segunda-feira, 12 de setembro de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1077 (SEGUNDA-FEIRA, 12-09-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Em condições normais de tempo e temperatura, empatar com a Macaca no Moisés Lucarelli, em Campinas, até que pode ser considerado um bom resultado. Em tal estádio, todos os considerados grandes do futebol brasileiro passam sufoco. Que o diga a fajuta duplinha RapoGalo. Mas, na situação quase caótica em que se encontra o meu glorioso e querido América, não foi o empate de ontem um resultado para ser comemorado. Deixamos na interlândia paulista dois importantes pontos. Depois de amanhã, na linda Floripa, outro jogo com as mesmas dimensões, na capital catarinense, vez  que times metidos a grandes não “cantam de galo” diante do Figueirense. Somente o meu Coelho...
O QUE não dá é continuar o Mecão perdendo para ele mesmo. Cruz credo! A cada jogo um erro grotesco do nosso setor defensivo. O de ontem foi terrível, já que os zagueiros Alisson e Eder Lima “apanharam” do esférico, que sobrou livre para um atacante rival, que só teve o trabalho de encobrir o goleirão João Ricardo, abrindo o marcador. Se não fosse o gol do ala Jonas, sei lá. E o nosso ataque continua de riso. Ataque cheio de artilheiros que não marcam gols...
O QUE não dá, também, é o Coelho jogar com dez jogadores da tal “legião estrangeira” e com apenas um atleta feito em nossas categorias de base (num dia joga o ala Danilo no outro o armador Matheusinho). Categoria de base para inglês ver. Só pode...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

tDE LETRA

DE LETRA N 1076 (SEXTA-FEIRA, 09-09-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A campanha do meu glorioso e querido América no Brasileirão está mais feia do que bater em mãe! Nunca se viu coisa semelhante, nem por parte dos Madureira da vida! Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, que maravilha: até agora, em 23 jogos, perdeu 16, empatou quatro e venceu três, marcando 14 gols e sofrendo 37, com saldo negativo de 23. Uma autêntica “caixa de pancadas”, um ataque de riso (ou linha do Equador, imaginária) e uma defesa com mais buracos do que tabuleiro de baiana. Matematicamente, o Coelho ainda não está rebaixado, vez que ainda faltam 15 jogos. Mas, cá para nós, com tal campanha até agora, alguém acredita em recuperação? É mais fácil acreditar em Papai Noel...
DIZEM que curupira tem os pés tortos, com os calcanhares para frente. Estou desconfiado de que os atacantes americanos têm pés semelhantes. Só pode! Como explicar tantos chutinhos em gol, fracos e sem direção? Seria medo de machucar os goleiros adversários? Dizem que no Coelho tem um atacante que não marca gol há três anos. Não posso acreditar! Só pode ser piada. De péssimo gosto, diga-se de passagem! E as falhas do setor defensivo, hein, caro leitor? O lance do primeiro gol estrelado ontem foi ridículo, com o nosso sofrível zagueiro Sueliton dando um passe açucarado para um cruzeirense. E no segundo gol, numa falha coletiva do nosso setor defensivo. Resumo do jogo: o Coelho criou e não fez; a Raposinha recebeu dois “presentes”, marcou dois gols e quebrou o tabu. Até de “freguês” esse Coelho está perdendo... Fazer o quê?

