domingo, 30 de dezembro de 2007

DE LETRA -Nª 78

DE LETRA Nº 78 (SEGUNDA-FEIRA, 31-12-07)

MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! A paz voltou. É o tal espírito natalino.

Mesmo com muita gente viajando na feriadão prolongado, a nossa

quase filarmônica do Gutierrez deu a sua costumeira bela

apresentação, anteontem, no Bar do Dalmi, a derradeira do ano que

está terminando hoje. Seis músicos de muito talento: Antônio Orfeu

Braúna (bandolim), Nortinho (voz, violão e animação), Traul (a voz),

Denise Fonseca (cantora), Délio das Graças Gandra (voz, violão e

cavaquinho), Alex (voz) e Farjalo (percussão). Faltou o líder da

banda, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner

Marques Brito, que estava fazendo turismo em Campinas/SP e

Jacutinga/MG, terra de muros baixos e mulheres bonitas. Faltou,

também, o galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, que estava

“paparicando” o mano cruzeirense Domingos Afonso, na acolhedora

Conceição do Mato Dentro. Interessante: quanto menos gente na

banda, mais qualidade. A “galera” gostou. Aplaudiu o tempo todo.

Agora, somente no próximo ano, se assim Deus o permitir. E vai...

SOMENTE a criatividade da jornalista Verônica Lima (da Anatel)

poderia bolar um presente tão diferente no Natal: um livro em

branco, com o título “Miguel De Letra, 33 anos de coluna e 33 anos

de América”, dando a sugestão para que eu escreva um livro. Ora,

não tenho capacidade para tanto. De se corrigir, apenas, os dados

do título: de coluna alcancei longos 29 anos (de 1979 a junho do

ano passado) e, de América, 52 (desde outubro de 1955). Durante

33 anos fiquei no extinto “Diário da Tarde” (de 1973 a 2006). Agora,

restou somente o meu modesto Blog internacional. Vida que

segue...

VIDA que segue, ano terminando e se aproximando a estréia de

meu querido e glorioso América no Módulo II do Campeonato

Mineiro (dia 18 de fevereiro, contra o Ideal, no Ipatingão). Na

seqüência, recebe o Passense, de Passos, em seu belo e

confortável Independência. Gente, falta muito pouco tempo (um

mês e meio mais ou menos)! Como nos anos anteriores, a diretoria

vai contratar o novo treinador serodiamente, à undécima hora. E o

elenco, hein? Será o mesmo que deu tanto vexame em 2006? Ora,

não dá mais para suportar tanto sofrimento, com o clube fora de

qualquer Série do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e do

Campeonato Mineiro. É muito pouco para a grandeza de um clube

quase centenário, disputar apenas e tão-somente o Módulo II do

Estadual e a Taça Minas Gerais. Portanto, acorda diretoria...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

