DE LETRA Nº 408 (SEGUNDA-FEIRA, 31-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Isso já está ficando monótono! No meio da semana, o meu querido e glorioso América carregou nos ombros o nome do futebol mineiro, manchado pelos vexames do Tigre/de/bengala e da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. No final de semana nada foi diferente, com o Coelho “esmagando” o Ipatinga no Mineirão (o Tigre “caiu de quatro”), o Galinho/sem/esporas tomando virada do também meu Fluminense no mesmo logradouro (três a um) e a Raposinha/saltitante perdendo do Ceará na linda Fortaleza (placar menor). No Ceará tem disso não! Olha que isso aqui está muito bom, isso aqui está bom demais...
UMA goleada histórica para silenciar o falante presidente Itair Machado. O meu América marcou quatro gols (Luciano, Tiago Silvy, Dudu e Rodrigo) e parou, de pena do Ipatinga. Terceira força, meu prezado? Só rindo! Seu time é igual a tantos outros da interlândia mineira, ao passo que o América é grande e pronto. Enquanto o Tigre divide a “lanterninha” do Campeonato Brasileiro da Série B (cinco derrotas em cinco jogos), o Coelho assumiu a terceira colocação (11 pontos), estando a apenas dois pontos do ainda líder Bahia, invicto (três vitórias seguidas e dois empates), com o Luciano entre os principais artilheiros da competição (três gols). Na noite de amanhã tem outra “rocha” no meio do caminho, a Lusa Paulista no Canindé. Pelas dificuldades, até mesmo um empate serviria, mas o Coelho quer é a vitória, para se firmar ainda mais no G4, Grupo dos quatro primeiros. A meta é a promoção para o Brasileirão do próximo ano, sonho de todos nós, americanos. Difícil, porém meta perfeitamente alcançável. Dá-lhe, Coelho!
FOI “curtindo” a vitória americana que acompanhei o sofrimento dos atleticanos, no bar do agitado galista Toninho Afonso, que fizeram “carnaval” logo aos dois minutos e passaram o resto do jogo xingando o time e seu desrespeitoso treinador. Na 11ª colocação e a um ponto da Zona de Rebaixamento, o Galinho “encara” o Grêmio na quinta-feira no Olímpico. Que dureza! Já o sofrimento dos cruzeirenses acompanhei em minha residência. Na nona colocação e a três pontos da Zona (de rebaixamento, bem entendido), a Raposinha recebe o também meu Santos na quarta-feira, um Peixe ferido pela goleada de ontem. Eta, Timão. Depois da punição aos “pagodeiros”, os “Meninos da Vila” pararam de jogar...
PS – Para mandar um especial abraço ao sobrinho e americano Alexandre Quintino Santiago, pelo aniversário de hoje e para dizer que a polêmica da nossa sumida quase filarmônica do Gutierrez ainda não acabou (está apenas começando). Viu, amigo galista Cadinho Faria, o “mago do violão”, o que você arranjou? Na quarta-feira divulgo a mensagem enviada pelo amigo americano/banguense Délio Gandra, rebatendo o seu posicionamento a respeito da nossa moribunda banda (quase rimou). Uma “paulada” só...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 407 (SEXTA-FEIRA, 28-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contra fatos não há argumentos, como diria o amigo e americano Paulo Chaves Corrêa Filho, ilibado Juiz do Trabalho da cidade de Pedro Leopoldo! Como o meu querido e glorioso América tem carregado nos ombros o nome do futebol mineiro! Mais uma vez, só para variar, falo e provo: foi o melhor dos quatro clubes mineiros no Campeonato Brasileiro no meio da semana. Só isso! É muita responsabilidade para um clube só. Vamos dividir a responsabilidade, minha gente?
ORA, o Galinho/sem/esporas voltou a “cair de quatro” (depois de tomar quatro a zero do Grêmio Prudente, levou quatro a três do Vitória/BA), caindo para a 10ª colocação. O Tigre/de/bengala perdeu a quarta partida seguida (dois a um, de virada, do ASA de Arapiraca/AL), continuando na “lanterninha” da Série B, na companhia do Duque de Caxias/RJ. E, graças ao goleiro Fábio, que defendeu até pênalti, a Raposinha/saltitante derrotou o fraco e desfalcado Botafogo/RJ, no Mineirão (placar menor).
