sexta-feira, 15 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 985 (SEXTA-FEIRA, 15-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Simplesmente inadmissível que um clube considerado grande monte um elenco no início da temporada para o Campeonato Mineiro (terminou na quinta colocação em uma competição de somente três grandes) e o modifique, quatro meses após, para a Série B do Brasileirão e a Copa do Brasil, competições em pleno andamento. Ontem, o meu glorioso e querido América começou uma “faxina geral”, colocando oito jogadores treinando em separado do grupo, vez que não estão mais nos planos do treinador Givanildo Oliveira. Que baderna! Quem serve hoje não vale nada amanhã. Quem é ídolo hoje vira “perna de pau” amanhã...
O EXEMPLO mais aberrante é o caso do atacante Rodrigo Silva, que, segundo dizem, marcou 43 gols em 77 jogos pelo ABC de Natal, entre 2013 e 2014. Dá nisso adquirir jogador baseado em lances editados pela televisão. Televisão, como papel (jornal), aceita tudo. Chegando ao Mecão, o distinto esqueceu-se do caminho das redes, não marcando mais. Virou peixe fora d’água. Adquiriram o jovem no “escuro”. E, agora, restou a dúvida cruel: o atacante marcou, mesmo, 43 gols pelo ABC? E, mesmo assim, veio parar no meu Coelho? Francamente, não dá para entender...
PS – Amanhã tem o Luverdense, fora de casa, pelo Brasileirão da Série B. Tomara que seja o início da caminhada do meu Coelho rumo ao sucesso na temporada...
ATÉ a próxima.


quarta-feira, 13 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 984 (QUARTA-FEIRA, 13-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como falar de amenidades, se, logo cedo, ao abrir o jornal “Aqui”, que leio diariamente, não vejo uma linha sequer do jogo de ontem do Coelho. Questão técnica de fechamento do jornal por ter o jogo terminado pouco depois das 21 horas? Bobagem! Mentira deslavada! O jogo da Raposinha vai terminar hoje no mesmo horário e o do Galinho vai terminar perto da meia-noite. Amanhã, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, pegue o mesmo jornal e confira o noticiário dos dois jogos dos protegidos de sempre. Se não tiver um amplo noticiário dos dois jogos, troco de nome, passando a me chamar Maria Ângela. Mas, esse perigo eu não corro. Ora, essa gente só tem azul, preto e branco na cabeça...
OUTRA coisa: será que algum americano gostou da horrorosa caminha do América na noite de ontem? Duvido! Os “estilistas de plantão” estão querendo acabar com a nossa cara tradição. Foi um verde claro que nada diz aos verdadeiros americanos. Nem time de várzea tem um uniforme tão feio. Um uniforme a cada jogo também serve para impedir um rápido entrosamento. Por enquanto está na base do improviso, com cada um querendo resolver tudo sozinho. Marcação, que marcação? Armação de jogadas? O que é isso? Chutes em gol? Com os pés tortos de autênticos curupiras de calcanhar para frente e dedos para trás? Ora, não dá...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 983 (SEGUNDA-FEIRA, 11-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O conceituado odontólogo mineiro Fernando Marcos Bartolomei (alô, Jacutinga!), radicado em Teresópolis/RJ, telefonou ontem para cumprimentar-me pelo aniversário. E, sem perder tempo, mostrou-se preocupado com a irregular estreia do nosso glorioso e querido América, consequência, a meu juízo, por ter a equipe do treinador Givanildo Oliveira permanecido mais de um mês apenas treinando. O saudoso armador Valdir Pereira, o “Didi da folha seca”, é que tinha razão, quando dizia que “treino é treino, jogo é jogo”. Ora, como dizia o saudoso mano cruzeirense Domingos Afonso, “jogo é jogado, lambari é pescado”...
SOMENTE a falta de jogos pode explicar tantos passes errados e oportunidades perdidas, além do gol contra logo no início da partida (ridículo) e do inacreditável gol perdido pelo Felipe Amorim, na pequena área. Que “furada”! Teve jogador “batendo cabeça” com seus companheiros. Mas, no segundo tempo, após uma boa conversa no vestiário, o Coelho voltou outro, empatou o jogo e fez por merecer a vitória, por ter sido mais time do que o campeão baiano. Acredito em um Mecão melhor nas próximas partidas. Sem dúvida...
E será a partir de amanhã, ainda em nosso belo e confortável estádio Independência, contra o campeão do Nordeste, Ceará, pela Copa do Brasil (jogo de ida). Jogar mal como no primeiro tempo de anteontem é impossível...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

DE LETRA


DE LETRA N 982 (SEXTA-FEIRA, 08-05-15)

MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! Para quem foi dado como morto há dois anos (pneumonia danada!), até que chegar, hoje, aos 71 anos (bem vividos, é claro), está de bom tamanho. Devagar e sempre, sempre foi meu lema maior. Não tenho pressa para nada. Tudo, na minha vida, é a tempo e hora! Por tudo o que passei, estou de “castigo”, longe daquela “loura gelada” e do  “rabugento” e prejudicial cigarro há dois anos. Cigarro, tudo bem, não faz bem a ninguém. Nunca mais! Mas, uma “geladinha” é assunto para ser administrado ainda com a exigente médica. O futuro é que vai dirimir essa intrincada questão...

