DE LETRA Nº 263 (SEGUNDA-FEIRA, 29-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Mais uma bela vitória do meu querido e glorioso América, no Campeonato Brasileiro da Série C, a do último sábado, em Cáceres, no Mato Grosso. Agora, já são quatro pontos na frente do segundo colocado do Grupo C, na virada do primeiro turno da fase classificatória. Três vitórias e um empate, marcando cinco gols e não levando um sequer. Com dois gols cada, o atacante Euller e o zagueiro Wellington Paulo são os nossos artilheiros, seguidos do lateral-direito Evanilson. Está bom, mas pode melhorar ainda mais, faltando apenas quatro jogos na fase, Ituiutaba/MG e Mixto/MT em casa e Gama/DF e Guaratinguetá/SP fora. Quem diria, o Coelho está com a faca e o queijo nas mãos (ou patinhas, sei lá). É só saber administrar. Olha a Série B aí, minha gente...
CLARO que não deu para acompanhar o jogo do meu América pelo aparelho (de rádio, bem entendido), vez que, no mesmo horário, teve o joguinho desinteressante do fraco, pobre e endividado Galinho/sem/esporas, que, assim como a Raposinha/saltitante, provou que o Barueri/SP não incomoda apenas o meu América. A “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo “caiu de quatro” diante da modesta equipe da interlândia paulista, no Mineirão e em Barueri. Bom demais! Quando o Coelho foi derrotado pelo Barueri, na Série C do Brasileirão, foi aquela gozação. E agora, José? Pau que dá em Chico, dá em Francisco...
AGORA, é esperar por novas emoções no próximo final de semana, com o meu Coelho recebendo o Ituiutaba, o Galinho o Botafogo/RJ e a Raposinha “encarando” o Goiás, no Serra Dourada. Tem mais alegria para o torcedor americano. E mais vexame da duplinha “fuleira”. Cuidado, gente, vez que o Fogão e o Goiás gostam de “aprontar” e o Grêmio/RS ainda não está morto. Quem avisa...
PS – Deixando o velho “ludopédio” de lado (nem só de futebol vive o homem), a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, voltou a “barbarizar” no final de semana, na noite de sexta-feira e na tarde/noite de sábado, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). Folga geral ontem, por causa da final da Copa das Confederações. Hora e vez de torcer pela Seleção Brasileira. Quem diria, Brasil e Estados Unidos decidindo uma competição internacional! Tempos mudados. Os “gringos” deixando para escanteio Itália e Espanha. Mas, brilharam, na banda, os talentosos músicos Roberto (e sua inseparável Dirce), Farjallo, Jésus Brito, Alemão, Rogerinho, Paulinho, Carlinhos e outros. Alguns “gazeteiros”, como Nortinho, Orfeu Braúna, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Wagner e Délio Gandra. Como diretor/presidente da banda, já mandei cortar o ponto deles...
ATÉ a próxima.
sábado, 27 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 262 (SEXTA-FEIRA, 26-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Prevendo que o Brasil iria disputar a final da Copa das Confederações (chegou lá aos “trancos e barrancos”, vencendo, no “sufoco”, Egito e África do Sul, por apenas um gol de diferença, quatro a três e um a zero), a CBF antecipou, de domingo, para amanhã, o jogo do meu querido e glorioso América contra o Mixto/MT, pela quarta rodada do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C. Um erro estratégico, vez que deveria antecipar a partida do Brasil contra os Estados Unidos, pois o Coelhão é bem mais importante (para nós, americanos de verdade, bem entendido). Líder, invicto, absoluto e sem tomar um gol sequer em três jogos (duas vitórias por dois a zero e um empate zerado). É o América a caminho da Série B...
DEPOIS, quando argentino chama brasileiro de “macaquito”, tem gente que acha ruim! Ora, brasileiro é muito chegado a uma imitação (como se não tivesse criatividade) e gosta de “puxar o saco” de “gringos”. A mídia nacional deu um destaque exagerado ao falecimento do astro americano Michael Jackson. Alguns jornais publicaram cadernos especiais. Fico a imaginar o que a nossa mídia tupiniquim faria quando o inigualável Pelé e o cantor Roberto Carlos “batessem as botas”. No mínimo, jornais inteiros...
MESMO não sendo branco, não me importo com os “elogios” dos “gringos”. Mas que jogador argentino é “abusado”, não resta a menor dúvida. Para uns, a educação passa longe. O que o “branquelo” argentino Maxi López, do Grêmio/RS, fez com o cruzeirense Elicarlos, anteontem, no Mineirão, foi um absurdo intolerável, passível de severa punição. Racismo, puro! Ora, “macaquito” é a “vovozinha”! Será que chamar branco de “branquelo” também seria racismo? Sou chamado de moreno e não acho ruim. Afinal, sou mesmo. Que mal há nisso? De macaco já fui chamado. Era meu apelido no Colégio Marconi, na década de 60, dado, não me recordo, por algum colega “engraçadinho”...
