segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1139 (SEGUNDA-FEIRA, 19-02-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Gol irregular alvinegro foi validado. Gol legal do América, anulado”. Chamada de capa do jornal “Aqui” de hoje, que, no noticiário da partida (página 16), diz, textualmente: “Em um campeonato embolado, o resultado evitou que o alvinegro despencasse na tabela (iria ficar a 11 pontos da Raposinha), já que um triunfo do Coelho deixaria o alvinegro fora dos oito primeiros que avançam às quartas de final”.
UM dirigente americano afirmou que é a volta do velho futebol mineiro, onde, completo eu, manda quem pode e obedece quem tem juízo. Resumindo: o Coelho é o último a falar nas Montanhas e o primeiro a apanhar. Sempre foi assim, pelo menos desde 1955, quando vim com minha família de Leopoldina (Zona da Mata) para Belo Horizonte. Ontem foi demais, com dois lances semelhantes sendo interpretados de maneira diversa pelo mesmo árbitro (Igor Júnio Benevenuto) e pelo assistente (Guilherme Dias Camilo). No mesmo lado do campo, a bola do Coelho entrou e a do Galinho não. Mas, a turma do apito viu tudo ao contrário, ou seja, validou o gol (?) do protegido Galinho e fingiu não ter visto o do desprotegido Coelho. Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem a noite. Que pesadelo! Se alguém no Brasil imaginava que só havia dois clubes em Beagá, agora passou a ter certeza...
PS – E viva o imparcial (?) futebol mineiro...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

DE LETRA


DE LETRA N 1138 (SEGUNDA-FEIRA, 12-02-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! “Vamos lá, Coelho!”, exclama o querido sobrinho Felipe Amore Santiago, jovem e brilhante advogado, publicitário e americano (mal, digo, bem de família), em lacônica mensagem postada no meu modesto Blog internacional. Lipe, até que não está tão difícil assim mais um título estadual. É questão de dar tempo ao tempo, com a enervante tranqüilidade do competente treinador Enderson Moreira, que, mesmo com o “pau quebrando” na área americana, permanece ajoelhado com a mão no queixo, sem mover sequer um músculo da face. Inabalável, o jovem sabe o que quer...
A única coisa a reclamar até agora foi a inesperada derrota no clássico verde e azul (placar menor com gol espírita do uruguaio De Arrascaeta). De resto, foram quatro vitórias e um empate, marcando nove gols e sofrendo somente três, com saldo positivo de seis. O meu glorioso e querido América só está atrás da Raposinha/saltitante. Portanto, a diferença entre os dois velhos coirmãos é de apenas três pontos, justamente a tal derrota no clássico, com aquela “patada atômica” do gringo, que dificilmente voltará a se repetir. Meu amigo Jair Bala é que fazia muitos gols desse tipo, mormente quando o adversário era o Galinho/sem/esporas. O Jair “Caroço” era a nossa alegria...
PS – A minha Mangueira voltou a entrar linda na madrugada de hoje. Uma grande escola começa com o verde e pode até acabar de rosa. Mesmo cochilando, na cama, vi a Mangueira entrar. No Sambódromo, bem entendido...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

DE LETRA

DE LETRA N 1137 (SEGUNDA-FEIRA, 05-02-18)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não discuto o mérito do coirmão, que jogou melhor e mereceu a suada e apertada vitória. Se não fosse o golaço do gringo De Arrascaeta, aos 23 minutos do segundo tempo, quando o Coelho já havia até equilibrado o jogo, talvez um empate ficaria de bom tamanho, pelo que o meu time fez no segundo tempo, vez que, no primeiro, aleluia, acovardou-se e passou o tempo todo na “retranca”. Ainda bem que a derrota não nos prejudicou tanto quanto se pensa, já que o Mecão continua na segunda colocação, três pontos atrás da líder Raposinha/saltitante e dois na frente do terceiro Galinho/sem/esporas...
JOGO dos erros! Claro que o clássico foi decidido com um golaço da “Picareta”, digo, De Arrascaeta. Quem sabe, daqui a 100 anos, ele (ou algum outro jogador) possa marcar um gol semelhante? Meu Deus, que voleio maravilhoso! O goleirão João Ricardo nem viu por onde o esférico passou! Sem tirar os méritos do gol, diria que alguns erros foram  cometidos pelo meu glorioso e querido América: o lateral-esquerdo Giovanni saiu no apoio do ataque e não voltou a tempo e hora; quem o cobriu foi o zagueiro Rafael Lima; os volantes Zé Ricardo e Matheus Sales falharam na cobertura perto da nossa grande área. Esse “samba do crioulo doido” contribuiu bastante para a nossa inesperada derrota. Tomara que a lição tenha sido apreendida pelo nosso treinador Enderson Moreira. Falar em erros, meu caro Enderson, quando é que você vai dar razão ao meu amigo jornalista/americano Otávio di Toledo, que não suporta mais ver o (des)armador Renan Oliveira com a camisa americana? Nem eu...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

