domingo, 16 de novembro de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 910 (SEGUNDA-FEIRA, 17-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É um total desrespeito a um dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro. Estou falando do meu glorioso e querido América. Na manhã de ontem (domingo), dois dias após o jogo Coelho e Avaí/SC (na noite de sexta-feira), alguns americanos do meu Gutierrez ainda indagavam o resultado (três a zero para o melhor, o verdão das montanhas, bem entendido). Como já havia lido o jornal de sábado, resolvi conferir e de domingo. Nada, absolutamente nada, pelo menos no jornal “Aqui”, que tem usado sempre o mesmo expediente: por exemplo, “América X Avaí, jogo encerrado após o fechamento”. Desde meus quase 40 anos dentro de uma redação de jornal (o extinto Diário da Tarde) conheço tal fajuto expediente. Ora, jamais vi tal expediente em jogos da fuleira duplinha RapoGalo. Seus joguinhos desinteressantes podem terminar até no início da madrugada que o noticiário completo sai bem cedinho...
ATÉ o tal “Tabelão” do jornal está atrasado. De qualquer maneira, o Coelho está a dois pontos do quarto colocado Ceará, faltando três rodadas para o encerramento do Brasileirão da Série B. Difícil, muito difícil, mas, não custa nada torcer e acreditar. É como gosta de dizer o jovem e brilhante radialista Bruno Azevedo, da Rádio Itatiaia: “acredita América!”. Fé, americano, muita fé! Ah, aqueles seis pontos que o STJD nos tirou! Que falta estão fazendo...
ATÉ a próxima.


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

DE LETRA

LETRA N 909 (SEXTA-FEIRA, 14-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois tem desavisado que afirma não ter o meu glorioso e querido América uma grande torcida. Mentira deslavada! Contem outra piada, meus caros! Até do inspirado poeta português Bocage serve. Mais uma vez, com enorme satisfação, falo e provo: o público pagante do meu Coelho contra o Joinville/SC, no primeiro turno do Brasileirão da Série B, foi superior a 19 mil. O detalhe é que mais de dez mil americanos voltaram para casa por falta de ingressos. Planejamento nota dez dos responsáveis pela organização da partida (desorganização, melhor dizendo). Sabe o caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional qual foi o público pagante do tal Superclássico (?) mineiro? Simplesmente 18 mil galistas. Se a diretoria atleticana tivesse certeza de que sua torcida iria lotar o Mineirão, claro que teria levado o tal joguinho desinteressante para o Gigante da Pampulha. Não foi sem motivo que a partida foi realizada no Gigantinho do Horto. Então, parem com isso enquanto é cedo, como diria meu saudoso irmão cruzeirense Domingos Afonso. O problema, a meu sentir, é que a torcida americana não vai a campo. Torcida enorme o Coelho tem, sempre teve e sempre terá...
PS – Pena que a nossa torcida não comparece aos nossos jogos. Logo mais, por exemplo, tem jogo para estádio (Independência) lotado. O meu Coelhão recebe o Avaí/SC, em jogo de seis pontos. É vencer ou vencer. Caso contrário, “adeus viola” e até o ano que vem...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 908 (QUARTA-FEIRA, 12-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Brigaram tanto pela construção do Mineirão (inaugurado no dia 5 de setembro de 1965), pois consideravam o Independência pequeno para as torcidas do trio CoelhoRapoGalo. Pois é! Anos depois, tem gente achando que o Gigante da Pampulha está muito grande, voltando-se para o Gigantinho da Independência. Como é difícil agradar gregos e troianos, digo, galistas e cruzeirenses! Pobre torcedor mineiro, que vai pagar caro logo mais na decisão da Copa do Brasil, mais amassado do que sardinha em lata. O Gigante do Horto vai ficar tão apertado que a inteligência não irá encontrar espaço para entrar no logradouro. Queria ver se dirigente de clube pagasse ingresso se preço exorbitante seria cobrado. O pobre coitado do assalariado que se dane...
COMO nada tenho com a vida alheia (vai ao jogo de logo mais quem quiser, já que o dinheiro não vai sair do meu bolso), prefiro preocupar-me com o meu glorioso e querido América, que, por causa de um lamentável erro administrativo, perdeu seis pontos no “tapetão” (leia-se STJD) e vai “encarar” uma árdua luta nas quatro derradeiras rodadas do Brasileirão da Série B, tentando, desesperadamente, chegar ao G4. Será que ainda está em tempo? Sei lá! Minha quase infalível “bola de cristal” encontra-se de férias. Quando retornar ao trabalho, pode ser tarde demais...

ATÉ a próxima.

domingo, 9 de novembro de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 907 (SEGUNDA-FEIRA, 10-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Se o saudoso companheiro do extinto jornal “Diário da Tarde”, Victor Couri, maior representante da nossa acolhedora Visconde do Rio Branco na imprensa mineira, fosse vivo, certamente, iria dizer que a Ademg informa (ele foi o primeiro locutor do Estádio Magalhães Pinto, o Mineirão): “o glorioso e querido América do amigo e quase conterrâneo Zé Migué está na nona colocação do Brasileirão da Série B, com 49 pontos ganhos, a quatro pontos dos quartos colocados, BOA/MG, Atlético/GO e Avaí/SC”, faltando apenas quatro rodadas para o término da competição. Será que ainda daria tempo de se chegar ao G4? Muito difícil! Impossível, porém, nem tanto. É só jogar futebol e, não, aquela coisa horrorosa de anteontem. Um combinado da duplinha RapoGalo empatando com o fraco Icasa/CE, em casa...
AH, se não fosse a esdrúxula punição que nos tirou seis pontos que conquistamos dentro das quatro linhas! Com eles, o Mecão estaria hoje com 55 pontos, na quarta colocação, portanto, no G4. Pois é, no meio do caminho havia um “dedo-duro” chamado Joinville, que nos “entregou” de “bandeja” aos “homens da capa preta” do conspícuo Superior Tribunal de Justiça Desportivo. Atleta irregular não pode ser escalado. Somente o Coelho não sabia disso. Deu no que deu (ou está dando, sei lá...). Falar nisso, de quem foi a culpa? Minha, garanto que não foi...
ATÉ a próxima.