ONTEM perdi meu precioso tempo, ao ficar em casa para acompanhar o jogo do meu glorioso e querido América na Copa do Brasil Sub 17. Que vergonha, o Coelhinho levou uma traulitada do Botafogo/RJ, na Arena do Jacaré (quatro a zero fora o baile). Fora, também, uma bola no travessão e uma incrível defesa do goleiro Alex. O Mequinha perdeu um pênalti e o armador Matheus fez umas quatro jogadas de mestre. Só! Ficou o consolo de ter chegado à semifinal, o que a duplinha RapoGalo não coseguiu. O Coelho eliminou a Raposinha e a Alemanha, digo, Mengão, “sapecou” sete no Galinho. Pelo menos isso...

PS – Amanhã tem estreia do Coelho no Brasileirão da Série B (a Série A nossa diretoria não quis ao escalar jogador irregular e perder seis pontos no “tapetão”), contra o Bahia, no nosso belo e confortável estádio Independência. Duelo do campeão baiano contra o quinto mineiro. Dá-lhe Coelho!

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

DE LETRA


DE LETRA N 981 (QUARTA-FEIRA, 06-05-15)

MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. De acordo com o filósofo Políbio (nunca o vi mais gordo), “não existe testemunha tão terrível, nem acusador tão implacável quanto a consciência que mora no coração de cada homem”. Quanta profundidade, ou, melhor dizendo, profunda idade, como diria o saudoso e inesquecível amigo Toninho Pinel. Essa gente galista foi arranjar testemunho até na Fifa (fica logo ali, na Europa), para tentar provar o improvável, de que o atacante Jô não estava em impedimento quando marcou, meio sem querer (o esférico bateu nele e entrou), o gol que deu o título ao Galinho/sem/esporas. Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem a noite...

ORA, três dias já se foram e essa gente continua discutindo, o que, para este modesto cronista esportivo, não deixou qualquer dúvida: o impedimento do Joviano, digo, Jô, foi claríssimo. Só não viu quem não quis (árbitro, assistente, certos cronistas esportivos etecétera). Não que essa gente seja galista (longe de mim tal afirmativa). Nada disso! É que essa gente não tem coragem de enfrentar os poderosos da fajuta e fuleira duplinha RapoGalo, como um tal de Zé Migué e o companheiro Jaeci Carvalho. Pois é...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 980 (SEGUNDA-FEIRA, 04-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Que vergonha! É o fim! Um jornalista atleticano falou, na noite de ontem, em um programa esportivo da televisão, que o gol do título foi “ilegal”, mas não foi “imoral”. Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem de noite. É de sabença geral que nem tudo que é legal é moral, mas, uma coisa ilegal jamais pode ser moral. Ora, se é ilegal, como pode ser, ao mesmo tempo, moral. A verdade é que foi um impedimento escandaloso do Jô, que o assistente fingiu que não viu e o “soprador de apito” idem. Fazer o quê? Não é sem motivo que a fuleira duplinha RapoGalo só pede arbitragem de fora nos seus fuleiros clássicos (?). Não acreditam nos mineiros. Entretanto, contra os desprotegidos Coelho e os clubes da interlândia só aceitam árbitros de Minas Gerais. Assim fica mais fácil, não é mesmo, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Meu caro torcedor da Caldense, fica triste não, vez que, coisas piores do que ocorreram ontem em Varginha, nós, americanos, já experimentamos. Nem o ET de Varginha aguenta...
INÍCIO de mês importante para o meu glorioso e querido América. Quinta-feira tem o Foguinho carioca, em Sete Lagoas, pela semifinal da Copa Brasil Sub 17 (o empate nos serve). Sábado tem o campeão baiano, Bahia, no Horto, na nossa estreia no Brasileirão da Série B. E, no dia 12, ainda no Horto, o campeão do Nordeste, Ceará, pela Copa do Brasil. Capricha, Coelho!

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 979 (SEXTA-FEIRA, 01-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! De tanto ouvir (e ler) o meu ex-companheiro Otávio di Toledo (TV Alterosa e jornal Aqui) falar bem do Mateusinho, camisa 10 do juvenil americano, finalmente, na noite de ontem, matei a curiosidade: o garoto é bom mesmo! O seu domínio de bola é muito bom, prende bem o esférico e lança muito bem. E ainda marca um gol antológico como o de ontem, na vitória sobre o Botafogo, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), deixando o meu glorioso e querido América em ótimas condições de chegar à grande final da Copa do Brasil Sub 17. Basta um empate na próxima quinta-feira, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Se tudo der certo, na final o Coelho deve enfrentar o Vitória/BA, que, no jogo de ida, derrotou o Flamengo, no Rio...
DIVAGUEI tanto que me esqueci de falar no “golaço” do garoto Mateusinho. Ele pegou a bola na esquerda do nosso ataque, caminhou na direção da meta botafoguense e foi driblando uns e outros até chegar na “cara” do goleiro rival. Só não fintou o presidente do Fogão por não ter o distinto entrado em campo para tentar evitar o gol que se avizinhava. O armador fitou o goleiro (olhos nos olhos do Chico Buarque de Holanda) e deu um toque sutil no canto esquerdo do desesperado goleiro carioca. Em nada fez lembrar os atacantes americanos no Estadual, perdendo gols bem mais fáceis, chutando como se fossem uns curupiras dos pés tortos (calcanhar para frente e dedos para trás). Se o Mateusinho jogar tudo aquilo que vem demonstrando, vem aí um novo “fora de série” do futebol brasileiro. Como Tostão, também americano. Que bom! Sorte nossa...

ATÉ a próxima.