DE LETRA Nº 367 (SEXTA-FEIRA, 26-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contagem regressiva: faltam apenas oito para o Zé Migué alcançar a impressionante marca de sete mil colunas (6.625 no extinto jornal “Diário da Tarde e 367 no meu modesto Blog internacional). Contagem regressiva também para o meu querido e glorioso América: faltam somente dois dias para a equipe do treinador Mauro Fernandes sair da “beira do abismo”. A situação ainda não é de desespero, mas, muito preocupante, vez que faltam cinco jogos na fase classificatória do Campeonato Mineiro (quatro no Mineirão e uma no Uberabão). Se não se classificar, pode “fechar para balanço”, pois seria um vexame histórico (mais um), ficar de fora do G8 (Grupo dos Oito), em uma competição que o presidente Zezé Perrela (na verdade, José de Oliveira Costa) chama de “Rural” e que tem somente três pretendentes ao título, dos 12 clubes que a disputam. É o trio CoelhoRapoGalo e mais nove da interlândia. Grande competição! Mais fácil do que “tomar bala da mão de criança”...
HOJE, o América é justamente o oitavo (cinco pontos ganhos), a dois pontos da zona de rebaixamento. Fica esperto, Coelho! “Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”. Preocupante, mas não desesperadora. Ainda! Então, é só jogar futebol e parar de perder tantas oportunidades, como vem ocorrendo nos últimos jogos. Será que é tão difícil assim, colocar o esférico na “casinha”? Para os atacantes do América está sendo...
ENQUANTO isso, a “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo “deitou e rolou” anteontem. No Mineirão, o jogo estava equilibrado (um a um e o Colo chileno havia perdido três gols) e o “homem de preto” resolveu a situação, expulsando dois dos “gringos” e marcando dois pênaltis. Pronto, quatro a um. Sorte da Raposinha/saltitante, azar do duplo Colo! E o Galinho/sem/esporas “sapecou” sete (conta de mentiroso) no fraquíssimo Juventus, o “instituto São Rafael” do Acre, que adiou o sonho de conhecer o Mineirão e a capital dos mineiros...
PS – Mais um final de semana! Olhai os lírios no campo, como diria o poeta. Como era bonito o meu campo. Florido e musical. Antigamente, não era preciso avisar os músicos, pois todos compareciam a tempo e hora. Hoje, tudo depende da turma que gosta de “matar aula” (“gazeteiros”, bem entendido). Se o pessoal comparecer, na tarde de amanhã tem mais um “show” no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo) da nossa quase filarmônica do Gutierrez, sob o firme comando do “maestro” Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta, com quem fica a última palavra. Não posso fazer nada. Fico só esperando. Torcendo para que a boa música “esquente” o nosso bairro, o mais charmoso de Beagá...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 366 (QUARTA-FEIRA, 24-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje é quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (acorda, Coelho! Módulo II, nunca mais!) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (está melhorando, mas pode melhorar ainda mais) para as colunas de segunda e sexta. São os dois assuntos principais das colunas normais, modestas como as de quarta, como foram, aliás, as 6.625 que escrevi no extinto “Diário da Tarde” e as 366 que escrevi até hoje no meu Blog internacional. Pó, que fôlego! Sabe lá, caro e atento leitor, o que significam 6.991 colunas? Portanto, faltam apenas nove para a de número sete mil, sem dúvida, um impressionante recorde, construindo dia após dia, desde o já distante 1979...
POIS bem! Futebol, para mim, sempre foi lazer, confraternização e alegria (de quando em vez, “pinta” cada desilusão!). Acompanho os jogos e torço, mormente para meus dois clubes (América e Santos) e, é claro, para a Seleção Brasileira. Isso, no velho ludopédio, vez que gosto de outros esportes. O que não entendo e não admito, é ignorância, como vem ocorrendo há bom tempo no futebol brasileiro, principalmente após o surgimento das tais “torcidas organizadas”, que, de organizadas, nada tem. São uns vândalos, travestidos de seres humanos. Volta e meia, morrem torcedores (?), com tiros, pauladas, pedradas, socos e pontapés, ou outros objetos mortais. Que pena! A que ponto chegou a humanidade...
NO ÚLTIMO sábado, acompanhei o joguinho desinteressante da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, no bar do agitado galista Toninho Afonso. Encerrada a partida, fui para minha residência almoçar (aposentado não tem horário para nada). No dia seguinte, tomei conhecimento do que aconteceu na minha ausência. Cenas de vandalismo entre pessoas que se dizem civilizadas. O “pau quebrou” feio. Que horror!
