sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 355 (SEXTA-FEIRA, 29-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Deu asco passar os olhos no jornal “Aqui”, de ontem. A não ser a coluna do americano e ex-companheiro no extinto jornal “Diário da Tarde”, Otávio di Toledo, não saiu uma linha sequer do meu querido e glorioso América, apenas notícias da famigerada, “fajuta”, “fuleira” e protegida duplinha RapoGalo, do Tigre/de/bengala, do Minas (vôlei), do Michael Schumacher, do Evander Holyfield, Cabañas, Copa da África, São Paulo, Robinho, Botafogo, Flamengo, Goiás, Internacional, Fred e Zico, tendo, ainda, a coluna dos humoristas Son Salvador e Afo. Cadê o meu desprotegido América? O consolo é que Toledo e Afo são dois grandes americanos. Como eles permitem que tal coisa aconteça? Eu não permitiria. Perguntem a quem trabalhou comigo no DT...
E NÃO venham me dizer que não tem nada a falar do América! Tem sim! Ora, estreou muito bem no Campeonato Mineiro (por muita sorte o Galinho/sem/esporas não levou um “chocolate” do Coelho) e volta a jogar na noite de amanhã, no Parque do Sabiá, contra o Periquito de Uberlândia. Então, assunto é o que não falta. Não falta, para nós, americanos, já que para a mídia esportiva mineira, está sempre faltando. É uma má vontade dos “diabos”! Para essa gente, só existem duas cores nas Minas Gerais: azul e preto. E o verde, nada? O que seria do azul e do preto, se não fosse o verde? América, nas montanhas, o último a falar e o primeiro a apanhar...
DE qualquer maneira, o jeito é esperar que o América repita amanhã a bela apresentação do último domingo, no Gigante da Pampulha, quando maravilhou os desportistas mineiros. Até hoje só se fala no vistoso futebol do meu América. De encher os olhos, realmente! O time do treinador Marco Aurélio deve ser o mesmo, apenas com a entrada do lateral-direito Evanilson no lugar do Nando, expulso injustamente contra o Galinho. O lance não foi sequer para cartão amarelo. Mas, para “soprador de apito” mineiro, é vermelho na certa. Fazer o quê, se essa gente detesta o verde?
PS – Cartão vermelho eu daria para os músicos “gazeteiros” de nossa quase filarmônica do Gutierrez, que volta a tocar (será?) na tarde de amanhã no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), sempre bem comandada pelo seu “maestro”, o grande e dileto amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta. Amanhã vou fazer a “chamada” do talentosos músicos e mandar “cortar o ponto” dos ausentes. Que negócio é esse? Afinal, “recebem” bem (aplausos, bem entendido). Então, que cada um cumpra a sua obrigação, sem qualquer reclamação. Até rimou. Melhor rimar com música. É o que todos nós, amantes da música (estou falando de boa música), estamos esperando. Sábado sem música e futebol, não dá. Fica faltando alguma coisa. Mas, amanhã, apenas até o jogo do América (19h30). E estamos conversados...
ATÉ a próxima.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 354 (QUARTA-FEIRA, 27-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (até os atleticanos reconheceram a nossa superioridade no domingo) e a nossa quase extinta filarmônica do Gutierrez (cadê os músicos, amigo Jésus Brito?) para as colunas de segunda e sexta. Esta, quem conta é o conterrâneo Geraldo Haroldo de Paiva (alô, Abre Campo!), o mais antigo servidor do Fórum Lafayette (está lá desde 1959).
SEU primeiro dia de trabalho foi marcante. Pediu um terno emprestado a um tio, que era magistrado e bem mais alto do que ele. O terno ficou muito grande e a calça arrastava no chão. Um colega brincou, aconselhando-o a “escolher melhor o enterro da próxima vez, pois ele havia pegado o terno de um defunto muito grande”. Após receber o devido treinamento, foi cumprir seu primeiro mandado na cidade grande, que pouco conhecia. Teria que intimar três testemunhas na Rua Curitiba, Centro. Constava o nome e o endereço de uma delas. Das demais, os nomes e a palavra “idem”. Ficou perdido na cidade. Cumpriu apenas o primeiro mandado. Para o juiz, com quem trabalhava, informou que “não localizei as outras duas testemunhas, pois ninguém soube me informar onde ficava a tal Rua Idem”.
