DE LETRA Nº 422 (QUARTA-FEIRA, 30-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Dia, também, de “puxar as orelhas” de meus ex-companheiros da crônica esportiva mineira, competentes, porém “esquecidos”, de conveniência ou não. Ora, dois jogadores criados nas nossas categorias de base estão na Copa do Mundo da África e ninguém fala nadinha. Se fossem da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo, estariam sendo “badalados” à exaustão, “enchendo o saco” de todos nós...
ESTOU falando do zagueiro japonês Nakazawa e do volante brasileiro Gilberto Silva, que começaram no juvenil americano, passaram pelo júnior e chegaram ao profissional. Na ocasião, o Gilberto era zagueiro (dos bons), mas alguém inventou ser ele volante (bom, também). Acho que eles jogaram juntos no América, se não me trai a memória, que já não é tão boa como antigamente. Nakazawa disputou seu segundo mundial seguido (infelizmente, para ele, o Japão ficou nas oitavas de final) e o Gilberto seu terceiro, com três treinadores diferentes (Felipão, Parreira e Dunga), sendo campeão em 2002. E já está nas quartas de final, faltando apenas três jogos para o seu bicampeonato...
ESSE América! Que celeiro! Fantástico! Essa estória de jogadores criados no meu América em Mundiais começou longe, em 1966, quando Tostão (hoje, médico e jornalista) começou a aparecer para o futebol mundial, na Copa do Mundo da Inglaterra, de péssima lembrança para nós brasileiros. Prosseguiu com o atacante Eder Aleixo, no Mundial de 1982, na Espanha (triste eliminação contra a campeã Itália de Paolo Rossi), até chegar ao Gilberto Silva, nos Mundiais de 2002 (campeão), 2006 (tristemente eliminado pela França de Michel Platini) e 2010 (campeão?). Tostão também foi campeão (no México, em 1970, o nosso inesquecível tricampeonato). O que seria do futebol brasileiro, se não fosse o meu América? Um celeiro inesgotável. Quem sabe, no Mundial de 2014, no Brasil, outros americanos no “pedaço”? Não duvide não, caro e atento leitor. Em se tratando de América, tudo é possível...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 421 (TERÇA-FEIRA, 29-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Excepcionalmente, estou sendo obrigado a escrever minha modesta coluna hoje, fora dos dias normais de sua publicação (segunda, quarta e sexta-feira). Tudo por conta do horário do jogo do Brasil ontem. Para variar, uma vitória fácil sobre o velho “freguês” chileno (três a zero). O atacante santista Robinho continua “deitando e rolando”. Falou que é Chile é com ele mesmo! Marcou sete gols nos derradeiros seis jogos, igualando a marca do genial também santista Pelé. A Seleção do treinador Dunga (será nossa quando vencer, convencer e trazer o “caneco”) melhorou um pouco, mas terá que melhorar mais, se quiser passar pelo forte time da Holanda (ganhou todas as quatro partidas que disputou até agora). Mas, com “jeito vai”. Dedos cruzados...
E OS velhinhos da Fifa continuam teimando em não admitir recursos eletrônicos nos estádios, o que, para ela, tiraria a emoção do velho ludopédio. Que mentalidade mais tacanha! E então, é um erro atrás do outro. Cada um de “arrepiar”, até mesmo em Copa do Mundo. Que se danem os prejudicados. Ora, o primeiro gol da Argentina foi em escandaloso impedimento (a tevê mostrou em detalhes). Azar do México! Não foi validado o que teria sido o gol de empate parcial da Inglaterra (a bola entrou dois palmos). Sorte da Alemanha! O Brasil também foi ajudado, com aquele gol de mão e de braço do Luís Fabiano que o “soprador de apito” não viu. Já teve jogo decidido com a mão (Maradona no Mundial de 1986 contra a Inglaterra) e gol em que a bola não entrou (da Inglaterra contra a Alemanha no Mundial de 1966). Acordam “velhinhos” da Fifa...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Excepcionalmente, estou sendo obrigado a escrever minha modesta coluna hoje, fora dos dias normais de sua publicação (segunda, quarta e sexta-feira). Tudo por conta do horário do jogo do Brasil ontem. Para variar, uma vitória fácil sobre o velho “freguês” chileno (três a zero). O atacante santista Robinho continua “deitando e rolando”. Falou que é Chile é com ele mesmo! Marcou sete gols nos derradeiros seis jogos, igualando a marca do genial também santista Pelé. A Seleção do treinador Dunga (será nossa quando vencer, convencer e trazer o “caneco”) melhorou um pouco, mas terá que melhorar mais, se quiser passar pelo forte time da Holanda (ganhou todas as quatro partidas que disputou até agora). Mas, com “jeito vai”. Dedos cruzados...
