segunda-feira, 6 de março de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1101 (SEGUNDA-FEIRA, 06-03-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Enquanto os protegidos da fuleira duplinha RapoGalo penam para derrotar os fracos times da interlândia mineira contando com a substancial ajuda do “apito amigo”, o meu glorioso e querido América, mesmo não jogando bem, assumiu a terceira colocação do Estadual. Como não acredito que a duplinha vai ficar duas finais seguidas de fora da festa (no ano passado o Coelho faturou o Galinho na grande final), estou achando que o Coelho (11 pontos) esteja disputando as duas vagas restantes da fase decisiva do Estadual com Tombense (10), Uberlândia (nove) e URT (idem).
ENTRETANTO, para ficar mais perto da façanha do ano passado, claro está, pelo “andar da carruagem”, que o Mecão tem que melhorar muito. Por enquanto, o time do Enderson tem dois alas que estão “brigando” com a bola, marcando mal e não apoiando quase nada. Garanto que no júnior tem dois alas melhores. No meio de campo é que são elas, vez que ninguém marca e nem municia o atacante Hugo, que passa o tempo todo lutando sozinho com os zagueiros adversários. Assim, gols, só sem querer. Ora, setor mais importante de um time de futebol com um preguiçoso que passa o tempo todo passeando em campo, não dá. Sem brincadeira, melhor seria jogar com um a menos. Nosso treinador sabe de quem estou falando. Mesmo assim, permanece impassível...
PS – Fiquei sabendo que o amigo e americano Alexandre Chiquiloff, de Curitiba, está no México, “curtindo” o netinho, com certeza, americano também...

ATÉ a próxima.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1100 (QUINTA-FEIRA, 23-02-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! João Ricardo, Auro, Rafael Lima, Renato Justi e Ernandes; Gustavo Blanco, Juninho, Tony e Renan Oliveira; Marion e Hugo Almeida. Um docinho de coco para quem adivinhar que time é esse. Onze “estrangeiros” que empresários trouxeram para o meu glorioso e querido América e os dirigentes do clube “caíram de patinhos” na lábia dessa gente que só pensa no vil metal. É a tal “legião estrangeira” de todos os inícios de ano. É a “farra do boi” na horta do coelho...
ILUSTRES desconhecidos! Confesso que, no momento da contratação deles, eu, que sou “viciado” no noticiário esportivo de jornal, radio e televisão, somente conhecia superficialmente Renan e Marion, vez que formados nas categorias de base do Galinho/sem/esporas. Os nove restantes, eu jamais havia ouvido falar deles. Agora, cá para nós, caros e atentos leitores de meu modesto Blog internacional, o que essa turma conhece do Mecão? Nadinha! Para essa gente, se a diretoria trocasse o verde pelo vermelho não iria fazer a menor diferença. Não querendo ser radical, mas, já sendo, indago: se esses distintos jogadores fossem realmente bons de bola, onde estariam jogando hoje? Claro que em seus clubes de origem. Portanto, o que esperar desse “desastrado” Coelho? Pobre de mim, vez que não foi esse Mecão que escolhi para torcer. Agora é tarde...
ATÉ a próxima.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1099 (SEGUNDA-FEIRA, 20-02-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quem não viu o jogão de ontem no Mineirão deve estar imaginando que o meu glorioso e querido Coelho levou um “passeio” de bola do Galinho/sem/esporas. Ledo engano. O Mecão teve tudo pra abrir o placar (o goleiro galista Giovane não permitiu), mas o rival maior tirou proveito e marcou dois gols, com Hugo diminuindo. Jogo equilibrado até o final, com o Coelho criando boas oportunidades, mas o esférico não quis entrar na meta atleticana. O equilíbrio foi tão grande de o adversário só achou seus dois gols decididos aos 43 e 46 minutos do segundo tempo. Resumindo: até os 43 minutos o Mecão perdia por dois a um e obrigou o rival a se defender. A diferença é que o coirmão tem o ex-americano Fred, que desequilibrou. Fazer o quê\?
CARO e atento leitor de meu modesto Blog internacional, é muito difícil ser americano! Ora, enquanto o Coelho luta com a falta de artilheiros, alguns clubes brasileiros tiram “onda”, vencem jogos e conquistam títulos com atletas criados nas categorias de base do meu Coelho. Veja bem, prezado leitor, na semana passada os ex-atacantes americanos Vizeu e Richarlisson (hoje na dupla FlaFlu), brilhavam na Seleção Brasileira Sub 20, ao passo que Fred, Danilo, Moisés e Rodriguinho estão brilhando no }Galinho, no Porco e no Corinthians. Mais uma vez, fazer o quê? Tem mais, muito mais...
ATÉ a próxima.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

