terça-feira, 15 de julho de 2014

DE LETRA

seu ilustre representante. Está tudo em seu devido lugar. O Mecão segue firme no G4 e se prepara para receber o Oeste, de Itápolis/SP, depois de amanhã, ainda no Gigante do Horto, em jogo bem mais difícil. O futebol da interlândia paulista é muito forte. Mesmo assim, sou mais o meu glorioso América. Forte? Fumo de rolo é bem mais. DE LETRA N 857 (QUARTA-FEIRA, 16-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois dos filmes de terror encenados pela Seleção Brasileira na encerrada Copa do Mundo (até de sete a equipe do treinador Luiz Felipe Scolari perdeu, perdendo o rumo, também), fica até difícil criticar o time da gente. Ontem, à noite, foi de lascar, mormente no primeiro tempo, em que o meu glorioso e querido América deu somente um chute em gol. Só, mais nada! No segundo tempo, o Coelho voltou um pouco melhor, principalmente com as entradas de Tchô, Júnior Negão e Dinei. Mudou tudo! Outro jogo, a despeito da “retranca” do Paraná Clube, que só não conseguiu evitar o nosso gol salvador, com a firme cabeçada do zagueiro Vitor Hugo, depois de cruzamento perfeito do Dinei, quase no finalzinho da partida. Que sufoco...
YES, pronto e vamos andando, como diria o sumido amigo galista Heleninho Leitão! Salve Paris, digo, Pará de Minas e Entretanto, minha saudosa bisavó fumava e achava fraquinho. O fumo, bem entendido...
ATÉ a próxima.


domingo, 13 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 856 (SEGUNDA-FEIRA, 14-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não chore por mim, Argentina! Conselho aos hermanos: evitem as gozações antes do momento certo. Que bobagem essa estória idiota de gozar os brasileiros, que não estão nem aí para vocês. Fiquem na sua, gringos! O Brasil levou de sete da Alemanha, sim! E daí? Coisas do velho ludopédio! Perder para o campeão não é vergonha! E, como sete é conta de mentiroso, acho que a Argentina não conquista nada há sete longas Copas (cozinha, área de serviço etecétera). Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Se a última conquista dos hermanos foi em 1986 (com a ajuda substancial da famosa “mano de Dios” do tal Maradona), é só procurar nos “alfarrábios”: 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010 e 2014. O último título do Brasil foi em 2002, bem mais recente. Ora, “morrer na praia” (na prorrogação da partida final) é mais doloroso do que cair antes da hora (na semifinal)...
E, além do mais, caros hermanos, o Brasil ainda é o maior ganhador de Copas, com cinco conquistas, na frente de Alemanha e Itália (quatro, cada), Argentina e Uruguai (duas, cada), França, Inglaterra e Espanha (uma cada). Seriam precisos mais dois Mundiais para que algum país ultrapasse o Brasil. Em 2018, na Rússia, somente Alemanha e Itália poderiam empatar com a gente, passando de tetra para penta, o que o Brasil já é, enquanto a Argentina continuará com duas (uma com gol de mão do Maradona, o baixinho que queria ser grande como o inigualável Pelé e outra “comprando” o goleiro do Peru para tirar o Brasil da final de 1978).
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 11 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 855 (SEXTA-FEIRA, 11-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente, está chegando ao fim uma Copa do Mundo que não vai deixar saudades, pelo menos para nós, brasileiros, que sofremos a maior humilhação de todos os tempos, uma goleada inexplicável de sete a um para os alemães. Uma coisa que nunca existiu e, creio, não irá acontecer novamente, nem se a Alemanha enfrentar o Paquistão no Mundial. A meu sentir, é o segundo fato sem explicação em Mundiais essa esquisita goleada, sem que o Brasil esboçasse ao menos uma ligeira reação. A outra foi aquele problema do Ronaldo “Gorducho” na Copa de 1998. Pois é, boca fechada não entra mosquito. Cadê a transparência, gente? Enterrada em “cova rasa”, naturalmente...
AMANHÃ tem a semifinal (Brasil e Holanda) e domingo a final (Alemanha e Argentina). Interesse zero para qualquer brasileiro, se bem que o ideal para a maioria dos brasileiros é uma vitória nossa e outra da Alemanha, mesmo tendo ela judiado tanto com a gente. Domingo todo brasileiro é “alemão desde criança”. Eu também! Como todo bom brasileiro, também “adoro os hermanos”...
BOM é que o que interessa mais a nós, americanos, é o Brasileirão da Série B, que recomeça na próxima semana, com o meu glorioso e querido América recebendo, em seu belo e confortável Estádio Independência, o Paraná Clube. Atualmente, no G4 (está na quarta colocação), o Coelho vai começar a reação para retomar a liderança da competição. O destino é um só: mais uma volta ao Brasileirão da Série A.

