DE LETRA Nº 307 (SEXTA-FEIRA, 09-10-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Se dependesse da mídia esportiva escrita de Beagá, americano algum teria tomado conhecimento de que o meu querido e glorioso América joga, na manhã de domingo, em Itabira. Tiro, mais uma vez, exemplo, do jornal “Aqui”, o que leio (ou passo os olhos, sei lá), de quando em vez. A edição de hoje não fala uma linha sequer do meu clube, a não ser a coluna do americano Otávio di Toledo. Fala, somente, da duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, da Seleção Brasileira, do Fluminense/RJ, do Corinthians/SP, da Olimpíada/2016 e até da Copa Aqui entre escolinhas. Que falta de prestígio, Coelho! Dá até para rir, se não der para chorar. Para rir, tem a coluna do atleticano Son Salvador (duas). É aquela estória: “o que dá para rir, dá para chorar/ questão só de pesos e medidas”, como cantaria Bily Blanc...
POR um jovem itabirano, fiquei sabendo, na noite de ontem, no bar “Zé do Espeto”, do jogo de domingo, pela Taça Minas Gerais. Indagou-me se eu iria. Que taça é essa? Confesso não ter entendido a participação do meu América em competição tão insignificante. Ora, o América é grande demais para ficar misturado com clubes pequenos da interlândia. O mais importante da temporada já foi alcançado (campeão brasileiro da Série C e promoção à Série B de 2010). Melhor teria sido deixar tal “tacinha” para os menores. Se fosse jogo de Campeonato Mineiro com o Valério, tudo bem, poderia até dar um pulo em Itabira, como fazia antigamente. Bons tempos em que o Valério tinha times fortes. Mas, de repente, encontrou uma pedra no meio do caminho e virou um triste retrato na parede. Grande Drumond...
E O Galinho/sem/esporas, que coisa, hein? Conseguiu a “proeza” de tirar o Botafogo/RJ da zona de rebaixamento, levando um “baile” no Engenhão (três a um) e caindo para a quarta colocação, tendo o Goiás/GO na “cola”. Por outro lado, a Raposinha/saltitante subiu para o nono lugar (ao lado do Avaí/SC, do também meu Santos e do Corinthians), ao derrotar o Goiás, do “retranqueiro” Hélio dos Anjos, que, certa ocasião, “afundou” o meu Coelho, estando, agora, a dez pontos da zona de rebaixamento. Na próxima segunda-feira, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo se enfrenta, no Mineirão. Eta joguinho desinteressante...
PS – Assim, sem concorrência do velho ludopédio (Brasil joga no domingo e a duplinha na segunda), o sábado será da música (da chuva, também), com apresentação da nossa quase filarmônica do Gutierrez, na tarde/noite de amanhã, no bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), sob o comando do grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Como perguntar não ofende, indago: será que teremos música, mesmo? Digo isso, pois no último sábado, os talentosos músicos da banda deram o “bolo” na gente, deixando o Jesinho “falando sozinho” e ouvindo o Toninho gritar: “cadê a banda, Jésus?”. A conferir! Música, eu quero música! Alegria, alegria...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 306 (QUARTA-FEIRA, 07-10-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como toda quarta-feira, o dia é reservado para amenidades, casos e “causos”, ficando o meu querido e glorioso América (provavelmente, o único clube das Minas Gerais campeão brasileiro em 2009) e a nossa hoje dividida quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Atualmente, está passando uma nuvem negra sobre a nossa banda. No último sábado, por exemplo, ela não deu seu costumeiro “show”, por falta de “quorum”. Não apareceu um músico sequer no bar do agitado galista Toninho, deixando o Jésus Brito sozinho, ao lado de sua afinada e barulhenta timba. Barulho, somente o do Toninho, que passou o tempo todo gritando “cadê a banda, Jésus?”.
PARA mim (e para a maioria esmagadora), o maior jogador da história do futebol mundial foi o Edson Arantes do Nascimento, um tal de Pelé (tricampeão mundial de 1958, 1962 e 1970), o “Atleta do século”. Uns acham que não (gosto não se discute), como o próprio Pelé, para quem, foi o Tomás, um tal de Zizinho, o “Mestre Ziza” (vice no Mundial de 1950). Como somente vi o Pelé jogando (no Mineirão, Independência, Morumbi e Maracanã, com as camisas do também meu Santos e da Seleção Brasileira), não posso entrar no mérito da polêmica questão. Cada um que tire a sua conclusão...
