segunda-feira, 27 de junho de 2016

DE Letra

DE LETRA N 1068 (SEGUNDA-FEIRA, 27-06-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Vida dura a do americano! A cada jogo um erro de um defensor (no plural seria mais preciso), colocando todo o trabalho do treinador por terra. Tem sido na base do revezamento, como se já estivéssemos nos Jogos Olímpicos. Quando não é o Suelton é o Adalberto, quando não é nenhum deles é o Artur,  que está sendo devolvido. E ainda tem o Alisson. É cada zagueiro ruim que nem te conto caro leitor. Tem até dado calo na vista. Quem os contratou que se explique agora. E rápido, vez que o Brasileirão está caminhando para o término de seu primeiro turno. Quem pariu que cuide da cria! Ora, com falhas gritantes do nosso setor defensivo e uma terrível falta de gols vai ficar muito difícil fugir do rebaixamento.                                                                                                                 Ontem foi mais ou menos assim: uma falha grosseira do zagueiro Suelton (matou no peito, quase caiu para trás e a bola caiu limpa para o Robinho). O Galinho/sem/esporas, que tem um time limitado, foi para trás e passou o resto da partida dando chutões para o mato, pois o jogo era de campeonato. Ao contrário, o meu Coelho partiu para cima, pressionou mas não conseguiu marcar um golzinho sequer. Azar nosso! Olha a lanterna aí, gente..
PS – Com a carreira chegando ao fim, o tal Messi cobrou um pênalti nas “nuvens” e viu a sua Argentina perder nova decisão para o Chile. Como ele deu adeus ao seu selecionado, não vai mais poder fazer o que o inigualável Pelé fez cinco vezes, ou seja, dar a volta olímmpica em títulos munidiais (três com a Seleção e duas com o Santos). Oh dó! Console-se com o Maradona, caro Messi...
ATÉ a próxima.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1067 (QUINTA-FEIRA, 19-05-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Esse meu glorioso e querido América continua fazendo estragos por onde anda. Colocou a tal Raposinha/saltitante na roda, gerando, por conseguinte, a contratação de um treinador português, o tal do Paulo Bento, que, de bento, nada deve ter. Ora, pois, pois...
DEPOIS, o Coelho também colocou o tal Galinho/sem/esporas na roda, gerando, igualmente, a dispensa do treinador “gringo” Diego Aguirre. Quem será a próxima vítima do Mecão? Enquanto isso, na base da modéstia, o Mecão segue com o seu nordestino Givanildo Oliveira, um treinador que mais parece um mágico. Nunca vi treinador algum melhor para “tirar coelho da cartola”. Seis desfalques para o competente treinador é “fichinha”. Ele sai improvisando aqui e acolá e consegue superar as adversidades. Até o goleirão João Ricardo já esteve de fora da equipe, quando foi substituído pelo também goleirão Fernando...
ONTEM, em Salvador, foi um sufoco só, com o goleirão João Ricardo garantindo a importante vitória pelo placar menor, como fantásticas defesas. Rei do Cangaço? E a baianada ainda teve a cara de pau de reclamar impedimento no nosso gol salvador. Ora, o goleiro e um zagueiro do Bahia deram condição ao nosso zagueiro Sueliton, cada vez melhor. E o pênalti reclamado por essa gente, que o árbitro marcou falta fora da grande área, para dizer a verdade, nem falta foi. Meu amigo Roberval Rocha está pesando em montar uma ótica em Salvador. Só dá ceguinho lá. No grito, não...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 13 de maio de 2016