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1075 (SEGUNDA-FEIRA, 29-08-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Assim também já é demais! Joga mal, perde; joga bem, perde também. Esse tem sido o meu glorioso e querido Coelho, que, a cada rodada do Brasileirão, sai falando pelas ruas de Beagá, “joguei como nunca, perdi como sempre”. Quem acompanhou, como este modesto cronista americano, os 22 jogos do Mecão até agora, no Brasileirão, sabe que estou falando a verdade, nua e crua. Tirando um ou outro jogo que o Mecão atuou mal, de resto, jogou razoavelmente bem. O problema é que alguns jogadores falharam no concernente ao toque final, o tal quesito da conclusão da jogada. E aí vem aquela estória do “quem não faz leva”. Falar nisso, Osman (e companhia) sabe chutar em gol? NÃO...
ONTEM, na Boa Terra, foi demais! Algumas oportunidades perdidas, duas delas com o goleiro Fernando Miguel completamente batido. No primeiro lance, o jovem Matheusinho cabeceou por cima na pequena área. E, no segundo, o atacante Michael cabeceou para fora, quase acertando o pé da trave. Domínio total do Coelho até os 37 minutos do primeiro tempo, quando o atacante Marcelo, aproveitando-se de grotesco erro de nosso setor defensivo acertou um “coice” de fora da área, com o goleiro João Ricardo nem vendo a bola. Depois, aos 18 minutos do segundo tempo, também se aproveitando de erro de nossa frágil defesa, David aumentou. Danilo só descontou aos 40 minutos, com um “petardo”. Mas, já era tarde demais. Quem não faz, leva...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1074 (SEGUNDA-FEIRA, 22-08-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É muita esculhambação para o meu gosto! Nem timinho de esquina faz coisa semelhante. O meu glorioso e querido América contratou um zagueiro na quinta-feira e o treinador o escalou no dia seguinte. Claro que ele iria demonstrar desentrosamento com seus novos companheiros de defesa. E não deu outra. Nem poderia. De virada, o enjoado time do Chapecoense, que está em décimo lugar no Brasileirão, derrotou o meu Coelho (dois a um), com gols em falhas gritantes da nossa defesa. No segundo, então, ao “apagar das luzes”, o erro compartilhado do goleiro João Ricardo e do zagueiro Alisson foi de um primarismo intolerável. Eles disputaram a mesma bola. Surrealismo total! Cada um teve a sua parcela no erro. O goleiro por ter saído de sua meta quando o zagueiro tentava cortar o lance de cabeça. E o zagueiro por não ter se entendido com o goleiro. Essas de gritar “é minha” só serve para complicar ainda mais (eminha é filhote de ema). Ou é minha ou sua. O lance foi tão confuso que até confundiu a cabeça do cronista. Assim, vamos nós correndo de braços abertos de volta para a Segundona. Quanta monotonia! Fazer o quê, se essa tem sido a sina do americano. E o que pesa, ainda, é a falta de entrosamento de toda a equipe. A meu sentir, o Coelho só tem três titulares absolutos: João Ricardo, Leandro Guerreiro e Osman. E, agora, o Matheusinho, por exigência da torcida. Falta de entrosamento! Entrosamento, o que é isso mesmo? Já sei: deve vender na lojinha da esquina...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 8 de agosto de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1073 (SEGUNDA-FEIRA, 08-08-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Pena o meu glorioso e querido América ter perdido tanto tempo com um treinador português (Sérgio Vieira) que não conhece o currículo do clube e o futebol brasileiro, isso, após ter “sacaneado com o competente Givanildo Oliveira, que já subiu o Coelho três vezes, uma delas com o título da Série B. Do futebol brasileiro, o Sérgio “Pois, Pois” Vieira só deve conhecer a Ferroviária, de Araraquara, time que ele dirigiu com certa qualidade. De resto, deve estar por fora das “mumunhas” do velho ludopédio nacional. O Coelho, para o “portuga”, foi uma simples “cobaia”. Quem “pariu” o treinador Luso no Mecão que cuide dele. Adeus, gringo...
FORAM várias derrotas “bobas” até mesmo em casa (12, para ser mais exato).  Mesmo assim, nossa diretoria custou a perceber seu intolerável erro.  Aí, alguém mais lúcido lembrou-se do competente treinador Enderson Moreira, que tem raízes americanas, conhecedor, assim, da vida do nosso glorioso clube. Mesmo sem ainda ter tido tempo para conhecer e treinar a nossa equipe, o Enderson conseguiu três ótimos resultados, com o Coelho vencendo o então líder Santos (meu segundo clube) e empatando com os fortes Grêmio/RS e Sport/PE, todos os três de olho no G4. De se registrar que o Mecão foi escandalosamente prejudicado em seus jogos contra Grêmio e Sport. Valeu a reação inicial do Coelho. Vai permanecer na Série A? Só o futuro dirá. Impossível? Ora, impossível é o que demora um pouco mais. Ora, faltam ainda 19 jogos. Todo o returno do Brasileirão...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1072 (TERÇA-FEIRA, 02-08-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É duro, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, redigir colunas do meu glorioso e querido América em uma fase tão obscura do maior e mais querido clube das Minas Gerais! Nada tem dado certo, com uma derrota atrás da outra e uma consequente e vergonhosa “lanterna” do Brasileirão, divisão que lutamos tanto para alcançá-la. É a natural consequência de um elenco formado por tantos jogadores da famigerada “legião estrangeira”, com um ou outro atleta formado em nossas categorias de base. Coitado do Matheusinho, “escondido” atrás de tantas “pernas de pau” que ele sequer conhece...
PIOR, ainda, prezado leitor, é ter que aturar a ira que alguns “desvairados” companheiros da mídia mineira (ou da duplinha RapoGalo) sentem pelo nosso glorioso América. É muita ira. Para essa gente raivosa (os Flávios e Afonsos da vida), o meu glorioso América já está rebaixado novamente para a Segundona. Está perto, gente, mas, calma, vez que ainda faltam 21 jogos para o termino da competição. Por quê essa gentinha não fala que o Cruzeirinho tem apenas seis pontos a mais do que o Coelhão? Ora, escamotear a verdade dos desportistas não é nada honesto. Seis pontos são apenas dois jogos. Por quê o Verde já caiu e o Azul não? Ora, se o Mecão perdeu 12 jogos até agora, a Raposinha perdeu dez. Alguma diferença? Somente dois jogos. Se o Mecão cair no final da temporada, podem falar o que quiserem. Mas, hoje, o Coelho é o atual campeão mineiro e está na divisão maior do futebol nacional. E isso deve doer tanto nos invejosos da fuleira duplinha...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