É QUE, infelizmente, não tive o privilégio de ver o Zizinho jogando (somente raros filmes da televisão). A única oportunidade que teria, em 1959, fui impedido pelo meu saudoso genitor, na única mágoa que me causou na vida. Imperdoável! A Raposinha enfrentou o Santos, no velho Independência, que ainda não pertencia ao meu América (era do Sete de Setembro). Com medo de levar uma histórica goleada, o time azul pegou emprestado alguns talentos da época, como Zizinho e Rui (um zagueirão clássico do Democrata de Sete Lagoas). Mesmo assim, a barropretada “caiu de quatro” (quatro a um, três gols de Pelé). Quem esteve no estádio, ficou simplesmente maravilhado...
COMO apaixonado que era pelo velho ludopédio (era americano mas via jogos de todos os clubes), meu pai levou meus irmãos Domingos Afonso, Edelberto, José Teófilo e Márcio Augusto, que não eram santistas, deixando para trás o Zé Migué, apaixonado pelo Santos e admirador do Pelé. O jeito foi ficar em casa chorando, na cama, que, dizem, ser lugar quente. Liguei meu aparelho (de rádio, bem entendido). Rádio Inconfidência, com transmissão do saudoso locutor, amigo e companheiro Jairo Anatólio Lima. Noite inesquecível. Na manhã seguinte, adquiri o hoje extinto “Diário da Tarde”, jornal em que trabalhei de 1973 a 2006, para conferir os detalhes. Pena não ter visto tal jogo, vez que poderia aumentar a minha certeza, fazendo as devidas comparações. Quem foi o melhor? Pelé ou Zizinho? Sem dúvida, o Rei Pelé. Tem gente que fala ser Maradona ou Ronalducho (entre os dois, sou mais Romário). Fazer o quê? Questão de preferência...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como toda quarta-feira, o dia é reservado para amenidades, casos e “causos”, ficando o meu querido e glorioso América (provavelmente, o único clube das Minas Gerais campeão brasileiro em 2009) e a nossa hoje dividida quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. Atualmente, está passando uma nuvem negra sobre a nossa banda. No último sábado, por exemplo, ela não deu seu costumeiro “show”, por falta de “quorum”. Não apareceu um músico sequer no bar do agitado galista Toninho, deixando o Jésus Brito sozinho, ao lado de sua afinada e barulhenta timba. Barulho, somente o do Toninho, que passou o tempo todo gritando “cadê a banda, Jésus?”.
PARA mim (e para a maioria esmagadora), o maior jogador da história do futebol mundial foi o Edson Arantes do Nascimento, um tal de Pelé (tricampeão mundial de 1958, 1962 e 1970), o “Atleta do século”. Uns acham que não (gosto não se discute), como o próprio Pelé, para quem, foi o Tomás, um tal de Zizinho, o “Mestre Ziza” (vice no Mundial de 1950). Como somente vi o Pelé jogando (no Mineirão, Independência, Morumbi e Maracanã, com as camisas do também meu Santos e da Seleção Brasileira), não posso entrar no mérito da polêmica questão. Cada um que tire a sua conclusão...
É QUE, infelizmente, não tive o privilégio de ver o Zizinho jogando (somente raros filmes da televisão). A única oportunidade que teria, em 1959, fui impedido pelo meu saudoso genitor, na única mágoa que me causou na vida. Imperdoável! A Raposinha enfrentou o Santos, no velho Independência, que ainda não pertencia ao meu América (era do Sete de Setembro). Com medo de levar uma histórica goleada, o time azul pegou emprestado alguns talentos da época, como Zizinho e Rui (um zagueirão clássico do Democrata de Sete Lagoas). Mesmo assim, a barropretada “caiu de quatro” (quatro a um, três gols de Pelé). Quem esteve no estádio, ficou simplesmente maravilhado...
COMO apaixonado que era pelo velho ludopédio (era americano mas via jogos de todos os clubes), meu pai levou meus irmãos Domingos Afonso, Edelberto, José Teófilo e Márcio Augusto, que não eram santistas, deixando para trás o Zé Migué, apaixonado pelo Santos e admirador do Pelé. O jeito foi ficar em casa chorando, na cama, que, dizem, ser lugar quente. Liguei meu aparelho (de rádio, bem entendido). Rádio Inconfidência, com transmissão do saudoso locutor, amigo e companheiro Jairo Anatólio Lima. Noite inesquecível. Na manhã seguinte, adquiri o hoje extinto “Diário da Tarde”, jornal em que trabalhei de 1973 a 2006, para conferir os detalhes. Pena não ter visto tal jogo, vez que poderia aumentar a minha certeza, fazendo as devidas comparações. Quem foi o melhor? Pelé ou Zizinho? Sem dúvida, o Rei Pelé. Tem gente que fala ser Maradona ou Ronalducho (entre os dois, sou mais Romário). Fazer o quê? Questão de preferência...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 305 (SEGUNDA-FEIRA, 05-10-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana para ser esquecido. Naturalmente chato, já que o meu querido e glorioso América não entrou em campo. Está “curtindo” uma folga forçada, após a brilhante conquista do Campeonato Brasileiro da Série C e da promoção à Série B. Oba, agora teremos televisão, aberta e fechada, do Campeonato Mineiro e do Brasileiro! De janeiro a dezembro de 2010. Calendário completo, com boa “grana” em caixa e elenco reforçado. Estádios lotados, como na grande final da Série C com o ASA/AL (público superior ao de Avaí/SC e Raposinha). Chega da pobreza da Série C Nacional e do Módulo II Estadual. Final de semana chato, ainda, pelo crescimento do Galinho, por continuar internado meu querido mano cruzeirense Domingos Afonso, pelo insucesso do também meu Santos e pela ausência da nossa quase filarmônica do Gutierrez, prejudicada pela concorrência do desinteressante joguinho do Galinho. Dá seu jeito, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, comandante da banda!