DE LETRA - Nº 77

DE LETRA Nº 77 (SEXTA-FEIRA, 28-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Antes de mais nada, explico que a modesta coluna de meu internacional Blog não saiu na última segunda-feira, como de costume, por ter o meu “bendito” computador pifado. Somente hoje, com a providencial ajuda do amigo Luiz, mestre em computação, estou podendo retornar ao “batente”. Vamos ver se o novo computador (para este modesto cronista, não passa de máquina de escrever) comporta-se direitinho. Tomara...
PENA muita coisa que imaginei escrever na segunda-feira tenha se perdido. Afinal, minha memória já não é mais do tamanho de um elefante. Aliás, iria dizer que o último sábado no Bar do Dalmi foi sensacional. O melhor, até hoje. A turma quase toda da nossa quase filarmônica do Gutierrez esteve presente. Mas, o melhor mesmo, foi o retorno dos talentosos músicos e amigos Antônio Orfeu Braúna (cavaquinho, digo, bandolim) e Nortinho (violão, voz, animação e esculhambação), que ficaram longe do nosso agradável convívio durante longos sete meses, por causa de um probleminha, graças a Deus já superado (valeu, Alex, você foi um dos maiores responsáveis!). E teve o “show” do Maestro Dinho (exímio tocador de viola clássica), secundado pelo galista Cadinho (o mago do violão) e pela timba barulhenta e afinada do dileto e grande amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito. Outro sábado, assim, dificilmente será repetido. Mas, como o homem nasceu para superar seus limites, quem sabe?
FOI, realmente, emocionante, sentir a alegria da turma. O espírito natalino invadiu nossos corações. Olhos molhados (garanto que não foi por causa da chuva que caia lá fora). Pois é, depois da tempestade, vem a bonança! A ordem é essa mesmo. O bom vem sempre para substituir o pior. Como na obra do imortal escritor russo Lew (Leão) Tolstoi, que, no século passado, escreveu a sua “Guerra e Paz”. Sim, tinha que ser assim mesmo, vez que a guerra não pode vir depois da paz. E paz era o que estava faltando na nossa turma. Agora, não falta mais. Tomara que essa paz perdure por muitos anos. Afinal, ninguém veio ao mundo para guerrear...
ATÉ o amigo atleticano Roberto retornou, com sua inseparável Dirce (casal 20), dando “show” de pandeiro. Farjalo também se fez presente com a sua barulhenta percussão. Teve “show” da cantora Denise Fonseca e do americano/banguense Délio das Graças Gandra (violão, banjo, voz e “causos”). Só faltou o amigo e americano Joaquim Gonçalves Fonseca, com seu “surdo pandeiro”, como diria o Cadinho. Ele está chateado com o Dalmi, que o desrespeitou. Mas, um dia, tenho certeza, que o Joaca, rei das damas do Gutierrez, vai retornar, passando por cima de pequenas desavenças. É o que a turma espera...
AMANHÃ, por ser sábado (o último do ano que está chegando ao fim), tem nova apresentação da nossa quase filarmônica, que, na última semana, virou orquestra sinfônica, com a brilhante apresentação do Maestro Dinho (vai tocar viola bem assim nas profundas do inferno!). Ele conseguiu tocar música clássica, a despeito do tremendo barulhão do bar. Só faltou tocar “Nabuco”, do imortal músico italiano Giuseppe Verdi. Também, seria querer demais! É aquela estória: talento é talento...
ATÉ a próxima.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

DE LETRA - Nº 76

DE LETRA Nº 76 (SEXTA-FEIRA, 21-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Após ser indicado pela Fifa como o melhor jogador de futebol de areia do mundo, o atleta Buru, em entrevista, contou que jogou três anos (até 1997) no meu querido e glorioso América, ao lado dos talentosos Gilberto Silva (campeão mundial em 2002), Irênio, Rinaldo, Evanilson e William (zagueiro do Grêmio/RS), não tendo sido devidamente observado e aproveitado. Como tem gente “cega” e incompetente no meu clube! Isso não é caso isolado no América. Outro dia mesmo, o então volante Alberto foi mandado embora de nossas categorias de base, brilhou no Atlético dos ricos (o paranaense, bem entendido), como lateral-direito, estando, hoje, no futebol europeu. Fazer o quê, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito? E a nossa quase filarmônica do Gutierrez? Amanhã tem outra bela apresentação no Bar do Dalmi? Sim! De gala (favor não confundir com a mulher do galo)...
A DIRETORIA americana vai acabar “matando” sua torcida, com o paradeiro geral que tomou conta do clube, mormente o talentoso cronista Mário Filho (o “Américo Coelho”, do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País), que tem “cuspido marimbondo” em sua coluna diária. Até o momento em que redigi esta modesta coluna em meu internacional Blog (manhã de hoje), nada de novo treinador e de reforços. Será que o Coelho vai disputar, a partir do dia 18 de fevereiro do próximo ano, o Módulo II do Campeonato Mineiro, com o atual elenco que deu tanto vexame em 2007? Será que essa gente vai repetir, em 2008, os mesmos erros de sempre? Pobre e desamparado torcedor americano...
MEU América estréia contra o Ideal (no Ipatingão, dia 18 de fevereiro) e, em seu belo e confortável Independência, três dias depois, quando recebe o Passense, de Passos. Deve enfrentar, ainda, em dois turnos, Araxá, Formiga, União Luziense, Uberlândia, Itaúna, URT, Valério, Poços de Caldas e Caldense. Tirando Uberlândia, Valério e Caldense, grandes e fortes equipes da interlândia mineira, não é, caro e atento leitor? Os dois primeiros sobem para a divisão maior do futebol mineiro e os dois últimos serão rebaixados para a Terceira Divisão. Só falta tal rebaixamento para “coroar” a caótica fase vivida pelo América...
NOSSA fase é tão ruim que, no Troféu Guará de 2007, apenas dois ex-americanos (o goleiro atleticano Juninho e o ex-atacante do Tigre Alessandro). Quem diria, logo o meu América, que outrora era base da Seleção Mineira de verdade. Seleção, hoje, só se for do Bairro Horto. Afinal, o América é o único clube profissional da região...
PS – Para agradecer ao Alceu, do coral da Igreja Santíssima Trindade, do Gutierrez, que, gentilmente, presenteou-me com um lindo CD, que tem como música central “Nabucco”, do compositor Giuseppe Verdi.
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