E O América, que nada tem a ver com os vexames de seus coirmãos, derrotou seu “xará” potiguar, na linda Natal/RN (dois a zero, gols do zagueirão Micão e do armador Luciano), saltando para a quinta colocação da Série B. Todos os atletas americanos jogaram bem, a começar pelo goleirão Fábio, que fez grandes defesas. Sem dúvida, é o melhor na posição do futebol mineiro. O Fábio, perto dele, não passa de aprendiz de goleiro. Dessa vez, um setor defensivo seguro, que não cometeu uma falha sequer. Partida irrepreensível dos três zagueiros, mormente de Preto e Micão. Os dois laterais (ou alas, sei lá) também jogaram bem. Pena ter sido uma das últimas partidas do Danilo (18 anos apenas), que está virando um dos “meninos da Vila”). Se ele continuar crescendo, seu destino será a Seleção Brasileira e o futebol europeu. De resto, um meio-de-campo marcando bem e alimentando o ataque, que continua devendo, vez que nenhum atacante marcou gol até agora, em quatro jogos da Série B. Vamos caprichar a pontaria, meus jovens? A começar na noite de amanhã, quando o Coelho recebe o Tigre no Mineirão. Tigre, aliás, que tem sido a “asa negra” do Coelho nos últimos tempos. A qualquer momento, a mídia esportiva começa a falar em “tabu”. Antes que tal aconteça, o melhor é vencer...
PS – Não estou entendendo mais nada! Enquanto o treinador Diego Maradona libera sexo para os jogadores argentinos na Copa do Mundo, o técnico Dunga afirma que “nem todos gostam de sexo”. Eu, hein? Exagero de um lado, timidez do outro. Será que a Argentina está concentrada em um motel africano? Será que tem atleta brasileiro que não está nem aí para sexo? O Dunga deveria ter explicado melhor sua opinião, dizendo que um mês de “jejum sexual” não faz mal a ninguém, já que o importante é conquistar o Mundial. Ora, para a prática de sexo sobram 11 meses no ano. Primeiro a bola tem que rolar no gramado. Depois, na cama...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Contra fatos não há argumentos, como diria o amigo e americano Paulo Chaves Corrêa Filho, ilibado Juiz do Trabalho da cidade de Pedro Leopoldo! Como o meu querido e glorioso América tem carregado nos ombros o nome do futebol mineiro! Mais uma vez, só para variar, falo e provo: foi o melhor dos quatro clubes mineiros no Campeonato Brasileiro no meio da semana. Só isso! É muita responsabilidade para um clube só. Vamos dividir a responsabilidade, minha gente?
ORA, o Galinho/sem/esporas voltou a “cair de quatro” (depois de tomar quatro a zero do Grêmio Prudente, levou quatro a três do Vitória/BA), caindo para a 10ª colocação. O Tigre/de/bengala perdeu a quarta partida seguida (dois a um, de virada, do ASA de Arapiraca/AL), continuando na “lanterninha” da Série B, na companhia do Duque de Caxias/RJ. E, graças ao goleiro Fábio, que defendeu até pênalti, a Raposinha/saltitante derrotou o fraco e desfalcado Botafogo/RJ, no Mineirão (placar menor).
E O América, que nada tem a ver com os vexames de seus coirmãos, derrotou seu “xará” potiguar, na linda Natal/RN (dois a zero, gols do zagueirão Micão e do armador Luciano), saltando para a quinta colocação da Série B. Todos os atletas americanos jogaram bem, a começar pelo goleirão Fábio, que fez grandes defesas. Sem dúvida, é o melhor na posição do futebol mineiro. O Fábio, perto dele, não passa de aprendiz de goleiro. Dessa vez, um setor defensivo seguro, que não cometeu uma falha sequer. Partida irrepreensível dos três zagueiros, mormente de Preto e Micão. Os dois laterais (ou alas, sei lá) também jogaram bem. Pena ter sido uma das últimas partidas do Danilo (18 anos apenas), que está virando um dos “meninos da Vila”). Se ele continuar crescendo, seu destino será a Seleção Brasileira e o futebol europeu. De resto, um meio-de-campo marcando bem e alimentando o ataque, que continua devendo, vez que nenhum atacante marcou gol até agora, em quatro jogos da Série B. Vamos caprichar a pontaria, meus jovens? A começar na noite de amanhã, quando o Coelho recebe o Tigre no Mineirão. Tigre, aliás, que tem sido a “asa negra” do Coelho nos últimos tempos. A qualquer momento, a mídia esportiva começa a falar em “tabu”. Antes que tal aconteça, o melhor é vencer...
PS – Não estou entendendo mais nada! Enquanto o treinador Diego Maradona libera sexo para os jogadores argentinos na Copa do Mundo, o técnico Dunga afirma que “nem todos gostam de sexo”. Eu, hein? Exagero de um lado, timidez do outro. Será que a Argentina está concentrada em um motel africano? Será que tem atleta brasileiro que não está nem aí para sexo? O Dunga deveria ter explicado melhor sua opinião, dizendo que um mês de “jejum sexual” não faz mal a ninguém, já que o importante é conquistar o Mundial. Ora, para a prática de sexo sobram 11 meses no ano. Primeiro a bola tem que rolar no gramado. Depois, na cama...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 406 (QUARTA-FEIRA, 26-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Para quem trabalha (já fui bom nisso!), sexta-feira é o dia de casos, “causos”, amenidades e “jogar conversa fora”, nos bares da vida, após a árdua semana de labuta. O meu, como aposentado, é hoje, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa sumida quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta.
