DE LETRA Nº 475 (SEXTA-FEIRA, 29-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Os pernambucanos criaram um “slogan” de “Seca América!”, esquecendo-se de que não se aponta um dedo para seu semelhante, já que três ficarão apontados contra ele mesmo. Além do mais, como “chumbo não doi”, os simpáticos nordestinos não podem esquecer de que o meu querido e glorioso América está com uma campanha semelhante de “Seca Sport!”. “Dá lá, dá cá”! Enquanto o Coelho já venceu seu jogo da 32ª rodada (“esmagou” o Santo André por quatro a um), o Sport terá que “encarar” o terceiro colocado Figueirense, na tarde de amanhã, em Florianópolis. Moleza, não é, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional?
AÍ, faltariam seis jogos apenas para cada clube. Ao meu América, restariam o Guaratinguetá, o Bahia e o próprio Sport (tudo em casa), o Paraná, o São Caetano e a Ponte Preta (todos fora). Aí, ficaríamos sabendo que clube teria, em tese, o caminho mais fácil (ou menos difícil, sei lá) para o retorno à elite do futebol brasileiro. Os “matemáticos de plantão” dizem ser o do Coelho, a quem faltam somente três vitórias. Basta fazer o “dever de casa”, vencendo as três partidas que ainda vai disputar na Arena do Jacaré, na lacustre Sete Lagoas. Difícil? Que nada! Difícil, em minha terra, é o que demora um pouco mais. Basta ter competência...
SERÁ um final de semana para o torcedor americano acompanhar a rodada pela “telinha”, tomando o velho “guaraná” na rede e “secando” os rivais. De qualquer maneira, o meu América não vai sair do G4, ficando, na pior das hipóteses, na quarta colocação. Na segunda, como está, ficaria bem melhor, mormente se vencer o décimo colocado Paraná, na noite da próxima terça-feira, em Curitiba. E sobraria tempo, também, para continuar “secando” a “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. “Dedos cruzados”, torcedor americano! Está chegando a hora. O nosso momento...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 474 (QUARTA-FEIRA, 27-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como nas derradeiras quartas, sou obrigado a mudar o esquema da coluna, por culpa do Coelho, que voltou a dar alegria a seu torcedor, que estava preocupado com os dois últimos insucessos, diante do ASA/AL e Duque de Caxias/RJ, o primeiro em casa, o que é mais grave.
ONTEM, sim, foi o Coelho que o torcedor gosta, jogando o tempo todo no campo do adversário, não deixando o Santo André/SP respirar. Com menos de um minuto, saiu “matando”, com um gol de cabeça do zagueiro Otávio. Quase não deu tempo de ligar meu aparelho (de televisão, bem entendido). Depois, o intrépido artilheiro Fábio “Gol” Júnior marcou dois em defesas parciais do goleiro (de pênalti) e o bom lateral-direito Marcos Rocha “fechou o caixão” com um “golaço”, coroando sua bela partida (foi, disparado, o melhor em campo)...
PODERIA ter sido de muito mais. O atacante Tiago Silvy e o armador Wesley perderam dois gols feitos e o Fábio Júnior “carimbou” o travessão duas vezes. Só aí, oito. Quase duas “mãos cheias”. O detalhe é que o gol solteiro do Duque foi ilegal, vez que o pênalti marcado inexistiu, já que o Otávio sequer se encostou no adversário. Mesmo assim, foi injustamente expulso, no único erro do árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves Lima. O que é isso, João Pedro?
PELO menos, até o final da rodada, o G4 está garantido, com o América podendo ser ultrapassado por Figueirense (recebe o Sport/PE) e Bahia (enfrenta o Paraná fora de casa), faltando apenas seis rodadas. Dizem os “matemáticos de plantão” que o América está por mais três vitórias do Brasileirão do próximo ano, podendo ser menos, dependendo de alguns resultados. De qualquer maneira, nosso sonho não está tão longe assim...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, o dia é de amenidades, casos, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, como nas derradeiras quartas, sou obrigado a mudar o esquema da coluna, por culpa do Coelho, que voltou a dar alegria a seu torcedor, que estava preocupado com os dois últimos insucessos, diante do ASA/AL e Duque de Caxias/RJ, o primeiro em casa, o que é mais grave.