DE LETRA Nº 75

DE LETRA Nº 75 (SEGUNDA-FEIRA, 17-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Dentro das quatro linhas, o meu querido e glorioso América nada fez para ter o direito de disputar a Copa do Brasil do próximo ano. Foi um vexame atrás do outro, ficando fora, também, da divisão maior do futebol mineiro e de qualquer Série do Campeonato Brasileiro. Pois bem. Agora, com base no ranking da Confederação Brasileira de Futebol (a famigerada CBF do ditadorzinho Ricardo Teixeira), está pretendendo disputar a Copa do Brasil de 2008, na vaga deixada pela Raposinha/saltitante, que vai disputar a Libertadores da América (fase preliminar, bem entendido). O Coelho é, de acordo com a entidade, o 34º colocado (555 pontos) no ranking liderado por Grêmio/RS (1.978), Corinthians (1.938), Vasco da Gama (1.928), Flamengo (1.918) e São Paulo (1.879). São 389 clubes ranqueados. Quantos atrás do meu América, hein, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Apenas(?) 355. Eta, Coelhão! Acorda e volte a ser aquele América forte do passado!
JÁ QUE hoje o nosso futebol está em baixa (que pena!), nada como falar do passado de glórias, como, por exemplo, lembrar que o América está comemorando o cinqüentenário do título estadual de 1957 (a legendária e verdadeira tríplice coroa), com uma equipe de ótimos jogadores, como o goleiro Edgard, Wilson Santos, Gunga, Geraldo e Dodô (todos, titulares da Seleção Mineira daquele ano), o goleiro Jardel (o “Cavaleiro Negro”), Toledo, Moacir Rodrigues, Leônidas, Miltinho, Capeta, Barbatana e outros, comandados pelo treinador Arthur Nequessaurt. O presidente era, veja bem, o atleticano Jorge Hibraim, que fez mais do que muitos que se dizem americanos e “se meteram” a dirigir o clube. Ah se o tempo voltasse atrás...
SÓ faltou, naquela época, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo dileto e grande amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, que, no último sábado, abrilhantou a festa de final de ano da turma do Bar do Dalmi, realizada na residência do casal Cristiano e Márcia. Brilharam, também, os talentosos músicos Kadin Faria, o “mago do violão”, Traul, Camilo, Lira e outros. No próximo sábado, de volta ao bar, novo “show”, em nova festa de confraternização.
PS – Tomei conhecimento somente hoje, do falecimento do Ney Proença Doyle, ministro aposentado do Tribunal Superior do Trabalho (TST), onde brilha, hoje, o grande americano Carlos Alberto Reis de Paula, meu ilustre colega da Turma de 1970 da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. De tradicional família americana, o Ney era irmão de meu amigo e ex-companheiro Fábio Proença Doyle (americano/botafoguense), que foi editor-geral do extinto “Diário da Tarde” durante vários anos. Dos mais competentes, diga-se de passagem. Tive o privilégio de trabalhar com ele. Bons tempos...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