E NÃO é, caro e atento leitor, que o amigo Cadinho Faria, o “mago do violão”, instalou a polêmica? Tudo em torno da nossa “quase filarmônica”. Parece que continuo falando em russo e entendido em japonês. É tudo a mesma coisa (japonês, é claro). Falei que alguns músicos da nossa banda pretendiam ganhar dinheiro para tocar. Alguns, bem entendido. Só isso! Na nossa turma tem disso não. Nunca vi ninguém frequentar bar e pedir recompensa financeira. Somos, apenas e tão-somente, meros frequentadores de bares. Ninguém é contratado para tocar ou cantar. Vai quem quiser e puder. Se o proprietário do bar quiser pagar, espontaneamente, o problema é dele. Basta contratar os músicos. Aí, a música vira obrigação, deixando de ser uma coisa descompromissadas, como é o espírito da nossa turma...
CADINHO, nunca sequer insinuei que você e outros músicos queriam dinheiro para tocar, embora você, pelo seu reconhecido talento musical, merecesse um bom “cachê”. Você, na nossa turma, é um amigo, que toca violão (e como!) e “joga conversa fora”, jamais um músico profissional. Quem quiser vê-lo tocar que vá a uma casa de espetáculos, onde você toca profissionalmente (“cada macaco no seu galhos”, tudo a tempo e hora). Não citei os nomes de nossos músicos que queriam dinheiro para tocar por delicadeza. Todos da turma sabem os nomes. Na mensagem que você enviou para meu modesto Blog internacional, citou dois, sabidamente bons músicos. Como não sou tutor deles, nada tenho com isso. O problema é deles. Espero, Cadinho, que, com minhas devidas e oportunas explicações, a polêmica tenha sido encerrada. Vamos continuar “jogando conversa fora”. Com fundo musical. É bem melhor do que uma inútil polêmica...
PS – Fiquei sabendo que o Blog da torcida “Desorganizada Avacoelhada” está divulgando minha modesta coluna. Que bom! Afinal, quanto mais divulgação, melhor. Mais gente fica cabendo que, apesar de aposentado, continuo em atividade. Afinal, tudo é América! Por ele nós fazemos qualquer sacrifício. Mas, quem falou que escrever é sacrifício. Pelo contrário, é um prazer e uma alegria, que se renovam sempre. No meu caso, três vezes por semana (segunda, quarta e sexta)...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Para quem trabalha (já fui bom nisso!), sexta-feira é o dia de casos, “causos”, amenidades e “jogar conversa fora”, nos bares da vida, após a árdua semana de labuta. O meu, como aposentado, é hoje, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa sumida quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta.
E NÃO é, caro e atento leitor, que o amigo Cadinho Faria, o “mago do violão”, instalou a polêmica? Tudo em torno da nossa “quase filarmônica”. Parece que continuo falando em russo e entendido em japonês. É tudo a mesma coisa (japonês, é claro). Falei que alguns músicos da nossa banda pretendiam ganhar dinheiro para tocar. Alguns, bem entendido. Só isso! Na nossa turma tem disso não. Nunca vi ninguém frequentar bar e pedir recompensa financeira. Somos, apenas e tão-somente, meros frequentadores de bares. Ninguém é contratado para tocar ou cantar. Vai quem quiser e puder. Se o proprietário do bar quiser pagar, espontaneamente, o problema é dele. Basta contratar os músicos. Aí, a música vira obrigação, deixando de ser uma coisa descompromissadas, como é o espírito da nossa turma...
CADINHO, nunca sequer insinuei que você e outros músicos queriam dinheiro para tocar, embora você, pelo seu reconhecido talento musical, merecesse um bom “cachê”. Você, na nossa turma, é um amigo, que toca violão (e como!) e “joga conversa fora”, jamais um músico profissional. Quem quiser vê-lo tocar que vá a uma casa de espetáculos, onde você toca profissionalmente (“cada macaco no seu galhos”, tudo a tempo e hora). Não citei os nomes de nossos músicos que queriam dinheiro para tocar por delicadeza. Todos da turma sabem os nomes. Na mensagem que você enviou para meu modesto Blog internacional, citou dois, sabidamente bons músicos. Como não sou tutor deles, nada tenho com isso. O problema é deles. Espero, Cadinho, que, com minhas devidas e oportunas explicações, a polêmica tenha sido encerrada. Vamos continuar “jogando conversa fora”. Com fundo musical. É bem melhor do que uma inútil polêmica...
PS – Fiquei sabendo que o Blog da torcida “Desorganizada Avacoelhada” está divulgando minha modesta coluna. Que bom! Afinal, quanto mais divulgação, melhor. Mais gente fica cabendo que, apesar de aposentado, continuo em atividade. Afinal, tudo é América! Por ele nós fazemos qualquer sacrifício. Mas, quem falou que escrever é sacrifício. Pelo contrário, é um prazer e uma alegria, que se renovam sempre. No meu caso, três vezes por semana (segunda, quarta e sexta)...