DE LETRA

DE LETRA N 1136 (SEGUNDA-FEIRA, 29-01-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Antigamente, na década de sessenta, salvo engano, a extinta revista Associada “O Cruzeiro” publicava um quadro humorístico denominado “As aparências enganam”, em dois tempos. Na primeira tirinha uma situação e na segunda outra, completamente diferente. Lembro-me de uma, em que, na primeira tirinha aparecia um capataz “transando” com uma vaca. Na outra, aparecia o mesmo capataz tirando leite da vaquinha. Resumindo: as aparências enganam...
POIS bem! Não estou nem um pouco entusiasmado com o início avassalador do meu glorioso e querido América no Campeonato Mineiro. Sei que não é para qualquer um conseguir três vitórias e um empate, marcando seis gols e sofrendo somente dois. O Coelho tem dez pontos ganhos e está dividindo a liderança da competição ao lado da rival Raposinha/saltitante. Acompanhei todos os nossos jogos e não vi uma grande atuação sequer. Cada uma pior do que a outra. Pior é que tem gente elogiando. Tem que melhorar muito, se quiser conquistar novo título estadual. Por enquanto, prefiro guardar a boca para comer minha farinha...
NOSSA sorte é que a Raposinha/saltitante também não está jogando nadinha, a despeito da liderança compartilhada. E o tal Galinho/sem/esporas está na quinta colocação, atrás de dois times da interlândia mineira. As aparências enganam? Eu, hein...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

DE LETRA

DE LETRA N 1.135 (SEXTA-FEIRA, 19-01-18)
MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! Para mim, o ano está começando hoje, vez que esta é a minha primeira colona de 2018. Confesso que já estava ficando com saudade de postar-me diante do velho computador e de redigir minha modesta coluna do meu Blog internacional. Se o ano de 2017 foi de muitas alegrias (bicampeão da Segundona Nacional etecétera e tal), o de 2018 tem tudo para ser melhor ainda. É só acreditar e sonhar. Afinal, sonhar e acreditar são isentos de impostos...

E O ano começou bem para o meu glorioso e querido América, com uma convincente vitória (dois a um) sobre o Clube Atlético (o de Patrocínio, bem entendido), a despeito da tentativa da invejosa mídia da fuleira duplinha RapoGalo estar tentando, até hoje, empatar o nosso jogo. Não falam outra coisa a não ser que o gol da virada americana foi contra, nos últimos minutos. Mentira deslavada, vez que o gol foi aos 32 minutos do segundo tempo. Será que essa gente se esqueceu rapidamente do empate melancólico do tal Galinho/sem/esporas com a Boa, na terra do ET, no dia seguinte? E que a vitória da Raposinha/saltitante não venceu tão folgado assim o Galinho (o Carijó) da carioca Juiz de Fora? Acho melhor essa gente deixar em paz o meu Coelhão...

ATÉ a próxima.


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1134 (SEGUNDA-FEIRA, 11-12-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Acho-te uma graça Pafúncio, digo, Saci! Já que não conseguiu evitar o título do Brasileirão da Série B do meu glorioso e querido América, o Internacional fingiu-se de esperto e afirmou que não ficaria bem um campeão mundial de clubes comemorar um título de Segunda Divisão. Pois bem, o meu Coelho, que nada tinha com isso, conquistou o título e comemorou com sua enorme torcida, que bateu o recorde de público do nosso belo e confortável estádio Independência. É campeão, digo, bicampeão, vez que conquistou tal título também em 1997, no mesmo logradouro (Gigante do Horto) e pelo mesmo placar (um a zero na Vila Nova/GO), em dois lances de bolas paradas (gol de falta do atacante Celso em 1997 e de cabeça do zagueiro Rafael Lima em 2017 na cobrança de escanteio).
A uva da raposa estava verde (só o fabulista grego explica). Não queriam o título da Série B, mas comemoraram ontem o título nacional de Aspirantes. O que é mais valioso, Série B ou Aspirantes? Ora, aspirante é o jogador que pretende um dia ser profissional. Então, é bom o Saci deixar de bobagem e comemorar o que puder. Ou, o que o Coelho permitir, contrariando a Mãe Diná ou a cigana enganadora. Só falta o Grêmio conquistar o título do mundial de clubes derrotando o Real Madrid na final e não comemorar, achando que não é vantagem alguma tal título. Coisas de gaúchos! Da Fronteira ou de Pelotas? Sei não. Não conheço o Rio Grande do Sul...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1133 (SEGUNDA-FEIRA, 04-12-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não foi apenas a Mãe Diná que tentou enganar os torcedores do meu glorioso e querido América, afirmando, antes do início do Brasileirão da Série B, que o Coelho iria correr o sério risco de ser rebaixado para a Terceirona, por causa de seu treinador e de seu elenco, que considerava fracos. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, a “ousadia do bofe”. O coitado “quebrou a cara”. Vai entender do velho ludopédio assim nas “profundas do inferno”...
A cigana também tentou iludir o torcedor americano, falando mais ou menos a mesma coisa. Ora, juntando-se as duas principais Séries do Campeonato Brasileiro (A e B), evidente que o meu Coelho (73 pontos) é que seria o campeão geral, pois o Corinthians acumulou 72 pontos. Além do mais, o Mecão teve apenas uma vitória a menos do que o Timão (21 a 20) e duas derrotas a menos (8 e 5). E o Coelho sofreu cinco gols a menos do que a equipe paulista (30 a 25). E não me venham dizer que a Série B é bem inferior tecnicamente do que a Série A, vez que dela participaram alguns clubes da elite nacional, como América/MG, Internacional/RS, Ceará, Juventude, Paysandu, Figueirense, Goiás etecétera. Vamos deixar, então, de bobagem, vez que tudo é Brasil. Só que os nossos melhores atletas encontram-se no exterior, mormente no futebol europeu...

ATÉ a próxima.