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 906 (SEXTA-FEIRA, 07-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Se a “cara de pau” dos mandatários do futebol brasileiro persistir, a Copa do Brasil vai acabar. Poxa, o Zé Migué “pirou de vez”? Nada disso! Estou falando do alto de minha enorme experiência das “mumunhas” do velho ludopédio. Até a década de 60, era disputado o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais. Só dava o eixo Rio/São Paulo, até que, em 1963, Minas Gerais ficou com o título pela primeira e última vez. Uma bela seleção, que tinha quatro americanos como titulares (Hilton Chaves, Amauri, Marco Antônio e Ari). Minas colocou São Paulo na “roda” na grande final (três a zero fora o baile). Mas, a competição foi “tirada do mapa” sem qualquer justificativa da então CBD (hoje, CBF)...
POIS bem! Depois, foi a vez de a CBD acabar com a Taça Brasil. Em 1966, o também meu Santos tentava o hexacampeonato, mas perdeu a grande final para a barropretada de Tostão e companhia (seis a dois e três a dois), que fala nisso até hoje. Também pudera! Realmente, era uma proeza e tanto um clube brasileiro impedir que o sensacional time do Peixe de Pelé e companhia conquistasse um título. Com o “sepultamento” da Taça do Brasil, foi criada a Copa do Brasil, que será decidida por dois clubes mineiros (a famigerada duplinha RapoGalo). Por isso a minha preocupação com o possível encerramento, também, da Copa do Brasil. Como Minas incomoda o eixo Rio/São Paulo...
PS – Futebol de verdade tem amanhã: América e Icasa no Gigante do Horto. É vencer ou vencer! Se é que ainda daria tempo de se chegar ao G4. Acredito! Coisas que só acontecem com o meu Coelho...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

DE LETRA

DE LETRA N 905 (QUARTA-FEIRA, 05-11-14)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Inexiste ato humano sem busca de proveito, já diziam os mais antigos. Então, como perguntar não ofende, nunca ofendeu e jamais irá ofender, indago: o que o traidor Joinville/SC pretendia ao “dedurar” o meu glorioso e querido América. Por acaso o primeiro clube classificado com antecipação para a Série A da próxima temporada precisaria tirar o Coelho do G4 para facilitar a sua vida? Claro que não! Tanto é que se classificou ontem faltando ainda quatro rodadas. Por ironia do destino, o Joinville pode é ajudar seu arquirrival Avaí, que voltou ontem ao G4. O futebol catarinense agradece. O ex-tenista Gustavo Guga Kuerten, torcedor fanático do Avaí, agradece. O Coelho lamenta. Minas Gerais também...
COMO só existe uma vaga no G4 da Série B do Brasileirão (Joinville classificado, Ponte Preta e Vasco quase), a briga pela última vaga deve ser brava. Atlético/GO, Santa Cruz, BOA, Ceará, América/MG, Sampaio Corrêa e Luverdense. Graças ao “dedo-duro” Joinville, que não tinha nada que “futricar” na vida alheia, que prejuízo está tendo, agora e ainda, a terrível punição do STJD, que tirou do meu amado clube nada mais nada menos do que seis importantes pontos. Como eles, o Mecão estaria brigando pelo G4; sem eles, permanece na nona colocação. Mas, no meio do caminho havia uma pedra chamada Joinville. Cristo foi traído por dinheiro (algumas moedas). E o Coelho? Assim caminha o futebol brasileiro...
ATÉ a próxima

domingo, 2 de novembro de 2014

DE letra

DE LETRA N 904 (SEGUNDA-FEIRA, 03-11-14).
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sei que estou correndo o sério risco de estar sendo um “chato de galocha”, com essa estória dos seis pontos “surrupiados” do meu glorioso e querido América, pelo conspícuo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), um dos mais respeitados colegiados esportivos do futebol mundial. Um tribunal independente, que não sabe o que é “dois pesos e duas medidas”, onde o meu Coelho tem o mesmo peso do poderoso e protegido Corinthians. Brincadeira! De péssimo gosto, diga-se de passagem! Veja, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: quando o torcedor americano dá uma olhadela na tabela de classificação do Brasileirão da Série B, fica ainda mais triste quando sente que o Coelho poderia estar agora, com 54 pontos, no G4, ao lado de Ponte Preta (64), Joinville “dedo-duro” (63) e Vasco (56) e com dois pontos a mais do que Atlético/GO e Avaí (52). Entretanto, o Mecão está na nona colocação, com 48 pontos. É como dizem meus amigos da acolhedora Abaeté/MG: tem base?
PS – O leitor e americano Alexandre Chiquiloff, de Curitiba/PR, acha que estou sendo “impecável nas letras”, entendendo que “realmente é um absurdo o tratamento que tem nosso Coelho por parte da matilha que comanda nosso futebol”. Mas, acredita que “vamos chegar lá, contra tudo e contra todos”. Oxalá, meu caro amigo...

ATÉ a próxima.