SOBROU foi tempo para o hoje feliz americano seguir “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Esquecemos do Galinho/sem/esporas, que, como bom mineiro, em silêncio, chegou ao G4, com 47 pontos ganhos, seis a menos do que o ainda líder Palmeiras e um a menos do que o vice São Paulo (campeonato paulista dentro do Brasileirão?). Na quinta-feira, “encara” o reabilitado Botafogo/RJ, que está quase saindo da zona de rebaixamento, após vencer o Goiás/GO, ontem, no Serra Dourada (placar olímpico de três a um).
ONTEM, em Florianópolis/SC, a Raposinha/saltitante “bateu palmas” para o “soprador de apito” gaúcho Carlos Eugênio Simon, que errou feio, ao transformar um tiro de meta em escanteio, proporcionando o primeiro gol da mineirada, que acabou trazendo na bagagem um suado empate, estando agora na 11ª colocação, a oito pontos da zona de rebaixamento. Agora, na quinta-feira, recebe o Goiás, que pode tirar a terceira colocação do Galinho. O Internacional/RS também está na “cola”. Se o Galinho “cochilar”, o cachimbo pode cair, indo para os “quintos do inferno”...
PS – Como dito no primeiro parágrafo desta modesta coluna, por causa da concorrência do joguinho do Galinho e do aniversário do amigo galista Roberto, que recebeu, com sua inseparável Dirce, familiares e amigos, em sua nova residência, a nossa quase filarmônica do Gutierrez ficou “muda” na tarde/noite de sábado. Parte da banda tocou na noite de sexta-feira, no bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), com os músicos Nortinho, Orfeu Braúna e outros. No próximo final de semana, sem a concorrência de joguinhos desinteressantes da duplinha RapoGalo (o jogo do Brasil é no domingo), a música volta a animar o meu Gutierrez. Promessa do comandante Jesinho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana para ser esquecido. Naturalmente chato, já que o meu querido e glorioso América não entrou em campo. Está “curtindo” uma folga forçada, após a brilhante conquista do Campeonato Brasileiro da Série C e da promoção à Série B. Oba, agora teremos televisão, aberta e fechada, do Campeonato Mineiro e do Brasileiro! De janeiro a dezembro de 2010. Calendário completo, com boa “grana” em caixa e elenco reforçado. Estádios lotados, como na grande final da Série C com o ASA/AL (público superior ao de Avaí/SC e Raposinha). Chega da pobreza da Série C Nacional e do Módulo II Estadual. Final de semana chato, ainda, pelo crescimento do Galinho, por continuar internado meu querido mano cruzeirense Domingos Afonso, pelo insucesso do também meu Santos e pela ausência da nossa quase filarmônica do Gutierrez, prejudicada pela concorrência do desinteressante joguinho do Galinho. Dá seu jeito, grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, comandante da banda!
SOBROU foi tempo para o hoje feliz americano seguir “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Esquecemos do Galinho/sem/esporas, que, como bom mineiro, em silêncio, chegou ao G4, com 47 pontos ganhos, seis a menos do que o ainda líder Palmeiras e um a menos do que o vice São Paulo (campeonato paulista dentro do Brasileirão?). Na quinta-feira, “encara” o reabilitado Botafogo/RJ, que está quase saindo da zona de rebaixamento, após vencer o Goiás/GO, ontem, no Serra Dourada (placar olímpico de três a um).
ONTEM, em Florianópolis/SC, a Raposinha/saltitante “bateu palmas” para o “soprador de apito” gaúcho Carlos Eugênio Simon, que errou feio, ao transformar um tiro de meta em escanteio, proporcionando o primeiro gol da mineirada, que acabou trazendo na bagagem um suado empate, estando agora na 11ª colocação, a oito pontos da zona de rebaixamento. Agora, na quinta-feira, recebe o Goiás, que pode tirar a terceira colocação do Galinho. O Internacional/RS também está na “cola”. Se o Galinho “cochilar”, o cachimbo pode cair, indo para os “quintos do inferno”...