ONTEM, sim, foi o Coelho que o torcedor gosta, jogando o tempo todo no campo do adversário, não deixando o Santo André/SP respirar. Com menos de um minuto, saiu “matando”, com um gol de cabeça do zagueiro Otávio. Quase não deu tempo de ligar meu aparelho (de televisão, bem entendido). Depois, o intrépido artilheiro Fábio “Gol” Júnior marcou dois em defesas parciais do goleiro (de pênalti) e o bom lateral-direito Marcos Rocha “fechou o caixão” com um “golaço”, coroando sua bela partida (foi, disparado, o melhor em campo)...
PODERIA ter sido de muito mais. O atacante Tiago Silvy e o armador Wesley perderam dois gols feitos e o Fábio Júnior “carimbou” o travessão duas vezes. Só aí, oito. Quase duas “mãos cheias”. O detalhe é que o gol solteiro do Duque foi ilegal, vez que o pênalti marcado inexistiu, já que o Otávio sequer se encostou no adversário. Mesmo assim, foi injustamente expulso, no único erro do árbitro gaúcho Jean Pierre Gonçalves Lima. O que é isso, João Pedro?
PELO menos, até o final da rodada, o G4 está garantido, com o América podendo ser ultrapassado por Figueirense (recebe o Sport/PE) e Bahia (enfrenta o Paraná fora de casa), faltando apenas seis rodadas. Dizem os “matemáticos de plantão” que o América está por mais três vitórias do Brasileirão do próximo ano, podendo ser menos, dependendo de alguns resultados. De qualquer maneira, nosso sonho não está tão longe assim...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 473 (SEGUNDA-FEIRA, 25-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Viu, amigo galista Antônio Marcos Carrara, das suas três indagações, só falta uma resposta: quem sairia primeiro do “buraco”, um certo candidato político, os mineiros soterrados no Chile ou o seu Galinho/sem/esporas? Só falta o político (no próximo domingo termina a “novela” enfadonha), já que os mineiros estão vivos e salvos em casa e o seu time, finalmente, deixou a incômoda Zona de Rebaixamento do Brasileirão. Ufa! Também, pegou uma Raposinha/saltitante no caminho, que “caiu de quatro”, no Parque do Sabiá. “Obinaram” os estrelados, que só não levou “mão cheia” por ter o Galinho “tirado o pé do acelerador”. Era uma vez uma liderança. Acho bom essa gente azul tomar cuidado com o Grêmio Prudente na interlândia paulista. Viram o também meu Santos ontem? Tomou “virada” em plena Vila Belmiro, na comemoração dos 70 anos do “Atleta do Século”, um tal de Pelé. Que vergonha, Peixe...
QUEM tem que tomar cuidado, também, é o meu querido e glorioso América, que queimou toda a gordura que havia acumulado. Tinha sete pontos a mais do que o quinto colocado e, agora, de repente, nada mais do que de repente, essa diferença caiu para apenas dois. Olha o Sport aí, gente! Se o Coelho está a somente três pontos do segundo e terceiro (Figueirense e Bahia), está a oito do ainda líder (Coritiba). O “PP” (pisca ao quadrado) está ligado...
