segunda-feira, 3 de julho de 2017

MIGUEL DE LETRA

DE LETRA N 1112 (SEGUNDA-FEIRA, 03-07-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O negócio está ficando bom, meu caro leitor Sérgio Tavares! O coração do baiano (ou espanhol, sei lá) Gustavo é “verde e Blanco”. Depois de afirmar que iria permanecer no nosso glorioso e querido América, o jovem resolveu deixar o vil metal falar mais alto e se mandou para as bandas do Galinho/sem/esporas. Tomara que ele não se arrependa amanhã. Não é praga de americano, não. É a mais pura verdade, vez que seria mais fácil se firmar no meu Coelhão. Agora é tarde...
QUÁ, quá, quá, que coincidência fantástica! Foi de um? Não! Foi de dois? Também não! Foi de três? SIM! Duas realidades distintas: Enquanto a Raposinha/saltitante toma três gols por jogo (do Grêmio/RS, Palmeiras e Galinho), o meu Coelho marca três gols por partida (Brasil de Pelotas, Luverdense, Criciúma). Pois é, a incompetência não circula pela aí com a competência. É aquela estória: o Mecão custou a se engrenar. Agora, com as peças mais ajustadas, de participante a favorito na Segundona foi um pulo. Pode até não chegar lá por algumas circunstâncias do insondável ludopédio, mas, que está no bom caminho, é incontestável. Quase na metade do primeiro turno e já se encontra na terceira colocação. E tem mais: já vi todos os 19 concorrentes e não acredito que o Mecão seja pior do que nenhum deles. Mas, como futebol é futebol, vou preferir, como o companheiro Flávio Anselmo, guardar a boca para comer a minha farinha...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1111 (SEGUNDA-FEIRA, 19-06-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Oi zum, zum, zum, zum, zum, zum, zum, tá faltando um”! Faltando somente um uma “ova”. Faltam, no mínimo, dois atacantes que saibam e gostem de balançar as redes dos adversários. Três quem sabe? Esse negócio de criar oportunidades e não aproveitá-las já encheu o “saco” do torcedor americano. Sei que no futebol brasileiro poucos atacantes preenchem tais requisitos. É um problema muito sério! Mas, não custa nada procurar tais atacantes, nem que seja como procurar agulha no palheiro. O que não dá mais é um jogador sendo acionado na área inimiga e chutar com uma imprecisão danada, atrasando a bola para o goleiro, carimbando a trave ou isolando o esférico. Acho até que, se a arquibancada não fosse tão alta, seria um tal de bola na rua (ou no mato, sei lá) que não teria fim. Deu até para recordar a brincadeira da infância, quando um garoto chutava a bola para longe e alguém gritava: “Ra, re, ri, ro, rua; ba, be, bi, bo, busca”...
PS – Depois atleticano vem falar que o meu glorioso e querido América não tem time. Como? Não entendi! Ora, o Galinho, que já tinha o nosso ex-artilheiro Fred, levou embora os nossos dois laterais, Alex Silva e Danilo. E, não satisfeito, tentou levar, também, nosso volante Gustavo Blanco, emprestado pelo Bahia. Entretanto, o garoto preferiu ficar no maior de Minas. Parabéns, meu jovem! E ainda tem gente que acha que dinheiro é tudo na vida. Nem sempre...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 12 de junho de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1110 (SEGUNDA-FEIRA, 12-06-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Dia dos Namorados, toda cidade está em flor, só se vê menina e moça de braços dados com seu amor! Zé Migué “pirou”, devem estar imaginando meus milhares de leitores, de ontem (do extinto jornal Diário da Tarde) e de hoje (do meu modesto Blog internacional). Tudo o que foi escrito no alto da coluna faz parte de uma conhecida canção interpretada pelo cantor Ivon Curi. O que queria falar era da falta de um atacante no meu glorioso e querido América que “namorasse” as redes inimigas, alimentando-as com bolas e mais bolas. Mas, infelizmente, nossos atacantes têm medo de redes, ou, quem sabe, receio de machucá-las, com chutes mais fortes...
ORA, foi por falta de atacante “fominha”, do tipo que chuta tudo que encontra pela frente, que o meu Coelho não está em situação mais confortável na Série B do Brasileirão. Até agora, a equipe do Enderson Moreira só fez uma coisa: perder oportunidades incríveis. Uma autêntica “fábrica de perder gols”. Um atrás do outro. Contra o Vila Nova/GO foi de “lascar”! Quem não viu o jogo (derrota de dois a zero) deve ter imaginado que o placar foi um reflexo do que ocorreu em campo. Nada disso! O rival deu dois ataques (um no início da partida e outro no fim) e passou o resto do jogo em uma “retranca” vergonhosa, tipo time pequeno com medo de ser goleado. E a nossa bola não quis entrar. Quatro bateram na trave, outras tantas no goleiro e nos zagueiros. Escanteios eu contabilizei uns 30. Mas, bola na rede, nadinha. Placar moral? Sem exagero: 15 a zero. Foi massacre mesmo!