PS – Como dito no primeiro parágrafo desta modesta coluna, por causa da concorrência do joguinho do Galinho e do aniversário do amigo galista Roberto, que recebeu, com sua inseparável Dirce, familiares e amigos, em sua nova residência, a nossa quase filarmônica do Gutierrez ficou “muda” na tarde/noite de sábado. Parte da banda tocou na noite de sexta-feira, no bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), com os músicos Nortinho, Orfeu Braúna e outros. No próximo final de semana, sem a concorrência de joguinhos desinteressantes da duplinha RapoGalo (o jogo do Brasil é no domingo), a música volta a animar o meu Gutierrez. Promessa do comandante Jesinho...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 304 (SEXTA-FEIRA, 02-10-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Os antigos já diziam que “dois proveitos não cabem em um saco” e que “quem tudo quer nada ganha”. Por tais sábios provérbios populares é que não entendi o meu querido e glorioso América disputando duas competições ao mesmo tempo. Ganhou a mais importante, o Campeonato Brasileiro da Série C, retornando à Série B de 2010. Mas, na insignificante Taça Minas Gerais, com uma equipe de garotos do júnior mesclada com profissionais pouco aproveitados na temporada, só deu vexame, não ganhando uma partida sequer até agora, já estando sem chance de chegar ao título, que não iria levar a lugar algum. Iria, sim, à Copa do Brasil do próximo ano, para ser eliminado, como de costume, logo na primeira rodada, pelos Caburés da vida. A Taça MG é tão insignificante que sequer foi prestigiada pela mídia esportiva mineira. Agora, só resta ao América entrar de férias (provavelmente, em novembro) e se preparar para a difícil temporada de 2010 (Estadual e Série B), com um time forte, bem entendido, como deseja seu torcedor.
ANTEONTEM, acompanhei, pela telinha, a estreia dos americanos Irênio e Bruno Mineiro no Náutico/PE. Sem entrosamento com os novos companheiros e ainda com a “ressaca” do título brasileiro, os dois foram apenas discretos. Bruno foi do “inferno ao céu”, em apenas cinco minutos: perdeu um pênalti e marcou o gol solteiro da equipe pernambucana, que levou “virada” do São Paulo. O Tricolor paulista está chegando. Que se cuide o ainda líder Palmeiras...
FIM de semana para continuar “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. O Galinho/sem/esporas na quinta colocação recebe o perigoso Barueri/SP amanhã e a Raposinha/saltitante na 13ª “encara” o Avaí em Florianópolis/SC no domingo. Dedos cruzados, americanos...
PS – Paralelamente, vamos “curtir” mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, na tarde/noite de amanhã, provavelmente, no bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), contrariando o amigo Sandro, que enviou mensagem para meu modesto Blog internacional, dizendo estar aguardando a banda em seu novo bar (Rua Marquês de Valença, entre a Praça Leonardo Gutierrez e Rua Américo Macedo). Amigo, quem decide é o nosso comandante...
O GALISTA Cadinho Faria, o “mago do violão”, também mandou mensagem, contando que, na última sexta-feira, como um “velho boêmio”, foi ao bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para rever os amigos (os músicos Nortinho, Orfeu Braúna e outros) e o “espírito alegre e festivo da banda”. Na noite de hoje tem mais, com os “velhos apóstolos” e uma “ceia melhor” no bar do Geraldin. Cadinho, qualquer dia vou conferir...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Os antigos já diziam que “dois proveitos não cabem em um saco” e que “quem tudo quer nada ganha”. Por tais sábios provérbios populares é que não entendi o meu querido e glorioso América disputando duas competições ao mesmo tempo. Ganhou a mais importante, o Campeonato Brasileiro da Série C, retornando à Série B de 2010. Mas, na insignificante Taça Minas Gerais, com uma equipe de garotos do júnior mesclada com profissionais pouco aproveitados na temporada, só deu vexame, não ganhando uma partida sequer até agora, já estando sem chance de chegar ao título, que não iria levar a lugar algum. Iria, sim, à Copa do Brasil do próximo ano, para ser eliminado, como de costume, logo na primeira rodada, pelos Caburés da vida. A Taça MG é tão insignificante que sequer foi prestigiada pela mídia esportiva mineira. Agora, só resta ao América entrar de férias (provavelmente, em novembro) e se preparar para a difícil temporada de 2010 (Estadual e Série B), com um time forte, bem entendido, como deseja seu torcedor.