DE LETRA

DE LETRA Nº 74 (SEXTA-FEIRA, 14-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Saiu a tabela da Copa do Brasil do próximo ano. Por mais que tivesse procurado, não encontrei o meu querido e glorioso América. Que pena! Das Minas Gerais, apenas o fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas, o Ituiutaba (campeão da Taça Minas Gerais) e o Democrata/GV (terceiro colocado no último Campeonato Mineiro). Breve, devem sair, também, as tabelas das três Séries do Campeonato Brasileiro e do Campeonato Mineiro de 2008. Nelas, igualmente, não será encontrado o nome do América. Somente quando sair a tabela do Módulo II do Estadual e da Taça Minas Gerais. Que vexame histórico, um clube quase centenário da importância do América “barrado” em qualquer festa, no País e nas Minas Gerais. A que ponto diretorias passadas transformaram o meu América, outrora uma das duas maiores forças das Montanhas. Um crime (hediondo e inafiançável, diga-se de passagem) cometido contra todos nós, americanos...
TUDO isso (e muito mais) justifica o pessimismo do talentoso cronista americano Mário Filho, o “Américo Coelho” do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País. O jovem está totalmente desiludido em relação ao futuro do nosso América, que, até hoje, não começou a montar seu elenco para o Módulo II do Campeonato Mineiro, que deve começar na primeira quinzena de fevereiro próximo. O clube continua é se desfazendo de seus melhores jogadores, como os atacantes Douglas e Daniel Moraes, que podem brilhar no futebol europeu. E o nosso ataque, como vai ficar? Com o ainda lépido atacante Euler, já de idade avançada, correndo para o resto da equipe? Sozinho, claro que o “Filho do Vento” não vai agüentar. Seria “muita areia para o seu “fordinho”...
TAMBÉM não estou nada otimista com dias melhores. Saneamento de dívidas e patrimônio invejável. Futebol, mesmo que é bom, nadinha. É como gosta de dizer o Américo Coelho: o nosso América tem “futebol no nome”. Só não está tendo dentro das quatro linhas, completo...
PS – Por causa da festa natalina da turma do segundo escalão do Bar do Dalmi (Alex, Vladimir, Marquinho, Lira, Camilo, Dani, Rubinho e outros), a tarde de amanhã do meu Gutierrez não será a mesma, já que a nossa quase filarmônica ficará impossibilitada de dar seu costumeiro “show”. O líder da banda, meu grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito (com os seus instrumentos musicais), foi convidado para a festa. No próximo sábado, quem sabe, se não houver outra festa, tem música. Falar na banda, nosso músico maior, o galista Kadin Faria, o “mago do violão”, enviou-me uma linda poesia, indagando se é de seu ídolo Carlos Drumond de Andrade ou do meu, o poeta maior Vinícius de Moraes. Kadin, não conheço o poema, mas desconfio ser do mineiro de Itabira. De qualquer maneira, continuo achando que o “poetinha” é o maior...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

DE LETRA Nº 73

DE LETRA Nº 73 (SEGUNDA-FEIRA, 10-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Você tem razão, talentoso e jovem cronista esportivo Mário Filho (“Américo Coelho”, do “Super Notícia”, o jornal mais lido do País). É triste mas é a pura realidade: o nosso querido e glorioso América vive mais do passado do que do presente. O futuro, então, ninguém se preocupa com ele, como se ele não fosse existir. Nosso inédito decacampeonato estadual (1916 a 1925) é sempre lembrado. Na última sexta-feira, o Coelho comemorou o décimo aniversário da conquista da Série B do Campeonato Brasileiro. E, hoje, o que se comemorar? Nadinha, não é mesmo? Como é duro ser americano...
LEMBRAR daquele “timaço” de 1997 e ver o que o América tem hoje, dá uma revolta danada. Ver as fotos e os filmes da grande final da competição dá enorme saudade, com o nosso belo e confortável Independência totalmente lotado. Não cabia uma pulga sequer no estádio. E muita gente voltou para casa por não poder entrar. Grandes jogadores, como Gilberto, Evanilson, Gilberto Silva, Pintado, Boiadeiro, Tupã, Celso, Rinaldo, Irênio e outros. Se o América tivesse uma base semelhante hoje, garanto que não estaria na lamentável e vexatória situação, fora de qualquer Série do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e do Campeonato Mineiro, restando a ele, no próximo ano, o Módulo II do Estadual e a Taça Minas Gerais. Mais uma vez, como é duro ser americano...
JÁ QUE a mídia abandonou o meu América (quando o Coelho jogava já falava pouco, agora...), o jeito é procurar algo em colunas, como a do bom companheiro (ou ex, sei lá) Chico Maia, que está divulgando, em sua apreciada coluna de hoje, no jornal “Super Notícia”, uma alvissareira notícia, no sentido de que o nosso dinâmico presidente Antônio Baltazar está fechando uma ótima parceria. E outra, de que a dívida do clube, que girava em torno de 71 milhões de reais, já caiu para menos de 40 milhões de reais. Pois é, a coisa está caminhando bem. É o início da redenção. Dias melhores virão. Alguém duvida? Do jeito que está é que não pode ficar. O América é muito maior do que qualquer crise. O Coelho vai sair dessa com os “pés nas costas”. É questão de tempo. Enquanto isso, tem clube nas Minas Gerais muito mais endividado. Precisa citar o nome? Claro que não. Todo mundo sabe...
PS – A nossa quase filarmônica do Gutierrez virou um belo quarteto, na tarde/noite do último sábado, no Bar do Dalmi. Sob a firme batuta do nosso líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, brilharam, também, o amigo americano/banguense Délio das Graças Gandra, o amigo Maninho e o amigo galista Átila. Como a chuva tem atrapalhado, faltaram talentosos artistas, como o amigo atleticano e polêmico Kadin Faria, o “mago do violão”, que, naturalmente, deveria estar “paparicando” o mano cruzeirense Domingos Afonso, na acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