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 405 (SEGUNDA-FEIRA, 24-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! No primeiro jogo um empate zerado (com o Bragantino/SP), no segundo o primeiro gol e novo empate (um a um com o Coritiba, gol de Jandson) e, no terceiro, a primeira vitória (placar menor, gol de Luciano, contra o Figueirense/SC). Dificuldade e complicação. Assim é o Campeonato Brasileiro da Série B, bem mais difícil e complicado do que a Série A. Assim segue o meu querido e glorioso América na competição, subindo de degrau em degrau, até chegar, é o que todos nós, americanos, esperamos, ao seu objetivo, de retornar à elite do futebol brasileiro. Difícil? Que nada! Difícil, para mim, é o que demora um pouco mais. E, para tanto, faltam, ainda, 35 jogos. Ufa!
ANTEONTEM, não foi nada diferente do que se previa. Um jogo muito equilibrado com o Figueirense, que poderia ter sido menos difícil, já que o meu Coelho marcou seu gol solteiro, perdeu uma boa oportunidade (a bola estava implorando que alguém a chutasse, na pequena área) e o “soprador de apito” não marcou um pênalti claríssimo no zagueiro Otávio, que acabou se contundido e foi para o chuveiro mais cedo. Bola “fora” quem deu foi o jornal “Aqui”, que leio diariamente, que não deu ontem sequer o resultado, mesmo com o jogo de sábado terminando um pouco antes das 18 horas. Quanta má vontade! Fazer o quê, se para essa gente (a mídia esportiva mineira, bem entendido) só existem dois clubes grandes nas Minas Gerais? Os protegidos de sempre da duplinha “fajuta”, “fuleira” e famigerada. A tal duplinha RapoGalo...
FALAR na dita cuja, o Galinho/sem/esporas derrotou o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido) pelo placar olímpico de três a um (o atacante Bruno Mineiro entrou tarde), ao passo que a Raposinha/saltitante por pouco não perde a viagem a Campinas/SP, já que estava perdendo de dois a zero e “achou” o empate, por pura incompetência do Bugre Campineiro. Agora, o Galinho está na sexta colocação e a Raposinha na oitava.
JÁ O meu Coelho, que divide a sétima colocação com o Bragantino e a Ponte Preta de Campinas/SP, volta a campo já na noite de amanhã, “encarando” seu “xará” potiguar na linda Natal/RN. Na Segundona não tem “refresco”. É um jogo atrás do outro, sem tempo para treinar e repousar. Nem bem terminou o jogo de sábado e a equipe já estava dentro de um avião. Joga amanhã e volta, para a próxima partida. Que dureza, como diria o amigo Son Salvador, ex-companheiro do extinto “Diário da Tarde”...
PS – Cadê a banda, galista barulhento Toninho Afonso? Sumiu? A nossa quase filarmônica do Gutierrez voltou a não tocar anteontem. A derradeira vez no último dia 8, em minha residência, no meu aniversário. A próxima apresentação, só Deus sabe quando. E aí, amigo Jésus Wagner Marques Brito? Cadê sua timba afinada e barulhenta? O “gato comeu”?
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! No primeiro jogo um empate zerado (com o Bragantino/SP), no segundo o primeiro gol e novo empate (um a um com o Coritiba, gol de Jandson) e, no terceiro, a primeira vitória (placar menor, gol de Luciano, contra o Figueirense/SC). Dificuldade e complicação. Assim é o Campeonato Brasileiro da Série B, bem mais difícil e complicado do que a Série A. Assim segue o meu querido e glorioso América na competição, subindo de degrau em degrau, até chegar, é o que todos nós, americanos, esperamos, ao seu objetivo, de retornar à elite do futebol brasileiro. Difícil? Que nada! Difícil, para mim, é o que demora um pouco mais. E, para tanto, faltam, ainda, 35 jogos. Ufa!
ANTEONTEM, não foi nada diferente do que se previa. Um jogo muito equilibrado com o Figueirense, que poderia ter sido menos difícil, já que o meu Coelho marcou seu gol solteiro, perdeu uma boa oportunidade (a bola estava implorando que alguém a chutasse, na pequena área) e o “soprador de apito” não marcou um pênalti claríssimo no zagueiro Otávio, que acabou se contundido e foi para o chuveiro mais cedo. Bola “fora” quem deu foi o jornal “Aqui”, que leio diariamente, que não deu ontem sequer o resultado, mesmo com o jogo de sábado terminando um pouco antes das 18 horas. Quanta má vontade! Fazer o quê, se para essa gente (a mídia esportiva mineira, bem entendido) só existem dois clubes grandes nas Minas Gerais? Os protegidos de sempre da duplinha “fajuta”, “fuleira” e famigerada. A tal duplinha RapoGalo...