ANTEONTEM, acompanhei, pela telinha, a estreia dos americanos Irênio e Bruno Mineiro no Náutico/PE. Sem entrosamento com os novos companheiros e ainda com a “ressaca” do título brasileiro, os dois foram apenas discretos. Bruno foi do “inferno ao céu”, em apenas cinco minutos: perdeu um pênalti e marcou o gol solteiro da equipe pernambucana, que levou “virada” do São Paulo. O Tricolor paulista está chegando. Que se cuide o ainda líder Palmeiras...
FIM de semana para continuar “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. O Galinho/sem/esporas na quinta colocação recebe o perigoso Barueri/SP amanhã e a Raposinha/saltitante na 13ª “encara” o Avaí em Florianópolis/SC no domingo. Dedos cruzados, americanos...
PS – Paralelamente, vamos “curtir” mais um “show” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, na tarde/noite de amanhã, provavelmente, no bar do agitado galista Toninho (Rua Américo Macedo), contrariando o amigo Sandro, que enviou mensagem para meu modesto Blog internacional, dizendo estar aguardando a banda em seu novo bar (Rua Marquês de Valença, entre a Praça Leonardo Gutierrez e Rua Américo Macedo). Amigo, quem decide é o nosso comandante...
O GALISTA Cadinho Faria, o “mago do violão”, também mandou mensagem, contando que, na última sexta-feira, como um “velho boêmio”, foi ao bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado), para rever os amigos (os músicos Nortinho, Orfeu Braúna e outros) e o “espírito alegre e festivo da banda”. Na noite de hoje tem mais, com os “velhos apóstolos” e uma “ceia melhor” no bar do Geraldin. Cadinho, qualquer dia vou conferir...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 303 (QUARTA-FEIRA, 30-09-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, é dia de amenidades (jogar conversa fora), ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (meio desfalcada pelos “gazeteiros fujões”) para as colunas de segunda e sexta, modestas, por sinal. O caro e atento leitor deve ficar sem nada entender a numeração no início da coluna. É mania de velho, costume que adquiri desde o tempo do extinto e saudoso “Diário da Tarde”. No jornal, escrevi 6.625 e, em meu modesto Blog internacional, 303, totalizando o número impressionante de 6.928, faltando, portanto, somente, 72, para o recorde de sete mil. Vai ter assunto assim nas “profundas do inferno”. Não deve ser sem motivo que o saudoso amigo Antônio Milton (Toninho Pinel) falava ser eu o mais inteligente da família Santiago. Menos, meu prezado...
HOJE, nem que eu quisesse falar do meu América poderia, vez que a folga é geral no clube para os campeões brasileiros, que só retornam no início do próximo ano, para a árdua temporada de 2010, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. Pelo que estou sentindo, uma mudança geral (a tal “varredura”) deve ser feita no elenco, fraco para competições tão difíceis e complicadas. Estão falando em contratação de jogadores até da Série A e na dispensa de uns e outros. O bom é que o clube tem três meses para tal missão, vez que setembro está acabando. “Quando setembro vier”, agora, somente no próximo ano. Não estou falando do famoso filme da década de 60, mas, da nossa realidade, que está aí, diante de nossos olhos...
FALAR nisso, como o tempo passa depressa! Para os mais velhos (ou “usados”, sei lá), bem entendido, já que, para os mais jovens, mormente para a criançada, passa lentamente. Criança torce para o tempo passar depressa, principalmente para chegar o aniversário e o Natal, sonhando com os presentes. Velho torce ao contrário, para que fique mais longe a proximidade do “finalmente”. Assim é a nossa vida, com início, meio e fim. Isso é inexorável. Não tem meu “pé me dói”. É para lá que vamos, como dizia antigamente um folclórico político brasileiro. Então, “vamos que vamos”, como dizia o saudoso amigo Dawson Laviola de Matos, campeão mineiro de 1964, pelo Siderúrgica, de Sabará. Fato triste para nós, americanos, pois o nosso América foi vice, perdendo a grande final para o clube da vizinha cidade, três a um, em plena saudosa Alameda. Ah se aquele jogo fosse no hoje nosso Independência! Sei lá, acho que o América teria melhores condições de chegar ao título, dando a volta olímpica, comandada pelo grande amigo Jair Bala. Mas, infelizmente, a diretoria americana de então não pensou assim, preferindo ficar contra o desejo da maioria esmagadora da torcida. Fazer o quê? O tempo não volta atrás. Águas passadas não movem moinho. Nem molham mais os olhos dos americanos, que ficaram molhados numa tarde de domingo. Lágrimas sentidas...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, é dia de amenidades (jogar conversa fora), ficando o meu querido e glorioso América e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (meio desfalcada pelos “gazeteiros fujões”) para as colunas de segunda e sexta, modestas, por sinal. O caro e atento leitor deve ficar sem nada entender a numeração no início da coluna. É mania de velho, costume que adquiri desde o tempo do extinto e saudoso “Diário da Tarde”. No jornal, escrevi 6.625 e, em meu modesto Blog internacional, 303, totalizando o número impressionante de 6.928, faltando, portanto, somente, 72, para o recorde de sete mil. Vai ter assunto assim nas “profundas do inferno”. Não deve ser sem motivo que o saudoso amigo Antônio Milton (Toninho Pinel) falava ser eu o mais inteligente da família Santiago. Menos, meu prezado...
