segunda-feira, 1 de junho de 2015

DE LETRA

LETRA N 992 (SEGUNDA-FEIRA, 01-06-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A reação do meu glorioso e querido América está em pleno andamento, já na quarta rodada do Brasileirão da Série B. Em quatro jogos, venceu dois, empatou um e perdeu outro, marcando seis gols e sofrendo três. Com sete pontos ganhos, o Coelho tem apenas três a menos do que os três primeiros colocados (Bahia, Botafogo e Náutico) e dois do que o quarto (Macaé). E tem amanhã, no Gigante do Horto, um jogo de seis pontos contra o Sampaio Corrêa (oito). O problema é que de nada adianta ficar aqui nessa matemática toda, pontos para cá, pontos para lá, se, de repente, nada mais do que de repente, aparecer um “gaiato” qualquer para tirar do Mecão seis pontos conquistados dentro das quatro linhas. Pois é, esse “tapetão” “fu” o Coelhão no ano passado, tirando-o da Série A de 2015. Fazer o quê? Incompetência, irmão...
PRAGA de americano não é nada fácil! Pega mesmo! Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: no ano passado, o Joinville “entregou” o Coelho de “bandeja” ao STJD, que nos tirou seis importantes pontos que conquistamos dentro de campo e a consequente vaga para a Série A do Brasileirão de 2015. Na última rodada da Série B, o Vasco não fez qualquer esforço para ao menos empatar com o Avaí, dando a vaga ao clube catarinense e “fu” o Coelho. Conclusão: dando uma olhadela na tabela de classificação da Série A de 2015, vê-se que o Joinville é o “lanterna” geral e o Vasquinho está na Zona (de rebaixamento, bem entendido). Quá, quá, quá...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 991 (SEXTA-FEIRA, 29-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pois é, agora, a barropretada virou motivo para chacotas! Justo prêmio para quem imaginou ter um “timaço” (oh dó!), a ponto de subestimar o River Plate, um dos mais importantes clubes da América do Sul. Deu no que deu: ninguém do lado azul procurou estudar a história do futebol sul-americano. Foi um vexame, que somente não foi maior por ter o time argentino parado no terceiro gol. Nem o tal De Arrascaeta conseguiu dar um jeito. Ora, carreta boa é a que “atropelou” a distraída Raposinha/saltitante. Falar nela, alguém anotou a sua placa? De Arrascaeta, pois sim! Deve jogar bem no seu Uruguai...
QUEM tem telhado de vidro não pode jogar pedra no telhado do vizinho! Isso é um velho deitado, digo, ditado, sempre atual. Como americano, não posso falar dos problemas da Raposinha. Veja bem, caro e atento leitor, se não é muito para o meu colesterol, logo de manhã, quando tomo conhecimento da escalação do meu glorioso e querido América para o jogo de logo mais em Bragança Paulista (escrevi esta modesta coluna perto do meio-dia, quando acordei). Tirando o ala esquerdo Bryan, feito em nossas categorias de base, o resto, dez ao todo, que absurdo, faz parte da famosa “legião estrangeira”, aquela turminha que vem de longe para pegar um “troco” e tirar o lugar da garotada feita na casa alviverde. Fazer o quê? Americano feito por americanos e para americanos. Sonho meu...
ATÉ a próxima.


quarta-feira, 27 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 990 (QUARTA-FEIRA, 27-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! De repente, os treinadores brasileiros estão na berlinda. Todos os últimos treinadores da Seleção Brasileira encontram-se desempregados. Luxemburgo e Felipão foram os últimos que receberam “bilhete azul” do Flamengo e do Grêmio. Ora, não precisa ser inteligente para ter previsto que um dia a bolha iria se estourar. Lógico! Com salários exorbitantes (perto de um milhão de reais), claro que os nossos clubes não iriam suportar mais tanta irresponsabilidade. O que era privilégio de Barcelona, Real Madrid e outros fortes clubes europeus, tais exorbitantes salários, passaram a ser praticados aqui por dirigentes que não estavam nem aí para seus clubes (o flamenguista Márcio Braga, o desembargador tricolor carioca Francisco Horta etecétera)...
EM meu modesto entendimento, treinador de futebol não tem e nunca teve tanta importância assim para ganhar tanto. O distinto tem é que saber apenas o óbvio ululante do saudoso jornalista Nelson Rodrigues, ou seja, distribuir camisas nos treinos e nos jogos e substituir uns e outros (três no máximo em cada partida). Nada mais! Ora, sem essa de dar uma de “Mandrake”, vez que o velho ludopédio ninguém ensina: aprende-se praticamente no berço, ou, quando começa a andar...
PS – E ainda vem o companheiro Otávio di Toledo pedir a “cabeça” do nosso treinador Givanildo Oliveira. Só faltou falar que o distinto é um “burro de sorte” como o Levir Culpi. Ora, treinador é tudo igual...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