FALAR na dita cuja, o Galinho/sem/esporas derrotou o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido) pelo placar olímpico de três a um (o atacante Bruno Mineiro entrou tarde), ao passo que a Raposinha/saltitante por pouco não perde a viagem a Campinas/SP, já que estava perdendo de dois a zero e “achou” o empate, por pura incompetência do Bugre Campineiro. Agora, o Galinho está na sexta colocação e a Raposinha na oitava.
JÁ O meu Coelho, que divide a sétima colocação com o Bragantino e a Ponte Preta de Campinas/SP, volta a campo já na noite de amanhã, “encarando” seu “xará” potiguar na linda Natal/RN. Na Segundona não tem “refresco”. É um jogo atrás do outro, sem tempo para treinar e repousar. Nem bem terminou o jogo de sábado e a equipe já estava dentro de um avião. Joga amanhã e volta, para a próxima partida. Que dureza, como diria o amigo Son Salvador, ex-companheiro do extinto “Diário da Tarde”...
PS – Cadê a banda, galista barulhento Toninho Afonso? Sumiu? A nossa quase filarmônica do Gutierrez voltou a não tocar anteontem. A derradeira vez no último dia 8, em minha residência, no meu aniversário. A próxima apresentação, só Deus sabe quando. E aí, amigo Jésus Wagner Marques Brito? Cadê sua timba afinada e barulhenta? O “gato comeu”?
ATÉ a próxima.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 404 (SEXTA-FEIRA, 21-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ caros leitores semanais! Um dos quatro líderes do Campeonato Brasileiro da Série B (os outros são Paraná, Náutico/PE e Bahia), o bom time do Figueirense/SC vem aí! Venceu as duas primeiras partidas que disputou, uma delas fora de casa. O meu querido e glorioso América que se cuide. Até agora, empatou os dois jogos que disputou, um deles fora de casa. Dois times de primeira disputando a Segundona. Tem algo de errado no ar. O Coelho tem que se cuidar e começar a vencer. Já! Um jogão, o da tarde de amanhã no Mineirão. Pena que não será no nosso belo e confortável Independência, que está sendo reformado, para ficar bem melhor. Será um estádio de primeiro mundo, que deve ficar pronto antes do final do ano. Pelo menos é o que prometeu nossa dinâmica diretoria e o que todos nós, americanos, esperamos. Além do mais, o estádio vai “matar” de inveja a torcida da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Azar dos nossos incompetentes primos pobres...
AMÉRICA internacional e de primeiro mundo! O cônsul do Japão no Rio de Janeiro, Yoshihiro Arakawa, conheceu o patrimônio do América e ficou impressionado com tudo que viu, prometendo, caso o Japão se classifique para a Copa do Mundo de 2014, conversar com a Associação Japonesa de Futebol, para que a preparação seja no nosso Centro de Treinamentos Lana Drumond. Gente de visão! E ainda falam que japonês tem olhos pequenos...
E A Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Muito “gogó” antes dos jogos e duas decepções seguidas. Primeiro no Campeonato Mineiro e, agora, na Libertadores da América. No Estadual nem vice foi e na competição internacional sequer chegou na semifinal. E dá-lhe “choradeira”. A última, então, foi ridícula. O atacante Kleber agrediu um jogador do São Paulo com uma tapa no rosto e foi expulso logo a um minuto de jogo, merecidamente, diga-se de passagem. E o árbitro internacional foi chamado de “rigoroso”. Essa não! Ora, rigoroso por ter aplicado as regras do velho ludopédio. Ele apita futebol e, não, vale tudo. A Raposinha vai bater almas para o São Paulo ou o Internacional/RS, podendo escolher um dos dois, enquanto volta as atenções para o Brasileirão, outra competição que vai perder, sem qualquer sombra de dúvida. Pelo horóscopo chinês, 2010 não é um ano azul. Vão chorar na cama, que é lugar quente, como diziam os mais antigos...
PS – Sem polemizar, mas já polemizando, prometo comentar, aqui no meu Blog internacional, a derradeira mensagem enviada pelo amigo galista Cadinho, o “mago do violão”. Claro que a respeito de música, especialidade do mestre, mais precisamente a respeito da nossa sumida quase filarmônica do Gutierrez. Assunto para a coluna de quarta-feira que vem. A conferir...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ caros leitores semanais! Um dos quatro líderes do Campeonato Brasileiro da Série B (os outros são Paraná, Náutico/PE e Bahia), o bom time do Figueirense/SC vem aí! Venceu as duas primeiras partidas que disputou, uma delas fora de casa. O meu querido e glorioso América que se cuide. Até agora, empatou os dois jogos que disputou, um deles fora de casa. Dois times de primeira disputando a Segundona. Tem algo de errado no ar. O Coelho tem que se cuidar e começar a vencer. Já! Um jogão, o da tarde de amanhã no Mineirão. Pena que não será no nosso belo e confortável Independência, que está sendo reformado, para ficar bem melhor. Será um estádio de primeiro mundo, que deve ficar pronto antes do final do ano. Pelo menos é o que prometeu nossa dinâmica diretoria e o que todos nós, americanos, esperamos. Além do mais, o estádio vai “matar” de inveja a torcida da “fuleira”, “fajuta”, famigerada e protegida duplinha RapoGalo. Azar dos nossos incompetentes primos pobres...