HOJE, nem que eu quisesse falar do meu América poderia, vez que a folga é geral no clube para os campeões brasileiros, que só retornam no início do próximo ano, para a árdua temporada de 2010, com Campeonato Mineiro e Campeonato Brasileiro da Série B. Pelo que estou sentindo, uma mudança geral (a tal “varredura”) deve ser feita no elenco, fraco para competições tão difíceis e complicadas. Estão falando em contratação de jogadores até da Série A e na dispensa de uns e outros. O bom é que o clube tem três meses para tal missão, vez que setembro está acabando. “Quando setembro vier”, agora, somente no próximo ano. Não estou falando do famoso filme da década de 60, mas, da nossa realidade, que está aí, diante de nossos olhos...
FALAR nisso, como o tempo passa depressa! Para os mais velhos (ou “usados”, sei lá), bem entendido, já que, para os mais jovens, mormente para a criançada, passa lentamente. Criança torce para o tempo passar depressa, principalmente para chegar o aniversário e o Natal, sonhando com os presentes. Velho torce ao contrário, para que fique mais longe a proximidade do “finalmente”. Assim é a nossa vida, com início, meio e fim. Isso é inexorável. Não tem meu “pé me dói”. É para lá que vamos, como dizia antigamente um folclórico político brasileiro. Então, “vamos que vamos”, como dizia o saudoso amigo Dawson Laviola de Matos, campeão mineiro de 1964, pelo Siderúrgica, de Sabará. Fato triste para nós, americanos, pois o nosso América foi vice, perdendo a grande final para o clube da vizinha cidade, três a um, em plena saudosa Alameda. Ah se aquele jogo fosse no hoje nosso Independência! Sei lá, acho que o América teria melhores condições de chegar ao título, dando a volta olímpica, comandada pelo grande amigo Jair Bala. Mas, infelizmente, a diretoria americana de então não pensou assim, preferindo ficar contra o desejo da maioria esmagadora da torcida. Fazer o quê? O tempo não volta atrás. Águas passadas não movem moinho. Nem molham mais os olhos dos americanos, que ficaram molhados numa tarde de domingo. Lágrimas sentidas...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 302 (SEGUNDA-FEIRA, 28-09-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana totalmente sem graça (para o torcedor americano, bem entendido). Para começar, o meu querido e glorioso América não jogou. Os campeões brasileiros ainda comemoraram o histórico título da Série C. Cinco estão emprestados a clubes das Séries A e B (o lateral-esquerdo Zé Rodolpho, os armadores Irênio e Zé Eduardo, o volante Moisés e o atacante Bruno Mineiro) e os demais “curtem” merecidas férias antecipadas. Futebol, agora, para a equipe e o torcedor, somente no próximo ano, a partir de janeiro, com o Campeonato Mineiro e o Campeonato Brasileiro da Série B. Até lá, um novo elenco deve ser montado, conforme já adiantou a dinâmica diretoria do clube, já que o atual não aguentaria a Série B, bem mais difícil e complicada do que a C. A conferir...
AGORA, sem jogos do Coelho, a mídia esportiva mineira tem razão para não falar nadinha do meu América. Falar o quê? Então, tudo normal nas Montanhas. O jornal “Aqui” de hoje, por exemplo, não deu uma linha sequer do clube, a não ser a coluna do ex-companheiro no “Diário da Tarde”, Otávio di Toledo. Falou da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do vice Goiás, do desesperado Botafogo/RJ, do fiasco do Tupi e do Uberaba na Série D, do Mundial Sub-20 e da Fórmula 1. Só rindo! Para rir, tem a coluna humorística “Bitoque”, do Son Salvador, criada há anos pelo Augusto “Carioca” Rocha. Quá-quá-quá...
NEM com vitórias, a duplinha RapoGalo sai do lugar! Mesmo vencendo o também meu Santos (grande vantagem!), o Galinho/sem/esporas continuou na quinta colocação, seis pontos atrás do ainda líder Palmeiras/SP. Sábado recebe o Barueri/SP e pode virar vice. Que moleza! Por outro lado, a Raposinha/saltitante, a despeito da vitória sobre o Barueri, permanece em l3º lugar, a dez pontos da linha de rebaixamento. Domingo “encara” o Avaí/SC, na linda capital catarinense, com a presença ilustre no estádio do ex-tenista Gustavo “Guga” Kuerten. Novas emoções pela frente. Tomara que tudo seja acompanhado de novas alegrias para os americanos...