O MEU Coelho tem que estar “ligado” na noite de amanhã, quando recebe, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o paulista Santo André, que está doido para sair da Zona de Rebaixamento e não cair na Terceirona. Só que o América tem que jogar bem mais do que nas duas derradeiras partidas, nas lamentáveis e inesperadas derrotas para ASA e Duque de Caxias. Afinal, faltam apenas sete jogos (quatro em casa, contra Santo André, Guaratinguetá, Bahia e Sport e três fora, contra Paraná, São Caetano e Ponte Preta). É aquela estória: se cochilar, o cachimbo pode cair. Isso, em alto mar. Boca firme, Coelho, para segurar o cachimbo...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Viu, amigo galista Antônio Marcos Carrara, das suas três indagações, só falta uma resposta: quem sairia primeiro do “buraco”, um certo candidato político, os mineiros soterrados no Chile ou o seu Galinho/sem/esporas? Só falta o político (no próximo domingo termina a “novela” enfadonha), já que os mineiros estão vivos e salvos em casa e o seu time, finalmente, deixou a incômoda Zona de Rebaixamento do Brasileirão. Ufa! Também, pegou uma Raposinha/saltitante no caminho, que “caiu de quatro”, no Parque do Sabiá. “Obinaram” os estrelados, que só não levou “mão cheia” por ter o Galinho “tirado o pé do acelerador”. Era uma vez uma liderança. Acho bom essa gente azul tomar cuidado com o Grêmio Prudente na interlândia paulista. Viram o também meu Santos ontem? Tomou “virada” em plena Vila Belmiro, na comemoração dos 70 anos do “Atleta do Século”, um tal de Pelé. Que vergonha, Peixe...
QUEM tem que tomar cuidado, também, é o meu querido e glorioso América, que queimou toda a gordura que havia acumulado. Tinha sete pontos a mais do que o quinto colocado e, agora, de repente, nada mais do que de repente, essa diferença caiu para apenas dois. Olha o Sport aí, gente! Se o Coelho está a somente três pontos do segundo e terceiro (Figueirense e Bahia), está a oito do ainda líder (Coritiba). O “PP” (pisca ao quadrado) está ligado...
O MEU Coelho tem que estar “ligado” na noite de amanhã, quando recebe, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o paulista Santo André, que está doido para sair da Zona de Rebaixamento e não cair na Terceirona. Só que o América tem que jogar bem mais do que nas duas derradeiras partidas, nas lamentáveis e inesperadas derrotas para ASA e Duque de Caxias. Afinal, faltam apenas sete jogos (quatro em casa, contra Santo André, Guaratinguetá, Bahia e Sport e três fora, contra Paraná, São Caetano e Ponte Preta). É aquela estória: se cochilar, o cachimbo pode cair. Isso, em alto mar. Boca firme, Coelho, para segurar o cachimbo...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 472 (SEXTA-FEIRA, 22-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estava tudo bonito para ser verdade! Tudo encaminhado para uma tranquila volta ao Brasileirão. Faltava pouco! Mas, de repente, nada mais do que de repente, tinha uma pedra no meio do caminho, chamada, veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, ASA de Arapiraca/AL, capital nacional do fumo e terra de meu amigo, o procurador de Justiça aposentado Juracy Caldas Fernandes, grande orador do Tribunal do Júri da comarca de Belo Horizonte. Um modesto clube nordestino, que saiu das Alagoas para atrapalhar a vida do meu querido e glorioso América (será que a delegação viajou de “pau de arara”, ou, quem sabe, de jegue? Equipe que, aliás, tirou seis valiosos pontos do Coelho, já que, lá no Nordeste, também nos venceu. Que coisa horrorosa! Quebrou a “asa” do Coelho...
DE vice a terceiro colocado, o Coelho começa logo mais nova caminhada na direção do retorno à elite do futebol brasileiro, agora, “apertado” pelo Bahia (os dois estão com 52 pontos ganhos) e pelo Sport (49). Não era preciso passar por “sufoco”, desnecessário, diga-se de passagem. Na noite de hoje (escrevi esta coluna na parte da manhã de hoje), o Coelho “encara” o carioca Duque de Caxias, no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro, com o torcedor americano torcendo em “dose dupla”. Para vencer e esperar que o Duque não tenha qualquer tipo de ligação com o pernicioso dirigente Eurico Miranda. Se tiver, imagina-se que espécie de arbitragem será a do alagoano Francisco Carlos Nascimento e de seus assistentes, também alagoanos. Que coisa, o América acaba de ser prejudicado por um clube das Alagoas e escalam logo um trio alagoano no jogo seguinte. Mas, para chegar ao seu objetivo, o Coelho tem que passar por cima de tudo e de todos (a CBF está inclusa nesse contexto). Nada para o meu desprotegido América é fácil. O Coelho tem que ser como a água do rio, que chega ao seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. Um time “macho”, que não bebe mel, come logo as abelhas...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Estava tudo bonito para ser verdade! Tudo encaminhado para uma tranquila volta ao Brasileirão. Faltava pouco! Mas, de repente, nada mais do que de repente, tinha uma pedra no meio do caminho, chamada, veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, ASA de Arapiraca/AL, capital nacional do fumo e terra de meu amigo, o procurador de Justiça aposentado Juracy Caldas Fernandes, grande orador do Tribunal do Júri da comarca de Belo Horizonte. Um modesto clube nordestino, que saiu das Alagoas para atrapalhar a vida do meu querido e glorioso América (será que a delegação viajou de “pau de arara”, ou, quem sabe, de jegue? Equipe que, aliás, tirou seis valiosos pontos do Coelho, já que, lá no Nordeste, também nos venceu. Que coisa horrorosa! Quebrou a “asa” do Coelho...