E OS velhinhos da Fifa continuam teimando em não admitir recursos eletrônicos nos estádios, o que, para ela, tiraria a emoção do velho ludopédio. Que mentalidade mais tacanha! E então, é um erro atrás do outro. Cada um de “arrepiar”, até mesmo em Copa do Mundo. Que se danem os prejudicados. Ora, o primeiro gol da Argentina foi em escandaloso impedimento (a tevê mostrou em detalhes). Azar do México! Não foi validado o que teria sido o gol de empate parcial da Inglaterra (a bola entrou dois palmos). Sorte da Alemanha! O Brasil também foi ajudado, com aquele gol de mão e de braço do Luís Fabiano que o “soprador de apito” não viu. Já teve jogo decidido com a mão (Maradona no Mundial de 1986 contra a Inglaterra) e gol em que a bola não entrou (da Inglaterra contra a Alemanha no Mundial de 1966). Acordam “velhinhos” da Fifa...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 420 (SEGUNDA-FEIRA, 28-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por causa do horário do jogo do Brasil (15h30 de hoje), que deve ser encerrado pouco depois das 17 horas, isso, se não houver prorrogação e decisão na “loteria dos pênaltis”, ficaria muito difícil e “apertado” falar da partida, o que atrapalharia o meu almoço (aposentado almoça perto das 18 horas, sem qualquer correria) e atrasaria o velho “guaraná” do período noturno com os amigos do restaurante “Bareto”. Vida de cronista aposentado não é nada fácil...
ASSIM, serei obrigado a escrever uma coluna extra amanhã, com o comentário do jogo de hoje (tomara que o Brasil enfrente a Holanda nas quartas de final). Outros quatro já estão nessa fase da Copa do Mundo (Alemanha, Uruguai, Gana e Argentina). Amanhã serão conhecidos os últimos dois (Paraguai ou Japão, Espanha ou Portugal). Está afunilando a competição. Oito países disputando as quatro vagas da semifinal e, depois, apenas dois brigando pelas duas vagas da grande final. Espera-se que uma delas seja do Brasil, a despeito da teimosia do treinador Dunga, que deixou por aqui os talentosos Neymar e Paulo Henrique Ganso...
HORÁRIO de jogos diurnos nunca atrapalhou minha vida, quando trabalhava no extinto jornal “Diário da Tarde”, pois desligava o meu aparelho (computador, bem entendido) e retornava para a minha residência
depois das 19 horas, de domingo a sexta-feira, vez que sábado era meu dia de repouso, já que eu não era de “ferro” e também era filho de Deus. Portando, amanhã tem coluna extra...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Por causa do horário do jogo do Brasil (15h30 de hoje), que deve ser encerrado pouco depois das 17 horas, isso, se não houver prorrogação e decisão na “loteria dos pênaltis”, ficaria muito difícil e “apertado” falar da partida, o que atrapalharia o meu almoço (aposentado almoça perto das 18 horas, sem qualquer correria) e atrasaria o velho “guaraná” do período noturno com os amigos do restaurante “Bareto”. Vida de cronista aposentado não é nada fácil...
ASSIM, serei obrigado a escrever uma coluna extra amanhã, com o comentário do jogo de hoje (tomara que o Brasil enfrente a Holanda nas quartas de final). Outros quatro já estão nessa fase da Copa do Mundo (Alemanha, Uruguai, Gana e Argentina). Amanhã serão conhecidos os últimos dois (Paraguai ou Japão, Espanha ou Portugal). Está afunilando a competição. Oito países disputando as quatro vagas da semifinal e, depois, apenas dois brigando pelas duas vagas da grande final. Espera-se que uma delas seja do Brasil, a despeito da teimosia do treinador Dunga, que deixou por aqui os talentosos Neymar e Paulo Henrique Ganso...