O GERALDO Paiva, grande cruzeirense (nossa terra só tem azulados), hoje, bem de vida, só anda de terno novo, mesmo não sendo mais exigida tal indumentária. Uma coisa interessante: a família Paiva é, sem qualquer sombra de dúvida, a mais numerosa do Fórum Lafayette. Deve ter mais Paiva na justiça de primeira instância de Belo Horizonte do que na nossa querida Abre Campo, onde a família é muito tradicional, liderada pelo conterrâneo José Pereira de Paiva, que foi ministro de um tribunal superior, em Brasília, na década de 70. Grande Geraldo Paiva, que saiu de nossa pequena Abre Campo para trabalhar na Capital dos mineiros. Até conhecer a cidade grande, deve ter “apanhado” bastante. Apanhou mais do que a sua Raposinha/saltitante até 1965, quando foi inaugurado o Mineirão. Até aquela época, o time azul era “caixa de pancadas”. Quarta força das Minas Gerais. Tinha menos torcida do que a dupla CoelhoGalo e do que o Leão. Mas, de repente, nada mais do que de repente, surgiu um tal de Felício Brandi, o maior dirigente que conheci, que transformou o antigo clube do Barro Preto em uma potência nacional, deixando o meu Coelho para trás, “vendo navios”. Coisas do velho ludopédio. Na maratona do esporte, o Coelho foi ultrapassado pela Raposa. O Coelho perdeu as pernas (digo, patas) e ficou sentado no meio do caminho. Vamos reagir, Coelho!
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 353 (SEGUNDA-FEIRA, 25-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Como nos bons e velhos tempos! Um jogo bem disputado, digno de um “clássico das multidões”! Cada equipe mandou em um tempo. No primeiro, o meu querido e glorioso América poderia ter “matado” a partida. Marcou um gol (“golaço” do meia Rodrigo) logo aos cinco minutos, mandou uma bola no travessão (bateu no pé da trave também), perdeu algumas oportunidades e o goleiro Aranha fez grandes defesas. No segundo tempo, o Galinho/sem/esporas equilibrou a partida e empatou logo aos nove minutos. Mas, foram do Coelho as melhores oportunidades, com o armador Luciano perdendo um gol incrível, aos 40 minutos, quando passou pelo goleiro Aranha e, com a meta galista aberta, permitiu que o zagueiro Jairo Campos salvasse o que poderia ter sido o nosso gol da vitória. Mas o empate acabou sendo justo, pelo que os rivais fizeram. Acompanhei o clássico pela “telinha” com o cunhado Antônio Alvim e a sua Sofia, dois atleticanos fanáticos, que tiveram a mesma opinião. Tudo na paz. Democracia é isso. Educação, também. Pena que parte dos torcedores não tenha o mesmo comportamento. São uns “selvagens”...
O BOM é que o América tem muito a crescer. Logo no primeiro jogo da temporada, um clássico com o rival maior, apresentou o seu “cartão de visita”, mesmo jogando sem atletas importantes, como o lateral-direito Evanilson e os atacantes Euller, Fábio Júnior e Joãozinho. No jogo do próximo sábado, no Parque do Sabiá, deve jogar bem melhor. O Periquito que se cuide, vez que o Coelho não está para brincadeira. Quer fazer de 2010 o seu ano, conquistando o Estadual e brilhando no Campeonato Brasileiro da Série B. Finalmente, um América que tem tudo para encher seu torcedor de entusiasmo e de esperança. Vamos lá, competente treinador Marco Aurélio! Coloque “azeite” nessa “máquina”. Dessa vez, tudo vai ser diferente...
PS – Diferente só não foi a nossa quase extinta filarmônica do Gutierrez, que não se apresentou anteontem no bar do agitado galista Toninho Afonso, por falta de “quorum”. Não compareceu um músico sequer (Traul e Wagner nem sequer desceram do carro). Nem o líder da banda, o amigo americano/santista Jésus Wagner Marques Brito, que estava no “circuito” Campinas/SP e Jacutinga/MG com o filhão Luquinha, também americano. A dupla ficou de retornar de viagem hoje. Em compensação, na noite de sexta-feira, a boa música “correu solta” no bar do Geraldin da Cida, com “show” dos talentosos músicos Nortinho (violão e voz) e Orfeu Braúna (cada vez melhor no bandolim), com bela “canja” do ótimo cantor Milton. Sábado, quem sabe, com a chegada do Jésus Brito, a nossa quase filarmônica volte a se apresentar. Saravá! Vamos esperar. E torcer...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 352 (SEXTA-FEIRA, 22-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Finalmente, o torcedor americano pode cantar “está chegando a hora”! Faltam apenas dois dias para a estreia do nosso querido e glorioso América no Campeonato Mineiro de 2010. E será justamente contra o rival maior, o Galinho/sem/esporas, que pode perder, também, o bico, na tarde de domingo, no Gigante da Pampulha. O Coelhão vem aí e o “bicho vai pegar”. Cuidado, Galinho, vez que o América não é Araxá, o inofensivo Ganso do Triângulo Mineiro. Treinando desde dezembro último, com uma proveitosa pré-temporada, o mais querido das Minas Gerais está bem preparado, de “cara nova”, com algumas contratações, como o meia Luciano Ratinho e os atacantes Laécio, Fábio Júnior e Joãozinho. Isso, sem contar com a renovação de importantes contratos. Tem até uniformes novos. Tudo novo. Agora, só falta colocar tudo dentro das quatro linhas, missão do novo treinador Marco Aurélio...