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

DE LETRA



DE LETRA N 1109 (QUARTA-FEIRA, 07-06-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso e querido América poderia estar, hoje, dividindo a liderança do Brasileirão da Série B com o Juventude/RS. Entretanto, restou o consolo de estar hoje a três pontos apenas do clube sulista, tudo, fruto daquela inesperada e inexplicável derrota de dois a zero para o então líder Paysandu/PA em pleno Estádio Independência. Pois é, “caiu no Horto está morto”. Aliás, de se registrar que não estão mais respeitando os três grandes das Minas Gerais em Beagá. Caiu em Belô está morto... Que o diga Ponte Preta (empatou com o Galinho no Horto), Paysandu (venceu o Mecão no mesmo local) e Chapecoense (venceu a Raposinha no Mineirão). Então, que estória mais “besta” esta de ficar apregoando pela aí que “caiu no Horto está morto”? Ora, bolas...
FOI dramática a suada vitória da noite de ontem. Jogo equilibrado do Coelho com o Vozão Ceará, um dos clássicos mais tradicionais do futebol brasileiro. No início do segundo tempo, quando era esperada uma pressão maior do Mecão, nosso volante Zé Ricardo fez uma besteira do tamanho de seu vistoso futebol, colocando a mão na bola propositalmente, sabendo estar “amarelado”. Amarelo com amarelo dá vermelho. Fazer o quê? Quase 40 minutos com um jogador a menos. Heróicos foram, assim, o goleirão João Ricardo e todo o setor defensivo. Pobre torcedor americano. Sufoco até o final da partida. Segundona é isso...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1108 (SEGUNDA-FEIRA, 29-05-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um bom início de uma importante competição a do meu glorioso e querido América no Brasileirão da Série B. Não atuou bem na estréia contra o Náutico no Recife (empate zerado por medo de atacar o desfalcado adversário), melhorou muito na sequência (empate em um gol com o Goiás no Gigante do Horto) e, na terceira rodada, uma importante vitória de virada contra o Criciúma, com chuva forte e tudo o mais, contando até mesmo com raça e disposição do armador Renan Oliveira. Finalmente! Aquela patinação de bumbum que ele deu na grama molhada resume o que estou falando...
A PROPOS, como dizem meus amigos franceses (minha amiga e ex-correspondente Françoise Doucet mora em Chatenay Malabry/France), o prezado leitor de meu modesto blog internacional Sérgio Tavares enviou mensagem, dizendo ter achado que o nosso Coelho jogou muito mal contra o Náutico. Para mim, respeitou muito uma equipe bem desfalcada e com sérios problemas financeiros. Mas, de qualquer maneira, era o sempre perigoso Náutico em casa. O importante é que, dentro da previsão do Sérgio, o Mecão “espantou o azar” e goleou o Criciúma em seus domínios catarinenses. Nada melhor do que um velho “freguês” para nos reabilitar...