HORÁRIO de jogos diurnos nunca atrapalhou minha vida, quando trabalhava no extinto jornal “Diário da Tarde”, pois desligava o meu aparelho (computador, bem entendido) e retornava para a minha residência
depois das 19 horas, de domingo a sexta-feira, vez que sábado era meu dia de repouso, já que eu não era de “ferro” e também era filho de Deus. Portando, amanhã tem coluna extra...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 419 (SEXTA-FEIRA, 25-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Para não complicar a vida da “Pátria mãe”, Brasil e Portugal fizeram um “jogo de compadres” (a Costa do Marfim estava na “cola” dos Lusos), na manhã de hoje. Todos ficaram satisfeitos, com o Brasil em primeiro e Portugal em segundo. Eles vão esperar pelo encerramento do Grupo H (escrevi esta coluna logo após o jogo do Brasil), para conhecer os adversários das oitavas de final (Espanha, Chile ou Suíça), jogos programados para segunda e terça. Final de semana para respirar um pouco, guardando as energias...
DOS campeões mundiais, apenas França e a tetra Itália estão fora das oitavas de final. Que bom! Dois concorrentes a menos. Os demais estão na briga (Brasil, Argentina, Alemanha, Inglaterra e Uruguai). Um vai cair fora nas oitavas (Alemanha ou Inglaterra, que se enfrentam). Quatro devem seguir em frente, provavelmente. Que um deles seja o Brasil, pois o nosso Canarinho precisa voltar a cantar bonito. O Brasil está indo bem, mesmo não jogando um belo futebol, como é de nosso costume. Se “melhorar piora”. Nem a tal Jabulani (a bola oficial da Fifa no Mundial) conseguiu complicar a vida do goleirão Júlio César. Nem o barulho da vuvuzela está nos incomodando. Então, siga em frente, Brasil!
DEPOIS o europeu fala que brasileiro não tem educação, não é civilizado, etecétera. Pois é, contem outra! A “telinha” mostrou ao vivo e em cores a tremenda falta de educação do treinador francês Raymond Domenech, que não quis receber os cumprimentos do treinador brasileiro Carlos Alberto Parreira, após a eliminação da França. Que coisa mais feia! Que falta de “touché”. Primeiro mundo, pois sim! Francês tem elegância! Que mentira mais deslavada! Em outras situações, sim, mas, no velho ludopédio, é um índio qualquer, que não aprendeu sequer a perder. Então, vamos parar de “jogar pedra” apenas nos brasileiros. Adieux, France! Adieux Les Bleus! E, para não perder o embalo, Adio, Itália! Adio penta! Dois campeões mundiais fora da fase decisiva da Copa do Mundo (conquistaram cinco títulos, chega!). Penta o Brasil já é...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Para não complicar a vida da “Pátria mãe”, Brasil e Portugal fizeram um “jogo de compadres” (a Costa do Marfim estava na “cola” dos Lusos), na manhã de hoje. Todos ficaram satisfeitos, com o Brasil em primeiro e Portugal em segundo. Eles vão esperar pelo encerramento do Grupo H (escrevi esta coluna logo após o jogo do Brasil), para conhecer os adversários das oitavas de final (Espanha, Chile ou Suíça), jogos programados para segunda e terça. Final de semana para respirar um pouco, guardando as energias...
DOS campeões mundiais, apenas França e a tetra Itália estão fora das oitavas de final. Que bom! Dois concorrentes a menos. Os demais estão na briga (Brasil, Argentina, Alemanha, Inglaterra e Uruguai). Um vai cair fora nas oitavas (Alemanha ou Inglaterra, que se enfrentam). Quatro devem seguir em frente, provavelmente. Que um deles seja o Brasil, pois o nosso Canarinho precisa voltar a cantar bonito. O Brasil está indo bem, mesmo não jogando um belo futebol, como é de nosso costume. Se “melhorar piora”. Nem a tal Jabulani (a bola oficial da Fifa no Mundial) conseguiu complicar a vida do goleirão Júlio César. Nem o barulho da vuvuzela está nos incomodando. Então, siga em frente, Brasil!