AMÉRICA internacional e de primeiro mundo! O cônsul do Japão no Rio de Janeiro, Yoshihiro Arakawa, conheceu o patrimônio do América e ficou impressionado com tudo que viu, prometendo, caso o Japão se classifique para a Copa do Mundo de 2014, conversar com a Associação Japonesa de Futebol, para que a preparação seja no nosso Centro de Treinamentos Lana Drumond. Gente de visão! E ainda falam que japonês tem olhos pequenos...
E A Raposinha/saltitante, que coisa, hein? Muito “gogó” antes dos jogos e duas decepções seguidas. Primeiro no Campeonato Mineiro e, agora, na Libertadores da América. No Estadual nem vice foi e na competição internacional sequer chegou na semifinal. E dá-lhe “choradeira”. A última, então, foi ridícula. O atacante Kleber agrediu um jogador do São Paulo com uma tapa no rosto e foi expulso logo a um minuto de jogo, merecidamente, diga-se de passagem. E o árbitro internacional foi chamado de “rigoroso”. Essa não! Ora, rigoroso por ter aplicado as regras do velho ludopédio. Ele apita futebol e, não, vale tudo. A Raposinha vai bater almas para o São Paulo ou o Internacional/RS, podendo escolher um dos dois, enquanto volta as atenções para o Brasileirão, outra competição que vai perder, sem qualquer sombra de dúvida. Pelo horóscopo chinês, 2010 não é um ano azul. Vão chorar na cama, que é lugar quente, como diziam os mais antigos...
PS – Sem polemizar, mas já polemizando, prometo comentar, aqui no meu Blog internacional, a derradeira mensagem enviada pelo amigo galista Cadinho, o “mago do violão”. Claro que a respeito de música, especialidade do mestre, mais precisamente a respeito da nossa sumida quase filarmônica do Gutierrez. Assunto para a coluna de quarta-feira que vem. A conferir...
ATÉ a próxima.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 403 (QUARTA-FEIRA, 19-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sei que posso estar “enchendo o saco” do caro e atento leitor do meu modesto Blog internacional, mas sou obrigado a voltar a dizer que hoje, quarta-feira, o dia é reservado a amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa moribunda quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. A partir do próximo dia 11 tem Brasil e Copa do Mundo, também. Dá-lhe, Coelho, dá-lhe, Canarinho! Com Robinho, Neymar e Paulo Henrique Ganso seria mais fácil. Mas, o “burrinho teimoso” Dunga não quer. Cabecinha dura...
POIS é! Recordar é viver! Sonhei que estava sonhando. Faz tempo! Foi no já longínquo 1967. Não me esqueço. O saudoso desembargador Raimundo Gonçalves da Silva, presidente do egrégio Tribunal de Justiça de Minas Gerais, nomeou-me interinamente funcionário da Casa. Mesmo não havendo, na época, obrigatoriedade de concurso público, meu saudoso genitor, José de Assis Santiago, não aceitou a ideia e “estrilou” com seu colega, dizendo que “filho meu não entra no Tribunal pela porta do fundo”. A resposta do presidente foi direta e curta: “Santiago, você manda em sua casa. Aqui quem manda sou eu”. Pronto, yes e vamos andando, no dia seguinte comecei a trabalhar, de terno e gravata, obrigatórios na ocasião.
FOI naquela época que tomei amor pela Fórmula 1, no início da brilhante carreira do bicampeão mundial Emerson Fitipaldi, de tanto ler um jornal paulista, que o colega Gerson Capanema de Almeida (onde está você, sumido amigo?) lia diariamente. Ele era fanático pelo esporte e me contagiou. De lá para cá não perco uma corrida. Depois do Emerson, vieram os talentosos campeões Nelson Piquet e Ayrton Sena. Agora, o futuro campeão Felipe Massa. Interessante é que, mesmo não sendo motorista (jamais peguei em volante ou pisei em freio e acelerador), sou apaixonado por corridas. Coisas da vida...
NO Tribunal de Justiça comecei como arquivista e fui, sucessivamente, oficial judiciário (já mediante concurso público), redator da Revista Jurisprudência Mineira, redator de acórdãos e assessor de desembargador, cargo que exerci até junho de 2006, quando me aposentei, após quase 40 anos de labuta diária. Bons tempos! Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Joaquim Gonçalves, o folclórico Quinzinho, zeloso oficial de Justiça. Hoje, a única coisa que faço é “levantar copo”. Que belo esporte. E está ruim? Está é bom demais...