DE LETRA

DE LETRA 1071 (SEGUNDA-FEIRA, 18-07-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Com 72 anos de idade, duvido que eu jogue menos do que Adalberto, Arthur, Osman e outras “gracinhas” que investidores empurraram goela abaixo do meu glorioso e querido América. Um absurdo! O clube tem nove presidentes, mas quem parece que manda mesmo é um empresário bem sucedido, que tem usado o prestígio do meu clube para colocar seu “produto” na vitrina. Exemplo? O atacante Marcelo Toscano, que brilhou no Mecão no ano passado e já está ganhando dinheiro no exterior. Recentemente, Rafael Bastos (deve ser primo do “coronel Tonico Bastos” da obra do saudoso escritor baiano Jorge Amado) e Thiago Luiz se mandaram para o Chapecoense/SC e o Paysandu/PA, mesmo não tendo brilhado tanto no meu Coelho. Ao contrário, enganaram bem...
UM dos nove presidentes do América, meu amigo e colega Paulo Lasmar, brilhante advogado, afirmou, após novo vexame no Brasileirão (quem é goleado pelo Santa Cruz em casa vai ganhar de quem?), que tem um grupo de jogadores fazendo “corpo mole” para “derrubar” o treinador português Sérgio Vieira, que nada tem a ver com a ruindade de vários jogadores. Conseguiram! Coitado do “portuga”, o elenco tirou sua calça e ainda “bateu” nele, como na música da década de 60: “coitado dele, tiraram a roupa dele e ainda bateram nele...”. Por enquanto, entre o corpo mole do Lasmar e a minha ruindade (ruindade do elenco americano, bem entendido), fico com a minha modesta opinião...

ATÉ a próxima.