DEPOIS o europeu fala que brasileiro não tem educação, não é civilizado, etecétera. Pois é, contem outra! A “telinha” mostrou ao vivo e em cores a tremenda falta de educação do treinador francês Raymond Domenech, que não quis receber os cumprimentos do treinador brasileiro Carlos Alberto Parreira, após a eliminação da França. Que coisa mais feia! Que falta de “touché”. Primeiro mundo, pois sim! Francês tem elegância! Que mentira mais deslavada! Em outras situações, sim, mas, no velho ludopédio, é um índio qualquer, que não aprendeu sequer a perder. Então, vamos parar de “jogar pedra” apenas nos brasileiros. Adieux, France! Adieux Les Bleus! E, para não perder o embalo, Adio, Itália! Adio penta! Dois campeões mundiais fora da fase decisiva da Copa do Mundo (conquistaram cinco títulos, chega!). Penta o Brasil já é...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 418 (QUARTA-FEIRA, 23-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (no próximo dia 13 tem o retorno do Campeonato Brasileiro da Série B, em Brasília/DF, contra o Brasiliense, clube de um influente político). Não me esqueci, caro e atento leitor, da nossa quase filarmônica do Gutierrez. O problema é que ela abandonou a nossa turma, indo tocar em outras paragens, em local incerto e não sabido, do meu total desconhecimento. Com ela, levou quase todos os nossos talentosos músicos, deixando muita saudade e um vazio enorme, mormente nas tardes de sábado. Aqui do meu cantinho verde, fico torcendo para que ela volte revigorada. Seria a volta dos boêmios. Um sonho...
QUE “folgança”! Paulista trocaria o “l” pelo “r”. Como sou mineiro, fico com o “l”. Na manhã de ontem, quando fui comprar alface, vi o amigo Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta, “secando” a França e tomando o velho “guaraná”. Que folga! Como não bebo antes das 13 horas, mesmo sendo um aposentado folgado, fui para a minha residência, acompanhar o sofrimento dos franceses, pela “telinha”. Adieux France! Os gringos estavam levando um “vareio de bola” da África do Sul, Seleção treinada pelo simpático brasileiro Carlos Alberto Parreira, que tem educação, ao contrário do nosso Dunga “zangado”, que briga com a sua sombra. Brigar com jornalistas, então, é com ele mesmo. A Fifa está de olho nele. Palavrão para aqui, palavrão para lá. Cidadão rancoroso. Seu gênio esconde sua incompetência. Nunca foi técnico na vida. Caiu de “para quedas” na Seleção, patrocinado pelo Ricardo Teixeira, outro “curioso” no mundo do velho ludopédio, patrocinado pelo ex-sogro Jean Marie Havelange, ex-presidente da Fifa (ou ditador, sei lá)...
EXPLICÁVEL é a antipatia dos brasileiros em relação aos franceses, já que a França impediu três títulos do Brasil (poderíamos ser octa, a caminho do enea e perto do deca). Assim: em 1986 nos eliminaram na “loteria dos pênaltis” (a turma “pé fria”, comandada pelo Zico), em 1998 com um sonoro três a zero na final e, em 2006, naquele fatídico gol na cobrança de falta, com o lateral-esquerdo Roberto Carlos amarrando a chuteira fora da grande área. Como ter simpatia por essa gente? Impossível! É antipatia, mesmo! “Os azuis”, pois sim! O leitor se lembra da “Guerra da Lagosta”, na década de 60? Gerou até música (“esse mar é meu/ leva esse barco para lá desse mar”), interpretada pela saudosa cantora mineira Clara Nunes. Nossa vingança está aí: Adieux, France! Adieux Les Bleus!
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta (no próximo dia 13 tem o retorno do Campeonato Brasileiro da Série B, em Brasília/DF, contra o Brasiliense, clube de um influente político). Não me esqueci, caro e atento leitor, da nossa quase filarmônica do Gutierrez. O problema é que ela abandonou a nossa turma, indo tocar em outras paragens, em local incerto e não sabido, do meu total desconhecimento. Com ela, levou quase todos os nossos talentosos músicos, deixando muita saudade e um vazio enorme, mormente nas tardes de sábado. Aqui do meu cantinho verde, fico torcendo para que ela volte revigorada. Seria a volta dos boêmios. Um sonho...