PS – “Macacos me mordam”! Não estou nem aí. Quero mais é voltar a “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). E na tarde de amanhã (até a hora do jogo do meu América, é claro), no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Bairro Gutierrez). Hora e vez de aplaudir talentosos músicos como Nortinho, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Paulinho, Délio Gandra (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Átila, Farjallo, Roberto (e sua inseparável Dirce), Alemão, Rogerinho (percussão), Wagner (órgão), Régio Bicalho (um “showman”) e outros. Imperdível...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Prevendo que o Brasil iria disputar a final da Copa das Confederações (chegou lá aos “trancos e barrancos”, vencendo, no “sufoco”, Egito e África do Sul, por apenas um gol de diferença, quatro a três e um a zero), a CBF antecipou, de domingo, para amanhã, o jogo do meu querido e glorioso América contra o Mixto/MT, pela quarta rodada do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C. Um erro estratégico, vez que deveria antecipar a partida do Brasil contra os Estados Unidos, pois o Coelhão é bem mais importante (para nós, americanos de verdade, bem entendido). Líder, invicto, absoluto e sem tomar um gol sequer em três jogos (duas vitórias por dois a zero e um empate zerado). É o América a caminho da Série B...
DEPOIS, quando argentino chama brasileiro de “macaquito”, tem gente que acha ruim! Ora, brasileiro é muito chegado a uma imitação (como se não tivesse criatividade) e gosta de “puxar o saco” de “gringos”. A mídia nacional deu um destaque exagerado ao falecimento do astro americano Michael Jackson. Alguns jornais publicaram cadernos especiais. Fico a imaginar o que a nossa mídia tupiniquim faria quando o inigualável Pelé e o cantor Roberto Carlos “batessem as botas”. No mínimo, jornais inteiros...
MESMO não sendo branco, não me importo com os “elogios” dos “gringos”. Mas que jogador argentino é “abusado”, não resta a menor dúvida. Para uns, a educação passa longe. O que o “branquelo” argentino Maxi López, do Grêmio/RS, fez com o cruzeirense Elicarlos, anteontem, no Mineirão, foi um absurdo intolerável, passível de severa punição. Racismo, puro! Ora, “macaquito” é a “vovozinha”! Será que chamar branco de “branquelo” também seria racismo? Sou chamado de moreno e não acho ruim. Afinal, sou mesmo. Que mal há nisso? De macaco já fui chamado. Era meu apelido no Colégio Marconi, na década de 60, dado, não me recordo, por algum colega “engraçadinho”...
PS – “Macacos me mordam”! Não estou nem aí. Quero mais é voltar a “curtir” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). E na tarde de amanhã (até a hora do jogo do meu América, é claro), no restaurante do Barroca Tênis Clube (Rua Américo Macedo, Bairro Gutierrez). Hora e vez de aplaudir talentosos músicos como Nortinho, Cadinho Faria (o “mago do violão”), Paulinho, Délio Gandra (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Átila, Farjallo, Roberto (e sua inseparável Dirce), Alemão, Rogerinho (percussão), Wagner (órgão), Régio Bicalho (um “showman”) e outros. Imperdível...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 261 (QUARTA-FEIRA, 24-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como já é do conhecimento dos milhares leitores de meu modesto Blog internacional, quarta-feira é dia de amenidades, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez, cada vez melhores (na bola e no ritmo), para as modestas colunas de segunda e sexta. Aí, como perguntar não ofende, alguém pode indagar: “Zé Migué, terça, quinta e sábado, nadinha?”. E afirmar: “seu preguiçoso”. Como diria meu antigo professor de Latim, Silvio Todesqui, “discipuli pigri” (mestres no “latinoro” que me corrijam, vez que já não me lembro de mais nada da nossa língua mãe)...
NÃO se trata de preguiça! É que também não sou de ferro. Escrever diariamente é muito cansativo. Haja assunto! De segunda-feira a sábado, escrevia a modesta coluna diariamente, com sol ou chuva, frio ou calor. Ela só não era publicada aos domingos, dia que o extinto jornal “Diário da Tarde” não circulava, já que sábado era o nosso repouso semanal. Portanto, está de bom tamanho três colunas por semana. Daí, a saudação inicial de minha coluna: “Olá, caros leitores semanais!”. No DT era: “Bom-dia, Brasil!”. Bons tempos...