PS – Para agradecer o amigo Daniel Magalhães Coelho (um cruzeirense de sobrenome americano), que, na ausência da titular Rita Maria (estava em Brasília “paparicando” a filha Verônica Lima, jornalista da Câmara dos Deputados), passou as duas derradeiras colunas para o meu Blog, o que não aprendi (nem quero) a fazer até hoje.
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Sei que posso estar “enchendo o saco” do caro e atento leitor do meu modesto Blog internacional, mas sou obrigado a voltar a dizer que hoje, quarta-feira, o dia é reservado a amenidades, casos, “causos” e “jogar conversa fora”, ficando o meu querido e glorioso América e a nossa moribunda quase filarmônica do Gutierrez para as colunas de segunda e sexta. A partir do próximo dia 11 tem Brasil e Copa do Mundo, também. Dá-lhe, Coelho, dá-lhe, Canarinho! Com Robinho, Neymar e Paulo Henrique Ganso seria mais fácil. Mas, o “burrinho teimoso” Dunga não quer. Cabecinha dura...
POIS é! Recordar é viver! Sonhei que estava sonhando. Faz tempo! Foi no já longínquo 1967. Não me esqueço. O saudoso desembargador Raimundo Gonçalves da Silva, presidente do egrégio Tribunal de Justiça de Minas Gerais, nomeou-me interinamente funcionário da Casa. Mesmo não havendo, na época, obrigatoriedade de concurso público, meu saudoso genitor, José de Assis Santiago, não aceitou a ideia e “estrilou” com seu colega, dizendo que “filho meu não entra no Tribunal pela porta do fundo”. A resposta do presidente foi direta e curta: “Santiago, você manda em sua casa. Aqui quem manda sou eu”. Pronto, yes e vamos andando, no dia seguinte comecei a trabalhar, de terno e gravata, obrigatórios na ocasião.
FOI naquela época que tomei amor pela Fórmula 1, no início da brilhante carreira do bicampeão mundial Emerson Fitipaldi, de tanto ler um jornal paulista, que o colega Gerson Capanema de Almeida (onde está você, sumido amigo?) lia diariamente. Ele era fanático pelo esporte e me contagiou. De lá para cá não perco uma corrida. Depois do Emerson, vieram os talentosos campeões Nelson Piquet e Ayrton Sena. Agora, o futuro campeão Felipe Massa. Interessante é que, mesmo não sendo motorista (jamais peguei em volante ou pisei em freio e acelerador), sou apaixonado por corridas. Coisas da vida...
NO Tribunal de Justiça comecei como arquivista e fui, sucessivamente, oficial judiciário (já mediante concurso público), redator da Revista Jurisprudência Mineira, redator de acórdãos e assessor de desembargador, cargo que exerci até junho de 2006, quando me aposentei, após quase 40 anos de labuta diária. Bons tempos! Tempos que não voltam mais, como dizia o saudoso amigo Joaquim Gonçalves, o folclórico Quinzinho, zeloso oficial de Justiça. Hoje, a única coisa que faço é “levantar copo”. Que belo esporte. E está ruim? Está é bom demais...
PS – Para agradecer o amigo Daniel Magalhães Coelho (um cruzeirense de sobrenome americano), que, na ausência da titular Rita Maria (estava em Brasília “paparicando” a filha Verônica Lima, jornalista da Câmara dos Deputados), passou as duas derradeiras colunas para o meu Blog, o que não aprendi (nem quero) a fazer até hoje.
ATÉ a próxima.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
DE LETRA
DE LETRA Nº 402 (SEGUNDA-FEIRA, 17-05-10)
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Tirando o meu querido e glorioso América, que arrancou um empate fora de casa contra o campeão paranaense, os demais clubes mineiros do Campeonato Brasileiro deram com os “burros nágua”. Foi um vexame atrás do outro! O Tigre/de/bengala perdeu do Bahia, de “virada” (dois a um), em pleno Ipatingão, já estando “desfilando” de “lanterna” da Série B, sem qualquer pontinho conquistado. Por outro lado, a Raposinha/saltitante conseguiu a proeza de empatar (dois a dois) com o modesto Avaí/SC, em pleno Mineirão, após estar perdendo de dois a zero. Já é o quarto colocado. Mas, o vexame maior, a meu sentir, foi o do Galinho/sem/esporas, que “caiu de quatro” diante do modesto Grêmio Prudente, em Presidente Prudente/SP, já estando na 11ª colocação, a dois pontos da zona de rebaixamento. Assim caminha o “desorganizado” futebol mineiro. Que assim seja até o final das duas competições, salvando-se apenas o meu Coelhão...