PS – Na tarde/noite de sábado, novo “show” da nossa hoje dividida quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), com os músicos Chico, Jaime, Jânio, Alemão, Átila e Rogerinho. A outra parte da banda tocou na noite de sexta-feira, no bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho), com os músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Cadinho (o “mago do violão”), Átila, Farjallo e outros. Por coincidência, Toninho e Geraldin são irmãos. Eles não sabem somar: só dividir. Amigos, vamos nos unir novamente? Afinal, a união faz a força...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Um final de semana totalmente sem graça (para o torcedor americano, bem entendido). Para começar, o meu querido e glorioso América não jogou. Os campeões brasileiros ainda comemoraram o histórico título da Série C. Cinco estão emprestados a clubes das Séries A e B (o lateral-esquerdo Zé Rodolpho, os armadores Irênio e Zé Eduardo, o volante Moisés e o atacante Bruno Mineiro) e os demais “curtem” merecidas férias antecipadas. Futebol, agora, para a equipe e o torcedor, somente no próximo ano, a partir de janeiro, com o Campeonato Mineiro e o Campeonato Brasileiro da Série B. Até lá, um novo elenco deve ser montado, conforme já adiantou a dinâmica diretoria do clube, já que o atual não aguentaria a Série B, bem mais difícil e complicada do que a C. A conferir...
AGORA, sem jogos do Coelho, a mídia esportiva mineira tem razão para não falar nadinha do meu América. Falar o quê? Então, tudo normal nas Montanhas. O jornal “Aqui” de hoje, por exemplo, não deu uma linha sequer do clube, a não ser a coluna do ex-companheiro no “Diário da Tarde”, Otávio di Toledo. Falou da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, do vice Goiás, do desesperado Botafogo/RJ, do fiasco do Tupi e do Uberaba na Série D, do Mundial Sub-20 e da Fórmula 1. Só rindo! Para rir, tem a coluna humorística “Bitoque”, do Son Salvador, criada há anos pelo Augusto “Carioca” Rocha. Quá-quá-quá...
NEM com vitórias, a duplinha RapoGalo sai do lugar! Mesmo vencendo o também meu Santos (grande vantagem!), o Galinho/sem/esporas continuou na quinta colocação, seis pontos atrás do ainda líder Palmeiras/SP. Sábado recebe o Barueri/SP e pode virar vice. Que moleza! Por outro lado, a Raposinha/saltitante, a despeito da vitória sobre o Barueri, permanece em l3º lugar, a dez pontos da linha de rebaixamento. Domingo “encara” o Avaí/SC, na linda capital catarinense, com a presença ilustre no estádio do ex-tenista Gustavo “Guga” Kuerten. Novas emoções pela frente. Tomara que tudo seja acompanhado de novas alegrias para os americanos...
PS – Na tarde/noite de sábado, novo “show” da nossa hoje dividida quase filarmônica do Gutierrez, comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), com os músicos Chico, Jaime, Jânio, Alemão, Átila e Rogerinho. A outra parte da banda tocou na noite de sexta-feira, no bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho), com os músicos Orfeu Braúna, Nortinho, Cadinho (o “mago do violão”), Átila, Farjallo e outros. Por coincidência, Toninho e Geraldin são irmãos. Eles não sabem somar: só dividir. Amigos, vamos nos unir novamente? Afinal, a união faz a força...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
DE LETRA
DE LETRA Nº 301 (SEXTA-FEIRA, 25-09-09)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Jogada inteligente a da dinâmica diretoria do meu querido e glorioso América, renovando o contrato e emprestado seus principais jogadores a clubes das três Séries do futebol brasileiro. América, tipo exportação! Alguns devem retornar ao clube em janeiro do próximo ano, para a temporada que será mais difícil do que a de 2009, já que, além do campeonato estadual, tem o Brasileiro da Série B, com clubes bem mais fortes. Já “ganharam trecho” o lateral-esquerdo Zé Rodolpho (Vila Nova/GO), o volante Moisés (Coritiba/PR), o meia Zé Eduardo (ABC de Natal), o armador Irênio e o atacante Bruno Mineiro (Náutico/PE). Boa viagem e breve retorno aos cinco e aos que ainda devem sair.
SEM competições oficiais até o final do ano (obviamente, a inexpressiva Taça Minas Gerais não conta), a medida tinha mesmo que ser adotada, até mesmo para dar uma aliviada na folha de pagamentos do clube. Bom, também, para que tais jogadores tenham atividades normais até dezembro, podendo voltar em “ponto de bala” para a pré-temporada, ao lado dos que não forem emprestados e terão férias antecipadas, provavelmente, em meados do próximo mês. Para eles, merecidas férias, após a brilhante conquista do Campeonato Brasileiro da Série C. Grande, Coelho!