DE repente, na tarde de anteontem, fui chamado ao telefone. Era o grande americano (em Minas Gerais e no Rio de Janeiro) Fernando Marcos Bartolomei, conceituado odontólogo que mora em Teresópolis/RJ e tem consultório em Copacabana, leitor assíduo de minha modesta coluna. O amigo queria saber, além do nosso América, se o Heleno de Freitas era de Visconde do Rio Branco, cidade acolhedora da Zona da Mata mineira que citei na coluna da última quarta-feira. Não, Heleno, um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro (décadas de 40 e 50), é de São João Nepomuceno, que, por coincidência, também fica na Zona da Mata mineira.
O AMIGO e americano José Américo Campos, o do chapelão mexicano, que também é de São João Nepomuceno, conviveu com o Heleno de Freitas. Eles jogaram, na cidade, futebol e sinuca, mesmo quando Heleno já era ídolo no Botafogo/RJ. O problema era que Heleno não tinha cabeça boa, tanto é que morreu em um hospital psiquiátrico, em Barbacena. Não fosse assim, teria disputado a Copa do Mundo de 1950, ao lado dos atacantes Zizinho (o “Mestre Ziza”) e Ademir Menezes (o “Queixada”). Não vi, mas o Zé Américo garante que Heleno foi o maior jogador que viu na vida. Sou mais privilegiado, pois o maior que vi na vida foi o Edson Arantes do Nascimento, um tal “Pelé”, o maior jogador da história do futebol mundial. É pouco ou querem mais? Atleta do século, etecétera e tal. A opinião não é só minha. É da maioria esmagadora de quem conhece o velho ludopédio...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como já é do conhecimento dos milhares leitores de meu modesto Blog internacional, quarta-feira é dia de amenidades, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez, cada vez melhores (na bola e no ritmo), para as modestas colunas de segunda e sexta. Aí, como perguntar não ofende, alguém pode indagar: “Zé Migué, terça, quinta e sábado, nadinha?”. E afirmar: “seu preguiçoso”. Como diria meu antigo professor de Latim, Silvio Todesqui, “discipuli pigri” (mestres no “latinoro” que me corrijam, vez que já não me lembro de mais nada da nossa língua mãe)...
NÃO se trata de preguiça! É que também não sou de ferro. Escrever diariamente é muito cansativo. Haja assunto! De segunda-feira a sábado, escrevia a modesta coluna diariamente, com sol ou chuva, frio ou calor. Ela só não era publicada aos domingos, dia que o extinto jornal “Diário da Tarde” não circulava, já que sábado era o nosso repouso semanal. Portanto, está de bom tamanho três colunas por semana. Daí, a saudação inicial de minha coluna: “Olá, caros leitores semanais!”. No DT era: “Bom-dia, Brasil!”. Bons tempos...
DE repente, na tarde de anteontem, fui chamado ao telefone. Era o grande americano (em Minas Gerais e no Rio de Janeiro) Fernando Marcos Bartolomei, conceituado odontólogo que mora em Teresópolis/RJ e tem consultório em Copacabana, leitor assíduo de minha modesta coluna. O amigo queria saber, além do nosso América, se o Heleno de Freitas era de Visconde do Rio Branco, cidade acolhedora da Zona da Mata mineira que citei na coluna da última quarta-feira. Não, Heleno, um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro (décadas de 40 e 50), é de São João Nepomuceno, que, por coincidência, também fica na Zona da Mata mineira.
O AMIGO e americano José Américo Campos, o do chapelão mexicano, que também é de São João Nepomuceno, conviveu com o Heleno de Freitas. Eles jogaram, na cidade, futebol e sinuca, mesmo quando Heleno já era ídolo no Botafogo/RJ. O problema era que Heleno não tinha cabeça boa, tanto é que morreu em um hospital psiquiátrico, em Barbacena. Não fosse assim, teria disputado a Copa do Mundo de 1950, ao lado dos atacantes Zizinho (o “Mestre Ziza”) e Ademir Menezes (o “Queixada”). Não vi, mas o Zé Américo garante que Heleno foi o maior jogador que viu na vida. Sou mais privilegiado, pois o maior que vi na vida foi o Edson Arantes do Nascimento, um tal “Pelé”, o maior jogador da história do futebol mundial. É pouco ou querem mais? Atleta do século, etecétera e tal. A opinião não é só minha. É da maioria esmagadora de quem conhece o velho ludopédio...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 260 (SEGUNDA-FEIRA, 22-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Somente quem não conhece o Estádio da Fazendinha (um campinho, melhor dizendo) acha não ter sido um bom resultado o empate de sábado do meu querido e glorioso América. Ora, é de sabença geral que, no Pontal do Triângulo, é muito difícil vencer o Ituiutaba. Boa, Coelho, líder, invicto e absoluto do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (sete pontos ganhos), dois a mais do que o adversário, mesmo com um jogo a menos, estando o Gama/DF com quatro, o Guaratinguetá/SP e o Mixto/MT com três. De se registrar que faltam apenas cinco jogos (Ituiutaba e Mixto em casa e Mixto, Gama e Guaratinguetá fora) e os dois primeiros se classificam para a próxima etapa da competição. Evidentemente, o meu América e mais um, para a Série B ficar mais perto. Verde que te quero verde...