QUE “folgança”! Paulista trocaria o “l” pelo “r”. Como sou mineiro, fico com o “l”. Na manhã de ontem, quando fui comprar alface, vi o amigo Jésus Wagner Marques Brito, o americano/santista da timba afinada e barulhenta, “secando” a França e tomando o velho “guaraná”. Que folga! Como não bebo antes das 13 horas, mesmo sendo um aposentado folgado, fui para a minha residência, acompanhar o sofrimento dos franceses, pela “telinha”. Adieux France! Os gringos estavam levando um “vareio de bola” da África do Sul, Seleção treinada pelo simpático brasileiro Carlos Alberto Parreira, que tem educação, ao contrário do nosso Dunga “zangado”, que briga com a sua sombra. Brigar com jornalistas, então, é com ele mesmo. A Fifa está de olho nele. Palavrão para aqui, palavrão para lá. Cidadão rancoroso. Seu gênio esconde sua incompetência. Nunca foi técnico na vida. Caiu de “para quedas” na Seleção, patrocinado pelo Ricardo Teixeira, outro “curioso” no mundo do velho ludopédio, patrocinado pelo ex-sogro Jean Marie Havelange, ex-presidente da Fifa (ou ditador, sei lá)...
EXPLICÁVEL é a antipatia dos brasileiros em relação aos franceses, já que a França impediu três títulos do Brasil (poderíamos ser octa, a caminho do enea e perto do deca). Assim: em 1986 nos eliminaram na “loteria dos pênaltis” (a turma “pé fria”, comandada pelo Zico), em 1998 com um sonoro três a zero na final e, em 2006, naquele fatídico gol na cobrança de falta, com o lateral-esquerdo Roberto Carlos amarrando a chuteira fora da grande área. Como ter simpatia por essa gente? Impossível! É antipatia, mesmo! “Os azuis”, pois sim! O leitor se lembra da “Guerra da Lagosta”, na década de 60? Gerou até música (“esse mar é meu/ leva esse barco para lá desse mar”), interpretada pela saudosa cantora mineira Clara Nunes. Nossa vingança está aí: Adieux, France! Adieux Les Bleus!
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 417 (SEGUNDA-FEIRA, 21-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Brasileiro é muito mais criativo! O hoje treinador Diego Armando Maradona sempre gostou de “tirar sarro”, dizendo ter feito um gol com a mão (“la mano de Dios”), na Copa do Mundo de 1986 (no México), contra a Inglaterra. Ontem, o atacante brasileiro Luís Fabiano foi além, superando o argentino, marcando um gol (aliás, “golaço” digno de Pelé, o “atleta do século”, o inigualável) com a ajuda da mão e do braço. O gol foi tão bonito que o árbitro francês Stephane Lannoy não teve como invalidar. Se invalidasse, receberia uma estrondosa vaia dos torcedores que lotaram o Estádio Nelson Mandela Bay.
FOI uma vitória no “peito, na mão, no braço e na bola”. Uma bela vitória pelo placar olímpico de três a um (dois gols de Luís Fabiano e um de Elano). A Costa do Marfim achou que iria enfrentar um adversário qualquer, esquecendo-se de que o Brasil é o único pentacampeão mundial. Respeito é bom e todo mundo gosta! Os africanos “baixaram o cacete”, numa ignorância sem fim! Pior é que o “soprador de apito” só expulsou um atleta, o brasileiro Kaká, que apanhou mais do que cachorro de rua. “Cão danado, todos a ele”...
TEM nada não! O Brasil, ainda não mostrando o que pode e sabe, foi o segundo a se classificar para as oitavas de final com duas vitórias nas duas primeiras rodadas (o primeiro havia sido a Holanda). Que venham os outros. Interessante é que o brasileiro ainda está com um “pé na frente e outro atrás”, não acreditando na conquista do hexa. A tal “vuvuzela” foi pouco ouvida e os foguetórios foram pouco ouvidos. Antigamente, seria um domingo de carnaval, com muita confiança e entusiasmo, vez que o Brasil tinha um futebol mágico, com Pelé, Garrincha, Gerson, Rivelino, Romário e outros talentos da arte de jogar o velho ludopédio, ao passo que hoje tem Felipe Melo e outros jogadores medianos. E viva a diferença! Já sei. A diferença deve ser a tal “jabulani”, a bola criada por um “estilista de quintal”, a pedido dos “velhinhos gagás” da Fifa. Só pode! Tem gente “apanhando” e goleiros “comendo frango” a torto e a direito. Quando terminar o Mundial, é bem provável que essa gente pegue as manhas do esférico...