DE vice a terceiro colocado, o Coelho começa logo mais nova caminhada na direção do retorno à elite do futebol brasileiro, agora, “apertado” pelo Bahia (os dois estão com 52 pontos ganhos) e pelo Sport (49). Não era preciso passar por “sufoco”, desnecessário, diga-se de passagem. Na noite de hoje (escrevi esta coluna na parte da manhã de hoje), o Coelho “encara” o carioca Duque de Caxias, no Estádio São Januário, no Rio de Janeiro, com o torcedor americano torcendo em “dose dupla”. Para vencer e esperar que o Duque não tenha qualquer tipo de ligação com o pernicioso dirigente Eurico Miranda. Se tiver, imagina-se que espécie de arbitragem será a do alagoano Francisco Carlos Nascimento e de seus assistentes, também alagoanos. Que coisa, o América acaba de ser prejudicado por um clube das Alagoas e escalam logo um trio alagoano no jogo seguinte. Mas, para chegar ao seu objetivo, o Coelho tem que passar por cima de tudo e de todos (a CBF está inclusa nesse contexto). Nada para o meu desprotegido América é fácil. O Coelho tem que ser como a água do rio, que chega ao seu objetivo por saber contornar os obstáculos do caminho. Um time “macho”, que não bebe mel, come logo as abelhas...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 471 (QUARTA-FEIRA, 20-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia reservado para casos, amenidades, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, diante do “pesadelo” da noite de ontem (foi a quarta derrota em casa), não dá para contar casos e fingir que nada aconteceu, escondendo o vexame sob o tapete. Foi duro. Estou com a cabeça doendo até agora. E ainda fui “recepcionado” por um vizinho galista, como se o “timinho” dele estivesse disputando o título do Brasileirão e, não, lutando para sair da Zona de Rebaixamento. O distinto sentou no seu “rabo” para falar no “rabicó” alheio...
FOI uma “zebra” de todo o tamanho! É por essas e outras que o futebol é o esporte mais popular e emocionante do planeta. Uma derrota inesperada e inexplicável, quando o América estava muito perto da volta à Série A. A sorte é que o Coelho tinha “gordura para queimar”. Mas, foi difícil aceitar a derrota contra o ASA de Arapiraca (três a um), que já havia nos tirado três pontos no turno (dois a um), o que é inaceitável, diante da brutal diferença entre os dois clubes. Seis pontos irrecuperáveis, que ficaram no meio do caminho. No meio do caminho havia uma pedra chamada ASA...