CONTINUA o desrespeito da mídia esportiva mineira com o meu desprotegido América. Sábado um jornal sequer noticiou o nosso jogo. E, hoje, o jornal “Aqui” não deu uma linha sequer do Coelho (que saudade do “Diário da Tarde”!), a não ser a coluna do amigo e ex-companheiro Otávio di Toledo, só falando da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, do Urubu, do Brasil, dos Estados Unidos, da Espanha, da Fórmula 1, de basquete e de vôlei. Tem nada não! O americano já está acostumado com o pouco caso dessa gente...
QUEM achava que o Barueri/SP só incomodava o meu América, “quebrou a cara”. A equipe da interlândia paulista, com os craques (?) Márcio Careca, Xandão e Pedrão, fez a Raposinha/saltitante “cair de quatro” em pleno Mineirão, jogando-a para a incômoda 15ª colocação do Brasileirão, muito perto da zona de rebaixamento. Pois é, o Brasil deu uma “surra” na Azurra (Itália) e o Barueri outra na Raposinha! E o Galinho/sem/esporas, hein? Quem diria, líder, invicto e absoluto. Assim como a Argentina (eliminou o Brasil na Copa do Mundo de 1990), a Itália está pagando até hoje nossa eliminação no Mundial de 1982. Os dois viraram nossos “fregueses de caderno”. É uma “surra” atrás da outra...
PS – Quem continua dando “surra” (“show”, melhor dizendo), é a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na noite de sexta-feira o “show” foi no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado) e, na tarde/noite de sábado, no restaurante do Barroca Tênis Clube, onde meu irmão americano José Marcos acompanhou, pelo seu aparelho (de rádio, bem entendido), o jogo do nosso América. Brilharam os talentosos músicos Nortinho, Orfeu Braúna, Jésus Brito, Átila, Wagner, Traul, Farjallo, Rogerinho, Alemão, Délio Gandra e outros. No final de semana tem mais a boa música, o sucesso do Coelhão (o Mixto que se cuide) e o vexame da duplinha RapoGalo. Quem viver...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Somente quem não conhece o Estádio da Fazendinha (um campinho, melhor dizendo) acha não ter sido um bom resultado o empate de sábado do meu querido e glorioso América. Ora, é de sabença geral que, no Pontal do Triângulo, é muito difícil vencer o Ituiutaba. Boa, Coelho, líder, invicto e absoluto do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (sete pontos ganhos), dois a mais do que o adversário, mesmo com um jogo a menos, estando o Gama/DF com quatro, o Guaratinguetá/SP e o Mixto/MT com três. De se registrar que faltam apenas cinco jogos (Ituiutaba e Mixto em casa e Mixto, Gama e Guaratinguetá fora) e os dois primeiros se classificam para a próxima etapa da competição. Evidentemente, o meu América e mais um, para a Série B ficar mais perto. Verde que te quero verde...
CONTINUA o desrespeito da mídia esportiva mineira com o meu desprotegido América. Sábado um jornal sequer noticiou o nosso jogo. E, hoje, o jornal “Aqui” não deu uma linha sequer do Coelho (que saudade do “Diário da Tarde”!), a não ser a coluna do amigo e ex-companheiro Otávio di Toledo, só falando da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, do Urubu, do Brasil, dos Estados Unidos, da Espanha, da Fórmula 1, de basquete e de vôlei. Tem nada não! O americano já está acostumado com o pouco caso dessa gente...
QUEM achava que o Barueri/SP só incomodava o meu América, “quebrou a cara”. A equipe da interlândia paulista, com os craques (?) Márcio Careca, Xandão e Pedrão, fez a Raposinha/saltitante “cair de quatro” em pleno Mineirão, jogando-a para a incômoda 15ª colocação do Brasileirão, muito perto da zona de rebaixamento. Pois é, o Brasil deu uma “surra” na Azurra (Itália) e o Barueri outra na Raposinha! E o Galinho/sem/esporas, hein? Quem diria, líder, invicto e absoluto. Assim como a Argentina (eliminou o Brasil na Copa do Mundo de 1990), a Itália está pagando até hoje nossa eliminação no Mundial de 1982. Os dois viraram nossos “fregueses de caderno”. É uma “surra” atrás da outra...