DE LETRA

LETRA N 1066 (SEXTA-FEIRA, 13-05-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sexta-feira, 13, pode ser sinal de azar para muitos, mas, para o meu glorioso e querido América, é sinal de sorte. Sorte que nos acompanha desde o início da temporada, que já redundou no primeiro título do ano, o do estadual, “atropelando” a Raposinha/saltitante na semifinal e o Galinho/sem/esporas na final. A Raposinha ficou tão tonta que trouxe um treinador português Paulo Bento, que ficará no cargo até o jogo contra o meu Coelho. Jogo do primeiro turno, já que no returno do Brasileirão o treinador já será outro. Alguém duvida? Amigos, não brinquem com o Mecão! Após a final do Estadual, dizem que o Galinho está atrás do substituto do treinador Diego Aguirre...
O leitor Nilson Rodrigues, que morou em Beagá de 1993 a 2001 (por coincidência, o Mecão foi campeão estadual nesses dois anos), mandou mensagem, de Juiz de Fora, onde reside hoje, para dizer que lê minha modesta coluna desde os bons tempos do extinto jornal Diário da Tarde. Ele deseja saber o significado da palavra “ludopédio”, tão usada por este modesto cronista americano. Na verdade, caro Nilson, tal termo inexiste em qualquer dicionário da Língua Portuguesa (pelo menos no do Aurélio). Deve ter sido inventada por algum gozador, que achou que ludopédio é um jogo disputado com os pés (ludo e pédio). Espirituoso o dito cujo...
PS – Domingo tem estreia do Coelho no Brasileirão. De “cara” pega o Fluzão dos ex-americanos Fred, Richarlisson e Wagner. Filial do Mecão, quem diria...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

DE LETRA

DE LETRA 1065 (SEGUNDA-FEIRA, 09-05-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Não poderia ter recebido melhor presente de aniversário do que o brilhante título estadual do meu glorioso e querido América. De “quebra”, o título do Paulistão, do também meu Santos, Agora, quero ver a “cara” dos companheiros da “fajuta” duplinha RapoGalo (Afonso Alberto e tantos outros), que quase nada falam do meu Coelho. Para eles, fica aqui registrado o meu modesto conselho: continuem na “greve” de cada um, de nada falar do Mecão. Continuem falando da “fuleira” duplinha RapoGalo, que vocês, ilustres jornalistas, conhecem a fundo, pois do Mecão nada sabem. Enaltecer o glorioso, para quê? Bobagem! Meu clube não tem qualquer interesse na opinião dessa gente. É aquela estória: os cães ladram, enquanto a caravana passa. Sempre foi assim e sempre será...
A verdade é que o Coelho, após péssimo início (foi derrotado pelo rebaixado Guarani, pelo Tricordiano e pelo Tombense), derrubou seus adversários, um a um, como se fossem pinos de boliche. Nem a duplinha RapoGalo segurou o Coelho, que eliminou a Raposinha/saltitante na semifinal (uma vitória de dois e um empate) e pulverizou o Galinho/sem/esporas na grande final (idem, idem, com a mesma data). O quê o americano quer desses “despeitados” cronistas da duplinha RapoGalo? Está dando pena ver o esforço deles para explicar o fracasso de seus clubes do coração. Melhor seria explicar como o Coelho conquistou o brilhante título. Fazer o quê? Paixão é paixão...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

DE LETRA


DE LETRA N 1064 (SEGUNDA-FEIRA, 02-05-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Terremoto na Grande Beagá! A terra tremeu em Esmeraldas, abalo que foi sentido em alguns bairros da capital dos mineiros. Também pudera: sabe lá, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, o que é vencer, seguidamente, a “fuleira, fajuta” e protegida duplinha RapoGalo? É como dizia o saudoso amigo e companheiro Fernando “Tá no filó” Sasso, “it is not mole não”. Coisa possível apenas para o meu glorioso América, o futuro campeão das montanhas de 2016. Só não ganha se não quiser. O Coelho poderia ter “sacramentado” o título ontem. Mas, como ocorreu contra a Raposinha/saltitante, marcou dois gols e parou de jogar, preferindo se defender. O Galinho/sem/esporas se aproveitou, perdeu um pênalti e diminuiu. Coelho, futebol tem 90 minutos. Atenção! Domingo tem mais...
DEU pena acompanhar os programas esportivos do rádio e da televisão. Que choradeira! Um vexame! Os companheiros deixaram o meu Coelho de lado e só falaram no Galinho deles. De quando em vez, cheguei a imaginar que o rival jogou contra ele mesmo. E na transmissão do “clássico das multidões” teve locutor trocando os nomes de nossos jogadores, por não conhecer nenhum deles. Uso de cachimbo faz a boca torta, diziam os mais antigos. No primeiro gol americano, por exemplo, um gritou Bryan (foi gol do Danilo, os dois, caro amigo “Caixa”). Hoje quero ver a “cara de besta” do companheiro Afonso Alberto (Canal 6 da Net, 22 e 30 horas). Pois é, quem fala demais, acaba dando bom-dia a cavalo. Quá, quá, quá! Se o meu Coelhão for campeão, essa gente morre...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