PELA pasmosa facilidade encontrada pela Raposinha/saltitante, na noite de anteontem, no Mineirão (pulverizou o Periquito de Uberlândia, por seis a zero), na abertura da competição, deu para se perceber que teremos dois campeonatos em 2010, um entre os três grandes de Belo Horizonte e outro entre os clubes da interlândia. Uma pena, vez que, a meu sentir, deveria ser uma competição difícil e equilibrada, como, por exemplo, o Campeonato Paulista, que, logo nas duas primeiras rodadas, já mostrou tal evidência, com os quatro grandes passando aperto. Santos, Corinthians, Palmeiras e São Paulo já sentiram o drama, diante de clubes da interlândia. E assim será até o final da competição. Sorte dos paulistas. Azar dos mineiros...
E A Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Depois de vencer fracas equipes, foi eliminada pelo primeiro bom time que enfrentou, o São Paulo. Dos 90 times que começaram a Copa São Paulo de Futebol Júnior, só restaram quatro, o gaúcho Juventude e os paulistas Santos, São Paulo e Palmeiras. Como Santos e Palmeiras se enfrentam na semifinal, um paulista é certo na grande final da próxima segunda-feira, podendo ter até dois, caso o São Paulo elimine o Juventude. Força é força! É a força do futebol da terra do café. Faltou a força da terra do leite, mas, dos quatro mineiros na competição, caíram todos, na sequência: Funorte, Galinho, Coelho e Raposinha. No ano que vem tem mais...
PS – Por causa da ausência do “maestro” Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta (está em Campinas/SP com o filhão Luquinha), provavelmente, não teremos na tarde de amanhã a nossa agonizante quase filarmônica do Gutierrez, no bar do galista agitado Toninho. Em compensação, a parte maior da banda (Nortinho, Orfeu Braúna e outros) volta-se a apresentar na noite de hoje, no bar do Geraldin da Cida (Rua Rio Negro, quase esquina de Rua Brumadinho, Bairro Prado). Devo comparecer para “curtir” uma bela música. Quem não tem cão, caça como gato. Fazer o quê?
ATÉ a próxima.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 351 (QUARTA-FEIRA, 20-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, causos e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América (domingo tem Galinho no Mineirão) e a nossa quase ex-filarmônica do Gutierrez (como estão fazendo força para que ela acabe de vez!) para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! Por ocasião dos 25 anos do Fórum Lafayette no Barro Preto, o amigo Flávio Emílio Coelho Lott, escrivão da 1ª Vara Criminal e há mais de 40 anos na Justiça, escreveu a crônica “Alma penada?”, sobre o saudoso serventuário Antônio Santana, um nordestino bravo, apesar de sua pequena estatura, que, após terminar sua função de faxineiro, transformava-se em ascensorista. Ele era sentenciado.
NO final da década de 70, pouco antes da transferência do Fórum (da Rua Goiás, Centro, para a Avenida Augusto de Lima, Barro Preto), o Santana foi assassinado. Passou o tempo e, certa ocasião, Flávio Lott e outros três serventuários perceberam um movimento estranho no elevador, que abria as portas sem ninguém dentro, descia e retornava sozinho. Em tom de brincadeira, os servidores perguntaram em voz alta se era o Santana que conduzia o elevador. Para surpresa geral, no mesmo instante, uma enorme ventania soprou, fechando as cinco janelas do 3º andar de uma única vez e quebrando vidros.
NO dia seguinte, a turma não teve dúvida. Aproveitou a proximidade de novo Fórum com a Igreja São Sebastião do Barro Preto e mandou celebrar várias missas em intenção do falecido Antônio Santana. Se o fato foi verdadeiro ou não, não sei, por não ter sido testemunha. Mas, como o Flávio Lott é um cidadão sério, sou obrigado a aceitá-lo como verdadeiro. Santana gostava muito de meu saudoso genitor, na época juiz-diretor do Fórum Lafayette, que o ajudou muito. Andava com uma enorme foice na sacola, para se proteger, vez que morava em uma favela. Certa ocasião, falou-me que, se alguém encostasse o dedo em meu pai, “sangrava-o”. Não duvidava. O homem era bravo mesmo. Nordestino, diziam ter sido ele do “bando” de Lampião. Fugiu do Nordeste e veio parar em Belo Horizonte. Com certeza, em um caminhão chamado de “pau de arara”. Ainda bem que eu era seu amigo. Era o primeiro a chegar ao Fórum (ainda de madrugada) e o último a sair (no início da noite). Um homem trabalhador...
