasil criou algumas oportunidades de marcar o gol da vitória, mas esbarrou nas incríveis defesas do desajeitado goleiro mexicano (Cantinflas de chuteiras). Tem nada não! A classificação vai chegar na nossa terceira partida (Camarões que se cuide), exatamente como ocorreu nos Mundiais de 1958 (na Suécia) e 1962 (no Chile), quando o Brasil empatou seus segundos jogos contra ingleses e eslovacos, também zerados. Cá para nós, se o Brasil não vencer Camarões, vai vencer quem? Melhor teria sido não trazer a Copa para o nosso País...
EM carinhosa mensagem, o americano Marinho Monteiro lembra minha coluna no extinto jornal Diário da Tarde, uma em especial, quando o nosso Coelho “sapecou” quatro no Galinho/sem/esporas, em que citei um trecho do samba enredo da Escola de Samba Salgueiros, campeã, também, de 1993 (“hoje eu vou tomar um porre, não me socorre, estou feliz”). Hoje, quem diria, eu iria de suco de laranja, que vergonha! Para o leitor, é inesquecível: “Segunda-feira era dia de correr para a banca logo cedo para comprar o DT. Era ler o Miguel e sair para o abraço. E que a duplinha se exploda”. Obrigado, amigo Marinho...

ATÉ a próxima.