UM cruzeirense passou de carro e mostrou uma flanelinha para os atleticanos, que “curtiam” a dor pela derrota, sendo chamado de “bicha”. Não satisfeito, parou o veículo e indagou quem o teria desrespeitado. Os galistas gritaram em coro: “bicha!. Foi o suficiente. O “caldo entornou” e o estrelado apanhou como cachorro de rua. Levou tantos tapas e pontapés (entre tapas e beijos?) e, se não fosse a pronta intervenção do Toninho, poderia ter acontecido algo mais grave. Chamam isso de futebol. Isso é ignorância, uma estupidez sem sentido. Quem deve brigar (no bom sentido, bem entendido) são os jogadores dentro das quatro linhas, com cada um defendendo o seu time. Fora do gramado, o torcedor tem que saber se comportar, mas, não é isso que vem ocorrendo no futebol brasileiro. E ninguém dá um basta na lamentável situação. Proíbem bebidas alcoólicas nos estádios, mas não conseguem educar os torcedores. Paz e amor, minha gente...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje é quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (acorda, Coelho! Módulo II, nunca mais!) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (está melhorando, mas pode melhorar ainda mais) para as colunas de segunda e sexta. São os dois assuntos principais das colunas normais, modestas como as de quarta, como foram, aliás, as 6.625 que escrevi no extinto “Diário da Tarde” e as 366 que escrevi até hoje no meu Blog internacional. Pó, que fôlego! Sabe lá, caro e atento leitor, o que significam 6.991 colunas? Portanto, faltam apenas nove para a de número sete mil, sem dúvida, um impressionante recorde, construindo dia após dia, desde o já distante 1979...
POIS bem! Futebol, para mim, sempre foi lazer, confraternização e alegria (de quando em vez, “pinta” cada desilusão!). Acompanho os jogos e torço, mormente para meus dois clubes (América e Santos) e, é claro, para a Seleção Brasileira. Isso, no velho ludopédio, vez que gosto de outros esportes. O que não entendo e não admito, é ignorância, como vem ocorrendo há bom tempo no futebol brasileiro, principalmente após o surgimento das tais “torcidas organizadas”, que, de organizadas, nada tem. São uns vândalos, travestidos de seres humanos. Volta e meia, morrem torcedores (?), com tiros, pauladas, pedradas, socos e pontapés, ou outros objetos mortais. Que pena! A que ponto chegou a humanidade...
NO ÚLTIMO sábado, acompanhei o joguinho desinteressante da “fajuta”, “fuleira”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, no bar do agitado galista Toninho Afonso. Encerrada a partida, fui para minha residência almoçar (aposentado não tem horário para nada). No dia seguinte, tomei conhecimento do que aconteceu na minha ausência. Cenas de vandalismo entre pessoas que se dizem civilizadas. O “pau quebrou” feio. Que horror!
UM cruzeirense passou de carro e mostrou uma flanelinha para os atleticanos, que “curtiam” a dor pela derrota, sendo chamado de “bicha”. Não satisfeito, parou o veículo e indagou quem o teria desrespeitado. Os galistas gritaram em coro: “bicha!. Foi o suficiente. O “caldo entornou” e o estrelado apanhou como cachorro de rua. Levou tantos tapas e pontapés (entre tapas e beijos?) e, se não fosse a pronta intervenção do Toninho, poderia ter acontecido algo mais grave. Chamam isso de futebol. Isso é ignorância, uma estupidez sem sentido. Quem deve brigar (no bom sentido, bem entendido) são os jogadores dentro das quatro linhas, com cada um defendendo o seu time. Fora do gramado, o torcedor tem que saber se comportar, mas, não é isso que vem ocorrendo no futebol brasileiro. E ninguém dá um basta na lamentável situação. Proíbem bebidas alcoólicas nos estádios, mas não conseguem educar os torcedores. Paz e amor, minha gente...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 365 (SEGUNDA-FEIRA, 22-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Parece filme de terror, mas não é! Trata-se do meu querido e glorioso América, que, após um bom início no Campeonato Mineiro (empatou com o Galinho no Mineirão e venceu o Periquito no Parque do Sabiá), virou “caixa de pancadas”, perdendo três jogos seguidos no Gigante da Pampulha para equipes da interlândia (Galo Carijó de Juiz de Fora, Tigre de Ipatinga e Leão de Nova Lima). Um vexame sem precedentes, que está machucando o coração de seu torcedor. Onde o Coelho vai chegar, ninguém sabe. Mas, se não mudar o andar da carruagem, pode cair novamente no zona de rebaixamento, como aconteceu em passado nem tão distante assim. Olha o “fantasma” do Módulo II aí de novo! E o América tem que acordar agora, vez que faltam apenas cinco jogos para o término da fase classificatória (Pantera valadarense, Raposinha, Caldense e Ituiutaba no Mineirão e Zebu no Uberabão).