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo segue dando alegrias ao torcedor americano, que, agora, terá mais tempo para continuar “secando”. O Galinho/sem/esporas, após a ilusória e passageira liderança no Brasileirão, já caiu para a quinta colocação (41 pontos), a seis pontos do ainda líder Palmeiras e com o Grêmio/RS na “cola” (39). Domingo recebe o também meu Santos. Jogo duro (de assistir, bem entendido). E a Raposinha/saltitante (32) é o 13º, a sete pontos da zona de rebaixamento. Já perdeu onze vezes na competição e já levou 40 gols. E, para justificar seu fraco time, passa o tempo reclamando de arbitragem. Contra o Porco, no Mineirão, na bela virada dos paulistas, reclamou de três pênaltis inexistentes. Amanhã “encara” o Barueri na Grande São Paulo. Mais uma derrota...
PS – Provavelmente, a nossa hoje desfalcada quase filarmônica do Gutierrez (alguns talentosos músicos “bateram asas”), comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, dará seu costumeiro “show”, na tarde/noite de amanhã, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), ou no do Sandro (Rua Marquês de Valença, entre a Praça Leonardo Gutierrez e a Rua Américo Macedo), sem a “chata” concorrência dos desinteressantes joguinhos da duplinha RapoGalo. A turma ainda não encontrou seu cantinho. Como ave fosse, fica saltando de galho em galho (ou de bar em bar, sei lá). Fica parecendo galinha procurando ninho. Mas, isso é coisa passageira. Breve, o problema será solucionado em definitivo...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Jogada inteligente a da dinâmica diretoria do meu querido e glorioso América, renovando o contrato e emprestado seus principais jogadores a clubes das três Séries do futebol brasileiro. América, tipo exportação! Alguns devem retornar ao clube em janeiro do próximo ano, para a temporada que será mais difícil do que a de 2009, já que, além do campeonato estadual, tem o Brasileiro da Série B, com clubes bem mais fortes. Já “ganharam trecho” o lateral-esquerdo Zé Rodolpho (Vila Nova/GO), o volante Moisés (Coritiba/PR), o meia Zé Eduardo (ABC de Natal), o armador Irênio e o atacante Bruno Mineiro (Náutico/PE). Boa viagem e breve retorno aos cinco e aos que ainda devem sair.
SEM competições oficiais até o final do ano (obviamente, a inexpressiva Taça Minas Gerais não conta), a medida tinha mesmo que ser adotada, até mesmo para dar uma aliviada na folha de pagamentos do clube. Bom, também, para que tais jogadores tenham atividades normais até dezembro, podendo voltar em “ponto de bala” para a pré-temporada, ao lado dos que não forem emprestados e terão férias antecipadas, provavelmente, em meados do próximo mês. Para eles, merecidas férias, após a brilhante conquista do Campeonato Brasileiro da Série C. Grande, Coelho!
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo segue dando alegrias ao torcedor americano, que, agora, terá mais tempo para continuar “secando”. O Galinho/sem/esporas, após a ilusória e passageira liderança no Brasileirão, já caiu para a quinta colocação (41 pontos), a seis pontos do ainda líder Palmeiras e com o Grêmio/RS na “cola” (39). Domingo recebe o também meu Santos. Jogo duro (de assistir, bem entendido). E a Raposinha/saltitante (32) é o 13º, a sete pontos da zona de rebaixamento. Já perdeu onze vezes na competição e já levou 40 gols. E, para justificar seu fraco time, passa o tempo reclamando de arbitragem. Contra o Porco, no Mineirão, na bela virada dos paulistas, reclamou de três pênaltis inexistentes. Amanhã “encara” o Barueri na Grande São Paulo. Mais uma derrota...
PS – Provavelmente, a nossa hoje desfalcada quase filarmônica do Gutierrez (alguns talentosos músicos “bateram asas”), comandada pelo grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, dará seu costumeiro “show”, na tarde/noite de amanhã, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), ou no do Sandro (Rua Marquês de Valença, entre a Praça Leonardo Gutierrez e a Rua Américo Macedo), sem a “chata” concorrência dos desinteressantes joguinhos da duplinha RapoGalo. A turma ainda não encontrou seu cantinho. Como ave fosse, fica saltando de galho em galho (ou de bar em bar, sei lá). Fica parecendo galinha procurando ninho. Mas, isso é coisa passageira. Breve, o problema será solucionado em definitivo...
ATÉ a próxima.
Assinar:
Postagens (Atom)