PS – Quem continua dando “surra” (“show”, melhor dizendo), é a nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Na noite de sexta-feira o “show” foi no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado) e, na tarde/noite de sábado, no restaurante do Barroca Tênis Clube, onde meu irmão americano José Marcos acompanhou, pelo seu aparelho (de rádio, bem entendido), o jogo do nosso América. Brilharam os talentosos músicos Nortinho, Orfeu Braúna, Jésus Brito, Átila, Wagner, Traul, Farjallo, Rogerinho, Alemão, Délio Gandra e outros. No final de semana tem mais a boa música, o sucesso do Coelhão (o Mixto que se cuide) e o vexame da duplinha RapoGalo. Quem viver...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 259 (SEXTA-FEIRA, 19-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não satisfeito em “desfalcar” o bolso do trabalhador brasileiro anualmente, o “Leão” aplicou-me uma tremenda multa, por ter meu contador se esquecido de um pequeno detalhe na minha declaração do Imposto de Renda de 2006/2007. Fazer o quê? O jeito é pagar e não “bufar”! Leão faminto! Pobre brasileiro, que trabalha a vida inteira para pagar impostos...
POBRE também do São Paulo, que foi “garfado” em pleno Morumbi pelo “homem de preto”, o “gringo” Sérgio Pezzoto (deu uma “pezada” nos paulistas), na noite de ontem, com o torcedor cruzeirense batendo palmas. Pois é, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”! Ora, não foi pênalti e o atleta tricolor foi injustamente expulso, o que facilitou a vitória da Raposinha/saltitante. Ora, quando essa gente azulada se julga prejudicada, coloca a “boca no trombone”. Mas, quando é beneficiada pelo “apito amigo”, finge não ver nadinha. O que é o velho ludopédio...
SEM querer, estou fugindo do assunto maior de minha modesta coluna, o meu querido e glorioso América, que tem um jogo difícil na tarde de amanhã, no Pontal do Triângulo. Difícil, não por ter o Ituiutaba uma boa equipe (o Coelho é bem melhor), mas, por causa do péssimo Estádio da Fazendinha, que alguns insistem em chamar de estádio. É um campinho da pior qualidade. Impossível fazer o esférico rolar no gramado. É um tal de “chutão” que não acaba nunca. Entretanto, passando pelas dificuldades, o Coelho tem mais é que vencer o Boa e ficar numa boa no Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (é líder, invicto e absoluto, com duas vitórias em dois jogos), bem perto da classificação para a próxima etapa da competição. Vamos lá, América! Sem qualquer vacilo...
PS – No último final de semana, por ter viajado para a acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro com o mano cruzeirense Domingos Afonso e o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do vilão”, perdi o costumeiro “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Mas, estarei firme que nem “prego em angu”, na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). E na tarde de amanhã, no restaurante do Barroca Tênis Clube. Hora de “matar” a saudade dos músicos talentosos, como Nortinho (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Roberto (e sua inseparável Dirce), Rogerinho, Alemão, Átila, Farjallo (percussão), Traul (a voz), Wagner (órgão) e outros...
PS2 – Como joga bola o Ramires! Nem sentiu o peso da camisa da Seleção Brasileira. Barbarizou, como se estivesse no quintal de sua casa. Sorte do Benfica/Portugal, que comprou um craque por uma “bagatela” qualquer e pode revendê-lo por bem mais a outro clube europeu. Azar da barropretada, que se precipitou. Perrela esperto! Pois sim...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não satisfeito em “desfalcar” o bolso do trabalhador brasileiro anualmente, o “Leão” aplicou-me uma tremenda multa, por ter meu contador se esquecido de um pequeno detalhe na minha declaração do Imposto de Renda de 2006/2007. Fazer o quê? O jeito é pagar e não “bufar”! Leão faminto! Pobre brasileiro, que trabalha a vida inteira para pagar impostos...
POBRE também do São Paulo, que foi “garfado” em pleno Morumbi pelo “homem de preto”, o “gringo” Sérgio Pezzoto (deu uma “pezada” nos paulistas), na noite de ontem, com o torcedor cruzeirense batendo palmas. Pois é, “pimenta nos olhos dos outros é refresco”! Ora, não foi pênalti e o atleta tricolor foi injustamente expulso, o que facilitou a vitória da Raposinha/saltitante. Ora, quando essa gente azulada se julga prejudicada, coloca a “boca no trombone”. Mas, quando é beneficiada pelo “apito amigo”, finge não ver nadinha. O que é o velho ludopédio...