ATÉ a próxima.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 350 (SEGUNDA-FEIRA, 18-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Está chegando o momento aguardado com ansiedade por todos nós, americanos. Faltam apenas seis dias para a estreia do nosso querido e glorioso América no Campeonato Mineiro, no próximo domingo. E a Federação Mineira de Futebol (até tu, amigo Paulo Sérgio Miranda Schettino!) continua sendo “madrasta” do Coelho, que, nas duas primeiras rodadas da competição, tem o “clássico das multidões” contra o rival maior Galinho/sem/esporas e pega o Periquito no Parque do Sabiá. Será na base do “oito ou oitenta”. Ou sai ou racha! Se vencer os dois jogos, tudo bem, larga na frente. Mas, se perder os dois, perde o moral de “cara”. Bermuda apertada ou “bumbum” de fora. Como qualquer resultado nas duas partidas será normal (vitória, empate ou derrota), tudo pode acontecer. O que será que vai acontecer? Perguntem a quem quiser. A cigana leu o meu destino. Eu sonhei...
SONHEI com dias melhores para o meu América. Só não está dando para sonhar com o meu computador, que, na última sexta-feira, empacou que nem burro velho e teimoso, não indo para a frente, para trás ou para os lados. Um pesadelo total. Só consegui escrever 13 linhas (eta número cabalístico!). O jeito foi redigir o restante da coluna no papel e passar tudo para o meu modesto Blog internacional, dando trabalho para a Rita Maria, minha secretária nas horas vagas. Que “mão de obra”! A de hoje, pelo menos até agora, está saindo dentro dos conformes. Ainda bem! Tomara que assim o seja até o final. Final feliz!
FINAL feliz quem não teve foi o meu América, na Copa São Paulo de Futebol Júnior. O Coelho estava indo tão bem (três vitórias em três jogos na primeira fase, sem tomar um gol sequer), mas, de repente, nada mais do que de repente, pegou o Corinthians/SP, maior vencedor da competição e campeão no ano passado. Jogando numa “retranca” inadmissível (apenas um jogador na frente), sofreu dois gols do Timinho (duas falhas do América) e deu adeus à competição, prematuramente, logo no primeiro “mata-mata”. Assim, por ora, o América fica apenas com o título de 1996. Outros virão, tenho certeza. Questão de tempo...
PS – Questão de tempo é o que tem acontecido com a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que virou sexteto, quinteto, quarteto e trio. E, no derradeiro sábado, um duo, formado pelo Odilon Teixeira (violão e voz) e Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta). Vai virar solo (canção para uma só voz), sábado que vem, já que o líder Jésus Wagner deve viajar amanhã com o seu filho Luquinha, para Campinas/SP. Vai perder a estreia do nosso América. E nós, da turma, poderemos jogar um sábado fora, já que, apenas com o Odilon, vai ficar muito difícil. Afinal, uma “andorinha só não faz verão”...
ATÉ a próxima.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DE LETRA

DE LETRA Nº 349 (SEXTA-FEIRA, 15-01-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva! Faltam apenas nove dias para começar o Campeonato Mineiro. Praticamente, uma semana. Na volta do meu querido e glorioso América ao Mineirão, logo de “cara”, tem o Galinho/sem/esporas pela frente. “Briga” nas quatro linhas, com duas equipes em início de temporada. Até agora, somente jogo-treino dos dois lados. No túnel, outra “briga” boa, entre dois experientes e competentes treinadores, o simpático Marco Aurélio e o arrogante Vanderlei Luxemburgo. Quem vai sair na frente no Estadual? Resposta difícil, já que, dizem, “clássico é clássico e tudo pode acontecer”. E Coelho e Galo fazem o tradicional “clássico das multidões”, o mais importante das Minas Gerais.
E O nosso júnior, que coisa, foi eliminado pelo Timão dos paulistas, em Araraquara/SP, dando adeus, prematuramente, ao título da importante Copa São Paulo, após dominar o jogo, com mais posse de bola, mais escanteios e chutes em gol. Mas gol que e bom nadinha. O Corintians,praticamente chutou duas bolas, recebendo o esférico de zagueiros americanos ( que falhas grotescas!). Pronto, yes, dois a zero! Isso é que vale em futebol. Também jogar com apenas um atacante é brincadeira. Nosso atacante ficou perdido, totalmente ilhado. O que é isso Hamilton Lima? Quem tem medo de perder ( retranca danada), acaba perdendo... Até a próxima.