quarta-feira, 29 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1.013 (QUARTA-FEIRA, 29-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, fiando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Ainda sem poder contar com o meu aparelho (computador, bem entendido), conto hoje com a da Rita, apenas para não ficar tão longe do caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional. Porém, diante do filme de terror da noite de ontem, como falar em amenidades? Nem o sumido amigo Maurinho, leitor assíduo do meu Blog, conseguiria...
O QUE dá para rir dá para chorar. Questão só de pesos e medidas. Do mesmo jeito que ficou difícil escolher o melhor do time na vitória sobre a BOA (todos jogaram bem), ficou impossível escolher o melhor do Coelho contra o Paysandu. Que coisa horrorosa! O goleiro do Papão não sujou sequer o seu uniforme, vez que ninguém chutou em gol. Uma profusão de chutinhos fracos ou chutões para fora (para o alto e para os lados). O que não faz o medo de errar! Acaba errando mesmo. Mesmo assim, o Mecão continua no G4 (agora é o terceiro colocado) e terá que se recuperar sábado na Boa Terra contra o Vitória com uma vitória...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 17 de julho de 2015

De letra

DE LETRA N 1012 (SEXTA-FEIRA, 17-07-15)
MIGUEL SANTIAGO

OLÁ, caros leitores semanais! Como o meu velho computador está prestes a pifar, é bem provável que eu fique uma semana de “molho”, longe de minhas modestas colunas. Nem sei, ainda, se mando o computador para a oficina ou se adquiro um novo. Só o tempo dirá. Enquanto isso, na noite de amanhã tem o tal de Oeste, de Itápolis, em campo neutro, já que o jogo será realizado no ABCD Paulista. Melhor para o meu glorioso e querido América, estar o Oeste reformando seu modesto estádio. Oeste, para mim, é ponto cardeal (Norte, Sul, Leste e Oeste). Meu negócio é América Futebol Clube. Amanhã vou torcer para o meu Coelho vencer o Oeste e o Náutico derrotar o Foguinho Carioca. Aí, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, liderança isolada do Mecão. E tenho dito...

quarta-feira, 15 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1011 (QUARTA-FEIRA, 15-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Hoje, quarta-feira, dia de amenidades e de jogar conversa fora, ficando o meu glorioso e querido América para as colunas de segunda e sexta. Pois bem! A polêmica está no ar e a cerveja no copo, Por 35 gols, digo, votos favoráveis e 15 contrários, a Assembléia Legislativa aprovou o projeto de lei do deputado estadual Alencar da Silveira Júnior, um dos presidentes do América, que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios mineiros. Só falta a sanção do governador Fernando Pimentel. O problema é que o Ministério Público é contra a medida. Alguém terá que “dobrar” o promotor Leonardo Barbabela...
DA minha parte, não estou nem aí. Afinal, como faço desde criança, sempre fui aos estádios torcer pelo meu clube do coração (o Coelhão, bem entendido) e, não, para tomar cerveja. Ora, estádio de futebol não é bar. Quem quiser beber que procure um bar perto de sua residência, não se esquecendo de levar a melhor companhia em tais situações (um radinho, bem entendido). Deve ter algum desavisado que, ao ler esta modesta coluna, pode dizer que sou um “cretino”, vez que tomava o velho guaraná no Mineirão e no Independência nos jogos do meu Coelho. Tomava, sim! Porém, cerveja ofertada por torcedores americanos, autênticos “puxa-sacos”. E como sou educado, aceitava, mesmo sendo contra bebidas nos estádios...
HOJE, entretanto, o problema pouco me toca, vez que, há dois anos e dois meses, por causa de um sério problema de saúde que quase me “levou” fora da hora, estou proibido de chegar perto de uma “loura” gelada. Ouvi dizer que o melhor jeito é trocar de médica. Atenção torcedor americano: sai a doutora Aline e entra a doutora Cláudia (nome fictício). E que venha o velho “guaraná”...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1010 (SEGUNDA-FEIRA, 13-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Minha “bola de cristal” voltou em grande estilo, após um sonho que imaginei infindável. Nada disso! Quem me dá o prazer da leitura, sabe que, na derradeira coluna, na última sexta-feira, afirmei que o meu glorioso e querido América tinha tudo para dividir a liderança do Brasileirão da Série B com o Botafogo. Só não imaginei que o Coelho teria a companhia de mais dois clubes (Bahia e Náutico). Também, seria muito. Sei que está longe para se afirmar algo da nossa condição na competição, mas que estamos no bom caminho, isso lá é verdade...
TIRANDO proveito das derrotas do Botafogo e do Paysandu, que lideravam a competição, o Coelho tratou logo de vencer o ABC, o mais “indigesto visitante” (havia vencido as quatro partidas que disputou fora de Natal/RN). Foi difícil? Claro que foi (de virada). Foi um jogo equilibrado, com ataques dos dois lados, até que o rival abriu o marcador, aos 35 minutos do primeiro tempo, em tremenda “bobeira” do lado direito do nosso setor defensivo. Que cochilada! Mas o Coelho não se perturbou. Voltou para o segundo tempo disposto a fazer o “vira-vira”. E conseguiu seu objetivo, com o garoto Richarlison aos 8 minutos e o volante Thiago Santos aos 28 minutos. O Mecão precisou, assim, de apenas 20 minutos para a virada. Azar do decacampeão potiguar. Sorte do decacampeão mineiro. De se registrar que América e ABC são os dois únicos decas do futebol brasileiro. Podem morrer de inveja caros inimigos da fuleira duplinha RapoGalo...