ONTEM não foi diferente. O América marcou um gol logo aos 4 minutos (quem diria, Fábio Júnior) e perdeu várias oportunidades. Poderia ter feito, sem qualquer exagero, cinco gols no primeiro tempo. Entretanto, como quem não marca, leva, o “castigo” veio a cavalo, com o Leão empatando nos acréscimos e virando no início do segundo tempo, placar definitivo. Não teve jeito. Novo festival de oportunidades perdidas. Duas delas, com o Joãozinho chutando para cima, dentro da pequena área. Ele e o goleiro. Ninguém mais. Mas, quase mandou o esférico para a arquibancada. Que falta de pontaria! Gol daqueles que até o Zé Migué faria, mesmo com os meus bem vividos 65 anos de idade. Seu genitor, o fantástico ex-atacante Joãozinho “Bailarino”, não lhe ensinou os segredos do velho ludopédio. Se ensinou, o filho não aprendeu bem as lições. Aluno desatento, que não prestou atenção nas aulas do mestre. Tipo do aluno que vai à escola comer a merenda e jogar “pelada” na hora do recreio. No final do ano, é “bomba” na certa. No ano seguinte, começa tudo novamente, estudando as mesmas matérias. Será que vai aprender?
PS – A amiga galista Fabíola Ferraz (alô, Almenara!) é a mais nova leitora de meu modesto Blog internacional. Ela precisa conhecer, também, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, sob o comando do amigo Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, continua “bombando” no bar do agitado atleticano Toninho Afonso, nas tardes de sábado, dependendo da rodada do final de semana do Estadual. Tendo jogos do trio CoelhoRapoGalo, como anteontem, o “show” é antecipado para a noite de sexta-feira. No logradouro, futebol tem a prioridade, ficando a música para o segundo plano. Tem espaço para tudo. Até mesmo para as brigas estúpidas, como aconteceu sábado, com um cruzeirense, que foi espancado por alguns atleticanos. Gente civilizada (?)...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Parece filme de terror, mas não é! Trata-se do meu querido e glorioso América, que, após um bom início no Campeonato Mineiro (empatou com o Galinho no Mineirão e venceu o Periquito no Parque do Sabiá), virou “caixa de pancadas”, perdendo três jogos seguidos no Gigante da Pampulha para equipes da interlândia (Galo Carijó de Juiz de Fora, Tigre de Ipatinga e Leão de Nova Lima). Um vexame sem precedentes, que está machucando o coração de seu torcedor. Onde o Coelho vai chegar, ninguém sabe. Mas, se não mudar o andar da carruagem, pode cair novamente no zona de rebaixamento, como aconteceu em passado nem tão distante assim. Olha o “fantasma” do Módulo II aí de novo! E o América tem que acordar agora, vez que faltam apenas cinco jogos para o término da fase classificatória (Pantera valadarense, Raposinha, Caldense e Ituiutaba no Mineirão e Zebu no Uberabão).
ONTEM não foi diferente. O América marcou um gol logo aos 4 minutos (quem diria, Fábio Júnior) e perdeu várias oportunidades. Poderia ter feito, sem qualquer exagero, cinco gols no primeiro tempo. Entretanto, como quem não marca, leva, o “castigo” veio a cavalo, com o Leão empatando nos acréscimos e virando no início do segundo tempo, placar definitivo. Não teve jeito. Novo festival de oportunidades perdidas. Duas delas, com o Joãozinho chutando para cima, dentro da pequena área. Ele e o goleiro. Ninguém mais. Mas, quase mandou o esférico para a arquibancada. Que falta de pontaria! Gol daqueles que até o Zé Migué faria, mesmo com os meus bem vividos 65 anos de idade. Seu genitor, o fantástico ex-atacante Joãozinho “Bailarino”, não lhe ensinou os segredos do velho ludopédio. Se ensinou, o filho não aprendeu bem as lições. Aluno desatento, que não prestou atenção nas aulas do mestre. Tipo do aluno que vai à escola comer a merenda e jogar “pelada” na hora do recreio. No final do ano, é “bomba” na certa. No ano seguinte, começa tudo novamente, estudando as mesmas matérias. Será que vai aprender?