UM jogo atípico! A começar pelos dois pênaltis marcados contra o Coelho ainda no primeiro tempo, a meu sentir, inexistentes, mas não discuto, por ter sido interpretação do árbitro. O América sentiu o golpe, diminuiu, mas levou a “pá de cal”. Ainda bem que permaneceu no G4, faltando somente oito rodadas para o término da competição. Coelho, reabilitação já, a começar pelo jogo difícil de sexta-feira, contra o Duque de Caxias, no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro. Pois é, tropeços existem, mas é bom parar por aí. Ontem, três desfalques importantes, o armador Luciano (está voltando de contusão, para desespero do amigo americano/santista Jésus Brito), o lateral-direito Marcos Rocha e o meia Leandro Ferreira, que estavam suspensos. Foi uma noite a ser esquecida, em que ninguém jogou absolutamente nada, a não ser o goleiro Flávio, que não teve culpa nos três gols do adversário (dois pênaltis e um gol em que ficou sozinho diante de quatro rivais). Fazer o quê, se mágico ele não é? Apenas um grande goleiro. O melhor das Minas Gerais. O jeito é levantar a cabeça e dar a volta por cima...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia reservado para casos, amenidades, “causos” e jogar conversa fora, ficando o meu querido e glorioso América para as colunas de segunda e sexta. Mas, diante do “pesadelo” da noite de ontem (foi a quarta derrota em casa), não dá para contar casos e fingir que nada aconteceu, escondendo o vexame sob o tapete. Foi duro. Estou com a cabeça doendo até agora. E ainda fui “recepcionado” por um vizinho galista, como se o “timinho” dele estivesse disputando o título do Brasileirão e, não, lutando para sair da Zona de Rebaixamento. O distinto sentou no seu “rabo” para falar no “rabicó” alheio...
FOI uma “zebra” de todo o tamanho! É por essas e outras que o futebol é o esporte mais popular e emocionante do planeta. Uma derrota inesperada e inexplicável, quando o América estava muito perto da volta à Série A. A sorte é que o Coelho tinha “gordura para queimar”. Mas, foi difícil aceitar a derrota contra o ASA de Arapiraca (três a um), que já havia nos tirado três pontos no turno (dois a um), o que é inaceitável, diante da brutal diferença entre os dois clubes. Seis pontos irrecuperáveis, que ficaram no meio do caminho. No meio do caminho havia uma pedra chamada ASA...
UM jogo atípico! A começar pelos dois pênaltis marcados contra o Coelho ainda no primeiro tempo, a meu sentir, inexistentes, mas não discuto, por ter sido interpretação do árbitro. O América sentiu o golpe, diminuiu, mas levou a “pá de cal”. Ainda bem que permaneceu no G4, faltando somente oito rodadas para o término da competição. Coelho, reabilitação já, a começar pelo jogo difícil de sexta-feira, contra o Duque de Caxias, no Estádio de São Januário, no Rio de Janeiro. Pois é, tropeços existem, mas é bom parar por aí. Ontem, três desfalques importantes, o armador Luciano (está voltando de contusão, para desespero do amigo americano/santista Jésus Brito), o lateral-direito Marcos Rocha e o meia Leandro Ferreira, que estavam suspensos. Foi uma noite a ser esquecida, em que ninguém jogou absolutamente nada, a não ser o goleiro Flávio, que não teve culpa nos três gols do adversário (dois pênaltis e um gol em que ficou sozinho diante de quatro rivais). Fazer o quê, se mágico ele não é? Apenas um grande goleiro. O melhor das Minas Gerais. O jeito é levantar a cabeça e dar a volta por cima...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 470 (SEGUNDA-FEIRA, 18-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu querido e glorioso América, para alegria do torcedor americano, entre eles, o odontólogo mineiro radicado no Rio de Janeiro, Fernando Marcos Bartolomei (alô, Jacutinga!), que ligou ontem de Teresópolis, está chegando bem perto do Brasileirão de 2011. Faltando apenas nove rodadas para o final do Campeonato Brasileiro da Série B (cinco jogos em casa e quatro fora), está na segunda colocação, quatro pontos atrás do ainda líder Coritiba e seis a mais do que o quinto Sport/PE. Na Arena do Jacaré, recebe, ainda, ASA/AL, Santo André/SP, Guaratinguetá/SP, Bahia e Sport, saindo para enfrentar Duque de Caxias, Paraná, São Caetano e Ponte Preta. No segundo turno, só perdeu de Portuguesa de Desportos e Náutico (ambos sendo prejudicado pela arbitragem) e empatou com o Coritiba, vencendo Bragantino, Figueirense, América/RN, Ipatinga, Vila Nova (GO), Brasiliense e Icasa/CE. Se mantiver o aproveitamento, chega ao objetivo. Capricha, Coelho! Faltam somente nove jogos. Se a canoa não virar, o Coelho chega lá...