SEM querer, estou fugindo do assunto maior de minha modesta coluna, o meu querido e glorioso América, que tem um jogo difícil na tarde de amanhã, no Pontal do Triângulo. Difícil, não por ter o Ituiutaba uma boa equipe (o Coelho é bem melhor), mas, por causa do péssimo Estádio da Fazendinha, que alguns insistem em chamar de estádio. É um campinho da pior qualidade. Impossível fazer o esférico rolar no gramado. É um tal de “chutão” que não acaba nunca. Entretanto, passando pelas dificuldades, o Coelho tem mais é que vencer o Boa e ficar numa boa no Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (é líder, invicto e absoluto, com duas vitórias em dois jogos), bem perto da classificação para a próxima etapa da competição. Vamos lá, América! Sem qualquer vacilo...
PS – No último final de semana, por ter viajado para a acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro com o mano cruzeirense Domingos Afonso e o amigo galista Cadinho Faria, o “mago do vilão”, perdi o costumeiro “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sempre bem comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Mas, estarei firme que nem “prego em angu”, na noite de hoje, no novo restaurante do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). E na tarde de amanhã, no restaurante do Barroca Tênis Clube. Hora de “matar” a saudade dos músicos talentosos, como Nortinho (violão e voz), Orfeu Braúna (bandolim), Roberto (e sua inseparável Dirce), Rogerinho, Alemão, Átila, Farjallo (percussão), Traul (a voz), Wagner (órgão) e outros...
PS2 – Como joga bola o Ramires! Nem sentiu o peso da camisa da Seleção Brasileira. Barbarizou, como se estivesse no quintal de sua casa. Sorte do Benfica/Portugal, que comprou um craque por uma “bagatela” qualquer e pode revendê-lo por bem mais a outro clube europeu. Azar da barropretada, que se precipitou. Perrela esperto! Pois sim...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 258 (QUARTA-FEIRA, 17-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, como de costume, o dia é de amenidades, ficando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Volto a falar na acolhedora Visconde do Rio Branco (Zona da Mata), terra da cana e da boa “pinga”, onde passei parte de minha saudosa e inesquecível infância (de 1945 a 1953). Na semana passada, falei da rua Carrapicho, onde morei inicialmente. Hoje, da rua do Cemitério, onde meu saudoso genitor, José de Assis Santiago, construiu uma bela e enorme casa (pai, mãe e 12 filhos, é “mole”?). Juiz, antigamente, podia fazer isso, já que permanecia muito tempo em uma comarca antes de ser promovido para Belo Horizonte.
POIS bem! Na frente da nossa residência, havia um campinho. Que grama que nada. Mato puro. Era lá que dei os primeiros chutes em uma bola de futebol (de meia ou de borracha). Uma garotada boa de bola. Pena que os nomes já fugiram da memória. Entretanto, lembro-me de alguns, como Irecê Tabuada Cacilhas (filho do enérgico tenente Cacilhas), Gilberto Cardoso, Zizinho (um moreno habilidoso) e Biluca (um zagueirão, que jogou, posteriormente, no América/RJ). Dias felizes. Escola de manhã (antigo grupo escolar) e futebol o resto do dia, até que o sol desaparecesse. De quando em vez, a gente jogava nossas “peladas” no campo do Nacional (Estádio Joseph Lambert), melhor time da cidade, que já disputou a primeira divisão do futebol mineiro. Hoje, deve ser um “quadro na parede”. Triste, por sinal. Foi a minha primeira paixão futebolística. Depois, vieram o Fluminense/RJ (hoje, nem tanto), o América/MG e o Santos...
DOIS fatos marcaram na nossa residência a minha infância. O nosso gato de estimação, que alguém, sem alma, matou, dando-lhe uma “bola” (carne envenenada). Que maldade! E uma foto histórica da família tirada na calçada (pai, doze filhos e duas primas que moravam conosco), que até hoje está na parede da sala da casa de meus saudosos genitores, em Beagá. Fui tirado da sala de aulas para o evento. Subi e desci o morro correndo, para não ter a orelha puxada pela rigorosa professora Maria Lucas. A vizinhança parou para ver o inusitado episódio. Eu, “careca”, uniforme escolar de calça curta e de óculos. Uma gracinha! “Atenção, olha o passarinho”, disse o fotógrafo. Pronto, tudo registrado para a posteridade...