PS – A amiga galista Fabíola Ferraz (alô, Almenara!) é a mais nova leitora de meu modesto Blog internacional. Ela precisa conhecer, também, a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que, sob o comando do amigo Jésus Wagner Marques Brito, o da timba afinada e barulhenta, continua “bombando” no bar do agitado atleticano Toninho Afonso, nas tardes de sábado, dependendo da rodada do final de semana do Estadual. Tendo jogos do trio CoelhoRapoGalo, como anteontem, o “show” é antecipado para a noite de sexta-feira. No logradouro, futebol tem a prioridade, ficando a música para o segundo plano. Tem espaço para tudo. Até mesmo para as brigas estúpidas, como aconteceu sábado, com um cruzeirense, que foi espancado por alguns atleticanos. Gente civilizada (?)...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 364 (SEXTA-FEIRA, 19-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Treinador algum, por mais competente que seja, consegue fazer “milagres”. Com um “ataque de riso”, autêntica “linha do Equador”, fica muito difícil. Quem falou que os atacantes Fábio Júnior e Joãozinho ainda jogam futebol? Eles são, como diz o radialista Emanuel Carneiro, “ex-jogadores em atividade”. Pesados, não conseguem correr, ficando parados na frente, jogando de defensores dos rivais. Um “paredão”! O esférico bate neles e volta. Três jogos sem vitória e duas derrotas seguidas no Mineirão (Tupi e Ipatinga). Anteontem, para complicar a situação, o goleirão Flávio e o zagueirão Wellington Paulo, dois esteios na defesa, falharam nos três gols do Tigre/de/bengala. Que horror...
CULPAR o treinador Marco Aurélio seria até covardia, já que ele não tem culpa do fraco elenco americano, somente a diretoria do clube, que se iludiu com a conquista do Campeonato Brasileiro da Série C, uma competição de fraquíssimo nível técnico. Ela tinha que reforçar o elenco, mas trouxe apenas Fábio Júnior e Joãozinho, que não acrescentaram nada ao meu querido e glorioso América. Estão “matando” o torcedor de raiva. Não jogam mais nada, se é que jogaram bola um dia. Triste conclusão: uma vergonhosa oitava colocação no Estadual, mais perto da zona de rebaixamento do que da classificação entre os oito que vão disputar o título. Mais agonia espera o torcedor americano, que já não quer mais falar “vocês vão ver o América é no próximo ano”. Nós não merecemos mais tanto sofrimento. Pior é que domingo tem outro clássico, com o Coelho recebendo o Leão no Mineirão. Novo vexame? Nessa altura do campeonato, ninguém duvida. Nem eu...
ESSE filme já vi incontáveis vezes no futebol nacional! O time dá vexames e sobra para o pobre treinador. Como tem coisas que acontecem também no América, sobrou para o Marco Aurélio. Rei morto, rei posto! Mauro Fernandes voltou (já “enterrou” o Coelho em 2002). Para mim, trocar de treinador é “trocar seis por meia dúzia”! Portanto, é esperar, o que vem por aí. Quem seria o próximo treinador? Seria o “fujão” Givanildo Oliveira?
PS – Quem não troca de treinador é a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que tem em seu comando, desde sua fundação (2000) o amigo “encrenca” Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta. Na noite de hoje, por causa do joguinho desinteressante de amanhã e do clássico de domingo, tem “show” no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). Por falar em treinador, o também meu Santos de Robinho, Neimar, Paulo Henrique e companhia precisa de técnico? Que espetáculo deu o Peixe na noite de ontem, quando “esmagou” o Bragantino. Aquilo é que é futebol...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Treinador algum, por mais competente que seja, consegue fazer “milagres”. Com um “ataque de riso”, autêntica “linha do Equador”, fica muito difícil. Quem falou que os atacantes Fábio Júnior e Joãozinho ainda jogam futebol? Eles são, como diz o radialista Emanuel Carneiro, “ex-jogadores em atividade”. Pesados, não conseguem correr, ficando parados na frente, jogando de defensores dos rivais. Um “paredão”! O esférico bate neles e volta. Três jogos sem vitória e duas derrotas seguidas no Mineirão (Tupi e Ipatinga). Anteontem, para complicar a situação, o goleirão Flávio e o zagueirão Wellington Paulo, dois esteios na defesa, falharam nos três gols do Tigre/de/bengala. Que horror...