BATEU na trave, amigo galista Antônio Marcos Carrara! Ontem, seu Galinho/sem/esporas saiu da Zona (de rebaixamento, bem entendido) e voltou minutos depois. Vai gostar de zona assim nas “profundas do inferno”! Venceu o combalido Avaí/SC e fez uma festa danada. No bar do Toninho Afonso, no meu Gutierrez, parecia ser carnaval. Pouco após, com o Vitória/BA derrotando o “lanterna” Grêmio Prudente/SP, tudo voltou ao normal, tudo como antes no quartel de Abrantes. Na próxima rodada, quem sabe? É só “detonar” a Raposinha, no Parque do Sabiá...
E A Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Bastou uma derrota para essa gente azul começar a “choradeira”! Culpa da arbitragem? Que nada! Acompanhei o “teipe” e não vi nada de anormal. A meu sentir, foi uma bela atuação do árbitro paulista Paulo César de Oliveira, um dos melhores do futebol brasileiro. Foi “choro” de quem não sabe perder. Segura o pé, Raposinha! O Fluzão, no segundo lugar, está pedindo passagem. Um pontinho apenas separa os dois clubes. Ontem, a equipe carioca poderia ter virado líder. Mas, tinha um Fogão no meio do caminho...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu querido e glorioso América, para alegria do torcedor americano, entre eles, o odontólogo mineiro radicado no Rio de Janeiro, Fernando Marcos Bartolomei (alô, Jacutinga!), que ligou ontem de Teresópolis, está chegando bem perto do Brasileirão de 2011. Faltando apenas nove rodadas para o final do Campeonato Brasileiro da Série B (cinco jogos em casa e quatro fora), está na segunda colocação, quatro pontos atrás do ainda líder Coritiba e seis a mais do que o quinto Sport/PE. Na Arena do Jacaré, recebe, ainda, ASA/AL, Santo André/SP, Guaratinguetá/SP, Bahia e Sport, saindo para enfrentar Duque de Caxias, Paraná, São Caetano e Ponte Preta. No segundo turno, só perdeu de Portuguesa de Desportos e Náutico (ambos sendo prejudicado pela arbitragem) e empatou com o Coritiba, vencendo Bragantino, Figueirense, América/RN, Ipatinga, Vila Nova (GO), Brasiliense e Icasa/CE. Se mantiver o aproveitamento, chega ao objetivo. Capricha, Coelho! Faltam somente nove jogos. Se a canoa não virar, o Coelho chega lá...
BATEU na trave, amigo galista Antônio Marcos Carrara! Ontem, seu Galinho/sem/esporas saiu da Zona (de rebaixamento, bem entendido) e voltou minutos depois. Vai gostar de zona assim nas “profundas do inferno”! Venceu o combalido Avaí/SC e fez uma festa danada. No bar do Toninho Afonso, no meu Gutierrez, parecia ser carnaval. Pouco após, com o Vitória/BA derrotando o “lanterna” Grêmio Prudente/SP, tudo voltou ao normal, tudo como antes no quartel de Abrantes. Na próxima rodada, quem sabe? É só “detonar” a Raposinha, no Parque do Sabiá...
E A Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Bastou uma derrota para essa gente azul começar a “choradeira”! Culpa da arbitragem? Que nada! Acompanhei o “teipe” e não vi nada de anormal. A meu sentir, foi uma bela atuação do árbitro paulista Paulo César de Oliveira, um dos melhores do futebol brasileiro. Foi “choro” de quem não sabe perder. Segura o pé, Raposinha! O Fluzão, no segundo lugar, está pedindo passagem. Um pontinho apenas separa os dois clubes. Ontem, a equipe carioca poderia ter virado líder. Mas, tinha um Fogão no meio do caminho...