FOI na residência que outro fato me marcou. A “surra” coletiva que eu e meus irmãos Domingos Afonso, Edelberto Lellis, o saudoso José Teófilo e Márcio Augusto levamos de nosso enérgico pai, por descumprimento de sua determinação de ninguém pular carnaval na praça da cidade. Não deu outra: o primeiro bloco que passou na rua nos entusiasmou. Caímos na folia. Entusiasmo que terminou quando, do alto da rua, minha irmã Maria Lúcia gritou: “Domingos, Beto, Zé, Márcio e Miguel, papai está chamando”. Apanhamos como cachorro sem dono! De vara de marmelo e de cinto. Sinto muito, meu saudoso pai, da “surra” não tenho saudade...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quarta-feira, como de costume, o dia é de amenidades, ficando para as colunas de segunda e sexta o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez. Volto a falar na acolhedora Visconde do Rio Branco (Zona da Mata), terra da cana e da boa “pinga”, onde passei parte de minha saudosa e inesquecível infância (de 1945 a 1953). Na semana passada, falei da rua Carrapicho, onde morei inicialmente. Hoje, da rua do Cemitério, onde meu saudoso genitor, José de Assis Santiago, construiu uma bela e enorme casa (pai, mãe e 12 filhos, é “mole”?). Juiz, antigamente, podia fazer isso, já que permanecia muito tempo em uma comarca antes de ser promovido para Belo Horizonte.
POIS bem! Na frente da nossa residência, havia um campinho. Que grama que nada. Mato puro. Era lá que dei os primeiros chutes em uma bola de futebol (de meia ou de borracha). Uma garotada boa de bola. Pena que os nomes já fugiram da memória. Entretanto, lembro-me de alguns, como Irecê Tabuada Cacilhas (filho do enérgico tenente Cacilhas), Gilberto Cardoso, Zizinho (um moreno habilidoso) e Biluca (um zagueirão, que jogou, posteriormente, no América/RJ). Dias felizes. Escola de manhã (antigo grupo escolar) e futebol o resto do dia, até que o sol desaparecesse. De quando em vez, a gente jogava nossas “peladas” no campo do Nacional (Estádio Joseph Lambert), melhor time da cidade, que já disputou a primeira divisão do futebol mineiro. Hoje, deve ser um “quadro na parede”. Triste, por sinal. Foi a minha primeira paixão futebolística. Depois, vieram o Fluminense/RJ (hoje, nem tanto), o América/MG e o Santos...
DOIS fatos marcaram na nossa residência a minha infância. O nosso gato de estimação, que alguém, sem alma, matou, dando-lhe uma “bola” (carne envenenada). Que maldade! E uma foto histórica da família tirada na calçada (pai, doze filhos e duas primas que moravam conosco), que até hoje está na parede da sala da casa de meus saudosos genitores, em Beagá. Fui tirado da sala de aulas para o evento. Subi e desci o morro correndo, para não ter a orelha puxada pela rigorosa professora Maria Lucas. A vizinhança parou para ver o inusitado episódio. Eu, “careca”, uniforme escolar de calça curta e de óculos. Uma gracinha! “Atenção, olha o passarinho”, disse o fotógrafo. Pronto, tudo registrado para a posteridade...
FOI na residência que outro fato me marcou. A “surra” coletiva que eu e meus irmãos Domingos Afonso, Edelberto Lellis, o saudoso José Teófilo e Márcio Augusto levamos de nosso enérgico pai, por descumprimento de sua determinação de ninguém pular carnaval na praça da cidade. Não deu outra: o primeiro bloco que passou na rua nos entusiasmou. Caímos na folia. Entusiasmo que terminou quando, do alto da rua, minha irmã Maria Lúcia gritou: “Domingos, Beto, Zé, Márcio e Miguel, papai está chamando”. Apanhamos como cachorro sem dono! De vara de marmelo e de cinto. Sinto muito, meu saudoso pai, da “surra” não tenho saudade...
ATÉ a próxima.
terça-feira, 16 de junho de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 257 (SEGUNDA-FEIRA, 15-06-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter chegado no meio da tarde de hoje da acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, totalmente “arrebentado” (as garrafas do velho “guaraná” até “tremeram” nos cinco dias em que lá estive), fui obrigado a deixar para o dia seguinte esta modesta coluna. Afinal, também não sou de ferro! Deixei o meu aparelho (de rádio, bem entendido) em Beagá, por total inutilidade, já que o jogo do meu querido e glorioso América foi no mesmo horário do desinteressante joguinho do Galinho/sem/esporas, líder do Brasileirão, quem diria, até o próximo domingo, é claro, pois “encara” o também meu Santos, na Vila Belmiro.
TOMEI conhecimento de mais uma vitória do Coelho, ligando para o amigo Jésus Brito, que estava no nosso belo e confortável Independência no domingo, com o seu filho Luquinha, Zé Américo (o do chapelão mexicano), Alemão e Betinho. Estava no “Solar da Lili”, com o mano cruzeirense Domingos Afonso e o amigo galista Cadinho Faria, tomando o velho “guaraná”. Na cidade de poucos americanos, a preferência é dividida entre cruzeirenses e atleticanos. Tem gosto para tudo, neste mundão de Deus. Ser americano é privilégio de poucos. Não é para qualquer um...