AGORA, é esperar o jogo da próxima sexta-feira, contra Portugal (“sapecou” hoje cedo uma sonora goleada de sete na Coreia do Norte), com os dois já classificados para as oitavas. Sete é conta de mentiroso e os Lusos estão “engasgados na garganta” desde o Mundial de 1966 na Inglaterra, quando ganharam no “peito e na bola”. Quanta ignorância! Pelé que o diga. Foi estupidamente agredido até estirado no gramado, mormente pelo tal Vicente. Assim, o Brasil teve que adiar o sonho do tri...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Brasileiro é muito mais criativo! O hoje treinador Diego Armando Maradona sempre gostou de “tirar sarro”, dizendo ter feito um gol com a mão (“la mano de Dios”), na Copa do Mundo de 1986 (no México), contra a Inglaterra. Ontem, o atacante brasileiro Luís Fabiano foi além, superando o argentino, marcando um gol (aliás, “golaço” digno de Pelé, o “atleta do século”, o inigualável) com a ajuda da mão e do braço. O gol foi tão bonito que o árbitro francês Stephane Lannoy não teve como invalidar. Se invalidasse, receberia uma estrondosa vaia dos torcedores que lotaram o Estádio Nelson Mandela Bay.
FOI uma vitória no “peito, na mão, no braço e na bola”. Uma bela vitória pelo placar olímpico de três a um (dois gols de Luís Fabiano e um de Elano). A Costa do Marfim achou que iria enfrentar um adversário qualquer, esquecendo-se de que o Brasil é o único pentacampeão mundial. Respeito é bom e todo mundo gosta! Os africanos “baixaram o cacete”, numa ignorância sem fim! Pior é que o “soprador de apito” só expulsou um atleta, o brasileiro Kaká, que apanhou mais do que cachorro de rua. “Cão danado, todos a ele”...
TEM nada não! O Brasil, ainda não mostrando o que pode e sabe, foi o segundo a se classificar para as oitavas de final com duas vitórias nas duas primeiras rodadas (o primeiro havia sido a Holanda). Que venham os outros. Interessante é que o brasileiro ainda está com um “pé na frente e outro atrás”, não acreditando na conquista do hexa. A tal “vuvuzela” foi pouco ouvida e os foguetórios foram pouco ouvidos. Antigamente, seria um domingo de carnaval, com muita confiança e entusiasmo, vez que o Brasil tinha um futebol mágico, com Pelé, Garrincha, Gerson, Rivelino, Romário e outros talentos da arte de jogar o velho ludopédio, ao passo que hoje tem Felipe Melo e outros jogadores medianos. E viva a diferença! Já sei. A diferença deve ser a tal “jabulani”, a bola criada por um “estilista de quintal”, a pedido dos “velhinhos gagás” da Fifa. Só pode! Tem gente “apanhando” e goleiros “comendo frango” a torto e a direito. Quando terminar o Mundial, é bem provável que essa gente pegue as manhas do esférico...
AGORA, é esperar o jogo da próxima sexta-feira, contra Portugal (“sapecou” hoje cedo uma sonora goleada de sete na Coreia do Norte), com os dois já classificados para as oitavas. Sete é conta de mentiroso e os Lusos estão “engasgados na garganta” desde o Mundial de 1966 na Inglaterra, quando ganharam no “peito e na bola”. Quanta ignorância! Pelé que o diga. Foi estupidamente agredido até estirado no gramado, mormente pelo tal Vicente. Assim, o Brasil teve que adiar o sonho do tri...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 416 (SEXTA-FEIRA, 18-06-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A mim ninguém iludiu! Quando a Alemanha venceu sua primeira partida do Mundial, afirmei que foi uma boa apresentação, mas enfatizei que não foi vantagem alguma, vez que o velho ludopédio nunca foi o esporte predileto dos australianos, que ainda tratam o esférico (jabulani da Copa) de “vossa excelência”, sem qualquer intimidade. O esporte deles é aquele dos homens fortes, com um agarrando a bola e saindo correndo, com todos os adversários correndo atrás, para derrubá-lo. Nisso eles são fortes. O outro esporte deles deve ser “corrida de cangurus”.
VIU a Alemanha na manhã de hoje, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Pois é, foi derrotada pela Sérvia, que havia perdido de Gana na rodada inicial. Não tem ninguém melhor do que ninguém no Mundial. O nivelamento é muito grande. A Argentina venceu as duas. Também pudera, pegou Nigéria e Coreia do Sul, que ainda são principiantes no futebol. Por outro lado, que ninguém imagine que a Sérvia não é lá essas coisas. É, sim, já que faz parte da antiga Iugoslávia, que o inigualável Pelé afirmou, certa ocasião, ter o melhor futebol do mundo. Depois do Brasil, bem entendido.