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 854 (QUARTA-FEIRA, 09-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O Canarinho indagou: “alguém anotou a placa da carreta que me atropelou?”. Outra indagação: “o que vou falar lá em casa?”. Foi, seguramente, o maior vexame da centenária história do futebol brasileiro! Um autêntico “Mineirazo”. Bem pior do que o “Maracanazo” de 1950. Do Uruguai perdemos de dois a um; da Alemanha de sete a um. Se já foi inaceitável a derrota de 1950 com o Maracanã lotado, foi muito mais inaceitável a vexatória goleada de ontem, de sete, com o Mineirão lotado. Sete, conta de mentiroso, como “mentirosos” foram vários protegidos do (des)treinador Luiz Felipe Scolari. Família Scolari, pois sim! Pois sim! A família que dá vexame unida permanece unida. De jeito nenhum. Nunca mais. Essa união para 2018, na Rússia, ninguém quer. Que eles vão desfilar na União. Da Ilha do Governador...
CHEGA, perdi o tesão de escrever! Vou esperar pela volta do Brasileirão, na próxima semana. Sou mais o meu Coelhão do que o Canarinho do “garoto propaganda” Felipão...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 853 (SEGUNDA-FEIRA, 07-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Até o momento em que comecei a redigir esta modesta coluna (10 horas de hoje), nada de punição ao jogador colombiano (ou lutador de vale tudo, sei lá) que tirou da Copa do Mundo aquele que teria sido o craque do mundial do Brasil. O que o distinto fez com o Neymar pode ser chamado de tudo, menos de futebol. Quanta covardia! Uma estúpida agressão pelas costas, não dando ao garoto a menor possibilidade de defesa. Será que os “velhinhos” da Fifa estão achando que uma simples mordida nas costas de um italiano é mais grave do que uma joelhada nas costas? O uruguaio pegou nove meses de suspensão pela mordida e uma pesada multa. E o colombiano, como será?
TEM que acontecer com no caso do Joãozinho: a professora sentou-se de mal jeito e os alunos viram suas lindas pernas. E vibraram como se tivesse sido um golaço do Neymar. A mestra passou a perguntar aos alunos o que eles viram. Cada um que falava a parte das pernas que havia visto foi suspenso por determinados dias (uma semana, um mês etecétera), dependendo das partes vistas (canela, joelhos, coxas etecétera). Quando a professora indagou do Joãozinho o que ele havia visto, o esperto garoto simplesmente disse: “professora, até o ano que vem”. Até o ano que vem, também para o colombiano “cavalo de maminha”...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

DE Letra

DE LETRA N 852 (SEXTA-FEIRA, 04-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Americano desde meados da década de 50 (mais precisamente, a partir de outubro de 1955, quando minha família veio de Leopoldina para Beagá), não é de meu conhecimento ter o meu glorioso e querido América cedido um goleiro feito em suas categorias de base para outro clube, mineiro, brasileiro ou de outro país qualquer. Estou falando de goleiro de nível elevado, como o Mateus, que, infelizmente, deixou o meu clube “falando sozinho”, para brilhar no futebol português (Sporting Braga). Vai se juntar ao ala direita Danilo, que atua no Porto. Tomara que o Mateus brilhe intensamente, ao lado do Danilo, na terra de Manoel e Joaquim...
COMO escrevi esta modesta coluna na manhã de hoje, evidentemente que nada poderia falar do jogo Brasil e Colômbia. Afinal, não sou “adivinhão”! Mas, minha expectativa era enorme por uma bela, reabilitadora e esmagadora vitória brasileira, ao contrário de muitos brasileiros, que estavam “borrando na calça” de pavor de quem, historicamente, sempre foi nosso “freguês de caderno”. Quando falo em reabilitadora, estou me referindo ao modo de jogar do nosso selecionado e, não, na campanha, já que o Brasil está invicto, após quatro jogos (duas vitórias e dois empates, no tempo normal). E hoje, como será? Se minha quase infalível “bola de cristal” falasse, tenho certeza de que ela diria que seria uma sonora goleada de quatro. Mas...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 851 (QUARTA-FEIRA, 02-07-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Quinzinho, no “Mais Barato”, o melhor bar do meu Gutierrez em todos os tempos. Acabou a “mamata”, em que os considerados grandes do futebol mundial (Brasil, Alemanha, Itália e outros) nem tomavam conhecimento dos chamados pequenos (Costa Rica, Nigéria, Japão e outros). Era uma goleada atrás da outra. Mas, com a globalização do futebol, virou tudo japonês, ou seja, tudo igual...
É só pegar a escalação dos antigos pequenos e conferir onde atuam os seus principais jogadores. Naturalmente, no futebol europeu, em Barcelona, Paris e Madri da vida. Então, não pensem os menos avisados que será tranquilo o jogo de depois de amanhã contra a Colômbia. A meu sentir, bem mais complicado do que o contra o Chile. Será mais um teste para cardíaco. Acho bom Neymar e companhia ficarem com os olhos bem abertos. Passando pela Colômbia, ficaria menos complicado, enfrentando somente adversários fortes, na semifinal e final. A conferir...

ATÉ a próxima.