MAS tem que mostrar bem mais do que apresentou nas duas primeiras rodadas do Brasileiro. Contra o Bragantino/SP perdeu uma “enxurrada” de gols. E, contra o Coritiba/PR, na noite da última sexta-feira, só jogou no segundo tempo, quando o atacante estreante Jandson empatou a partida. No primeiro tempo, foi uma lástima, com o goleiro rival não chegando a sujar o seu uniforme. Já é o 12º colocado da Série B, a um ponto da zona de rebaixamento. Acorda, Coelho! Quem avisa...
AGORA, o Coelhão recebe um dos líderes, Figueirense/SC, no próximo sábado (16 horas, no Mineirão), ao passo que o Tigre “encara” o São Caetano, no ABC paulista. Já o Galinho dos pobres recebe o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), no próximo domingo, no Gigante da Pampulha, ao passo que a Raposinha, antes de voltar ao Brasileirão, “encara” o São Paulo, no Brasileirão, pela Libertadores da América, com a obrigação de marcar três gols de diferença. Se marcar dois, a decisão iria para a “loteria dos pênaltis”. Como se pode notar, uma tarefa fácil (?) para a mineirada azulada, com a torcida do Coelho “secando”. Naturalmente, torcendo para a Raposinha. Perder, é claro, como diria o amigo americano José América, digo Américo Campos, o do chapelão mexicano, que já aposentou, de tão velho e usado...
PS – As “aves agourentas” continuam de plantão, “secando” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que voltou a não tocar no último sábado. Também pudera, os talentosos músicos sumiram e os instrumentos (musicais, bem entendido) do amigo Jésus Wagner Marques Brito (o grande americano/santista da timba afinada e barulhenta) estão esquecidos em minha residência desde o dia 8 último, quando a turma deu um “show” em meu aniversário. Músicos preguiçosos...
ATÉ a próxima.
MIGUEL SANTIAGO
OLÁ, caros leitores semanais! Tirando o meu querido e glorioso América, que arrancou um empate fora de casa contra o campeão paranaense, os demais clubes mineiros do Campeonato Brasileiro deram com os “burros nágua”. Foi um vexame atrás do outro! O Tigre/de/bengala perdeu do Bahia, de “virada” (dois a um), em pleno Ipatingão, já estando “desfilando” de “lanterna” da Série B, sem qualquer pontinho conquistado. Por outro lado, a Raposinha/saltitante conseguiu a proeza de empatar (dois a dois) com o modesto Avaí/SC, em pleno Mineirão, após estar perdendo de dois a zero. Já é o quarto colocado. Mas, o vexame maior, a meu sentir, foi o do Galinho/sem/esporas, que “caiu de quatro” diante do modesto Grêmio Prudente, em Presidente Prudente/SP, já estando na 11ª colocação, a dois pontos da zona de rebaixamento. Assim caminha o “desorganizado” futebol mineiro. Que assim seja até o final das duas competições, salvando-se apenas o meu Coelhão...
MAS tem que mostrar bem mais do que apresentou nas duas primeiras rodadas do Brasileiro. Contra o Bragantino/SP perdeu uma “enxurrada” de gols. E, contra o Coritiba/PR, na noite da última sexta-feira, só jogou no segundo tempo, quando o atacante estreante Jandson empatou a partida. No primeiro tempo, foi uma lástima, com o goleiro rival não chegando a sujar o seu uniforme. Já é o 12º colocado da Série B, a um ponto da zona de rebaixamento. Acorda, Coelho! Quem avisa...
AGORA, o Coelhão recebe um dos líderes, Figueirense/SC, no próximo sábado (16 horas, no Mineirão), ao passo que o Tigre “encara” o São Caetano, no ABC paulista. Já o Galinho dos pobres recebe o Galinho dos ricos (o paranaense, bem entendido), no próximo domingo, no Gigante da Pampulha, ao passo que a Raposinha, antes de voltar ao Brasileirão, “encara” o São Paulo, no Brasileirão, pela Libertadores da América, com a obrigação de marcar três gols de diferença. Se marcar dois, a decisão iria para a “loteria dos pênaltis”. Como se pode notar, uma tarefa fácil (?) para a mineirada azulada, com a torcida do Coelho “secando”. Naturalmente, torcendo para a Raposinha. Perder, é claro, como diria o amigo americano José América, digo Américo Campos, o do chapelão mexicano, que já aposentou, de tão velho e usado...
PS – As “aves agourentas” continuam de plantão, “secando” a nossa quase filarmônica do Gutierrez, que voltou a não tocar no último sábado. Também pudera, os talentosos músicos sumiram e os instrumentos (musicais, bem entendido) do amigo Jésus Wagner Marques Brito (o grande americano/santista da timba afinada e barulhenta) estão esquecidos em minha residência desde o dia 8 último, quando a turma deu um “show” em meu aniversário. Músicos preguiçosos...
ATÉ a próxima.
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