CULPAR o treinador Marco Aurélio seria até covardia, já que ele não tem culpa do fraco elenco americano, somente a diretoria do clube, que se iludiu com a conquista do Campeonato Brasileiro da Série C, uma competição de fraquíssimo nível técnico. Ela tinha que reforçar o elenco, mas trouxe apenas Fábio Júnior e Joãozinho, que não acrescentaram nada ao meu querido e glorioso América. Estão “matando” o torcedor de raiva. Não jogam mais nada, se é que jogaram bola um dia. Triste conclusão: uma vergonhosa oitava colocação no Estadual, mais perto da zona de rebaixamento do que da classificação entre os oito que vão disputar o título. Mais agonia espera o torcedor americano, que já não quer mais falar “vocês vão ver o América é no próximo ano”. Nós não merecemos mais tanto sofrimento. Pior é que domingo tem outro clássico, com o Coelho recebendo o Leão no Mineirão. Novo vexame? Nessa altura do campeonato, ninguém duvida. Nem eu...
ESSE filme já vi incontáveis vezes no futebol nacional! O time dá vexames e sobra para o pobre treinador. Como tem coisas que acontecem também no América, sobrou para o Marco Aurélio. Rei morto, rei posto! Mauro Fernandes voltou (já “enterrou” o Coelho em 2002). Para mim, trocar de treinador é “trocar seis por meia dúzia”! Portanto, é esperar, o que vem por aí. Quem seria o próximo treinador? Seria o “fujão” Givanildo Oliveira?
PS – Quem não troca de treinador é a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que tem em seu comando, desde sua fundação (2000) o amigo “encrenca” Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta. Na noite de hoje, por causa do joguinho desinteressante de amanhã e do clássico de domingo, tem “show” no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo). Por falar em treinador, o também meu Santos de Robinho, Neimar, Paulo Henrique e companhia precisa de técnico? Que espetáculo deu o Peixe na noite de ontem, quando “esmagou” o Bragantino. Aquilo é que é futebol...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 363 (QUARTA-FEIRA, 17-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (logo mais tem outra “rocha” no Mineirão, o Tigre/de/bengala) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (exagerou no carnaval, tocando quatro dias seguidos, sábado, domingo, segunda e terça, no bar do agitado galista Toninho Afonso).
POIS bem! A ministra-chefe da Casa Civil, a mineira Dilma Rousseff, que pretende ser candidata do PT ao Governo Federal, naturalmente com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamou, no último dia 9, Governador Valadares de Juiz de Fora, cidades que nem vizinhas são. Se ela tivesse a vivacidade e a inteligência do saudoso presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que também é mineiro (de Diamantina), teria tirado “de letra” a embaraçoso e constrangedora situação...
NA década de 60, o nosso JK (1902-1976), que inaugurava obras no Triângulo Mineiro, discursava em Uberlândia, quando falou: “povo de Uberaba”. Alguém tocou em seu ombro e disse: “presidente, nós estamos em Uberlândia”. Sem perder a pose, JK completou: “povo de Uberaba eu disse ontem nessa importante cidade do Triângulo. Hoje, digo povo de Uberlândia, outra cidade importante da região”. Ninguém percebeu nadinha e a solenidade seguiu normalmente. Até hoje o pessoal de Uberlândia se lembra do episódio. Grande Juscelino, “como pode o peixe vivo viver fora da água fria...”.
TIVE o orgulho de apertar a mão de dois presidentes da República. A de Juscelino Kubitschek, quando ele era Senador por Goiás, na Rua Guajajaras, Centro de Belo Horizonte, quando chegava para uma solenidade. Foi a única vez que o vi pessoalmente. O outro presidente que apertei a mão foi o pequeno grande homem, o gaúcho Getúlio Vargas, em meados da década de 50, pouco antes de sua traumática morte, que fez todo o Brasil chorar. Ele era considerado o “pai” dos brasileiros...
FOI na exposição agropecuária de 1954, uma das mais importantes do País. Talvez por ser filho do juiz de Direito da Comarca de Leopoldina, fui o porta-bandeira do Grupo Escolar Ribeiro Junqueira. Carregava orgulhoso a bandeira do Brasil, quando, de repente, nada mais do que de repente, o presidente Getúlio Vargas me cumprimentou. Emocionado, levei um tremendo susto. Meus colegas, naturalmente enciumados, disseram “Miguel, você tem que ficar sem lavar as mãos durante a semana toda”. Que coisa! Apertar as mãos de nossos dois maiores presidentes! Interessante, os dois morreram de maneira trágica: Getúlio se suicidou e JK perdeu a vida em um acidente de trânsito. Dois grandes homens públicos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e de “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América (logo mais tem outra “rocha” no Mineirão, o Tigre/de/bengala) e a nossa quase filarmônica do Gutierrez (exagerou no carnaval, tocando quatro dias seguidos, sábado, domingo, segunda e terça, no bar do agitado galista Toninho Afonso).