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 469 (SEXTA-FEIRA, 15-10-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O torcedor do querido e glorioso América espera que o árbitro da noite de amanhã, em Juazeiro do Norte, segunda maior cidade do Ceará, não seja mais um “soprador de apito” a nos prejudicar. Parcialidade já! O Coelho não quer ser ajudado nem prejudicado. Falta na área do adversário, pênalti! Na do Coelho, idem, idem, com a mesma data. Dois pesos e duas medidas não poderiam fazer jamais parte do dicionário de um árbitro de futebol. Isso acontece no mundo todo, infelizmente! No Brasil, de uns tempos para cá, um pouco por culpa do ex-chefão do departamento de árbitros da Confederação Brasileira de Futebol, Armando Nunes da Rosa Marques, o “ajeitado” Armandinho, que falou para seus comandados que “tem coisa que a gente vê e tem coisa que a gente não vê”. Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem a noite! Que nada! Um tremendo pesadelo...
AQUELE grotesco erro do “homem de preto” (ou de amarelo e de azul, também) ainda está doendo no coração americano. Que coisa pavorosa! O “professor Pardal” conseguiu fazer a mágica de transformar uma penalidade máxima escandalosamente dentro da área do Náutico em falta fora da área, dando cartão amarelo ao goleiro infrator, que era o último homem do rival. Errou duas vezes no mesmo lance, vez que teria que marcar o pênalti e mostrar o vermelho. De se registrar que o jogo estava empatado (zerado). Portanto, um lance que teve influência no placar. Que tal não aconteça mais. O velho ludopédio merece mais respeito. Todos nós agradecemos. Moralidade já...
PS – Se vivo fosse, meu querido e saudoso genitor, José de Assis Santiago, estaria fazendo, hoje, 104 anos. Infelizmente, nos deixou em 1991, deixando uma enorme lacuna na nossa família. Coisa da vida terrena.
PS2 – Amigo galista Antônio Marcos Carrara, os 33 mineiros já saíram do buraco no Chile. O candidato sairá no próximo dia 31. E o seu Galinho/sem/esporas, quando irá sair do “buraco” do Brasileirão? Amanhã? Lugar de galo não é na “zona” (de rebaixamento, bem entendido), mas, no galinheiro...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O torcedor do querido e glorioso América espera que o árbitro da noite de amanhã, em Juazeiro do Norte, segunda maior cidade do Ceará, não seja mais um “soprador de apito” a nos prejudicar. Parcialidade já! O Coelho não quer ser ajudado nem prejudicado. Falta na área do adversário, pênalti! Na do Coelho, idem, idem, com a mesma data. Dois pesos e duas medidas não poderiam fazer jamais parte do dicionário de um árbitro de futebol. Isso acontece no mundo todo, infelizmente! No Brasil, de uns tempos para cá, um pouco por culpa do ex-chefão do departamento de árbitros da Confederação Brasileira de Futebol, Armando Nunes da Rosa Marques, o “ajeitado” Armandinho, que falou para seus comandados que “tem coisa que a gente vê e tem coisa que a gente não vê”. Durma-se com um barulho desse e depois vem dizer que passou bem a noite! Que nada! Um tremendo pesadelo...
AQUELE grotesco erro do “homem de preto” (ou de amarelo e de azul, também) ainda está doendo no coração americano. Que coisa pavorosa! O “professor Pardal” conseguiu fazer a mágica de transformar uma penalidade máxima escandalosamente dentro da área do Náutico em falta fora da área, dando cartão amarelo ao goleiro infrator, que era o último homem do rival. Errou duas vezes no mesmo lance, vez que teria que marcar o pênalti e mostrar o vermelho. De se registrar que o jogo estava empatado (zerado). Portanto, um lance que teve influência no placar. Que tal não aconteça mais. O velho ludopédio merece mais respeito. Todos nós agradecemos. Moralidade já...
PS – Se vivo fosse, meu querido e saudoso genitor, José de Assis Santiago, estaria fazendo, hoje, 104 anos. Infelizmente, nos deixou em 1991, deixando uma enorme lacuna na nossa família. Coisa da vida terrena.
PS2 – Amigo galista Antônio Marcos Carrara, os 33 mineiros já saíram do buraco no Chile. O candidato sairá no próximo dia 31. E o seu Galinho/sem/esporas, quando irá sair do “buraco” do Brasileirão? Amanhã? Lugar de galo não é na “zona” (de rebaixamento, bem entendido), mas, no galinheiro...
ATÉ a próxima.
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