DE LETRA Nº 72

DE LETRA Nº 72 (SEXTA-FEIRA, 07-12-07)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um amigo meu ficou impressionado com o enorme número de americanos (maioria absoluta), na noite da última terça-feira, nas Bodas de Ouro do casal Sérgio Lellis Santiago (meu irmão mais velho) e Myriam Quintino dos Santos Santiago. Para este modesto cronista, não foi novidade alguma. Três, dos mais ilustres: meu irmão Francisco de Assis Santiago (ex-vice-presidente do clube), Afonso Celso Raso (ex-presidente) e Altair Chagas (ex-dirigente). Conversava com dois deles, quando alguém chegou e disse, espantado, “quatro americanos juntos”. Disse ter muito mais no logradouro e fui apontando: o amigo Marco Aurélio, os irmãos Cristiano, Diógenes e Bené Quintino dos Santos Gomes, meus irmãos Márcio Augusto, Francisco de Assis, José Marcos e Maria Heloisa e meus sobrinhos Ricardo, Alexandre, Rafael, Henrique, Camilo, José Neto, e Felipe. Pena minha memória não alcançar o restante. Tinha muito mais...
O AMIGO Altair Chagas, ex-deputado estadual e que trouxe inúmeros jogadores para o nosso querido e glorioso América (os irmãos Vaner e Vagner Oliveira, de Inhapim, na década de 70, por exemplo), era o mais entusiasmado, garantindo dias melhores para a imensa família americana. Ele acha que, em três ou quatro anos, o América voltará a ser o que sempre foi: uma das três forças do futebol mineiro e uma das maiores do futebol brasileiro. O início de tudo será a construção da gigantesca obra em nosso terreno da Avenida dos Andradas e a transformação do nosso belo e confortável Independência em arena multiuso. Com dinheiro fica mais fácil (ou menos difícil e complicado, sei lá)...
DO JEITO que está é que não pode ficar, um clube caminhando para a “sepultura”, hoje, fora de qualquer série do Campeonato Brasileiro, da Copa do Brasil e da divisão maior do futebol mineiro, acompanhando o domínio da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo e o crescimento do Ipatinga e do Ituiutaba, dois modestos clubes da interlândia mineira. O Coelho precisa reagir. E tem que ser a partir de agora, para que não se transforme em um triste quadro na parede, como diria o saudoso poeta itabirano Carlos Drumond de Andrade, que, para o amigo galista Kadin Faria, o “mago do violão”, é o maior poeta brasileiro de todos os tempos. Quanto exagero! Para mim, foi o fantástico Vinícius de Moraes. Questão meramente de gosto...
E POR falar em saudade, digo, Kadin Faria, lembro que, na tarde de amanhã (por que é sábado, naturalmente, como diria o poeta maior), tem nova apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo líder do grupo, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito. Hora e vez do costumeiro brilho de talentosos músicos, como Délio Gandra (americano/banguense), Átila, Camilo, Mário, Farjalo e outros. Falar na banda, cadê você, amigo galista Roberto?
ATÉ a próxima.