POIS bem! A ministra-chefe da Casa Civil, a mineira Dilma Rousseff, que pretende ser candidata do PT ao Governo Federal, naturalmente com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, chamou, no último dia 9, Governador Valadares de Juiz de Fora, cidades que nem vizinhas são. Se ela tivesse a vivacidade e a inteligência do saudoso presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que também é mineiro (de Diamantina), teria tirado “de letra” a embaraçoso e constrangedora situação...
NA década de 60, o nosso JK (1902-1976), que inaugurava obras no Triângulo Mineiro, discursava em Uberlândia, quando falou: “povo de Uberaba”. Alguém tocou em seu ombro e disse: “presidente, nós estamos em Uberlândia”. Sem perder a pose, JK completou: “povo de Uberaba eu disse ontem nessa importante cidade do Triângulo. Hoje, digo povo de Uberlândia, outra cidade importante da região”. Ninguém percebeu nadinha e a solenidade seguiu normalmente. Até hoje o pessoal de Uberlândia se lembra do episódio. Grande Juscelino, “como pode o peixe vivo viver fora da água fria...”.
TIVE o orgulho de apertar a mão de dois presidentes da República. A de Juscelino Kubitschek, quando ele era Senador por Goiás, na Rua Guajajaras, Centro de Belo Horizonte, quando chegava para uma solenidade. Foi a única vez que o vi pessoalmente. O outro presidente que apertei a mão foi o pequeno grande homem, o gaúcho Getúlio Vargas, em meados da década de 50, pouco antes de sua traumática morte, que fez todo o Brasil chorar. Ele era considerado o “pai” dos brasileiros...
FOI na exposição agropecuária de 1954, uma das mais importantes do País. Talvez por ser filho do juiz de Direito da Comarca de Leopoldina, fui o porta-bandeira do Grupo Escolar Ribeiro Junqueira. Carregava orgulhoso a bandeira do Brasil, quando, de repente, nada mais do que de repente, o presidente Getúlio Vargas me cumprimentou. Emocionado, levei um tremendo susto. Meus colegas, naturalmente enciumados, disseram “Miguel, você tem que ficar sem lavar as mãos durante a semana toda”. Que coisa! Apertar as mãos de nossos dois maiores presidentes! Interessante, os dois morreram de maneira trágica: Getúlio se suicidou e JK perdeu a vida em um acidente de trânsito. Dois grandes homens públicos...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 362 (SEGUNDA-FEIRA, 15-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Todo torcedor americano sabe que o problema cruciante do nosso querido e glorioso América, há bom tempo, é a falta de atacantes, aquele tipo que chega na “cara” do goleiro inimigo e coloca na “casinha”. Como o “baixinho” Romário, por exemplo. Aí, também, é querer demais! Pelas incríveis oportunidades perdidas, o Coelho dominou os quatro primeiros adversários da fase classificatória do Campeonato Mineiro, mas só venceu uma partida (Uberlândia, no Parque do Sabiá). Empatou duas (Galinho/sem/esporas no Mineirão e América em Teófilo Otoni) e perdeu outra (Tupi de Juiz de Fora no Mineirão). Marcou quatro gols e sofreu três. Há dois jogos não marca gol (180 minutos)...
E JÁ está na sexta colocação, cinco pontos atrás da líder Pantera, quatro da Raposinha/saltitante e do Galo Carijó, dois do Tigre/de/bengala e um do Galinho/sem/esporas. Somente o treinador Marco Aurélio poderia explicar tal situação incômoda, já que teima em escalar dez atrás e apenas um atacante na frente. Mesmo assim, um “idoso”, que pouco pode fazer. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: pode escalar três atacantes, Fábio Júnior (não é o cantor), Euller e Joãozinho, que já ultrapassaram a barreira dos 30 anos. Somando-se as idades, então, que “gracinha” ficaria. Profundas idades, como diria o saudoso amigo Toninho Pinel, o que não é a mesma coisa de “profundidade”...