ENTÃO, a meu sentir, após acompanhar os 22 jogos iniciais, o nivelamento está muito grande. Estou para dizer que, se o Brasil melhorar um pouquinho, volta da África do Sul com o hexa na bagagem. Basta Robinho, Kaká e seus companheiros jogar um pouco mais. O problema é conseguir que tal aconteça. E isso tem que começar já na tarde de depois de amanhã, contra a Costa do Marfim, Seleção que, pelo que estou sentindo, só tem um jogador, o tal Drogba. Ora, que coisa mais ridícula, o Brasil se preocupar com a Costa do Marfim. É “sapecar” quatro e “sair para o abraço”. Pronto, yes e vamos andando, como diria o sumido amigo galista Heleninho Leitão...
SAINDO da copa, vamos para a cozinha, melhor local de uma residência (para os gulosos, bem entendido). Continuo sem entender o meu querido e glorioso América, que está deixando no ostracismo o seu confortável Centro de Treinamentos Lanna Drumond, para fazer sua inter-temporada na interlândia mineira. Primeiro, dispensou o Sul de Minas (seria por medo do frio?). Agora, está pensando no Triângulo Mineiro, talvez em Uberlândia. Bobagem pura! Melhor seria ficar por aqui mesmo, em nossa Beagá, muito menos estressante, perto de casa. Mas, vai entender cabeça de dirigentes. Deixa para lá. O torcedor que ver o América é dentro das quatro linhas, ganhando e ganhando, no Grupo dos quatro (G4), caminhando na direção do Brasileirão do próximo ano. Saravá!
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! A mim ninguém iludiu! Quando a Alemanha venceu sua primeira partida do Mundial, afirmei que foi uma boa apresentação, mas enfatizei que não foi vantagem alguma, vez que o velho ludopédio nunca foi o esporte predileto dos australianos, que ainda tratam o esférico (jabulani da Copa) de “vossa excelência”, sem qualquer intimidade. O esporte deles é aquele dos homens fortes, com um agarrando a bola e saindo correndo, com todos os adversários correndo atrás, para derrubá-lo. Nisso eles são fortes. O outro esporte deles deve ser “corrida de cangurus”.
VIU a Alemanha na manhã de hoje, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional? Pois é, foi derrotada pela Sérvia, que havia perdido de Gana na rodada inicial. Não tem ninguém melhor do que ninguém no Mundial. O nivelamento é muito grande. A Argentina venceu as duas. Também pudera, pegou Nigéria e Coreia do Sul, que ainda são principiantes no futebol. Por outro lado, que ninguém imagine que a Sérvia não é lá essas coisas. É, sim, já que faz parte da antiga Iugoslávia, que o inigualável Pelé afirmou, certa ocasião, ter o melhor futebol do mundo. Depois do Brasil, bem entendido.
ENTÃO, a meu sentir, após acompanhar os 22 jogos iniciais, o nivelamento está muito grande. Estou para dizer que, se o Brasil melhorar um pouquinho, volta da África do Sul com o hexa na bagagem. Basta Robinho, Kaká e seus companheiros jogar um pouco mais. O problema é conseguir que tal aconteça. E isso tem que começar já na tarde de depois de amanhã, contra a Costa do Marfim, Seleção que, pelo que estou sentindo, só tem um jogador, o tal Drogba. Ora, que coisa mais ridícula, o Brasil se preocupar com a Costa do Marfim. É “sapecar” quatro e “sair para o abraço”. Pronto, yes e vamos andando, como diria o sumido amigo galista Heleninho Leitão...
SAINDO da copa, vamos para a cozinha, melhor local de uma residência (para os gulosos, bem entendido). Continuo sem entender o meu querido e glorioso América, que está deixando no ostracismo o seu confortável Centro de Treinamentos Lanna Drumond, para fazer sua inter-temporada na interlândia mineira. Primeiro, dispensou o Sul de Minas (seria por medo do frio?). Agora, está pensando no Triângulo Mineiro, talvez em Uberlândia. Bobagem pura! Melhor seria ficar por aqui mesmo, em nossa Beagá, muito menos estressante, perto de casa. Mas, vai entender cabeça de dirigentes. Deixa para lá. O torcedor que ver o América é dentro das quatro linhas, ganhando e ganhando, no Grupo dos quatro (G4), caminhando na direção do Brasileirão do próximo ano. Saravá!
ATÉ a próxima.
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