DE LETRA

LETRA N 989 (SEGUNDA-FEIRA, 25-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Nada como um dia após o outro! Depois de um início de total insegurança, chegando a fazer parte da Zona de Rebaixamento, o meu glorioso e querido América “estreou” anteontem no Brasileirão da Série B, aplicando uma sonora goleada na boa equipe da Santa Cruz, no nosso belo e confortável estádio Independência. É isso aí, o Coelho matou a Cobra Coral (Santa Cruz) e mostrou o pau, digo, cenoura. A meu sentir, quatro a um ficou de bom tamanho para o clube pernambucano, pelo impressionante volume de jogo americano no primeiro tempo, quando marcamos todos os nossos gols...
SÓ não entendi o marasmo do segundo tempo, quando o Coelho parou de atacar e deixou o adversário gostar do jogo, mandando duas bolas na trave e obrigando o goleirão João Ricardo a fazer ótimas defesas. Por pouco o Mecão não complicou uma partida tão fácil. Seria inadmissível. Tem gente invejosa da mídia esportiva mineira (leia-se da duplinha RapoGalo) que chegou a afirmar, que absurdo, que o jogo por pouco não terminou em um empate de seis gols, o que teria sido a valorização de nosso sistema ofensivo e esculhambação total de nosso setor defensivo, vez que marcar seis gols na Santa Cruz seria ótimo, mas, levar seis, que defesa seria essa? A meu sentir, as “meninas” rivais estavam nervosas por causa do empate da Raposinha saltitante com a Macaca e da derrota do Galinho sem esporas para o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido)...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 22 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 988 (SEXTA-FEIRA, 22-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Treinador não entra em campo e nem joga futebol. Givanildo Oliveira, no caso específico do meu glorioso e querido América, pelo que sei, jogou (e muito) na década de 60 (Santa Cruz e Corinthians). Querer que o nordestino, com idade provecta, entre em campo e empurre a bola para o interior das metas adversárias é um absurdo. O máximo que ele pode fazer é orientar nossos atacantes, ensinando-lhes o caminho da mina, digo, do gol. Ora, ensinar atleta a praticar o velho ludopédio, é impossível. Ridículo. Ninguém aprende depois de velho, lembrando-se de que é de “menino que se torce o pepino” e de que “burro velho não aprende a trotar (ou marchar, sei lá)”...
PORTANTO, não posso concordar com o companheiro Otávio di Toledo, que, em sua coluna de hoje no jornal “Aqui”, pede a “cabeça” do Givanildo Oliveira, que, a meu sentir, não tem culpa alguma, vez que o nosso elenco não foi formado por ele. Ora, tem alguém no clube com poderes maiores do que os do treinador. É aquela estória de que aqueles seis pontos perdidos no “tapetão” na Série B do Brasileirão do ano passado devem estar até hoje incomodando psicologicamente o meu clube. Ou não? Ora, seria comum um atleta colocar na cabeça que se conquistar o direito de subir dentro das quatro linhas não pode significar coisa alguma, já que o próprio clube pode cometer um inusitado erro administrativo e joga tudo por terra. E a segurança psicológica do elenco, como fica? E depois a culpa é do treinador? Contem outra piada...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 987 (QUARTA-FEIRA, 20-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, dia, também, de jogo do meu glorioso e querido América (tem Ceará na linda Fortaleza). Pelo jeito, jogo sem TV. Pelo menos é o que conferi no jornal “Aqui”, que anuncia partidas de Cuiabá, Sport/PE, Figueirense e Luverdense, fortes (?) clubes do ludopédio brasileiro. Que piada! Cadê o meu Coelho, gente? Veja, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: parece que o Mecão está disputando a Copa Nordeste, já que não existe mais a Copa Sul/Minas, cujo primeiro campeão, em 2000, foi justamente o meu Coelhão. Não foi sem motivo que encerraram as atividades de tal competição...
ESTAVA falando na extinta Copa Sul/Minas e acabei deixando de lado a imaginária Copa Nordeste, já que a autêntica foi conquistada recentemente pelo Ceará. Veja leitor, que coisa mais interessante: na semana passada, o Mecão enfrentou os nordestinos Bahia e  Ceará, em seu belo e confortável estádio Independência, pelo Brasileirão da Série B e pela Copa do Brasil. Hoje enfrenta o Ceará em Fortaleza e no próximo sábado recebe o também nordestino Santa Cruz/PE no nosso Gigante do Horto. Acho que o meu Coelho tem mais é que colocar esses nordestinos na “roda” para dançar o velho forró. “Olha que isso aqui está muito bom, isso aqui está bom demais...”, como diria o inspirado e saudoso cantor e compositor Dominguinhos, o rei de forró...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 986 (SEGUNDA-FEIRA, 18-05-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estão acabando com o meu glorioso e querido América, que tem sido um time totalmente desfigurado, sem a menor identificação com o seu sofrido torcedor. Anteontem, na interlândia do Mato Grosso, foi o trágico desfecho do que ando prevendo há muitos anos, ou seja, um Mecão nada legal para os americanos (só é bom quando formado de americanos para americanos). Foi o princípio do fim, uma equipe formada, veja bem que absurdo, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, por onze “estrangeiros”, ilustres figuras que vieram de longe para ganhar um “troco” fácil e tomar o espaço de jovens feitos em nossas consagradas categorias de base, com o que não concordamos nós, americanos de verdade. No final do jogo (eu disse jogo?), para despistar, o treinador Givanildo Oliveira colocou o americano Sávio, faltando somente 15 minutos para o encerramento da partida. E ainda querem que ele e o atacante Rubens “salvem a pátria”...
FOI um Coelho tão ruim que sequer deu para reclamar o inexistente pênalti que definiu o jogo (bola na mão não é pênalti). No momento desse gol a TV mostrou lance idêntico contra o protegido Corinthians (aí o árbitro deu bola na mão). Que coincidência! Dois pesos e duas medidas! Fazer o quê? Aqui é Corinthians meu! Apanha Coelho...
PS - Quarta tem o Ceará, em Fortaleza, pela Copa do Brasil. Só a vitória interessa (ou empate em dois gols ou mais). E aí? Que bicho vai dar? Seis lá...

ATÉ a próxima.