AINDA bem que estamos ainda na quarta rodada do Estadual, faltando enfrentar, ainda, Ipatinga, Democrata/GV, Raposinha, Leão, Caldense e Ituiutaba no Mineirão e Zebu no Uberabão. E oito clubes se classificam para a fase decisiva da competição. É muito “ainda” para o meu gosto! Muita água vai passar ainda sob a ponte. Olha o ainda aí de novo! Mas, ainda acredito que o Coelho vai despertar do “sono profundo”. É só marcar gols e perder a péssima mania das oportunidades perdidas. Acorda, Coelho!
PS – Que beleza! Meu amigo Josino Pereira Brito, “presidente de honra” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, genitor do Jésus Brito e avô do Luquinha Brito, completou 98 anos de idade (o centenário vem aí). E a nossa banda prestou-lhe merecida homenagem, na tarde de sábado, no bar do agitado galista Toninho Afonso, com os talentosos músicos Odilon Teixeira (voz e violão), Jésus Wagner Marques Brito (americano/santista da timba afinada e barulhenta), Alemão e Rogerinho (percussão). E com direito a belas “canjas” dos cantores Jackson, Cátia e Soraia. Já que estamos no carnaval, na tarde de amanhã tem mais, no mesmo logradouro...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Todo torcedor americano sabe que o problema cruciante do nosso querido e glorioso América, há bom tempo, é a falta de atacantes, aquele tipo que chega na “cara” do goleiro inimigo e coloca na “casinha”. Como o “baixinho” Romário, por exemplo. Aí, também, é querer demais! Pelas incríveis oportunidades perdidas, o Coelho dominou os quatro primeiros adversários da fase classificatória do Campeonato Mineiro, mas só venceu uma partida (Uberlândia, no Parque do Sabiá). Empatou duas (Galinho/sem/esporas no Mineirão e América em Teófilo Otoni) e perdeu outra (Tupi de Juiz de Fora no Mineirão). Marcou quatro gols e sofreu três. Há dois jogos não marca gol (180 minutos)...
E JÁ está na sexta colocação, cinco pontos atrás da líder Pantera, quatro da Raposinha/saltitante e do Galo Carijó, dois do Tigre/de/bengala e um do Galinho/sem/esporas. Somente o treinador Marco Aurélio poderia explicar tal situação incômoda, já que teima em escalar dez atrás e apenas um atacante na frente. Mesmo assim, um “idoso”, que pouco pode fazer. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: pode escalar três atacantes, Fábio Júnior (não é o cantor), Euller e Joãozinho, que já ultrapassaram a barreira dos 30 anos. Somando-se as idades, então, que “gracinha” ficaria. Profundas idades, como diria o saudoso amigo Toninho Pinel, o que não é a mesma coisa de “profundidade”...
AINDA bem que estamos ainda na quarta rodada do Estadual, faltando enfrentar, ainda, Ipatinga, Democrata/GV, Raposinha, Leão, Caldense e Ituiutaba no Mineirão e Zebu no Uberabão. E oito clubes se classificam para a fase decisiva da competição. É muito “ainda” para o meu gosto! Muita água vai passar ainda sob a ponte. Olha o ainda aí de novo! Mas, ainda acredito que o Coelho vai despertar do “sono profundo”. É só marcar gols e perder a péssima mania das oportunidades perdidas. Acorda, Coelho!
PS – Que beleza! Meu amigo Josino Pereira Brito, “presidente de honra” da nossa quase filarmônica do Gutierrez, genitor do Jésus Brito e avô do Luquinha Brito, completou 98 anos de idade (o centenário vem aí). E a nossa banda prestou-lhe merecida homenagem, na tarde de sábado, no bar do agitado galista Toninho Afonso, com os talentosos músicos Odilon Teixeira (voz e violão), Jésus Wagner Marques Brito (americano/santista da timba afinada e barulhenta), Alemão e Rogerinho (percussão). E com direito a belas “canjas” dos cantores Jackson, Cátia e Soraia. Já que estamos no carnaval, na tarde de amanhã tem mais, no mesmo logradouro...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 361 (SEXTA-FEIRA, 12-02-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois do horário “pornográfico” das 11 horas da manhã, o meu querido e glorioso América joga em outro (21h50), recebendo a boa equipe do Tupi, o Galinho Carijó da “carioca” Juiz de Fora, no Gigante da Pampulha. Vencendo, assume a liderança da fase classificatória do Campeonato Mineiro e fica ótima situação, vez que joga mais seis vezes seguidas em Beagá e só sai na última rodada, para enfrentar o Zebu Fujão, no Uberabão, que é campo neutro, pelas suas dimensões. Nunca foi tão fácil. O Coelho está com a “faca e o queijo nas mãos” (ou patinhas, sei lá). É só saber partir...