COM a vitória sobre o Guaratinguetá/SP (dois a zero, gols do atacante Euller e do zagueiro Wellington Paulo), o América assumiu a liderança do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (seis pontos em dois jogos), ficando o Ituiutaba em segundo (quatro, com um jogo a mais). Boa! Será o nosso próximo adversário, na tarde de sábado, no Pontal do Triângulo. Boa seria uma vitória do Coelho, que colocaria cinco pontos de vantagem, com um jogo a menos, praticamente “carimbando o passaporte” para a próxima fase da competição. Depois, seria só administrar. Vamos lá, Mecão...
PS – Por estar em Conceição do Mato Dentro, não acompanhei mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, no final de semana. Mas, pelo seu líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, fiquei sabendo que, na tarde de sábado, a banda agitou o restaurante do Barroca Tênis Clube, com ele, Wagner (órgão), Nortinho (violão e voz), Traul (a voz), Átila (percussão) e outros talentosos músicos. Minha boa música ficou por conta do Cadinho Faria (o “mago do violão”) e da cantora internacional Denise Miranda (mora na Suíça), que agitaram o restaurante “Café com rosas”, do casal Osvaldinho e Rosinha, de quarta-feira a sábado. Muito frio e chuva na histórica cidade. Noites sem lua e sem estrelas. Entusiasmado, falei para Denise e Cadinho que a lua e as estrelas desapareceram enciumadas e a chuva compareceu para aplaudi-los. Noites inesquecíveis. Dois talentos. Sorte de quem esteve no logradouro. Um raro privilégio! No próximo final de semana tem mais música. Futebol, também. Uma bela dupla...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por ter chegado no meio da tarde de hoje da acolhedora e histórica Conceição do Mato Dentro, totalmente “arrebentado” (as garrafas do velho “guaraná” até “tremeram” nos cinco dias em que lá estive), fui obrigado a deixar para o dia seguinte esta modesta coluna. Afinal, também não sou de ferro! Deixei o meu aparelho (de rádio, bem entendido) em Beagá, por total inutilidade, já que o jogo do meu querido e glorioso América foi no mesmo horário do desinteressante joguinho do Galinho/sem/esporas, líder do Brasileirão, quem diria, até o próximo domingo, é claro, pois “encara” o também meu Santos, na Vila Belmiro.
TOMEI conhecimento de mais uma vitória do Coelho, ligando para o amigo Jésus Brito, que estava no nosso belo e confortável Independência no domingo, com o seu filho Luquinha, Zé Américo (o do chapelão mexicano), Alemão e Betinho. Estava no “Solar da Lili”, com o mano cruzeirense Domingos Afonso e o amigo galista Cadinho Faria, tomando o velho “guaraná”. Na cidade de poucos americanos, a preferência é dividida entre cruzeirenses e atleticanos. Tem gosto para tudo, neste mundão de Deus. Ser americano é privilégio de poucos. Não é para qualquer um...
COM a vitória sobre o Guaratinguetá/SP (dois a zero, gols do atacante Euller e do zagueiro Wellington Paulo), o América assumiu a liderança do Grupo C do Campeonato Brasileiro da Série C (seis pontos em dois jogos), ficando o Ituiutaba em segundo (quatro, com um jogo a mais). Boa! Será o nosso próximo adversário, na tarde de sábado, no Pontal do Triângulo. Boa seria uma vitória do Coelho, que colocaria cinco pontos de vantagem, com um jogo a menos, praticamente “carimbando o passaporte” para a próxima fase da competição. Depois, seria só administrar. Vamos lá, Mecão...
PS – Por estar em Conceição do Mato Dentro, não acompanhei mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, no final de semana. Mas, pelo seu líder, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, fiquei sabendo que, na tarde de sábado, a banda agitou o restaurante do Barroca Tênis Clube, com ele, Wagner (órgão), Nortinho (violão e voz), Traul (a voz), Átila (percussão) e outros talentosos músicos. Minha boa música ficou por conta do Cadinho Faria (o “mago do violão”) e da cantora internacional Denise Miranda (mora na Suíça), que agitaram o restaurante “Café com rosas”, do casal Osvaldinho e Rosinha, de quarta-feira a sábado. Muito frio e chuva na histórica cidade. Noites sem lua e sem estrelas. Entusiasmado, falei para Denise e Cadinho que a lua e as estrelas desapareceram enciumadas e a chuva compareceu para aplaudi-los. Noites inesquecíveis. Dois talentos. Sorte de quem esteve no logradouro. Um raro privilégio! No próximo final de semana tem mais música. Futebol, também. Uma bela dupla...
ATÉ a próxima.
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