de letra

DE LETRA N 1098 (SEXTA-FEIRA, 17-02-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Quando não “...” no final de um jogo, levando um gol, “...” no início. Parece mais uma “praga” de galista ou de raposinha. Ontem, contra o poderoso e protegido Mengão, o terror dos atleticanos, nada foi diferente. O meu glorioso e querido América começou atrás, com a sua costumeira “retranca” e levou um gol logo aos 10 minutos, em falha terrível do nosso desatento meio-de-campo e do nosso setor defensivo. O nosso ala esquerdo Pará nem viu o lance (estava fora da posição) e os dois zagueiros e um volante não viram a bola “passeando” em nossa grande área. Assim, a bola sobrou livre na área e o Gabriel, que de anjo nada tem, colocou-a no cantinho, totalmente fora do alcance do goleirão João Ricardo. Um a zero, placar que permaneceu até o final da partida. Sem ataque, não deu para reagir. Até agora, está cheirando uma nova temporada vexatória...
INGRATIDÃO e desrespeito! Como atleta profissional (que goleirão!), Marco Antônio Milagres foi campeão estadual e brasileiro da Série B, sendo o jogador que mais atuou com a gloriosa camisa americana. E, como treinador do Júnior, foi campeão estadual, da Taça Beagá e da Copa do Brasil, sendo vice da Copa São Paulo e se não fosse um erro lamentável da arbitragem, teria chegado à semifinal da Copa Libertadores da América. Obrigado, Milagres! É muito gabarito para um desportista só! Quanta competência! Mas, para a diretoria americana (um triunvirato de nove presidentes), esse “curriculum vitae” não vale nada. Milagres expulso de campo pela vez primeira. Fazer o quê? Palmas para o Coelho...

ATÉ a próxima.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1097 (TERÇA-FEIRA, 14-02-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Imaginava que os grosseiros erros do setor defensivo do meu glorioso e querido América fossem coisas do passado, ainda que fosse recente o passado, com a dispensa de zagueiros tipo Adalberto. Ledo engano! O que vi na noite de anteontem na linda Poços de Caldas foi de arrepiar. Dois lances bem semelhantes e dois gols da Caldense. Bola alta na área americana continua sendo um tormento que treinador algum consegue eliminar. Nem o “mago” Givanildo Oliveira! Pior é que dessa vez até o goleirão João Ricardo (melhor das Montanhas) resolveu “colaborar” com o adversário. Logo ele que sai multo bem da pequena área e ganha todas pelo alto. Dessa vez  ficou “pregado” no gramado. Sai que bola é toda sua João...
PS – Quanta incoerência! A mídia esportiva mineira (leia-se da duplinha fajuta RapoGalo) sempre criticou o Coelho quando vende um grande jogador, geralmente criado em suas categorias de base (uma das melhores do futebol brasileiro). Agora, com a venda do argentino Prato (seria prato de comida?) para o Tricolor Paulista, a justificativa veio rápida: foi para “fazer caixa”. Dos poderosos, justificam tudo. Até os erros. Fazer caixa, pois sim! A
 verdade é que todo clube vende seus talentos. Depende de onde se encontra a “grana” maior...
ATÉ a próxima.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1096 (QUINTA-FEIRA, 09-02-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Acostumado a devorar inocentes galetos e a “papar” raposas ferozes o meu glorioso e querido Coelho já estava. Mas, misturar os dois, a meu sentir, foi um episódio inusitado. Veja bem, caro e atento leitor de meu modesto Blog internacional, em jogo que começou na noite de ontem (quarta-feira) e terminou na madrugada de hoje (quinta), o Mecão pulverizou de uma só vez seus dois maiores inimigos, já que o adversário da nossa estreia  foi um tal de Atlético do Acre de símbolo Galo e sua camisa é azul e branca (Cruzeiro dos pobres?). Autêntico “samba do crioulo doido”, genial música do saudoso jornalista e compositor Stanislau Ponte Preta. Falar em Acre, um amigo me contou ser acreano, ao que logo indaguei: você é do Acre? Pensei que lá só havia borracha. Mais do que depressa, o amigo concluiu: “ora, sou um borrachudo...”.
O sumido leitor João Vitor Fernandes, que me escrevia muito nos bons tempos do saudoso jornal Diário da Tarde, enviou mensagem para o meu modesto blog, lembrando que vai sempre em nossos jogos no nosso moderno e confortável estádio Independência (ele mora ao lado do Gigante do Horto). Para o leitor americano, infelizmente, quando o Coelho teve a chance de fazer algo de bom na Série A, a diretoria do clube fez um “papelão”, sendo a principal culpada pelo vexame de mais um rebaixamento. Agora, o leitor espera que o clube seja reestruturado e volte ao lugar que é dele no cenário nacional. Saravá, meu caro João...

ATÉ a próxima.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

DE LETRA

DE LETRA N 1095 (SEGUNDA-FEIRA, 30-01-17)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Apesar dos invejosos da fuleira duplinha RapoGalo, tudo está em seu lugar, graças a Deus! Belo início do Campeonato Mineiro, com essa gentinha passando sufoco diante de times pequenos da interlândia e contando com substancial ajuda da arbitragem. Olha a “mão grande” aí, gente! O pessoal gastou a maior parte dos horários dos programas esportivos tentando justificar o injustificável erro do “soprador de apito”, vez que não foi pênalti coisa nenhuma. O “malandro” Fred se engalfinhou no zagueiro do nosso Xará de Teófilo Otoni e caiu na área. Ora, caiu na área de times do interior é pênalti. Pelo menos na mentalidade de nossos árbitros tupiniquins. Atuantes e aposentados...
ENQUANTO a duplinha fajuta passou aperto diante do Leão e do Mequinha de Teófilo Otoni, o meu glorioso e querido Coelhão manteve a lógica em Governador Valadólares, derrotando a Pantera Cor de Rosa com sobras:dois a zero, um placar que até poderia ter sido maior, caso todas as oportunidades criadas tivessem sido traduzidas em gols. É o velho problema. Mas, a nossa equipe está no bom caminho, na liderança invicta e absoluta do Estadual. No momento em que o atacante Hugo arranjar um companheiro de área, sei lá, seria um gol atrás do outro. Mas, brigando sozinho na área dos inimigos, não dá. Dá-lhe, Coelho...

ATÉ a próxima.