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo joga fora (cada um tem um time de jogar fora). Na quarta colocação, o Galinho/sem/esporas “encara” o Uberaba, ao passo que a Raposinha/saltitante, na oitava (“oitava na peneira, oitava peneirando...”), enfrenta a Caldense, em Poços de Caldas. Tudo, amanhã. Dedos cruzados, torcedor americano! Nosso negócio é torcer pelo Coelhão e “secar” a duplinha RapoGalo...
COITADO da Raposinha, que está “perdendo o rumo” desde o início da temporada. Já tomou de três do Tigre/de/bengala e perdeu três pontos na vitória sobre o Periquito, por ter escalado jogador irregularmente. E, para completar (desgraça pouca é bobagem), levou uma “tamancada” do Vélez Sarsfield, em Buenos Aires, pela Libertadores da América. A verdade é que o time mineiro “afinou”, diante da agressividade dos “gringos”, que “bateram” o tempo todo e o “soprador de apito” uruguaio fingiu nada ter visto. O jornal “Aqui” publicou ontem, com o título “Jogo bruto”, que a Raposinha não resistiu ao ritmo brusco do Vélez. Na matéria, uma foto com o atacante azul Kleber levando um soco no “escutador de rádio” (orelha). Pareceu mais um “direto” de um lutador de boxe. Como se pode notar, tem “troco” no Mineirão...
PS – Nosso “troco” é na música. Na tarde de amanhã, a nossa quase filarmônica do Gutierrez volta a encantar a todos nós, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), com os talentosos músicos Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Odilon Teixeira (violão e voz), Délio Gandra (o americano/banguense dos sete instrumentos), Régio Bicalho (o cantor artista), Alemão e Átila (percussão). E outros “gazeteiros” que podem “pintar” no pedaço. Final de semana agitado, com boa música e muito futebol. Será bom demais...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Depois do horário “pornográfico” das 11 horas da manhã, o meu querido e glorioso América joga em outro (21h50), recebendo a boa equipe do Tupi, o Galinho Carijó da “carioca” Juiz de Fora, no Gigante da Pampulha. Vencendo, assume a liderança da fase classificatória do Campeonato Mineiro e fica ótima situação, vez que joga mais seis vezes seguidas em Beagá e só sai na última rodada, para enfrentar o Zebu Fujão, no Uberabão, que é campo neutro, pelas suas dimensões. Nunca foi tão fácil. O Coelho está com a “faca e o queijo nas mãos” (ou patinhas, sei lá). É só saber partir...
ENQUANTO isso, a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo joga fora (cada um tem um time de jogar fora). Na quarta colocação, o Galinho/sem/esporas “encara” o Uberaba, ao passo que a Raposinha/saltitante, na oitava (“oitava na peneira, oitava peneirando...”), enfrenta a Caldense, em Poços de Caldas. Tudo, amanhã. Dedos cruzados, torcedor americano! Nosso negócio é torcer pelo Coelhão e “secar” a duplinha RapoGalo...
COITADO da Raposinha, que está “perdendo o rumo” desde o início da temporada. Já tomou de três do Tigre/de/bengala e perdeu três pontos na vitória sobre o Periquito, por ter escalado jogador irregularmente. E, para completar (desgraça pouca é bobagem), levou uma “tamancada” do Vélez Sarsfield, em Buenos Aires, pela Libertadores da América. A verdade é que o time mineiro “afinou”, diante da agressividade dos “gringos”, que “bateram” o tempo todo e o “soprador de apito” uruguaio fingiu nada ter visto. O jornal “Aqui” publicou ontem, com o título “Jogo bruto”, que a Raposinha não resistiu ao ritmo brusco do Vélez. Na matéria, uma foto com o atacante azul Kleber levando um soco no “escutador de rádio” (orelha). Pareceu mais um “direto” de um lutador de boxe. Como se pode notar, tem “troco” no Mineirão...
PS – Nosso “troco” é na música. Na tarde de amanhã, a nossa quase filarmônica do Gutierrez volta a encantar a todos nós, no bar do agitado galista Toninho Afonso (Rua Américo Macedo), com os talentosos músicos Jésus Wagner Marques Brito (o americano/santista da timba afinada e barulhenta), Odilon Teixeira (violão e voz), Délio Gandra (o americano/banguense dos sete instrumentos), Régio Bicalho (o cantor artista), Alemão e Átila (percussão). E outros “gazeteiros” que podem “pintar” no pedaço. Final de semana agitado, com boa música e muito futebol. Será bom demais...
ATÉ a próxima.
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