ATÉ a próxima.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1009 (SEXTA-FEIRA, 10-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! O meu glorioso e querido América está abrindo alas e pedindo passagem. Não está satisfeito apenas com o G4 (atualmente é o terceiro colocado). Quer também a liderança do Brasileirão da Série B, o mais rápido possível. E não está tão difícil assim, como imaginam os incrédulos e os pessimistas. Mais uma vez, falo e provo. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: o meu Coelho está com 21 pontos ganhos e recebe, na tarde de amanhã, o ABC, no nosso belo e confortável estádio Independência, com tudo para chegar aos 24 (pontos, bem entendido), ao passo que o ainda líder Botafogo/RJ está com 24 e “encara” o Bragantino em Bragança Paulista e o vice Paysandu está com 22 pontos e “encara” a Macaé no interior fluminense. Como a vitória do Mecão amanhã e as derrotas do Botafogo e do Paysandu logo mais são perfeitamente normais (fora de casa os dois vão penar), dá para sonhar com o Coelho dividindo a liderança com o Fogão. E sonhar é o que americano sabe fazer melhor do que os concorrentes...
PS – E não me venham com essa fajuta estória de Fogão para cima do meu Coelhão, já que vi todos os 11 jogos dele até agora no Brasileirão, não vendo nada de mais. Só nome. E nome não ganha nada sozinho. O Mecão ainda vai “cruzar os bigodes” com o Foguinho carioca. Sou Coelho, aqui e no Maracanã (ou no Estádio Nilton Santos, antigo Engenhão, sei lá). Podem escolher o local do duelo...

ATÉ a próxima.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1008 (QUARTA-FEIRA, 08-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Uma tremenda injustiça! Quem não viu o jogo da noite de ontem (empate em um gol), pode estar imaginando ter sido um grande resultado. Mentira! O Macaé/RJ atacou somente uma vez e “achou” seu gol solteiro. De resto, foi um domínio impressionante do meu glorioso e querido América, que colocou o time carioca na “roda”. Infelizmente, gol, mesmo, que é bom, nadinha! Resumindo: o Coelho levou um gol “bobo” (dois adversários fizeram três defensores do Verdão de bobos) no primeiro tempo, empatou no segundo e passou o tempo todo com o esférico nos pés, como foi reconhecido até mesmo pela mídia esportiva carioca. Mas, sem colocar a bola na “casinha”, fica impossível vencer uma partida de futebol. De qualquer maneira, o Coelho subiu da quarta para a terceira colocação. Agora, tem o ABC, sábado, no nosso belo e confortável estádio Independência.
O grande americano Alexandre Chiquiloff, mais conhecido como “Mumu” (quem o “entregou” foram seus primos Cláudio e Lili Debrot), radicado em Curitiba/PR, mandou mensagem para o meu modesto Blog internacional, dizendo estar acreditando no nosso Coelhão. O amigo e leitor também acha que o futebol brasileiro está indo para as “cucuias”, lembrando que a Liga Suburbana de Curitiba deve ser mais organizada do que a CBF. Para ele, o presidente do Mogi Mirim (o pentacampeão mundial Rivaldo) disputar a Segundona só é possível em “terras que permitem eleger os Bolsonaros da vida”...
PS – No ano passado, num dia como o de hoje, o brasileiro chorava de vergonha: Alemanha 7 a 1. Sem comentários...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

DE LETRA

DE LETRA N 1007 (SEGUNDA-FEIRA, 06-07-15)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Essa gente não tem vergonha, mesmo! Conheço isso, por ter passado 40 anos dentro de redações de quatro jornais. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional: dois fatos idênticos, ocorridos na mesma data, foram tratados de maneira totalmente opostas. A estreia do cruzeirense Marinho foi cantada em prosa e verso pela mídia esportiva mineira (leia-se da duplinha RapoGalo), ao passo que a do americano Richarlison, de apenas 18 anos de idade (juvenil, ainda), quase passou despercebida, com pouca gente falando a respeito. O garoto entrou aos 31 minutos do segundo tempo, quando o meu glorioso e querido América apenas empatava com a “lanterna” Mogi Mirim. Ele “infernizou” a defesa do rival. O artilheiro Marcelo Toscano empatou e Richarlison fez o nosso terceiro gol, espantando a “zebrinha”. Pasmosa parcialidade! Acho muito bom essa gente estrelada diminuir o entusiasmo, “baixando a bola” do Marinho, pois, na década de 60 (ou 70), logo na sua estreia, o flamenguista Berico (alguém se lembra dele?) marcou três gols no Fluminense, no tradicional clássico FlaFlu. Foi muito badalado, mas ninguém ouviu falar mais dele. Nem os flamenguistas. Agora, pelo que fez anteontem, em somente 15 minutos, acho que o menino Richarlison vai longe. Questão de dar tempo ao tempo...
PS – Barba, cabelo e bigode! Foi o que fez o Coelho com a sua velha “freguesa” Raposinha, nas finais das categorias de 10, 12 e 13 anos. Tricampeão! Que massacre! Americano está acostumado. Cruzeirense, também...

ATÉ a próxima.