DE LETRA

DE LETRA N 1063 (SEGUNDA-FEIRA, 25-04-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Gente, inveja mata! Porca miséria! Mais uma vez o desprestigiado torcedor americano foi obrigado a se socorrer junto aos canais televisivos do eixo Rio/São Paulo, para acompanhar os comentários do clássico de ontem, vez que as emissoras da Grande BH falaram pouco ou quase nada, com exceção da TV Alterosa, que tem dado um “show” em seu programa esportivo da hora do almoço. Programa simplesmente imperdível. Os companheiros passaram a semana falando no favoritismo da Raposinha/saltitante, esquecendo-se até mesmo de que o adversário era o algoz de sempre, o meu glorioso e querido América. Mais uma vez, essa gente “quebrou” a cara. Hoje, preferiram desviar o assunto, deixando o meu Coelho de lado para enfatizar a dispensa do treinador Deivid. Será que essa gente sabe que o Coelho será o adversário do Galinho/sem/esporas na grande final do Estadual? É bem provável que essa mídia vai passar a semana toda falando no protegido Galinho, como se ele fosse enfrentar ele próprio nos dois jogos finais. E, se o Mecão vencer o seu rival maior, também seria bem provável que o assunto seria o vice Galinho ou a sua participação na Copa Libertadores da América. De qualquer maneira, americano já está acostumado com a má vontade da mídia esportiva mineira. Isso só pode ser medo do crescimento do Coelho, como antigamente. Tem emissora de televisão que não fala nada do Mecão, tem outra que fala muito pouco e tem outra que não fala nada e informa o motivo. Ridículo, bem entendido: por não ter sido convidada para uma solenidade do clube. Birrinha do repórter...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

de letra


DE LETRA N 1062 (SEGUNDA-FEIRA, 18-04-16)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Dois gols, duas bolas na trave e duas incríveis defesas do goleiro Fábio. Placar moral: seis a zero. Muito mais do que “cair de quatro” ou “mão cheia”. Uma pena!
Ficou no quase! Eta “timinho” largo essa Raposinha/saltitante! Era para tudo ter terminado no último sábado. Mas, como os deuses do velho ludopédio gostam de reservar fortes emoções para o torcedor americano, vamos lá, vez que, no próximo domingo, tem mais. Cá para nós, ter que marcar, obrigatoriamente, dois gols e não sofrer nenhum, é uma tarefa para “gigantes”. Quem sabe, pegando emprestado o time do Guarani, de Divinópolis, que está rebaixado, mas, mesmo assim, “sapecou” uma sonora goleada de três a zero no meu glorioso e querido América? Coisas do velho ludopédio...
PÚBLICO irrisório o do clássico de anteontem! Menos de cinco mil pagantes, com a torcida americana em maior número. Também pudera: preços exagerados dos ingressos. E os coleguinhas da mídia esportiva mineira nada disseram. Só sabem dizer que a torcida americana inexiste. E agora, minha gente? Fale algo, radialista Afonso Alberto! Esse negócio de sentar no próprio rabicó para falar do rabo alheio é muito feio. Futebol sem motivação não existe! Ou você não sabia disso? Até parece...
PS – Se a canoa não virar, o Coelho chega lá! Se o velho “esquema” não atrapalhar, bem entendido. No meio do caminho havia uma pedra chamada arbitragem...

ATÉ a próxima.