PS – O leitor Sérgio Tavares pede para eu continuar “brindando” os leitores com meus “belos textos”, sendo o meu blog um Oasis no “meio dessa mídia viciada que só fala na duplinha RapoGalo”. É isso aí, meu caro! A gente faz o que pode, dando socos no paredão, como um Quixote da vida...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 16 de maio de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1107 (SEGUNDA-FEIRA, 15-05-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! É sempre assim: mesmo já tendo começado o Brasileirão de 2017, a atleticanada ainda está comemorando o título do Estadual do mesmo ano. No ano passado, para essa mesma gentinha sem memória, o meu glorioso e querido América ganhou um título “rural”. Como? Para a duplinha RapoGalo o estadual só é válido quando conquistado por ela. Pará o Coelhão, não passa de “rural”. Essa é muito boa! Na minha querida Abre Campo, “pau que dá em Chico dá em Francisco”. É tudo igual. O que dá para rir dá para chorar! Questão só de pesos e medidas, como diria o quase conterrâneo e inspirado compositor João Bosco (alô, Ponte Nova!). Por falar em Abre Campo, minhas sinceras condolências ao conterrâneo Wanderley Salgado de Paiva, ilibado desembargador do egrégio Tribunal de Justiça de Minas Gerais, pelo falecimento de sua querida esposa.
OUTRO disparate: para a doente mídia esportiva mineira (de Beagá, melhor dizendo), o meu Coelho deu vexame ao empatar com o Náutico no Recife. Mas, no dia seguinte, exaltou o “heroico” empate do protegido Galinho/sem/esporas no Maracanã. Mais uma vez, dois pesos e duas medidas. Incoerência total. Ora, a meu sentir, os dois times mineiros conseguiram um valioso ponto fora da casa. Os dois...
OUTRA coisa: pouco mais de seis mil “almas penadas” pagaram ingresso no jogo da Raposinha/saltitante contra o São Paulo, dois ex-campeões nacionais. Se fosse jogo do meu desprotegido Coelho iriam dizer que o meu clube não tem torcida. Dá até vontade de rir...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 2 de maio de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1106 (TERÇA-FEIRA, 02-05-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como são falsos, como são parciais! Quando o meu glorioso e querido América conquista o título estadual, como no ano passado, por exemplo, os nossos invejosos coirmãos da fajuta duplinha RapoGalo vem logo com aquele “papo furado” de que ser campeão doméstico nada vale, lembrando alguns clubes da interlândia que conquistaram tal título, como Siderúrgica (Sabará), Vila Nova (Nova Lima) etecétera. Acho que tem gente que não entendeu bem a fábula de Esopo, “A raposa e as uvas”. Ou então não leu. É aquela estória: como não alcançam as uvas (título estadual), os inimigos falam que elas ainda não estão maduras...
VEJA agora, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, como a fuleira duplinha RapoGalo está brigando pelo estadual de 2017. Uma loucura total, a ponto de transformarem o tal “superclássico” em guerra anteontem. Pontapés o torcedor viu inúmeros, mas, chutes em gol, uma raridade de dar pena. Os goleiros Rafael e Vitor não fizeram uma defesa sequer. E chamaram isso de superclássico. Claro que ninguém iria chamar tal joguinho de uma senhora “pelada”. Fiquei com pena de meus companheiros, que fizeram uma força danada para enganar os desportistas mineiros (leia-se da duplinha), na TV e no rádio, vez que os americanos ninguém consegue iludir. Não é qualquer coisa que nos engana. Domingo que vem tem mais. Agora, em nosso velho e novo estádio Independência. Uai, o Mineirão ficou grande de repente? Que “massa” é essa? Massinha que cabe no Horto. Caiu no Horto, ta morto...

ATÉ a próxima.